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1 LEI ORGÂNICA MUNICIPAL PANAMBI/RS 07/09/1990

LEI ORGÂNICA MUNICIPAL PANAMBI/RS Organica...4 Sumário RELAÇÃO DE EMENDAS À LEI ORGÂNICA MUNICIPAL 6 PREÂMBULO 7 TÍTULO I

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LEI ORGNICA MUNICIPAL

PANAMBI/RS

07/09/1990

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COMPOSIO DAS COMPOSIES TEMTICAS E SUB-COMISSES:

I COMISSO DE CONSULTA POPULAR PR LEI ORGNICA Coordenador: Miguel Schmitt-Prym Membros: Gnther Rehn

Nelson Deckert Joo Luiz de Moura Vieira

Alfredo Streicher Armindo Stahlhefer Nelson Feiden

Andr Klos Manoel Luiz Noschang Jos Luiz de Mello Almeida

II DA ORGANIZAO DO MUNICPIO E DOS PODERES MUNICIPAIS Presidente : Joo Luiz de Moura Vieira Relator: Gnther Rehn Membro: Nelson Feiden Suplente: Andr Klos Sub-Comisses a) Organizao e Atribuies dos Poderes Legislativo e Executivo Coordenador: Vereador Joo Luiz de Moura Vieira b) Poltica de Pessoal e Seguridade Social Coordenador: Vereador Nelson Feiden c) Dos bens pblicos, oramento pblico, poltica tributria e gesto financeira Coordenador: Vereador Gnther Rehn III DA ORDEM ECONMICA Presidente: Nelson Deckert Relator: Jos Luiz de Mello Almeida Membro: Andr Klos Suplente: Alfredo Streicher Sub-Comisses a) Poltica de Desenvolvimento Econmico Coordenador: Vereador Nelson Deckert b) Cincia e Tecnologia Coordenador: Vereador Andr Klos c) Da Poltica de incentivo agricultura, indstria, comrcio, associativismo e turismo. Coordenador: Vereador Jos Luiz de Mello Almeida IV DA ORDEM SOCIAL Presidente: Manoel Luiz Noschang Relator: Miguel Schmitt-Prym Membro: Joo Luiz de Moura Vieira Suplente: Armindo Joo Stalhefer

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Sub-Comisses a) Poltica de sade, defesa do meio ambiente, saneamento bsico e moradia social Coordenador: Vereador Miguel Schmitt-Prym b) Poltica de defesa do cidado, segurana pblica e da sociedade Coordenador: Vereador Manoel Luiz Noschang c) Poltica do desenvolvimento educacional, cultural, do desporto e lazer Coordenador: Vereador Joo Luiz de Moura Vieira COMISSO DE SISTEMATIZAO: Presidente: Gnther Rehn Relator: Miguel Schmitt-Prym Relator Adjunto: Nelson Deckert Membros: Joo Luiz de Moura Vieira Alfredo Streicher Suplentes: Armindo Joo Stalhefer Nelson Feiden Andr Klos Manoel Luiz Noschang Jos Luiz de Mello Almeida NADIR MARTINI Presidente da Cmara Municipal de Vereadores

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Sumrio

RELAO DE EMENDAS LEI ORGNICA MUNICIPAL .................................... 6 PREMBULO ................................................................................................................... 7 TTULO I ........................................................................................................................... 7 DA ORGANIZAO DO MUNICPIO .......................................................................... 7 CAPTULO I ..................................................................................................................... 7 DOS PRINCPIOS FUNDAMENTAIS E DAS DISPOSIES GERAIS ...................... 7 CAPTULO II ................................................................................................................... 9 DA COMPETNCIA DO MUNICPIO ........................................................................... 9 CAPTULO III ................................................................................................................. 13 DOS DISTRITOS, POVOADOS E BAIRROS .............................................................. 13 TTULO II ....................................................................................................................... 14 DA ORGANIZAO DOS PODERES MUNICIPAIS ................................................ 14 CAPTULO I ................................................................................................................... 14 DO PODER LEGISLATIVO ......................................................................................... 14 Seo I ............................................................................................................................. 14 Da Cmara Municipal ...................................................................................................... 14 Seo II ............................................................................................................................ 15 Das Atribuies da Cmara Municipal ............................................................................ 15 Seo III ........................................................................................................................... 19 Dos Vereadores ................................................................................................................ 19 Seo IV ........................................................................................................................... 21 Da Organizao da Cmara ............................................................................................. 21 Subseo I ........................................................................................................................ 21 Das Reunies ................................................................................................................... 21 Subseo II ....................................................................................................................... 23 Da Mesa e das Comisses ................................................................................................ 23 Seo V ............................................................................................................................ 24 Da Comisso Representativa ........................................................................................... 24 Seo VI ........................................................................................................................... 25 Do Processo Legislativo .................................................................................................. 25 Seo VII ......................................................................................................................... 28 Da Fiscalizao ............................................................................................................... 28 CAPTULO II .................................................................................................................. 28 DO PODER EXECUTIVO .............................................................................................. 28 Seo I ............................................................................................................................. 28 Do Prefeito e do Vice-Prefeito ........................................................................................ 28 Seo II ............................................................................................................................ 30 Das Atribuies do Prefeito ............................................................................................. 30 Seo III ........................................................................................................................... 32 Da Responsabilidade do Prefeito ..................................................................................... 32 Seo IV ........................................................................................................................... 32 Dos Secretrios Municipais ............................................................................................. 32 Seo V ............................................................................................................................ 33 Da Advocacia Geral do Municpio .................................................................................. 33 Seo VI ........................................................................................................................... 33 Da Guarda Municipal ...................................................................................................... 33

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CAPTULO III ................................................................................................................. 34 DA ADMINISTRAO PBLICA MUNICIPAL ........................................................ 34 Seo I ............................................................................................................................. 34 Dos Princpios Gerais ...................................................................................................... 34 Seo II ............................................................................................................................ 35 Dos Atos Municipais ....................................................................................................... 35 Seo III ........................................................................................................................... 36 Dos Servidores Municipais .............................................................................................. 36 ........................................................................................................................................ 36 Seo IV ........................................................................................................................... 40 Da Administrao Financeira .......................................................................................... 40 Subveno I ..................................................................................................................... 40 Dos Tributos .................................................................................................................... 40 Subseo II ....................................................................................................................... 41 Da Receita e da Despesa .................................................................................................. 41 Subseo III ..................................................................................................................... 42 Dos Oramentos ............................................................................................................... 42 Seo V ............................................................................................................................ 46 Dos Conselhos Municipais .............................................................................................. 46 TTULO III ...................................................................................................................... 46 DA ORDEM ECONMICA ........................................................................................... 46 CAPTULO I ................................................................................................................... 46 DAS DISPOSIES GERAIS........................................................................................ 46 CAPTULO II .................................................................................................................. 47 DA POLTICA URBANA .............................................................................................. 47 CAPTULO III ................................................................................................................. 50 Da Poltica Agrcola e Fundiria ..................................................................................... 50 TTULO IV ...................................................................................................................... 51 DA ORDEM SOCIAL .................................................................................................... 51 CAPTULO I ................................................................................................................... 51 DAS DISPOSIES GERAIS........................................................................................ 51 CAPTULO II .................................................................................................................. 52 DA SADE E ASSISTNCIA SOCIAL ........................................................................ 52 Seo I ............................................................................................................................. 52 Da Sade ......................................................................................................................... 52 Seo II ............................................................................................................................ 56 Da Assistncia Social ...................................................................................................... 56 CAPTULO III ................................................................................................................. 58 DA EDUCAO, DA CULTURA E DO DESPORTO ................................................. 58 Seo I ............................................................................................................................. 58 Da Educao .................................................................................................................... 58 Seo II ............................................................................................................................ 63 Da Cultura ........................................................................................................................ 63 Seo III ........................................................................................................................... 65 Do Desporto e do Lazer ................................................................................................... 65 CAPTULO IV ................................................................................................................ 66 DO MEIO-AMBIENTE .................................................................................................. 66 TTULO IV ...................................................................................................................... 68

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CAPTULO V .................................................................................................................. 68 DO MERCADO DE TRABALHO DO DEFICIENTE ................................................... 68 TTULO V ....................................................................................................................... 69 DAS DISPOSIES GERAIS E TRANSITRIAS ...................................................... 69

RELAO DE EMENDAS LEI ORGNICA MUNICIPAL

Emenda n 01, de 01 de Junho de 1992 Emenda n 02, de 20 de outubro de 1997 Emenda n 03, de 15 de dezembro de 1997 Emenda n 04, de 22 de junho de 1998 Emenda n 05, de 29 de junho de 1998 Emenda n 06, de 21 de dezembro de 1998 Emenda n 07, de 02 de abril de 2001 Emenda n 08, de 23 de abril de 2001 Emenda n 09, de 07 de maio de 2001 Emenda n 10, de 28 de maio de 2001 Emenda n 11, de 15 de outubro de 2001 Emenda n 12 Emenda 01/05, de 02 de Maro de 2005 Emenda n 13 - Emenda 02/2006, de 08 de Agosto de 2006 Emenda n 14 - Emenda 01/2008, de 20 de Maio de 2008 Emenda n 15 - Emenda 02/2008, de 20 de Maio de 2008 Emenda n 16 Emenda 03/2008, de 05 de Agosto de 2008 Emenda n 17 de 29 de Maio de 2009 Emenda n 18 de 14 de Julho de 2009 Emenda n 19 de 04 de Outubro de 2011 Emenda n 20 de 09 de Outubro de 2012 Emenda n 21 de 18 de Maro de 2014

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PREMBULO

O povo panambiense, atravs de seus representantes eleitos, afirmando seu compromisso com a soberania e a participao popular e tendo em vista o desenvolvimento do Municpio de Panambi e o bem-estar social dos muncipes, promulga, invocando a proteo de Deus, a seguinte LEI ORGNICA MUNICIPAL.

TTULO I

DA ORGANIZAO DO MUNICPIO

CAPTULO I

DOS PRINCPIOS FUNDAMENTAIS E DAS DISPOSIES GERAIS

Art. 1. O Municpio de Panambi, parte integrante da Repblica Federativa do Brasil e do Estado do Rio Grande do Sul, organiza-se autnomo em tudo que respeite a seu peculiar interesse, regendo-se por esta Lei Orgnica e demais leis que adotar, respeitados os princpios estabelecidos nas Constituies Federal e Estadual.

1. mantido o atual territrio do Municpio, cujos limites s podem ser alterados nos termos da Legislao Estadual.

2. A diviso do Municpio em distritos ou reas administrativas depende de Lei,

precedida de consulta populao do respectivo Distrito ou rea. 3. A Lei que institui o Plano Diretor da cidade de Panambi poder dividi-la, para fins

administrativos, em bairros, cuja modificao, organizao, supresso ou fuso dar-se- por lei.

Art. 2. Constituem objetivos fundamentais do Municpio, contribuir para:

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I construir uma sociedade livre, justa, solidria e democrtica;

II promover o bem comum de todos os muncipes; III erradicar a pobreza, a marginalizao e reduzir as desigualdades sociais.

Art. 3. So poderes do Municpio, independentes e harmnicos entre si, o Legislativo, exercido pela Cmara Municipal de Vereadores e o Executivo, exercido pelo Prefeito. Art.3. So Poderes do Municpio, independentes e harmnicos entre si, o Legislativo e o Executivo. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Pargrafo nico. Todo o poder do Municpio, emana do seu povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos da Constituio Federal e desta Lei Orgnica. Art. 4. So smbolos do Municpio o Braso, a Bandeira e o Hino de Panambi, representativos de sua cultura e histria. Pargrafo nico. O dia 28 de fevereiro, em que ocorreu a sua efetiva instalao, a data magna do Municpio. Art. 5. So bens do Municpio:

I os que atualmente lhe pertencem e os que lhe vierem a ser atribudos; II os inventos e a criao intelectual surgidos sob remunerao ou custeio pblico

municipal, direto ou indireto; III brindes, lauris, obras de arte, lbuns, livros e similares recebidos por funcionrio

pblico ou por membros dos Poderes Legislativo e Executivo, no exerccio de suas funes ou em razo de seu cargo, em nome do Municpio;

IV estes bens incorporam-se ao patrimnio histrico-cultural do municpio, ao acesso

da populao, incorrendo em crime contra a administrao pblica quem os retiver indevidamente.

III brindes, lauris, obras de arte, lbuns, livros e similares recebidos por funcionrio

pblico ou por membros dos Poderes Legislativo e Executivo, no exerccio de suas funes ou em razo de seu cargo, em nome do Municpio; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

IV estes bens incorporam-se ao patrimnio histrico-cultural do Municpio, ao acesso

da populao. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) 1. A alienao de bens municipais ser sempre precedida de avaliao e depender

de autorizao legislativa e licitao, dispensada esta, nos casos de doao e permuta. 1 A alienao de bens municipais, subordinada existncia de interesse pblico

devidamente justificado, ser sempre precedida de avaliao e obedecer as seguintes normas: (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

I quando imveis, depender de autorizao legislativa, avaliao prvia e licitao

pblica, dispensada esta nos termos da legislao vigente; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

II quando mveis, depender de avaliao prvia e licitao, ressalvados os casos

previstos na legislao federal. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

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2. O uso de bens municipais por terceiros, somente poder ser feito mediante concesso, permisso ou autorizao, conforme o interesse pblico o exigir:

I a concesso administrativa dos bens pblicos de uso especial e dominiais

depender de lei e concorrncia e far-se- mediante contrato, sob pena de nulidade do ato; II a permisso, que poder incidir sobre qualquer bem pblico, ser feita, sempre a

ttulo precrio, por ato do Prefeito, depois que o permissionrio expressamente se tiver obrigado perfeita conservao da coisa e sua imediata restituio quando exigida;

III a autorizao, que poder incidir sobre qualquer bem pblico, ser feita por ato

da autoridade competente, para atividades ou eventos especficos e transitrios, quando do uso no resultar prejuzo para o servio pblico, e desde que o interessado recolha previamente a remunerao arbitrada e assine termo de responsabilidade pela conservao e devoluo dos bens recebidos;

2 O uso de bens municipais, por particulares, se efetivar mediante concesso,

permisso a ttulo precrio e por tempo determinado ou autorizao, conforme o interesse pblico o exigir. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

I A concesso de uso dos bens pblicos de uso especial e dominiais depender de

lei e concorrncia e ser feita mediante contrato, sob pena de nulidade do ato; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

II A permisso de uso, que poder incidir sobre bens de uso especiais e dominiais, ser feita, a ttulo precrio, por ato unilateral do Prefeito, atravs de decreto; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

III A autorizao de uso, que poder incidir sobre qualquer bem pblico, ser feita,a

ttulo precrio, por ato unilateral do Prefeito, atravs de portaria e por prazo no superior a sessenta dias; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

IV a autoridade ou funcionrio que permitir o uso, por terceiro, de bem do Municpio

de forma diversa da prevista neste pargrafo ser pessoalmente responsvel pela indenizao dos danos decorrentes do mesmo, bem como pela restituio da coisa ou valor equivalente.

3. O Municpio tem direito participao no resultado da explorao de petrleo ou

gs natural, de recursos hdricos para fins de gerao de energia eltrica e de outros recursos minerais no seu territrio, ou compensao financeira por essa explorao.

4 As Pequenas Centrais Hidreltricas-PCH's, ficam isentas de compensao

financeira pela utilizao de recursos hdricos. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

CAPTULO II

DA COMPETNCIA DO MUNICPIO

Art. 6. Compete ao Municpio:

I legislar, na forma prevista por esta Lei, sobre os assuntos de interesse local; II manter, com cooperao tcnica e financeira da Unio e do Estado, servios de

atendimento sade da populao;

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III prestar, com cooperao tcnica e financeira da Unio e do Estado, e atravs da aplicao de, no mnimo, dois por cento do total dos recursos destinados Secretaria da Sade e Ao Social, servios de atendimento aos deficientes fsicos e excepcionais, visando integr-los sociedade;

IV promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante

planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupao do solo urbano; V elaborar e executar a poltica de desenvolvimento urbano com o objetivo de

ordenar as funes sociais das reas habitadas do Municpio, para o bem-estar de seus habitantes;

VI exercer o poder de polcia administrativa nas matrias de interesse local, tais

como a proteo sade, a includas a vigilncia e a fiscalizao sanitrias, e proteo ao meio ambiente, ao sossego, higiene e funcionalidade, bem como dispor sobre as penalidades por infrao s leis e regulamentos locais;

VII dispor sobre o horrio de funcionamento do comrcio local; VIII regular o trfego e o trnsito nas vias pblicas municipais, atendendo a

necessidade de locomoo das pessoas portadoras de deficincia; VII ordenar atividades urbanas, fixando condies, dias e horrios para

funcionamento de estabelecimentos industriais, comerciais e de servios, observadas as normas federais pertinentes; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

VIII regular o trfego e o trnsito nas vias pblicas municipais, atendendo a

necessidade de locomoo das pessoas com deficincia; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

IX dispor sobre autorizao, permisso e concesso de uso dos bens pblicos

municipais; X promover a proteo ambiental, preservando os mananciais e coibindo prticas

que ponham em risco a funo ecolgica da fauna e da flora, provoquem a extino da espcie ou submetam os animais a crueldade;

XI disciplinar a localizao de substncias potencialmente perigosas em reas

urbanas e nas proximidades de culturas agrcolas e mananciais; XII promover a coleta, o transporte, o tratamento e a destinao final dos resduos

slidos domiciliares e de limpeza urbana; XII promover a coleta, a remoo e destinao final de resduos slidos domiciliares

e do lixo originrio da varrio e limpeza de logradouros e vias pblicas; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

XIII regulamentar e fiscalizar as competies esportivas, os espetculos e as

diverses pblicas; XIV promover a proteo do patrimnio histrico cultural local, atravs da Casa da

Cultura de Panambi, com quem manter cooperao tcnica e financeira, observada a legislao e a ao fiscalizadora federal, estadual e local;

XIV promover a proteo do patrimnio histrico-cultural local, podendo para tanto,

celebrar convnios com entidades legalmente constitudas, com as quais poder manter cooperao tcnica e financeira, observada a legislao e a ao fiscalizadora federal, estadual e municipal; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

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XV elaborar e executar o Plano Diretor como instrumento bsico da poltica de

desenvolvimento e de expanso urbana; XVI constituir a guarda municipal destinada proteo de seus bens, servios e

instalaes, conforme dispuser a lei; XVII legislar sobre a licitao e contratao em todas as modalidades, para

administrao pblica municipal, direta e indireta, inclusive as fundaes pblicas municipais e em empresas sob seu controle, respeitadas as normas gerais da legislao federal;

XVIII dispor sobre o registro, vacinao, captura e destino de animais, com o fim de

prevenir e erradicar a hidrofobia e outras molstias de que possam ser portadores ou transmissores;

XIX organizar os quadros e estabelecer o regime jurdico de seus servidores; XVIII dispor sobre o registro, vacinao, captura e destino de animais, com o fim de

prevenir e erradicar molstias de que possam ser portadores ou transmissores; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

XIX instituir o quadro, os planos de carreira e o regime jurdico dos servidores

municipais; (Redao dada pela Emenda n 20/2012) XX fixar feriados municipais; XXI legislar sobre o servio funerrio e cemitrios, fiscalizando os que pertenam a

entidades particulares; XXII disciplinar, obedecida a legislao federal pertinente, a utilizao dos

logradouros pblicos e faixas de rolamento, fixando pontos de carga e descarga bem como a tonelagem mxima permitida aos veculos que nelas transitarem;

XXIII organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concesso ou permisso,

os servios pblicos de seu interesse, includo o transporte coletivo que tem carter de atividade essencial;

XXIII organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concesso, permisso ou autorizao, os servios pblicos de seu interesse, includo o transporte coletivo que tem carter de atividade essencial; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

XXIV fixar tarifas, itinerrios, pontos de estacionamento e paradas dos servios de

transporte coletivo, txis e similares; XXV instituir e arrecadar os tributos de sua competncia; XXV instituir e arrecadar tributos, bem como aplicar suas rendas, sem prejuzo da

obrigatoriedade de prestar contas nos prazos fixados em lei; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

XXVI estabelecer servides administrativas necessrias aos servios pblicos

municipais; XXVII instituir programa de assistncia ao menor abandonado e ao idoso; XXVII instituir programa da assistncia ao menor abandonado, ao idoso e s

pessoas em situao de vulnerabilidade social; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

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XXVIII firmar convnios com rgos federais e estaduais visando ao controle e fiscalizao de preos ao consumidor dos produtos de primeira necessidade para alimentao, habitao, vesturio e higiene da populao;

XXIX desenvolver programas de conscientizao sobre a necessidade de

preservao ecolgica, atravs de atos pblicos realizados, no mnimo, anualmente e da divulgao de campanhas peridicas;

XXX fiscalizar e disciplinar a produo, transporte, comercializao, utilizao e

armazenamento, tanto no meio rural como no permetro urbano, de produtos txicos destinados agropecuria e indstria, bem como acerca da destinao final das embalagens e sobras de produtos, atravs de depsitos, e estabelecer sanes, na forma da lei;

XXXI elaborar e executar poltica de uso do solo agrcola, com o objetivo de

estimular uma adequada conservao do solo, promovendo aes de assistncia tcnica e extenso rural e incentivando o uso de tecnologias alternativas na produo de alimentos;

XXXII disciplinar, controlar e implementar mecanismos de preveno de incndios; XXXII Revogado. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) XXXIII conceder ttulos e honrarias; XXXIV suplementar a legislao federal e a estadual no que couber.

Art. 7. de competncia do Municpio, em comum com a Unio e o Estado:

I zelar pela guarda da Constituio, das leis e das instituies democrticas e conservar o patrimnio pblico;

II zelar pela sade, higiene, segurana e assistncia pblica; III proteger os documentos, as obras e outros bens de valor histrico, artstico e

cultural, os monumentos, as paisagens naturais notveis e os stios arqueolgicos; IV impedir a evaso, a destruio e a descaracterizao de obras de arte e de

outros bens de valor histrico, artstico ou cultural; V proporcionar os meios de acesso cultura, educao e cincia; VI proteger o meio ambiente e combater a poluio em qualquer de suas formas; VII preservar as florestas, a fauna, a flora, as fontes, mananciais e cursos dgua; VIII fomentar a produo agropecuria e organizar o abastecimento alimentar; IX promover programas de construo de moradias e a melhoria das condies

habitacionais e de saneamento bsico; X combater as causas da pobreza e os fatores de marginalizao, promovendo a

integrao social dos setores desfavorecidos; XI registrar, acompanhar e fiscalizar as concesses de direitos de pesquisa e

explorao de recursos hdricos e minerais em seus territrios; XII estabelecer e implantar poltica de educao para a segurana do trnsito.

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Art. 8. O Municpio pode celebrar convnios com a Unio, o Estado e Municpios, mediante autorizao da Cmara Municipal, para execuo de suas leis, servios e decises, bem como para executar encargos anlogos dessas esferas. Art.8. O Municpio pode celebrar convnios com a Unio, o Estado e Municpios, para execuo de suas leis, servios e decises, bem como para executar encargos anlogos dessas esferas. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

1. Os convnios podem visar realizao de obras ou explorao de servios pblicos de interesse comum.

2. Pode, ainda, o Municpio, atravs de convnios ou consrcios com outros

Municpios limtrofes, criar entidades intermunicipais, para a realizao de obras, atividades ou servios especficos de interesse comum, atravs de leis dos Municpios que deles participem.

3. permitido delegar, entre o Estado ou a Unio e o Municpio, tambm por

convnio, os servios de competncia concorrente, assegurados os recursos necessrios. Art. 9. Ao Municpio vedado:

I utilizar ou permitir que seja utilizado, para propaganda poltico partidria ou promoo pessoal de servidor e detentores de cargos ou mandatos eletivos no mbito dos Poderes Executivo e Legislativo ou ainda para fins estranhos Administrao, qualquer dos bens ou servios municipais;

II fazer uso de estabelecimento grfico, jornal, estao de rdio, televiso, servio

de auto-falante ou qualquer meio de comunicao, com recursos do errio, para propaganda poltico-partidria ou promoo pessoal de funcionrio pblico, detentor de cargo ou mandato eletivo no mbito dos Poderes Executivo e Legislativo;

III estabelecer cultos religiosos, subvencion-los, embaraar-lhes o exerccio ou

manter com eles ou com representantes de quaisquer Igrejas relaes de dependncia ou aliana;

IV contrair emprstimo externo sem prvia autorizao do Senado Federal; V instituir ou aumentar tributos sem lei que autorize. VI Pavimentar, calar, asfaltar vias pblicas, sem construir a canalizao pluvial,

bocas de lobo e meio fio. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) VII Realizar recapeamento asfltico nas vias pblicas, em extenso menor que a

largura das mesmas. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) 1. Ocorrendo a hiptese dos incisos I e II deste artigo, o ordenador da despesa ou

aquele que permitir o uso dos bens e servios do Municpio para os fins vedados, deve ressarci-lo de todas as despesas e as perdas e danos decorrentes, independente de outras punies de ordem administrativa e penal.

2. Excetua-se do disposto no inciso V as regras de correo ou atualizao

monetria, por no se constituir em aumento de tributo.

CAPTULO III

DOS DISTRITOS, POVOADOS E BAIRROS

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Art. 10. A criao, organizao e a supresso de distritos depende de Lei Municipal, observada a Legislao Estadual. Art. 11. O territrio do Municpio ser dividido em unidades poltico-administrativas, denominadas de distritos ou povoados na rea rural e bairros no permetro urbano, para fins administrativos. nico. Os povoados sero designados pelo nome da respectiva sede. Pargrafo nico. Os povoados sero designados pelo nome da respectiva sede. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 12. So condies para que um territrio se constitua em povoado ou bairro:

I mais de 100 eleitores residentes na localidade; II existncia de, pelo menos, 50 moradias. 1. Os povoados e bairros sero sempre criados por lei, que poder ser de iniciativa

de, no mnimo, 75 eleitores residentes em territrio que preencha as condies deste artigo. 2. Est assegurada a categoria de povoado s localidades j existentes, ainda que

no preencham as condies mnimas aqui previstas. 3. So mantidos os bairros atualmente existentes, criados pela Lei Municipal n 927

de 04 julho de 1986, ainda que no preencham as condies mnimas aqui previstas. 4 Excepcionalmente, podero ser criados bairros em territrios definidos como

reas industriais e comerciais, desde que pelo menos vinte empresas estejam em atividades na rea definida. (Redao dada pela Emenda n 20/2012, de 09) Art. 13. Cada unidade poltico-administrativa (povoado ou bairro) ter um representante, eleito em assemblia, no Conselho Municipal de Bairros criado em lei Municipal. Art.13. Cada povoado ou bairro ter um representante, eleito em assembleia, no Conselho Municipal de Bairros criado em Lei Municipal. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

TTULO II

DA ORGANIZAO DOS PODERES MUNICIPAIS

CAPTULO I

DO PODER LEGISLATIVO

Seo I

Da Cmara Municipal

Art. 14. O Poder legislativo do Municpio exercido pela Cmara Municipal de Vereadores, que ser regida pelo seu Regimento Interno.

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Art. 15. A Cmara Municipal compe-se de 11 (onze) Vereadores, eleitos na forma prevista na Constituio Federal. Art. 15. A Cmara de Vereadores de Panambi ser composta por 13 (treze) Vereadores. (Redao dada pela Emenda n 19). Pargrafo nico. O nmero de Vereadores aumentar em proporo ao aumento da populao municipal, acrescentando-se, a partir de cem mil habitantes, dois Vereadores para cada acrscimo populacional de cinqenta mil habitantes, at o mximo previsto no Art. 29, IV, da Constituio Federal, da seguinte forma: a) 11 Vereadores at cem mil habitantes; b) 13 Vereadores para uma populao de mais de cem mil e at cento e cinqenta mil habitantes, e, assim sucessivamente. Art. 16. As deliberaes da Cmara, salvo disposies em contrrio nesta Lei Orgnica, sero tomadas por maioria de votos, presente a maioria absoluta de seus membros, sendo abertos os trabalhos com a presena de dois teros de seus membros.

1. Dependem de votos favorveis da maioria absoluta dos membros da Cmara a aprovao e alterao do:

a) Cdigo de Posturas e Plano Diretor; b) Cdigo Tributrio Municipal; cc)) PPllaannoo ddee ccaarrrreeiirraa ee RReegguullaammeennttoo ddooss SSeerrvviiddoorreess MMuunniicciippaaiiss.. c) Plano de Carreira e Regime Jurdico dos Servidores Municipais. (Redao dada

pela Emenda n 20/2012) 2. O Vereador que tiver interesse pessoal na deliberao no poder votar, sob

pena de nulidade da votao, se o seu voto for decisivo. 3. O Presidente da Cmara vota somente quando houver empate e nas votaes

secretas e nas questes que exijam dois teros. 3 O Presidente da Cmara vota somente quando houver empate e nas questes

que exijam dois teros. (Redao dada pela Emenda n 21/2014)

Seo II

Das Atribuies da Cmara Municipal

Art. 17. Cabe Cmara Municipal, com a sano do Prefeito, no exigida esta para o especificado nos arts. 18 e 38, dispor sobre todas as matrias de competncia do Municpio, especialmente sobre:

I tributos municipais, arrecadao e aplicao de suas rendas; II plano plurianual, diretrizes oramentrias, oramento anual, plano de auxlios e

subvenes, e autorizao de abertura de crditos; III decreto de Leis Complementares Lei Orgnica;

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III leis complementares; (Redao dada pela Emenda n 20/2012) IV operaes de crdito, forma e os meios de pagamento; V remisso de dvidas, concesso de isenes e anistias fiscais; VI concesso de auxlios e subvenes; VII diretrizes gerais de desenvolvimento urbano, plano diretor, plano de controle de

uso, do parcelamento e de ocupao do solo urbano; VIII Cdigo de Posturas; IX servio funerrio e cemitrios, a administrao dos pblicos e a fiscalizao dos

particulares; X comrcio ambulante; XI criao, organizao e supresso de bairros e povoados; XII bens do domnio do Municpio; XIII criao, transformao e extino de cargos, empregos e funes pblicas

municipais, bem como fixar e alterar vencimentos e outras vantagens pecunirias; XIV normatizao da iniciativa popular de projetos de lei de interesse especfico do

Municpio, da cidade, de povoados ou de bairros, atravs de manifestao subscrita por eleitores em nmero equivalente a, no mnimo, cinco por cento dos votantes na ltima eleio municipal;

XV criao, estruturao e atribuies das Secretarias Municipais e rgos da

administrao pblica; XVI criao, alterao, reforma ou extino de rgos e servios pblicos do

municpio; XVII disciplinar a localizao de substncias potencialmente perigosas nas reas

urbanas; XVIII arrendamento, aforamento e alienao de bens imveis do municpio; XIX regime jurdico dos servidores municipais; XX transferncia temporria da sede da administrao municipal; XXI denominao de prprios, vias e logradouros pblicos por nomes de pessoas

falecidas h mais de 01(um) ano. (Redao dada pela Emenda n 10/2001). XXII fixao e modificao do efetivo da Guarda Municipal.

Art. 18. da competncia exclusiva da Cmara, alm de outras atribuies previstas nesta Lei Orgnica:

I elaborar seu Regimento Interno; II dispor, atravs de resoluo, sobre sua organizao, funcionamento, polcia,

criao, transformao ou extino de cargos, empregos e funes de seus servios e fixao

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da respectiva remunerao, observados os parmetros estabelecidos na Lei de Diretrizes Oramentrias;

II dispor, por meio de resoluo, sobre sua organizao, funcionamento, polcia,

criao, transformao ou extino dos cargos, empregos e funes de seus servios e, por lei, sobre a fixao e alterao das respectivas remuneraes, observados os parmetros estabelecidos na Lei de Diretrizes Oramentrias; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

III eleger sua Mesa Diretora, bem como destitu-la; IV dar Posse ao Prefeito, ao Vice-Prefeito e aos Vereadores, bem como declarar

extintos seus mandatos nos casos previstos em Lei; V conhecer da renncia do Prefeito, Vice-Prefeito e Vereadores; VI conceder licena ao Prefeito, Vice-Prefeito e Vereadores; VII autorizar o Prefeito a afastar-se do Municpio, dispensada esta para

afastamentos por menos de 5 (cinco) dias teis; VII autorizar o Prefeito e o Vice-Prefeito a afastarem-se do Municpio, dispensada

esta para afastamentos inferiores a quinze dias. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) VIII resolver definitivamente sobre convnios, consrcios ou acordos que acarretem

encargos ou compromissos gravosos ao errio municipal; IX emendar a Lei Orgnica ou reform-la; X suspender a execuo, no todo ou em parte, de qualquer ato, resoluo ou

regulamento municipal que haja sido declarado infringente Constituio, Lei Orgnica ou s Leis, pelo Poder Judicirio;

XI sustar atos do Poder Executivo que exorbitem de sua competncia ou se

mostrem contrrios ao interesse pblico, por dois teros de seus membros; XII mudar, temporria ou definitivamente, sua sede; XIII fixar, para viger na legislatura subseqente, a remunerao dos Vereadores e

do Prefeito Municipal, bem como as verbas de representao, 30 dias antes de suas eleies; XIII fixar, para viger na legislatura subsequente, o subsdio dos Vereadores, do

Prefeito e do Vice - Prefeito Municipal, 30 dias antes de suas eleies; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

XIV representar ao Ministrio Pblico, por maioria absoluta de seus membros,

visando instaurao de processo contra o Prefeito, Vice-Prefeito e os Secretrios Municipais pela prtica de crime contra a administrao pblica;

XIV Revogado; (Redao dada pela Emenda n 20/2012) XV criar Comisso Parlamentar de Inqurito; XVI representar para que o Estado intervenha no Municpio; XVII exercer a fiscalizao da administrao financeira e oramentria do Municpio,

com auxlio do Tribunal de Contas do Estado, e julgar as contas do Municpio;

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XVIII propor plebiscito ou referendo e dar encaminhamento s iniciativas populares de Projeto de Lei ou proposies;

XVIII autorizar referendo, convocar plebiscito e dar encaminhamento s iniciativas

populares de Projeto de Lei ou proposies; (Redao dada pela Emenda n 20/2012) XIX aprovar, previamente, a alienao ou concesso de imveis municipais; XX outorgar ttulos e honrarias na forma da lei; (Redao dada pela Emenda n 04/1998). XXI promulgar leis, na forma prevista pelo processo legislativo; XXII declarar, atravs de resoluo e com base no nmero de habitantes fornecido

ou estimado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE) ou organismo que o substitua ou suceda, o nmero de Vereadores para a legislatura seguinte, at 180 dias da respectiva eleio, de acordo com os parmetros estabelecidos no Art. 15 desta Lei.

1. No caso de no ser fixado o nmero de Vereadores, no prazo do inciso XXII,

ser mantida a composio da legislatura em curso. Considerar-se-o mantidas a remunerao e representao vigentes, na hiptese de no se proceder respectiva fixao na poca prpria.

XXII declarar, atravs de resoluo e com base no nmero de habitantes fornecido

ou estimado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE) ou organismo que o substitua ou suceda, o nmero de Vereadores para a legislatura seguinte, at 180 dias da respectiva eleio, de acordo com os parmetros estabelecidos no Art.29, IV, da Constituio Federal. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

1. No caso de no ser fixado o nmero de Vereadores, no prazo do inciso XXII,

ser mantida a composio da legislatura em curso. Considerar-se-o mantidos o subsdio e a representao vigentes, na hiptese de no se proceder respectiva fixao na poca prpria. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

2. Nos casos previstos no inciso XIII e no pargrafo 1, ser admitida a atualizao

do valor monetrio com base no mesmo ndice e nas mesmas pocas em que forem reajustados os vencimentos dos servidores municipais.

3. As outorgas de que trata o Inciso XX no podero ser concedidas a Prefeitos,

Vice-Prefeitos, Vereadores ou Secretrios Municipais deste Municpio, enquanto estiverem no exerccio efetivo destas funes. (Redao dada pela Emenda n 04/1998). Art. 19. A Cmara Municipal pelo seu Presidente, bem como qualquer de suas comisses, pode convocar Secretrios do Municpio para, no prazo de oito dias, pessoalmente, prestar informaes sobre assunto previamente determinado, importando em crime contra a administrao pblica a ausncia sem justificao adequada ou a prestao de informaes falsas. Art.19. A Cmara Municipal pelo seu Presidente, bem como qualquer de suas comisses, pode convocar Secretrios do Municpio para, no prazo de oito dias, pessoalmente, prestar informaes sobre assunto previamente determinado, importando em crime de responsabilidade a ausncia sem justificao adequada ou a prestao de informaes falsas. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

1. O Prefeito e os Secretrios Municipais podem comparecer Cmara Municipal ou a qualquer de suas comisses, por sua iniciativa e mediante comunicao prvia de, no mnimo, cinco dias, para expor assunto de relevncia, devendo a Mesa designar dia e hora para ouvi-los.

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2. A Mesa da Cmara encaminhar ao Prefeito e aos Secretrios Municipais

pedidos escritos de informaes, aprovados pelo plenrio, importando crime contra a administrao pblica a recusa ou o no atendimento no prazo de trinta dias, a contar da data do protocolo de recebimento, bem como a prestao de informaes falsas.

2 A Mesa da Cmara encaminhar ao Prefeito e aos Secretrios Municipais

pedidos escritos de informaes, aprovados pelo plenrio, importando crime de responsabilidade a recusa ou o no atendimento no prazo de trinta dias, a contar da data do protocolo de recebimento, bem como a prestao de informaes falsas. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

Seo III

Dos Vereadores

Art. 20. Os Vereadores so inviolveis pelas suas opinies, palavras e votos proferidos no exerccio do mandato e na circunscrio do Municpio e tero acesso s reparties pblicas municipais para obterem informaes acerca do andamento de quaisquer providncias administrativas, observada a hierarquia. Art. 21. vedado ao Vereador:

I desde a expedio do diploma: a) celebrar contrato com a administrao pblica, salvo quando o contrato obedecer

a clusulas uniformes; b) aceitar ou exercer cargo em comisso do Municpio ou de entidade autrquica,

sociedade de economia mista, empresa pblica a ele vinculada ou, ainda, de concessionria de servio pblico municipal, ressalvado o disposto no Inciso I do Art. 23.

a) firmar ou manter contrato com pessoa jurdica de direito pblico, autarquia,

empresa pblica, sociedade de economia mista ou empresa concessionria de servio pblico, salvo quando o contrato obedecer a clusulas uniformes; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

b) aceitar ou exercer cargo, funo ou emprego remunerado, inclusive os de que

sejam demissveis ad nutum, nas entidades constantes da alnea anterior, ressalvado o disposto no Inciso I do Art.23. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

II desde a posse: a) ser diretor, proprietrio ou scio de empresa beneficiada com privilgio, iseno

ou favor, em virtude de contrato com a administrao pblica municipal; b) exercer outro mandato pblico eletivo; c) patrocinar causa contra pessoa jurdica de direito pblico. a) ser proprietrio, controlador ou diretor de empresa que goze de favor decorrente de

contrato com pessoa jurdica de direito pblico, ou nela exercer funo remunerada; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

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b) ocupar cargo ou funo de que seja demissvel ad nutum, nas entidades referidas no Inciso I, a; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o

Inciso I, a; (Redao dada pela Emenda n 20/2012) d) ser titular de mais de um cargo ou mandato pblico eletivo. (Redao dada pela

Emenda n 20/2012) Art. 22. Sujeita-se perda do mandato o Vereador que:

I infringir qualquer disposio estabelecida no artigo anterior; II utilizar-se do mandato para a prtica de atos de corrupo, de improbidade

administrativa ou atentatrios s instituies vigentes; III proceder de modo incompatvel com a dignidade da Cmara de Vereadores ou

faltar com o decoro na sua conduta pblica; IV deixar de comparecer, em cada sesso legislativa, a dez reunies ordinrias da

Cmara, ou, ainda, cinco reunies ordinrias consecutivas, salvo licena ou misso por esta autorizada;

IV deixar de comparecer, em cada sesso legislativa, tera parte das sesses

ordinrias da Casa, salvo licena ou misso por esta autorizada; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

V fixar domiclio eleitoral fora do Municpio; VI tiver a perda decretada pela Justia Eleitoral. Pargrafo nico. Nos casos dos incisos I a V, o mandato ser cassado por deciso da

Cmara, por voto secreto da maioria absoluta de seus membros, mediante iniciativa da Mesa Diretora ou por denncia de qualquer cidado, mediante processo definido no Regimento Interno, assegurada ampla defesa.

Pargrafo nico. Nos casos dos incisos I a V, o mandato ser cassado por deciso da Cmara, por maioria absoluta de seus membros, mediante iniciativa da Mesa Diretora ou por denncia de qualquer cidado, mediante processo definido no Regimento Interno, assegurada ampla defesa. (Redao dada pela Emenda n 21/2014)

Art. 23. No perde o mandato o vereador:

I investido no cargo de Secretrio Municipal ou cargo em comisso na administrao pblica, desde que licenciado para este fim;

II licenciado pela Cmara por motivo de legtimo impedimento. 1. Nos Casos de vaga ou licena, o suplente do Vereador deve ser convocado para

assumir a funo. 2. O legtimo impedimento deve ser reconhecido pela prpria Cmara e convocado

o suplente, e o Vereador declarado impedido, ser considerado como em pleno exerccio de seu mandato, com direito a perceber cinqenta por cento de sua remunerao.

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I investido Secretrio Municipal, desde que licenciado para este fim; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

II licenciado pela Cmara por motivo de doena, ou para tratar, sem remunerao,

de interesse particular, desde que, neste caso, o afastamento no ultrapasse cento e vinte dias por sesso legislativa. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

1 O suplente ser convocado nos casos de vaga, de investidura em funes previstas neste artigo ou de licena superior a cento e vinte dias. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

2 Ocorrendo vaga e no havendo suplente, far-se- eleio para preench-la se

faltarem mais de quinze meses para o trmino do mandato. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

3 Na hiptese do inciso I, o Vereador poder optar pela remunerao do

mandato. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 24. Ao Vereador que seja servidor pblico aplicam-se as seguintes normas:

I havendo compatibilidade de horrio para o exerccio da vereana, exercer cumulativamente seu cargo, funo ou emprego, percebendo-lhes as vantagens, sem prejuzo da remunerao da vereana;

II no havendo compatibilidade de horrio, ficar afastado de seu cargo, funo ou

emprego, sendo-lhes facultado optar pela sua remunerao e constando-se-lhe o tempo de servio para todos os efeitos legais. Art. 25. Os Vereadores fazem jus a vencimento, estabelecido por Decreto legislativo, dentro dos limites e critrios da Constituio Federal, vedado o pagamento de jeton por comparecimento s sesses, cabendo apenas, o acrscimo de ajuda de custos para cobrir despesas de locomoo e estada quando necessrio. 1. A remunerao ser dividida em parte fixa e parte varivel. 2. A remunerao dos vereadores ter como limite mximo o valor percebido como remunerao pelo Prefeito Municipal. Art.25. O subsdio do Vereador ser fixado por lei, em uma legislatura para a legislatura subsequente, em parcela nica, sendo vedado o acrscimo de qualquer gratificao, adicional, abono, prmio, verba de representao ou outra espcie remuneratria, obedecido, em qualquer caso, os parmetros e limites estabelecidos pela Constituio Federal. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

1 Aplica-se ao subsdio do Vereador, durante a legislatura, o ndice de reviso geral anual da remunerao dos servidores pblicos. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

2 vedado o pagamento de parcela remuneratria ou indenizatria por

convocao de sesso legislativa extraordinria. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) 3. O Presidente da Cmara ter direito a verba de representao, no

podendo exceder a cinqenta por cento de sua remunerao. 3 Revogado. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) .

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Seo IV

Da Organizao da Cmara

Subseo I

Das Reunies

Art. 26. A Cmara Municipal de Vereadores rene-se, independente de convocao, no dia 15 de fevereiro de cada ano para a abertura da sesso legislativa, funcionando ordinariamente at 30 de junho, e de 01 de agosto at 15 de dezembro, salvo prorrogao ou convocao extraordinria, exceto no primeiro ano de cada Legislatura, quando o perodo ordinrio inicia no dia 01 de janeiro. (Emenda n 08, de 23 de abril de 2001). Art. 26. A Cmara Municipal de Vereadores rene-se, independente de convocao, no dia 15 de fevereiro de cada ano para abertura da sesso legislativa, funcionando ordinariamente at 30 de junho, e de 01 de agosto at 15 de dezembro, salvo prorrogao ou convocao extraordinria. (Emenda n 14 - Emenda 01/08, de 20 de maio de 2008). Art.26. A cmara Municipal de Vereadores rene-se, independente de convocao, de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1 de agosto a 22 de dezembro, salvo prorrogao ou convocao extraordinria. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

1. Durante a sesso legislativa ordinria, a Cmara funciona, no mnimo, uma vez semana, em dia determinado pelo Regimento Interno.

2. O perodo legislativo ordinrio no ser interrompido sem a aprovao do projeto

de lei de diretrizes oramentrias. 3. No trmino de cada perodo legislativo ordinrio, exceto no ltimo da legislatura,

so eleitas a Mesa e as Comisses para o perodo subsequente.

Art. 27. A Cmara reunir-se- em sesso solene de instalao no dia 1 de janeiro, no primeiro ano da legislatura, sob a presidncia do Vereador mais votado, para dar posse aos Vereadores, eleger sua Mesa Diretora, a Comisso Representativa e as Comisses Permanentes, e dar posse ao Prefeito e ao Vice-Prefeito.

1. No ato da posse, exibidos os diplomas e verificada a sua autenticidade, o Presidente, de p, no que ser acompanhado por todos os Vereadores, proferir o seguinte compromisso:

PROMETO CUMPRIR A CONSTITUIO FEDERAL, A CONSTITUIO ESTADUAL, A LEI ORGNICA MUNICIPAL E OBSERVAR AS LEIS, DESEMPENHANDO O MANDATO QUE ME FOI CONFIADO E TRABALHANDO PELO PROGRESSO DO MUNICPIO E BEM ESTAR DE SEU POVO, Em ato contnuo, ser feita a chamada nominal de cada Vereador que, levantando o brao direito, declarar: ASSIM O PROMETO, assinando, aps, o termo competente.

2. O Vereador que no tomar posse na sesso prevista no caput deste artigo dever faz-lo no prazo de quinze dias, salvo motivo justificado e aceito pela Cmara.

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3. O mandato da Mesa Diretora ser de um ano, assim como das Comisses Permanentes, sendo vedada a reeleio para o mesmo cargo no perodo imediatamente subsequente.

4. Concludos os atos de posse, eleio da Mesa Diretora e das Comisses,

a Cmara Municipal de Vereadores entrar em recesso legislativo.

Art. 28. A convocao extraordinria da Cmara cabe ao seu Presidente, a um tero de seus membros e Comisso Representativa. 1. No caso deste artigo, a Cmara somente deliberar sobre a matria para a qual foi convocada. 2. Para as reunies extraordinrias, a convocao dos Vereadores ser pessoal, atravs de ofcio, com antecedncia mnima de 48 horas. Art.28. A convocao extraordinria da Cmara Municipal dar-se-: (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

I pelo Prefeito Municipal, quando este a entender necessria; II pelo Presidente da Cmara; III a requerimento da maioria absoluta dos membros da Cmara. 1 Na sesso legislativa extraordinria, a Cmara Municipal deliberar somente

sobre a matria para a qual foi convocada. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) 2. Para as reunies extraordinrias, a convocao dos Vereadores ser pessoal,

atravs de ofcio, com antecedncia mnima de quarenta e oito horas. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

Subseo II

Da Mesa e das Comisses

Art. 29. A Mesa Diretora da Cmara Municipal ser composta de um Presidente, um Vice-Presidente, um Primeiro Secretrio e um Tesoureiro, eleitos para o mandato de um ano. (Redao dada pela Emenda n 03/1997).

1. O Presidente representa o Poder Legislativo. 2. As competncias e as atribuies dos membros da Mesa e a forma de

substituio s eleies para composio e os casos de destituio so definidos no Regimento Interno.

Art. 30. Na composio da Mesa e das Comisses ser assegurada a representao proporcional dos partidos. Art. 31. A Cmara Municipal ter Comisses permanentes e temporrias, constitudas na forma e com as atribuies previstas no seu Regimento Interno ou no ato de que resultar sua criao. Art. 32. s Comisses, em razo da matria de sua competncia, cabe:

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I realizar audincias pblicas com entidades da sociedade civil; II convocar Secretrios Municipais para prestar informaes sobre assuntos

inerentes a suas atribuies; III receber peties, reclamaes, representaes ou queixas de qualquer pessoa

contra atos ou omisses das autoridades ou entidades pblicas; IV solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidado; V apreciar programas de obras, planos nacionais, regionais e setoriais de

desenvolvimento local e sobre eles emitir parecer; VI emitir parecer sobre as matrias que lhes forem submetidas pelo Plenrio da

Cmara Municipal. Art. 33. As Comisses Parlamentares de Inqurito, que tero poderes de investigao prprios, alm de outros previstos no Regimento Interno, sero criadas pela Cmara Municipal, mediante requerimento de um tero de seus membros, para apurao de fato determinado e por prazo certo, sendo as suas concluses encaminhadas ao Ministrio Pblico, pelo voto de dois teros de seus integrantes, para que promova a responsabilidade criminal dos infratores. Art.33. As Comisses Parlamentares de Inqurito, que tero poderes de investigao prprios, alm de outros previstos no Regimento Interno, sero criadas pela Cmara Municipal, mediante requerimento de um tero de seus membros, para apurao de fato determinado e por prazo certo, sendo as suas concluses encaminhadas ao Ministrio Pblico, para que promova a responsabilidade criminal dos infratores. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

Seo V

Da Comisso Representativa

Art. 34. A Comisso Representativa funciona nos perodos de recesso da Cmara e tem as seguintes atribuies: a) zelar pelas prerrogativas do Poder Legislativo; b) zelar pela observncia da lei Orgnica; c) autorizar o Prefeito a se ausentar do Municpio e do Estado; d) convocar as secretrios Municipais ou dirigentes de rgos da administrao indireta para prestar informaes sobre assuntos inerentes as suas atribuies; e) convocar extraordinariamente a Cmara; f) tomar medidas urgentes de competncia da Cmara. Pargrafo nico. As normas relativas ao desempenho das atribuies da Comisso Representativa so estabelecidas no Regimento Interno. Art. 35. A Comisso Representativa, constituda por membros efetivos, composta pelo Presidente da Cmara e pelos lderes das bancadas com assento no Poder Legislativo.

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Pargrafo nico. A Presidncia da Comisso Representativa exercida pelo Presidente da Cmara de Vereadores, cuja substituio se d na forma estatuda pelo Regimento Interno. Art. 36. A Comisso Representativa deve apresentar relatrio dos trabalhos por ela realizados, quando do reincio do perodo de funcionamento ordinrio da Cmara.

Seo VI

Do Processo Legislativo

Art. 37. O Processo Legislativo compreende a elaborao de: I emendas lei Orgnica do Municpio; II leis complementares Lei Orgnica; III leis ordinrias; IV decretos legislativos; V resolues. Pargrafo nico. Lei complementar dispor sobre a elaborao, alterao, redao e consolidao das leis municipais. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 38. So ainda, entre outros, objeto de deliberao da Cmara Municipal, na forma do Regimento Interno:

I autorizaes; II indicaes; III requerimentos.

Art. 39. A elaborao, redao, alterao e consolidao das leis dar-se- na conformidade da Lei Complementar Constituio Federal, prevista no pargrafo nico do artigo 59 daquela Carta, desta Lei Orgnica e do Regimento Interno da Cmara Municipal. Art.39. A elaborao, redao, alterao e consolidao das leis dar-se- em conformidade com a legislao federal, esta Lei Orgnica e o Regimento Interno da Cmara Municipal. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 40. A Lei Orgnica poder ser emendada mediante proposta:

I de um tero, no mnimo, dos Vereadores; II do Prefeito: III de cinco por cento, no mnimo, do eleitorado municipal.

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1. A proposta, aps parecer escrito de todas as comisses permanentes, ser discutida e votada em dois turnos, com interstcio mnimo de dez dias, considerando-se aprovada se obtiver, em ambas, dois teros dos votos dos membros da Cmara Municipal.

2. A emenda ser promulgada pela Mesa Diretora da Cmara Municipal, com o

respectivo nmero de ordem. 3. A matria constante de proposta de emenda rejeitada no poder ser objeto de

nova proposta na mesma sesso legislativa. Art. 41. As Leis Complementares sero aprovadas por maioria absoluta dos membros da Cmara Municipal, em regime de dois turnos de votao. Art.41. As leis complementares sero aprovadas por maioria absoluta dos membros da Cmara Municipal. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 42. So objetos de Lei Complementar, dentre outros, o Cdigo de Obras, o Cdigo de Posturas, o Cdigo Tributrio, o Plano Diretor, o Plano de Carreira do Servidor Pblico Municipal e a Lei de Proteo ao Meio Ambiente. Art.42. So objetos de Lei Complementar: (Redao dada pela Emenda n 20/2012) I Cdigo de Obras; II Cdigo de Posturas; III Cdigo Tributrio Municipal; IV Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado; V Regime Jurdico dos Servidores Municipais; VI Cdigo Ambiental Municipal. Pargrafo nico. Os projetos de Lei Complementar, antes de submetidos discusso pelo Plenrio da Cmara Municipal, juntamente com sua exposio de motivos, sero afixados no mural do Poder Legislativo pelo prazo de 15 dias, sendo dada ampla divulgao de sua exposio nos rgos de imprensa locais. Art. 43. A iniciativa das leis complementares e ordinrias, salvo nos casos de competncia exclusiva, cabe:

I a qualquer membro ou rgo da Cmara Municipal; II ao Prefeito Municipal; III iniciativa popular, atravs de projeto de lei apresentado por eleitores em

nmero equivalente, no mnimo, a cinco por cento dos votantes na ltima eleio municipal. III iniciativa popular, atravs de projeto de lei apresentado por eleitores em

nmero equivalente, no mnimo, a cinco por cento do eleitorado; (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Pargrafo nico. permitido, a qualquer membro ou rgo da Cmara Municipal, bem como atravs da iniciativa popular, subscrita por, no mnimo, 5 por cento dos votantes na ltima eleio municipal, a apresentao de emendas a todos os Projetos de Lei ordinria ou complementar em tramitao na Cmara Municipal, exceto quando aumentem a despesa global prevista sem indicar a fonte dos recursos necessrios, nos projetos: Pargrafo nico. permitido, a qualquer membro ou rgo da Cmara Municipal, bem como atravs da iniciativa popular, subscrita por, no mnimo, cinco por cento do eleitorado, a

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apresentao de emendas a todos os projetos de lei ordinria ou complementar em tramitao na Cmara Municipal, exceto quando aumentem a despesa global prevista sem indicar a fonte de recursos necessrios, nos projetos: (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

I de iniciativa exclusiva do Prefeito, ressalvado o disposto no artigo 89; II nos projetos de resoluo sobre organizao administrativa da Cmara Municipal.

Art. 44. O Prefeito poder solicitar urgncia para a apreciao de projetos de lei de sua iniciativa.

1. Se a Cmara Municipal no se manifestar em at 30 dias, contados a partir do pedido de urgncia, o projeto ser includo na ordem do dia, sobrestando-se a deliberao sobre os demais assuntos, para que se ultime a votao.

2. O prazo do pargrafo anterior no corre nos perodos de recesso da Cmara,

nem se aplica aos projetos de lei complementar. Art. 45. A requerimento de Vereador, os projetos de lei, decorridos trinta dias de seu recebimento, sero includos na Ordem do Dia, mesmo sem parecer. Art.45 Revogado. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 46. O projeto de lei que receber parecer circunstanciado contrrio, de todas as comisses, tido por rejeitado. Art.46. O projeto de lei que receber parecer circunstanciado contrrio, de todas as comisses, tido por arquivado. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 47. A matria constante de projeto de lei rejeitado, assim como a proposta de emenda a Lei Orgnica, rejeitada ou havida por prejudicada, somente poder constituir objeto de novo projeto, na mesma sesso legislativa, mediante proposta da maioria absoluta dos membros da Cmara, ressalvadas as proposies de iniciativa do Prefeito. Art.47. A matria constante de projeto de lei rejeitado, somente poder constituir objeto de novo projeto, na mesma sesso legislativa, mediante proposta da maioria absoluta dos membros da Cmara. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 48. O projeto de lei ou de lei complementar aprovado ser enviado ao Prefeito pelo Presidente da Cmara no prazo de cinco dias, para sano e promulgao.

1. Se o Prefeito considerar, no todo ou em parte, inconstitucional ou ilegtimo em face desta Lei Orgnica e das Constituies Federal e Estadual ou, ainda, contrrio ao interesse pblico, vet-lo- total ou parcialmente, no prazo de quinze dias teis, e comunicar, dentro de quarenta e oito horas, ao Presidente da Cmara, as razes do veto ou as publicar na imprensa, caso a Cmara Municipal esteja em recesso.

1. Se o Prefeito considerar, no todo ou em parte, inconstitucional ou ilegtimo em

face desta Lei Orgnica e das Constituies Federal e Estadual ou, ainda, contrrio ao interesse pblico, veta-lo- total ou parcialmente, no prazo de quinze dias teis, e comunicar, dentro de quarenta e oito horas, ao Presidente da Cmara, as razes do veto. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

2. O veto parcial somente abranger texto integral de artigo, de pargrafo, de inciso

ou de alnea. 3. Decorrido o prazo de quinze dias teis, o silncio do Prefeito importar em

sano.

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4. O Veto ser apreciado dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, s

podendo ser rejeitado pelo voto de dois teros dos membros da Cmara, em votao nominal. (Emenda n 11, de 15 de outubro de 2001). 4 O Veto ser apreciado dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, s

podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Vereadores, em escrutnio secreto. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

4 O Veto ser apreciado dentro de trinta dias a contar de seu recebimento, s podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Vereadores. (Redao dada pela Emenda n 21/2014)

5. Rejeitado o veto, a matria que constitura seu objeto ser enviada ao Prefeito para promulgao.

6. Esgotado sem deliberao o prazo estabelecido no 4., o veto ser colocado

na ordem do dia da reunio imediata, sobrestadas as demais proposies, at sua votao final.

7. Se a lei no for promulgada dentro de quarenta e oito horas pelo Prefeito, nos

casos previstos nos pargrafos 3 e 5, o Presidente da Cmara, promulgar em igual prazo. 7 Se a lei no for promulgada dentro de quarenta e oito horas pelo Prefeito, nos

casos previstos nos 3 e 5, o Presidente da Cmara, promulgar e, se este no o fizer em igual prazo, caber ao Vice-Presidente da Cmara faz-lo. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 49. Os decretos legislativos e as resolues sero elaboradas nos temos do Regimento Interno, e, aprovadas, sero promulgadas pelo Presidente da Cmara de Vereadores.

Seo VII

Da Fiscalizao

Art. 50. A fiscalizao do Municpio ser exercida pelo Poder Legislativo Municipal, mediante controle externo, e pelos sistemas de controle interno do Poder Executivo Municipal, na forma da lei.

1. O controle externo da Cmara Municipal ser exercido com o auxlio dos Tribunais de Contas.

2. O parecer prvio, emitido pelo rgo competente sobre as contas que o Prefeito

deve anualmente prestar, s deixar de prevalecer por deciso de dois teros dos membros da Cmara Municipal.

3. As contas do Municpio ficaro, durante sessenta dias, anualmente, disposio

de qualquer contribuinte, para exame e apreciao, o qual poder questionar-lhes a legitimidade, nos termos da lei.

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CAPTULO II

DO PODER EXECUTIVO

Seo I

Do Prefeito e do Vice-Prefeito

Art. 51. O Poder Executivo do Municpio exercido pelo Prefeito Municipal, auxiliado pelos Secretrios Municipais. Art. 52. O Prefeito e o Vice-Prefeito tomaro posse perante a Cmara Municipal, no dia 1 de janeiro do ano subsequente ao da eleio, quando prestaro o seguinte compromisso:

PROMETO MANTER, PRESERVAR E CUMPRIR AS CONSTITUIES FEDERAL E ESTADUAL, A LEI ORGNICA MUNICIPAL E DEMAIS LEIS DA UNIO, DO ESTADO E DO MUNICPIO, E EXERCER O MEU CARGO COM HONRA E LEALDADE, OBRIGANDO-ME A PROMOVER O BEM ESTAR DO POVO E O DESENVOLVIMENTO DO MUNICPIO.

1. No ato de posse e no fim do mandato, O Prefeito e o Vice-Prefeito faro

declarao de bens. 2. Se decorridos dez dias da data fixada para posse do Prefeito e do Vice-Prefeito,

os mesmos no tiverem assumido os respectivos cargos, salvo motivo de fora maior, estes sero declarados vagos. Art. 53. Substituir o Prefeito, no caso de impedimento, e suceder-lhe-, no caso de vaga, o Vice-Prefeito. Pargrafo nico. Em caso de impedimento do Prefeito e do Vice-Prefeito ou vacncia dos respectivos cargos, ser chamado ao exerccio do cargo de Prefeito o Presidente da Cmara Municipal. Art. 54. Vagando os cargos de Prefeito e Vice-Prefeito, far-se- eleio noventa dias depois de aberta a ltima vaga.

1. Ocorrendo a vacncia nos ltimos dois anos de mandato, a eleio para ambos os cargos ser feita trinta dias depois de aberta a ltima vaga, pela Cmara Municipal, na forma da lei.

2. Em qualquer dos casos, os eleitos devero completar o perodo dos

antecessores. Art. 55. O Prefeito e o Vice-Prefeito no podero, sem licena da Cmara Municipal, ausentar-se do Municpio por perodo superior a cinco dias teis, sob pena de perda do cargo. Art.55. O Prefeito e o Vice-Prefeito no podero, sem licena da Cmara Municipal, ausentar-se do Municpio por perodo superior a quinze dias, sob pena de perda do cargo. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 56. Ao Prefeito e ao Vice-Prefeito aplicam-se, desde a posse, as incompatibilidades previstas no art. 21.

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Art.56. Ao Prefeito e ao Vice-Prefeito aplicam-se, desde a posse, as incompatibilidades previstas no art.21, no se aplicando a estes as excees previstas no inciso I, a e b do referi do artigo. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 57. Os vencimentos e a verba de representao do Prefeito e do Vice-Prefeito, sero fixadas no final de uma legislatura, para viger na subseqente, em data anterior a realizao das eleies municipais, observado o que dispe a Constituio Federal, e o art. 18, inc. XIII desta Lei Orgnica. Art.57. O subsdio do Prefeito e do Vice-Prefeito ser fixado no final de uma legislatura, para viger na subsequente, em data anterior a realizao das eleies municipais, observado o que dispe a Constituio Federal e o inciso XIII do art.18 desta Lei Orgnica Municipal. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

1. Nenhuma remunerao, paga pelo errio municipal, pode exceder a do Prefeito

Municipal. 2. O Vice-Prefeito s far jus remunerao quando a municipalidade contar com

seu gabinete em funcionamento, quando no exerccio do cargo de Prefeito ou quando estiver desempenhando outra funo pblica municipal.

3. A verba de representao para o Prefeito Municipal no poder exceder a

cinqenta por cento do valor de seus vencimentos. 3 Revogado. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) 4. O Prefeito Municipal regularmente licenciado pela Cmara de Vereadores,

perceber seus vencimentos quando: I em tratamento de sade; II em gozo de frias; III a servio ou misso oficial do municpio, sendo que, neste caso, far jus Verba de Representao. III a servio ou misso oficial do Municpio. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

Seo II

Das Atribuies do Prefeito

Art. 58. Compete privativamente ao Prefeito:

I a representao judicial e extrajudicial do Municpio de Panambi; II iniciar o processo legislativo na forma prevista nesta Lei Orgnica; III prover e extinguir cargos pblicos municipais, na forma da lei, ressalvada a

competncia da Cmara; III prover e extinguir os cargos, empregos e funes pblicas, na forma da lei,

ressalvada a competncia da Cmara; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

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IV enviar Cmara o plano plurianual, o projeto de lei de diretrizes oramentrias e a proposta de oramentos previstos nesta Lei Orgnica;

V prestar, anualmente, Cmara Municipal e ao Tribunal de Contas do Estado do

Rio Grande do Sul, at o dia 31 de maro do ano subsequente, as contas referentes ao exerccio anterior;

VI prestar, dentro de trinta dias, as informaes solicitadas pela Cmara Municipal

sobre fatos relacionados com a administrao municipal; VII convocar, extraordinariamente, a Cmara, quando o interesse da administrao

o exigir; VII convocar, extraordinariamente, a Cmara, quando o interesse pblico o exigir;

(Redao dada pela Emenda n 20/2012) VIII contrair emprstimos, mediante prvia autorizao da Cmara Municipal; IX declarar a necessidade ou a utilidade pblica ou o interesse social, para fins de

desapropriao, nos termos da lei; X administrar os bens e as rendas municipais, promover o lanamento, a

fiscalizao e a arrecadao de tributos; XI propor o arrendamento, o aforamento ou a alienao de prprios municipais, bem

como a aquisio de outros; XII planejar e promover a execuo dos servios pblicos municipais; XIII resolver sobre requerimentos, reclamaes ou representaes que lhe forem

dirigidos em matria de competncia do Executivo Municipal, ressalvadas as delegaes previstas em lei;

XIV solicitar o auxlio da polcia do Estado, para a garantia do cumprimento de seus

atos; XV decretar calamidade pblica quando ocorrerem fatos que a justifiquem; XVI fixar as tarifas dos servios pblicos concedidos e permitidos, bem como

daqueles explorados pelo Municpio, conforme critrios estabelecidos na legislao municipal; XVI fixar as tarifas dos servios pblicos concedidos, permitidos e autorizados, bem

como daqueles explorados pelo Municpio, conforme critrios estabelecidos na legislao municipal; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

XVII a iniciativa das leis que criem ou suprimam os rgos a ele diretamente

subordinados; XVIII dispor sobre a estruturao, atribuio e funcionamento dos rgos a ele

diretamente subordinados; XIX sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e

regulamentos para sua fiel execuo; XX vetar projetos de lei, total ou parcialmente; XXI nomear e exonerar os Secretrios Municipais;

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XXII aplicar as multas previstas na legislao e nos contratos e nos convnios, bem como relev-las quando for o caso;

XXIII aprovar projetos de edificaes e planos de loteamento, arruamento e

zoneamento urbano ou para fins urbanos; XXIV colocar disposio da Cmara Municipal, at o ltimo dia til de cada ms, a

parcela que lhe devida nos termos do artigo n 92; XXIV colocar disposio da Cmara Municipal, at o dia vinte de cada ms a

parcela que lhe devida nos termos do art.92; (Redao dada pela Emenda n 20/2012) XXV exercer outras atribuies previstas nesta Lei Orgnica.

Seo III

Da Responsabilidade do Prefeito

Art. 59. Importam em responsabilidade os atos do Prefeito ou do Vice-Prefeito que atendem Constituio Federal, Constituio Estadual e, especialmente: Art.59. Importam em responsabilidade os atos do Prefeito ou do Vice-Prefeito que atentem contra a Constituio Federal, a Constituio Estadual, esta Lei Orgnica Municipal e, especialmente: (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

I o livre exerccio dos Poderes constitudos; II o exerccio dos direitos individuais, polticos e sociais; III a probidade na administrao; IV a lei oramentria; V o cumprimento das leis e das decises judiciais.

Pargrafo nico. O processo e o julgamento do Prefeito e do Vice-Prefeito obedecero, no que couber, ao disposto no Art. 86 da Constituio Federal. Pargrafo nico. O processo e o julgamento do Prefeito e do Vice-Prefeito obedecero ao disposto na legislao federal. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 60. O Prefeito perder o mandato:

I por cassao nos termos do artigo anterior; II por infringir qualquer das proibies estabelecidas no art. 21; III por infringir o disposto no art. 55; IV residir fora do Municpio; V por extino, declarada pela Mesa da Cmara Municipal quando: a) sofrer condenao criminal em sentena transitada em julgado; b) perder ou tiver suspensos os direitos polticos;

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c) o decretar a Justia Eleitoral; d) renunciar por escrito, considerada tambm como renncia o no comparecimento

para a posse no prazo previsto nesta Lei Orgnica.

Seo IV

Dos Secretrios Municipais

Art. 61. Os Secretrios do Municpio, de livre nomeao e demisso pelo Prefeito Municipal, so escolhidos dentre brasileiros maiores de dezoito anos, no gozo dos direitos polticos e esto sujeitos, desde a posse, s mesmas incompatibilidades e proibies estabelecidas para os vereadores. Art.61. Os Secretrios do Municpio, de livre nomeao e exonerao pelo Prefeito Municipal, so escolhidos dentre brasileiros maiores de dezoito anos, no gozo dos direitos polticos e esto sujeitos, desde a posse, s mesmas incompatibilidades e proibies estabelecidas para os Vereadores. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Pargrafo nico O subsdio dos Secretrios municipais ser fixado por lei, de iniciativa da Cmara Municipal, em parcela nica, quando da fixao dos subsdios do Prefeito, do Vice- Prefeito e dos Vereadores. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 62. Alm das atribuies fixadas em lei ordinria, compete aos Secretrios do Municpio:

I orientar, coordenar e executar as atividades dos rgos e entidades da administrao municipal, na rea de sua competncia;

II referendar os atos e decretos do Prefeito e expedir instrues para a execuo

das leis, decretos e regulamentos relativos aos assuntos de suas secretarias; II referendar os atos e expedir instrues para a execuo das leis, decretos e

regulamentos relativos aos assuntos de suas secretarias; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

III apresentar ao Prefeito relatrio anual dos servios realizados por suas

secretarias; IV comparecer Cmara Municipal nos casos previstos nesta Lei Orgnica; V praticar os atos pertinentes s atribuies que lhes forem delegadas pelo Prefeito. Pargrafo nico. Os decretos, atos e regulamentos referentes aos servios

autnomos sero subscritos tambm pelo Secretrio da Administrao. Pargrafo nico Os atos e regulamentos referentes aos servios autnomos sero subscritos tambm pelo Secretrio da Administrao. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 63. Aplica-se aos titulares dos servios autrquicos e de instituies, de que participe o Municpio, o disposto nesta Seo, no que couber.

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Seo V

Da Advocacia Geral do Municpio

Art. 64. A Advocacia Geral do Municpio ser chefiada pelo Advogado Geral do Municpio, com as prerrogativas de Secretrio Municipal, e o cargo ser provido em comisso, pelo Prefeito, dentre os advogados militantes na Comarca e de notrio saber jurdico.

Seo VI

Da Guarda Municipal

Art. 65. A Guarda Municipal destina-se proteo dos bens, servios e instalaes do Municpio e ter organizao, funcionamento e comando estabelecido na forma da Lei.

CAPTULO III

DA ADMINISTRAO PBLICA MUNICIPAL

Seo I

Dos Princpios Gerais

Art. 66. A Administrao Pblica Municipal o conjunto de rgos institucionais, materiais, financeiros e humanos destinados execuo das decises do governo local.

1. A Administrao Pblica Municipal direta quando realizada por rgos da Prefeitura ou da Cmara.

2. A Administrao Pblica Municipal indireta quando realizada por: I autarquia; II sociedade de economia mista; III empresa pblica. 3. A Administrao Pblica Municipal fundacional quando realizada por fundao

instituda ou mantida pelo Municpio. 4. Somente por lei especfica podero ser criadas autarquias, sociedades de

economia mista, empresas pblicas e fundaes municipais.

Art. 67. A atividade administrativa do Municpio, direta ou indireta, obedecer aos princpios da legalidade, finalidade, razoabilidade, motivao, impessoalidade, moralidade, publicidade, da licitao e da responsabilidade.

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Art.67. A administrao pblica municipal obedecer aos princpios da legalidade, da mo ralidade, da impessoalidade, da publicidade e da eficincia. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art.68. Qualquer muncipe poder levar ao conhecimento da autoridade municipal irregularidades, ilegalidades ou abuso de poder imputvel a qualquer agente pblico, cumprindo ao servidor o dever de faz-lo perante seu superior hierrquico, para as providncias e correes pertinentes. Art. 69. O Poder Executivo e o Legislativo so obrigados a fornecer a qualquer interessado, no prazo mximo de quinze dias, certides de atos, contratos e decises, sob pena de responsabilidade da autoridade ou servidor que negar ou retardar a sua expedio, assim como atender as requisies judiciais em igual prazo, se outro no for fixado pelo requisitante. Pargrafo nico. A Prefeitura e a Cmara organizaro registros de seus atos e documentos de forma a preservar-lhes a inteireza e possibilitar-lhes a consulta e extrao de cpias e certides sempre que necessrio. Art. 70. A publicidade dos atos, programas, obras, servios e campanhas dos rgos pblicos municipais, qualquer que seja o veculo de comunicao, somente poder ter carter informativo, educativo ou de orientao social, dela no podendo constar nomes, smbolos ou imagens que caracterizem a promoo pessoal de autoridade ou servidor pblico. Art.70. A publicidade dos atos, programas, obras, servios e campanhas dos rgos pblicos municipais, qualquer que seja o veculo de comunicao, somente poder ter carter informativo, educativo ou de orientao social, dela no podendo constar nomes, smbolos, narrativa de udio ou imagens que caracterizem a promoo pessoal de autoridade ou servidor pblico. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Pargrafo nico. A autoridade que ordenar a despesa com publicao efetuada sem observncia do presente artigo dever restituir o valor gasto ao errio pblico municipal.

Seo II

Dos Atos Municipais

Art. 71. Os atos municipais so legislativos e administrativos sua publicao obrigatria sempre que criem, modifiquem, extingam ou restrinjam direitos. Art.71. A publicao das leis e dos demais atos oficiais ser feita conforme os seguintes critrios: (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

I atos do Poder Executivo, em mural junto Prefeitura; (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

II atos do Poder Legislativo, em mural junto Cmara Municipal. (Redao dada

pela Emenda n 20/2012) 1 Mediante a observncia do devido procedimento licitatrio, os poderes pblicos

municipais podero contratar mdias para ampliar a divulgao da publicidade institucional e de utilidade pblica, inclusive, por meio de agncias de propaganda. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

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Art. 72. A obrigatoriedade da publicao aplica-se:

I s leis, decretos, decretos legislativos e resolues; II aos atos normativos externos em geral; III ao veto aposto no perodo de recesso da Cmara Municipal; IV aos editais relativos aos concursos pblicos; V aos demais atos cuja publicao seja prevista em lei.

Pargrafo nico. A publicao dos atos no normativos, pela imprensa, poder ser resumida, desde que informe o local em que a ntegra do ato encontra-se a disposio dos interessados. Art. 73. A publicao das leis e dos atos municipais far-se- atravs do jornal de maior periodicidade editado na sede do Municpio. Art.73. So declarados como imprensa oficial do Municpio, o jornal de circulao local contratado para a divulgao dos atos da Administrao durante a vigncia do contrato, o mural da Prefeitura Municipal, o mural da Cmara Municipal e outro local assim destinado para as publicaes. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

1. Existindo mais de um jornal, editado na sede do Municpio, com a mesma periodicidade, a publicao se dar no de menor custo mediante concorrncia pblica, considerada a circulao:

1 Os direitos e obrigaes decorrentes desta lei sero disciplinados em contrato

de prestao de servio, observadas as condies estabelecidas no processo que originou a contratao. (Redao dada pela Emenda n 20/2012)

I os critrios de aferio de circulao sero fixados em lei. 2. No existindo jornal editado na sede do Municpio, as publicaes dar-se-o por

afixao, em local prprio e de acesso pblico, na sede da Prefeitura Municipal e no Foro da Comarca.

2 Celebrado o contrato, a declarao referida no caput do artigo, dar-se- por ato

do Chefe do Poder Executivo. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) 3. Existindo custo elevado para as publicaes na imprensa, poder o Municpio,

aps licitao, mandar editar rgo oficial do municpio, exclusivamente para este fim, a custo comprovadamente inferior ao das publicaes na imprensa local, com ampla distribuio para a populao do municpio.

3 Revogado. (Redao dada pela Emenda n 20/2012).

Seo III

Dos Servidores Municipais

Art. 74. A funo administrativa municipal permanente exercida:

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I na Administrao direta, autrquica e fundacional, por servidores pblicos criados e organizados pela lei em planos de carreira, em carter efetivo ou em comisso, sob o regime da legislao trabalhista; II nas sociedades de economia mista e nas empresas pblicas, por empregados pblicos, ocupantes de empregos pblicos ou funes de confiana, sob o regime de legislao trabalhista. 1. A lei definir os cargos de confiana, em comisso, de livre provimento e exonerao. 2. A lei municipal estabelecer os casos de contratao por prazo determinado, para atender necessidade temporria de carter excepcional. 3. A lei reservar cinco por cento dos cargos e empregos pblicos s pessoas portadoras de deficincia fsica e definir os critrios de sua admisso. 4. Os cargos em comisso, funes de confiana e funes exercidas em razo de contratao por prazo determinado, para atender necessidade temporria de excepcional interesse pblico, no podero ser ocupados ou exercidos por cnjuges, companheiros ou parentes, consangneos, afins ou por adoo, at o terceiro grau: (Emenda n 16 - Emenda 03/2008 de 05 de agosto de 2008). I do Prefeito, Vice-Prefeito, dos Secretrios Municipais ou titulares de cargos que lhes sejam equiparados, e dos Presidentes, Vice-Presidentes, Diretores Gerais, ou titulares de cargos equivalentes em autarquia, fundao instituda ou mantida pelo Poder Pblico, empresa pblica ou sociedade de economia mista, no mbito do Poder Municipal; (Emenda n 16 - Emenda 03/2008 de 05 de agosto de 2008). II dos Vereadores e dos titulares de cargos de direo no mbito da Cmara Municipal de Panambi. (Emenda n 16 - Emenda 03/2008 de 05 de agosto de 2008). Art.74. Revogado. (Redao dada pela Emenda n 20/2012) Art. 75. Lei complementar estabelecer, de conformidade com os princpios da Constituio federal e desta Lei Orgnica, o Plano de Carreira dos Servidores do Municpio, atendendo, tambm ao seguinte: I os cargos, empregos e funes pblicas so acessveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei, vedada qualquer discriminao em funo de idade, raa, cor, credo religioso ou filiao partidria; II a investidura em cargo ou emprego pblico depende da aprovao prvia em concurso pblico de provas e ttulos, ressalvadas as