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Ano 31 • Edição 664 distribuição GrAtuitA 28 de dezembro de 2013 a 3 de janeiro de 2014 jornaldoguara.com Guará recebe 60 ônibus novos Guará e Núcleo Bandeirante receberam, na manhã desta quinta-feira (26 de dezem- bro), 60 ônibus da empresa Marechal e 42 da HP-ITA. Com esses veículos, que já tota- lizam 1.034 em operação nas várias regiões administrativas, o GDF colocou em atua- ção todas as cinco empresas vencedo- ras do processo licitatório do transporte público local. O Guará terá 60 coletivos, que são res- ponsáveis por realizar os percursos de nove linhas da Bacia 4 e que beneficiará os moradores de Taguatinga, Ceilândia, Águas Claras e parte do Park Way. Já o Núcleo Bandeirante foi contem- plado com 42 coletivos do Consórcio HP-ITA, responsáveis por operar oito linhas da Bacia 3, que atenderá, também, às cida- des de Samambaia, Recanto das Emas e Riacho Fundo I e II. Com essa entrega, os passageiros que utilizarem os veículos pertencentes à nova frota podem participar da integração. Em um período de até duas horas os usuários podem realizar outra viagem, no mesmo sentido, sem precisar pagar nova tarifa. Esse procedimento pode ser realizado entre os ônibus recém-adquiridos, a frota da TCB e Metrô. Os veículos da Marechal são os cole- tivos de cor laranjada, enquanto os per- tencentes ao Consórcio HP-ITA são azul. Todos os 102 veículos entram em circula- ção a partir do dia 29 de dezembro. Revista Veja escolhe Izalci como o melhor deputado nos dois últimos anos Admininistrador faz um balanço da sua gestão em 2013 A maior parte dos investimentos no Guará em 2013 teve como foco a melhoria do conforto dos moradores. Obras como a nova ciclovia, vários pecs, campos de grama sintética, reforma das praças, ajudaram a transformar o Guará na “cidade do bem estar”. (Página 3) Página 7 Páginas 3, 4, 5, 9, 11, 13

Jornal do Guará 664

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28 de dezembro de 2013 a 3 de janeiro de 2014

Text of Jornal do Guará 664

  • Ano 31 Edio 664 distribuio GrAtuitA28 de dezembro de 2013 a 3 de janeiro de 2014

    jornaldoguara.com

    Guar recebe 60 nibus novos

    Guar e Ncleo Bandeirante receberam, na manh desta quinta-feira (26 de dezem-bro), 60 nibus da empresa Marechal e 42 da HP-ITA. Com esses veculos, que j tota-lizam 1.034 em operao nas vrias regies administrativas, o GDF colocou em atua-o todas as cinco empresas vencedo-ras do processo licitatrio do transporte pblico local.

    O Guar ter 60 coletivos, que so res-ponsveis por realizar os percursos de nove linhas da Bacia 4 e que beneficiar os moradores de Taguatinga, Ceilndia, guas Claras e parte do Park Way.

    J o Ncleo Bandeirante foi contem-plado com 42 coletivos do Consrcio HP-ITA, responsveis por operar oito linhas da Bacia 3, que atender, tambm, s cida-des de Samambaia, Recanto das Emas e Riacho Fundo I e II.

    Com essa entrega, os passageiros que utilizarem os veculos pertencentes nova frota podem participar da integrao. Em um perodo de at duas horas os usurios podem realizar outra viagem, no mesmo sentido, sem precisar pagar nova tarifa. Esse procedimento pode ser realizado entre os nibus recm-adquiridos, a frota da TCB e Metr.

    Os veculos da Marechal so os cole-tivos de cor laranjada, enquanto os per-tencentes ao Consrcio HP-ITA so azul. Todos os 102 veculos entram em circula-o a partir do dia 29 de dezembro.

    Revista Veja escolhe Izalci como o melhor deputado nosdois ltimos anos

    Admininistrador faz um balano da sua gesto em 2013

    A maior parte dos investimentos no Guar em 2013 teve como foco a melhoria do conforto dos moradores. Obras como a nova ciclovia, vrios pecs, campos de grama sinttica, reforma das praas, ajudaram a transformar o Guar na cidade do bem estar. (Pgina 3)

    Pgina 7Pginas 3, 4, 5, 9, 11, 13

  • 28 de dezembro de 2013 a 3 de janeiro de 2014 jornal do Guar2 oPInIo

    poucas & boas alcIR de souza

    Editor: Alcir Alves de SouzaJornalista Profissional (DRT 767/80)

    Reportagem: Rafael Souza Jornalista Profissional (DRT 10260/13)

    Endereo: EQ 31/33 Ed. Consei Sala 113/114 71065-315 Guar 3381 4181

    O Jornal do Guar (tiragem comprovada de 8 mil exemplares) distribudo gratuitamente por todas as bancas de jornais do Guar; em todos os estabelecimentos comerciais, clubes de servio, associaes, entidades; nas agncias bancrias, no Clube do Comercirio; na Administrao Regional; nos consultrios mdicos e odontolgicos e portarias dos edifcios comerciais do Guar. E, ainda, atravs de mala direta a lderes comunitrios, empresrios, autoridades que moram no Guar ou que interessam cidade; empresas do SIA, Sof Sul e ParkShopping; GDF, Cmara Legislativa, bancada do DF no Congresso Nacional e agncias de publicidade.

    circulaojornal do [email protected]

    jornaldoguara.com [email protected]

    palavra franca

    [email protected]

    Insegurana no Guar lamentvel o que estamos

    vivendo no Guar. Esta semana senti o medo, o pavor.

    Eu estava na casa dos meus pais na QI 1, na hora daquele tiroteio que atingiu um rapaz. Eu estava saindo da casa dos meus pais com meus filhos, entrei em pnico ten-tando proteg-los e tentar entrar de volta para dentro de casa.

    Imagino o desespero que quem estava mais prximo.

    At quando iremos viver assim? Meu Deus!

    Me senti em outro mundo viven-ciando uma guerra, tamanho o susto que levei.

    Pode at ser exagero da minha parte, mais nunca tinha passado por algo assim. Precisamos salvar nossa cidade.

    Lucimar Silva

    Parada Gay do GuarEmbora no seja gay ou sim-

    patizante, estive observando a parada gay do Guar. Diferente do que informou a reportagem do Jor-nal do Guar, l no havia 3 mil pessoas. No mximo a metada.

    Mas isso no tira o mrito do evento. Foi uma oportunidade dos gays mostrarem que esto ocu-pando cada vez mais espao, saindo cada vez mais do armrio, mesmo que isso contrarie o depu-tado Feliciano e outros que consi-deram o homossexualismo como doena.

    Como espetculo, foi muito inte-ressante. Muita animao e cor.

    Srgio M. Damasceno

    creche santo anbal

    Tive a oportunidade de conhecer a Creche Santo Anbal, retratada na reportagem da ltima edio do Jornal do Guar. Fiquei impressio-nada com o trabalho prestado pela creche a quase 200 crianas caren-tes. Vi a dificuldade que a missio-nria Diane Galdino tem para con-seguir cobrir os custos da creche, sem qualquer ajuda de governo e dos polticos.

    Como disse a reportagem, os moradores do Guar precisam aju-dar a creche Santo Anbal.

    Jurema Marsico

    sem jogo do bichoA polcia desarticulou a quadrilha que

    controlava o jogo do bicho no Distrito Federal. Foram presos todos os chefes da jogatina, um deles morador do Guar.

    Ou seja, por um bom tempo - eles sempre retornam com o jogo - o guaraense no vai fazer sua fezinha na mais antiga loteria do pas.

    Parada Gay do GuarA reportagem sobre a Parada do Orgulho Gay

    do Guar na edio da semana passada repercutiu bastante, entre simpatizantes, que elogiaram a iniciativa, e os homofbicos, que consideram esse tipo de evento contrrios moral e aos bons costumes.

    Respeitando a opinio dos dois lados, o certo que o evento superou as prprias expectativas dos organizadores. T certo que nem todos os cerca de 2 mil participantes so moradores do Guar, mas a grande participao indica que a cidade possui um expressivo pblico de simpatizantes da causa.

    sem comandanteCom a ida do coronel Antonio

    Carlos Freitas para a chefia de Gabinete da Administrao do Guar, o 4 Batalho da Polcia Militar continua sem comandante nomeado.

    cad o estdio?H apenas seis meses da

    Copa, a prometida reforma do Estdio do Cave, que seria um dos centros de treinamento das selees que vo jogar em Braslia, parece que ficou s na promessa.

    Inicialmente, estava prevista uma reforma menor, com a troca do gramado, construo de uma sala para imprensa, outra para miniacademia e preparao e outra para logstica das selees.

    Depois, o projeto evoluiu para uma grande reforma, que transformaria o estdio num apndice do Estdio Man Garrincha, to moderno quanto ele, para eventos previstos para at 15 mil pessoas.

    Como no h mais tempo para fazer uma coisa nem outra, o velho e superado estdio do Cave deve continuar como est, pelo menos at que a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros o inderditem de vez.

    Mdico cubanoMesmo quem contra, por

    motivos polticos ou no, deve concordar que a chegada de mdicos cubanos pode melhorar a sade pblica, sem entrar no mrito da capacidade deles. No caso do Guar, somente com a chegada do mdico cubano Elisser Navarro Romeiro que a cidade ganhou sua primeira equipe do programa Sade da Famlia. Antes, faltavam mdicos para este tipo de servio.

    Pedra portuguesaComo apenas uma

    empresa foi habilitada para a construo do novo calado do Guar II, com a retirada da pedra portuguesa e a sua substituio por piso asfltico, a obra no sofrer atraso por conta de recursos de possveis inconformados com o resultado da licitao.

    Depois da assinatura do contrato, a obra deve comear no incio de fereveiro e deve ficar pronta em maio, no aniversrio da cidade. Vai custar R$ 1,2 milho.

    O percurso o mesmo, de 8,5 quilmetros.

    cad a polcia ambiental?

    Em junho, durante reunio com o Conselho Comunitrio de Segurana do Guar (Conseg), o secretrio de Segurana Pblica Sandro Avelar prometeu retornar com a unidade de polcia ambiental, que funcionava dentro do Parque Ezechias Heringer, na casa de madeira construida com eucalipto.

    Segundo ele, a reinstalao seria imediata. Sete meses depois e nada.

    Como ser candidato a deputado federal, certamente esta ser uma das cobranas dos guaraenses a ele durante a campanha. Promessa dvida e vale voto.

    Frum do GuarSaiu o Habite-se do prdio

    do Frum do Guar. Comea agora a instalao do mobilirio e a nomeao do quadro que vai trabalhar na unidade. Em fevereiro, o Frum abre ao pblico.

  • 28 de dezeMbRo de 2013 a 3 de janeIRo de 2014joRnal do GuaR 3 cIdade

    Com a cidade praticamente consolidada em infraestrutura, o foco da gesto Carlinhos Nogueira na Administrao do Guar a partir de 2011, com a chegada do Governo Agnelo Queiroz, foi tentar melhorar o conforto dos moradores. Mas, para saber o que a comuni-dade queria, foram usados dois canais: a Ouvidoria e o projeto Adm em Ao, com a instalao de atendimento mvel em determinadas qua-dras com toda a equipe e ser-vios oferecidos pelo rgo. Para tornar a ao mais abran-gente, setores do GDF, como Procon, Vigilncia Ambiental, BRB, Detran, entre outros.

    Atravs da Ouvidoria, o morador tem a oportunidade de reclamar e sugerir sua par-ticipao encaminhada para os setores responsveis pela soluo. evidente que nem sempre a Administrao, por imperativo constitucional, tem a resposta imediata para todas as demandas apresen-tadas. Muitas vezes neces-sria a participao de outros setores do GDF, por conta da competncia legal para exe-cutar determinadas aes requeridas, explica o admi-nistrador regional Carlinhos

    Nogueira.O que a Administrao faz,

    nesses casos em que no tem a soluo direta, trabalhar com as secretarias e rgos do Governo, a exemplo da Casa Civil, Coordenadoria das Cida-des, Agefis, Novacap, CEB, Caesb, Detran, SLU, entre outros, para encontrar as solu-es para as questes apre-sentadas pelos moradores. De acordo com Carlinhos, essa parceria com outros rgos do governo tem dado bons resul-tados. Os exemplos podem ser constatados por todo o Guar. Alm do trabalho per-manente da Administrao de manter os espaos pblicos limpos e bem conservados, outras aes so executadas para garantir uma melhor qua-lidade de vida para o morador e sua famlia, completa.

    Entre esses benefcios, Carlinhos destaca na rea de lazer e recreao a cons-truo e sinalizao da ciclo-via; novos pecs em diver-sas quadras do Guar; qua-dras poliesportivas; pistas de caminhada; campos de futebol de grama sinttica; parques infantis, entre outros. Na rea de infraestrutura, a Admi-nistrao executou diversas

    obras, como a colocao de quebra-molas, implantao de rede de guas e de esgoto, pavimentao e nivelamento de asfalto, construo e recu-perao de caladas, reforma e revitalizao de praas, colo-cao de meios-fios, opera-o tapa-buraco, remoo de entulhos, limpeza de bocas de lobo, construo de estaciona-mentos, asfaltamento de ruas e avenidas, substituio de brinquedos, ampliao do sis-tema de iluminao pblica.

    Ainda segundo Carlinhos, a Administrao esteve e est presente tambm no apoio a eventos que, de certa forma, contribuem para melho-rar a cidade, como na realiza-o da 5 Conferncia Distri-tal das Cidades, do Cdigo de Posturas do DF, na inaugura-o do prdio do Pr-vtima no Lcio Costa, no debate sobre a situao dos moradores de rua, no Plano de Manejo da Reserva Biolgica do Guar, no debate sobre a Lei de Uso e Ocupao do Solo (LUOS), na seleo do Guar para o pro-jeto Cama e Caf, da Setur, na parceria com a Caesbpara os cursos sobre caa vazamento de gua, na carreta da mulher, na campanha de vacinao de

    ces e gatos, nos cursos dis-tncia da Escola de Governo do DF, na construo de cre-che no Lcio Costa, e no wor-kshop para empresrios e lide-ranas comunitrias sobre consultoria empresarial.

    Carlinhos destaca tambm a intermediao da Adminis-trao Regional do Guar em questes de interesse dos moradores mas afetos a outros

    rgos. Um exemplo dessa atuao ocorreu quando a Agefis notificou prdios do Guar para que derrubassem as grades que cercam esses imveis. A Administrao, depois de sucessivas reunies com os moradores e a diretoria da Agefis, conseguiu reverter a deciso do rgo at a apro-vao da Lei de Uso e Ocupa-o do Solo (Luos), completa.

    Administrador regional Carlinhos Nogueira enumera o que sua gesto fez durante o ano

    administrao do Guar investiu no bem estar da cidade

  • 28 de dezembro de 2013 a 3 de janeiro de 2014 jornal do Guar4 cIdade

    Levantamento das polcias civil e militar indicam que o aumento da violncia no Guar - e em todo o pas- est diretamente relacionado ao aumento do consumo de drogas, espe-cialmente o crack. Barato e cada vez mais acessvel, o crack est dissemi-nando com muita facilidade nas cama-das mais pobres, provocando depen-dncia e estimulando furtos, roubos e homicdios.

    A maioria das ocorrncias policiais registradas na 4 Delegacia de Polcia do Guar refere-se a roubos e furtos, quase sempre com alguma relao ao crack - ou a priso de traficante ou de assaltante sob o efeito da droga. A

    nossa mdia de trs flagrantes por semana e de cinco a oito pessoas pre-sas, afirma o ento delegado titular da 4 DP, Jeferson Lisboa.

    Outro dado preocupante que tem aumentado muito a priso de trafi-cantes menores de idade, usados, segundo a polcia, pelos traficantes maiores de idade porque a legisla-o para esses casos mais branda. um crculo vicioso: como uma droga barata - cerca de R$ 5 a pedra - qual-quer um pode adquiri-la, mas como o efeito curto - cerca de 30 a 40 minu-tos - o consumidor tende a compr-la novamente por causa da dependncia. Sem dinheiro, ele acaba praticando

    pequenos furtos para sustentar o vcio, depois assaltos e com tempo furtos e roubos maiores.

    Meio quilo de cocana, de onde retirado o crack, produz-se trs mil pedras de crack, o que triplica tambm o lucro dos traficantes.

    O crack chega a todas as camadas sociais, mas na ponta mais do vrtice que a situao piora. Alm dos jovens, moradores de rua trocaram o tinner pelo crack, por causa do efeito mais alucinante e por ser bastante acess-vel. Segundo um estudo da UnB para a Secretaria de Justia e Cidadania, 82% da populao usa droga, sendo que 42% so drogas ilcitas (crack, cocaina etc) e 40% consomem lcool, conside-rada droga lcita.

    Mas o crack avana tambm nas idades mais avanadas. Tem apare-cido vrios casos de famlias que regis-tram o desaparecimento de parentes e depois descobrem, com a ajuda ou no da polcia, que eles esto na rua, nos chamados mocs (esconderijos) e perambulando pelas ruas consumindo drogas, principalmente o crack. Tem muita gente acima de 40, 50 anos.

    CombatePara tentar minimizar o problema,

    a 4 Delegacia de Polcia do Guar e o 4 Batalho da Polcia Militar tem realizado operaes sistemticas para identificar e prender trafican-tes e usurios de crack e outras dro-gas na cidade. Conseguimos redu-zir cerca de 80% das ocorrncias poli-ciais em um ano por causa do combate s drogas, explica o delegado. Mas a priso do traficante requer muito tra-

    balho e cuidado por parte da polcia. A priso de um traficante s vezes requer meses de investigao, com fil-magens, fotografias, testemunhas etc. Precisamos nos cercar de todas as pro-vas para garantir a priso deles, ou a manuteno deles na priso, com-pleta.

    O afrouxamento das leis tambm reclamado pelo comandante do 4 BPM, coronel Antonio Carlos Frei-tas.A polcia se arrisca, prende o trafi-cante e logo ele est solto. A culpa no da Justia, mas da nossa legislao, afirma. Ele cita o caso de um assal-tante que foi preso na QE 38 e no outro dia ele foi preso novamente vendendo drogas, com a ajuda de uma frentista, no posto de combustveis na QE 36. Hoje, quem est preso o cidado de bem, que no pode sair de casa por causa da violncia. E quem est solto o marginal, diz o comandante.

    As operaes da polcia civil e mili-tar tem procurado identificar os prin-cipais pontos de drogas na cidade e com isso tambm chegar aos trafican-tes. Esses levantamentos indicam que as QEs 38, 40, 42, 34 e 36 so os principais focos da venda de drogas.

    Um dos maiores focos da venda de drogas no Guar tem sido o Polo de Moda, por causa da facilidade do alu-guel de quitinetes. Geralmene o pro-prietrio no pesquisa anteceden-tes do interessado e nem pede docu-mentos e tambm no estipula prazo. Qualquer um pode alugar, aponta o delegado, ao mostrar o levantamento do endereo residencial da maioria dos traficantes presos no Guar.

    A polcia vai continuar filmando a

    o avano do crack no GuarO aumento da droga na cidade est fugindo do controle das famlias, da polcia e do governo

    Policiais da 4 DP monitaram, com filmadoras, a ao dos traficantes e consumidores no Guar. Com o auxlio das imagens policiais percorrem as praas da cidade abordando

    tranficantes e consumidores para tentar coibir o comrcio e o consumo da droga.

  • 28 de dezeMbRo de 2013 a 3 de janeIRo de 2014joRnal do GuaR 5 cIdade

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    ao do trfico no Guar, mas os poli-ciais lembram que importante a par-ticipao dos moradores na denncia sobre os pontos na cidade. No pre-cisa ter medo de denunciar, porque o denunciante no identificado. Bastar ligar para o telefone 197.

    NaturalidadeConsiderado o principal foco do tr-

    fico no Guar, a QE 38 convive com a venda da droga quase com natura-lidade. Amoradora M.A.M. tem pre-senciado a ao de uma traficante de cerca de 11 a 12 anos nas proximida-des de sua casa, entre uma panifica-dora e o prdio da Regional de Ensino. Os usurios aparecem a p, em bici-cleta ou carro e pegam a droga com ele. No tem um horrio certo, o que leva a crer que a venda j estava agen-dada, conta.

    Sem medo de se identificar, a lder comunitria Clia Caixeta reclama do trfico ostensivo de drogas na QE 46. Os traficantes se escondem no mato do terreno da Tasa (entre a QE 46 e o setor de Postos e Motis) e saem para vender a droga. A cada dia aumenta o furto de roupas, tnis e outros objetos na quadra, provavelmente por usu-rios para troc-los por droga. Ela diz que seu marido foi assaltado recente-mente na quadra.

    ConscientizaoCoordenador do Comit Contra

    o Crack no Distrito Federal, o depu-

    tado distrital e secretrio de Justia e Cidadania, Alirio Neto, garante que o problema maior do que a socie-dade imagina. Estamos convivendo com um paradoxo: s h o trfico por-que h o usurio. No adianta com-bater apenas o trfico sem conscien-tizar a populao dos riscos do con-sumo da droga. E isso que estamos fazendo no governo, mas a populao precisa fazer a sua parte, conscienti-zando seus filhos e denunciando o tr-fico, explica o secretrio.

    Os dois responsveis pela segu-rana pblica no Guar garantem, entretanto, que somente a polcia no consege combater o trfico e o uso de drogas. A raiz do problema est na famlia, que precisa acompanhar o comportamento dos seus filhos em casa e na escola. A polcia age apenas nos efeitos e nos sintomas e no na causa, defende o comandante do 4 Bratalho da PM, Antonio Carlos Frei-tas . Quando fazemos apreenso de menores consumindo ou traficando, chamamos a famlia e a maioria dos pais garantem que desconhecia que seus filhos usavam drogas., completa o delegado.

    Nessa cruzada para reduo do con-sumo de drogas no Guar, a 4 DP tem realizado a operao Praa Limpa, em que policiais percorrem as praas da cidade identificando tranficantes e consumidores. Essas blitzes tem afu-gentado os traficantes, que usam as praas para atrair os jovens, come-

    mora Jeferson Lisboa.

    Programa Federal O governo fede-

    ral criou um programa para enfrentar a disse-minao das drogas, mas com o foco prin-cipal no crack. O pro-grama, coordenado pelo Ministrio da Jus-tia, foi estendido a todos os estados e no Distrito Federal coor-denado pela Secreta-ria de Justia e Cida-dania com a participa-o de outros rgos do governo.

    Segundo o coorde-nador do programa, o secretrio de Jus-tia, Alrio Neto, uma das palavras chave para o combate s dro-gas integrao. uma grande iluso achar que se combate as drogas apenas com represso. por isso que esse Comit to importante, essa inte-grao entre as secre-tarias e a sociedade s fortifica a causa, explica o secretrio que tambm coorde-nador do Comit.

  • 28 de dezeMbRo de 2013 a 3 de janeIRo de 2014joRnal do GuaR 7 PoltIca

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    Pelo segundo ano conse-cutivo, o deputado Izalci (PSDB/DF) est entre os 10 melhores parlamentares do Brasil. O ranking foi elabo-rado pelo Ncleo de Estudos sobre o Congresso (Necon) do Instituto de Estudos Sociais e Polticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP/UERJ) e publicado pela Revista VEJA Edio 2353 de 25 de dezembro de 2013 e do ano passado na Edio 2301/2012.

    A mdia da pontuao nos dois ltimos rankings (2012/2013) classifica o par-lamentar tucano em primeiro lugar do Brasil, dentro dos cri-trios de estudo do Necon. Os pesquisadores aplicaram a todos os deputados e sena-dores listados um rigoroso modelo de anlise que permite

    classific-los em um ranking. O passo inicial foi selecionar as proposies mais relevan-tes entre as centenas de medi-das provisrias, projetos de leis ordinrias e complemen-tares e propostas de emendas Constituio que tramitaram no Congresso. Os especialis-tas se debruaram sobre 243 proposies de maior relevn-cia entre as centenas de pro-jetos de lei, medidas provis-rias e propostas de emenda Constituio que tramita-ram na Cmara e no Senado em 2013. Classificaram, ento, aquelas que se enquadra-vam, favorvel ou desfavo-ravelmente, nos nove temas predeterminados: Carga tri-butria menor, infraestrutura, combate corrupo, melhor gesto dos gastos pbli-cos, sistema educacional efi-

    ciente, marcos regulatrios claros e respeitados, simplici-dade burocrtica, governabi-lidade e relaes trabalhistas. O Necon levou em conta todas as etapas e caminhos de uma proposio, de sua gnese aos trabalhos dentro das comis-ses, at o voto final, com peso especfico para cada uma das fases. O segundo passo foi selecionar as aes par-lamentares, como os parece-res em relatoria, a apresenta-o de emenda, o posiciona-mento em votao nominal e os pronunciamentos em ple-nrio e comisses. Para cada atividade foi estabelecido um peso. Os pareceres tm peso 4, pois so a base da tomada de deciso. Os pronunciamen-tos, embora mais visveis ao pblico leigo, tm peso 1, pela ineficincia.

    Antes de elaborar a lista, os parlamentares tiveram que passar pela clusula de tica aplicada, na qual foram expurgados aqueles envol-vidos em escndalos ou de reputao duvidosa. Foram utilizados critrios prprios e de levantamentos da Trans-parncia Brasil, bem como a situao de deputados e sena-dores tendo em vista a Lei da Ficha Limpa. Ao final, se che-gou ao ranking do progresso com os deputados e senado-res que mais trabalharam em favor de um Brasil moderno e competitivo.

    Izalci Segundo os critrios de

    avaliao do Necon, o depu-tado federal Izalci Lucas (PSDB-DF) foi escolhido o melhor deputado do pas. Em

    2012 ele estava entre os 10 pri-meiros, e o melhor no Distrito Federal e, em 2013, aparece no topo da lista, seguido por Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Felipe Maia (DEM-RN). O ranking de 2013 leva em con-siderao os resultados ape-nas dos dois ltimos anos, j que com a Lei da Ficha Limpa em vigor desde 2012, os cri-trios sofreram alteraes por excluir aqueles conde-nados por tribunais colegia-dos. Considerados os resul-tados apenas de 2013, Izalci ocupa a oitava colocao, bem a frente dos outros colocados do Distrito Federal, Jaqueline Roriz (PMN-DF) e Luiz Pitiman (PSDB-DF) empatados em 21. Esse o primeiro mandato de Izalci Lucas deputado federal, antes foi deputado distrital e secretrio de Estado.

    Ncleo de Estudos sobre o Congresso escolhe o parlamentar do DF como o melhor do Brasil nos dois ltimos anos

    Izalci eleito o melhor deputado do pas

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  • 28 de dezeMbRo de 2013 a 3 de janeIRo de 2014joRnal do GuaR 9 cIdade

    Cerca de 200 veculos, alguns em perfeitas condies de uso esto se deteriorando no ptio da 4 Dele-gacia de Polcia do Guar. Basta dar uma volta pelo ptio para ver veculos seminovos e at um zero quilmetro sofrendo as aes do tempo.

    A cena muito comum nos pos-tos da Polcia Rodoviria Federal nas estradas brasileiras, mas estranha nas delegacias urbanas. Na delega-cia do Guar existem veculos apreen-didos h mais de dez anos, sem que tenham destinao. No caso das estra-das, parte dos veculos apreendidos por falta de documentao ou produto de furto ou roubo, mas nas delegacias urbanas o motivo outro. Segundo o delegado Jeferson Lisboa, todos os veculos apreendidos na delegacia so ligados a algum crime, de furto, roubo ou estelionato.

    A culpa, entretanto, no da pol-cia, que faz a sua parte ao recolher os veculos irregulares. De acordo com o delegado, a destinao dos veculos depende da Justia, que tem sido lenta neste tipo de processo. No perodo em que estou frente da 4 DP nesses seis anos, no foi liberado nenhum ve-culo daqui, conta.

    At 0 kmEntre os veculos recolhidos est

    um BMW prata, apreendido de um estelionatrio, e at um Fiesta zero quilmetro, recolhido h quatro anos, mas ainda bem conservado, inclusive na parte interior. Esse carro pertence a um banco e foi tomado de um este-lionatrio tambm, mas nem o prprio banco teve interesse de vir busc-lo, informa o delegado.

    Jeferson Lisboa diz que j props

    Justia a liberao de alguns des-ses veculos em bom estado para que sejam utilizados como viaturas desca-racterizadas, para serem usadas por policiais em misses de averiguaes de crimes, mas no obteve resposta.

    Como a situao no apenas na delegacia do Guar, a Polcia Civil est construindo um depsito central para bens apreendidos, com prioridade para o recolhimento de veculos, que deve ficar pronto at o final de 2013.

    At o depsito ficar pronto, a 4 DP ter que conviver com a superlota-o de veculos. Aqui no cabem nem mais dez veculos, antecipa o dele-gado.

    Motos e bicicletasNo ptio interno da Delegacia, outro

    acmulo de veculos, desta vez de motos e bicicletas. Cerca de 20 motos,

    a maioria em bom estado de conserva-o, aguardam o mesmo destino dos carros. Tambm dependem da libera-o da Justia.

    Chama ateno tambm o amon-toado de cerca de 200 bicicletas, acu-muladas h mais de dois anos, tambm produtos de roubos e furtos. Como so veculos que no exigem documenta-o para circular, a identificao dos proprietrios mais difcil. Para que sejam devolvidas aos proprietrios necessrio apresentar a nota fiscal de compra. Amontoadas, a maior parte das bicicletas est empenada.

    Segundo o delegado, existem vrios pedidos de associaes e ONGs para doao das bicicletas, mas a libe-rao depende da anlise do Minist-rio Pblico do DF, que ainda no libe-rou as solicitaes encaminhadas pela Delegacia desde o ano passado.

    desperdcio!Mais de 200 veculos se deterioram na 4 DP espera de deciso da Justia

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  • 28 de dezeMbRo de 2013 a 3 de janeIRo de 2014joRnal do GuaR 11 cIdade

    guar vivojoel alVes

    [email protected]

    cicloviaCrianas j aproveitam a ciclovia do Guar,

    seja de bicicleta, de skate, de patins ou a p, antes mesmo de ficar pronta. Ela vir com pla-cas e demais sinalizaes. Esta semana de feriados aproveitei para caminhar em outros horrios pelo calado e pela nova ciclovia do Guar e foi interessante observar o comporta-mento das pessoas. Varias estavam curtindo o piso asfltico liso da ciclovia que est quase pronta. Na prtica, eles provavam o que a maio-ria dos participantes da Audincia Pblica j decidiram em nome dos moradores da cidade no comeo do ano. O piso asfltico muito melhor que o tradicional piso de pedra portu-guesa que tambm muito bom, mas deve ser substitudo em todo o entorno do Guar II.

    ciclovia IICom a nova pista tambm viro novos pro-

    blemas. assim que as coisas acontecem. Muitos pedestres insistem em andar pela ciclo-via, mesmo correndo risco de acidentes com as bicicletas e isso vai ter que ser orientado pelas autoridades, pelo menos at que o novo cala-do fique pronto e cada um ficar no seu galho.

    comilanaNeste perodo sofremos grandes tentaes.

    No tem dieta que aguente uma festa de Natal. So tantas comemoraes que difcil contro-lar o garfo. A consequncia que voc v um nmero cada vez maior de pessoas fazendo exerccios para recuperar a forma. Faz parte e cada um tem que procurar se controlar de sua maneira. O importante no perder este momento to bom.

    cidade vaziaMuita gente viajando e percebemos a

    melhoria no trnsito. Para quem ficou sem-pre bom observar os movimentos nas casas dos vizinhos. Qualquer movimento suspeito ligue para a polcia e no se atreva a se meter com possveis assaltantes. Eles geralmente no tem nada a perder e podem levar sua vida. Fique esperto.

    2014Em 2014, procure ser portador de boas not-

    cias, mas sem tendncias. Tem muita gente a trazer todos os dias notcias negativas. Muitas delas se acostumam a s denegrir e isto ruim. Sem perceberem se tornam pessoas amargas e estreis. Sem produzir nada de bom. Sejamos rigorosos com o mau feito, mas mantenhamos sempre uma porta aberta para o bem. A lei do retorno uma das coisas mais certas. Presta-remos contas pelo que fazemos seja bom ou ruim. Que Deus nos ilumine neste alvorecer que se aproxima.

    Sem muitas opes de lazer na cidade, o guaraense desco-briu no domin uma tima opor-tunidade de passar o tempo e fazer amizade. comum ver na maioria das praas e bares, gru-pos jogando, inclusive no meio da semana. O jogo caiu no gosto tambm da galera mais jovem. No meio dos mais experien-tes v-se muitos adolescentes jogando. E est chegando tam-bm no pblico feminino.

    Antes, tratado apenas como lazer, o domin agora reconhe-cido como esporte e est sendo

    utilizado como terapia para os males de Alzheimer e Parkinson e como aprendizado na escola.

    No Guar, alunos de duas tur-mas da Escola Classe 6 (QE 26) participam do projeto Domin na Escola no turno invertido das aulas. O domin ajuda no racio-cnio lgico, porque ensina a fazer contas, e na socializao, explica o presidente da Confede-rao Brasileira de Domin (Con-brad), Ronaldo Aguiar. A inteno da entidade estender o projeto para outras escolas do Guar, em parceria com a Associao Terno de Branco, que tem sede na QE 30 do Guar II.

    Expanso no GuarNo Distrito Federal, Guar

    considerada a capital do domin. O agora esporte praticado mais na QE 30, onde so realizados os campeonatos promovidos pelo Terno de Branco, mas nas QE/QIs 1, 10, 12 do Guar I, e nas QEs 15, 17, 26 e 34 do Guar II o jogo tem bastante adeptos. Os tor-neios promovidos no Guar tm atrado competidores de outras regies do DF. O domin deixou de ser apenas lazer de aposenta-dos e desocupados, afirma Wag-ner Ferreira, um dos fundadores da Associao Terno de Branco.

    No difcil passar pelas pra-

    as e reas verdes da cidade e perceber que este jogo milenar um dos passatempos mais popu-lares do Guar, principalmente entre o pblico da terceira idade.

    Valendo medalha, ou no, para Hamilton Almeida, 66 anos, a satisfao est no jogo. A pre-miao consequncia. Ele se rene diariamente com seus com-panheiros de domin e diz que no h entretenimento melhor. Pode ter trofu, medalha, mas o que importa mesmo jogar, res-saltou.

    Outro amante das pedri-nhas Aldo Augusto de Atade. Ele aprendeu o jogo com o av, na infncia, e joga at hoje. Eu jogo de manh e tarde. Tenho muita briga com a mulher, que reclama que eu no paro em casa.

    EsporteCom a criao da Confedera-

    o Brasileira de Domin (Con-brad), o jogo como esporte est se expandindo no pas. A confe-derao nasceu praticamente s com a Federao Brasiliense de Domin mas, segundo Ronaldo, j existem seis outras federaes estaduais organizadas. Nosso compromisso com o Ministrio do Esporte, ao transformar o domin em esporte, criar 27 federaes at o prximo ano, conta.

    domin como terapia e esporte Jogo chega s escolas do Guar como aprendizado e utilizado para a amenizar Alzheimer.

    Atravs do domin, as crianas do projeto Domin na Escola exercitam o

    raciocnio lgico

  • Nossos estudantes trouxerammuito mais contedo na bagagem.

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  • 28 de dezeMbRo de 2013 a 3 de janeIRo de 2014joRnal do GuaR 13 cIdade

    Tcnico da Vigilncia Amtiental recolheu o escorpio.

    Um garoto de 1 ano e 5 meses mor-reu no dia 17 de abril, aps ter sido picada por um escorpio em uma cre-che Conjunto A da QE 19. O garoto brincava no parquinho da escola quando foi picado pelo animal. Levado para o Hospital Regional do Guar e depois transferido de helicptero para a UTI do Hospital Braslia, no Lago Sul, onde apresentou complicaes carda-cas e, durante a madrugada, sofreu uma parada cardiorrespiratria e mor-reu.

    Os pais do garoto isentaram a cre-che de responsabilidade e consideram o caso como uma fatalidade.

    Tcnicos da Vigilncia Ambiental no Guar levaram o escorpio para a identificao da espcie, de cor ama-rela. Eles retornaram creche no outro dia para identificar eventuais locais onde os animais podem se reproduzir e encontraram dois escorpies amare-los na caixa de esgoto.

    De acordo com a diretoria da cre-che, Sayonara Patrcia, todas as medi-das de limpeza e dedetizao do local foram tomadas recentemente e so fei-tas regularmente. O problema que existem muitos escorpies nessa rea e eles acabam voltando. Segundo ela, no ano passado o Centro de Controle de Zoonozes foi chamdo para orientar sobrea as providncias que deveriam ser tomadas para evitar os escorpies. Eles orientaram que que fechssemos as bocas de lobo prximas e realizasse a dedetizao a cada seis meses. o que temos feito, afirma.

    As funcionrias da creche contam que o garoto no apresentou qualquer reao diferente aps a picada. Eles estava conversando normalmente, inclusive no hospital, garante a dire-tora.

    InfestaoDurante a vistoria feita pelos tcni-

    cos da Gerncia Ambiental do Guar, uma vizinha da creche, Sandra Araujo, apareceu com um pote cheio de escor-pies capturados nas proximidades. "J encontramos dez escorpies den-tro de casa desde o ano passado.Eles esto por toda a parte, na sala de tele-viso, na mquina de lavar. s vezes encontramos um deles correndo no meio da sala enquanto assistimos tele-viso, com as crianas brincando."

    A Diretoria da Vigilncia Ambien-tal (Dival) e o Centro de Controle de Zoonoses programam visitas a cre-

    ches e asilos, porque crianas e ido-sos so mais vulnerveis ao escorpio. Alm das visitas a pedido, a gente faz pelo menos uma visita programada e voltamos quando h mudana no ambiente, explica a gerente de Vigi-lncia de Vetores e Animais Peonhen-tos, Kenia Cristina Oliveira.

    Segundo a gerente, no caso do escorpio no h inseticida indicado para combat-lo. Como faz parte da fauna do cerrado, ele sempre vai apa-recer, principalmente nesta poca, por causa da umidade, explica.

    Garoto foi levado ao hospital mas no resistiu

    esporpio mata criana em creche no Guar II

  • 28 de dezeMbRo de 2013 a 3 de janeIRo de 2014joRnal do GuaR 15 cIdade

    umas e outrasjos GuRGel

    [email protected]

    suvaco de cobraMuito animada a Parada do Orgulho Gay

    realizada no Guar. Em contrapartida, o Caixa Preta e um grupo de amigos se reuniram para realizar A Parada da Vergonha Htero, verso machista da outra.

    As adeses no conseguiram encher o Suvaco de Cobra, o boteco onde o pessoal resolveu se concentrar (apesar de ter muito penetra):Voc no est na parada errada? No queridinho, aqui t bom...T cheio de bofe...

    Tambm pudera, marcaram a manifestao para um domingo, sol de rachar, uma suadeira merecendo uma gelada...tudo era convite para um churrasco.

    Porm depois que o STF decidiu que Consideramos justa toda forma de amor, os machos de Braslia acostumados a abraar cactus no Nordeste, mastigar caroo de pequi no Gois, comer abelhas vivas nos Pampas (eu hein, rosa!), se sentiram violentamente feridos em seus brios e briocos, apesar de estarem abichornados e pachorrentos em seus afazeres, muitos se indignaram e foram luta.

    Porm a coisa deu pra trs. Literalmente.Depois de muita cerveja e cachaa, muitos

    j nem sabiam o que faziam naquele boteco. Foi quando a turma do suvaco mortal, meias perfume de gamb conseguiu reunir uma quantia considervel de adeptos (uns dez ou doze) ainda em condies de andar sem ajuda iniciando a tal parada, que rolou na maior algazarra, mas terminou em pancadaria prximo ao Centro, por causa de rivalidades tribais inconciliveis entre torcedores de futebol.

    dilermando vaiEncontrei o velho Caixa meio triste. Me contou

    o motivo: pois no que o Careca, o Dilermando do Cerrado, est de mudana para as bandas do Nordeste e vai deixar a turma do domin da praa sem os acordes do seu precioso violo, sempre acompanhado de causos da sua querida Paraba?

    Uma figura muito querida, o nosso amigo Careca sempre brincalho e alegre, com um causo sempre na ponta da lngua para contar aos usades que se renem na praa diariamente para jogar domin e conversa fora.

    Que o Careca seja muito feliz ao lado da famlia e quando sentir saudades pegue o violo toque uma msica, dessas que sempre nos brindou. Fique certo que nos nossos coraes ouviremos o amigo.

    Piscino da orlaO Caixa Preta sempre me surpreende mas

    confesso que desta vez ele se superou. Encontrei-o s de calo com aquele fsico de jogador de porrinha indo em direo a QE-28, que ele apelidou de Piscino da Orla. Estava j equipado com uma bia de pneu de caminho, pois no sabe nadar e assim no correria o risco de afogamento.

    Falei que dessa vez ele j estava exagerando, que o acompanharia s para constatar o fato, qual no foi minha surpresa em ver tudo alagado parecendo at que estvamos no meio do Lago Parano.

    Pelo jeito enquanto no for feita uma obra para a correo de escoamento daquelas quadras, teremos sempre que conviver com esses alagamentos toda vez que chover.

    Quem frequenta o CasaPark, na Regio do Guar, deve ter observado que o shopping est em obras. a revitalizao que comeou em 2012 e chega s vs-peras de 2014 em sua fase mais visvel aos olhos do pblico. Tudo para deixar o maior e mais com-pleto centro de compras e difu-so de design do Centro-Oeste ainda mais moderno e aconche-gante. Do piso ao forro do teto, da iluminao ao sistema de ar-condicionado, tudo est sendo renovado.

    Para modernizar as fachadas interna e externa e as instala-es do CasaPark, foi chamado o

    escritrio de arquitetura de Sr-gio Parada. Responsvel por pro-jetos emblemticos como o do aeroporto internacional de Bra-slia, Srgio Parada criou novos espaos de convivncia e reas de circulao.

    Do lado de fora, os prti-cos esto sendo reformados. As obras acontecem na entrada lateral, que d para os condom-nios Ilhas Maurcio e Park Sul. A entrada receber uma rampa de acesso e novas escadarias. Pai-nis de vidro no alto do prtico daro mais leveza estrutura que ganhar tambm novos con-tornos.

    Assim que esta ficar pronta, ser a vez do prtico princi-pal passar por uma reforma. Os mesmos elementos sero apli-cados na entrada principal que ganhar ainda uma marquise em metal, tornando a recepo aos visitantes mais acolhedora. Alm disso, as boas vindas se estendero pelo corredor do 1 Piso, com a calada de pedra portuguesa com pedra rio verde que seguir at a Praa Central.

    As obras de modernizao seguem durante o 1 semestre de 2014. Em breve, traremos mais novidades sobre a revitalizao do CasaPark.

    casaPark, mais moderno e mais bonito

    Obras de revitalizao sero concluidas em 2014

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