Intervencao de Terceiros Athos Gusmao Carneiro

  • View
    69

  • Download
    4

Embed Size (px)

Text of Intervencao de Terceiros Athos Gusmao Carneiro

INTERVENO DE TERCEIROS Athos Gusmo Carneiro OUTRAS OBRAS DO AUTOR - O Novo Cdigo de Processo Civil nos Tribunais do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Porto Alegre, Ed. Ajuris, 1976. 3 v. (esgotado) - Audincia de instruo e julgamento e audincias preliminares. Forense, 1979; 9. ed., 1999. - Jurisdio e competncia. Saraiva, 1982; 2. ed., 1983; 3. ed., 1989; 4. ed., 1991; 5. ed., 1993; 6. ed., 1994; 7. ed., 1996; 8. ed., 1997; 9. ed., 1999. - Do rito sumrio na reforma do CPC. Saraiva, 1996; 2. ed., 1997. - O novo agravo e outros estudos. Forense, 1996; 2. ed., 1997; 3. ed., 1997; 4. ed., 1998. - Temas atuais de direito e de processo. Braslia Jurdica, 1997. - Da antecipao de tutela no processo civil. Forense, 1998; 2. ed., 1999. - Estudos sobre processo civil, publicados na Revista Forense; Revista de Processo; Revista dos Tribunais; Revista Brasileira de Direito Processual; Revista Ajuris (da Associao dos Juzes do Rio Grande do Sul); Revista Jurdica; Revista Genesis; Revista Ensaios Jurdicos. - Colaborador da Enciclopdia Saraiva do Direito. - Colaborador do Digesto de Processo. Forense Revista Brasileira de Direito Processual. - Colaborador da Revista Brasileira de Direito Processual. - Do Conselho Editorial da Revista de Processo, da Revista Genesis, da Revista dos Tribunais - Cadernos de Direito Tributrio e Finanas Pblicas - e da Revista Ajuris. (p. II) ATHOS GUSMO CARNEIRO - Ministro aposentado do Superior Tribunal de Justia, ex-desembargador do Tribunal de Justia do Rio Grande do Sul; professor jubilado de Direito Processual Civil na Faculdade de Direito da UFRS; membro titular do Instituto Ibero-Americano de Direito Processual., do Instituto Brasileiro de Direito Processual, da Academia Brasileira de Letras Jurdicas; membro da Comisso de Reforma do CPC; advogado em Porto Alegre e Braslia. Interveno de Terceiros Anexo I - "Notas sobre a ao declaratria incidental" Anexo II - Acrdos do Superior Tribunal de Justia sobre interveno de terceiros 11 edio, revista e atualizada - 2000 - Editora Saraiva Ttulo - Interveno de terceiros s minhas filhas, Dris e Denise. Aos meus netos, Carolina, Loureno, Felipe e Gabriela. PREFCIO DA 11 EDIO A "Interveno de Terceiros" mantm-se um dos assuntos mais rduos do processo civil brasileiro, persistindo, como apontou renomado processualista, talvez com demasiada nfase, "total divergncia" entre os a utores na conceituao, na disciplina legal e na

classificao dos casos de interveno de um terceiro em processo pendente. Nenhuma pretenso, portanto, de havermos chegado a solues em vrios temas altamente controvertidos. Buscamos apenas apresentar, em carter pre dominantemente didtico, as diversas formas de interveno de terceiros previstas no vigente diploma processual civil, expondo, a respeito, nossos pontos de vista, os quais submetemos crtica e censura dos doutos. A partir da 7 edio foi o texto reformulado, inclusive com o sucessivo acrscimo de notas de rodap e de um Anexo II, este com arestos do Superior Tribunal de Justia fixando diretrizes em questes relevantes no que diz com a interveno de terceiros. Muito agradecemos o acolhimento que este ensaio tem recebido, em suas sucessivas edies. Porto Alegre, outubro de 1999 Athos Gusmo Carneiro (p. VII) (p. VIII, em branco) SUMRIO Prefcio da 11 edio - VII PARTE I - DAS PARTES Captulo I - Conceito de parte e noes gerais 1 - Conceito de parte - 3 2 - Do autor e do ru - 6 Captulo II - Princpios referentes s partes 3 - Princpio da dualidade de partes - 7 4 - Princpio da igualdade das partes - 8 5 - Princpio do contraditrio - 9 Captulo III - Da capacidade para ser parte 6 - Dos pressupostos processuais subjetivos - 11 7 - Das pessoas capazes para ser parte. Das pessoas "formais" - 11 7-A - Da capacidade para ser parte perante os Juizados Especiais - 14 Captulo IV - Da legitimao para o processo 8 - Conceito - 17 9 - Da capacidade processual plena - 17 9.1 - Da mulher casada - 17 9.2 - Das pessoas jurdicas - 19 9.3 - Das pessoas jurdicas estrangeiras - 19 9.4 - Das sociedades e entidades sem personalidade jurdica - 19 Captulo V - Da capacidade processual suprida 10 - Casos de incapacidade absoluta e relativa - 21 11 - Do suprimento da incapacidade - 23 12 - Do curador especial (CPC, art. 9) - 25 Captulo VI - Da legitimao para a causa 13 - Conceito de legitimao ad causam - 27 13.1 - Legitimao como "coincidncia em tese" - 27 (p. IX) 13.2 - Legitimao predeterminada - 28 13.3 - Legitimao como ponto de conexo entre o direito material e o direito processu al - 29 14 - Legitimao ad causam e ad processum - 30 Captulo VII - Da substituio processual 15 - Noes gerais - 33 16 - Casos de substituio processual - 34 17 - Da ao civil pblica - 36 18 - Substituio processual, representao e presentao - 38 Captulo VIII - Da parte vencedora 19 - Parte, parte legtima e parte vencedora - 39 Captulo IX - Da sucesso das partes 20 - Da sucesso (ou substituio) das partes no curso do processo - 41

21 - Da alienao do bem litigioso - 42 Captulo X - Da capacidade postulacional 22 - Da representao por advogado - 45 PARTE II - DA INTERVENO DE TERCEIROS Captulo XI - Conceito de terceiro 23 - Terceiro e sua interveno no processo pendente - 49 24 - Proibio da interveno de terceiro nas demandas sob rito comum sumrio e no process o perante os Juizados Especiais. Limitaes constantes do Cdigo do Consumidor - 51 24.1 - Da proibio nas demandas sob rito sumarssimo e sob rito sumrio - 51 24.2 - Das limitaes previstas no Cdigo de Defesa do Consumidor - 53 Captulo XII - Noes gerais sobre os casos de interveno 25 - Assistncia - 55 26 - Oposio - 56 27 - Nomeao autoria - 56 28 - Denunciao da lide - 57 29 - Chamamento ao processo - 58 Captulo XIII - Classificao das formas de interveno 30 - Interveno espontnea e interveno provocada - 59 31 - Interveno por "insero" e por ao - 60 32 - Posies processuais do terceiro - 61 (p. x) Captulo XIV - Oposio 33 - Noes gerais - 63 34 - Procedimento na ao de oposio - 64 35 - Casos de oposio como processo autnomo - 66 36 - Situaes particulares na oposio - 66 37 - Natureza da ao de oposio - 67 37-A - Casos em que no cabe oposio - 68 Captulo XV - Nomeao autoria 38 - Noes gerais - 69 39 - Rito e regra da dupla concordncia - 70 40 - Prazo para o nomeante contestar - 72 Captulo XVI - Denunciao da lide 41 - Noes gerais - 73 42 - Da relao de "prejudicialidade" - 75 43 - Da "obrigatoriedade" da denunciao - 76 44 - Denunciao da lide nos casos de evico - 77 44.1 - Conceito de evico - 77 44.2 - A evico nem sempre pressupe sentena - 78 44.3 - Evico do ru e evico do autor - 80 45 - Denunciao da lide pelo possuidor direto - 82 45.1 - Evico nos casos de transferncia da "posse" ou "uso" - 82 45.2 - Objetivos da denunciao a quem exera a posse direta da coisa demandada - 83 45.3 - Formao da coisa julgada contra o denunciante e tambm contra o denunciado - 8 4 46 - Denunciao da lide pelo titular de pretenso regressiva - 85 47 - Denunciao da lide pela pessoa jurdica de direito pblico - 87 47.1 - Cabimento da denunciao ao servidor responsvel pelo dano - 87 47.2 - Manifestaes da jurisprudncia - 89 47.3 - O problema do art. 197, 2, da Lei n. 1.711/52 - 90 47-A - Denunciao da lide ao Instituto de Resseguros do Brasil IRB - 90 48 - Da possibilidade de ao regressiva em processo autnomo - 92 49 - Procedimento na denunciao da lide pelo autor - 94 50 - Procedimento na denunciao da lide pelo ru - 95 51 - Rejeio liminar da denunciao. Impossibilidade da denunciao no processo de execuo o processo cautelar - 96 51.1 - A denunciao est sujeita ao liminar indeferimento - 96

51.2 - A denunciao instituto tpico do processo de conhecimento - 97 51-A - Denunciao da lide e prazo em dobro - 98 52 - Prazos para a citao do denunciado - 99 52.1 - Sano para a no-observncia dos prazos - 99 52.2 - Subsistncia da ao autnoma regressiva nos casos de demora sem culpa do denunciante - 99 (p. XI) 53 - Problemas das denunciaes "sucessivas" - 100 53.1 - Art. 73 do Cdigo de Processo Civil - 100 53.2 - Possibilidade do chamamento "coletivo" - 101 53.3 - Possibilidade de o juiz indeferir sucessivas denunciaes da lide - 102 54 - Casos de "nomeaes" ou de "denunciaes" ineptas ou descabidas - 103 54.1 - Do indeferimento, em princpio, de tais intervenes anmalas - 103 54.2 - Da considerao jurisprudencial a situaes "peculiares" - 104 55 - Conduta do denunciado, na denunciao pelo ru - 105 56 - Procedimento no caso de "aceitao" da denncia. Possibilidade de execuo "direta" d o autor contra o denunciado - 105 56.1 - O denunciado como "litisconsorte" do denunciante, sujeito coisa julgada da ao principal - 105 56.2 - Ainda a coisa julgada em face do denunciado - 106 56.3 - Da execuo direta contra o denunciado, com "flexibilizao" do sistema - 106 56.4 - Da execuo "imediata" contra o denunciado - 108 57 - Procedimento no caso do art. 75, II, do Cdigo de Processo Civil - 108 58 - Procedimento nos casos de confisso, ou de reconhecimento do pedido pelo denunciado - 109 58-A - Procedimento nos casos de reconhecimento do pedido, ou transao na ao principa l - 109 59 - Eficcia da sentena nos casos de denunciao da lide - 110 60 - Em tema de recursos na denunciao da lide - 111 61 - Honorrios de advogado e despesas na denunciao da lide - 113 Captulo XVII - Chamamento ao processo 62 - Noes gerais - 117 62.1 - Distino entre chamamento e denunciao - 117 62.2 - Pressupostos para o exerccio do chamamento - 117 62.3 - Vantagens processuais do chamamento - 119 62.4 - O chamamento como ampliao subjetiva do plo passivo da relao processual - 119 63 - Casos de chamamento ao processo - 120 63.1 - Chamamento do devedor "principal" - 120 63.2 - Chamamento do co-fiador - 121 63.3 - Chamamento do devedor solidrio - 121 63.4 - Obrigao solidria no contratual - 122 63.5 - Chamamento ao processo no Cdigo de Defesa do Consumidor - 123 63-A - Execuo e cautelar. Chamamento ao processo. Impossibilidade - 123 64 - Procedimento no chamamento ao processo - 124 65 - Eficcia da sentena nos casos de chamamento ao processo - 125 (p. XII) Captulo XV