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JM out/nov 2012

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Nesta edição você fica sabendo mais sobre a formação cidadã oferecida pela Metodista, a celebração dos 40 anos da Faculdade de Comunicação, as conquistas de nossos times de handebol, a parceria da Universidade com a Cornerstone Academic College e a Global Mission Intercâmbios, o Festival Internacional de Vídeo Universitário U.FRAME, que acontece no Brasil pela primeira vez e terá uma pequena prévia do que encontrará no Congresso Metodista.

Text of JM out/nov 2012

  • Ncleo de Formao CidadALUNOS CONSCIENTES E VALORIZADOS PELO MERCADO DE TRABALHO

    Pginas 6 e 7

    Informativo da Universidade Metodista de So Paulo > Ano 21 > n 117 > Out/Nov 2012

    acontece na MetFaculdade de Comunicaoda Metodista celebra 40 anos | Pg. 8

    MercadoProgramas de Trainee: versatilidadeajuda a atingir cargos gerenciais | Pg. 14

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV22

    editorial

    O que voc estava buscando quandoin gressou na Universidade Metodistade So Paulo? Que tipo de formaovo c imaginava obter? Como vocpre tende sair depois de dois ou quatroanos de estudo? Se seu nico objeti voera conquistar uma formao profis-sio nal e se inserir no mercado de tra-ba lho, timo. Mas na Me todista vocen contrar mais do que isso. Muito mais do que excelncia na

    for mao profissional, a Metodistaofe rece algo que dificilmente se en-con tra em outras instituies: umafor mao cidad. Um dos modos quea Universidade utiliza para transmiti-la so as temticas que abordam cultu -ra, sociedade, tica, cidadania, sus ten -ta bilidade, entre outros. Elas oferecem uma nova vi so aos

    alunos, que ganham uma pos tura cr -ti ca e consciente em rela o socie -da de e ao mundo em que vi vem. Nama tria de capa desta edio do Jornalda Metodista voc conhece um poucomais sobre o trabalho do N cleo deFor mao Cidad, que onde se con-cen tram boa parte dessas temticas. Esta edio tambm traz uma ma t -

    ria sobre os 40 anos da Faculdade deCo municao, as conquistas de nossosti mes de handebol, a parceria da Me -to dista com a Cornerstone Acade micCol lege e a Global Mission Inter cm -bios, que possibilita cursos de inglspa ra alunos, professores e funcio n -rios. Ficar sabendo tambm do Fes -tival Internacional de V deo Univer -sitrio U.FRAME, que a Me todista re- cebe e que acontece no Brasil pe la pri -

    meira vez e ter uma pequena pr viado que encontrar no Congres so Me - todista. Tambm conhece os servios ofere-

    ci dos por nosso Hospital Veterinrio,que presta um bem comunidadealm de servir formao dos alunos,fi ca sabendo como funcionam os pro-gra mas de trainee e como foi a 3 Se-ma na de Educao em Direitos Huma -nos, realizada na Metodista, que trou -xe temas infelizmente ainda atuais ede suma importncia, como tortura ea Comisso da Verdade.

    Boa leitura!

    Prof. dr. Marcio de MoraesReitor

    expediente MetConselho DiretorStanley da Silva Moraes (presi-dente), Nelson Custdio Fr(vice-presidente), Osvaldo Eliasde Almeida (secretrio). Vogais:Paulo Roberto Lima Bruhn, Au-gusto Campos de Rezende,Aureo Lidio Moreira Ribeiro,Ktia Santos, Marcos Sptizer,Ademir Aires Clavel, OscarFrancisco Alves. Suplentes: Re-gina Magna Araujo e ValdecirBarreros.

    ReitorMarcio de Moraes

    Pr-Reitora de GraduaoVera Lcia G. Stivaletti

    Pr-Reitor de Ps-Graduaoe PesquisaFbio Botelho Josgrilberg

    Diretores AcadmicosCarlos Eduardo Santi (Facul da - de de Exatas e Tecnologia); JungMo Sung (Fa culdade de Hu ma-nidades e Di reito); Fulvio Cris-tofoli (Fa cul dade de Ges to eServios); Luiz Silvrio Silva(Faculdade de Adminis trao eEconomia); Paulo Rogrio Tar-sitano (Fa culdade de Comuni-cao); Ro grio Gen til Bellot(Faculda de de Sa de) e PauloRober to Gar cia (Faculdade deTeo logia)

    Diretor de Comunicaoe MarketingPaulo Roberto Salles Garcia

    Gerente de ComunicaoVictor Kazuo Teramoto

    Edio e revisoIsrael Bumajny (MTb 60.545)e Gabriela Rodrigues (MTb39.324)

    RedaoGabriela Ro dri gues e PaulaLima

    Foto de CapaMnica Rodrigues

    Projeto e diagramaoTimbre Consultoria em Marcase Design

    Tiragem: 20.000 exemplares

    RedaoRua do Sacramento, 230 Ed. RRudge Ramos So Bernardo doCampo, SP Cep 09640-000Tel.: (11) 4366-5599E-mail: [email protected]: www.metodista.brA Universidade Metodista de SoPaulo filiada :

    FIQUE LIGADO NA EDIO ONLINE DO JORNAL DA METODISTA: WWW.METODISTA.BR

    20/10 Palestras da Psicologia da Sade:Dependncia de Drogas

    Mais informaes: www.metodista.br/pospsico

    Cursos de Curta Durao22 a 26/10 13h s 16h: Bsico de Risoto e Massas

    20/10 9h s 13h: Gesto de Problemas de Campo e daQualidade percebida pelo cliente

    27/10 8h s 17h: Persuaso: vena o desafiode influenciar as pessoas

    Confira a lista completa no site: www.metodista.br/curta-duracao

    23, 24 e 27/10 Congresso CientficoConfira a matria na pgina 12

    25 a 27/10 U. Frame - Festival Internacionalde Vdeo Universitrio

    Local: Campus Rudge RamosCom exibio dos vdeos finalistas, palestras eworkshops. Mais informaes: www.uframe.org.

    07/11 II Simpsio de Pesquisa do Grande ABCLocal: Centro de Formao de Profissionais da Educao(Cenforpe) - Av. D. Jaime de Barros Cmara, 201,Planalto, S. Bernardo do Campo SP. Mais informaes:www.metodista.br/spgabc

    Ciclo de atividades de formao profissional at 10/11 Professores, gestores e executivos passamprticas bem sucedidas do mercado de trabalhoMais informaes: www.metodista.br/cenpro

    12 a 14/11 5 Open Innovation SeminarInovao aberta tratada em palestras e workshops colaborativos com profissisonais de diversas reas Informaes e inscries:www.openinnovationseminar.com.br

    Mestrado e Doutorado Inscries abertasMais informaes: www.metodista.br/stricto

    Campus Rudge Ramos: Rua Alfeu Tavares, 149So Bernardo do Campo, SP

    Campus Vergueiro: Av. Senador Vergueiro, 1301,So Bernardo do Campo, SP

    Campus Planalto: Av. Dom Jaime de Barros Cmara,1100, Planalto, So Bernardo do Campo, SP

    agenda Met

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV 3333

    esportes Met

    Handebol da Metodista conquista ttulos no Super Paulisto[ DEDICAO NOS TREINOS E DEFESAS BEM ESTRUTURADAS GARANTIRAM VITRIAS PARA OS TIMES MASCULINO E FEMININO

    Invicto, bicampeo consecutivo doSu per Paulisto e pela dcima vez cam -pe o estadual. O time masculino dehan debol Metodista/So Ber nar do/ Bes -ni tem motivos de sobra pra co me -morar. Aps participar do Super Globe, o

    Mun dial de Clubes da categoria, emDo ha, no Catar, e voltar como 6melhor time do mundo, a equipe fezuma campanha excelente e conquis-tou o decacampeonato estadual. O tcnico Jos Ronaldo relata al-

    guns dos motivos dessa campanha vi-to riosa. Acho que fruto de muitotra balho, de cumprir aquilo que foipla nejado, temos que agradecer todosda nossa equipe por isso. A Metodistae a Prefeitura de So Bernardo por to -do o apoio que nos do para desenvol -ver um grande trabalho.A vontade de vencer e uma defesa

    im pecvel fizeram a diferena para a vi -t ria. A final aconteceu em So Caeta -

    no do Sul, onde o time do ABC ven ceuo EC Pinheiros, forte adversrio, por 32a 23 (15 a 10 no primeiro tem po). uma emoo muito grande. Fize-

    mos muita coisa neste ano, treinamosmui to, fomos para o Mundial, conse -gui mos recuperar todo mundo nessavol ta e chegar nesse Final Four commui ta vontade de vencer. Parabns ato dos da Metodista por essa conquis -ta, comemorou o central GustavoNa kamura, eleito o melhor jogadorda final.

    Equipe FemininaO time feminino de handebol da

    Me todista/So Bernardo tambm es tem festa. Pelo stimo ano con se cu tivo,a equipe campe do Su per Pau listo.Classificada em pri mei ro lugar entre osquatro times fina lis tas, enfrentou nadisputa final o San to Andr, em Jacaree venceu o due lo por 23 a 19 (11 a 9no primeiro tem po).

    O tcnico Eduardo Carlone res sal -tou a importncia de a equipe sempredar o mximo em quadra, nos jogos enos treinos. A cada ano que passa,con tinuamos trabalhando ainda maisfor te, com a parte de musculao equa dra muito bem feita. muito tra-ba lho e esse o resumo deste grupoto vencedor, finalizou o treinador,que tambm comemorou o seu stimottulo frente do time. Como motivos da vitria, o time

    des taca a forte defesa e os contra-ata -ques, refletidos pelo bom condiciona-men to fsico das atletas. A armadora Tayra, um dos des ta -

    ques da competio, no escondeu afe licidade logo aps vencer. sempreum gostinho especial, principalmentepor ser o stimo e ainda mais comoterminou, sendo a melhor do cam pe-o nato, comemorou.

    Paula Lima

    Tabela (Prximos Jogos)Handebol Liga Nacional(jogos no Baeto)27/10 (Sb. / 16h) MasculinoMetodista/SBC/Besni x Fora Jovem03/11 (Sb. / 16h) Feminino Metodista/So Bernardo x ItapeviBasquete Masculino (CampeonatoPaulista)19/10 (Sex. / 20h) Metodista/SoBernardo x Jacare

    fotos: SMPress

    > Time feminino venceu o Super Paulisto pela stima vez consecutiva > Equipe masculina comemora o seu 10 ttulo estadual

    Esporte Met nas redes sociaisFique por dentro das novidades dasequipes de handebol e de basquetepelo twitter @EsporteMeto e peloFacebook, na pgina UniversidadeMetodista de So Paulo Oficial.

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV44

    talento Met o que o professor faz fora da sala de aula

    sempre Met reconhecendo o talento de egressos

    A paixo pela rea de sade e a pos-si bilidade de seguir uma carreiraabran gen te, podendo atuar em camposque vo desde a medicina diagns t icaat a pro duo de conhecimen to pormeio da pesquisa e desenvol vimento,fi zeram com que Ana Pau la Urlass es-co lhesse o cur so de Bio medicina. Co -mo biomdi cos, te mos uma formaobem flexvel e di n mica, ideal paraquem gosta de estar sempre em conta -to com as novida des da tecnologia e dacin cia bsica e apli cada. Sua primeira experincia profissio -

    nal foi por meio de um estgio na pr -pria Uni versidade, no antigo Labmespe atual Ncleo de Anlises Clnicas.Ana Pau la conta que a oportunidade

    en rique ceu grandemente meu curr -cu lo e ex pandiu a minha vivncia den-tro da car reira.No terceiro ano, suas atenes se

    vol ta ram para a rea de pesquisa aoop tar pe la Iniciao Cientfica. Napo ca, o te ma de seu estudo estavare lacionado on cologia experimen-tal, o que tem guia do seus prximospas sos. Tenho planos de intensificarmi nha formao com mestrado, dou -to rado e ps-doutorado, dentro da on-co logia molecular, que um dos as-sun tos mais pertinentes atualmente.Ana Paula afirma que pensa ain da emter uma experincia internacio nal een riquecer ao mximo minhas pos si-bi lidades dentro do mercado de tra ba -

    lho, ampliando horizontes.Ainda durante os estudos, Ana Pau -

    la par ticipou do Programa de A pri -mo ramen to em Patologia Clnica doHos pital das Clnicas, em So Pau lo,alm de ter ou tras oportunidades dees tgio. Uma de las permitiu a sua efe-ti vao e hoje ela atua no Fleury Me -di cina e Sade. Pos so dizer que a Me -to dista me ofereceu to da estrutura eba se para que eu pudesse tri lhar mi -nha carreira. Tive timos profes sores,mui to incentivo, laboratrios equi pa-dos e uma formao humaniza da. Estaso matria faz a diferena no mer cadode trabalho.

    Gabriela Rodrigues

    Horizontes continuam sendo ampliados[ APS CONCLUIR O CURSO DE BIOMEDICINA, ANA PAULA URLASS PRETENDE INTENSIFICAR A SUA FORMAOE A PESQUISA NA REA DE ONCOLOGIA EXPERIMENTAL

    Soul Surfer. assim que MarceloRo que da Silva, professor da Fa -culda de de Admi-nistrao eEconomia da Uni versidade

    Me todista de So Paulo de no -mi na o estilo de surf pratica -

    do por ele. Eu sempread mirei o esporte pe laaven tura, por no exigirnecessa riamente com- petio, que o ca sodos soul surfers, ousurfistas de alma, quesurfam s pelo pra zer,pela cultura ou mes -mo pelo simples con-

    tato com a natureza, j que nada secompara a estar no mar, entre ou almdas ondas, e poder vivenciar aquelemomento nico que os banhistas co-muns no costumam usufruir.Marcelo conta que comeou a se in-

    teressar pelo surf h pouco tempo, en-quanto passeava por So Paulo e re-solveu entrar em uma loja de artigosde surf e skate. Passando um tempodentro da loja notei que as pessoas, osvendedores, todos, enfim, tinham umaatitude um pouco diferente, mais re-laxada e mais amigvel, diferente daque encontramos no dia a dia. E saiude l com sua primeira prancha. Com apenas cinco aulas em Santos, na

    escola do Picuruta Salazar um gran desurfista brasileiro Marcelo apren deu osprincpios bsicos do espor te. A partir

    da, comeou a praticar re gularmente oesporte no estilo longboard, prancha queoferece facilidades nos quesitos remadae descida de ondas. O interessante que, ao contrrio do que costuma ocor-rer com os iniciantes no surf, eu com-prei mi nha prancha e to do o materialne ces s rio, como leash (corda que unea prancha ao surfista), rou pas, para-fina, antes mesmo de ter au las. Eu squeria garantir que um dia iria con-seguir surfar de qual quer ma nei ra.Entre os momentos marcantes, des -

    ta ca a primeira vez que conseguiu fi -car em p na prancha e pensou: Hojeeu me torno surfista de verdade!.O professor desce a serra quase todos

    os fins de semana rumo a Praia Gran de,mas tambm gosta de praticar o esportenas praias do Guaruj. Mar ce lo garante

    que o surf ajuda muito na ro tina diria. uma espcie de vl vu la de escape dostress, do cansao e da ro tina. Isso semfalar que o condicio na mento fsicomelhora significativamen te, mas euacho que o emocional e o psicolgicoso os fatores mais impor tantes.Marcelo enfatiza que uma das gran -

    des descobertas foi perceber que noexis te idade para comear a praticarum esporte, principalmente os mar-ti mos. O que falta para muitas pes soas

    geralmente apenas um pou co de in-formao correta e uma dose de dis-posio para a aventura, mas a mu- dana na nossa rotina e at em nossasvidas sem dvida valem muitas ve zeso esforo.

    Paula Lima

    Acervo Pessoal

    Marcelo Roque da Silva: surfista de almaPROFESSOR DA FACULDADE DE ADMINISTRAO E ECONOMIA AFIRMA QUE NO EXISTE IDADE PARA COMEAR A SURFAR

    arquivo pessoal

    > Professor garante que o

    esporte auxilia na rotina diria

    e evita cansao e stress

    > Nos planos de Ana Paula esto o mestrado,

    doutorado e ps-doutorado

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV 55

    espao Pastoral

    Aprendendo a pedirQUE AS PALAVRAS DOS MEUS LBIOS E O MEDITAR DO MEUCORAO SEJAM AGRADVEIS NA TUA PRESENA, SENHOR,ROCHA MINHA E REDENTOR MEU! SALMO 19.14.

    Muitas pessoas tm dificuldade depedir algo para Deus. s vezes asmar cas profundas da infncia ou ado-les cn cia, no deixam que elas pe -am: Me abenoe, Deus, pois eramre pre en didas quando pediam algo eou viam seus pais dizerem: no peais so, no fa a aquilo, pois Deus vai tecas tigar, Deus no gosta! Deus bome o seu de sejo abenoar os seusfi lhos e filhas!Convido voc a apropriar-se das pa -

    la vras que se encontram no livrobblico de Mateus 7.7-8 Pois todo oque pede re cebe; o que busca encon-tra e a quem bate, abrir-se-lhe-. Apalavra aben oar no sentido bblicosignifica conce der favor sobrenatural.Quando pe di mos que Deus meabenoe, estou cla mando que sua

    bondade e favor sejam derramados so-bre mim. Eu no sei qual o seu pedidoneste momento, ao ler este artigo. Nosei se voc est com medo de algo ouse tem que enfren tar situaes deses-peradoras e este ja se achando sem ha-bilidades ou ta lento suficiente. Deus oconvida a avan ar de onde est e con-fiar que Sua mo estar presente emtodos os momentos que voc precisar.No preciso mudar seu nome, seu

    passado, sua religio. Tudo o que tema fazer pedir: Deus, por favor, aben -oa-me, abenoa-me muito! Amm!

    Com o meu carinho e oraes,

    Prof Ms. Rosane OliveiraAgente da Pastoral

    Universitria e Escolar

    yelo34

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV66

    Formar profissionais de excelnciaque tambm estejam preparados parali dar com as diversidades presentesno cotidiano. Um desafio que buscaser solucionado pelo Ncleo de For-ma o Cidad da Metodista - NFC,cria do em 1999 como um espao vol -ta do para a reflexo e prtica da ci da -da nia e a confessionalidade. O NFC composto por uma equipe

    de professores qualificados em dife- rentes reas, e tambm por profissio -nais formados pela Universidade, res -pon sveis por processos administrati -vos e acadmicos. A histria do ncleo contada no livro Corpo em tica, deDa nilo Di Manno de Almeida.Entre os princpios do Ncleo en-

    con tram-se trs aspectos fundamen-tais: criticidade do conhecimento;pers pectiva tica do tratamento deques tes pertinentes cidadania, nosn veis terico e prtico; e a conexoen tre os saberes distintos e a prtica. Oprin cipal objetivo vai ao encontro doslogan da Universidade Mais queum di plo ma, a sua formao, poisfaz com que o estudante tenha umapercep o crtica da sociedade e estejahabilitado a identificar possibilidadesdiversas de atuao social, o que resul -

    ta em um profissional de qualidade, ca- paz de propor solues originais, al govalo ri za do pelo mercado de traba lho.Projetos sociais, de extenso, cultu -

    rais e artsticos so parte das ativida desdo Ncleo, que tambm coordena umconjunto de disciplinas temticas, aseletivas de formao cidad, alm dadisciplina de filosofia para todos oscur sos. A preocupao sempre con-tri buir para a reflexo crtica do co nhe - cimento, da tica e da cidadania. En treos projetos encontram-se os Encon -tros de Movimentos Populares e Ci - dadania, fei tos para dialogar com os es-tudantes e construir uma cons cin ciade que a cidadania formada co letiva-mente e a im portncia de ser umagente participan te nesse pro ces so.Na rea cultural e artstica, desta-

    cam-se os projetos de extenso, comoo grupo Capoeirando na Met, quebus ca se apropriar da cultura da ca -poei ra e ressignific-la como um meiode ao transformadora, atuando napro moo da incluso social, da edu-ca o, da cultura e da cidadania; e oGru po Sentir, que tem como objetivouti lizar a dana como elemento signi-fi cativo na autodescoberta de cadapar ticipante, propondo a construo

    Ncleo de Formao Cidad:TO IMPORTANTE QUANTO BONS PROFISSIONAIS, BONS CIDADOS[ PROPOSTA DO NCLEO BUSCA FORMAR PROFISSIONAIS QUE FAAM A DIFERENA POR MEIO DA PRTICA E REFLEXO DA CIDADANIA

    > Espetculo Pesadas

    Gotas, em comemorao

    aos 10 anos do Ncleo

    Mn

    ica Rod

    rigues

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV 77

    de uma nova percepo de si mesmo.O grupo composto por 25 partici-pan tes, entre deficientes sensoriais,mo tores, intelectuais, familiares, alu -nos dos cursos de Educao Fsica,Fi sio terapia e Pedagogia.O coordenador do NFC, professor

    Os waldo de Oliveira Santos Junior,co menta a importncia desse projetopa ra a Universidade e para os alunos.A cidadania desenvolvida na pr ti -ca, no est pronta, est sempre emcons truo. A sociedade evolui, trazno vos desafios e demandas. um di -fe rencial que a Universidade tenha es -sa proposta cidad, para criar soluespa ra problemas tericos e prticos.Essa formao diferenciada reflete

    na avaliao do mercado. Se hoje aMe todista uma grande referncia emedu cao superior na regio do Gran -de ABC, isso se deve ao carter tico e

    ci dado da prpria Universida de, quetam bm se preocupa com a co muni -dade do entorno, comenta Os waldo. Alm disso, crescente a busca por

    profissionais comprometidos com o de-senvolvimento social dentro das em- presas. O professor do curso de Ges toem Recursos Humanos da Me to dista,Marco Aurlio Bernardes, frisa quenenhum profissional somente tc- nico, as habilidades que constroem ocarter tico e moral precisam ser de- senvolvidas. Para o professor, quandopen samos em mercado de trabalho, de- vemos ressaltar a importncia de sa berconviver. Trabalhar em equipe e es-tender o olhar para novas percep esfaz voc ser visto como algum quetraz contribuies. A qualificao so cialamplia a formao do profissio nal e oNFC contribui com isso, comple ta.

    Disciplinas EletivasUm dos destaques da a tua o do N-

    cleo so as disciplinas eleti vas de forma -o cidad. Alunos de to dos os cursosda Metodista tm a oportunidade de vi -ven ciar, durante dois semestres, aulasdi nmicas, que fo gem um pouco do ha-bi tual e propor cionam experincias ci -da ds. Segun do Oswaldo, ao parti-ci -par, o alu no se des ta ca por refletir, porno ter uma forma o simplesmentetc nica, en to traz uma contribuiomais profun da pa ra a sociedade.So os estudantes que esco lhem, en-

    tre temas determinados, de qual disci -pli na desejam participar. Os te mas sopro postos pelos pro fessores e, se coin -ci direm com a pro posta pedaggica doNcleo, so abertos para votao.Ca d a aluno escolhe trs temas. Os maisvotados so ofe re cidos no decorrer dosemes tre.

    O perodo para eleio das discipli -nas que sero ofe re cidas no primeirosemes tre de 2013 vai de 16 a 27 deoutubro. A vo tao de ve ser feita peloPortal do Aluno (www.metodista.br).Confira alguns temas: tica e Cidadania; Sustentabilidade e justia para o Sul; Por uma sociedade inclusiva: LI-

    BRAS; Capoeira: corpo, expresso e liber-

    dade; Msica e incluso social: os tons e

    sons da vida; Direitos humanos e cidadania; Memria e cultura afro-brasileira e

    in dgena na construo da cidadania; Dana criativa: da prosa ao verso;

    Mais informaes: (11) 4366-5968 /5216 ou [email protected]

    Paula Lima

    Mn

    ica Rod

    rigues

    Mn

    ica Rod

    rigues

    > Gruoo Sentir, que utiliza a dana para a autodescoberta dos participantes > Encontro de Movimentos Populares, que aproxima os estudantes da prtica cidad

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV8888

    Lembro que o primeiro prmio quea Comunicao da Metodista ganhoufoi o do Concurso Universitrio deCam panhas Publicitrias, promovidope la APP [Associao dos Profissio -nais da Propaganda], cuja campanhaera Ajude a sua cidade a respirarme lhor. Ns nos inscrevemos e fize-mos o tra balho em 14 dias porque fi-camos sa bendo muito tarde. E foi umtraba lho que a classe inteira ajudou afazer, no foi uma equipe. Era umaequipe que liderava, mas a classe in-teira de algu ma maneira colaborou. Quem conta essa histria o atual

    di r etor da Faculdade de Comunicao(FAC), professor Paulo Rogrio Tarsi-ta no, formado em 1977 em uma daspri meiras turmas do curso de Publici-da de e Propaganda. Ele lembra que os

    pro fissionais que compunham a bancapa ra avaliar os trabalhos cha ma vam aMe todista de Escola Me to dis ta de Rud -ge Ramos. No sabiam nem o nome.Se gundo o docente, algum tempo de-pois, ela comeou a apa recer comouma das boas escolas pelo ranking daPlay boy [Ranking Play boy das me lho -res faculdades do Bra sil]. Depois, pas-sou a ser referncia nacional no ensinoda Comunica o pelo Guia do Estu-dante at culmi nar em 2009, quandofoi considerada a melhor escola de Co-mu nicao Priva da do Pas, fato que serepetiu em 2010 e 2011.Outro destaque feito por Paulo Tar-

    si tano e que considera no ter preo encontrar os alunos ocupando osprin cipais cargos das principais em-pre sas de comunicao do Pas. Isso pr mio. E esse prmio to ou maisim portante quanto os que ganhamosao longo da nossa histria. Destes 40 anos da FAC, o docente

    acompanhou a maior parte deles, sejaco mo aluno ou como professor. A

    Me todista era muito diferente do que hoje, fisicamente falando. S tinha oAl fa e o Delta estava em construo.Mas ela sempre foi Metodista, semprefoi diferente por suas preocupaes,se us valores, e isso no mudou.

    Vnculos e amizadesque permanecemPara Paulo Tarsitano, a melhor fase

    da vida da gente na faculdade. Voctem 17, 18, 19 anos, comea a ver a vi -da de uma forma diferente e acontecemmuitas coisas boas. tambm quandovoc conhece seus melhores amigos. E Jamille Marinho Palacce est a

    pa ra comprovar isso. Formada em1995 na segunda turma de Rdio e TV,foi no primeiro dia de aula que co nhe -ceu Vanessa Costa Paes. Tnhamos17 anos e muita vontade de aprender ede ser feliz. Hoje, aos 38 anos, conti -nua mos juntas. Alm de testemu nha -rem diversas histrias pessoais, profis-sio nalmente permaneceram prximas.Ti vemos uma longa trajetria em tele-

    vi so, viramos professoras de comuni-ca o e hoje trabalhamos na Rede Re -cord, cada uma num projeto, mas se -gui mos com a mesma vontade deapren der e ser feliz. Jamille Palacce tambm escritora

    e, em meio aos diversos compromis-sos, diz estudar uma forma de voltarao mundo acadmico, fazendo dou to -ra d o na instituio que faz parte dami nha histria e que contribuiu nafor mao da pessoa que sou hoje.

    Gabriela Rodrigues

    acontece na Met

    Faculdade de Comunicao da Metodista celebra 40 anos[ AO LONGO DESSE TEMPO, ALUNOS E PROFESSORES TM ESCRITO UMA HISTRIA QUE INCLUI EMPENHO, RECONHECIMENTO E AMIZADES DURADOURAS

    acervo pessoal

    Voc pode conferirem seu celular ouno Portal da

    Metodista: www.metodista.brfotos que marcaram esses 40 anosda Faculdade de Comunicao.

    > Vanessa Paes ( esq.) e Jamile Palacce ( dir.) com apenas 17 anos na poca da faculdade > Amizade que comeou no primeiro dia de aula permanece at hoje

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV 99

    Aperfeioamento em uma lngua es-tran geira e conhecimento de uma no -va cul tura. Estas so algumas daso por tuni dades que a Metodista, empar ce ria com a Global Mission Inter-cm bi os e a Cor nerstone Academic Col- lege ofe recem aos seus alunos, profes -sores e funcio nrios no Curso de F -rias no Ca na d.Desenvolvido pela Metodista em

    2010, o programa inclui quatro se ma --nas de aulas de ingls intensivo (28hse manais) com material didticocom ple to e acomodao inclusa.Alm dis so, os estudantes participamde ativida des culturais como viagema Nia ga ra Falls, visita a CN Tower e apre fei tu ra de Toronto. Em 2013, opro grama ocor re de 12 de janeiro a 8de fe ve rei ro.Vanessa Martins, assessora de Rela -

    es Internacionais da Metodista, des -ta ca alguns benefcios do programa.A Cornerstone oferece a infraestrutu -ra e toda a preparao do curso, quetem especialidades desenvolvidas ape-nas para o grupo da Metodista. Almdo custo diferenciado, temos o acom-

    pa nhamento e suporte dos participan -tes em cada fase do programa.Danielle Rodrigues Pereira, analista

    de tesouraria da Metodista, participoudo programa em julho e acredita queo curso contribuir muito com sua vi -da pessoal e profissional. As aulas in-ten sivas so um diferencial para quemrealmente quer aprender, temos aulade fluncia, foco em conversao, g -rias e tambm improvisao teatral.To d os os professores so muito com-pe tentes e sabem entender os alunos,con tou Danielle. Os interessados devero participar

    de uma reunio informativa, quandose r realizada uma pr-seleo daque-les aptos a participar. As reuniesocor rem no dia 25 de outubro 11hs 12h e das 18h s 19h Sala Epsilon211 Campus Rudge Ramos ou pormeio de agendamento prvio. No dia da reunio necessrio levar

    uma carta de motivaes explicandopor quais razes deseja participar docurso. Informaes: [email protected]

    Paula Lima

    internacional Met

    Curso de frias no Canad engloba lngua e cultura[ PROGRAMA INCLUI AULAS DE INGLS INTENSIVO E OCORRE EM JANEIRO DE 2013

    A Cornerstone Academic CollegeLocalizada no corao de Toronto, prxi ma a centros comer cia is,gastronmicos, de turismo e lazer, uma escola especia li za da noensino de Ingls como segunda lngua, de alto padro aca -dmico. Os alunos aprendem o idioma para a vi da diria e tam- bm para o ambiente de tra balho, mesmo que estejam no n velini ciante. Confira um vdeo da Cornerstone Academic Colle ge emais informaes no site: www.cacenglish.com

    Alunos da Metodista recebem certificados do curso na Universidade de Cornerstone

  • Culturadrops deLivro Filme Teatro

    A visita cruel do tempoDa So Francisco dos anos 1970 NovaYork de um futuro prximo, Jennifer Egante ce uma narrativa caleidoscpica, queal terna vozes e perspectivas, cenrios eper sonagens para contar como os so nhosse constroem e se desfazem ao longo davida. Obra vencedora do Pulitzer, do Na-tional Book Critics Circle Award e do LATimes Book Prize no ano de 2011, A visitacruel do tempo composto por 13 his -trias curtas sobre relaes familia res,indstria fonogrfica, jornalismo de ce -lebridades, efeitos da tecnologia, viagense a busca por identidade versus o es face-lamento de ideais -, interligadas pe lasmemrias de um grupo de persona gensem diferentes pontos de suas vi das.

    Autora: Jennifer Egan Editora/ Ano: IntrsecaPginas: 336Preo: R$ 29,90

    Quer ver sua dica publicada no drops de Cultura? Ento envie um e-mail para [email protected] sugerindo um filme e fique de olho no Jornal da Metodista!

    Soul SurferO filme conta a histria real da jovem Be -tha ny Hamilton (o filme baseado no livrode la). Aos 13 anos, em 2003, enquantopra ticava surf na praia de Tunnels Beach,a havaiana foi atacada por um tubaroque lhe devo rou o brao esquerdo. Depoisde esca par da morte, Bethany precisourea pren der a lidar com situaes simplesdo dia a dia. Membro de uma comuni da -de crist, a moa enfren tou questiona-men tos que no che garam a lhe tirar a f,mas a aba la ram sensivelmente.Com a ajuda de Deus e da famlia (es-pe cialmente do pai), a jovem superou otrau ma e se tornou surfista de destaquee um exemplo de vida e de f para muitagen te. Anna Sophia Robb , Dennis Quaid,He len Hunt e Carrie Underwood fazemparte do bom elenco do filme que temmui ta lio de vida a ensinar.

    Direo: Sean McNamara Ano: 2011Trailer: http://bit.ly/PrQb69

    Divulgao

    Divulgao

    Bom Retiro, 958 metrosO espetculo do Teatro da Vertigem mergulha de corpo e alma na histria do BomRe tiro, bairro da capital paulistana, e nas mudanas pelas quais ele atravessounas ltimas dcadas. Oficinas clandestinas de tecelagem, moradores de rua e per-so nagens urbanos se misturam em uma caminhada cnica que percorre galerias delo jas, ruas do bairro e um teatro abandonado. um retrato cru e visceral de umaSo Paulo que normalmente no vista.

    Diretor: Antonio ArajoClassificao/Duro: 16 anos/110 minPerodo: em cartaz at dezembro Horrio: de 5 a sbado, s 21h; domingo, s 19h(a produo recomenda a chegada at 15 minutos antes). R$ 30 (ingressos no sitewww.t4f.com.br, pelo telefone 4003-5588 ou nas lojas Fnac; no so vendidos nolocal)

    Divulgao

    1100 jornal ddaaMetodista OUT.NOV

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV 1111

    acontece na Met

    Exibio de filmes, oficinas, mos -tras e palestras. Essas so algumasdas opes de entretenimento eapren dizado que o U.FRAME- Festi-val Internacional de Vdeo Universi -t rio proporcionar aos seus visitan -tes. O festival tem como objetivoreunir, premiar e tornar pblico ome lhor do audiovisual produzido nasuni versidades ao redor do mundo.

    O festival foi criado em 2008, pormeio de uma iniciativa da Universi-da de do Porto, de Portugal, com aUni versidade da Corua, da Espa -nha. Em 2009, a competio ganhoua participao da University of Texas

    at Austin e, no ano passado, passoua contar com a Universidade Me to -dis ta de So Paulo como associada ere presentante para a Amrica Latina.

    Pela primeira vez no Brasil, oU.FRAME contou com um nmerore corde de inscries. Foram 126 v -deos, divididos nas categorias: ani-ma o, documentrio, dispositivosm veis, experimental e fico, sendoa ltima com 69 vdeos inscritos.

    Entre os pases participantes es-to: Brasil, Portugal, Espanha, Esta-dos Unidos, Alemanha, Blgica, Ar-gen tina e Estnia. So 91 vdeos doBra sil e 35 do exterior.

    Um dos organizadores do festival,professor Marcelo Briseno acreditaque o uso das redes sociais para a di-vulgao contribuiu muito para oe le vado nmero de inscritos. Marceloco menta tambm que o festival, apscinco anos de existncia, est se in-ternacionalizando. O fato de ser aprimeira vez que o festival vem parao Brasil quebra o regionalismo. Acre -dito que esse foi um dos atrativos.

    Os vdeos recebidos foram analisa-dos por um pr-jri formado porprofissionais de Cinema e Rdio TVe Internet, tanto da Metodista, quan -to jurados externos. Os cinco me lho -res vdeos de cada categoria foram se-le cionados para concorrer aos pr -mios, que variam de 500 euros, con-ver tidos na moeda local, para os ven -ce dores em cada uma das categoriasa dois mil euros para o vdeo que foreleito o melhor do festival.

    O aluno de Rdio, TV e Internet daMe todista, Renan Pagliarusi, um doscinco finalistas na categoria Dispo -sitivos Mveis, com o vdeo Vras,rea lizado pela 8Kprodues, produ-to ra em que atua dentro da faculda de.Representar a Metodista num even toto importante para o ramo au diovi-sual um orgulho. Depois de mui tapesquisa, roteiro e edio mui to bemrealizados, as expectativas pa ra a finalso as melhores poss veis. O vdeotrata da valorizao do rap nacionalno cenrio audiovisual. A categoriaconta ainda com outros trs finalistasda Metodista: Ro berto de Almeida,com A Jornada de Blatter; KarinaZambelli, com Tran sies; e FernandoMamoru, com Histria do Vdeoclipe.

    U.FRAME traz o melhor da produoaudiovisual universitria para o Brasil[ 5 EDIO DO FESTIVAL INTERNACIONAL DE VDEO UNIVERSITRIO ACONTECE DE 25 A 27 DE OUTUBRO NA METODISTA

    Confira os vdeos que vo concorrernas cinco categorias do 5 FestivalInternacional de Vdeo Universitrio 2012

    O evento gratuito e aberto ao pblico.As inscries para as oficinas prticas,que produzem um curta-metragemcomo resultado, estaro abertas embreve e devero ser feitas pelo site:www.uframe.org. Participe!

    FicoShoot for the Moon - EspanhaSon dos Dias- EspanhaABGGPK - USAO Ollparo - USAA Estrela Mais Brilhante - PortugalDocumentrioBarbara em Cena - BrasilHempocrisy - Brasil

    A Televiso Cega, olhandopara a realidade- Brasil

    Tchaka em Transe- BrasilResposta- BrasilDispositivos mveis

    Dr Lang e a Cincia da Metalinguagem- BrasilA Jornada de Blatter- Brasil

    Transies- BrasilVras- BrasilHistria do Vdeoclipe- BrasilAnimaoZing- AlemanhaVie de Rve em Promotion - BlgicaKellerkind - AlemanhaFrom Dad to Son- AlemanhaLe matre des saisons - BlgicaExperimentalTape Loading Error - PortugalDana Dana Fogo Dana - PortugalReplacement - USACaos - BrasilDa Origem - Brasil

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV1122jornalismo Cientfico

    Congresso Metodista: Voc no podepassar pela universidade por passar

    [ DE 856 TRABALHOS INSCRITOS, SELECIONAMOS TRS PARA QUEVOC TENHA IDEIA DO QUE SER APRESENTADO NO EVENTO

    Por entender que voc no podepassar pela universidade por passar.Voc tem que deixar alguma coisa, que Ubirajara Sascio, do 8 semestre deRelaes Pblicas, optou por apresen-tar seu trabalho de iniciao cientficano Congresso. Ele conta que viven-ciou a chegada do movimento HipHop no Brasil na dcada de 60 e, apsvisitar uma ONG em que sua filha tra-balha, decidiu: Vou falar sobre a uti-lizao da linguagem Hip Hop nas es-colas como forma de proporcionar ci -da dania aos menos favorecidos. Aindaexis te muito preconceito, mas por queno utilizar essa linguagem em escolasp blicas?. Foi tambm a partir da ex-pe rincia de uma co le ga na escola emque trabalha foi que Bea triz Tangerino,mes tranda do Progra ma de Ps-Gra -dua o em Educa o, definiu o temade sua pes qui sa. A professora de Histria tinha uma

    tur ma que tinha problemas relaciona-dos violncia e, para lidar com isso,decidiu usar o Holocausto como te ma.As crianas precisavam ver uma vio - lncia maior na Histria para no vi - ven ciarem aquilo. Como proposta, oses tudantes tiveram que produzir uma

    pe a de teatro sobre o assunto.De acordo com a pesquisadora, a ini-

    cia tiva gerou bons resultados, comome lhora nos conceitos de notas dosalu nos, na poca no 5 ano do EnsinoFun damental. Beatriz Tangerino ob-ser vou que, sem projetos como esse, al-guns alunos voltaram a ter problemas.Quero saber por que com o proje to ome nino vai bem e sem o projeto elevol ta a ser um aluno desmotiva do.A professora Snia Jaconi, que le cio -

    na nas faculdades de Comunicao ede Administrao e Economia, parti -ci pa r com dois trabalhos. Um deles,par te da sua tese de doutorado. Ami nha ideia discutir a mensagem es-cri ta que organiza o discurso queocorre den tro das instituies, a partirdo forma to dos documentos, o p bli -co, qual o impacto que esses docu-men tos ge ram nos negcios das em-pre sas. O segun do ser uma mesa-re-don da em que dis cutiro a importn-cia dos artigos ci en tficos publicadosna Revista da Fa cul dade de Adminis-tra o e Economia (ReFAE) para a so-cie dade.

    Gabriela Rodrigues

    Ainda se perguntando por que participar?Para Snia Jaconi, em eventos como esse, o aluno sai do papel s de alunoe passa a ser vis to tambm como pesquisador. Segundo ela, esta umaoportunidade de re no var o conhecimento, contribuir com o desenvolvi-mento cientfico da sua rea, alm de se mostrar como uma pessoa crtica,que produz e que envolvida com a educao.J Beatriz Tangerino entende que todos deveriam participar de congres-sos, simp sios e mostras. Acrescenta muito no aprendizado e a troca im-portante. Atuo h 21 anos como professora e essa uma oportunidade dosalunos conversarem e fa ze rem perguntas para as pessoas que esto narea. Ento no perca tempo. Ins creva-se como ouvinte no site:www.metodista.br/congresso-metodista/inscricoes

    Falta pouco para o Congresso Me to -dis ta, que acontece entre os dias 23 e24 de outubro nos Campi da Univer-si da de e no dia 27 de outubro para amo dalidade a distncia. Os autores detrs trabalhos contaram ao Jornal daMe todista um pouco sobre o queapre sen taro para que voc tenha umaideia do que encontrar por l. Participando pela primeira vez, Ca -

    the rine Haase, formada em Publicida -de e Propaganda e aluna do Programade Ps-Graduao em Comunicao,fa la r sobre a relao entre a histria dain clu so do deficiente visual e os es tu-dos de recepo. Como o cego re cebea men sagem de uma maneira di ferente,en tendi que h uma nova rela o entreemis sor e receptor, expli ca.

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV 1133

    Mais Cidadania o lugar das prticas cidads e sustentveis da Metodista

    Jully uma cocker que foi adotadah cerca de um ano pela famlia deFrancisco Carlos. Ela aproveitou queo porto estava aberto e entrou. De-ram comida e a cachorra no quismais saber de sair. E, no muito tempodepois, ela adoeceu.Nos ltimos quatro meses, Jully

    pas sou por duas cirurgias por causa deum cncer de mama. De acordo comFran cisco, por estar ofegante de maise vomitando, a cachorra esta va no-vamente no Hospital Veterinrio(Hovet) da Metodista. Fiquei sa ben -do do Hospital por indicao e por is -so a tenho trazido aqui, comentou odono.J Fluke, um poodle de 17 anos,

    aguarda deitado no colo de MarinaYe ger, para ser atendido. H mais oume nos uns 20 dias que ele no estbem. As patinhas dele no esto fir -mes. Marina conta que a famlia pos-sui cinco cachorros e que todos sotra tados no Hovet. Localizado no campus Planalto, os

    tratamentos de oncologia e de ortope-dia esto entre as especialidades doHospital, ao lado de dermatologia. Deacordo com o coordenador do cursode Medicina Veterinria e responsvelpelo Hovet, professor Nilton Zanco, aInstituio tem se tornado referncianes se tipo de atendimento. Geralmen -te, quando colegas de outras clnicas ehospitais no conseguem resol ver pro-blemas oncolgicos, dermato l gicos eortopdicos, eles nos procuram, porquetemos especialistas e infra estrutura.Nilton Zanco afirma que um atendi-

    men to que tem repercutido positiva-men te e que tem aumentado o de fe-li nos. Existem algumas doenas dega tos que precisam ser tratadas pores pecialistas, por algum que se aper-

    fei oou nesse tipo de tratamento.Alm dos animais de pequeno

    porte, o mdico veterinrio respon-svel pelo setor de grandes animais,

    Ra phael Roseti, explica que, apesarde estarmos em um centro urbano, hum nmero grande de equinos na re -gio e muitos tm sido tratados aqui.

    No Hovet, so realizados em mdia800 atendimentos por ms, entre a ni - mais de pequeno e de grande porte ces e gatos, cavalos e ovelhas ; silves -tres aves e rpteis , alm de se remrealizados diversos tipos de exa meslaboratoriais e de imagens e cirurgias.

    Aprendizado na prticaO professor Nilton Zanco lembra

    que o Hovet um hospital universi t -rio e que o foco o ensino. Os alunoses to envolvidos em todas as situa -es, desde a segunda semana de aula,do 1 ao 10 perodo, mas em graus deen volvimento diferentes. Comeamcom observao at chegar ao pr-aten dimento ou atendimento supervi -sio nado.Os estudantes, independentemente

    do se mestre, acompanham o animaldes de a chegada. Em casos mais inco-muns, eles fazem a pesquisa terica so- bre o assunto e depois discutem osaten dimentos, explica Raphael Ro se ti.

    ServioAs triagens so realizadas de segun -

    da a sexta-feira, das 8h30 s 10h30 edas 13h s 15h. Aps a triagem, oa ni mal encaminhado ao setor es-pecfi co. Para os atendimentos espe-cializados, necessrio agendar umhorrio, sendo que, devido procurae da condio clnica, pode haver umalista de espera. Os valores variam deacor do com o caso e o tipo de inter-veno, sendo necessria uma avali-ao clnica do animal. O HospitalVeterinrio da Me todista fica na RuaDom Jaime de Bar ros Cmara, 1000,Planalto, So Ber nardo do Campo.Telefones: 4366-5300 / 5305 ou 5321.

    Gabriela Rodrigues

    > Fluke, com problema nas patas, aguarda o momento de ser atendido no Hovet

    Hospital Veterinrio: uniode aprendizado e cidadania [ENTRE AS ESPECIALIDADES ESTO OS TRATAMENTOS ORTOPDICOS, ONCOLGICOS E DERMATOLGICOS

    Gabriela Rod

    rigues

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV1144

    Profisso novidades dos cursos

    Gesto de TI uma das novidades do Processo Seletivo [ CURSO VISA FORMAR PESSOAS CAPAZES DE ATENDER S NECESSIDADES DE UM MERCADO CARENTE DE PROFISSIONAIS DA REA

    De acordo com uma estimativa feitape la Associao Brasileira de Empresasde Tecnologia da Informao e Comu-ni cao (Brasscom), a perspectiva deque sejam criadas mais de 50 mil vagasna rea de tecnologia da informaono estado de So Paulo at 2014.Contudo, o nmero de profissionais

    que se formam anualmente para atuarnes te mercado est aqum do que asem presas necessitam. A expectativa decon tratao do setor para este ano decer ca de 25 mil pessoas, enquanto 14mil se formaram no final de 2011.Acompanhando esta necessidade do

    mer cado, a Metodista estruturou o cur -so de Gesto de TI, que est sendo ofe -re cido no Processo Seletivo 1 Se-mes tre 2013, nas modalidades presen-cial e a distncia. O coordenador de Anlise e Desen-

    vol vimento de Sistemas, professor An-dr Luiz Perin, que participou da orga -ni zao do novo curso, explica quepra ticamente todas as empresas pos-suem e precisar manter os seus compu -ta dores. O profissional formado emGes to de TI aquele que planeja, opi -na, implanta e faz manuteno em am-bi entes de TI, ou seja, a pessoa que de-

    fi ne, administra e opera os servidores ees taes de trabalho nas empresas.Quem atua nessa rea deve estar con-

    s tantemente em busca de atualizao.O aluno receber o conhecimento ne -ces srio para o desempenho das ativi-da des. No entanto, comum as empre -sas solicitarem cursos e certificaestc nicas especficas, mais adequadas aoam biente da empresa em questo.Segundo Andr Perin, a ideia de ofe -

    re cer o curso no formato de graduaotec nolgica com dois anos e meio dedu rao est relacionada demandado mercado. Ele bastante focado nas

    ques tes tcnicas da formao do pro -fis sional e isso permite a ele ingressarno mercado de trabalho muito rapida-men te. O professor destaca ainda quena grade curricular da modalidade pre -sen cial h o mdulo de Fundamentosde Redes de Computadores da CiscoSys tems, ministrado com material efer ramentas oficiais da empresa.Veja mais informaes sobre o

    Processo Seletivo e o curso no Portal daMetodista: www.metodista.br/gestao-da-tecnologia-da-informacao.

    Gabriela Rodrigues

    Mercado como se posicionar profissionalmente

    Programas de Trainee: versatilidade ajuda a atingir cargos gerenciais[ APESAR DE CONCORRIDOS, OS PROGRAMAS DE TRAINEE SO UMA GRANDE CHANCE DE CRESCER NA EMPRESA E OFERECEM VRIOS BENEFCIOS

    Formar novos lderes ou gerentes um dos principais objetivos de umpro grama de trainee. Do ingls train-ing, o termo trainee designado aoprofissional que est em treinamentopa ra aprender novas funes e assu -mir determinado cargo. O programa, que nasceu com a ideia

    de aproveitar novos talentos, desti-na do a quem est finalizando a grad-ua o e para quem j terminou o cur -so h no mximo dois anos. A rea deformao no o mais importantenes se caso e sim a competncia e ver-sa tilidade do candidato para se adap-tar em diversos setores. Entre as dicas para ingressar em um

    programa como esse, Rafael Chiuzi,co ordenador do curso de Gesto deRe cursos Humanos da Metodista, des -ta ca o conhecimento de uma ou maisln guas estrangeiras e experincias noex t erior, j que a maioria das em presasque recrutam trainees so mul tinacio -

    nais. Domnio em assuntos de culturaa atualizaes em blogs e redes sociaistambm so diferenciais.Segundo estudo feito pela consulto-

    ria Hay Group com 161 empresas na-cio nais e multinacionais, cada vezmais comum a possibilidade de o pro -fis sional passar uma temporada empro jetos fora do Pas.Normalmente, os programas so

    bas tante concorridos, devido princi-pal mente s oportunidades de cresci-men to na carreira e aos salrios atra-ti vos. Receber benefcios como 13 sa -l rio, plano mdico e odontolgicotam bm esto entre as vantagens. Otem po mdio de durao do programa de 12 meses. Por essas razes, os processos seleti -

    vos podem parecer complexos devi doao nmero de fases eliminatrias. Nes -se momento, o conhecimento sobre operfil e as diretrizes da organiza o, as-sim como sua misso, viso e va lores e

    perspectivas futuras podem auxiliar.Para crescer na carreira e na empre sa,

    Rafael recomenda: No pode ter pre- conceito, o trainee passa por vriasre as, o chamado job rotation. A empre -sa analisa o desempenho e v onde opro fis sional melhor pode se encai xar.Em cada rea da empresa por onde

    o trainee passar importante que ele

    possua uma postura estratgica e sem-pre pense e proponha melhorias. Entenda a diferena entre trainee e

    estgio e conhea histrias de quemparticipou: www.metodista.br/noti-cias/2012/agosto/jornal-da-metodista-outubro-novembro.

    Paula Lima

    Chico Aud

    i

    > Organizaes buscam encontrar candidatos que estejam finalizando o curso ou recm-formados

  • jornal ddaaMetodista OUT.NOV 1155

    acontece na Met

    Evento sobre direitos humanosdiscute memria e verdade [ ENTRE OS TEMAS DEBATIDOS ESTO DITADURA MILITAR, TORTURA, COMISSO DA VERDADE E PROJETO BRASIL NUNCA MAIS DIGITAL

    A partir de diferentes perspectivasdo tema Memria e verdade, a 3Se ma na de Educao em Direitos Hu-m a nos, realizada no final de agosto,trou xe tona diversas discusses e re-fle xes e seus impactos na sociedade. A questo fundamental que a so-

    cie dade, para existir, precisa institu iros seus direitos. Os direitos huma nosso ne cessrios para a vida, afirmouo pro fessor Lauri Emlio Wirth, doPrograma de Ps-Gradua o em Cin-cias da Religio, na aber tura do even -to. Dois pontos abordados diante do

    qual muitas pessoas preferem se ca larfo ram a ditadura militar (1964-1985) ea tortura. Os depoimentos de Ro se No -guei ra, presidente do Grupo Tor tu raNun ca Mais, e Lcia Maria Sal via Coe - lho, psicloga e presidente da Socie da -de Rorschach de So Pau lo, alm da pa -la vra de Marlon Alber to Wei chert, pro -curador regio nal da Re p blica, sobre aCo m isso da Verda de, mostraram queo assunto mais do que atual e precisaser discu ti do.De acordo com Lcia Maria, esse

    si lncio perigoso para a vtima e pa -ra a sociedade e confortvel para o tor- tura dor. Ela defendeu ainda um aten -di men to psicolgico para essas pessoas[pre sos polticos que foram tor t u ra -dos], porque sem isso voc pro duz sal -tos e fica sempre merc da invaso depe sadelos, de somatis mos, como doresde cabea cons tan tes e outras doenas,e de um sentimen to de culpa. Se tem uma coisa em que os tortu -

    ra dores tinham razo que a torturano passa, no passa, no passa...,afir mou Rose Nogueira, que s conse -guiu fa lar publicamente sobre o quesofreu aps 26 anos. Eu estava dandouma pa lestra e fui falando. No con-seguia pa rar at que comecei a chorar

    na fren te de 600 pessoas.Para a jornalista, muito do que vi -

    ve mos hoje herana da escravido,do pe rodo da monarquia. A ditadurano um fato histrico apenas, mas um processo. E ns fazemos partedessa histria.

    VerdadeA Justia Transicional ou de Transi -

    o um conceito jurdico-polticocon solidado no Direito Internacional

    pe la reconstruo dos pases da Am -ri ca Latina aps as ditaduras; da fri -ca, de v ido s guerras civis; e da Alema - nha Oriental depois da queda do Mu - ro de Ber lim, que tem como objeti vo apreven o, para que no ocorram vio-la es aos direitos humanos, ex plicouo procurador re gional da Re p blica.Marlon Weichert tratou ainda sobre

    os trabalhos da Co misso da Verda de,que apu ra as viola es aos direitos hu-ma nos entre 1946 e 1988, e do Pro jeto

    Bra sil Nunca Mais Digital, que digi-taliza o material que resultou em umlivro homnimo a partir de processospolticos que tramitaram na JustiaMilitar, entre 1964 e 1979.Para o procurador, tudo isso para

    que a sociedade esteja preparada parano repetir os erros praticados no pas-sa do. Confira os vdeos no link:vimeo.com/univmetodista.

    Gabriela Rodrigues

    Mn

    ica Rod

    rigues

    > Professor Oswaldo de Oliveira Jr. mediou a mesa em que Lcia Maria Salvia Coelho ( esq.)

    e Rose Nogueira ( dir.) contaram o que viveram na ditadura militar