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Nº 174 - JULHO DE 2011 7º Ciclo de Palestras “Normas regulatórias e código de defesa do consumidor – a interação dos debates judiciais” O sétimo seminário do ano teve como tema: “normas regulatórias e códi- go de defesa do consumidor – a interação dos debates judiciais”, o tema abordado pelo palestrante Daniel Schmitt é de importância ímpar para que os corretores e seguradores sejam esclarecidos a respe- ito dos debates judiciais que ocorrem e que muitas vezes acabam por se conver- ter em equívocos de comunicação, como ressaltou Schimitt, que é sócio da Schi- mitt advogados, atuante em Direito Regu- latório, especializado em Direito de Segu- ro pelo (IBDS) Instituto Brasileiro de Direito do Seguro e MBA em Direito Securitário. Para Schmitt é preciso que se faça entender a utilidade e pertinência das normas da Susep (Superitendência de Seguros Privados) para regular o merca- do segurador, que equivocadamente acaba por ser regido e julgado com a pala- vra final, apenas pelo código de defesa do consumidor. O correto seria que as nor- mas elaboradas pela Susep fossem sufici- entes na resolução dos processos judicia- is, e fossem de encontro ao código de defesa do consumidor, de forma a se com- plementarem, ao invés de entrarem em conflito na mesa do juiz. (Página 6) Uma noite especial marcou o lançamento da campanha EXPLOSÃO DE PRÊMIOS - AMIL em Fortaleza. Corretoras e corretores se reuniram no último dia 06/07/2011, no espaço temático ARRE ÉGUA para o lançamento da campanha. (Página 7) AMIL lança em Fortaleza a Campanha “Explosão de Prêmios” (Página 3) (Página 2) (Página 8) (Página 3) Os lideres da base aliada recuaram da ideia de colocar em votação a Emenda 29, que determina o montante de investimentos em saúde pela União, por estados e municípios. (Página 5) PROGRAMA AMIGO DO SEGURO 2011 O Amigo do Seguro é um programa de responsabilidade social que visa dar oportunidade de qualificação profissional no mercado segurador a jovens do ensino médio da rede pública. (Página 4) PERIGO SOBRE DUAS RODAS Os grandes vilões do trânsito não são mais os carros Intolerância e falta de diálogo com o corretor de seguros DPVAT liberou mais de R$ 1 bilhão no primeiro semestre Daniel Schmitt, Nésio Sousa e Raphael Cunha Nésio Sousa e Raphael Cunha Emerson Braga: assessor do DPVAT Sincor-CE Turma Programa Amigo do Seguro 2010 Daniel Schmitti Votação da emenda 29 fica para setembro DNIT enfrenta mais um escândalo

Jornal Sincor Julho

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  • N 174 - JULHO DE 2011

    7 Ciclo de Palestras

    Normas regulatrias e cdigo de defesa do

    consumidor a interao dos debates judiciais

    O stimo seminrio do ano teve

    como tema: normas regulatrias e cdi-

    go de defesa do consumidor a interao

    dos debates judiciais, o tema abordado

    pelo palestrante Daniel Schmitt de

    importncia mpar para que os corretores

    e seguradores sejam esclarecidos a respe-

    ito dos debates judiciais que ocorrem e

    que muitas vezes acabam por se conver-

    ter em equvocos de comunicao, como

    ressaltou Schimitt, que scio da Schi-

    mitt advogados, atuante em Direito Regu-

    latrio, especializado em Direito de Segu-

    ro pelo (IBDS) Instituto Brasileiro de

    Direito do Seguro e MBA em Direito

    Securitrio.

    Para Schmitt preciso que se faa

    entender a utilidade e pertinncia das

    normas da Susep (Superitendncia de

    Seguros Privados) para regular o merca-

    do segurador, que equivocadamente

    acaba por ser regido e julgado com a pala-

    vra final, apenas pelo cdigo de defesa do

    consumidor. O correto seria que as nor-

    mas elaboradas pela Susep fossem sufici-

    entes na resoluo dos processos judicia-

    is, e fossem de encontro ao cdigo de

    defesa do consumidor, de forma a se com-

    plementarem, ao invs de entrarem em

    conflito na mesa do juiz. (Pgina 6)

    Uma noite especial marcou o lanamento da campanha EXPLOSO DE PRMIOS -

    AMIL em Fortaleza. Corretoras e corretores se reuniram no ltimo dia 06/07/2011, no

    espao temtico ARRE GUA para o lanamento da campanha. (Pgina 7)

    AMIL lana em Fortaleza a

    Campanha Exploso de Prmios

    (Pgina 3)(Pgina 2)

    (Pgina 8)(Pgina 3)

    Os lideres da base aliada recuaram

    da ideia de colocar em votao a

    Emenda 29, que determina o montante

    de investimentos em sade pela Unio,

    por estados e municpios. (Pgina 5)

    PROGRAMA AMIGO

    DO SEGURO 2011

    O Amigo do Seguro um programa

    de responsabilidade social que visa dar

    opor tun idade de qua l i f i cao

    profissional no mercado segurador a

    jovens do ensino mdio da rede

    pblica. (Pgina 4)

    PERIGO SOBRE DUAS RODAS

    Os grandes viles

    do trnsito no so

    mais os carros

    Intolerncia e falta

    de dilogo com o

    corretor de seguros

    DPVAT liberou mais

    de R$ 1 bilho no

    primeiro semestre

    Daniel Schmitt, Nsio Sousa e Raphael Cunha

    Nsio Sousa e Raphael Cunha

    Emerson Braga: assessor do DPVAT Sincor-CE

    Turma Programa Amigo do Seguro 2010

    Daniel Schmitti

    Votao da

    emenda 29 fica

    para setembro

    DNIT

    enfrenta mais

    um escndalo

    Processo de Subscrio

    Anlise detalhada das informaes submetidas seguradora para aceitao, taxao e condies Depende das

    INFORMAESConfiveis, detalhadas, exatas,

    ANTECIPADAS!!!

  • Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia e de

    Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Cear. - CNPJ: 23.706.344/0001-16

    Integrante do Sistema Confederativo da CNC - Confederao Nacional do Comrcio

    Sede: Rua Perboyre e Silva, 111, S/606/607 - 6 And. Ed. Alvorada - CEP: 60030-200

    Centro - Fortaleza-CE. - Tel.: (85) 3226.1328 - Fax: (85) 3226.6181

    site: www.sincorce.com.br - email: [email protected]

    DIRETORIA EFETIVOS:

    Manoel Nsio Sousa - Presidente

    Silvia Helena Pereira de Sousa - Secretria

    Francisco Pereira de Sousa - Tesoureiro

    SUPLENTES:

    Alexandre Aksakof Pereira de Sousa

    Cicero Guaraci Pereira de Sousa

    Lsias Barbosa Pereira de Sousa

    CONSELHO FISCAL - EFETIVOS:

    Geraldo Bezerra Marques

    Maria Raimunda Lopes Fernandes

    Sirlane Abreu de Arajo

    SUPLENTES:

    Maria Alice Fernandes Pimentel

    DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTOA FENACOR, EFETIVOS:Manoel Nsio SousaCcero Guaraci Pereira de Sousa

    SUPLENTES:Silvia Helena Pereira de SousaAlexandre Aksakof Pereira de Sousa

    Carlos Alberto Pontes de Arajo

    Nestor de Carvalho Amorim

    Editor: Antonio Matos

    E-mail:

    Redatora: Sheyla Castelo Branco

    Diretor Responsvel: Manoel Nsio de Sousa

    Tiragem: 5.000 exemplares

    [email protected]

    Impresso: Grfica Ronda Ltda.

    Rua So Paulo, 1441 - 32381313 - Fortaleza-Ce

    TODA FORA FRACA

    SE NO UNIDA!

    Manoel Nsio Sousa

    Julho de 2011

    TABELA DE PRMIOS E GARANTIAS VIGENTE NO MS DE JULHO DE 2011, NOS TERMOS

    DA RESOLUO N 192 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2008 DO CNSP DO MINISTRIO DA FAZENDA

    Intolerncia e falta de dilogo

    com o corretor de seguro

    Fortaleza o nico

    municpio em que no

    sabemos se pela miopia

    o u g a n n c i a d a

    prefeita Luizianne

    L i n s , p e r m a n e c e

    cobrando os mesmos

    5%.

    O contnuo crescimento da economia

    brasileira tem gerado reflexos positivos para a

    indstria de seguros. Um dos ramos que vem se

    destacando o seguro de transportes, de acordo

    com o site da SulAmrca, em 2009, o segmento

    faturou R$ 1,685 bilho e a previso de

    crescimento nos prximos anos.

    Os seguros deste segmento so divididos

    em dois pblicos - embarcadores e

    transportadores, e para cada um deles existem

    modalidades especficas e aplices. A fim de

    atender as necessidades de ambos. O seguro de

    transporte no diferente de outros, tambm

    convive com uma sinistralidade que necessita

    de um gerenciamento de riscos. A maior

    preocupao nesse tipo de seguro a

    preocupao com acidentes que podem ocorrer

    com veculos transportadores e o roubo de

    cargas. Para combater esses sinistros, as

    empresas esto investindo em processos que

    garantam uma maior segurana das

    mercadorias transportadas. Como travas e

    Seguros de Transportes:

    embarque nesta oportunidadebloqueadores, escoltas, alm de definies de

    horrios de circulao.

    Para se especializar nesse segmento existem

    cursos em instituies como a Escola Nacional

    de Seguros (Funenseg), alm de sites

    especficos, como o Seguro Transporte

    Embarque Nessa, uma iniciativa do Sincor-SP.

    Fonte: site SulAamrica.

    O associativismo uma situao de companheirismo, todos

    devem lutar pelo mesmo ideal. Sindicato e corretores, pois o

    sindicato precisa de corretores com interesse em engajar-se para

    trabalhar pela categoria do corretor de seguros, representada por

    setenta mil profissionais distribudos em todo o Brasil, com uma

    mdia anual de crescimento de 5% no nmero de corretores

    atuantes no cenrio nacional. De forma que esses profissionais

    faam lobby junto aos vereadores, deputados e senadores. A fim

    de que a categoria seja reconhecida em todo territrio nacional.

    De acordo com a lei 4.594/64 e o decreto lei 73/66 que diz ser a

    funo do corretor de seguros, seja ele Pessoa Fsica ou Jurdica,

    apoiar o segurado, desenvolvendo suas funes com tica entre

    seus parceiros seguradores, que so a indstria do seguro. Ns

    corretores convocamos todos os profissionais a fazerem parte do

    associativismo, como os 26 sindicatos da Federao. Estaremos

    onde estiver uma instituio que nos conceda espao e voz para

    divulgar as propostas da nossa categoria, inclusive no Congresso

    Nacional, com representantes nas Assemblias Estaduais e nas

    Cmeras Municipais.

    Hoje em todos as capitais do Brasil, exceto Fortaleza, as

    prefeituras dos 26 estados da Federao, aderiram diminuio

    na cobrana do ISS, taxando apenas a alquota de 2% conforme

    determina a lei complementar 116/2003, para todos os corretores,

    pessoa Fsica ou Jurdica.

    Fortaleza o nico municpio em que no sabemos se pela

    miopia ou ganncia da prefeita Luizianne Lins, permanece

    cobrando os mesmos 5% de alquotas, causando um enorme

    prejuzo categoria do corretor de seguros. Na poca do prefeito

    Juracir Magalhes, houve uma reduo da alquota de 5% para 4%

    em comum acordo com o sindicato, j a prefeita Luizianne Lins,

    infelizmente nunca concordou com a reivindicao do sindicato.

    O sindicato se reuniu por diversas vezes com o Secretrio de

    Finanas de Fortaleza (Francisco Cialdini), sem chegar a um

    acordo comum. Percebe-se a intransigncia do Secretrio e a falta

    de interesse em negociar a reduo da alquota, por outro lado,

    entendemos que tal reduo permitida por lei, desde que o gestor

    pblico conceda tal reduo, como fizeram os outros 26 gestores,

    mostrando serem solcitos com a categoria dos corretores de

    seguros, de maneira a determinar a reduo de 5% para 2% das

    alquotas. A intolerncia da prefeitura de Fortaleza ocasiona

    prejuzos incalculveis ao corretor.

    O que percebemos que essa indiferena dos gestores

    pblicos de Fortaleza faz com que os corretores migrem para as

    reas metropolitanas e at mesmo para o interior do estado, onde o

    tributo mais baixo. Como estamos nos aproximando do

    processo poltico eleitoral, contamos com o apoio de alguns

    vereadores que se sensibilizem com a nossa causa, levando essa

    discusso ao Pao Municipal, na finalidade de fazer valer os

    nossos direitos.

    Falta dilogo dos rgos pblicos com o sindicato, para

    amenizar o problema, no intuito de nos enquadrarmos realidade

    dos outros estados da Federao.

  • Julho de 2011

    Os lideres da base aliada recuaram

    da ideia de colocar em votao a

    Emenda 29, que determina o montante

    de investimentos em sade pela Unio,

    por estados e municpios.

    As emendas chamadas de restos a

    pagar, somam cerca de R$ 4,6 bilhes e

    foram adiadas para setembro, prazo que

    vence a prorrogao das mesmas.

    Os lderes da base governista

    querem comear as conversas com os

    parlamentares da oposio para

    negociar as votaes.

    A medida provisria 528, que

    corrige em 4,5% a tabela do Imposto de

    Renda da Pessoa Fsica (IR) at 2014 e

    a 529, que reduz de 11% para 5% a

    a l q u o t a d a c o n t r i b u i o d o

    microempreendedor individual para a

    Previdncia Social foram consideradas

    prioridades pelo governo. As duas

    trancavam a pauta e precisavam ser

    votadas para liberar o caminho para a

    votao da Lei de Dire t r izes

    Oramentrias.

    Governistas tambm querem adiar a anlise

    do projeto de lei que cria o Pronatec, que

    tramita em regime de urgncia

    Votao da emenda 29 fica para setembro

    necessrio que se estabelea um

    d i l o g o n a c i o n a l s o b r e a

    regulamentao da Emenda 29. No

    adianta votar por votar sem resolver o

    problema do financiamento. Para o

    deputado federal, Odair Cunha (PT-

    MG) preciso que haja um amplo

    debate sobre a emenda 29. Na anlise do

    parlamentar, da forma como o projeto

    foi apresentado, os estados podem ser

    prejudicados.

    Para que a situao seja resolvida, a

    melhor soluo encontrada pelos

    parlamentares foi criar um frum de

    discusso para ouvir a posio dos

    governadores, da oposio, do governo

    e deixar a votao para o ms de

    setembro, afinal algumas questes

    ainda precisam ser debatidas com mais

    detalhes entre os estados, a Unio e a

    oposio antes da votao da emenda

    29.

    O senado tem at o dia sete de agosto

    para votar a medida provisria (MP)

    528/11 que reajustou em 4,5% ao ano os

    valores da tabela do Imposto de Renda

    da Pessoa Fsica. (IRPF) at 2014.

    A base governista na Cmara dos

    Deputados vai propor ainda oposio,

    deixar para setembro a anlise do

    projeto de lei que cria o Programa

    Nacional de Acesso ao Ensino Tcnico

    (Pronatec) e que tramita em regime de

    urgncia, trancando a pauta.

    DNIT enfrenta mais um escndaloMais um escndalo para a pasta dos

    transportes, segundo o jornal O Estado

    de S. Paulo, o diretor de Infraestrutura

    Ferroviria e diretor interino de

    Admin is t rao e F inanas do

    D e p a r t a m e n t o N a c i o n a l d e

    Infraestrutura de Transportes (Dnit),

    Geraldo Loureno de Souza Neto, ru

    em uma ao penal no Tocantins,

    acusado pelo Ministrio Pblico de

    corrupo passiva e fa ls idade

    ideolgica. Em 2003, quando delegado,

    ele teria integrado uma quadrilha que

    explorava jogos de azar, recebendo

    semanalmente R$ 1,5 mil para deixar de

    combater a explorao de mquinas

    c a a - n q u e i s e " a n i q u i l a r " a

    concorrncia do homem que lhe pagava

    a propina.

    A promotoria sustenta que, em julho

    de 2003, a delegacia comandada por

    Loureno continha 27 mquinas caa-

    nqueis desacompanhadas dos devidos

    procedimentos legais. Para o MP, o

    diretor do Dnit "transformou a unidade

    policial em um balco de negcios". O

    processo est na fase de alegaes finais

    do MP. Indicado pelo senador Magno

    Malta (PR-ES), Loureno ocupou

    diversos cargos em diferentes governos

    no Tocantins nos ltimos 20 anos. Ele

    est no Dnit desde 2008. Por meio da

    assessoria do Dnit, Loureno afirmou

    que as acusaes de falsidade ideolgica

    e esbulho possessrio (expropriao)

    foram reconhecidas como injustas e

    retiradas pelo Estado do Tocantins - a

    segunda foi trancada, a primeira no.

    Sobre a ao, ele diz que "possui

    documentos que provam o contrrio" e

    que "aguarda julgamento, para o qual

    solicitou a realizao o mais rpido

    possvel, a fim de processar o

    responsvel pela acusao". O diretor

    do Dnit acrescentou que "a acusao no

    tem provas" e que ela foi "movida por

    um motorista policial insatisfeito com

    uma transferncia". Na nota, a

    assessoria afirma que "estes assuntos

    foram (...) exaustivamente analisados na

    sabatina a que (Loureno) foi submetido

    para assumir a diretoria do Dnit".

    Enquanto isso as estradas

    brasileiras so motivo de preocupao

    para os cidados e motivo de denncias

    e demisses para o

    D e p a r t a m e n t o

    N a c i o n a l d e

    I n f r a e s t r u t u r a e

    Transporte (Dnit), a

    situao das estradas

    brasileiras continua

    catica, num retrato do

    a t r a s o n o s e t o r .

    Estradas esburacadas,

    sem acostamento e, em

    sua maior ia , sem

    asfalto, so um dos

    maiores desafios para que o pas cresa

    em condies de competir com seus

    concorrentes entre os pases emergentes.

    Em 2010, do 1,5 milho de quilmetros

    de estradas brasileiras, apenas 212 mil

    q u i l m e t r o s , o u 1 3 % , e r a m

    pavimentados, de acordo com o Dnit. Os

    outros 87% no tm qualquer tipo de

    pavimentao.

    O Programa de Acelerao do

    Crescimento (PAC) prev A duplicao

    da BR-101, assim como as dragagens

    porturias, mas ainda segundo a

    pesquisa para que as estradas atuais

    sejam avaliadas como boas ou timas,

    preciso investir R$ 64,7 bilhes em

    recuperao e R$ 747 bilhes em

    pavimentao das estradas j existentes.

    A soma, que chega a R$ 811 bilhes, 19

    vezes maior que os R$ 43,5 bilhes

    previstos no PAC 1, de acordo com o

    instituto.

    O estudo do Ilos mostra que, em

    relao quantidade de quilmetros

    pavimentados em estradas, o Brasil est

    muito atrs da maioria dos outros pases

    que compem o bloco de emergentes

    Brics (Brasil, Rssia, ndia, China e

    frica do Sul). A ndia, por exemplo,

    cuja extenso territorial representa 35%

    da brasileira, tem 1,5 milho de

    quilmetros de rodovias pavimentados.

    De acordo com presidente do Instituto

    Ilos e professor da Coppead-UFRJ,

    Paulo Fleury, esta situao resultado

    de uma srie de circunstncias tais como

    o fato de a primeira estrada

    pavimentada no Brasil , que foi a

    Rodovia Presidente Dutra, em 1950. Ter

    acontecido to tarde em relao aos

    outros pases, que comearam a investir

    antes, no sculo XIX. A outra razo

    que, at 1974, o

    governo investia de

    forma crescente em

    rodovias. Em 1974,

    os investimentos

    chegaram a 1,8% do

    PIB. Ano passado, o

    investimento foi de

    apenas 0,8% do PIB.

    A qualidade das

    rodovias brasileiras

    tambm deixa muito

    a desejar. Apesar de a

    ltima pesquisa da Confederao

    Nacional dos Transportes (CNT)

    feita em 90 mil quilmetros de rodovias

    no ano passado apontar que

    aumentou o ndice de rodovias com

    estado geral considerado timo ou bom,

    em comparao com 2009, o percentual

    de vias ruins ou pssimas chega a 25%.

    Segundo a CNT na Regio Norte do

    Bras i l , 55% das es t radas so

    consideradas ruins ou pssimas. H

    buracos que j podem ser considerados

    crateras, estradas sem acostamento, uma

    situao que preocupa os brasileiros e os

    turistas, mas principalmente o mercado

    segurador, que tem de lidar com os

    sinistros ocasionados por esta situao

    precria, e no apenas o seguro de

    carro, o seguro de vida, dentre outros

    que so atingidos com intensidade por

    conta dessa realidade.

    Segundo o Dnit, cerca de 4,1 mil

    quilmetros de rodovias federais esto

    sendo pavimentados e 915 quilmetros

    passam por duplicao. Alm disso, 27

    m i l q u i l m e t r o s e s t o s e n d o

    recuperados e 32 mil quilmetros sero

    recuperados at 2012.

    Geraldo Loureno de Souza Neto

    Deputado federal, Odair Cunha (PT-MG) preciso

    que haja um amplo debate sobre a emenda 29``

  • Julho de 2011

    O Amigo do Seguro um programa de

    responsabilidade social que visa dar

    oportunidade de qualificao profissional

    no mercado segurador a jovens do ensino

    mdio da rede pblica. O programa foi

    criado em 2002 pela Escola Nacional de

    Seguros - FUNENSEG, e desde 2009 vem

    em parceria com SINCOR/CE.

    Os treinamentos so realizados de

    acordo com a demanda das empresas por

    estagirios, e, no dia 01 de agosto de 2011,

    iniciou a 3 turma do Amigo do Seguro em

    Fortaleza, que neste ano vem com uma

    nova carga horria, sendo desenvolvido em

    seis mdulos: Conceitos Bsicos de

    Seguros, Laboratrio de Seguros,

    Laboratrio de Lngua Portuguesa,

    Atendimento ao Cliente, Orientao

    Profissional e Oficina de Informtica

    Os parceiros

    ESCOLA NACIONAL DE SEGUROS

    Fundada em 1971, no Rio de Janeiro, a

    Escola Nacional de Seguros promove o

    ensino, a pesquisa e a produo de

    conhecimento para o mercado de seguros.

    A Escola capacita e qualifica os

    profissionais do setor, alm de divulgar

    institucionalmente o seguro em todo o pas.

    SINCOR/CE.

    D e n t r e v r i a s i n i c i a t i v a s , o

    SINCOR/CE, vem em parceria com a

    Escola Nacional de Seguros e o SENAC,

    agregando Aes Sociais como o Projeto

    PROGRAMA AMIGO DO SEGURO 2011

    Amigo do Seguro, que contribuem para a

    integrao do jovem brasileiro na

    sociedade, atravs de atividades voltadas

    para insero ao mercado de trabalho.

    SENAC

    Servio Nacional de Aprendizagem

    Comercial, promove, h mais de 63 anos, o

    crescimento profissional e pessoal de

    milhes de brasileiros, por meio de uma

    vasta programao de cursos e atividades

    em 15 reas de atuao em trs tipos de

    ensino. Com centenas de ambientes

    educacionais de ponta e especializados,

    como as empresas pedaggicas e as

    unidades mveis, o Senac est presente no

    Distrito Federal e em todos os estados, em

    mais de 2.500 municpios. At hoje, o

    Senac j prestou mais de 49 milhes de

    atendimentos.

    Amigas do seguro

    So as empresas do setor que

    contribuem para a promoo de cursos, na

    adoo de jovens e na contratao de

    estagirios. A cada ano, as empresas que

    mais patrocinam alunos ou absorvem

    estagirios recebem o selo da Certificao

    Anual das Empresas Amigas do Seguro,

    concedido pela Escola.

    Bronze: de 1 a 5 alunos e/ou estagirios

    por ano;

    Prata: de 6 a 11 alunos e/ou estagirios

    Os critrios so:

    por ano;

    Ouro: mais de 11 alunos e/ou

    estagirios por ano.

    Responsabilidades

    *Recrutamento e seleo dos estudantes:

    SINCOR/CE, SENAC, sob a coordenao

    da Escola Nacional de Seguros

    *Desenvolvimento e realizao dos

    cursos*: Escola Nacional de Seguros

    *Absoro dos estagirios: empresas do

    m e r c a d o s e g u r a d o r

    *Recrutamento, seleo, contratao e

    acompanhamento dos estagirios:

    SINCOR/CE., e SENAC

    Como participar

    As empresas interessadas em apoiar o

    Amigo do Seguro devem entrar em contato

    com a sede do SINCOR/CE, pelos

    telefones: (0**85) 3226-1328 / 6181

    (Fernando Carvalho - Coordenador do

    P r o g r a m a ) , o u p e l o s e - m a i l s :

    Foto ilustrativa - turma Programa Amigo do Seguro 2010.

    O mercado de seguros cresce em ritmo

    acelerado e representa 5,2% do Produto

    Interno Bruto (PIB). Para o segundo

    semestre de 2011, a Confederao

    Nacional das Empresas de Seguros Gerais,

    Previdncia Privada e Vida, Sade

    Suplementar e Capitalizao (CNSeg)

    prev que o setor ultrapasse a projeo

    estipulada no incio do ano, de 12%, e fique

    na faixa de 14% a 16%.

    De janeiro a maio de 2011, o total de

    prmios chegou a R$ 41,130 bilhes,

    expanso de 19,52% na comparao com o

    do mesmo perodo de 2010, de R$ 34,413

    bilhes. Na soma com previdncia privada

    e capitalizao, o faturamento ultrapassa

    R$ 50 bilhes, com elevao de 18%, de

    acordo com dados da Superintendncia de

    seguros Privados (Susep).

    Segundo o superintendente de

    Regulao da CNSeg, Alexandre Leal, o

    positivo desempenho dos primeiros meses

    de 2011 deve ser repetido. "Para

    permanecer na projeo de 12% [divulgada

    pela CNSeg no incio do ano, tem que haver

    uma desacelerao. Ento, deve ficar acima

    dos 14% registrados em 2010".

    Para Leal, o setor cresce apesar da

    desacelerao econmica. Ao considerar

    somente seguros, o segmento Patrimonial

    apresentou elevao expressiva, de 20%,

    com representao de 9%. O setor foi

    impulsionado tambm por seguros de

    pessoas, cuja participao de cerca de

    19%, com crescimento de 25%, para R$

    24,4 bilhes.

    Em re lao aos impac tos da

    desacelerao do consumo, com altas das

    taxas de juros, Leal aponta um possvel

    impacto em automveis. "Com a altas taxas

    de juros, pode haver uma diminuio do

    crdito, o que ocasiona menor venda de

    automveis, por exemplo, e se reflete em

    seguros. Atualmente a participao de

    veculos de 20%, com aumento de 7% nos

    primeiros meses do ano."

    Estabilidade econmica, ascenso da

    renda , eventos esportivos e projetos de

    infraestrutura sero os principais

    impulsionadores do mercado na opinio de

    Gustavo de Albuquerque, advogado e

    membro da Associao Internacional de

    Direito de Seguros (Aida). "Muita gente

    entra nos microsseguros, como o funeral,

    prestamista e eletrodomsticos, pois agora

    entende a funo do seguro. Ainda h os

    produtos ligados construo civil e

    seguro-garantia com a Copa do Mundo,

    Olimpadas e PAC."

    O desempenho no mercado acionrio

    das companhias Porto Seguro, SulAmrica

    e Brasil Insurance tem-se mostrado instvel

    nos ltimos dias. Na segunda-feira (25), a

    Porto Seguro operava em queda de 1,46%,

    com preo de R$ 22,80. A baixa se repetiu

    na tera (26), com queda de 0,26 e valor de

    fechamento de R$ 22,80.

    Na SulAmrica, a segunda-feira (25)

    foi de queda de 0,11%, com preo de R$

    17,90. O cenrio foi diferenciado na tera

    (26), quando finalizou em alta de 2,23% e

    preo de fechamento de R$ 18,30. As aes

    ON da Brasil Insurance estavam em queda

    na segunda (25), de 0,50%, com preo de

    R$ 19,90 ao final do dia. O resultado

    negativo se repetiu na tera (26), de 0,25%,

    com preo de R$ 19,85.

    Mas o analista econmico da corretora

    WinTrade, Jos Ges, credita as quedas

    performance do mercado. "Tem estado

    muito ruim e natural que afete todas as

    empresas. Mas o setor de seguros

    interessante, porque estas companhias

    tendem a ganhar mais dinheiro."

    Atuao no Brasil

    Os grupos nacionais focam no Brasil

    como principal mercado de expanso. Na

    divulgao de resultados do primeiro

    semestre, a espanhola Mapfre destacou o

    Brasil com o incio de operaes com o

    Banco do Brasil, que gerou aumento de

    1 5 % d o p a t r i m n i o l q u i d o d o

    conglomerado. O lucro chegou a 543,2

    milhes de euros, puxado pela Amrica

    Latina.

    "Ao longo dos anos, uma srie de

    empresas chegou e fomos tomando uma

    relevncia expressiva. Esta uma

    tendncia que deve se consolidar nos

    prximos anos, inclusive observamos que

    companhias voltaram depis de terem sado

    do Brasil", disse Alexandre Leal, da

    CNSeg.

    Outra novidade do mercado foi a venda

    das operaes de seguros na Amrica

    Latina pelo holands ING a o grupo

    colombiano Suramericana por US$ 3,9

    bilhes.

    Fonte: Revista Cobertura.

    Seguros devem crescer mais

    de 14% no segundo semestre

    s i n c o r c e @ f e n a c o r . c o m . b r /

    [email protected]

  • Julho 2011

    SEGURO OBRIGATRIO DPVAT UM SEGURO SOCIAL

    Vamos interagir todos juntos, governos Federal, Estaduais e Municipais,

    instituies estatais e de economia mista, imprensa escrita, falada e televisionada,

    sindicatos de txi, de nibus e de caminhoneiros, sindicatos das seguradoras e dos

    corretores das 27 unidades federativas, o Senado Federal, a Cmara Federal, as

    assemblias estaduais e as prefeituras municipais, os DETRANs estaduais, a Polcia

    Rodoviria Federal, as 71 seguradoras que fazem parte do consrcio DPVAT, os 70 mil

    corretores de seguros e todas as pessoas direta e/ou indiretamente ligadas ao sistema de

    trnsito e transporte rodovirio para que, de modo geral, a populao brasileira seja

    informada de como funciona a instituio DPVAT, onde as vtimas de sinistro podero

    buscar seus direitos e como se d o recebimento das indenizaes. Por esta razo,

    estamos convocando todos a fim de criarmos uma sinergia no intuito de informar, de

    transmitir o conhecimento acerca dos direitos daqueles que sofreram danos pessoais

    causados por veculos automotores de via terrestre, divulgando de todas as formas as

    prerrogativas cabveis pessoa vtima de acidente de trnsito, principalmente de modo

    verbal, o sempre to bem sucedido boca-a-boca.

    Tambm mister esclarecer que, apesar do Seguro DPVAT independer da

    culpabilidade dos envolvidos, o mesmo no invalida que um processo judicial seja

    aberto pela prpria vtima ou por seus familiares contra o responsvel pelo acidente,

    isto caso seja constatada aps a concluso do inqurito policial a obrigao penal do

    causador do sinistro e cvel do proprietrio do veculo responder pelos danos pessoais

    causados vtima ou vtimas do acidente.

    Este assunto e todos os outros aspectos que orbitam o Seguro DPVAT precisam ser

    debatidos com maior frequncia e seriedade, pois s assim evitaremos a fraude e

    haver um maior esclarecimento a respeito dos deveres das entidades inseridas nos

    trmites do Seguro DPVAT como tambm dos prprios condutores de veculos para

    com aqueles que sofreram dano fsico causado por veculo automotor de via terrestre.

    No Estado do Cear, procure o Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao,

    Previdncia Privada e de Empresas Corretoras de Seguros no estado do Cear -

    SINCOR-CE e/ou os corretores credenciados para esse tipo de atendimento a fim de

    impedir que pessoas de m-f causem dolo e lucrem com as indenizaes que apenas

    dizem respeito s vtimas de acidente. Afinal, no h necessidade de representao

    atravs de terceiros para a abertura de um processo DPVAT, o prprio beneficirio ou

    beneficirios pode reunir a documentao necessria e dar entrada pessoalmente no

    processo.

    Manoel Nsio Sousa

    Presidente do SINCOR/CE.

    Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia Privada e de Empresas

    Corretoras de Seguros do Estado do Cear

    RUA PERBOYRE E SILVA N 111, Sls. 606/607 6 AND. ED. ALVORADA CEP.: 60030-200

    FORTALEZA/CEAR/CENTRO

    Fone: (0**85) 3226-1328 Fax: (0**85) 3226-6181 REG.M.T.E. COM O N 46000.01.3329/99

    SINC R-CE

    Desde a implementao do Plano

    Real idealizado pelo ento Ministro

    da Fazenda do Governo Itamar Franco,

    Fernando Henrique Cardoso em

    1994, no s a inflao ficou

    controlada, como tambm houve uma

    expressiva distribuio de renda, com

    benefcios significativos para as

    camadas mais pobres da sociedade

    brasileira. O Plano Real foi responsvel

    pelo aumento do consumo de

    alimentos, principalmente aqueles de

    mais elevado contedo protico;

    devido a tais avanos econmicos, o

    brasileiro est se alimentando mais e

    melhor. As vendas de bens durveis

    como refrigeradores, freezers,

    televisores, aparelhos de som,

    eletrnicos e portteis aumentaram

    significativamente nas classes C e D.

    Com a venda de veculos automotores

    tambm no foi diferente.

    Com a ajuda do consrcio e atravs

    da possibilidade do financiamento a

    longo prazo, a entrada de novos

    consumidores no mundo motorizado

    foi garantida, e as vendas continuam

    crescendo, principalmente de veculos

    ciclomotores.

    No Brasil, a frota de motocicletas

    duplicou nos ltimos cinco anos, o que

    faz dela a 5 maior do mundo. Os

    motivos que levaram a um aumento no

    consumo deste tipo de veculo no se

    devem apenas s facilidades de

    pagamento, onde os consumidores

    pagam mensalmente o mesmo valor

    que gastariam com passagens de

    PERIGO SOBRE DUAS RODAS

    Os grandes viles do trnsito no so mais os carrosnibus. Substituir o transporte coletivo,

    a facilidade para estacionar e de

    deslocamento, o desestmulo do uso de

    carros que enfrentam constantes

    congestionamentos e at mesmo a

    busca por lazer tambm contriburam

    para que nos ltimos cinco anos a frota

    de motos crescesse 2,5 vezes mais

    rpido que o crescimento de carros de

    passeio.

    A expanso da frota de motos,

    embora tenha atingido todo o pas, foi

    maior no Nordeste, onde manter um

    animal de carga mais caro do que

    manter uma moto. O Norte a regio

    que mais cresceu no nmero de

    motocicletas nos ltimos dez anos, com

    impressionantes 451%. J o Sudeste a

    regio que detm o maior nmero de

    m o t o c i c l e t a s e m c i r c u l a o ,

    respondendo por 41% da frota

    nacional.

    Todavia, h um lado extremamente

    preocupante nesta conquista das

    classes C e D: o aumento de acidentes

    fatais ou de leses graves nas estradas

    do Brasil, onde em sua maioria esto

    envolvidos pilotos de moto que so

    jovens, pouco experientes, recm-

    chegados ao trnsito e em sua maioria

    do sexo masculino.

    De 1988 a 2008, houve um

    crescimento de 24% no total de mortes

    no trnsito. Entre os motociclistas, esta

    alta foi de 754%. A evoluo do nmero

    de acidentes proporcional ao

    crescimento da frota no pas.

    S no ano de 2010, o Seguro DPVAT

    pagou mais de 252 mil indenizaes a

    vtimas de acidentes de trnsito em todo

    o Brasil. Desse total, foram pagas

    50.780 indenizaes por morte,

    151.558 indenizaes por invalidez

    permanente e 50.013 reembolsos de

    despesas mdico-hospitalares. Mais de

    60% das indenizaes foram pagas a

    vtimas de acidentes envolvendo

    motocicletas. O mais alarmante que as

    motos representam apenas 26,38% da

    frota nacional. Mais de 68% das

    pessoas que receberam indenizao por

    inval idez permanente estavam

    envolvidas em acidentes com

    motocicletas e 65,63% dos que

    receberam reembolso de despesas

    mdico-hospitalares foram vtimas de

    acidente com moto.

    Em um Pas que est envelhecendo,

    a morte prematura de nossos jovens no

    trnsito uma realidade que nos

    aproxima ainda mais da possibilidade

    de nos tornarmos obsoletos antes de nos

    modernizarmos. Os nmeros esto a e

    confirmam esta triste realidade, agora

    nos falta que nossos governantes, os

    gestores do bem-estar pblico e a

    sociedade como um todo desenvolvam

    mecanismos inteligentes para que o

    crescimento de nosso poder aquisitivo

    no seja barganhado com a vida ou a

    sade de nossa juventude.Fontes: Seguradora Lder, CNSeg, Anfavea,

    Fenabrave e Abraciclo.

    http://www.tribunabm.com.br/dpvat-paga-mais-de-

    252-mil-indenizacoes-em-2010/

    Emerson Braga: assessor do DPVAT Sincor-CE

  • Julho de 20116

    7 Ciclo de Palestras

    (Por Sheyla Castelo Branco)

    O stimo seminrio do ano teve

    como tema: normas regulatrias e cdi-

    go de defesa do consumidor a interao

    dos debates judiciais, o tema abordado

    pelo palestrante Daniel Schmitt de

    importncia mpar para que os corretores

    e seguradores sejam esclarecidos a respe-

    ito dos debates judiciais que ocorrem e

    que muitas vezes acabam por se conver-

    ter em equvocos de comunicao, como

    ressaltou Schimitt, que scio da Schi-

    mitt advogados, atuante em Direito Regu-

    latrio, especializado em Direito de Segu-

    ro pelo (IBDS) Instituto Brasileiro de

    Direito do Seguro e MBA em Direito

    Securitrio.

    Para Schmitt preciso que se faa

    entender a utilidade e pertinncia das

    normas da Susep (Superitendncia de

    Seguros Privados) para regular o merca-

    do segurador, que equivocadamente

    acaba por ser regido e julgado com a

    palavra final, apenas pelo cdigo de defe-

    sa do consumidor. O correto seria que as

    normas elaboradas pela Susep fossem

    suficientes na resoluo dos processos

    judiciais, e fossem de encontro ao cdigo

    de defesa do consumidor, de forma a se

    complementarem, ao invs de entrarem

    em conflito na mesa do juiz.

    De acordo com o palestrante Existem

    pontos positivos e pontos negativos,

    entre os pontos positivos, est o fato de o

    mercado de seguro est maduro, ser pre-

    cursor com relao a regulamentao,

    entre os pontos negativos est a regula-

    mentao, que por j existir a um certo

    perodo de tempo, acaba por se tornar

    obsoleta, e com desvantagens em relao

    as estruturas concebidas na dcada de

    noventa.

    O mercado de seguro no tem uma

    agncia reguladora, mas tem na verdade

    Normas regulatrias e cdigo de defesa do

    consumidor a interao dos debates judiciais

    trs atores que fazem o papel de uma

    agncia reguladora. H quarenta anos

    esse mercado j convive com a presena

    do Estado, e ao mesmo tempo no existe

    nesse mercado, sofisticao das ferra-

    mentas de regulao que tem outros mer-

    cados. Os trs personagens so: a Susep,

    autarquia que fiscaliza o mercado, fazen-

    do as (circulares), o segundo persona-

    gem: CNSP(Conselho Nacional de Segu-

    ros Privados), que edita as normas, fazen-

    do as (resolues), e o terceiro persona-

    gem o CRSNSP (Conselho de Recursos

    do Sistema Nacional de Seguros Priva-

    dos, de Previdncia Privada Aberta e de

    Capitalizao), rgo colegiado formado

    por vrios setores, ou seja, um rgo

    representativo.

    Schmitt esclareceu que a atividade dos

    corretores, que securitria e tem cunho

    social, de interesse do Estado, por conta

    da arrecadao de poupana, isso preo-

    cupao do Estado, que exerce esse inte-

    resse atravs dos trs personagens, cita-

    dos anteriormente: Susep,CNSP e

    CRSNSP. Para o palestrante o corretor

    deve ser aquele personagem que mais

    entende de regulamentao, deve estar

    antenado com os contratos, deve ler com

    precauo e entender, para que possa de

    fato, sanar as dvidas dos segurados.

    Um fato curioso que as normas da

    Susep entram em conflito com o cdigo

    do consumidor quase sempre que h um

    debate judicial, e essas normas acabam

    por serem suprimidas na mesa do juiz,

    sendo desvalorizadas, como se no tives-

    sem nenhuma pertinncia na regulamen-

    tao do mercado de seguros. O que acon-

    tece que quando so elaboradas passam

    por audincias, na qual quase inexiste a

    presena de corretores, esses persona-

    gens que lidam com o dia a dia dos pro-

    blemas que desencadeiam processos

    desgastantes para as seguradoras, so os

    corretores que deveriam comparecer

    com maior frequncia no processo de

    gestao de tais normas regulatrias.

    O que tem acontecido com frequncia

    que quando os processos chegam as

    mos do juiz, as seguradoras parecem ser

    algozes sem corao, que no respeitam a

    vida, nesse momento decisivo e impor-

    tante para a seguradora e para o segurado,

    as normas da Susep parecem sumir diante

    da fora do cdigo do consumidor, que

    acaba por se sobrepor as regulamentaes

    dos contratos previamente assinados.

    Acontece um equivoco e uma falha que

    deveriam ser inadmissveis dentro de um

    mercado que j regulamentado desde a

    dcada de sessenta. Faz-se necessrio

    uma reavaliao na criao de tais regula-

    mentaes, uma maior participao da

    Susep e do corretor junto ao judicirio, a

    posio deve ser de complementao da

    atividade do cdigo de defesa do consu-

    midor, que de fazer justia, preciso

    que os contratos sejam entendidos e

    esclarecidos para todas as partes, a fim de

    que se evite mais equvocos nos debates

    judiciais.

    Por ocasio do convite integrar a

    mesa diretora, na companhia do Presiden-

    te Nsio, o representante dos sindicatos

    das seguradoras do Norte e Nordeste, e

    Executivo da SulAmrica em Fortaleza,

    Sr. Raphael Cunha, observou que as

    palestras so realmente necessrias e

    eficazes para que o desempenho dos cor-

    retores possa evoluir, ressaltou que a

    maioria dos erros cometidos por esses

    profissionais, acontecem devido a falta de

    conhecimento, de curiosidade. Confir-

    mando o que foi dito pelo palestrante.

    Para finalizar, Schmitt lembrou que

    necessrio essa maior proximidade entre

    a Susep e o cdigo do consumidor para

    que o mercado segurador possa evoluir, e

    tenha um maior respeito e voz nos debates

    judiciais que so recorrentes e acabam

    por acarretar em prejuzos desnecessri-

    os, ocasionados por falhas na comunica-

    o.

    Palestrante: Daniel Schmitti

  • Julho de 2011 7

    Uma noite especial marcou o

    lanamento da campanha EXPLOSO

    DE PRMIOS - AMIL em Fortaleza.

    Corretoras e corretores se reuniram no

    ltimo dia 06/07/2011, no espao

    temtico ARRE GUA para assistir ao

    lanamento da campanha.

    A campanha lanou a nova grade de

    produtos AMIL e o AMIL-LINHA

    DENTAL, o melhor plano odontolgico

    do Brasil j contando com mais de 200

    dentistas credenciados no Estado e mais

    de 12.000 no Brasil.

    A campanha mobilizar at o dia

    02/01/2012 os corretores e as corretoras

    que comercializarem os produtos da

    AMIL, estes corretores ficaro aptos a

    concorrerem a uma exploso de prmios

    mensais, passando por raspadinhas de

    diversos valores, TV's LCD, Notebooks,

    Cartes Presentes com valores de R$

    500,00, R$ 1.000,00 e de R$ 1.500,00.

    A campanha se encerrar em grande

    estilo, com a entrega de 04 motos,

    passagens para conhecer o MUNDO

    AMIL e 01 carro 0 km.

    O evento teve a participao de mais

    de 300 pessoas, inclusive com a presena

    dos diretores e de convidados de outros

    Estados.

    A AMIL Fortaleza esteve representada

    por toda a sua equipe de vendas, Sra.

    Maria do Carmo Cacau- Coordenadora

    do plano Individual e PME, pelos seus

    assistentes, Sr. Carlos Magno e Sra.

    Rosnia Faanha.

    Para atender ao Plano empresa, a

    partir de 100 vidas, o Sr. Humberto

    Carneiro Junior.

    Toda a jornada foi coordenada pelo

    diretor comercial Norte/Nordeste Sr.

    Anselmo Martins que deixou a mensagem

    a todos os participantes do evento:

    A AMIL no sabe vender a AMIL sabe

    atender, quem sabe vender so vocs

    corretoras e corretores, time de grandes

    campees. A campanha foi um sucesso.

    AMIL lana em Fortaleza a Campanha Exploso de Prmios

    Diretoria Amil, Diretoria Sincor-CE e parceiros

  • Julho de 20118

    O Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia

    Privada e de Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Cear

    SINCOR/CE a entidade representativa da categoria no Estado do Cear.

    A nossa entidade completou, no ms de maio de 2010, 21 anos de fundao. O

    Sincor/Ce faz parte, juntamente com os demais sindicatos de todo o Brasil, da

    Fenacor Federao Nacional dos Corretores de Seguros Privados, de

    Capitalizao, de Previdncia Privada e das Empresas Corretoras de Seguros.

    O Sincor/Ce o representante oficial dos Corretores de Seguros e das

    Empresas Corretoras de Seguros do Cear, e a nvel estadual, tem um papel

    importante no mercado de seguros.

    Aos corretores, empresas corretoras, seus dependentes/funcionrios, a

    nossa entidade oferece uma srie de servios e benefcios oriundos de

    convnios e acordos com entidades de classe e empresas. Para usufruir desses

    benefcios, o corretor deve filiar-se ao Sincor/Ce.

    Para ns que fazemos a diretoria do Sincor-Ce uma honra receb-lo

    como scio do sindicato e assim podermos benefici-lo com toda a estrutura

    que a entidade dispe e oferecer-lhe nosso esforo e solidariedade

    corporativista.

    Sendo scio do Sindicato voc estar fortalecendo a categoria e ajudando

    a diretoria a combater as irregularidades do mercado e a conquistar novos

    benefcios para a classe. Filiando-se ao sindicato, voc ganha a legitimidade

    bsica para pleitear, no futuro, funes executivas na sua diretoria, inclusive

    Presidente da entidade, no prximo pleito.

    No perc

    Atenciosamente,

    Manoel Nsio Sousa

    Presidente do SINCOR/CE.

    a tempo!

    Maiores informaes pelo nmero: (85) 3226-1328 no horrio de

    funcionamento 8:00h s 15:00h, ou pelo site www.sincorce.com.br

    Seja associado do Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao,

    Previdncia Privada e de Empresas Corretoras de Seguros do Estado do

    Cear.

    Venha ao SINCOR/CE, solicite sua Filiao Pessoa Fsica

    ou Jurdica.

    Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia Privada e de Empresas

    Corretoras de Seguros do Estado do Cear

    RUA PERBOYRE E SILVA N 111, Sls. 606/607 6 AND. ED. ALVORADA CEP.: 60030-200

    FORTALEZA/CEAR/CENTRO

    Fone: (0**85) 3226-1328 Fax: (0**85) 3226-6181 REG.M.T.E. COM O N 46000.01.3329/99

    E-MAIL: [email protected] - [email protected] - site: www.sincorce.com.br

    Seja scio do Sincor-Cear

    Prezados(as) Corretores(as) e Representantes de Empresas

    Corretoras de Seguros;

    Vimos por intermdio desta, divulgar o Projeto DPVAT Corretores da

    Centauro, projeto este que visa o atendimento as vtimas de acidentes de trnsito.

    O seguro garantido a todos os brasileiros, mas muita gente, inclusive de sua

    cidade, no encontra atendimento na hora em que mais precisa e acaba pagando

    intermedirios, indevidamente, para ter acesso aos benefcios. Credencie-se

    como corretor e ajude-as. Voc vai ver que sempre bom fazer o bem, ainda

    mais, quando se ganha por isso.

    Para maiores informaes sobre o projeto, entre no link:

    www.centauroseg.com.br/ganhamais/index.html, ou fale diretamente com o

    Gerente Tcnico Sr. Benedito Martins, Tel.: (41) 3021-4487

    [email protected]; ou na secretaria do SINCOR/CE., Tel: (85)

    3226-1328.

    Seguro...S com Corretor de Seguros.

    Toda fora fraca, se no unida!

    Manoel Nsio Sousa

    Presidente do SINCOR/CE.

    [email protected] [email protected]

    www.sincorce.com.br

    Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia Privada e de Empresas

    Corretoras de Seguros no Estado do Cear

    RUA PERBOYRE E SILVA N 111, Sls. 606/607 6 AND. ED. ALVORADA CEP.:

    60030-200 FORTALEZA/CEAR/CENTRO

    TEL.: Fone Fax (0**85)3252-4220/ 3226-1328 3226-6181 REG.M.T.E. COM O N

    46000.01.3329/99

    E-MAIL: - - site:

    SINC R-CE

    COMUNICADO

    Prezados(as) Senhores(as);

    A S S U N T O : C A R TA S U S E P / D I R AT / C G R AT / N 3 3 3 / 11 -

    OBRIGATORIEDADE DE AUTENTICAO DE CPIAS DE

    DOCUMENTOS APRESENTADOS SUSEP - 01/06/2011.

    Pelo presente, vimos informar a V.S que a partir da presente data a SUSEP

    somente acatar requerimento(concesso, recadastramento, alteraes cadastrais) de

    corretores de seguros pessoa fsica e jurdica, instrudos por intermdio de

    documentos autenticados em cartrio.

    Atenciosamente,

    Lsias Barbosa

    Diretor do SINCOR/CE.

    0**(85) 3226-1328

    0**(85) 9944-1213

    DICAS para colocar um freio na

    INSEGURANA do seu cliente.

    Saiba conquistar e manter clientes

    satisfeitos.

    Vale o lembrete: No existe cliente fiel,

    quem tem que ser fiel mesmo, o

    prestador de servio.

    Voc sabe o que um cliente? qualquer

    pessoa que utilize um produto ou servio.

    Dicas para fidelizar clientes:

    1) Quando prometer, superese para

    cumprir;

    2) Sempre deixe o local do cliente mais

    limpo do que quando voc chegou;

    3) O cliente adora a sensao de que est

    recebendo um bom negcio por seu

    dinheiro;

    4) Muitos clientes esto ligados ou so

    sensveis ao meio ambiente, olho vivo e

    mantenha o equilbrio da natureza;

    5) V sempre um pouco mais longe. Seu

    cliente vai adorar;

    6) Jamais discuta com seu cliente, nunca

    mesmo;

    7) D a seu cliente uma garantia de 100%

    de satisfao... e se possvel por escrito;

    8) As pessoas que trabalham para voc,

    tambm so seus clientes, s que

    internos. Saiba trat-los como os

    externos;

    9) Estabelea

    padres e se

    esforce para que

    sejam cumpridos;

    10) tica uma

    excelente

    parceira nos seus

    negcios. Jamais

    critique os

    concorrentes na

    frente de clientes.

    O melhor a

    fazer promover

    Pinceladas de Etiqueta e Boas

    Maneiras no mbito Empresarial

    seu produto ou servio;

    11) Mostre sempre boas maneiras,

    educao, segurana no que faz. Afinal

    um pouco de etiqueta estima o bem estar

    e ajuda a fechar negcios.

    Lembre-se sempre... Os clientes merecem

    e querem excelncia.

    Seja sempre: Eficiente, Eficaz e

    Experiente!

    www.priscilaeventos.com.br

    [email protected]

    (85) 3401.5216/9981.1786

    obrigaes no trnsito e cumpri-las

    corretamente, para conseguirmos

    reverter essa triste realidade", afirmou

    o diretor-presidente da Seguradora

    Lder, Ricardo Xavier.

    Dos acidentes ocorridos entre janei-

    ro e junho deste ano, 66% envolveram

    motocicletas e, em 76% dos casos, a

    vtima era homem. No perodo, 26.894

    pessoas perderam a vida no trnsito;

    deste total, 38% ocorreram na Regio

    Sudeste, 26%, no Nordeste, 18%, no

    Sul, 10%, no Centro-Oeste e 8% na

    Regio Norte.

    So Paulo foi o estado com o maior

    nmero de vtimas fatais, concentrando

    18% dos pagamentos do DPVAT.

    Atualmente, os valores das indeni-

    zaes so de R$ 13.500, em caso de

    morte, e de at R$ 13.500 para invali-

    dez. Fonte: DCI Online Notcias Segu-

    ros.

    O seguro Danos Pessoais Causados

    por Veculos Automotores de Via Ter-

    restre (DPVAT) pagou cerca de R$ 1,1

    bilho em indenizaes entre janeiro e

    junho deste ano. Foram R$ 15 milhes

    a mais que o valor pago no mesmo

    perodo de 2010.

    Segundo dados da Seguradora Lder,

    empresa que administra o seguro obri-

    gatrio, foram concedidas 165 mil inde-

    nizaes at junho, sendo que no ano

    passado foram cerca de 121 mil.

    No primeiro semestre, 107.403

    brasileiros receberam indenizao por

    invalidez e 30.814 receberam reembol-

    so de despesas mdicas devido a trata-

    mentos ou cuidados hospitalares neces-

    srios aps o acidente de trnsito.

    "No s as autoridades, como tambm

    cada cidado, devem ter conscincia ao

    circular. Motoristas, passageiros e

    pedestres devem saber quais so suas

    DPVAT liberou mais de R$ 1

    bilho no primeiro semestre26.894 pessoas perderam a vida no trnsito; deste

    total, 38% ocorreram na Regio Sudeste, 26% no

    Nordeste, 18% no Sul, 10% no Centro-Oeste e 8%

    na Regio Norte.

  • Janeiro de 2011Julho de 2011 9

    SUPERINTENDNCIA DE SEGUROS PRIVADOS

    CIRCULAR SUSEP No 425, DE 15 DE JULHO DE 2011.

    Altera a Circular Susep no 370, de 2 de julho de

    2008.

    O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDNCIA DE

    SEGUROS PRIVADOS SUSEP, na forma do inciso X do art. 68 do

    Regimento Interno, de que trata a Resoluo CNSP no 229, de

    27 de dezembro de 2010, considerando o disposto no artigo 36, alnea b, do

    Decreto-Lei no 73, de 21 de

    novembro de 1966, e o que consta do Processo Susep no 15414.004638/2002-

    03,

    R E S O L V E:

    Art. 1o Alterar o artigo 3o da Circular Susep no 370, de 2 de julho

    de 2008, que passa a

    vigorar com a seguinte redao:

    Art. 3o .....

    .....

    6o As carteiras de identidade profissional e os ttulos de

    habilitao profissional

    devero conter prazo de validade de cinco anos, a contar da data

    de sua emisso.

    7o As carteiras de identidade profissional emitidas a partir de

    1o de agosto de

    2008, assim como os ttulos de habilitao profissional emitidos

    a partir de 1o de

    julho de 2009, com prazo de validade de 3 (trs) anos, tero seus

    prazos de

    validade automaticamente prorrogados por mais 2 (dois) anos,

    contados a partir de

    seus respectivos vencimentos.

    8o O recadastramento dever ser repetido ao trmino da

    validade de cada

    carteira de identidade profissional ou do ttulo de habilitao

    profissional.

    9o facultado o recadastramento por meio de certificado

    digital emitido por

    autoridade certificadora no mbito da Infraestrutura de Chaves

    Pblicas (ICPBrasil),

    obedecido o disposto nesta Circular. (NR)

    Art. 2o Esta Circular entra em vigor na data de sua publicao, ficando

    revogadas as

    disposies em contrrio.

    LUCIANO PORTAL SANTANNA

    Superintendente

    De acordo com a anlise do Sr. Fran-

    cisco Galiza a abertura do mercado de

    resseguro no Brasil completa trs anos,

    em um perodo de ajustes, de idas e vin-

    das, mas que j contabiliza um saldo

    positivo. H previso de boas taxas de

    crescimento. Os eventos esportivos, o

    pr-sal e os programas governamentais

    de investimentos em infra-estrutura

    indicam para um forte crescimento da

    indstria nacional de seguros para o qual

    fundamental contar com o forte apoio

    do mercado internacional de resseguros.

    Dentro desse cenrio foi feita uma

    pesquisa entre os principais agentes do

    setor, Em termos numricos, 100% dos

    respondentes concordam que a gesto de

    risco das seguradoras melhorou aps a

    abertura do mercado e 83% so de opi-

    nio que as seguradoras esto mais lucra-

    tivas, como resultado direto desse pro-

    cesso. Outro aspecto positivo: A crise

    econmica, terrvel em muitos pases,

    pouco afetou as seguradoras brasileiras

    como evidencia a opinio de 79% dos

    entrevistados. Por outro lado, 71%

    acham que a regulamentao no trans-

    mite tranqilidade ao setor. Outro nme-

    ro interessante que 63% dos entrevista-

    dos concordam que, na poca do ressegu-

    rador monopolista, era mais fcil para o

    segurado colocar o seu risco. Ainda sobre

    o futuro, 96% dos entrevistados acham

    que as seguradoras tero uma melhor

    gesto dos seus riscos e estaro mais

    preparadas tecnicamente. Ou seja, de um

    modo geral, as respostas so otimistas.

    A abertura do mercado ressegurador

    brasileiro comeou em 2007, perodo em

    que havia a presena de uma nica resse-

    guradora no pas. Uma das medidas prin-

    cipais resultantes dessa abertura foi a

    criao de trs tipos de resseguradora

    (local, admitida e eventual).

    Em maro de 2011, existiam no pas,

    aps o cancelamento de registro de algu-

    mas desde a abertura, 7 resseguradoras

    locais, 27 resseguradoras admitidas e 53

    admitidas. Outra caracterstica importan-

    te resultante da abertura foi a criao da

    figura da corretora de resseguro. Exis-

    tem, atualmente, 33 empresas nesta cate-

    goria. Alm disso, quando da abertura,

    em 2007, foi criada a figura de reserva de

    mercado para proteger as empresas loca-

    is neste perodo de transio.

    Ao final de 2010, duas novas impor-

    tantes resolues foram tomadas (224 e

    225, do Conselho Nacional de Seguros

    Privados (CNSP). A primeira vetava o

    repasse de contratos de resseguros entre

    empresas do mesmo grupo, e a 225 exigia

    que 40% do contrato fossem obrigatoria-

    mente colocados com resseguradoras

    locais, ou seja, estabelecidas como com-

    panhias abertas no pas.

    J em maro de 2011, o governo

    revogou a resoluo 224, permitindo que

    a sociedade seguradora ou o ressegura-

    dor local pudessem transferir para

    empresas ligadas ou pertencentes ao

    mesmo conglomerado financeiro sedia-

    das no exterior at 20% do prmio corres-

    pondente a cada cobertura contratada.

    Este limite no se aplica aos ramos garan-

    tia, crdito exportao, rural, crdito

    interno e riscos nucleares, segundo

    norma do CNSP.

    Estas ltimas medidas provocaram

    discusso, entre defensores e crticos.

    Por um lado, elas tm por objetivo bene-

    ficiar as empresas de resseguro locais,

    possivelmente estimulando, entre outras

    conseqncias, o incremento do registro

    de novas empresas de resseguro no pas.

    Por outro lado, segundo outros crticos,

    as resolues podem prejudicar o desen-

    volvimento do setor no longo prazo,

    aumentando a instabilidade.

    Apesar das dificuldades, a perspectiva

    do setor favorvel, com a previso de

    boas taxas de crescimento, sobretudo em

    alguns segmentos especficos. Os even-

    tos esportivos desta dcada tambm so

    um estmulo adicional. Sem falar em

    outros fatores resultantes, como solvn-

    cia, rentabilidade, etc. Hoje, o setor tenta

    encontrar um meio termo na velocidade

    de abertura. Tanto a liberdade total pode

    trazer alguns problemas como tambm

    muitas restries acabam por desestimu-

    lar o investimento e o desenvolvimento

    tecnolgico.

    Neste pouco espao de tempo, porm,

    j vemos uma contribuio importante

    resultante da entrada das resseguradoras

    estrangeiras, a de uma abordagem mais

    tcnica para a subscrio. Isto deve conti-

    nuar. Mas tambm h desafios. Mo de

    obra especializada, regras estveis,

    novos produtos, etc. Todos estes fatores

    so levantados pelas prprias companhi-

    as, conscientes desta situao. O futuro

    promissor, preciso olhar para frente.

    Evoluo do mercado de resseguro no Brasil

  • Julho de 2011

    COMUNICADO - HORRIO DE

    FUNCIONAMENTO DO SINCOR/CE

    Prezados(as) Senhores(as);

    Comunicamos que o SINCOR/CE., funciona no

    horrio de 08:00h, s 15:00h. de segunda sexta

    feira, na Rua Perboyre e Silva, 111 - sala 606 -

    Centro - Fortaleza/Ce. e-mails para contato:

    s i n c o r c e @ s i n c o r c e . c o m . b r -

    [email protected]@terra.com.br

    Telefone: (85) - 3226-1328 FAX: (85) 3226-6181

    - Secretaria SINCOR/CE.

    O Jornal do SINCOR/CE., tem uma tiragem de

    5.000(cinco mil) exemplares alm de est

    disponvel on-line no site da entidade:

    . Voc segurador,

    proprietrios de oficinas, empresrios podem

    anunciar aqui e unir foras com quem luta pelos

    direitos de nossa categoria e do segurado.

    www.sincorce.com.br

    [email protected]

    [email protected]

    [email protected]

    Para anunciar ligue:

    (85) 3226-1328 FAX: (85) 3226-6181 ou

    pelos e-mails: ;

    ;

    24/08/2011 O seguro

    popular e a popularizao;

    16/09/2011 - Certificao Digital

    vital para corretagem de seguros;

    28/10/2011 - As

    administradoras de benefcios e o corretor de segs no

    mercado de seguros sade;

    25/11/2011 - "Contabilidade em

    Seguros";

    09/12/2011 Sinistros de

    responsabilidade civil.

    Eugnio Velasques

    Junio Marcos

    Luiz Celso Dias Lopes

    Cleber Sousa

    Fabio di Matteo

    Agende-se! Prximas palestras:

    3226-1328 / [email protected]

    SINC R-CE

    Acabou de sair o tradicional estudo da Swiss Re de avaliao anual do mercado mundial de seguros. Neste ano, o ttulo foi World Insurance in 2010, Premiums back to

    growth capital increases.

    Inicialmente, um detalhe importante, que pode passar despercebido para muitos.

    Pela primeira vez, o press release do estudo foi divulgado tambm em portugus!

    Como sempre, o trabalho detalhado e cheio de estatsticas. Neste ano, o tom do

    texto mais otimista. Em 2010, o faturamento mundial de seguros ficou em US$ 4,3

    trilhes, com um crescimento real de 2,7%, nmero puxado pelos pases emergentes.

    Abaixo, alguns dados do Brasil.

    Para conhecimento e para pensar...

    Brasil - 2010

    Seguros No vida 14 31 1,7%

    Seguros Vida 16 33 1,3%

    Total de Seguros 15 64 1,5%

    Posio RK Mundo Faturamento (U$$) Participao Mundo

    O momento tem sido de expectativa e de cautela, apesar das possveis nuvens no horizonte

    (Grcia, Portugal, etc).

    Com alguma ironia, pode-se perguntar: Ser que os erros anteriores tm alguma

    influncia nesta postura?

    Bem, a Standard and Poors (S&P) acaba de divulgar o seu levantamento peridico sobre

    a evoluo dos ratings dados s seguradoras internacionais, intitulado Industry Report

    Card: Global Multiline Insurers Are Heading For Continued Ratings Stability, Despite

    Multiple Hurdles.

    Abaixo, grfico, com a sinalizao das mudanas dos ratings, nos ltimos tempos.

    Como se observa, a tendncia de estabilidade

    Um fenmeno mundial cada vez mais forte a existncia de fuses e

    aquisies entre as empresas. No Brasil, em seguros especificamente, esta

    tendncia hoje tanto vale para o mercado das seguradoras, como do das

    corretoras.

    Visando estudar este comportamento de um modo geral, a empresa de

    consultoria de riscos Aon acaba de divulgar o estudo Culture Integration in

    M&A: Survey Findings, baseado em uma pesquisa com 123 organizaes.

    Abaixo, a verso completa em ingls e, em seguida, o resumo em

    portugus:

    Verso completa em ingls:

    Verso resumida em portugus:

    O estudo aborda diversos aspectos interessantes. Por exemplo::

    Tipos de fuses e aquisies mais comuns (IPOs ,

    joint ventures aquisies, etc)

    Regies geogrficas mais promissoras

    Objetivos principais das aquisies

    Motivos do fracasso nos empreendimentos

    Desenvolvimento de mtricas de avaliao

    Etc

    Segundo o estudo, um ponto fundamental o aspecto cultural desta nova

    organizao. Abaixo, os principais fatores, segundo a pesquisa,

    responsveis pelo fracasso.

    http://www.aon.com/attachments/thought-leadership/M_A_Survey.pdf

    h t t p : / / w w w . a o n . c o m / a t t a c h m e n t s / t h o u g h t -

    leadership/Deal_Spread_Portuguese.pdf

    Francisco Galiza. www.ratingdeseguros..com.br

  • Janeiro de 2011Julho de 2011

    O Cdigo de tica dos Corretores

    de Seguros visa a um melhor

    disciplinamento tico e profissional

    da categoria. A adeso do corretor de

    seguros pessoa fsica ou da empresa

    corretora de seguros voluntria.

    Contudo, quem subscrever o

    regulamento receber um selo de

    qualidade, que servir para reforar o

    bom conceito que o corretor j ostenta

    junto ao consumidor brasileiro.

    Cada estado ter um Comit de

    Cdigo de tica dos Corretores de Seguros

    1) Preencher Formulrio: "Termo de

    Adeso ao Cdigo de tica dos Corretores

    de Seguros".

    2) Imprima o Formulrio.

    3) Preencha todos os campos e assine o

    formulrio.

    4) Entregue o Formulrio na sede do

    SINCOR ou da Delegacia de sua base

    territorial.

    5) Em quinze dias, retorne ao SINCOR ou

    Delegacia de sua base territorial para

    retirar o seu Certificado.

    Atenciosamente,

    Secretaria

    SINCOR/CE.

    0**(85) 3226-1328

    Faa agora sua adeso ao Cdigo de tica dos

    Corretores de Seguros, seguindo os passos abaixo:

    tica, que far o julgamento em

    primeira instncia das denncias de

    irregularidades praticadas pelo

    corretor de sua jurisdio.

    Em segunda ins tnc ia , o

    julgamento caber ao Comit de

    tica da FENACOR. Depois desse

    segundo julgamento, se for o caso, a

    Federao ir encaminhar o resultado

    SUSEP, que tem as condies legais

    para aplicar penalidades previstas na

    legislao.

    Campanha pelo Associativismo 2011

    Venha para o sindicato. Sindicalize-se j

    SINC R-CEPrezados(as) Senhores(as);

    O Sindicato dos Corretores de

    Seguros, Capitalizao, Previdncia

    Privada e de Empresas Corretoras de

    Seguros do Estado do Cear

    (SINCOR-CE) tem o prazer de

    convidar Vossa Senhoria para a

    tradicional Festa de Confraternizao

    de Final de Ano dos corretores de

    seguros e representantes de empresas

    corretoras de seguros, a realizar-se no

    dia 16 de dezembro de 2011, em um

    Restaurante em Fortaleza/CE. O

    almoo iniciar-se- s 12:00 h e

    contar com sorteio de valiosos

    brindes.

    Os (as) corretores(as) e

    representantes de empresas corretoras

    de seguros e seguradoras interessados

    em participar do evento devero

    procurar a secretaria do Sincor-CE

    atravs do telefone (85) 3226-1328,

    p e l o s e - m a i l s :

    s i n c o rc e @ s i n c o rc e . c o m . b r e

    [email protected] ou na sede

    do Sincor-CE at o dia 01 de

    Novembro de 2011 para maiores

    informaes.

    Sua presena imprescindvel

    para que nossa categoria demonstre

    toda sua fora e representatividade no

    mercado de seguros cearense.

    As adeses so limitadas. Garanta a

    sua!

    Toda fora fraca se no unida!

    Manoel Nsio Sousa

    Presidente do SINCOR/CE.

    De acordo com a Superintendncia

    de Seguros Privados (Susep), o mercado

    de seguros, capitalizao e previdncia

    privada, registrou o crescimento de 18%

    em todo o Brasil, de janeiro a maio deste

    ano, sobre o mesmo perodo de 2010. O

    faturamento registrado foi de R$ 50,4

    bilhes, dos quais R$ 41 bilhes s no

    mercado de seguros - exceto para o

    segmento de seguros de sade, que so

    regulados pela Agncia Nacional de

    Sade (ANS).

    De acordo com a Federao

    Nacional de Previdncia Privada e Vida

    (Fenaprevi), s nos primeiros cinco

    meses do ano foram movimentados R$

    7,7 bilhes no mercado de seguros

    pessoais, o que representa o crescimento

    de 24,69% de prmios em relao ao

    ano anterior.

    Den t r e o s s egmen tos ma i s

    procurados, destacam-se os seguros de

    viagem - devido crescente quantidade

    de embarques ao exterior - com um salto

    de 48,11%, seguido por acidentes

    pessoais, que detm 42% dos prmios

    acumulados.

    Nos cinco primeiros meses do ano,

    praticamente todos os segmentos de

    seguros tiveram crescimento nas

    vendas. No Cear, o montante

    registrado de R$ 733,5 milhes em

    Seguros - Setor cearense j

    cresceu 31,26% em 2011 prmios, um crescimento de 31,26% em

    relao a 2010, segundo a Susep.

    Quanto aos sinistros diretos, o valor

    registrado foi de R$ 184,2 milhes.

    OTIMISMO

    De acordo com o presidente do

    Sindicato dos Corretores e Empresas

    Corretoras de Seguros do Estado do

    Cear (Sincorce), Manoel Nsio Sousa,

    os seguros "em termos de produo,

    residncia, comrcio e automveis, o

    Cear est superando o Nordeste". Para

    ele, o crescimento liderado pelo Estado

    sobre todos os demais estados

    nordestinos de 20%, portanto, acima

    do registrado no Pas.

    "Hoje o brasileiro tem a cultura do

    seguro. Quando tem um bom salrio, o

    trabalhador faz um seguro de

    previdncia, educao, vida e acidentes

    pessoais. Hoje h a necessidade de se

    fazer seguro, pois com o crescimento

    das classes C e D, os brasileiros querem

    uma segurana sobre o bem adquirido,

    buscando proteger seu patrimnio,

    porque sabe que ir receber a

    cobertura", destaca Sousa. Este bom

    momento do mercado de seguros "ajuda

    na economia do pas e do Cear, que

    detm 3,5% a 4% do PIB do seguro. At

    o final do ano, o setor de seguros

    brasileiro dever atingir a alta de 20%

    sobre 2010", acredita.

    CRESCIMENTO

    Para o gerente da Martima Seguros

    de Fortaleza, Robrio de Oliveira

    Marques, "o mercado tem crescido

    muito nos ltimos trs anos". A empresa,

    que opera em todos os segmentos - com

    exceo de seguros de sade e

    previdncia - registrou em 2011, de

    janeiro a junho, o crescimento de 35%.

    Setores como automveis, mercado

    imobilirio e equipamentos, devido

    Copa de 2014, so os lderes no

    crescimento das aplices. Ao falar sobre

    o que impulsionou este crescimento,

    Robrio Marques enfatiza que "com

    certeza a incluso da [nova] classe

    mdia como mercado consumidor

    proporcionou este crescimento. Ao

    adquirir um automvel, como exemplo,

    os novos proprietrios esto adquirindo

    mais do que um bem, esto realizando

    um sonho". Com isso, querendo

    proteger seu bem, "parcelado em 70

    vezes", por exemplo, os clientes

    preferem a contratao dos seguros

    como uma garantia adicional, segundo

    Marques.

    Fonte: O Estado | Nonato Almeida

  • SINCOR - CE

    FEDERAO NACIONAL DOS CORRETORES DE SEGUROS PRIVADOS, DE CAPITALIZAO,

    DE PREVIDNCIA PRIVADA E DAS EMPRESAS CORRETORAS DE SEGUROS

    Confederao Nacional do Comrcio

    de Bens, Servios e Turismo

    Julho de 2011

    A ACE, uma das maiores companhias

    de seguros e resseguros do mundo,

    implantou em Fortaleza uma nova unidade

    para sediar a comercializao de seus

    produtos nos seguintes estados: Cear,

    Maranho e Piau. Com esta iniciativa, a

    empresa quer dar prosseguimento ao seu

    intenso ritmo de crescimento no Brasil,

    onde demonstrou um salto de faturamento

    de R$ 60 milhes para R$ 785 milhes

    entre 1999 e 2011. Mundialmente, a

    companhia est presente em mais de 50

    pases e possui um faturamento anual de

    US$ 19,5 bilhes.

    Os corretores da regio podero

    ampliar suas carteiras com uma grande

    variedade de produtos ainda no

    explorados no mercado local, considera

    Jos Altair Couto, diretor de filiais da

    seguradora. A ACE uma empresa

    criativa e inovadora. Teremos muitas

    novidades, principalmente em D&O,

    Responsabilidade Civil Profissional,

    Afinidades, Transportes e Energia, setores

    em que a companhia disputa a liderana no

    Brasil, observa Joo Carlos de Oliveira,

    gerente da ACE Fortaleza. O executivo

    acrescenta que um dos objetivos da filial

    aumentar a base de parceiros, identificando

    novas oportunidades e nichos de mercados.

    ACE, uma das maiores companhias de seguros e

    resseguros do mundo, implanta unidade em Fortaleza

    Empresa escolhe a capital do Cear para sediar

    operaes em trs estados

    A filial pretende transmitir muitas

    novidades por meio de palestras e

    treinamentos. Com a ACE, estes parceiros

    vo deixar de perder oportunidades no

    mercado local para corretoras de outras

    regies, considera.

    Para oferecer agilidade e expertise ao

    mercado local, a ACE constituiu uma

    equipe de profissionais especializados no

    Norte e Nordeste, com autoridade para

    cotar e tomar decises. Posicionada desta

    forma, a empresa incrementou a sua

    capacidade de criar solues inovadoras

    para cada tipo de problema, finaliza

    Oliveira.

    A ACE j conta com mais de 5

    milhes de clientes:

    Atualmente, a ACE conta com mais de

    5 milhes de clientes no Brasil, onde atua

    de forma especializada em diversas reas

    do mercado de seguros. Nos ltimos dois

    anos, a Agncia de Classificao de Riscos

    Moody's Amrica Latina concedeu o

    conceito mximo no rating para a ACE em

    escala nacional: Aaa. Esse conceito

    creditado para as empresas que possuem

    destacada responsabilidade e sade

    financeira no cumprimento de suas

    obrigaes, inclusive no pagamento de

    sinistros.

    J estamos com quatro seguradoras apoiando o site

    do SINCOR/CE., (GBOEX - ACE - CHUBB - BRADESCO

    SEGUROS), visite o site do SINCOR/CE. confira!

    Lsias Barbosa

    Diretor do SINCOR/CE.

    0**(85) 3226-1328

    www.sincorce.com.br

    [email protected]

    Em mais uma iniciativa inovadora do SINCOR-CEAR, temos o prazer

    de apresentar a V.S o novo modelo do Site/News do SINCOR/CE., que ser

    enviado diariamente a todos os Corretores de Seguros pessoa fsica e

    jurdica, Entidades, Autoridades e Mercado Segurador em geral, totalizando

    5.000 contatos de e-mails. Neste informativo constar a logomarca das

    seguradoras que esto apoiando o site do Sindicato dos Corretores de

    Seguros, Capitalizao, Previdncia Privada e de Empresas Corretoras de

    Seguros no estado do Cear - SINCOR/CE.

    Atenciosamente,

    Seguradora que apoia o Corretor de Seguros, est apoiando tambm

    o Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalizao, Previdncia

    Privada e de Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Cear

    SINCOR/CE.

    Toda fora fraca se no unida!

    Equipe ACE GROUP Fortaleza

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