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Jornal das Obras Sociais Auta de Souza – R. Ângela ... · PDF fileCantinho da Sabedoria GRILHÕES PARTIDOS, ditado pelo espírito Manoel Philomeno de ... vai se apertando até ao

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  • A Quaresma o tempo litrgicode converso, que a Igreja Catli-ca, a Igreja Anglicana e algumasprotestantes marcam para prepararos crentes para a grande festa da

    Pscoa. Durante este perodo os seus fiisso convidados a um perodo depenitncia e meditao, por meioda prtica do jejum, da caridade eda orao. A Quaresma dura 40 dias. Come-a na quarta-feira de cinzas e ter-mina no domingo de Ramos. Ao longo deste perodo, sobretu-do na liturgia do domingo, feitoum esforo para recuperar o ritmoe estilo de verdadeiros fiis que

    pretendem viver como pretensosfilhos de Deus.Essa tambm uma poca muito

    especial para o Plano Espiritual. Afinal a Espiritualidade est sem-pre atenta a todas as possibilidadesde ajuda, de resgate e de esclareci-mento dos nossos irmos desencar-nados que esto passando por mo-mentos de loucura, fuga de simesmo, arrependimento, enfim,que esto estagiando nas trevas cri-adas por eles mesmos. essa oportunidade que o PlanoSuperior aproveita para poder res-gatar aqueles que tocados por esseperodo de penitncia e meditao,se desvinculam de seu sofrimentontimo e rogam por socorro. Afinal de contas so milhares decristos, que nesse momento mu-dam a psicosfera do Plano Fsico eEspiritual e tocam aqueles que lhesso caros e que esto estagiandonas zonas umbralinas, e so essesltimos os mais beneficiados poresse recolhimento, porque eles fi-cam mais suscetveis aos socorris-tas de todas as horas. por esse e por vrios outros mo-tivos que toda religio ou crenatem seu valor, sua necessidade deexistir e todos esto certos dentrodo que acreditam. E como o nosso Pai Maior no

    nos desampara em momento al-gum, a sua misericrdia chega atra-vs das mos daqueles que nospossam atingir. Devemos ter sempre a fraternida-de em nossos lbios e aproveitar apoca oportuna e orar pela humani-dade. Se j o fazemos, continuemoscom nossas preces nos unindo ago-ra aos nossos irmos de outras reli-gies para que o amor esteja sem-pre presente em nossos coraes.

    "O objetivo da religio conduziro homem a Deus; ora, o homemno chega a Deus seno quandoest perfeito; portanto, toda religi-o que no torna o homem melhor,no atinge seu objetivo;"

    Evangelho Segundo o Espiritismo captulo VIII

    Jornal das Obras Sociais Auta de Souza R. ngela Barcelos, 120 - Po de Acar - CEP 38.181.580 Arax - MG

    JORNAL ESPRITA AUTA DE SOUZA Centro Esprita Auta de Souza

    Posto de Assist. Francisco de Assis - Posto de Assist. Maria de Nazar - Posto de Assist. Paulo de TaroCNPJ: 08.530.828/0001-63

    Ano 01 - 3a Edio - Tiragem: 500 Exemplares / Maro - 2016

    A Quaresma Segundo o Espiritismo

    Leve na sua memria para o res-to de sua vida, as coisas boas quesurgiram no meio das dificulda-des. Elas sero uma prova de suacapacidade em vencer as provas elhe daro confiana na presenadivina, que nos auxilia em qual-quer situao, em qualquer tempo,diante de qualquer obstculo.

    Chico Xavier

  • 2 JORNAL ESPRITA AUTA DE SOUZA

    Creio firmemente na imortalidadedo esprito e penso que at que al-cancemos o estgio de espritos pu-ros na nossa grande jornada evolu-tiva... at que nos comuniquemospelo pensamento... antes, porm,vamos nos comunicar atravs doESPERANTO. Mas porque o Esperanto? Hoje se

    questiona se no seria o caso deadotar o ingls como lngua inter-nacional? Ora, se isso fosse poss-vel, em razo da supremacia eco-nmica dos Estados Unidos, j te-ria sido adotado. Mas, os alemesaceitariam? Os franceses? Mas porque ento a ONU no adota o Es-peranto (ao invs de suas seis ln-guas oficiais: espanhol, ingls, chi-ns, russo, francs e rabe) como o idioma vigente em suas re-laes internacionais, evitando-seos altssimos custos de traduo?No poderia ser o latim? Definiti-vamente o latim no poderia seradotado, pois no tem possibilida-de de interpretar o pensamento mo-derno, alm de ser extremamentedifcil.Assim, somente uma lngua neu-

    tra, planejada, artificial como o Es-peranto (foi criado e planejado noplano espiritual para solucionarproblema lingustico l existente), que traz em seu bojo a facilidade(possui apenas 16 regras sem exce-es), regularidade, sonoridade (oesperanto uma lngua fontica, ouseja, se fala como se escreve e seescreve como se fala) e carter uni-versal (no pertence a nenhuma na-

    o, religio, corrente de pensa-mento, poltico ou filosfico), re-ne todas as qualidades para se afir-mar como lngua efetivamente in-ternacional, pois serve exclusiva-mente a ideais universalistas, dife-rentemente de qualquer idioma na-cional cujos objetivos sempre esta-ro a servio de interesses de na-es.Aproximei-me do Esperanto por

    seu ideal de fraternidade nele con-tida e tambm porque tocada pelochamamento de Emmanuel, atravsda mensagem psicografa por ChicoXavier - A Misso do Esperanto cujo trecho transcrevo a seguir:

    Sim, o Esperanto lio de fra-ternidade. Aprendamo-la, parasondar, na Terra, o pensamentodaqueles que sofrem e trabalhamnoutros campos. Com muita pro-priedade digo: aprendamo-la,porque somos tambm companhei-ros vossos que, havendo conquis-tado a expresso universal do pen-samento, vos desejamos o mesmobem espiritual, de modo a organi-zarmos, na Terra, os melhores mo-vimentos de unificao.

    Por fim, preciso dizer que, se deum lado, o Esperanto no tem car-ter religioso (embora vrias religi-es dele se utilizem), de outra, ele uma das mais legtimas expres-ses da verdadeira religio que afraternidade universal!

    Bianca Rosa de Mesquita Mucci

    Esperanto Evangelizao Infantil

    Vacine seu filho contra o mal,Evangelize-o.

    " possvel a renovao do mun-do em que habitamos, alm da re-forma interior de cada um para obem, sem darmos criana de hojeo embasamento evanglico?Sem a renovao espiritual da cria-tura para o bem, jamais chegara-mos ao nvel superior que noscompete alcanar. Ajudar a crian-a, amparando-lhe o desenvolvi-mento, sob a luz do Cristo, coo-perar na construo da reformasantificante da humanidade, na di-reo do mundo redimido de ama-nh." (Emmanuel, Encontros noTempo, 5. ed., perg. 42)

    Venham participar conosco, tra-gam seus filhos.Domingo nos Postos de Assistn-

    cia e segunda-feira na Escola Esta-dual Maria de Magalhes.

    O Instituto da Criana uma uni-dade de trabalho, ensino e pesqui-sa, especializada no atendimento infncia.

    Instituto da Criana

  • JORNAL ESPRITA AUTA DE SOUZA 3

    Cantinho da Sabedoria GRILHES PARTIDOS, ditadopelo esprito Manoel Philomeno deMiranda ao mdium Divaldo Pe-reira Franco.Ester, filha do Coronel Constn-

    cio Medeiros de Santamaria eDona Margarida, tocava piano eembevecia os convidados na suaFesta de Debutante na tradicionalsociedade do Rio de Janeiro. Derepente como se tomasse um cho-que eltrico, transfigurou-se, er-gueu-se cambaleante e rgida, indoat seu pai , desferiu-lhe uma bofe-tada no rosto, dizendo improprioscheios de dio.Ao ser agredido pela segunda vez,

    o pai atnito revidou automatica-mente o golpe, surpreendendo-se asi mesmo nesse gesto to infeliz.Os convidados se retiraram e so-mente o mdico permaneceu juntoaos aparvalhados pais e jovem.Ester foi internada e a se desen-

    rolam os fatos presentes e pretri-tos interligados num emaranhadode lies onde a humildade vence oorgulho e o Amor rompe os gri-lhes do passado, oferecendo opor-tunidades alvissareiras para a reno-vao espiritual.Por que o perseguidor escolheu

    aquela hora para dominar a mentedaquela jovenzinha de quinzeanos? Se o dio era contra o pai,como se conectou ao ntimo da fi-lha com tanta maldade? Bendita Doutrina Esprita que traz

    a resposta da f raciocinada, conso-la a dor e esclarece, alimentandonosso esprito.

    Angela Barbosa

    O Aborto na Viso EspritaAmor Vida! Aborto, No!

    Queridos e amados irmos, a reen-carnao a bendita oportunidadede acertarmos o que ficamos de-vendo na vida passada, logo jus-to impedir um nascimento?Sobre o aborto, Chico Xavier tem

    uma opinio objetiva, e expe nolivro Mandato de Amor: O abor-to sempre lamentvel porque se jestamos na Terra com elementos

    anticoncepcionais de aplicao suave, compreensvel e humanitria, por-que que havemos de criar a matana de crianas indefesas, com absolu-ta impunidade, entre as paredes de nossas casas?, escreveu ele. E conti-nua: Isto um delito muito grave perante a Providncia Divina, porquea vida no nos pertence e, sim, ao poder divino. Se as criaturas tem ne-cessidade sexual para revitalizao de suas prprias foras, o que acha-mos muito justo, seria melhor se fizessem sem alarme ou sem leso espi-ritual ou psicolgica para ningum. Se o anticoncepcional veio favoreceresta movimentao das criaturas, por que vamos legalizar ou estimular oaborto? Por outro lado, se nossas mes tivessem esse propsito de criaruma lei do aborto no sculo passado, ou no princpio e meados desse s-culo, ns no estaramos aqui.Em outra ocasio, questionado se constitui um crime a provocao do

    aborto em qualquer perodo de gestao, intudo pelo esprito Emmanuel,assim ele se pronunciou: H crime sempre que transgredi a lei de Deus.Uma me, ou quem quer que seja,cometer crime sempre que tirar avida a uma criana antes do seunascimento, por impedir umaalma de passar pelas provas a queserviria de instrumento o corpoque se estava formando. Item n358, de O Livro dos Espritos.Desde o instante da concepo o

    Esprito designado para habitarcerto corpo a este se liga por umlao fludico, que cada vez maisvai se apertando at ao instante em que a criana v a luz. O grito, que orecm-nascido solta, anuncia que ela se conta no nmero de vivos e dosservos de Deus.d

    grupoandreluiz.org

  • 4 JORNAL ESPRITA AUTA DE SOUZA

    ASSO

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