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  • Jri Nacional de Exames Provas de Aferio | Provas Finais de Ciclo | Exames Finais Nacionais | 2016

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    PROCESSO DE AVALIAO EXTERNA DA APRENDIZAGEM

    PROVAS DE AFERIO | PROVAS FINAIS | EXAMES NACIONAIS 2016

    JRI NACIONAL DE EXAMES CERTIFICAR COM EQUIDADE

    RELATRIO 2016

    DIREO-GERAL DA EDUCAO MINISTRIO DA EDUCAO

    JANEIRO DE 2017

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    FICHA TCNICA Ttulo:

    Processo de Avaliao Externa da Aprendizagem Provas de Aferio, Provas Finais e Exames Nacionais 2016

    Autores:

    Antnio Monteiro Dina Bonina Pereira Dominique Fonseca Egdia Manuela Rodrigues Isabel Monteiro Isabel Rebelo Rui Ferreira

    Coordenao:

    Lus Pereira dos Santos Capa:

    Isabel Espinheira Composio:

    Direo-Geral da Educao Jri Nacional de Exames

    Colaborao: Maria Augusta Castro Coordenadora do JNE Norte Joo Ricardo Neves Coordenador do JNE Centro Joo Almiro Simes Coordenador do JNE de Lisboa e Vale do Tejo Madalena Mira Coordenadora do JNE Alentejo Alexandre Lima Coordenador do JNE Algarve Paulo Silva Coordenador do JNE Madeira Ana Cristina Silva Coordenadora do JNE Aores Responsveis dos agrupamentos do JNE

    Edio:

    Janeiro de 2017

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    ndice

    INTRODUO ..................................................................................... 7

    1. APRECIAO GLOBAL DO PROCESSO DE REALIZAO DAS PROVAS E EXAMES . 8

    2. REDE DE ESCOLAS E CRONOGRAMAS DO PROCESSO DE CLASSIFICAO ....... 10

    3. GESTO DAS BOLSAS DE PROFESSORES CLASSIFICADORES ...................... 12

    4. APLICAES INFORMTICAS DE APOIO REALIZAO DAS PROVAS E EXAMES 19

    5. PLATAFORMAS DO JNE ................................................................ 21

    6. APLICAO DE CONDIES ESPECIAIS NA REALIZAO DE PROVAS E EXAMES 23

    6.1 Aplicao de condies especiais no ensino bsico ................................................. 23 6.1.1 Alunos ao abrigo do Decreto Lei n.3/2008 24 6.1.2 Alunos no abrangidos pelo Decreto Lei n.3/2008 29 6.1.3 Provas a nvel de escola 29 6.1.4 Enunciados adaptados 32

    6.2 Nmero de registos para aplicao de condies no ensino secundrio ....................... 32 6.2.1 Alunos que solicitaram condies especiais para realizao de provas e exames 32 6.2.2 Alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n. 3/2008 33 6.2.3 Alunos no abrangidos pelo Decreto-Lei n. 3/2008 35 6.2.4 Provas a nvel de escola 35 6.2.5 Adaptao de formatos de enunciados 38

    6.3 Condies especiais autorizadas a alunos em situao clnica grave ........................... 38 6.3.1 Dispensa de realizao de provas finais de ciclo 39 6.3.2 Exames do ensino secundrio em unidades hospitalares 39

    7. PROVAS E EXAMES REALIZADOS POR ALUNOS DESPORTISTAS DE ALTO RENDIMENTO ................................................................................... 41

    8. OCORRNCIAS NAS PROVAS E EXAMES .............................................. 46

    9. PROCESSO DE REAPRECIAO E RECLAMAO .................................... 56

    9.1 Ensino bsico ............................................................................................... 58

    9.2 Ensino secundrio ......................................................................................... 59

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    10. DADOS ESTATSTICOS GLOBAIS DAS PROVAS E EXAMES .......................... 69

    10.1 Dados estatsticos das provas de aferio ......................................................... 69

    10.2 Dados estatsticos das provas finais do 3. ciclo ................................................. 77

    10.3 Dados estatsticos dos exames nacionais do ensino secundrio .............................. 98 10.3.1 Resultados por disciplina 100 10.3.2 Diferenas entre Classificao de Exame e Classificao Interna Final (CE CIF) 130 10.3.3 Resultados por gnero 136 10.3.4 Resultados por tipo de aluno 146 10.3.5 Resultados por tipo de curso 181

    11. INQURITO DE SATISFAO SOBRE A ATUAO DO JNE ........................ 198

    12. CONSIDERAES FINAIS .............................................................. 200

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    Introduo

    A avaliao externa da aprendizagem constitui-se, por um lado, como um instrumento

    fundamental para a credibilizao e regulao do sistema educativo, especialmente, para o

    processo de deciso, no que diz respeito a intervenes no currculo nacional e, por outro, como

    um instrumento ao servio da autoavaliao das escolas, processo fundamental para que as

    organizaes possam autorregular-se, avaliar as metodologias e estratgias de ensino utilizadas

    e introduzir eventuais ajustamentos, numa perspetiva de uma cultura de avaliao contnua e de

    melhoria do trabalho desenvolvido.

    Neste contexto, o Jri Nacional de Exames (JNE) tem por atribuies coordenar e planificar o

    processo de avaliao externa da aprendizagem, bem como a validao das condies de acesso

    dos alunos realizao das provas finais do 3. ciclo do ensino bsico e dos exames finais

    nacionais do ensino secundrio. O JNE coordena ainda os exames a nvel de escola de lnguas

    estrangeiras equivalentes aos exames nacionais, os exames e provas a nvel de escola para

    alunos com necessidades educativas especiais e as provas de equivalncia frequncia do

    ensino bsico e do ensino secundrio.

    O JNE dispe de delegaes, em cada uma das regies das direes de servios regionais da

    Direo-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), bem como nas Regies Autnomas dos

    Aores e da Madeira, tendo sido nomeado pelo Despacho n. 6531/2016, de 18 de maio, do

    Senhor Secretrio de Estado da Educao.

    Deste modo, constituem competncias do JNE todas as aes inerentes ao processo de

    avaliao externa, seja no estabelecimento de normas para inscrio, realizao e classificao

    das provas seja para a sua reapreciao e reclamao, em articulao com outros servios do

    Ministrio da Educao, quando necessrio.

    Com o presente Relatrio, pretende-se essencialmente efetuar um balano do processo de

    avaliao externa, realizado em 2016, salientando-se a introduo das provas de aferio nos

    2. 5. e 8. anos de escolaridade, anunciando os aspetos mais conseguidos, mas tambm as

    fragilidades manifestadas, bem como apresentar um manancial de informao de natureza

    estatstica, o qual poder, de alguma forma, constituir-se como ponto de partida para estudos ou

    trabalhos, em diferentes dimenses do nosso sistema educativo.

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    1. Apreciao global do processo de realizao das provas e exames

    semelhana do ano letivo transato, a Comisso Permanente do JNE realizou, durante o ms de

    abril, reunies de trabalho com representantes dos agrupamentos de escolas e escolas no

    agrupadas dos ensino bsico e secundrio, dos ensino pblico e particular e cooperativo, as

    quais tiveram como objetivo preparar e esclarecer procedimentos e aspetos especficos do

    processo de avaliao externa, que integrou provas de aferio, provas finais do 3. ciclo e

    exames nacionais do ensino secundrio, permitindo uma interao muito profcua entre as

    estruturas centrais e regionais do JNE e os representantes das escolas. Estas sesses, no

    Continente, realizaram-se no contexto das Jornadas Regionais da Direo-Geral da Educao

    (DGE) e contaram com a presena do Senhor Secretrio de Estado da Educao, elementos do

    seu Gabinete, elementos da Inspeo-Geral de Educao e Cincia (IGEC) e dos servios

    regionais da DGEstE, tendo tido lugar nas diferentes regies, Norte, Centro, Lisboa e

    Alentejo/Algarve, nas cidades do Porto, Coimbra, Lisboa e Beja.

    Na Regio Autnoma da Madeira, a reunio com os representantes das escolas realizou-se na

    cidade do Funchal, com a presena do Senhor Secretrio Regional de Educao, do Senhor

    Diretor Regional, do Senhor Inspetor Regional e de elementos das Delegaes Escolares. Este

    ano, no se realizaram reunies nos Aores, atendendo a que esta Regio Autnoma no iria

    realizar provas de aferio e que no se verificavam alteraes significativas no quadro

    normativo das provas finais do ensino bsico e dos exames nacionais do ensino secundrio.

    A realizao das provas de aferio, das provas finais do 3. ciclo, dos exames finais nacionais do

    ensino secundrio e das provas de equivalncia frequncia dos ensinos bsico e secundrio

    decorreram de acordo com o calendarizado no Despacho n. 7104-A/2015, de 26 de junho, com

    as alteraes introduzidas pelo Despacho n. 4688-A/2016, de 5 de abril.

    O Decreto-Lei n. 17/2016, de 4 de abril, alterando o Decreto-Lei n. 139/2012, de 5 de julho,

    revogou as provas finais de Portugus e de Matemtica, dos 4. e 6. anos de escolaridade,

    mantendo, contudo, a possibilidade de as escolas elaborarem internamente provas no final do

    ano letivo, nestes anos de escolaridade, mas apenas com a funo de aferio, e introduziu as

    provas de aferio, nos 2., 5. e 8. anos de escolaridade. Assim