Jornal da Paróquia São Cristóvão

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    06-Mar-2016

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Jornal Paroquial

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  • Informativo Mensal da Parquia de So Cristvo | Ano 2 | N 33 | Outubro de 2010

    VariedadesPgina 14

    E a Festa comeou!Pginas 8 e 9

    Crisma de 2010Pgina 4

    Dom Murilo conferiu o Sacramento da Confirmao para filhos de nossa

    Parquia, entre jovens e adultos

  • ::Editorial

    Exp

    edie

    nte O Jornal Parquia So Cristvo uma publicao mensal feita pela Letras Editora para Parquia So Cristvo. Endereo: Rua Anita Garibaldi, 87 - Centro - Itaja - SC / Fone/Fax: (47) 3348.3040

    Contato Comercial: Snia Bittencourt / Fone: (47) 8405.9681

    Colaboradores: Dom Murilo S. R. Krieger, Leandro Jos Monteiro, Mrcio Antnio Reiser, Dicono Vital Feller, Setor da Juventude, Jos Hermnio de SantAnna, Pe. Silvano Joo da Costa, Agnes Maria e Paulo Cardoso.

    Organizao: Proco: Pe. David Antnio Coelho Rita de Cssia dos Santos Silva

    Diretor: Carlos Bittencourt

    Parquia So Cristvo: Rua Odlio Garcia, 445 - Cordeiros - Itaja /

    Fone: 47 3341-1408

    Diagramao: Solange Alves (solange@bteditora.com.br)

    Proclamas deCasamentos

    OUTUBRO/2010

    Jornalista Responsvel: Paulo Henrique de Moura - DRT SC 03432JP

    O Nubente:Cristiano Machado, casado, filho Rosane Maria Fogaa Machado, residente na rua Vi-toria, 152 no bairro Cordeiros, em Itaja -SC com 24 anos; A Nubente:Priscila Beppler da Silva Machado, casada, filha de Jos Ramos da Silva e de Sandra Aparecida Beppler, residente na rua Vitoria, 152 no bairro Cordeiros em Itaja -SC com 19 anosCasam-se em outubro/2010

    O Nubente:Mayckon Eduardo Gomes, solteiro, filho de Orival Olimpio Gomes e de Marlete Tere-sinha Crispim Gomes, residente na rua Cla-rindo Sebastio da Cunha, 70 em Espinheiri-nhos, Itaja -SC com 25 anos; A Nubente:Jana Cordeiro, solteira, filha de Fermino Manoel Cordeiro e de Zenaide da Silva Cor-deiro, residente na rua Fermino Vieira Cor-deiro, 1658 em Espinheiros Itaja -SC, com 27 anosCasam-se em outubro/2010

    O Nubente:Juliano Roberto Gasperi, solteiro, filho de Edezio Gasperi e de Marli de Oliveira Gaspe-ri, residente na rua Dom Jaime de Barros Ca-mara, 205 em So Vicente Itaja -SC, com 34 anos;A Nubente:Graziela Sedrez Malaquias, solteira, filha Manoel Saturnino Malaquias(j falecido) e de Marli Ana Sedrez Malaquias, residente na rua Jovito Anacleto, 1164 Cordeiros - Itaja

    -SC, com 31 anos;Casam-se em outubro/2010

    O Nubente:Weliton Eduardo Koziel, solteiro, filho de Andr Koziel e de Lenir Maria Vargas, residente na rua Geral So Roque, 6170, em So Roque - Itaja -SC, com 28 anos;Nubente:Maria Daniela Maestri, solteira, filha de Jos Ve-nancio Maestri e de Marlete Machado Maestri, residente na rua Geral So Roque, 6170 em So Roque Itaja -SC, com 24 anos;Casam-se em outubro/2010

    O Nubente:Jos Roberto Adriano, solteiro, filho de Jos Dorvalino Adriano e de Margarida Firmo Adria-no, residente na rua Henrique Bianchini, 315, em Cordeiros - Itaja -SC, com 32 anos;Nubente:Rosilene Alves de Souza, solteira, filha de Pauli-no de Souza e de Roseli Alves de Souza, residen-te na rua Henrique Bianchini, 315 em Cordeiros Itaja -SC, com 25 anos;Casam-se em outubro/2010

    2 Parquia de So Cristvo | OUTUBRO | 2010

    Outubro comeou. Com ele tambm comeam as reflexes missio-nrias para nos lembrar que, como povo batizado e torna-do discpulo de Cristo temos o compromisso que nunca cessa, o compromisso de ir ao mundo inteiro e anunciar a boa nova.

    Olhando para trs veremos que tudo comeou quando o Senhor escolheu 72 discpu-los e os enviou dois-a-dois, por todas as vilas e aldeias, com al-gumas recomendaes. Saram confiantes na Palavra do Mestre e retornaram contando maravi-lhas, pois at os espritos maus os obedeceram.

    Assim continua a nossa misso. Mesmo com todas as turbulncias e provaes do momento no podemos desa-nimar. preciso continuar tei-mando. Ainda preciso ir e pas-sar por muitos lugares porque Deus est conosco!

    Naquele incio foram envia-dos 72. Na atualidade, todas as lideranas de nossas comuni-dades catlicas e no catlicas, diante da doutrina materialista que promove extravagncias, que tendem diminuir o valor da pessoa humana como ima-gem e semelhana do Criador, precisam estar profundamente unidos no mesmo projeto. Apesar das denominaes dife-rentes, nossa misso anunciar o Deus que Salva.

    Apesar das divergncias oriundas de interpretaes desiguais aqui estamos, como cristos para continuar a tarefa iniciada pelos 72.

    O prazeroso servir. Mais do que testemunhas dessa mis-so devemos nos tornar colabo-radores destemidos. Vamos se-guir em frente. Juntos, unindo nossas foras para que o Reino acontea.

  • Parquia de So Cristvo | OUTUBRO | 2010 3

    Palavra do Pastor

    Dom Murilo S.R. Krieger, scjArcebispo de Florianpolis

    APARECIDA:A Me de um Povo

    Viva a Me de Deus e nossa, sem pecado concebida! Viva a Vir-gem Imaculada, a Senhora Apareci-da! Quantas vezes, cada dia, este canto se eleva aos cus, em gran-des igrejas, em pequenas grutas e em humildes casas de nosso povo? Na simplicidade de suas palavras, uma saudao, uma invocao de fi-lial devoo e de confiana na Me de Deus. Em nenhum outro lugar, contudo, esse canto tem tanta for-a e sentido como em Aparecida. Quando o romeiro entra naquele santurio mariano, ouve esse can-to e passa a cant-lo, esquece-se da longa viagem, do cansao e do sono, e diz para si mesmo: Que bom que eu vim! Valeu!

    Viva a Virgem Imaculada, a Se-nhora Aparecida! Poucos santurios marianos tm uma histria to sim-ples como o de Aparecida. Em 1717, trs pescadores lanavam as redes nas guas do Rio Paraba. De repen-te, encontraram um corpo e, depois, a cabea de uma pequena imagem de cermica, enegrecida pelo lodo. Seguiu-se uma pesca abundante e, mais importante, comeou, naque-la regio, um culto popular Nossa Senhora da Conceio. No incio, os encontros de orao eram nas pr-prias casas dos pescadores; depois, em pequenas capelinhas e, com o

    tempo, em igrejas cada vez maio-res. Multiplicaram-se as graas, au-mentou sempre mais o nmero de romarias e a imagem passou a ser chamada carinhosamente de Apa-recida.

    Quando ali esteve, o Papa Joo Paulo II fez duas perguntas: O que buscavam os antigos romeiros? O que buscam os peregrinos de hoje? Ele mesmo respondeu: Aquilo mes-mo que buscavam no dia do Batis-mo: a f e os meios de aliment-la. Buscam os sacramentos da Igreja, sobretudo a reconciliao com Deus e o alimento eucarstico. E voltam re-vigorados e agradecidos Senhora, Me de Deus e nossa. (04.07.80)

    Tempos atrs, algum quebrou a imagem original, pensando, assim, destruir o culto mariano. No meio de mil fragmentos foram encontra-das, intactas, as duas mos de Ma-ria, unidas em orao. O fato vale como um smbolo: as mos postas de Maria no meio das runas so um convite a seus filhos a darem espao em suas vidas orao, ao absoluto de Deus, sem o qual tudo o mais perde sentido, valor e efic-cia. O verdadeiro filho de Maria um cristo que reza. (Joo Paulo II, 04.07.80)

    Em Aparecida, Maria invoca-da como padroeira e me. A funo maternal de Maria em relao aos homens de modo algum ofusca ou diminui a nica mediao de Cris-to; antes, manifesta sua eficcia. Se o sacerdcio de Cristo pode ser participado pelos batizados e, de modo especial, pelos que recebem o sacramento da Ordem, por que al-gum no poderia participar de sua mediao?

    Em Aparecida, o povo se une a Maria atravs de muitas expresses de f: celebraes, oraes, nove-nas, rosrio... Depois, levam para suas comunidades o que ali apren-dem. Levam o apelo para, em fam-lia, lerem diariamente a Palavra de Deus e rezarem o Tero; para par-ticiparem intensamente da vida de sua parquia e para se dedicarem aos mais necessitados. Descobrem que, dessa maneira, Maria Sants-sima poder, com mais facilidade, conduzir cada famlia pelos cami-nhos de Jesus.

    Aparecida fonte de compro-misso com Deus e com os irmos. O peregrino, tendo passado algu-mas horas na Casa de Maria, volta para sua cidade com uma orien-tao muito clara, dada pela Me de Jesus: Fazei tudo o que ele vos disser! (Jo 2,5). Ali, como em Can, a Maria Santssima est atenta s necessidades de seus filhos e quer que eles, por sua vez, prestem mui-ta ateno s palavras de seu Filho. Sabe que esse o primeiro passo que deve ser dado pelos que quise-rem seguir o Jesus de Nazar.

    A imagem de Aparecida lembra-nos quem, desde toda a eternidade, ocupa um lugar especial no Cora-o do Pai e, tendo sido envolvida pela sombra do Esprito Santo (cf. Lc 1,35), tornou-se Me de Jesus. Essa me tem uma multido de filhos que, alegres, ao longo desse imenso Brasil, cantam: Viva a Me de Deus e nossa, sem pecado concebida! Viva a Virgem Imaculada, a Senhora Aparecida!

  • PARQUIA EM AO4 Parquia de So Cristvo | OUTUBRO | 2010

    O dia 05 de setembro de 2010 foi um dia mar-cante para a Parquia So Cristvo. Foi o dia em que Dom Murilo Sebastio Ramos Krieger, nosso Arcebispo, esteve entre ns para presidir a Santa Missa Solene e Festiva, durante a qual conferiu o Sacramento da Confirmao para 220 (duzentos e vinte) filhos de nossa Parquia, en-tre jovens e adultos.

    A celebrao foi muito ungida e tranquila. Todos participaram com alegria e boa disposio. Dom Murilo foi feliz nas colocaes durante a homilia, coroando todos os esforos e dedicao dos cate-quistas, para os quais concedeu bno especial.

    Pensando na Catequese de 2011, importante comear estudo aprofundado sobre a proposta de CATECUMENATO para jovens e adultos no batiza-dos para jovens e adultos que sendo batizados ain-da no receberam os Sacramentos da Eucaristia e da Confirmao na F, e tambm para as crianas em idade de catequese que ainda no foram ba-tizadas. Trata-se de um projeto bonito, iluminado, que merece ateno de todos os catequistas, prin-cipalmente daqueles que se dedicam a preparao de jovens e adultos para a recepo dos Sacramen-tos do Batismo, da Eucaristia, da Confirma