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Jornal sincor ceara

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Jornal sincor ceara

Text of Jornal sincor ceara

  • N 200 - JANEIRO DE 2012

    Eventos, encontros,

    seminrios j a partir

    de fevereiro

    2012 comea pra valer no mercado de seguros

    Os profissionais do mercado de seguros j podem se programar para

    participar de megas eventos relacionados ao setor, em fevereiro. Mesmo

    com o carnaval, no faltam oportunidades para debater temas atuais

    ligados ao segmento, em todas as regies do Brasil. Para tanto as

    entidades, de um modo em geral, esto se articulando com os sindicatos

    regionais. (Veja matria na 7)

    Diretor-executivo do HSBC

    assume Seguradora do Grupo Sebas t i an Arcur i ,

    d i re tor-execut ivo de

    Varejo do HSBC desde

    2010, assumir tambm a

    partir de fevereiro a

    responsabilidade local

    p e l a s o p e r a e s d a

    seguradora, com reporte

    internacional a Sylvia

    Coutinho, diretora do

    mesmo segmento para as

    Amricas, e local a

    Conrado Engel, CEO da

    instituio no Brasil.

    ( P g i n a 2 )

    Diretor geral do DNOCS diz ter se demitido

    para evitar uma crise poltica

    O Art. 765 do Cdigo Civil

    claro quando determina que tanto o

    segurador quanto o segurado so

    obrigados a guardar na concluso e

    na execuo do contrato, a mais

    estrita boa-f. (Pgina 2)

    Programa de Proteo Veicular

    no protege ningum

    Ttulo de capitalizao

    com incentivo foi

    destaque em 2011Com crescimento na casa dos

    dois dgitos, a Brasilcap, SulaCap e

    Aplub Capitalizao apontam os

    bons resultados da carteira no ano

    de 2011. Especificamente na

    Brasilcap, diz Joilson Ferreira,

    diretor comercial, o fechamento

    projetado de dezembro apontava

    para um incremento na ordem de

    20% frente a 2010, superando a

    marca dos R$ 3 bilhes em

    faturamento. (Pgina 3)

    Faltam executivos

    preparados para o

    setor de resseguro

    O resseguro o seguro do

    seguro, necessrio em grandes

    aplices, como uma plataforma de

    petrleo ou um avio, na qual a

    seguradora no consegue arcar

    com todo o risco e por isso repassa

    a maior parte para resseguradoras.

    O mercado brasileiro se abre

    para o setor privado a partir do dia

    17 de abril, quando a legislao que

    regulamenta o setor entra em vigor.

    Por isso, as empresas correm contra

    o tempo para se preparar.

    (Pgina 6)

    DPVAT:

    RETROSPECTIVA

    20112 0 1 2 . E s t a m o s n o

    alvorecer de um novo ano, onde

    procuraremos de maneiras

    diversas cumprir nossas

    promessas, atingir objetivos e

    retaliar excessos. Antes dos fogos

    que anunciaram a chegada desta

    nova etapa para todos ns, fizemos

    um rpido check up do ano que

    passou, a fim de nos planejarmos

    para que as coisas boas sejam

    valorizadas e as ruins, descartadas.

    um desejo natural do homem

    buscar por melhoria, crescimento,

    realizao. Mas, infelizmente, ano

    aps ano estamos insistindo no

    mesmo erro, que se agrava a cada

    reveillon. ( Pgina 10)

    -

    Aps denncias, o ex -diretor-geral do DNOCS (Departamento

    Nacional de Obras Contra as Secas) Elias Fernandes, decidiu pedir

    demisso. A deciso foi de comum acordo entre Fernandes e seu padrinho

    poltico Henrique Eduardo Alves (RN). (Pgina 11)

    Robert Bittar: Presidente da Funenseg

  • Janeiro de 2012

    TABELA DE PRMIOS E GARANTIAS VIGENTE NO MS DE JANEIRO DE 2012, NOS TERMOS

    DA RESOLUO N 192 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2008 DO CNSP DO MINISTRIO DA FAZENDA

    Nsio Sousa

    O Art. 765 do Cdigo Civil claro quando determina

    que tanto o segurador quanto o segurado so obrigados a

    guardar na concluso e na execuo do contrato, a mais

    estrita boa-f e veracidade, tanto a respeito do objeto

    como das circunstncias e declaraes a ele concernentes.

    Via de mo dupla, a boa-f exigvel tanto do segurado

    como do segurador, obrigando as partes a atuarem com a

    mxima honestidade desde a fase pr-contratual at a fase

    da execuo do contrato.

    importante sublinhar que a boa-f tambm um

    atributo que cabe ao corretor de seguros, pois ele detm o

    conhecimento tcnico do produto seguro e tem o dever de

    esclarecer ao segurado quanto importncia da boa-f na

    declarao espontnea a ser preenchida por ele, bem como

    tem a obrigatoriedade de prestar esclarecimentos sobre o

    Programa de Proteo Veicular

    no protege ningum

    contrato, independente de solicitao do segurado.

    Todavia, a comercializao da chamada proteo veicular a qual j

    conhecemos no mercado por seguro pirata vem abalando esta relao de boa-

    f e intimidando at mesmo os profissionais mais tarimbados, que j tem sua

    carteira de clientes consolidada, sobretudo no aspecto da concorrncia desleal. A

    oferta desse tipo de produto realizada sem a apresentao de garantias de que os

    contratos sero cumpridos no futuro, o que, alm de ser ruim para o consumidor,

    perturba o mercado.

    Ora, as pessoas j acham o seguro um produto confuso, de difcil

    interpretao. Da surge esta prtica fraudulenta que apenas agrava a

    desconfiana histrica que o consumidor brasileiro tem em relao ao produto

    seguro e abala a imagem positiva que os profissionais do ramo h tempos vm

    construindo no mercado.

    Apesar das semelhanas do produto denominado Proteo Veicular com o

    contrato de seguro, aquele no possui natureza jurdica e sequer est regulado

    pela Superintendncia de Seguros Privados (SUSEP). Ao contrrio do que ocorre

    com o seguro tradicional, a proteo veicular no regulamentada por leis ou

    rgos do governo. Mas o que impressiona que, apesar de seu carter nebuloso,

    o seguro pirata possui atualmente grande penetrao no segmento de seguro

    para veculos automotores, por meio de cooperativas e associaes que so

    criadas com o objetivo de comercializar os produtos para a populao em geral.

    Acontece que, grande parte daqueles que se associam, no consegue ser

    ressarcida quando ocorre um sinistro. Isto sem falar que o proprietrio de veculo

    que se associa a uma empresa dessas perde a qualidade de consumidor, pois passa

    a ser um associado ou cooperativo. As empresas seguradoras esto sujeitas

    aplicao do Cdigo de Defesa do Consumidor (CDC). Mas essas associaes e

    cooperativas, no. Empresas que praticam a proteo veicular, geralmente, no

    honram seus contratos a longo prazo, j que muitas fecham as portas aps captar

    recursos dos associados.

    Pagar menos para ter o carro protegido pode virar um problema srio para os

    donos de veculos. Ingressar nessas entidades que no esto normatizadas, mas

    que argumentam estar amparadas pela Constituio, pode trazer surpresas

    desagradveis para os beneficirios. Como estas associaes no possuem

    suporte legal do CDC, nem registro na SUSEP, quem se sentir lesado dever

    recorrer justia comum para cobrar os direitos previstos em contrato.

    A Lei 7.492/86 dispe sobre a captao e administrao de seguros sem

    devida autorizao, que crime. Mas o que ocorre que estas associaes no

    assumem o produto como seguro, e sim como rateio, proteo, mutualismo ou

    qualquer outra denominao a qual achem cabvel a fim de no utilizarem o termo

    seguro. Os Sincors e a prpria SUSEP acusam tais instituies de prtica de crime

    contra o sistema financeiro.

    Apenas companhias de seguros podem comercializar seguros de

    automveis. Essas companhias dependem da autorizao da SUSEP para

    funcionar, tm suas prticas controladas em pormenores, especialmente em

    relao constituio de reservas tcnicas, solvncia, balanos e clusulas

    contratuais de seus contratos. Empresas que praticam a comercializao do

    seguro pirata tm oferecido um produto idntico ao seguro, sem qualquer

    fiscalizao ou autorizao do governo, levando seus associados ao engano, que

    contratam algo obscuro como se fosse um autntico contrato de seguro.

    Segundo SUSEP que firmou parceria com a Advocacia Geral da Unio (AGU)

    e que est dialogando com a Polcia Federal e o Ministrio Pblico, alm de

    regulamentar o mercado segurador aes esto sendo desenvolvidas a fim de

    reprimir as atividades de empresas ilegais dentro do mercado de seguros e a

    FENACOR tem se empenhado com afinco em identificar essas empresas.

    Como bom exemplo de que a Justia o melhor caminho a ser seguido pelo

    mercado segurador quanto a esta questo, temos a 12 Vara Federal do Rio de

    Janeiro. Esta determinou o fechamento da Associao Crist de Proteo

    Patrimonial, acatando o pedido de liminar impetrado pela Procuradoria Federal

    junto SUSEP.

    H uma grande quantidade de aes em curso contra associaes e

    cooperativas que esto a explorar a atividade de seguros de forma ilegtima.

    mister para a classe seguradora e corretora de seguros, como a sociedade em

    geral, que estes trabalhos sejam realizados com presteza e que as aes sejam

    julgadas procedentes no mbito administrativo e judicial, com penalizaes

    pecunirias rigorosas e at mesmo a decretao de encerramento das atividades

    dessas instituies.

    Diretor-executivo do HSBC

    assume Seguradora do Grupo Sebastian Arcuri, diretor-executivo de

    Varejo do HSBC desde 2010, assumir tam-

    bm a partir de fevereiro a responsabilidade

    local pelas operaes da seguradora, com

    reporte internacional a Sylvia Coutinho,

    diretora do mesmo segmento para as Amri-

    cas, e local a Conrado Engel, CEO da insti-

    t u i o n o B r a s i l .

    Vale destacar que Sebastian possui 20

    anos de experincia no mercado financeiro

    e est no Grupo HSBC desde 1994. Liderou

    operaes de Varejo em Singapura e na

    Coreia e foi vice-presidente de Distribuio

    e Premier nas Filipinas. Em 2008, foi eleito

    um dos "Top 50 Most Promising Young

    Bankers" na regio do Leste Asitico e Ori-

    ente Mdio pelo The Asian Banker Journal.

    ( R e d a o A g n c i a I N )

  • Janeiro de 2012

    Com crescimento na casa dos dois

    dgitos, a Brasilcap, SulaCap e Aplub

    Capital izao apontam os bons

    resultados da carteira no ano de 2011.

    Especificamente na Brasilcap, diz Joilson

    Ferreira, diretor comercial, o fechamento

    projetado de dezembro apontava para um

    incremento na ordem de 20% frente a

    2010, superando a marca dos R$ 3 bilhes

    em faturamento. No que tange reserva,

    a projeo de um crescimento nominal

    acima de 7%, em 2011, pontua.

    Na Aplub Capitalizao, informa o

    vice-presidente, Ricardo Athansio

    Felinto de Oliveira, o incremento foi

    surpreendente. Mesmo em meio crise

    internacional, o mercado de capitalizao

    atingiu no ano passado um faturamento

    de R$ 13,5 bilhes, representativo de um

    crescimento de 15% em relao ao ano de

    2010. A Aplub Capitalizao, na esteira

    desse crescimento, teve um incremento

    de mais ou menos 80%, em relao ao ano

    anterior, revela.

    Ainda de acordo com ele, entre as

    modalidades existentes de Ttulos de

    Capitalizao (Tradicional, Compra-

    Programada, Popular e Incentivo), a de

    I n c e n t i v o a p r e s e n t o u o m a i o r

    crescimento, dada a facilidade de se ter

    aprovada uma promoo comercial, com

    apelo de sorteio, por intermdio das

    Sociedades de Capitalizao. Esse

    resultado reflete a opo de nossa

    empresa em focar nos segmentos

    incentivo e popular, o primeiro

    apresentando forte crescimento pelas

    razes j expostas , o segundo

    impulsionado pela ascenso das classes C

    e D como novo mercado consumidor,

    avalia.

    J na SulaCap, a estratgia em atuar em

    Joilson Ferreira, diretor

    comercial da Brasilcap

    Ttulo de capitalizao com incentivo foi destaque em 2011

    aes de vendas especficas para alguns

    nichos pouco explorados no mercado,

    criando produtos mais rentveis para

    atend-los, gerou timos resultados. O

    ano de 2011 foi excelente para a

    SulaCap, que cresceu 23,3% em relao

    a 2010, especifica Cesar Tadeu

    Dominguez, diretor comercial e de

    Marketing da SulaCap.

    Oportunidades e desafios

    Entre as oportunidades para a

    carteira de capitalizao em 2011,

    analisa Ferreira, o destaque foi a

    c o m e r c i a l i z a o d o t t u l o d e

    capitalizao 'Cap Fiador', novo modelo

    de negcio como uma nova opo de

    garantia locatcia, e o produto de

    Incentivo, voltado a estruturao de

    promoes para parceiros comerciais. J

    o desafio, diz ele: foi a estruturao de

    uma rede de parceiros comerciais, que

    r e p r e s e n t e m a e m p r e s a n a

    comercializao do Cap Fiador.

    Oliveira destaca que a manuteno do

    crescimento da modalidade incentivo

    algo irreversvel, pois as empresas

    descobriram que podem realizar suas

    promoes sem os riscos e a burocracia

    das demais autorizadoras (CEF e

    SEAE). O fortalecimento do mercado

    interno pela insero econmica das

    classes menos favorecidas continuar

    gerando oportunidades para as

    Sociedades de Capitalizao. Tanto

    que, em dezembro de 2011, a

    capitalizao foi prestigiada na

    Resoluo CNSP n. 244, como mote

    para a disseminao do microsseguro, a

    partir da cesso do direito de sorteio do

    Ttulo de Capitalizao.

    O executivo comenta ainda que

    durante anos o Brasil conviveu com um

    sistema exclusivo, pois dada a falta de

    recursos de grande parcela da

    populao, houve uma natural

    elitizao dos produtos. Por isso,

    existe uma enorme carncia de

    conhecimento e mecanismos aptos a

    atender os novos consumidores

    emergentes. Se isso por um lado um

    problema a ser enfrentado, por outro

    Ricardo Athansio Felinto,

    vice-presidente da Aplub

    Capitalizao

    gera um mundo de oportunidades para

    aqueles que se especializarem nesses

    mercados. A Aplub Capitalizao j h

    alguns anos vem trabalhando com este

    nicho, o que em parte explica seu

    crescimento acima da mdia nacional.

    Dominguez informa que na

    SulaCap o maior desafio foi bater e

    superar a meta de R$ 1 bilho em vendas

    em 2010. Para isso, os colaboradores

    da companhia estiveram motivados e

    empenhados, o tempo todo, em trazer

    novos negcios e atender com

    excelncia nossos clientes e parceiros

    comerciais, destaca.

    Perspectivas

    O diretor comercial da Brasilcap

    prev para este ano a obteno de um

    crescimento nominal de receita na

    ordem de 15%, conforme desempenho

    do segmento. As oportunidades so a

    consolidao do Cap Fiador e o

    aumento da comercializao dos

    produtos de Incentivo, ressalta.

    Certamente 2012 ser mais um

    ano produtivo para o mercado de

    capitalizao. Alm disso, a fiana

    locatcia e a angariao de recursos para

    projetos scioambientais atravs dos

    Ttulos de Capitalizao so tendncias

    fortes para o ano de 2012, conclui o

    vice-presidente da Aplub Capitalizao.

    Cesar Tadeu Dominguez, da SulaCap

    diz que depois de atingir uma marca to

    ousada como foi o R$ 1 bilho em

    vendas, a companhia espera crescer no

    mesmo ritmo que em 2011, inovando

    em seus produtos e atuando nos

    mercados que conquistamos, nos

    mantendo sempre frente da

    concorrncia. Afinal, esse o nosso

    diferencial, conclui.

    Cesar Tadeu Dominguez,

    d i r e t o r c o m e r c i a l d a

    SulaCap

    Por Karin Fuchs Fonte: Revista Cobertura

  • Janeiro de 2012

    A fiscalizao e a regulao do

    mercado esto integradas no

    Sistema Nacional de Seguros

    Privados, composto pelo Conselho

    Nacional de Seguros Privados

    (CNSP), pela Superintendncia de

    Seguros Privados (SUSEP), pelas

    S o c i e d a d e s S e g u r a d o r a s ,

    Sociedades de Capitalizao,

    E n t i d a d e s d e P r e v i d n c i a

    Complementar Aberta e pelos

    corretores habilitados a atuar nesses

    segmentos.

    J no Captulo I da Lei 4.594,

    podemos verificar em seu Art. 1

    justamente o que trata do corretor

    de seguros e de sua habilitao

    profissional que o corretor de

    seguros, seja ele pessoa fsica ou

    jurdica, o profissional legalmente

    autorizado a obter e propor

    contratos de seguros, reconhecidos

    pela legislao em vigor, entre as

    Sociedades Seguradoras e as

    pessoas fsicas ou jurdicas, de

    direito privado ou pblico.

    Ao endossar uma declarao que

    no reflita a verdade em contratos

    por ele assinados, o corretor

    responder profissionalmente e

    civilmente, independente das

    medidas coercitivas que digam

    respeito a outros responsveis pelo

    delito, como descrito no Art. 20 da

    Lei 4.594/64, Captulo V, que versa

    sobre as penalidades e deveres da

    Lei.

    O Decreto-Lei n 73, de 21 de

    Novembro de 1966, no seu Art. 126

    regula os atos dos corretores de

    VOC SABIA QUE A LEI N 4.594, DE DEZEMBRO DE 1964,

    REGULA A PROFISSO DE CORRETOR DE SEGUROS?

    seguros, como consta em seu

    Captulo VII, que trata das

    Disposies Gerais: O Corretor de

    Seguros responder civilmente

    perante os segurados e as

    Sociedades Seguradoras pelo

    prejuzo que causar, por omisso,

    impercia ou negligncia no

    exerccio da profisso.

    Em sua Seo III, a que cuida da

    denominao social e do nome

    fantasia, temos no Art. 8 declarada

    a obrigatoriedade de constar na

    denominao social e/ou nome de

    fantasia da corretagem de seguros

    uma das seguintes expresses:

    Corretora de Seguros ou

    Cor re tagem de Seguros ,

    independente das mesmas virem

    intercaladas por outras atividades.

    De modo complementar,

    encontramos na Seo V Das

    Informaes Cadastrais o

    seguinte texto:

    Art. 11. requisito fundamental,

    para a regularidade do Registro,

    que a co r re to ra man tenha

    atual izadas as informaes

    cadastrais perante SUSEP,

    procedendo entrega de todas as

    alteraes contratuais e estaturias,

    devidamente arquivadas no

    Registro Pblico de empresas

    Mercantis e Atividades Afins da

    Unidade da Federao de sua sede,

    no prazo de at sessenta dias,

    contados da data da alterao.

    Pargrafo nico. O corretor deve

    comunicar quaisquer alteraes dos

    dados cadastrais, no prazo mximo

    de trinta dias, contados da data de

    sua ocorrncia.

    importante salientar que a

    Circular SUSEP n 127, de 13 de

    Abril de 2000, regulamenta a

    atividade diria do corretor de

    seguros e que todas as atividades

    do corretor de seguros realizadas

    em territrio nacional ficam

    subordinadas s disposies desta

    Circular, como expressado no

    Captulo I, onde se trata da

    Disposio Preliminar em seu Art.

    1.

    Logo no Art. 2 do Captulo II, o

    que versa sobre as Definies,

    torna-se claro que o intermedirio

    amparado por lei para angariar e

    promover contratos de seguros

    entre as sociedades seguradoras e

    as pessoas fsicas ou jurdicas de

    direito privado devidamente

    registrado, conforme as instrues

    estabelecidas presentes na

    Circular o corretor de seguros.

    Para efeitos da Circular, em seu

    Pargrafo nico considera-se:

    I corretora de seguros ou

    corretora a pessoa jurdica; e

    II corretor de seguros ou corretor

    a pessoa fsica.

    Na Seo II da Circular SUSEP

    n 127 a que pondera sobre os

    impedimentos estabelece-se que

    no permitido ao corretor de

    seguros nem ao preposto que

    aceitem ou exeram emprego em

    pessoa jurdica de Direito Pblico,

    como tambm no devem manter

    relaes de emprego, direo ou

    representao com sociedade

    seguradora, resseguradora, de

    capitalizao ou entidade de

    previdncia privada aberta.

    Lembrando que, como destacado

    n o P a r g r a f o n i c o , o s

    impedimentos do artigo aplicam-

    se, tambm, aos scios e corretores

    da corretora.

    As responsabilidades so

    tratadas na Seo III, onde

    verificamos no Art. 24 que todo

    prejuzo causado por omisso,

    impercia ou negligncia no

    exerccio de sua profisso s

    sociedades seguradoras ou

    s e g u r a d o s , s e r d e

    responsabilidade civil do corretor

    de seguros quando este for o autor

    do dano. Tambm importante

    destacar que o corretor de seguros

    que se omitir no cumprimento das

    leis, regulamentos e resolues em

    vigor ou que der causa dolosa ou

    culposa e prejuzos s sociedades

    seguradoras ou aos segurados

    es tar sujei to a responder

    profissionalmente perante

    SUSEP, como salientado no Art.

    25.

    Vale informar que, de acordo

    com as Disposies Finais da

    Circular SUSEP n 127, dispostas

    no Art. 26 do Captulo VII, o

    co r r e to r cu j a Ca r t e i r a de

    Habilitao Profissional houver

    sido cancelada, nos termos da lei,

    no poder ser reabil i tado

    novamente. O importante lutar

    para no lutar...

  • Janeiro de 2012

    Vamos interagir todos juntos, governos Federal, Estaduais e Municipais,

    instituies estatais e de economia mista, imprensa escrita, falada e televisionada,

    sindicatos de txi, de nibus e de caminhoneiros, sindicatos das seguradoras e dos

    corretores das 27 unidades federativas, o Senado Federal, a Cmara Federal, as

    assemblias estaduais e as prefeituras municipais, os DETRANs estaduais, a Polcia

    Rodoviria Federal, as 71 seguradoras que fazem parte do consrcio DPVAT, os 70 mil

    corretores de seguros e todas as pessoas direta e/ou indiretamente ligadas ao sistema de

    trnsito e transporte rodovirio para que, de modo geral, a populao brasileira seja

    informada de como funciona a instituio DPVAT, onde as vtimas de sinistro podero

    buscar seus direitos e como se d o recebimento das indenizaes. Por esta razo,

    estamos convocando todos a fim de criarmos uma sinergia no intuito de informar, de

    transmitir o conhecimento acerca dos direitos daqueles que sofreram danos pessoais

    causados por veculos automotores de via terrestre, divulgando de todas as formas as

    prerrogativas cabveis pessoa vtima de acidente de trnsito, principalmente de modo

    verbal, no sempre to bem sucedido boca-a-boca.

    Tambm mister esclarecer que, apesar do Seguro DPVAT independer da

    culpabilidade dos envolvidos, o mesmo no invalida que um processo judicial seja

    aberto pela prpria vtima ou por seus familiares contra o responsvel pelo acidente,

    isto caso seja constatada aps a concluso do inqurito policial a obrigao penal do

    causador do sinistro e cvel do proprietrio do veculo responder pelos danos pessoais

    causados vtima ou vtimas do acidente.

    Este assunto e todos os outros aspectos que orbitam o Seguro DPVAT

    precisam ser debatidos com maior frequncia e seriedade, pois s assim evitaremos a

    fraude e haver um maior esclarecimento a respeito dos deveres das entidades inseridas

    nos trmites do Seguro DPVAT como tambm dos prprios condutores de veculos para

    com aqueles que sofreram dano fsico causado por veculo automotor de via terrestre.

    No Estado do Cear, procure o Sindicato dos Corretores de Seguros,

    Capitalizao, Previdncia Privada e de Empresas Corretoras de Seguros no estado do

    Cear - SINCOR-CE e/ou os corretores credenciados para esse tipo de atendimento a

    fim de impedir que pessoas de m-f causem dolo e lucrem com as indenizaes que

    apenas dizem respeito s vtimas de acidente. Afinal, no h necessidade de

    representao atravs de terceiros para a abertura de um processo DPVAT, o prprio

    beneficirio ou beneficirios pode reunir a documentao necessria e dar entrada

    pessoalmente no processo.

    Manoel Nsio Sousa

    Presidente do SINCOR/CE.

    Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia Privada e de Empresas Corretoras de

    Seguros do Estado do Cear

    RUA PERBOYRE E SILVA N 111, Sls. 606/607 6 AND. ED. ALVORADA CEP.: 60030-200

    FORTALEZA/CEAR/CENTRO

    TEL.: Fone: 3226-1328 Fax: 3226-6181 REG.M.T.E. COM O N 46000.01.3329/99

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    SEGURO OBRIGATRIO DPVAT UM SEGURO SOCIAL

  • Janeiro de 2012

    O resseguro o seguro do seguro,

    necessrio em grandes aplices, como

    uma plataforma de petrleo ou um avio,

    na qual a seguradora no consegue arcar

    com todo o risco e por isso repassa a

    maior parte para resseguradoras.

    O mercado brasileiro se abre para o

    setor privado a partir do dia 17 de abril,

    quando a legislao que regulamenta o

    setor entra em vigor. Por isso, as

    empresas correm contra o tempo para se

    preparar. S nas resseguradoras, a

    estimativa que estejam sendo criadas

    700 vagas diretas. Incluindo as

    corretoras de resseguro, este nmero

    sobe para mil postos de trabalho. Alm

    disso, as seguradoras que operam com

    grandes riscos tambm vm reforando

    as reas de resseguro e esto atrs de

    executivos.

    O problema que no existe

    atualmente este nmero de profissionais

    no mercado que entendam do setor de

    resseguro, com seus contra tos

    milionrios e complexos. "Est sendo

    criado um mercado novo. O setor vive

    um momento de ebulio", afirma

    Armando Vergilio dos Santos, presidente

    da Superintendncia de Seguros

    Privados (Susep), autarquia que recebeu

    do Governo Federal a tarefa de regular e

    fiscalizar o setor de resseguro.

    O mercado deve ter um total de 130

    empresas, incluindo resseguradoras e

    corretoras de resseguro, fora as empresas

    de gesto de risco e consultorias. S nos

    ltimos dias, a Susep aprovou a criao

    de seis corretoras e duas resseguradoras.

    Mas todo dia estrangeiros chegam na

    Faltam executivos preparados para o setor de resseguro

    Para conhecimento e para pensar...

    sede da autarquia, no Rio, para entregar

    os documentos necessrios para operar

    no Brasil. O pas, junto com Cuba, foi um

    dos ltimos mercados do mundo a ter o

    setor de resseguro monopolizado e

    fechado competio.

    Uma das empresas que est

    contratando a J. Malucelli. A

    seguradora paranaense vai criar uma

    r e s s e g u r a d o r a e n x u t a , p o r q u e

    inicialmente pretende focar no mercado

    de seguro garantia (aplice que garante

    as obras que sero concludas dentro do

    prazo previsto no contrato). Ter cinco

    prof iss ionais , que esto sendo

    procurados no mercado, segundo

    Alexandre Malucelli, vice-presidente da

    seguradora. A idia formar alguns

    executivos dentro de casa. Por isso, a JM

    tambm busca recm-formados.

    Para tocar as operaes da nova

    empresa, a JM tirou da concorrente UBF

    Seguros o executivo Luiz Alberto

    Pestana, que conhece o setor de

    resseguros por ter trabalhado na Munich

    Re, segunda maior resseguradora do

    mundo. A Munich Re tambm est

    criando uma empresa no Brasil, que deve

    ter em torno de 50 funcionrios.

    "No h esse nmero de profissionais

    no mercado hoje", afirma Paulo Csar

    Pereira Reis, presidente da Associao

    Brasileira de Empresas de Resseguro

    (Aber). Para ele, uma das sadas ser

    intensif icar o t re inamento dos

    executivos. Alm disso, algumas

    resseguradoras vo trazer profissionais

    da matriz para comear a tocar as

    operaes aqui.

    A prpria empresa onde Pereira

    trabalha, a Transatlantic Re, mais um

    exemplo da movimentao do mercado.

    Com um pequeno escritrio de

    representao no Rio, a resseguradora

    definiu na semana passada a sua

    estratgia para operar no Brasil. Ter um

    escritrio com cerca de 25 executivos e

    vai atuar em todos os ramos do

    resseguro.

    Ricardo Barcelos, gerente da

    estrutura de seguros da Michael Page,

    empresa de recrutamento de executivos,

    diz que o movimento intenso na busca

    de profissionais, mas o mercado anda

    "extremamente carente" de executivos.

    Segundo Barcelos, trs movimentos

    ocorrem nas resseguradoras. A busca de

    profissionais nas reas de grandes riscos

    de seguradoras ou em outros setores,

    como advogados (para estruturar os

    contratos) ou engenheiros (para a

    subscrio das aplices). Para posies

    de alto nvel, executivos brasileiros que

    atuam em resseguradoras no exterior

    esto voltando.

    Exemplo disso o engenheiro

    paulista Mauro Wassilewsky Caetano,

    que ficou 12 anos l fora. Ele trabalhou

    por seis anos na Alemanha, nas

    seguradoras HDI e na Gerling, onde

    tambm fez curso de especializao em

    resseguro. Passou pela corretora Aon,

    em Londres, e tambm ficou dois anos

    nos Estados Unidos, novamente na HDI.

    Com experincia em grandes contratos e

    no mercado de resseguro aberto,

    Caetano voltou ao Brasil para ajudar a

    consolidar a rea de grandes riscos da

    SulAmrica e preparar a seguradora para

    atuar no mercado aberto. "A colocao

    adequada do risco ser o fator mais

    importante e vai exigir profissionais

    qualificados", diz.

    Esto sendo criadas trs tipos de

    resseguradora. A mais importante

    chamada de "local", quando se constitui

    uma empresa no pas. Hoje, s o IRB

    Brasil Re, estatal que tinha o monoplio

    do setor, se enquadra nesta categoria.

    Mas outras quatro esto em processo de

    constituio. Entre elas, a J. Malucelli e

    Munich Re j anunciaram que vo criar

    empresas locais. Devem ser criadas

    c i n c o e m p r e s a s c o m o e s t a s .

    Alm das "locais", h as "admitidas",

    resseguradoras estrangeiras que operam

    por meio de escritrio de representao.

    Esta ser a forma mais comum de

    atuao. A Susep projeta entre 20 e 25

    resseguradoras admitidas. General Re,

    T r a n s a m r i c a R e , P a r i s R e ,

    Transatlantic Re, Hannover Re figuram

    entre as novas empresas do segmento.

    Por fim, h as "eventuais", que nomeiam

    representantes para atuar no pas.

    A falta de executivos qualificados

    acabou sendo um ponto para as

    estrangeiras definirem em qual categoria

    se enquadrar. A Scor Re, por exemplo,

    optou por ser "admitida", com um

    estrutura menor, porque via dificuldades

    em encontrar profissionais para montar

    uma resseguradora "local". Quem

    tambm procura executivos o Lloyds

    of London, que ter escritrio no Rio. O

    Lloyds o maior mercado de seguros e

    resseguros do mundo.

    No final do ano passado, a Swiss Re divulgou o estudo Insurance in

    emerging markets: growth drivers and profitability.

    O trabalho aborda aspectos distintos da evoluo econmica dos seguros nos

    mercados emergentes.

    Por exemplo:

    Evoluo histrica desses setores

    Origem de capital ou tamanho, e seus efeitos na rentabilidade das

    seguradoras

    Influncia da regulao no comportamento econmico do setor

    Resistncia desses segmentos (uns ramos mais do que outros) s

    crises econmicas

    Correlao de crescimento econmico, inflao e mercado de

    seguros

    Correlao de setores especficos com o mercado de seguros (por

    exemplo, frota de veculos e seguros de automveis)

    Diversos fatores (volatilidade, inovao de produtos,

    distribuio, etc) e a influncia na evoluo do setor

    Recomendaes estratgicas para as seguradoras

    etc

    Enfim, um estudo interessante e amplo.

    Em nossa opinio, o que importante destacar a exposio da clssica curva S

    da Swiss Re. Essa possivelmente a curva macroeconmica mais importante do

    setor de seguros!!

    A idia a seguinte. No eixo dos x, coloca-se o PIB per capta dos pases (em

    escala logartmica) e, no eixo dos y, a penetrao dos seguros nesses mesmos

    pases (em termos de PIB). Ou seja, cada ponto representa um pas. Ver, por

    exemplo, o grfico abaixo, com a situao do segmento de pessoas em 2010.

    Para conhecimento e para pensar...

    Podemos dizer que essa uma pesquisa tradicional, feita periodicamente

    pelas grandes resseguradoras mundiais.

    http://media.swissre.com/documents/sigma5_2011_en.pdf

    Todo incio de ano, essas companhias apresentam as principais

    catstrofes naturais ocorridas no ano anterior. Nessa linha, a Munich Re

    acabou de divulgar o estudo Review of natural catastrophes in 2011:

    Earthquakes result in record year.

    Como o prprio ttulo sinaliza, o ano de 2011 no foi bom em termos

    de catstrofes naturais, com um recorde de eventos (820), de perdas (US$

    380 bilhes) e de seguros pagos (US$ 105 bilhes). O tsunami no Japo ano

    foi o maior responsvel por esses nmeros.

    Abaixo, mapa mundial com as catstrofes, por tipo e importncia.

    Pelas chuvas e enchentes no Estado do Rio de Janeiro em janeiro do ano

    passado, o Brasil destacado.

    http://www.munichre.com/en/media_relations/press_release

    s/2012/2012_01_04_press_release_en.pdf

    Uma dica para pesquisadores (e interessados no tema em geral)...

    A revista Gerncia de Riscos e Seguros uma publicao quadrimestral especializada em seguros e gerncia de riscos, sendo editada pela

    Fundacin Mapfre. Ou seja, a sua verso original em espanhol (por isso, a maior parte dos autores pertence quele pas).

    Mas a grande vantagem que essa revista cientfica traduzida integralmente para o portugus!

    FONTE - VALOR ECONOMICO

  • Janeiro de 2012

    Eventos, encontros, seminrios j a partir de fevereiro

    2012 comea pra valer no mercado de seguros

    Os profissionais do mercado de

    seguros j podem se programar para

    p a r t i c i p a r d e m e g a s e v e n t o s

    relacionados ao setor, em fevereiro.

    Mesmo com o carnaval, no faltam

    oportunidades para debater temas

    atuais ligados ao segmento, em todas as

    regies do Brasil. Para tanto as

    entidades, de um modo em geral, esto

    se articulando com os sindicatos

    regionais;

    N o d i a 7 d e f e v e r e i r o , a

    Confederao Nacional das Empresas

    de Seguros Gerais, Previdncia Privada

    e Vida, Sade Suplementar e

    Capitalizao (CNseg) promover o

    workshop Inovao e Oportunidades

    em Sustentabilidade, em So Paulo. O

    objetivo discutir a aplicao de

    critrios socioambientais na gesto de

    riscos. O seminrio contar com a

    participao de executivos do mercado

    para entender o que est sendo realizado

    e quais so os riscos e oportunidades

    para o setor.

    Ainda no evento, sero apresentados

    os Princpios para Sustentabilidade em

    Seguros (PSS), resultado de um

    processo consultivo global organizado

    pela United Nations Environment

    Programme Finance Initiative (UNEP

    FI), que sero lanados por ocasio do

    Rio+20, em junho. O encontro ser

    realizado no auditrio do Sindseg-SP,

    das 8h30 s 14h30. As inscries

    podem ser feitas atravs do site da

    entidade.

    Funenseg

    A Escola Nacional de Seguros abriu

    a inscrio para o Curso para

    Habilitao de Corretores de Seguros

    em 67 localidades. As novas turmas

    tero incio em maro. Esto abertas as

    inscries para as fases Capitalizao

    e Demais Ramos. A primeira

    possibilita ao habilitado comercializar

    ttulos de capitalizao, alm de ser

    pr-requisito para as fases seguintes

    Vida e Previdncia e Demais Ramos.

    Esta ltima permite vender todos os

    ramos do seguro.

    De acordo com pesquisa da Escola

    para o CNSP, at 2009, o mercado de

    seguros brasileiro - incluindo

    assistncia funeral informal, mas

    excluindo o seguro sade - abrangia

    entre 40 e 50 milhes de pessoas,

    apenas 30% a 37% da populao

    adulta. Outro dado que demonstra o

    potencial de crescimento do setor a

    evoluo do poder de compra das

    classes sociais de menor renda, que, de

    acordo com o Ministrio da Fazenda,

    vem evoluindo desde 2002. "Essa

    classe em ascenso, muitas vezes

    desprovida da proteo do seguro,

    representa uma grande oportunidade

    para a atuao dos corretores",

    acredita Maria Helena Monteiro,

    diretora de Ensino Tcnico da Escola.

    Para participar das novas turmas,

    necessrio entrar em contato com uma

    d a s U n i d a d e s R e g i o n a i s d a

    instituio, cujos endereos podem

    s e r e n c o n t r a d o s n o

    www.funenseg.org.br., e os Sincors.

    Os investimentos variam entre R$

    520,00 e R$ 2.440,00, de acordo com a

    fase do curso e a localidade. Os

    Sincors de todo o Brasil tambm esto

    divulgando suas agendas para o ano

    que comeou, j neste ms de

    fevereiro.

    Abaixo, as localidades com

    matrculas abertas:

    C a p i t a l i z a o A r a c a j u ,

    Araatuba, Atibaia, Barra da Tijuca

    (Rio de Janeiro), Bauru, Marab, Belo

    Horizonte, Blumenau, Barreiras,

    Botucatu, Braslia, Campinas, Campo

    Grande (Mato Grosso do Sul), Campos

    dos Goytacazes, Cascavel, Chapec,

    C r i c i m a , C u i a b , C u r i t i b a ,

    Divinpolis, Feira de Santana,

    Florianpolis, Fortaleza, Franca,

    Goinia, Guarulhos, Joo Pessoa,

    Joinville, Londrina, Macei, Manaus,

    Marlia, Maring, Mogi das Cruzes,

    Natal, Nova Iguau, Osasco, Petrolina,

    Petrpolis, Piracicaba, Porto Alegre,

    Porto Velho, Pouso Alegre, Presidente

    Prudente, Recife, Ribeiro Preto, Rio

    Branco, Rio de Janeiro, Salvador,

    Santo Andr, Santos, So Carlos, So

    Jos dos Campos, So Jos do Rio

    Preto, So Lus, So Paulo, Sorocaba,

    Tefilo Otoni, Uberaba, Uberlndia,

    Umuarama, Vitria e Vitria da

    Conquista.

    J a Sociedade Brasileira de

    Cincias do Seguro (SBCS) organizou

    o seminrio Uma Viso Geral e

    Atualizada sobre Microsseguro no

    Brasil. Com a coordenao de

    Adevalgo Calegari, o evento ser

    realizado no dia 9 de fevereiro, na sede

    do Sindicato dos Securitrios do

    Estado de So Paulo. O diretor de

    Ensino Superior e Pesquisa da Escola

    Nacional de Seguros, Claudio

    Contador, ser um dos palestrantes.

    Robert Bittar: Presidente da Funenseg

  • De conformidade com o que estabelece o Artigo 605 da CLT, o Sindicato dos

    Corretores de Seguros, Capitalizao , Previdncia Privada e de Empresas

    Corretoras de Seguros no Estado do Cear SINCOR/CE de acordo com o

    Artigo 580 da CLT, que estabelece o recolhimento da Contribuio Sindical de

    uma s vez, comunica aos corretores de seguros Pessoas Fsica e Jurdica, as datas

    do recolhimento da Contribuio Sindical referente ao exerccio de 2012.

    Empregadores (Pessoa Jurdica), de acordo com o Artigo 587 da CLT, o

    recolhimento da Contribuio Sindical efetuar-se- no perodo de 1 a 31 de

    janeiro de 2012. Autnomos (Pessoa Fsica) conforme o Artigo 583 da CLT o

    recolhimento da Contribuio Sindical realizar-se- no perodo de 1 a 29 de

    fevereiro de 2012. Estamos enviando atravs dos Correios os respectivos boletos

    destinados nominalmente a cada contribuinte, com seus respectivos valores, e o

    pagamento dever ser efetuado pelo cdigo sindical da entidade beneficiada

    (Sincor-Cear) expressa no referido boleto na Caixa Econmica, conforme o

    Artigo 588 da CLT.

    Fortaleza/Ce., 28 de novembro de 2011.

    Manoel Nsio Sousa

    Presidente do SINCOR/CE.

    Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia Privada e de Empresas

    Corretoras de Seguros no Estado do Cear

    RUA PERBOYRE E SILVA N 111, Sls. 606/607 6 AND. ED. ALVORADA CEP.: 60030-

    200 FORTALEZA/CEAR/CENTRO

    TEL.: Fone: 3226-1328 Fax: 3226-6181 REG.M.T.E. COM O N 46000.01.3329/99

    E-MAIL: [email protected] - [email protected] - site:

    www.sincorce.com.br

    AVISO - CONTRIBUIO SINDICAL

    Janeiro de 2012

    A Diretoria do Sindicato dos

    C o r r e t o r e s d e S e g u r o s ,

    Capitalizao e de Previdncia

    Privada no Estado do Cear

    Sincor Cear ainda consternado

    com o falecimento do Ilmo. Vice

    Presidente Regional Sudeste da

    Fenacor, Sr. Lencio de Arruda,

    em nome dos corretores cearenses,

    expressa a tristeza da perda desse

    nosso valoroso companheiro, que

    muito fez em prol da nossa

    categoria, e nesse momento de dor,

    pedimos a Deus que a providncia

    Divina fornea, a toda sua famlia, a

    paz e o conforto necessrios.

    Manoel Nsio Sousa

    Presidente SINCOR/CE.

    NOTA DE PESAR

  • Vimos por intermdio desta, divulgar o Projeto DPVAT Corretores

    da Centauro, projeto este que visa o atendimento as vtimas de acidentes de

    trnsito. O seguro garantido a todos os brasileiros, mas muita gente, inclu-

    sive de sua cidade, no encontra atendimento na hora em que mais precisa e

    acaba pagando intermedirios, indevidamente, para ter acesso aos

    benefcios. Credencie-se como corretor e ajude-as. Voc vai ver que sem-

    pre bom fazer o bem, ainda mais, quando se ganha por isso.

    Para maiores informaes sobre o projeto, entre no link:

    www.centauroseg.com.br/ganhamais/index.html, ou fale diretamente

    com o Gerente Tcnico Sr. Benedito Martins, Tel.: (41) 3021-4487

    [email protected]; ou na secretaria do SINCOR/CE., Tel:

    (85) 3226-1328.

    Seguro...S com Corretor de Seguros.

    Toda fora fraca, se no unida!

    Manoel Nsio Sousa

    Presidente do SINCOR/CE.

    Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia Pri-

    vada e de Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Cear

    RUA PERBOYRE E SILVA N 111, Sls. 606/607 6 AND. ED.

    ALVORADA CEP.: 60030-200 FORTALEZA/CEAR/CENTRO

    TEL.: Fone Fax (0**85)3252-4220/ 3226-1328 3226-6181 REG.M.T.E.

    COM O N 46000.01.3329/99

    E-MAIL: [email protected] - [email protected] - site:

    www.sincorce.com.br

    Prezados(as) Corretores(as) e Representantes

    de Empresas Corretoras de Seguros;

    Janeiro de 2012

    Seja scio do Sincor-Cear O Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia Privada e de

    Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Cear SINCOR/CE a entidade

    representativa da categoria no Estado do Cear. A nossa entidade completar, no ms

    de maio de 2012, 23 anos de fundao. O Sincor/Ce faz parte, juntamente com os

    demais sindicatos de todo o Brasil, da Fenacor Federao Nacional dos Corretores

    de Seguros Privados, de Capitalizao, de Previdncia Privada e das Empresas

    Corretoras de Seguros. O Sincor/Ce o representante oficial dos Corretores de

    Seguros e das Empresas Corretoras de Seguros do Cear, e a nvel estadual, tem um

    papel importante no mercado de seguros.

    Aos corretores, empresas corretoras, seus dependentes/funcionrios, a nossa

    entidade oferece uma srie de servios e benefcios oriundos de convnios e acordos

    com entidades de classe e empresas seguradoras. Para usufruir desses benefcios, o

    corretor deve filiar-se ao Sincor/Ce.

    Para ns que fazemos a diretoria do Sincor-Ce uma honra receb-lo como scio

    do sindicato e assim podermos benefici-lo com toda a estrutura que a entidade dispe

    e oferecer-lhe nosso esforo e solidariedade corporativista.

    Sendo scio do Sindicato voc estar fortalecendo a categoria e ajudando a

    diretoria a combater as irregularidades do mercado e a conquistar novos benefcios

    para a classe. Filiando-se ao sindicato, voc ganha a legitimidade bsica para pleitear,

    no futuro, funes executivas na sua diretoria, inclusive Presidente da entidade, no

    prximo pleito.

    No perca tempo!

    Seja associado do Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia

    Privada e de Empresas Corretoras de Seguros do Estado do Cear.

    Venha ao SINCOR/CE., solicitar sua Filiao Pessoa Fsica ou Jurdica.

    Maiores informaes pelo nmero: (85) 3226-1328 no horrio de funcionamento

    08:00h s 15:00h, ou pelo site www.sincorce.com.br

    Atenciosamente,

    Manoel Nsio Sousa

    Presidente do SINCOR/CE.

    Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia Privada e de

    Empresas Corretoras de Seguros do Estado do Cear

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    Fone: (0**85) 3226-1328 Fax: (0**85) 3226-6181 REG.M.T.E. COM O N

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  • Janeiro de 2012

    DPVAT: RETROSPECTIVA 20112 0 1 2 . E s t a m o s n o

    alvorecer de um novo ano, onde

    procuraremos de maneiras

    diversas cumprir nossas

    promessas, atingir objetivos e

    retaliar excessos. Antes dos fogos

    que anunciaram a chegada desta

    nova etapa para todos ns, fizemos

    um rpido check up do ano que

    passou, a fim de nos planejarmos

    para que as coisas boas sejam

    valorizadas e as ruins, descartadas.

    um desejo natural do homem

    buscar por melhoria, crescimento,

    realizao. Mas, infelizmente, ano

    aps ano estamos insistindo no

    mesmo erro, que se agrava a cada

    reveillon, a cada festa de famlia

    que pode ser interrompida na

    prxima esquina pelo excesso de

    bebida, pela noite em claro, pela

    direo irresponsvel, pela pressa

    adolescente.

    Logo nos primeiros 9

    meses de 2011, houve um aumento

    d e 4 2 % n o n m e r o d e

    indenizaes pagas pelo seguro de

    Danos Pessoais Causados por

    Veculos Automotores de Via

    Terrestre (DPVAT) para vtimas de

    acidentes de trnsito no Brasil,

    quando comparado ao mesmo

    perodo de 2010.

    A maioria dos indenizados

    tem entre 25 e 34 anos. Mais da

    metade dos indenizados (54%)

    conduzia os veculos envolvidos

    nos acidentes. Nos casos de

    acidentes com moto, a maioria dos

    -

    que receberam seguro era de

    condutores. Em acidentes com

    automveis, todavia, a maior

    parte dos indenizados de

    pedestres.

    O s a c i d e n t e s q u e

    resultaram em indenizaes

    ocorreram, segundo nmeros

    apresentados pela Seguradora

    Lder, entre a tarde e a noite (das

    13:00 s 19:59 h), onde 29% deles

    envolveram motos e 11%, carros.

    A s e g u r a d o r a q u e

    administra o benefcio tambm

    afirma que a maior parte das

    indenizaes foi para vtimas

    e n t r e 1 8 e 3 4 a n o s ,

    predominantemente do sexo

    masculino, envolvidas em

    acidentes com motos.

    O mais alarmante que as

    motos representam menos de 30%

    da frota nacional, o que no

    impede que sejam elas os

    veculos que mais causam

    a c i d e n t e s c o m l e s e s

    permanentes no trnsito. Foram

    as motos responsveis por 66%

    das indenizaes pagas pelo

    seguro DPVAT at setembro de

    2011, onde 77% das vtimas eram

    do sexo masculino e destes, 54%

    eram os prprios motoristas.

    Dentre esses acidentes, 72%

    a c a r r e t a r a m i n v a l i d e z

    permanente. S no primeiro

    semestre do ano, das 72,4 mil

    internaes de vtimas de

    acidentes de trnsito, 35,7 mil

    foram vtimas de motos, o que

    representa quase 50%.

    De acordo com dados

    apresentados pela Cesvi Brasil,

    at a Copa do Mundo de 2014

    contabilizaremos em torno de

    150.000 mortes por acidentes de

    trnsito, alm de 500.000

    internaes, o que significa para a

    economia R$ 140 bilhes em

    custos qualificados pelo IPEA,

    sendo imensurvel a tragdia que

    se estabelece para nas famlias e

    na sociedade em geral. Estes

    nmeros, na verdade, so muito

    maiores, se considerarmos que as

    estatsticas no oficiais sinalizam

    em quase o dobro o nmero de

    mortes no trnsito.

    necessrio que se

    destinem mais recursos s

    c a m p a n h a s d e e d u c a o ,

    capacitao, projetos e pesquisas,

    visto a precariedade vigente no

    que tange nossas polticas de

    preveno. Afinal o pas assinou

    em 2011 o atestado de bito de

    milhares de brasileiros, vtimas de

    acidentes de trnsito.

    No que diz respeito aos

    mortos e feridos em nossas

    estradas, bom guardarmos o

    c h a m p a n h e p a r a t a l v e z

    comemorarmos no prximo

    rveillon, caso este contradiga

    todas as previses pessimistas e

    sinalize uma significativa

    diminuio de bitos e sequelas

    fsicas no trnsito em 2012.

    EMERSON BRAGA

    FONTES:

    Lder Seguradora

    Polcia Rodoviria Federal

    Cesvi Brasil

  • Janeiro de 2012

    A quebra climtica na produo

    de gros registrada no Sul do pas

    far de 2012 um ano de discusses

    s o b r e o s e g u r o r u r a l . A s

    organizaes que representam os

    produtores de gros Confederao

    da Agricultura e Pecuria (CNA) e

    Federao da Agricultura do Paran

    (Faep) esto se unindo a

    seguradoras para financiar um

    estudo que possa mostrar ao governo

    federal, em abril, a importncia da

    estruturao do sistema, para

    garantir renda ao campo e evitar que

    o endividamento se agrave. O

    agronegcio espera ampliar o

    oramento do programa de

    subveno ao prmio do seguro

    rural que barateia o custo dos

    contra tos em at 70% aos

    produtores nos prximos anos.

    O oramento do programa para

    2012 frustrou o setor. Dos R$ 670

    milhes solicitados, apenas R$ 46

    m i l h e s f o r a m a p r o v a d o s

    inicialmente. Depois de intensas

    discusses, essa cifra passou a R$

    170 milhes, ainda considerados

    insuficientes. Os produtores temem

    que, sem recursos para subveno,

    a s s egu rado ra s de ixem de

    desenvolver novos contratos,

    medida chave para a transio de

    um sistema que garante os

    financiamentos de custeio para

    outro que oferea garantia de renda

    e de produo.

    Em relao safra 2011/12, que

    comea a se r co lh ida , a s

    seguradoras estimam que apenas

    4 5 % d o s c o n t r a t o s d e

    financiamento para custeio de

    milho tm algum tipo de cobertura

    no Paran. A meta era fazer com

    que o cereal chegasse ao patamar

    da soja, que tem cobertura para

    cerca de 80% dos emprstimos.

    Metade da rea de cultivo de gros,

    incluindo as plantadas com recursos

    prprios, no tem nenhum tipo de

    seguro. O oramento de 2011 para

    subvenes somou R$ 152 milhes

    e teria sido totalmente utilizado.

    At que o seguro se difunda,

    safras como a atual representam alto

    risco para as seguradoras. Os

    contratos f irmados com os

    produtores foram assinados num

    momento em que no havia garantia

    de recursos pblicos para cobrir os

    prmios, mas os contratos esto

    valendo e podem ser acionados em

    caso de perdas climticas. .

    Fonte: Gazeta do Povo

    Quebra climtica traz tona importncia de o agricultor contar com garantias na produo de gros

    Ano ser de defesa do seguro ruralAutor: Cassiano Ribeiro e Jos Rocher

    Diretor geral do DNOCS

    diz ter se demitido para

    evitar uma crise polticaPor: Sheyla Castelo Branco

    Aps denncias, o ex -

    d i r e t o r - g e r a l d o D N O C S

    (Departamento Nacional de Obras

    Contra as Secas) Elias Fernandes,

    decidiu pedir demisso. A deciso

    foi de comum acordo entre

    Fernandes e seu padrinho poltico

    Henrique Eduardo Alves (RN).

    A situao de Fernandes

    era complicada, o relatrio da CGU

    (Controladoria-Geral da Unio)

    apontou irregularidades em sua

    gesto, ele era acusado de desvio de

    R$ 192 milhes em obras tocadas

    pela autarquia, alm de suposto

    favorecimento ao Rio Grande do

    Norte, seu estado de origem, nos

    convnios para aes contra desastres

    naturais. De 47 projetos, o estado

    recebeu 37.

    F e r n a n d o B e z e r r a

    (Integrao Nacional) e a ministra

    Gleisi Hoffman (Casa Civil)

    conversaram com o vice-presidente

    Michel Temer (PMDB) e avaliaram

    que a situao de Fernandes estava

    insustentvel. Elias Fernandes disse

    que deixou o cargo para evitar uma

    "crise poltica". "Essa histria (das

    denncias de suposto desvio de verba)

    c o m e o u c o m o u m a c r i s e

    administrativa que comeava a virar

    uma crise poltica. Para no

    incomodar as pessoas a quem eu

    devo confiana, decidi sair. Mas

    saio tranquilo", afirmou ele, que

    fez as declaraes aps a posse

    do diretor-geral interino Ramon

    Rodrigues na sede do Dnocs.

    O engenheiro merson

    Fernandes Daniel Jnior, ex-

    presidente da Companhia Docas

    do Rio Grande do Norte, o nome que

    o lder do PMDB, Henrique Alves,

    tentar emplacar como diretor-geral

    do Dnocs. O cearense Ramon

    Rodrigues est como interino e teria

    um prazo de 60 dias para arrumar a

    casa, Rodrigues disse que assume o

    rgo por um perodo de ''transio'' e

    que sua prioridade ser reestruturar o

    planejamento das obras do Dnocs.

  • Janeiro de 2012

    Portal de Atendimento ao Corretor

    Previsul ganha funcionalidadesCentral de Corretores lanada

    para facilitar o dia a dia desses

    profissionais

    Com objetivo de aprimorar

    constantemente as ferramentas de

    trabalho de seus corretores e

    agilizar os processos, a Previsul

    financeiras dos clientes em

    ambiente seguro. Com as novas

    funcionalidades, os corretores

    podero administrar remotamente

    suas carteiras de clientes e

    acompanhar a situao de cada um

    deles, detalha.

    a c a b a d e

    inaugurar no seu

    portal uma rea

    exclusiva para

    eles. Trata-se da

    C e n t r a l d e

    Corretores, um

    desdobramento do Previcor, que

    d aos corretores acesso a

    fe r ramentas desenvolv idas

    exclusivamente para que eles

    possam administrar e acompanhar

    a situao de cada segurado.

    Andria Arajo, gerente

    regional da Previsul, explica que

    os corretores j usavam o Portal do

    Corretor da Previsul para efetuar

    c lcu los onl ine e acessar

    i n f o r m a e s c a d a s t r a i s e

    A n d r i a

    ressalta que, ao

    utilizar a internet

    no seu dia-a-dia,

    o s c o r r e t o r e s

    a g i l i z a r a m a

    c o m u n i c a o

    com a empresa e tem acesso rpido

    e fcil a informaes de seus

    clientes. Com a implantao da

    Central, boa parte dos documentos

    financeiros impressos e enviados

    por correio para todo o Brasil

    dever ser reduzida. Recibos de

    comisso, por exemplo, sero

    emitidos online, o que possibilita

    adotar uma postura ainda mais

    sustentvel, explica a gerente

    regional da Previsul.

    Com as novas

    funcionalidades, os corretores

    podero administrar

    remotamente suas carteiras de

    clientes e acompanhar a

    situao de cada um deles

    Mercado volta a discutir

    produto popularA r e g u l a m e n t a o d o

    microsseguro traz tona

    novamente a discusso em torno

    do seguro popular de automveis.

    A Federao Nacional de Seguros

    Gerais (Fenseg), por exemplo,

    voltou a tratar essa questo como

    prioridade. Segundo o presidente

    da entidade, Jayme Brasil

    Garfinkel, esse tipo de seguro

    popular est entre os produtos que

    podem vir a apresentar bons

    resultados. No ser to barato,

    mas possvel esperar uma

    reduo de 20% a 25% em

    comparao ao preo mdio

    atual, observa o executivo, que

    tambm presidente da Porto

    Seguro.

    Para ele, o mais importante

    ser a possibilidade de o mercado

    conseguiu aumentar a frota

    segurada. Jayme Garfinkel diz

    ainda que seria perfeito se

    houvesse a possibilidade de no

    se utilizar apenas autopeas

    novas no conserto de veculos

    sinistrados, o que impedido pela

    legislao atual.

    Para viabilizar esse produto,

    os seguradores apostam na

    aprovao de dois projetos de lei

    que tratam da desmontagem de

    veculos. O primeiro, de autoria

    do senador Romero Juc, visa a

    substituir proposta semelhante,

    do ex-senador Romeu Tuma, que

    acabou vetado pela presidente da

    Repblica, Dilma Rousseff, no

    comeo deste ano.

    Na Cmara, tramita outro

    projeto, de autoria do deputado e

    p res iden te da Federao

    Nacional dos Corretores de

    Seguros (Fenacor), Armando

    Vergilio dos Santos Junior, que

    est otimista quanto aprovao

    da matria. Procurei corrigir na

    minha proposta todos os pontos

    que motivaram o veto da

    presidente Dilma Rousseff.

    Estou muito otimista, revela

    Armando Vergilio.

    Diante desse cenrio, a

    Fenseg voltou a discutir com a

    Susep a s r eg ra s pa r a o

    desenvolvimento do seguro

    popular para automveis usados.

    Fonte: (Seguros.inf.br)

    O Sincor-Cear na pessoa do seu presidente,

    Nsio Sousa, vem por meio desta prestar homenagem

    a Cmara dos deputados e senado federal pelo

    trabalho prestado ao povo brasileiro ao logo desde

    ano de 2011. Em especial ao deputado Armando

    Vergilio pelo seu desempenho e dedicao a causa do

    corretor de seguros e as empresas corretoras de

    seguros. Esperamos que em 2012 pela aprovao de

    todas as propostas que necessitam da aprovao

    para consolidar as conquistas da classe do corretor

    de seguros.

    Atenciosamente

    Nesio Sousa

    Presidente do Sincor- Cear

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