Jornal Vitrine Lageana

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Edição 193

Text of Jornal Vitrine Lageana

  • VITRINE LAGEANA - LAGES, SEXTA-FEIRA, 14 DE AGOSTO DE 2015

    OpinioSadeSegurana Destaque CidadeEducaoEsporte Poltica

    Lages, sexta-feira, 14 de agosto de 2015R$ 2,00

    Ano 05 - Edio 193

    O prefeito interino Toni Duarte dever viajar para Miami a convite do CDL/Lages e de inmeros empresrios. Assumir o cargo o presidente da Cmara Municipal, o vereador Adilson Apolinrio, o qual ter a oportunidade de ser prefeito de Lages por 7 dias.

    Prefeito por 7 dias

    O presidente do Deinfra, engenheiro e ex-prefeito de Curitibanos, Wanderley Agostini informou que o projeto de reconstruo Da SC-114 estem anlise no BID, instituio que financiar a obra. | Pg. (12)

    Na tarde de tera-feira, 11, aconteceu na sede do 6 Batalho Policial Militar a solenidade de promoes de oficiais e praas da unidade. | Pg. (15)

    Reconstruo da rodovia SC-114 em anlise no banco interamericano

    Solenidade no 6 BPM em Lages

    Para ouvir a populao e dar encaminhamento s suas demandas, o bairro Penha em Lages, recebeu a primeira reunio do Gabinete Itinerante do deputado Gabriel Ribeiro (PSD), na sexta-feira, 07, s 19h30min, na Casa do Povo, na avenida Vital Brasil. | Pg. (3)

    Gabinete Itinerante

    O STF (Supremo Tribunal Federal) comearia na quinta-feira, 13, um julgamento histrico para definir se crime ou no portar drogas para consumo prprio. O caso tramita desde 2011. Entretanto, mais uma vez, o STF,

    postergou o julgamento da ao sobre as drogas, devendo ser iniciado na prxima quarta-feira, 19. | Pg. (3)

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    Portar maconha para uso pessoal pode deixar de ser crime?

  • VITRINE LAGEANA - LAGES, SEXTA-FEIRA, 14 DE AGOSTO DE 2015OPINIO1202

    O crescente aumento da criminalidade

    Nossa OpinioObras no concludasA populao da regio serrana est mais uma vez convivendo com obras inacabadas. Alis, no essa a primeira vez que isso acontece. Uma

    que ficou registrada na memria de todos os serranos foi a construo da BR 282, uma rodovia que se tornou bissecular por ter levado nada menos que duzentos anos para ser concluda. Considerada a coluna vertebral do Estado de Santa Catarina, apesar de no ter muitos anos de efetiva concluso, j est merecendo ser duplicada em muitos trechos, tal o volume do trfego na pista de rolamento.Outras rodovias, principalmente de nomenclatura estadual, esto em fase de revitalizaes. Como por exemplo o trecho da rodovia que liga So Joaquim a Painel, assim como de Capo Alto a Campo Belo do Sul. H tambm um tr5echo que nem sequer foi iniciado, porem j foi licitado, que o de Coxilha Rica BR 116. No somente as rodovias, h tambm o Aeroporto Regional

    do Planalto Serrano que, est em obras h mais de uma dcada, e nem sequer h previso da entrada em operao. Tambm est e fase de pavimentao o trecho da rodovia denominada Caminhos da Neves, a cargo do Batalho do Exrcito Brasileiro sediado em Lages. Apesar de j ter iniciado a capa asfltica, ainda nem sequer ouve licitao para construo da ponte que vai unir os dois estados: Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Diga-se de passagem, ao criar o projeto Caminhos da Neve, a inteno era o de buscar o desenvolvimento turstico para as regies dos dois estados at ento sem nenhuma participao nos projetos tursticos, tanto de Santa Catarina como do Rio Grande do Sul e tambm do Governo Federal. A populao existente no traado da nova rodovia aguarda com ansiedade pela sua concluso, na esperana de que o progresso tambm faa parte dos seus dias como cidados.

    Grimpa

    A sociedade lageana ainda est contagiada pelas recentes perdas ocorridas em dois finais de semana. A primeira foi o assassinato de um comerciante residente no bairro Guaruj. At ento, os autores no foram presos. E, mais recentemente, ocorreu o segundo homicdio. Desta vez, a vtima, Sebastio Nunes de Oliveira, um ex-vereador, ex-presidente do MTG-SC, irmo de um ex-prefeito, o popular Renatinho. A morte do lageano cognominado Touro, ainda em processo de investigao pela Polcia Civil, parece ter requintes de crueldade, e tudo, a princpio, leva a crer que foi mais um latrocnio ocorrido em Lages.Segundo foi ventilado por alguns veculos de imprensa, numa reunio realizada nas dependncias do Lages Garden Shopping, um executivo daquele estabelecimento empresarial comunicou que as obras inacabadas ali existentes sero concludas at dezembro de 2015, exceto as salas onde sero implantados os cinemas previamente planejados, cujas inauguraes no tem data prevista. Ainda segundo o dito executivo, numa obra dessa envergadura, nem sempre a inaugurao acontece com 100% (cem por cento) concludas. Ele generalizou, porque h empreendimentos privados em todo territrio nacional que somente so entregues populao quando totalmente concludo, o que no foi o caso do Lages Garden Shopping.

    Crimes em processo de investigao

    Obras no concludas II

    Nulvany Lopes Pael (Chico Pael)

    Os crimes que aconteceram em dois finais de semana em Lages e regio serrana causaram medo e at revolta em diversas pessoas, porque no dizer na sociedade como um todo; a qual, no v outra sada seno clamar por segurana, fazendo com que autoridades cumpram o que determina a Constituio Brasileira. Porm, importantssimo observar que o problema complexo e requer ateno das autoridades responsveis por inmeras instituies que, vai desde a Segurana Pblica at s demais que devem atender as questes sociais que afligem a maioria das famlias carentes de todas as cidades. O que torna ainda mais preocupante

    que, grande parte dos delitos cometidos, so de autorias de menores de idade, geralmente, tambm envolvidos com trfico e consumo de drogas. Vale lembrar que a questo social no a nica responsvel pela marginalizao, mas a que contribui para sua existncia. A falta de infraestrutura das famlias, como o desemprego, a miserabilidade e a carncia de programas educacionais de apoio que possam ajudar o menor, facilitam para a entrada no mundo do crime.At alguns tempos atrs, Lages era considerada uma cidade pacata, ultimamente a populao tem assistido perplexa o crescimento da criminalidade e violncia que se agravam a cada dia

    que passa; e, acabar com as causas tarefa de vrios segmentos da sociedade, no apenas a Polcia Militar; porm, seu envolvimento absolutamente necessrio. Todos sabem que que preciso investir mais em polticas de apoio e incluso social, principalmente com o intuito de prevenir que mais jovens se envolvam com drogas e outros crimes. A criminalidade infanto-juvenil um reflexo da desorganizao familiar, poltica e social, e tem se tornado um problema cada vez mais constante e difcil de resolver. necessrio que as leis sejam revistas: um delinquente no pode ficar impune, por mais novo que seja, toda vez que cometer um crime. preciso que

    as autoridades faam funcionar as boas leis, que j existem. Para quem nasce em famlia desprivilegiada, a educao o nico meio para se tornar algum na vida. J que o crime d um sustento apenas momentneo. Na esfera familiar, os pais devem amar e cuidar mais dos filhos dando apoio e educao em casa. Assim, se governantes, famlia e sociedade realmente lutarem juntos, o problema da criminalidade infanto-juvenil na Serra Catarinense, especialmente em Lages, ser erradicado. uma mudana gradual e lenta, porm, efetiva.

  • VITRINE LAGEANA - LAGES, SEXTA-FEIRA, 14 DE AGOSTO DE 201503DESTAQUE 03

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    STF adia julgamento de ao que podedescriminalizar drogas para uso prprio

    Jovens querem a liberao da maconha

    O plenrio do Supremo Tri-bunal Federal (STF) adiou para a prxima quarta-feira, 19, o jul-gamento de uma ao que pode resultar na descriminalizao das drogas para consumo prprio. Os ministros analisam a constitucio-nalidade do artigo 28 da Lei n 11.343, de 2006. O tema estava previsto para entrar em julga-mento na sesso desta quinta-feira, 13, mas foi adiado, uma vez que a discusso sobre presdios se estendeu por toda a tarde. O recurso chegou ao Supremo em 2011 e tem repercusso geral, ou seja, servir como base para decises em casos semelhantes em todos os tribunais do Pas. A ao, proposta pela Defensoria do Estado de So Paulo, contesta uma deciso do Juizado Especial

    Cvel de Diadema, na Grande So Paulo. A Justia manteve a condenao de uma pessoa por portar 3 gramas de maconha. A argumentao apresentada pela Defensoria de que o artigo 28 da Lei de Drogas viola o princpio da intimidade e da vida privada e , portanto, inconstitucional.A importncia do casoO tema ser o primeiro item da pauta de quarta-feira e a expectativa de que, devido extensa lista de inscritos para sustentao oral, que o julga-mento tenha continuidade na quinta-feira. O ministro Gilmar Mendes, relator do caso, expli-cou que ser discutido se o porte

    de drogas para o uso prprio ,

    de fato, uma infrao. Questio-nado se o julgamento definir o que distingue um usurio de um traficante, o ministro disse que no sabe se o plenrio tem condio de faz-lo judicial-mente. Sobre a importncia do caso, Gilmar disse que talvez seja um passo no sentido de aju-dar a compreender esse prob-lema extremamente complexo. O magistrado comentou ainda que a lei aprovada em 2006, que trata sobre drogas, provocou um resultado contrrio ao esperado e, ao invs de reduzir o nmero de presos, aumentamos signifi-cativamente. Estamos em quarto lugar em termos de populao carcerria, cerca de 600 mil presos, e muitos ligados a essa questo do trfico, comentou.

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    Governador Colombo se rene com jovens empreende-dores do meio rural em Lages

    Deputado Gabriel Ribeiro inaugura

    gabinete itinerante

    Aps uma semana de trab-alho, pessoas do Bairro Penha, em Lages, deixaram a novela de lado para um encontro poltico. Relataram os seus anseios dire-tamente ao deputado Gabriel Ribeiro (PSD), que dever encaminhar as reivindicaes da comunidade aos rgos com-petentes. Essa reunio