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São Camilo nega que tenha recebido proposta do Estado para assumir hospital e Governo de Minas é contra estipulação de prazo para reabrir entidade CULTURA CHACINA DESPARECIDO Inquérito que apura morte de três pessoas da mesma família em vingança por assassinato de detetive tramita em BH; delegado prometeu concluir relatório antes de se aposentar VAGAS Página 3Página9 Página 5 Página 7 EDUCAÇÃO MAGENTA AMARELO PRETO CIANO Página 7 Página 7 Página 6 Página 6 Página 8

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  • CIANO MAGENTA AMARELO PRETO

    JORNAL DE VERDADE

    DIRIOPOPULARRegio Metropolitana do Vale do Ao - Ano V - Nmero 1.321 - Sbado, 14/01/2012 - R$ 0,70

    C H A C I N A

    S A D E P B L I C A C H U V A S

    V A G A S

    C U L T U R A

    D E S P A R E C I D O

    E D U C A O

    A C O R D O P O L C I A

    Justia vai decidir sobrereabertura do Siderrgica

    Governo amplia prazo para ICMS

    Famlias vo desocupar Amazonita

    Subsidiria daCemig anuncia concurso pblico

    Governo divulga aprovados em lei de incentivo

    Famlia procuramsico que pulou no rio Doce

    ProUni abre inscries neste sbado

    Homem morto com trs tiros em Belo Oriente

    IMPUNIDADE EM BELO ORIENTE COMPLETA SEIS ANOS HOJEInqurito que apura morte de trs pessoas da mesma famlia em vingana por assassinato de detetive tramita em BH; delegado prometeu concluir relatrio antes de se aposentar

    So Camilo nega que tenha recebido proposta do Estado para assumir hospital e Governo de Minas contra estipulao de prazo para reabrir entidade

    Seis anos se passaram e at hoje a sociedade no tem uma resposta da morte de trs pes-soas de uma mesma famlia, assassinatos conhecidos como

    Chacina de Belo Oriente. O crime ocorreu no dia 14 de ja-neiro de 2006. Paulo Felipe Oliveira, 17 anos, Terezinha Batista Cndido, 48 anos, e

    Heraldo Crio, 26 anos, foram executados dentro de casa. As vtimas so irmo, me e cunhado de Juliano Batista Ferreira, 30 anos, condenado

    por matar o detetive Lhayre Paulinelli. O caso est sendo investigado pela Delegacia de Homicdios de Belo Horizon-te. L, a informao que o

    delegado titular do caso en-contra-se de frias e que pro-meteu entregar Justia o re-latrio completo antes de se aposentar.

    Terminou sem acordo a au-dincia realizada nesta sexta-feira (13), na Justia Federal, para definir a reabertura do Hospital Siderrgica, em Co-ronel Fabriciano. A Sociedade Beneficente So Camilo, res-ponsvel pelo Hospital Vital Brazil, que segundo o Gover-no do Estado assumiria a ges-to do Siderrgica, negou a in-formao durante audincia de ontem, na Justia Federal. A Justia agora dever decidir o futuro da entidade. A senten-a aguardada para a prxima semana. O Ministrio Pblico pediu a reabertura da unida-de hospitalar em 30 dias, mas o Estado disse que a proposta invivel. O Estado j tem a posse do imvel onde funcio-nava o hospital. Unio e mu-nicpio sustentaram em audi-ncia que esto cumprindo sua parte no acordo.

    O governador Antonio Anasta-sia anunciou, nesta sexta-feira (13), medidas econmicas que do con-tinuidade aos esforos do Governo Estadual para devolver a normali-dade s populaes atingidas pelas chuvas em Minas Gerais. As aes incluem prorrogao de prazo para recolhimento do ICMS, remisso de pagamento de IPVA e Taxa de Licenciamento de veculos nas re-as atingidas. Nas cidades com situ-ao de emergncia homologada pelo Governo de Minas, o prazo de pagamento do Imposto sobre Circulao de Mercadorias e Servi-os (ICMS), para contribuintes de at R$ 20 mil, ser prorrogado por 60 dias.

    As inscries no Programa Uni-versidade para Todos (ProUni) co-meam hoje (14) e vo at o dia 19 de janeiro no site http://siteprouni.mec.gov.br. O candidato deve ter fei-to o Exame Nacional do Ensino M-dio (Enem) em 2011 e obtido nota mnima de 400 pontos. Tambm necessrio que o estudante tenha cursado o ensino mdio em escola pblica. Caso o candidato tenha pas-sado tanto por instituies pblicas quanto privadas, necessrio provar que teve bolsa integral para cursar o ensino particular.

    As famlias que impediam o avano das obras da aveni-da Manaaim finalmente che-garam a um consenso com a Prefeitura de Ipatinga na tar-

    de de ontem (13). Eles vo de-socupar os imveis e em troca recebero uma moradia que ser construda no bairro Es-perana.

    Representantes das trs esferas do Estado participaram de audincia na Justia Federal: ainda sem acordo

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  • Marina Souza Jacob (*)

    ARTIGO

    ARTIGO

    ARTIGO

    (*) Luiz Henrique Ribeiro

    ARTIGO

    (*) Jorge Ferreira S. Filho

    Dirio Popular Sbado, 14 de janeiro de 2012 OPINIO2

    CRNICA

    Um novo balano divulgado nesta quinta-feira (12) pela Co-ordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec-MG) aponta que mais de 140 toneladas de alimentos j foram distribudos pelo Governo de Minas, em todas as regies do Estado, para vtimas de acidentes causados pelas chu-vas. No total, o Governo do Estado distribuiu, desde outubro de 2011, 8.700 cestas bsicas para morado-res de 132 municpios. Tambm fo-ram enviados 8.540 colches, mais de 7.100 cobertores, alm de gua potvel, lonas, roupas, telhas e kits higinicos.

    Todas as frutas. A traduo mais literal do tutti-frutti. Achei uma boa expresso para de nir esse es-quisito vero que estamos vivendo. Tem as bananas que os ministros nos do na cara. Os laranjas que sempre aparecem para justi car ganhos dos que fa-zem muito mais do que do limo, limonada. Cabeas de coco verde que engolem tudo o que lhes imposto pela goela. Mulheres ma-s, peras, melancia, e completamente goiabas, criando um novo tipo de hu-manas, as tipo Chester - sem cabea, s peito, e pernas gordas e musculosas para serem comidas. Assim ser o vero das coxinhas, pernudas, com osso, sal-gadinhas.

    Nesse vero estamos ainda e ainda vendo gente grada e perversa surpresa com as chuvas que continuam levando, derrubando, matando, onde j deveria haver reforos para que elas fossem ape-nas refrescantes. E estamos vendo uma seca torrencial e contraditria de terras onde deveriam orescer as sementes do futuro que est sempre a, quando se fala de Brasil. Parece aquela brincadeira de prender uma moeda, deixar no cho, e car na espreita puxando com a cordi-nha quando o otrio se aproxima para cat-la. Assim no d, assim no pode, diria FHC. E o futuro pulando de nossas mos, igual perereca da vizinha.

    Vontade mesmo entrar em um centro esprita e clamar logo que Dercy Gonalves volte para a gente psicografar as lindas palavras que ela proferiria caso estivesse aqui ainda, j que infelizmente ela no era imortal. Deveria ser - imortal de academia- j que conseguia expressar como ningum as enguias que tinha, e o que pensamos de tudo isso, francamente.

    Voltando ao vero do quente-frio-quente-frio, casamento de viva, de espanhol, ainda no bateu na imprensa aquela - como diz um amigo - insopit-vel mania de disparar contra o aquecimento global, desmatamento da Amaznia, El Nio, La Nia. Mas j bateu a insopitvel (e meu amigo usa sempre nesse sentido) vontade de dar o of de gente que acredi-ta e v cantar o galo nas freguesias e sai cocoricando junto. Ou que acha novela documentrio-verdade, que ator no pode ter opinio, e que sabe mais do que quem est h anos na luta anti-homofobia e pelos direitos homossexuais, como o caso de Aguinaldo Silva. Nego vai bater boca com ele e leva - ah, leva! Adoro! Ele no poupa certos ouvidos, nunca poupou, desde os tempos do Lampio, primeiro jornal a tocar no assunto, h mais de 30 anos.

    Do Acre e Amazonas chegam notcias de milhares de haitianos que acreditaram que era o mesmo Brasil

    que liderava a fora de paci cao de l o Brasil que procuraram como abrigo. Mas certos porquinhos de estimao resolveram que no. Comeou a cont-los, e co imaginando a la, pode s 100 por ms. T? Combinado? Se fossem brancos, puros, europeus, ce-sares...

    Pu , plo , splash: prteses de sili-cone estourando nos peitos do mundo estouram por aqui tambm, e revelam que no h o menor controle nos au-torizados pela nossa estranha agncia de sade o cial. Ah! Mas agora vai ter cadastro de tudo. At de grvidas, ain-da no muito claro se para ajud-las ou vigi-las para que assim se mante-nham.

    Tem mais sons esse vero: crack! H anos seres humanos que viram ra-pidamente bizarros zumbis se juntam no centro de So Paulo, fora os que usam essa droga maldita e manipu-lada em todos os lugares por a, junto com as outras qumicas, mais fajutas que os preparativos para a Copa. J tentaram enxot-los todos juntos e eles simplesmente atravessavam as ruas e avenidas. Agora, tentam dispers-los,

    numa ao que poderia sim dar certo no fossem tan-tas brigas polticas, tantas instncias e gente dando palpite, principalmente batucando em pretinhas nos computadores da vida, ou iluminados por holofotes. Especialistas que bem que poderiam continuar dando entrevistas s nas portas de suas geladeiras abertas.

    No sei se muito Sol na cabea, calor, a presso atmosfrica, mas tambm reparou que nesses poucos dias de vero est havendo uma srie de surtos de loucura? Uma mata e pe no saco de lixo dezenas de gatos e ces; uma joga os dois cachorros pela janela, junto com os colches; o outro sai armado e atirando, roubando carros bala, e percorre 40 quilmetros. (E pergunto: como que conseguiu, se quem mora em So Paulo sabe que a gente aqui mais para do que an-da, tantos so os faris, tanto o trnsito? ).

    Para completar, tem rico pobre de esprito e pobre tentando ser rico, em exposio pblica. Barracos fora de favelas. Ringue que no mais ringue - octgono, porque foi esticado e a luta pode ser mais violenta.

    Deve ser o ano bissexto. Pode ser o calor do fogo do drago no ano chins. Pode ser at... os ltimos dias de Pompia.

    Acho que neste vero vou preferir chiclete de men-ta. Arde logo que a gente morde.

    Vero tutti-frutti

    (*) Marli Gonalves jornalista.

    E S P A O P B L I C O

    Marli Gonalves (*)

    Municpios receberam 140 toneladas de alimentos

    DIRETOR RESPONSVELFernando Benedito Jr.

    EDITORA RESPONSVELAnna Sylvia Rodrigues e Silva(MG 12319 JP)

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    CNPJ 07.366.171/0001-88

    FAL