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Campina Grande, REALIZE Editora, 2012 1 INTERVALOS DE RECREIOS, UMA OUTRA HISTÓRIA PELA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Umbelina Saraiva Alves Profª MsC. DE UESPI (NELT Núcleo de Educação, Linguagens e Tecnologia) Silvério Alves Pereira Neto Profº Esp em História e graduando em Pedagogia-UESPI RESUMO Este trabalho objetiva apresentar o resultado da aplicação do Projeto de Intervenção “Intervalos de recreio, outra história de intervenção pedagógica,como resultado de extensão desenvolvida a partir da disciplina Língua Portuguesa: conteúdo e metodologia. Como professores da rede Municipal e Privada do ensino acerca de quinze anos sabe-se que a realidade dos intervalos de recreio nas escolas brasileiras, no que se refere a aprendizagem, configura-se uma triste e estarrecedora realidade. O que pode configurar-se como um momento de diversão e descontração, culmina com pancadarias e violência em geral. A partir dessa realidade desoladora apresenta-se o resultado de atividades lúdicas concretas resultantes de metodologias diversificadas elaboradas por alunos do VI bloco de Pedagogia-UESPI sob orientação desta professora pesquisadora Umbelina Saraiva Alves e fundamentação nos estudos de Antunes(2007), Borba(2006), Brasil(2000), Kishimoto(2008), Santos(2008). A escolha do campo de intervenção, a escola “Nossa Senhora de Fátima” em Campo Maior, ocorreu devido ser uma escola carente que funciona por incentivo da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e que apesar dessa realidade, apresentou o segundo lugar no IDEB de 2010. Intenciona-se com esta iniciativa provocar uma reflexão sobre as práticas dos intervalos de recreio como iniciativa estimulante, divertida e educativa. Palavras-chave: Intervenção pedagógica. Recreios. Metodologias variadas

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    INTERVALOS DE RECREIOS, UMA OUTRA HISTRIA

    PELA INTERVENO PEDAGGICA

    Umbelina Saraiva Alves

    Prof MsC. DE UESPI (NELT Ncleo de Educao, Linguagens e Tecnologia)

    Silvrio Alves Pereira Neto

    Prof Esp em Histria e graduando em Pedagogia-UESPI

    RESUMO

    Este trabalho objetiva apresentar o resultado da aplicao do Projeto de Interveno Intervalos

    de recreio, outra histria de interveno pedaggica, como resultado de extenso desenvolvida

    a partir da disciplina Lngua Portuguesa: contedo e metodologia. Como professores da rede

    Municipal e Privada do ensino acerca de quinze anos sabe-se que a realidade dos intervalos de

    recreio nas escolas brasileiras, no que se refere a aprendizagem, configura-se uma triste e

    estarrecedora realidade. O que pode configurar-se como um momento de diverso e

    descontrao, culmina com pancadarias e violncia em geral. A partir dessa realidade

    desoladora apresenta-se o resultado de atividades ldicas concretas resultantes de metodologias

    diversificadas elaboradas por alunos do VI bloco de Pedagogia-UESPI sob orientao desta

    professora pesquisadora Umbelina Saraiva Alves e fundamentao nos estudos de

    Antunes(2007), Borba(2006), Brasil(2000), Kishimoto(2008), Santos(2008). A escolha

    do campo de interveno, a escola Nossa Senhora de Ftima em Campo Maior, ocorreu

    devido ser uma escola carente que funciona por incentivo da Parquia Nossa Senhora de Ftima

    e que apesar dessa realidade, apresentou o segundo lugar no IDEB de 2010. Intenciona-se com

    esta iniciativa provocar uma reflexo sobre as prticas dos intervalos de recreio como iniciativa

    estimulante, divertida e educativa.

    Palavras-chave: Interveno pedaggica. Recreios. Metodologias variadas

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    INTRODUO

    A Escola Municipal Nossa Senhora de Ftima, possui no seu quadro de

    funcionrios: Uma Secretria; 12 Professores; Trs Zeladores; Trs Vigias; Uma

    Auxiliar de secretaria. A escola tem um total de 170 alunos divididos entre os turnos

    manh, tarde e noite.

    No turno matutino estudam 109 alunos divididos na Educao Infantil e Ensino

    Fundamental. No turno vespertino a escola conta com 61 alunos tambm divididos entre

    ensino Infantil e Fundamental e a noite funciona o Projeto Brasil Alfabetizado.

    Brincar um direito da criana reconhecido em documentos oficiais como as

    referncias Curriculares Nacionais para a educao, no entanto, incentivar a brincadeira

    uma prtica pouco valorizada nas escolas.

    Brincar preciso, o universo de brincadeiras um instrumento valioso na

    formao de pessoas mais criativas e capazes intelectualmente, social e

    emocionalmente. Valorizar as brincadeiras nas instituies de ensino uma forma de

    melhorar a qualidade da educao.

    O projeto Recreios Educativos foi desenvolvido como proposta de orientao

    pedaggica de Umbelina Saraiva Alves, professora do curso Licenciatura Plena em

    Pedagogia, da Universidade Estadual, Campus Heris do Jenipapo-Campo Maior.

    O projeto desenvolvido teve por objetivo oferecer s crianas da escola em

    questo atividades educativas de uma forma ldica, tornou o recreio um momento mais

    tranquilo e seguro com a utilizao de atividades ldicas na obteno de um clima

    agradvel e de confiana mtua.

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    O estabelecimento de ensino Escola Municipal Nossa Senhora de Ftima foi o

    ambiente escolhido para aplicao das atividades por se tratar de uma escola modesta

    em sua estrutura fsica, sendo pequenos os espaos que constituem a escola, desde as

    salas da direo, sala dos professores, sala de aula, sem uma rea de lazer adequada,

    sendo que as crianas recreiam em um pequeno ptio sem cobertura, localizado na

    entrada da escola. Assim, um espao que no oferece condies para que as crianas

    possam desenvolver seu recreio de forma prazerosa.

    Mesmo com estrutura precria a escola se destacou em 2 lugar no municpio

    de Campo Maior, na avaliao da Provinha Brasil.

    A efetivao da interveno contribuiu positivamente para os estudantes do

    bloco VI de pedagogia por proporcionar-lhes uma abordagem pedaggica na prtica e

    assim favorecer a formao de profissionais conscientes do significado da brincadeira

    na vida das crianas, de valiosa importncia para o desenvolvimento das mesmas.

    O referido projeto apresentou o resultado da aplicao do Projeto de Interveno

    Intervalos de recreio, outra histria de interveno pedaggica. Como objetivos especficos:

    oportunizou atividades que dinamizaram o recreio escolar, ressaltando a importncia do

    uso da Lngua Portuguesa para aumentar o repertrio lingustico dos alunos; melhorou a

    qualidade do recreio escolar; estimulou a comunidade escolar para a promoo de

    atividades ldicas que contriburam eficazmente para uma aprendizagem significativa,

    em um perodo de duas semanas.

    As diversas formas educativas de utilizao do ldico na escola

    Segundo Borba (2006, p.42), observar crianas e adolescentes brincando uma

    fonte enriquecedora de obter conhecimentos sobre o brincar, afirma ainda que esse

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    conhecimento d-se quando os jogos e brincadeiras contribuem para acolher

    informaes, buscando organizar o espao no sentido de incentivar e garantir o brincar.

    Diante do exposto os alunos da disciplina Lngua Portuguesa Contedo e

    Metodologia elaboraram num primeiro momento com orientao da professora da

    disciplina, projetos diversificados e em grupos de atividades educativas que envolvem a

    rea. Aplicaram numa segunda etapa brincadeiras diversas nos intervalos de escolas

    pblicas, previamente escolhidas pelo elevado ndice de violncia intra-escolar.

    A execuo das atividades foi realizada em comum acordo com a escola. Num

    prazo de duas semanas, grupos diferenciados atravs de projetos sistematizados com

    orientao da professora da disciplina, participaram de atividades interativas com alunos

    de 2 ao 5 anos no perodo do recreio escolar.

    Como investigadores os graduandos tiveram oportunidade de avaliar suas

    prprias prticas e os impactos destas na contribuio com a escola e a comunidade

    educativa e se descobriram como profissionais pesquisadores das prprias prticas,

    transformando a diverso em aes capazes de colaborar com a formao humana.

    A brincadeira pega letras uma forma educativa de brincar. Para mont-la

    usaram letras em EVA, quadro de isopor coberto com papel carto camura, cola e

    tesoura. Atravs dessa brincadeira promoveu-se o letramento, ensinou-se a ler de forma

    eficaz e despertou-se o interesse pelo mundo das letras. Ao desenvolv-la atentou-se

    para o nvel de aprendizagem de cada participante atravs do Ldico.

    Em sua aplicao os professores colocaram as letras do alfabeto espalhadas

    sobre uma mesa ou no cho e dividiram a turma em grupos. Os mesmos realizaram uma

    pergunta como, por exemplo: Quem o rei da floresta?, o aluno observou as letras

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    que j tinham no quadro e correram para completar com as letras da palavra, a partir da

    dica dada pelo orientador. O grupo que acertou todas as palavras em menos tempo,

    venceu a prova.

    Os professores ofereceram s crianas atividades ldicas que proporcionaram a

    construo de novos conhecimentos na relao destes com a utilizao de jogos e

    brincadeiras na construo de prticas pedaggicas que coadunam com o pensamento de

    Santos (2008, p. 14): a formao ldica deve possibilitar o futuro educador (...) de ter

    uma viso clara sobre a importncia do jogo e do brinquedo para a vida da criana [...].

    O jogo das abelhas feito de EVA com letras do alfabeto e mozinha (mata-

    mata) de papel carto com camura; cola; tesoura coleo. Desenvolveu a conscincia

    fontica e silbica; permitiu identificar o fonema inicial e a segmentao fontica,

    despertou a percepo dos alunos e incentivou o trabalho em equipe. Ao aplic-la os

    orientadores espalharam as abelhinhas e entregaram um mata-mata para cada um dos

    representantes das equipes. Iniciou-se o jogo falando uma palavra e os participantes

    tentaram eliminar a abelhinha que tinha a letra que comeava com a palavra citada.

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    Quem eliminou o maior nmero de abelhas e conseguiu formar uma nova palavra

    venceu a competio.

    O jogo silbico tambm configurou-se como uma atividade ldica e para sua

    confeco utilizou-se quadro de isopor coberto com papel carto e camura; fichinhas

    de papel quarenta com a figura de um objeto e o nome do objeto; nmeros de 1 a 4 de

    EVA. Objetivou familiarizar as crianas com a noo de palavras ligadas a sua imagem.

    Desenvolveu a percepo da linguagem escrita associando a palavra com a figura e

    grafemas com os fonemas, atravs de atividades Ldicas.

    Atravs desse jogo o professor colocou no quadro, vrias fichas com palavras

    que possuam o nmero de slabas diferentes. Um participante do grupo organizou as

    palavras de acordo com a quantidade de slabas que as palavras tinham, colocando o

    nmero 1 para palavras que tinham apenas uma slaba, o n 2 para as que tinham duas

    slabas, o n 3 para as de trs slabas e o n 4 para as de quatro ou mais slabas. Ganhou

    a equipe que realizou o jogo em menos tempo.

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    Brasil (2000, p.69), revela que fundamental que o professor saiba formular as

    perguntas relativas ao conhecimento ldico e observar seus alunos durante as atividades

    que realizam para que esse conjunto de dados conduza s suas intervenes e reflexes.

    [...] apresentar os contedos e atividades de aprendizagem de forma que os alunos

    compreendam o porqu e para que do que aprendem.

    Outro jogo aplicado foi o bingo de palavras, um globo feito de garrafa pet;

    bolinhas de gude com as letras do alfabeto; Cartelas de cartolina ou papelo; tampinhas

    de garrafa ou pedrinhas, lpis ou coleo para marcar as letras, fichinhas com as letras

    dos nomes e cola. Nessa atividade fez-se com que a criana se reconhecesse como um

    sujeito importante que possui um nome que s seu, alm de propiciar a aprendizagem

    da escrita, auxiliou no aprendizado de leitura do nome de cada participante. Nessa

    atividade ldica a criana trabalhou com as letras do alfabeto, com slabas e palavras,

    aprendeu a lidar com os resultados, independente de ser vencedor.

    Na realizao da atividade cada criana recebeu uma cartela em que escreveu

    seu nome. O professor sorteou as letras, dizendo o nome de cada uma delas para que as

    identificasse. Cada letra sorteada foi ser marcada na cartela caso houvesse o seu nome.

    Assim que a cartela foi preenchida o aluno gritou: BINGO! Ganhou o jogo quem

    preencheu a cartela toda.

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    A corrida da gramtica um jogo em que participam de 3 a 6 pessoas, sendo

    que uma delas "Professor" que ficou com as fichas-resposta em mos, cada jogador

    rolou o dadinho uma vez e avanou de acordo com o nmero que caiu. Caindo nas

    casas marcadas, o jogador deve solucionou a questo proposta, o "Professor" consultou

    a ficha resposta e d o prmio se houver acerto, ou castigo, se houver erro. Ganhou

    quem chegou primeiro.

    Constata-se que as crianas ao brincarem na escola transformam e constroem

    uma nova realidade conforme aborda Antunes (2007, p.19): A criana que brinca est

    desenvolvendo sua linguagem oral, seu pensamento associativo, suas habilidades

    auditivas e sociais construindo conceitos e relaes [...].

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    O domin da literatura infantil configurou-se como outra atividade ldica

    desenvolvida, esta incentivou a leitura de clssicos da literatura infantil e verificou o

    domnio das crianas em relao s histrias, por meio de um jogo de domin com o

    rosto dos personagens. Constitudo de peas de domin com personagens da literatura

    infantil, cola, tesoura e EVA esse jogo incentivou o desenvolvimento da leitura na

    escola. Atravs da diviso da sala em duplas o orientador distribuiu para cada dupla e

    explicou o critrio de semelhana para uni-las aos personagens da mesma histria. So

    eles: Branca de Neve, o prncipe, a bruxa e os sete anes (Dunga, Zangado, Dengoso,

    Atchim, Soneca, Mestre e Feliz); e os personagens do Stio do Picapau Amarelo:

    Pedrinho, Narizinho, Emlia, Cuca, Visconde de Sabugosa, Rabic, Tia Anastcia e

    Dona Benta. Teve-se ateno para algumas peas coringas, cujos lados tm o rosto da

    mesma historinha.

    A partir do jogo dado da expresso e comunicao o professor desenvolveu

    a coerncia e a coeso, trabalhou o conceito de frase. Utilizando garrafas Pet 2l, fita

    adesiva larga transparente, fita adesiva colorida, palavras impressas, fita crepe, tesoura,

    rgua, lpis, EVA, cola quente, cola instantnea, o professor pediu que as crianas

    pensassem em uma palavra e a escrevessem num papel, mudando a posio das letras,

    os alunos trocavam os papis e o vencedor foi aquele que reconstruiu mais rpido a

    palavra certa. O dado 1 dos artigos, foi usado para os alunos formarem sentenas; o

    dado 2 dos substantivos foi essencial para a atividade; o dado 3 relacionou-se aos

    verbos de ligao e o dado 4 com os adjetivos.

    Com o material pronto fez-se uma roda com os alunos e cada um jogou os

    quatro dados. Leram as palavras sorteadas e questionaram-nas: Como podemos us-las

    para formar frases?. Avisou-se aos alunos que eles podiam variar os vocbulos em

    gnero e nmero.

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    O trabalho com os dados foi enriquecedor, pois fugiu do suporte tradicional

    lousa, giz, caderno e, ainda, pode ser realizado de vrias formas, dependendo da

    criatividade. O importante que as crianas assimilaram que uma sentena nasce da

    juno de diferentes palavrinhas.

    Na viso de Kishimoto (2008, p.28), [...] Os jogos so considerados de grande

    importncia para enriquecer a experincia sensorial, estimular a criatividade e

    desenvolver habilidades [...] Brincando a acriana se insere no jogo, define regras,

    partilha com outros e expe suas potencialidades, dando um salto qualitativo no seu

    desenvolvimento.

    CONCLUSES

    O caminho percorrido para a concretizao da interveno na escola Nossa

    Senhora de Ftima perpassou vrias etapas. Estudos sobre o ldico na Lngua

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    Portuguesa, fundamentao sobre jogos e brincadeiras e confeco de recursos para

    execuo do projeto e utilizao permanente na brinquedoteca da UESPI.

    A culminncia do projeto resultou na aplicao de atividades ldicas que no

    perodo de duas semanas torna-se o intervalo de recreio de uma escola que, sequer havia

    espao para sala de aulas, um momento de muita diverso, interao e competio. A

    experincia concretizada resultou de fundamentao para se explicar que a teoria no

    difere da prtica como muitos explicitam, mas a complementa numa ao integradora.

    Notou-se na realizao do projeto, a satisfao dos professores interventores

    em contribuir na rotina da escola. No interesse das crianas em participarem da

    aprendizagem e questionarem continuamente se havia mais atividade nos dias seguintes.

    E ainda a admirao de professores e direo no entusiasmo dos alunos pelas atividades

    educativas.

    O resultado do projeto alm de proporcionar a aprendizagem ldica da Lngua

    Portuguesa, desmistificou a ideia de que os alunos no conseguem aprender os

    contedos bsicos da rea nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Pode-se ressaltar

    que quando raramente alguma criana na execuo do projeto no sabia responder

    atividade ldica, vrias possibilidades de intervenes eram proporcionadas pelos

    professores aplicadores do projeto.

    A experincia obtida com o trabalho realizado algo que os estudantes e

    professores de Pedagogia no conseguem dimensionar. Acrescenta-se que o

    aprendizado de todos os envolvidos no processo foi de grande relevncia quanto ao

    conhecimento adquirido e como suporte para o desenvolvimento de prticas

    pedaggicas significativas.

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    REFERNCIAS

    ANTUNES, Celso. O jogo e a educao infantil: falar e dizer, olhar e ver, estudar e

    ouvir, Petrpolis, RJ: Vozes, 2007

    BORBA, ngela Mexer F. et AL. O Brincar como modo de ser e estar no mundo.

    Monografia de ps-graduao. Rio de Janeiro: Universidade Federal Fluminense, 2006.

    BRASIL, Secretaria de Educao Fundamental. Parmetros Curriculares Nacionais.

    Braslia: DP & A, 2000.

    KISHIMOTO, Tyzuko Morchida (Org.); jogo, brinquedo, brincadeira e a educao,

    So Paulo: Cortez, 2008.

    SANTOS, Santa Marli Pires dos (Org.). Brinquedoteca: A criana, o adulto e o ldico.

    Petrpolis RJ: Vozes, 2008.