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Simulado do ENEM Cursinho Popular Paulo Freire Nome:_________________________________________ Linguagens, códigos e suas tecnologias. 1)Assinale a alternativa que não apresente a classificação correta de um dos elementos mórficos do vocábulo deixasse (A) deix- = radical (B) -e = desinência número-pessoal (C) -a = vogal temática verbal (D) deixa = tema (E) -sse = desinência modo-temporal 2)Assinale a alternativa em que a palavra tenha sido formada pelo mesmo processo queentrevejo. (A) joalheria (B) serenidade (C) decodifica (D) acompanhando (E) perfumadas 3)Tal como está organizada, a sociedade gira em torno do mercado, de acordo com um sistema que alguns chamam de "economia de mercado", e outros, de "capitalismo". Até hoje, não surgiu nenhum sistema tão capaz de fazer crescer a economia. As experiências feitas em nome do socialismo não manifestaram força própria suficiente para competir, no plano do crescimento econômico, com o capitalismo. A palavra Tal classifica-se como: (A) adjetivo. (B) advérbio. (C) conjunção. (D) pronome demonstrativo. (E) pronome relativo. 4)Outras vezes ela passa por mim na rua entre os camelôs. Vezes outras a entrevejo no espelho de uma joalheria. No trecho acima, a inversão das palavras grifadas não provocou alteração de sentido. Assinale a alternativa em que a inversão dos termos provoca alteração gramatical e semântica. (A) novos papéis / papéis novos (B) várias idéias / idéias várias (C) lúcidas lembranças / lembranças lúcidas (D) tristes dias / dias tristes (E) poucas oportunidades / oportunidades poucas 5)Dentre os plurais dos nomes compostos, o único flexionado de modo adequado é: (A) guarda-chuvas. (B) olhos azuis-turquezas. (C) escolas-modelos. (D) surdo-mudos. (E) pores-dos-sóis.

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  • Simulado do ENEM Cursinho Popular Paulo Freire Nome:_________________________________________

    Linguagens, cdigos e suas tecnologias. 1)Assinale a alternativa que no apresente a classificao correta de um dos elementos mrficos do vocbulo deixasse (A) deix- = radical (B) -e = desinncia nmero-pessoal (C) -a = vogal temtica verbal (D) deixa = tema (E) -sse = desinncia modo-temporal 2)Assinale a alternativa em que a palavra tenha sido formada pelo mesmo processo queentrevejo. (A) joalheria (B) serenidade (C) decodifica (D) acompanhando (E) perfumadas 3)Tal como est organizada, a sociedade gira em torno do mercado, de acordo com um sistema que alguns chamam de "economia de mercado", e outros, de "capitalismo". At hoje, no surgiu nenhum sistema to capaz de fazer crescer a economia. As experincias feitas em nome do socialismo no manifestaram fora prpria suficiente para competir, no plano do crescimento econmico, com o capitalismo. A palavra Tal classifica-se como: (A) adjetivo. (B) advrbio. (C) conjuno. (D) pronome demonstrativo. (E) pronome relativo. 4)Outras vezes ela passa por mim na rua entre os camels. Vezes outras a entrevejo no espelho de uma joalheria. No trecho acima, a inverso das palavras grifadas no provocou alterao de sentido. Assinale a alternativa em que a inverso dos termos provoca alterao gramatical e semntica. (A) novos papis / papis novos (B) vrias idias / idias vrias (C) lcidas lembranas / lembranas lcidas (D) tristes dias / dias tristes (E) poucas oportunidades / oportunidades poucas 5)Dentre os plurais dos nomes compostos, o nico flexionado de modo adequado : (A) guarda-chuvas. (B) olhos azuis-turquezas. (C) escolas-modelos. (D) surdo-mudos. (E) pores-dos-sis.

  • 6)Assinale a alternativa em que o termo grifado seja artigo definido. (A) "...o que os empurra a dar crdito para o setor privado e para as pessoas fsicas." (B) "O que se faz?" (C) "O que est ocorrendo que os interesses que prevaleceram..." (D) "...agora, o que se est fazendo buscar "acalmar" os que temem perder lucros na fase de transio." (E) "Ou seja, h uma possibilidade, no desprezvel, de o pas perder, mais uma vez, uma janela de oportunidade."

    DONT DRINK AND RIDE

    Alcohol can increase your risk of being hurt in car accident, even if you arent behind the wheel. A new University of Michigan study reports that men whove been drinking are 50 percent more likely to experience a serious injury during a car accident than sober passengers. Even worse, those injuries tend to be up to 30 percent more severe than in accidents in wich alcohol isnt involved. And the increased risk isnt just from poor judgment. Researchers believe alcohol may temporaly weaken cell membranes, making them more likely to rupture during a crash.

    From Mens Health magazine, July/august 2003.

    7)De acordo com o artigo desta celebre revista cientfica norte americana correto afirmar que:

    a) Sober passengers can get more injured than drivers themselves. b) Researchers believe alcohol may make cell membranes more rigid. c) Rupture of the cell membranes is hard to occur in an accident. d) Alcohol and driving arent compatible with each other. e) Alcohol doesnt cause any damage when people are driving.

    8)Com base na leitura do texto acima, correto afirmar que a palavra even usada para:

    a) show a contrast b) give emphasis c) alert the reader d) justify a purpose

    FAST FOODS AND THE LABOR FORCE

    X

  • Traditionally, Americans fast-food companies have employed teenagers. While teenagers provide cheap labor, they are sometimes unreliable, consequently fast-foods companies are looking into another source of cheap labor: THE ELDERLY. 9) Com base na leitura acima, os adolescentes no so geralmente:

    a) Employed suitably b) Able to be trusted c) Looked into by companies d) Cheap hand-labor e) Good persons to work for the company

    10)O sujeito They refere-se a:

    a) former workes b) elderly laborers c) old clients d) adolescent felows e) fast food companies

    11)Tema central do texto gira em torno de uma questo tica, social e educacional. Sobre estes aspectos podemos inferir que Fast-foods:

    a) Desunem a nao e regridem seu crescimento. b) Destroem o futuro dos jovens c) Fazem com que as pessoas engordem sem parar d) Criticam o compromisso juvenil e) Retarda a morte dos idosos

    12)Concordo plenamente com o artigo "Revolucione a sala de aula". preciso que valorizemos o ser humano, seja ele estudante, seja professor. Acredito na importncia de aprender a respeitar nossos limites e super-los, quando possvel, o que ser mais fcil se pudermos desenvolver a capacidade de relacionamento em sala de aula. Como arquiteta, concordo com a postura de valorizao do indivduo, em qualquer situao: se procurarmos uma relao de respeito e colaborao, seguramente estaremos criando a base slida de uma vida melhor. Tania Bertoluci de Souza Porto Alegre, RS Em uma sociedade letrada como a nossa, so construdos textos diversos para dar conta das necessidades cotidianas de comunicao. Assim, para utilizar-se de algum gnero textual, preciso que conheamos os seus elementos. A carta de leitor um gnero textual que : (A) apresenta sua estrutura por pargrafos, organizado pela tipologia da ordem da injuno (comando) e estilo de linguagem com alto grau de formalidade. (B) se inscreve em uma categoria cujo objetivo o de descrever os assuntos e temas que circularam nos jornais e revistas do pas semanalmente. (C) se organiza por uma estrutura de elementos bastante flexvel em que o locutor encaminha a ampliao dos temas tratados para o veculo de comunicao. (D) se constitui por um estilo caracterizado pelo uso da variedade no-padro da lngua e tema construdo por fatos polticos. (E) se organiza em torno de um tema, de um estilo e em forma de paragrafao, representando, em conjunto, as ideias e opinies de locutores que interagem diretamente com o veculo de comunicao.

  • 13)Jos Dias precisa sair de sua casa e chegar at o trabalho, conforme mostra o Quadro 1. Ele vai de nibus e pega trs linhas: 1) de sua casa at o terminal de integrao entre a zona norte e a zona central; 2) deste terminal at outro entre as zonas central e sul; 3) deste ltimo terminal at onde trabalha. Sabe-se que h uma correspondncia numrica, nominal e cromtica das linhas que Jos toma, conforme o Quadro 2. Jos Dias dever, ento, tomar a seguinte sequncia de linhas de nibus, para ir de casa ao trabalho:

    (A) L. 102 Circular zona central L. Vermelha. (B) L. Azul L. 101 Circular zona norte. (C) Circular zona norte L. Vermelha L. 100. (D) L. 100 Circular zona central L. Azul. (E) L. Amarela L. 102 Circular zona sul. 14) Comparando as figuras, que apresentam mobilirios de pocas diferentes, ou seja, a figura 1 corresponde a um projeto elaborado por Fernando e Humberto Campana e a figura 2, a um mobilirio do reinado de D. Joo VI, pode-se afirmar que : (A) os materiais e as ferramentas usados na confeco do mobilirio de Fernando e Humberto Campana, assim como os materiais e as ferramentas utilizados na confeco do mobilirio do reinado de D. Joo VI, determinaram a esttica das cadeiras. (B) as formas predominantes no mobilirio de Fernando e Humberto Campana so complexas, enquanto que as formas do mobilirio do reinado de D. Joo VI so simples, geomtricas e elsticas. (C) o artesanato o atual processo de criao de mobilirios empregado por Fernando e umberto Campana, enquanto que o mobilirio do reinado de D. Joo VI foi industrial. (D) ao longo do tempo, desde o reinado de D. Joo VI, o mobilirio foi se adaptando consoante as necessidades humanas, a capacidade tcnica e a sensibilidade esttica de uma sociedade.

  • (E) o mobilirio de Fernando e Humberto Campana, ao contrrio daquele do reinado de D. Joo VI, considera primordialmente o conforto que a cadeira pode proporcionar, ou seja, a funo em detrimento da forma. O poema de Manoel de Barros ser utilizado para resolver as questes 15 e 16 O apanhador de desperdcios Uso a palavra para compor meus silncios. No gosto das palavras fatigadas de informar. Dou mais respeito s que vivem de barriga no cho tipo gua pedra sapo. Entendo bem o sotaque das guas Dou respeito s coisas desimportantes e aos seres desimportantes. Prezo insetos mais que avies. Prezo a velocidade das tartarugas mais que a dos msseis. Tenho em mim um atraso de nascena. Eu fui aparelhado para gostar de passarinhos. Tenho abundncia de ser feliz por isso. Meu quintal maior do que o mundo. Sou um apanhador de desperdcios: Amo os restos como as boas moscas. Queria que a minha voz tivesse um formato de canto. Porque eu no sou da informtica: eu sou da invenciontica. S uso a palavra para compor meus silncios. BARROS, Manoel de. O apanhador de desperdcios. In. PINTO, Manuel da Costa. Antologia comentada da poesia brasileira do sculo 21. So Paulo: Publifolha, 2006. p. 73-74. 15) prprio da poesia de Manoel de Barros valorizar seres e coisas considerados, em geral, de menor importncia no mundo moderno. No poema de Manoel de Barros, essa valorizao expressa por meio da linguagem: (A) denotativa, para evidenciar a oposio entre elementos da natureza e da modernidade. (B) rebuscada de neologismos que depreciam elementos prprios do mundo moderno. (C) hiperblica, para elevar o mundo dos seres insignificantes. (D) simples, porm expressiva no uso de metforas para definir o fazer potico do eu-lrico poeta. (E) referencial, para criticar o instrumentalismo tcnico e o pragmatismo da era da informao digital. 16)Considerando o papel da arte potica e a leitura do poema de Manoel de Barros, afirma-se que

  • (A) informtica e invenciontica so aes que, para o poeta, correlacionam-se: ambas tm o mesmo valor na sua poesia. (B) arte criao e, como tal, consegue dar voz s diversas maneiras que o homem encontra para dar sentido prpria vida. (C) a capacidade do ser humano de criar est condicionada aos processos de modernizao tecnolgicos. (D) a inveno potica, para dar sentido ao desperdcio, precisou se render s inovaes da informtica. (E) as palavras no cotidiano esto desgastadas, por isso poesia resta o silncio da no comunicabilidade. 17)Aumento do efeito estufa ameaa plantas, diz estudo. O aumento de dixido de carbono na atmosfera, resultante do uso de combustveis fsseis e das queimadas, pode ter consequncias calamitosas para o clima mundial, mas tambm pode afetar diretamente o crescimento das plantas. Cientistas da Universidade de Basel, na Sua, mostraram que, embora o dixido de carbono seja essencial para o crescimento dos vegetais, quantidades excessivas desse gs prejudicam a sade das plantas e tm efeitos incalculveis na agricultura de vrios pases. O Estado de So Paulo, 20 set. 1992, p.32. O texto acima possui elementos coesivos que promovem sua manuteno temtica. A partir dessa perspectiva, conclui-se que: (A) a palavra mas, na linha 3, contradiz a afirmao inicial do texto: linhas 1 e 2. (B) a palavra embora, na linha 4, introduz uma explicao que no encontra complemento no restante do texto. (C) as expresses: consequncias calamitosas, na linha 2, e efeitos incalculveis, na linha 6, reforam a ideia que perpassa o texto sobre o perigo do efeito estufa. (D) o uso da palavra cientistas, na linha 3, desnecessrio para dar credibilidade ao texto, uma vez que se fala em estudo no ttulo do texto. (E) a palavra gs, na linha 5, refere-se a combustveis fsseis e queimadas, nas linhas 1 e 2, reforando a ideia de catstrofe. 18)Texto I Ser brotinho no viver em um pncaro azulado; muito mais! Ser brotinho sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridculo, visvel ou invisvel, provocasse uma tosse de riso irresistvel. CAMPOS, Paulo Mendes. Ser brotinho. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (Org.). As cem melhores crnicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. p. 91. Texto II Ser gag no viver apenas nos idos do passado: muito mais! saber que todos os amigos j morreram e os que teimam em viver so entrevados. sorrir, interminavelmente, no por necessidade interior, mas porque a boca no fecha ou a dentadura maior que a arcada. FERNANDES, Millr. Ser gag. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (Org.). As cem melhores crnicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. p. 225.

  • Os textos utilizam os mesmos recursos expressivos para definir as fases da vida, entre eles, (A) expresses coloquiais com significados semelhantes. (B) nfase no aspecto contraditrio da vida dos seres humanos. (C) recursos especficos de textos escritos em linguagem formal. (D) termos denotativos que se realizam com sentido objetivo. (E) metalinguagem que explica com humor o sentido de palavras. 19)Apesar da cincia, ainda possvel acreditar no sopro divino o momento em que o Criador deu vida at ao mais insignificante dos micro-organismos? Resposta de Dom Odilo Scherer, cardeal arcebispo de So Paulo, nomeado pelo papa Bento XVI em 2007: Claro que sim. Estaremos falando sempre que, em algum momento, comeou a existir algo, para poder evoluir em seguida. O ato do criador precede a possibilidade de evoluo: s evolui algo que existe. Do nada, nada surge e evolui. LIMA, Eduardo. Testemunha de Deus. SuperInteressante, So Paulo, n. 263-A, p. 9, mar. 2009 (com adaptaes). Resposta de Daniel Dennet, filsofo americano ateu e evolucionista radical, formado em Harvard e Doutor por Oxford: claro que possvel, assim como se pode acreditar que um super-homem veio para a Terra h 530 milhes de anos e ajustou o DNA da fauna cambriana, provocando a exploso da vida daquele perodo. Mas no h razo para crer em fantasias desse tipo. LIMA, Eduardo. Advogado do Diabo. SuperInteressante, So Paulo, n. 263-A, p. 11, mar. 2009 (com adaptaes). Os dois entrevistados responderam a questes idnticas, e as respostas a uma delas foram reproduzidas aqui. Tais respostas revelam opinies opostas: um defende a existncia de Deus e o outro no concorda com isso. Para defender seu ponto de vista, (A) o religioso ataca a cincia, desqualificando a Teoria da Evoluo, e o ateu apresenta comprovaes cientficas dessa teoria para derrubar a ideia de que Deus existe. (B) Scherer impe sua opinio, pela expresso claro que sim, por se considerar autoridade competente para definir o assunto, enquanto Dennett expressa dvida, com expresses como possvel, assumindo no ter opinio formada. (C) o arcebispo critica a teoria do Design Inteligente, pondo em dvida a existncia de Deus, e o ateu argumenta com base no fato de que algo s pode evoluir se, antes, existir. (D) o arcebispo usa uma lacuna da cincia para defender a existncia de Deus, enquanto o filsofo faz uma ironia, sugerindo que qualquer coisa inventada poderia preencher essa lacuna. (E) o filsofo utiliza dados histricos em sua argumentao, ao afirmar que a crena em Deus algo primitivo, criado na poca cambriana, enquanto o religioso baseia sua argumentao no fato de que algumas coisas podem surgir do nada.

  • 20)

    O personagem Chico Bento pode ser considerado um tpico habitante da zona rural, comumente chamado de roceiro ou caipira. Considerando a sua fala, essa tipicidade confirmada primordialmente pela (A) transcrio da fala caracterstica de reas rurais. (B) reduo do nome Jos para Z, comum nas comunidades rurais. (C) emprego de elementos que caracterizam sua linguagem como coloquial. (D) escolha de palavras ligadas ao meio rural, incomuns nos meios urbanos. (E) utilizao da palavra coisa, pouco freqente nas zonas mais urbanizadas. 21) A sociedade atual testemunha a influncia determinante das tecnologias digitais na vida do homem moderno, sobretudo daquelas relacionadas com o computador e a internet. Entretanto, parcelas significativas da populao no tm acesso a tais tecnologias. Essa limitao tem pelo menos dois motivos: a impossibilidade financeira de custear os aparelhos e os provedores de acesso, e a impossibilidade de saber utilizar o equipamento e usufruir das novas tecnologias. A essa problemtica, d-se o nome de excluso digital. No contexto das polticas de incluso digital, as escolas, nos usos pedaggicos das tecnologias de informao, devem estar voltadas principalmente para : (A) proporcionar aulas que capacitem os estudantes a montar e desmontar computadores, para garantir a compreenso sobre o que so as tecnologias digitais. (B) explorar a facilidade de ler e escrever textos e receber comentrios na internet para desenvolver a interatividade e a anlise crtica, promovendo a construo do conhecimento. (C) estudar o uso de programas de processamento para imagens e vdeos de alta complexidade para capacitar profissionais em tecnologia digital. (D) exercitar a navegao pela rede em busca de jogos que possam ser baixados gratuitamente para serem utilizados como entretenimento. (E) estimular as habilidades psicomotoras relacionadas ao uso fsico do computador, como mouse, teclado, monitor etc. 22) Machado de Assis representa a transio entre: a)Arcadismo e Romantismo b)Barroco e Romantismo c)Romantismo e Realismo d)Parnasianismo e Simbolismo

  • e) N.D.A 23)Assinale a alternativa que traz apenas caractersticas do Romantismo: a)idealismo, religiosidade, objetividade, escapismo, temas pagos. b) predomnio do sentimento, liberdade criadora, temas cristos, natureza convencional, valores absolutos. c) egocentrismo, predomnio da poesia lrica, relativismo, insatisfao, idealismo. d)idealismo, insatisfao, escapismo, natureza convencional, objetividade. e) N.D.A 24) Assinale a alternativa no-aplicvel poesia romntica; a) O artista goza de liberdade na metrificao e na distribuio rtmica. b) O importante o culto da forma, a arte pela arte. c) A poesia primordialmente pessoal, intimista e amorosa. d) Enfatiza-se a auto-expresso, o subjetivismo, o individualismo. e) A linguagem do poeta a mesma do povo: simples, espontnea. 25)No perodo romntico brasileiro, os aspectos estticos e os histricos ligaram-se de modo especialmente estreito e original: entre ns, o Romantismo deu expresso consolidao da independncia, afirmao de uma nova Nao e busca das razes histricas e mticas de nossa cultura caractersticas que se encontram amplamente a) na poesia de Gonalves de Magalhes influenciada pela de Gonalves Dias. b) nos romances urbanos da primeira fase de Machado de Assis. c) nos romances de costumes de Joaquim Manuel de Macedo. d )na lrica confidencial de lvares de Azevedo e de Casimiro de Abreu. e) na fico regionalista e indianista de Jos de Alencar.

    Matemtica e suas tecnologias 1) (UFF) Gilbert e Hatcher, em Mathematics Beyond the Number, relativamente populao mundial , informam que: - 43% tem sangue tipo O; - 85% tem Rh positivo; - 37% tem sangue tipo O com Rh positivo. Nesse caso , a probabilidade de uma pessoa escolhida ao acaso no ter sangue tipo O e no ter Rh positivo de : a) 9% b) 15% c) 37% d) 63% e) 91%

    2)Em um determinado semforo, as luzes completam um ciclo de verde, amarelo e vermelho em 1 minuto e 40 segundos. Desse tempo, 25 segundos so para a luz verde, 5 segundos para a amarela e 70 segundos para a vermelha. Ao se aproximar do semforo, um veculo tem uma determinada probabilidade de encontra-lo na luz verde, amarela ou vermelha. Se essa aproximao for de forma aleatria, pode-se admitir que a probabilidade de encontr-lo com uma dessas cores e diretamente proporcional ao tempo em que cada uma delas fica acesa. Suponha que um motorista passa por um semforo duas vezes ao dia, de maneira aleatria e independente uma da outra. Qual e a probabilidade de o motorista encontrar esse semforo com a luz verde acesa nas duas vezes em que passar?

    http://simplesmenteportugues.blogspot.com/2009/04/literatura-2-serie-ensino-medio.html

  • a) 1/25 b) 1/16 c) 1/9 d) 1/3 e) 1/2

    3)TEXTO PARA A PRXIMA QUESTO "Fernando Henrique inaugura mostra da FAAP no Palcio do Itamaraty" O Presidente Fernando Henrique Cardoso abriu a exposio "Modernistas, Modernismo", na noite de 4 de setembro, no Palcio do Itamaraty, em Braslia. A mostra composta por 36 quadros do acervo da Fundao Armando lvares Penteado (FAAP) e ficar no Ministrio das Relaes Exteriores at o prximo dia 26. Mais de 80 pessoas foram solenidade, que inaugurou as comemoraes oficiais da Semana da Ptria. (...) Em seu discurso, a presidente do Conselho de Curadores da FAAP, dimensionou o Modernismo num contexto abrangente: "Por detrs do encontro com a brasilidade nas telas, nas formas, nas letras, havia um grito dos modernistas, num clamor por um projeto nacional". Esto expostos quadros de Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral e outros artistas, selecionados entre as mais de duas mil obras do Museu de Arte Brasileira (MAB) da FAAP. ("O Estado de So Paulo", 17/9/95) De um acervo que contm trs quadros de Anita Malfati e oito de Di Cavalcanti, pretende-se formar exposies constitudas de um quadro de Anita Malfati e trs quadros de Di Cavalcanti. Quantas exposies diferentes so possveis? a) 56 b) 168 c) 93 d) 59 e) 140 4)Em uma escola, os alunos foram levados ao laboratrio para a realizao de uma experincia, a de determinar o volume de uma pedra, imergindo-a na gua de um recipiente. A experincia consistia em submergir completamente a pedra e medir a variao da altura da gua no recipiente. Aps a experincia, os alunos anotaram que a variao da altura da gua foi de 3 cm e que o recipiente tinha a forma de um paraleleppedo retngulo, medindo 80cmx50cmx40cm, mas no anotaram qual dessas trs medidas correspondia altura do recipiente. Mesmo sem essa informao, foi possvel concluir que o volume mximo da pedra, em litros, era de: a) 23,2. b) 20,4. c) 17,6. d) 14,8. e) 12 5)Um artesao construiu pecas de artesanato interceptando uma piramide de base quadrada com um plano. Apos fazer um estudo das diferentes pecas que poderia obter, ele concluiu que uma delas poderia ter uma das faces pentagonal. Qual dos argumentos a seguir justifica a conclusao do artesao?

    a) Uma piramide de base quadrada tem 4 arestas laterais e a intersecao de um plano com a piramide intercepta suas arestas laterais. Assim, esses pontos formam um poligono de 4 lados.

  • b) Uma piramide de base quadrada tem 4 faces triangulares e, quando um plano intercepta essa piramide, divide cada face em um triangulo e um trapezio. Logo, um dos poligonos tem 4 lados.

    c) Uma piramide de base quadrada tem 5 faces e a intersecao de uma face com um plano e um segmento de reta. Assim, se o plano interceptar todas as faces, o poligono obtido nessa intersecao tem 5 lados.

    d) O numero de lados de qualquer poligono obtido como intersecao de uma piramide com um plano e igual ao numero de faces da piramide. Como a piramide tem 5 faces, o poligono tem 5 lados.

    e) O numero de lados de qualquer poligono obtido interceptando-se uma piramide por um plano e igual ao numero de arestas laterais da piramide. Como a piramide tem 4 arestas laterais, o poligono tem 4 lados. 6)A Cisterna um recipiente utilizado para armazenar agua da chuva. Os principais criterios a serem observados para captacao e armazenagem de agua da chuva sao: a demanda diaria de agua na propriedade; o indice medio de precipitacao (chuva), por regiao, em cada periodo do ano; o tempo necessario para armazenagem; e a area de telhado necessaria ou disponivel para captacao. Para fazer o calculo do volume de uma cisterna, deve-se acrescentar um adicional relativo ao coeficiente de evaporacao. Na dificuldade em se estabelecer um coeficiente 36 confiavel, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria (EMBRAPA) sugere que sejam adicionados 10% ao volume calculado de agua. Desse modo, o volume, em m3, de uma cisterna e calculado por Vc = Vd Ndia, em que Vd = volume de demanda da agua diaria (m3), Ndia = numero de dias de armazenagem, e este resultado deve ser acrescido de 10%. Para melhorar a qualidade da agua, recomenda-se que a captacao seja feita somente nos telhados das edificacoes. Considerando que a precipitacao de chuva de 1 mm sobre uma area de 1 m2 produz 1 litro de agua, pode-se calcular a area de um telhado a fim de atender a necessidade de armazenagem da seguinte maneira: area do telhado (em m2) = volume da cisterna (em litros)/precipitacao. Para atender a uma demanda diaria de 2.000 litros de agua, com periodo de armazenagem de 15 dias e precipitacao media de 110 mm, o telhado, retangular, devera ter as dimensoes minimas de:

    a) 6 metros por 5 metros, pois assim teria uma area de 30 m2

    b) 15 metros por 20 metros, pois assim teria uma area de 300 m2

    c) 50 metros por 60 metros, pois assim teria uma area de 3.000 m2

    d) 91 metros por 30 metros, pois assim teria uma area de 2.730 m2

    e) 110 metros por 30 metros, pois assim teria uma area de 3.300 m2

  • 16)Com o objetivo de trabalhar com seus alunos o conceito de volume de slidos, um professor fez o seguinte experimento: pegou uma caixa de polietileno, na forma de um cubo com 1 metro de lado, e colocou nela 600 litros de gua. Em seguida, colocou, dentro da caixa com gua, um slido que ficou completamente submerso. Considerando que, ao colocar o slido dentro da caixa, a altura do nvel da gua passou a ser 80 cm, qual era o volume do slido? (A) 0,2 m (B) 0,48 m (C) 4,8 m (D) 20 m (E) 48 m

    17)A evoluo da luz: as lmpadas LED j substituem com grandes vantagens a velha inveno de Thomas Edison. A tecnologia do LED bem diferente das lmpadas incandescentes e das fluorescentes. A lmpada LED fabricada com material semicondutor semelhante ao usado nos chips de computador. Quando percorrido por uma corrente eltrica, ele emite luz. O resultado uma pea muito menor, que consome menos energia e tem uma durabilidade maior. Enquanto uma lmpada comum tem vida til de 1.000 horas e uma fluorescente de 10.000 horas, a LED rende entre 20.000 e 100.000 horas de uso ininterrupto.

  • H um problema, contudo: a lmpada LED ainda custa mais caro, apesar de seu preo cair pela metade a cada dois anos. Essa tecnologia no est se tornando apenas mais barata. Est tambm mais eficiente, iluminando mais com a mesma quantidade de energia. Uma lmpada incandescente converte em luz apenas 5% da energia eltrica que consome. As lmpadas LED convertem at 40%. Essa diminuio no desperdcio de energia traz benefcios evidentes ao meio ambiente. Considerando que a lmpada LED rende 100 mil horas, a escala de tempo que melhor reflete a durao dessa lmpada o: (A) dia. (B) ano. (C) decnio. (D) sculo. (E) milnio. 18) O capim-elefante uma designao genrica que rene mais de 200 variedades de capim e se destaca porque tem produtividade de aproximadamente 40 toneladas de massa seca por hectare por ano, no mnimo, sendo, por exemplo, quatro vezes maior que a da madeira de eucalipto. Alm disso, seu ciclo de produo de seis meses, enquanto o primeiro corte da madeira de eucalipto feito a partir do sexto ano. Considere uma regio R plantada com capim-elefante que mantm produtividade constante com o passar do tempo. Para se obter a mesma quantidade, em toneladas, de massa seca de eucalipto, aps o primeiro ciclo de produo dessa planta, necessrio plantar uma rea S que satisfaa relao (A) S = 4R. (B) S = 6R. (C) S = 12R. (D) S = 36R. (E) S = 48R.

    19) De uma cidade A para uma cidade B, distantes 240km uma da outra, um carro, usando somente gasolina, percorre 12km com cada litro desse combustvel; usando somente lcool, percorre 8km com cada litro. Se o litro de gasolina custa R$2,40, qual deve ser o preo do litro de lcool para que os gastos com esses combustveis sejam iguais?

    A) R$1,60 B) R$1,65 C) R$1,72 D) R$1,75 E) R$1,80 20)Em um cubo, com faces em branco, foram gravados os nmeros de 1 a 12, utilizando-se o seguinte procedimento: o nmero 1 foi gravado na face superior do dado, em seguida o dado foi girado, no sentido anti-horrio, em torno do eixo indicado na figura abaixo, e o nmero 2 foi gravado na nova face superior, seguinte, conforme o esquema abaixo.

  • O procedimento continuou at que foram gravados todos os nmeros. Observe que h duas faces que ficaram em branco. Ao se jogar aleatoriamente o dado apresentado, a probabilidade de que a face sorteada tenha a soma mxima

    21) Um comerciante compra uma caixa de vinho estrangeiro por R$1.000,00 e vende pelo mesmo preo, depois de retirar 4 garrafas e aumentar o preo da dzia em R$100,00. Ento, o nmero original de garrafas de vinho na caixa :

    (A) 42 (B) 33 (C) 30 (D) 24 (E) 18

    22) As condies de sade e a qualidade de vida de uma populao humana esto diretamente relacionadas com a disponibilidade de alimentos e a renda familiar. O grfico I mostra dados da produo brasileira de arroz, feijo, milho, soja e trigo e do crescimento populacional, no perodo compreendido entre 1997 e 2003. O grfico II mostra a distribuio da renda familiar no Brasil, no ano de 2003.

  • Considere que trs debatedores, discutindo as causas da fome no Brasil, chegaram s seguintes concluses: Debatedor 1 - O Brasil no produz alimento suficiente para alimentar sua populao. Como a renda mdia do brasileiro baixa, o Pas no consegue importar a quantidade necessria de alimentos e isso a causa principal da fome. Debatedor 2 - O Brasil produz alimentos em quantidade suficiente para alimentar toda sua populao. A causa principal da fome, no Brasil, a m distribuio de renda. Debatedor 3 - A exportao da produo agrcola brasileira, a partir da insero do Pas no mercado internacional, a causa majoritria da subnutrio no Pas. Considerando que so necessrios, em mdia, 250 kg de alimentos para alimentar uma pessoa durante um ano, os dados dos grficos I e II, relativos ao ano de 2003, corroboram apenas a tese do(s) debatedor(es) (A) 1. (B) 2. (C) 3. (D) 1 e 3. (E) 2 e 3. 23) Um desfibrilador um equipamento utilizado em pacientes durante parada cardiorrespiratria com objetivo de restabelecer ou reorganizar o ritmo cardaco. O seu funcionamento consiste em aplicar uma corrente eltrica intensa na parede torcica do

  • paciente em um intervalo de tempo da ordem de milissegundos. O grfico seguinte representa, de forma genrica, o comportamento da corrente aplicada no peito dos pacientes em funo do tempo.

    De acordo com o grfico, a contar do instante em que se inicia o pulso eltrico, a corrente eltrica inverte o seu sentido aps (A) 0,1 ms. (B) 1,4 ms. (C) 3,9 ms. (D) 5,2 ms. (E) 7,2 ms. 24) A cada ano, a Amaznia Legal perde, em mdia, 0,5% de suas florestas. O percentual parece pequeno, mas equivale a uma rea de quase 5 mil quilmetros quadrados. Os clculos feitos pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amaznia (Imazon) apontam um crescimento de 23% na taxa de destruio da mata em junho de 2008, quando comparado ao mesmo ms do ano 2007. Aproximadamente 612 quilmetros quadrados de floresta foram cortados ou queimados em quatro semanas. Nesse ritmo, um hectare e meio (15 mil metros quadrados ou pouco mais de um campo de futebol) da maior floresta tropical do planeta destrudo a cada minuto. A tabela abaixo mostra dados das reas destrudas em alguns Estados brasileiros.

    Supondo a manuteno desse ritmo de desmatamento nesses Estados, o total desmatado entre agosto de 2008 e junho de 2009, em valores aproximados, foi (A) inferior a 5.000 km.

  • (B) superior a 5.000 km2 e inferior a 6.000 km. (C) superior a 6.000 km2 e inferior a 7.000 km. (D) superior a 7.000 km2 e inferior a 10.000 km. (E) superior a 10.000 km. 25) A figura a seguir mostra a porcentagem de oxignio (O2) presente na atmosfera, ao longo de 4,5 bilhes de anos, desde a formao da Terra at a era dos dinossauros.

    Considere que a escala de tempo fornecida seja substituda por um ano de referncia, no qual a evoluo qumica identificada como 1 de janeiro zero hora e a era dos dinossauros como dia 31 de dezembro s 23 h 59 min e 59,99 s. Desse modo, nesse ano de referncia, a porcentagem de oxignio (O2) presente na atmosfera atingiu 10% no (A) 1 bimestre. (B) 2 bimestre. (C) 2 trimestre. (D) 3 trimestre. (E) 4 trimestre.

    Cincias humanas e suas tecnologias 1) O G-20 o grupo que rene os pases do G-7 , os mais industrializados do mundo (EUA,Japo,Alemanha,Frana,Reino Unido,Itlia e Canad) a Unio Europia e os principais emergentes (Brasil,Rssia,ndia e China, frica do Sul,Arbia Saudita,Argentina, Austrlia,Coreia do Sul, Indonsia,Mxico e Turquia). Esse grupo de pases vem ganhando fora nos fruns internacionais de deciso e consulta. Entre esses pases emergentes que formam o G-20 esto os chamados BRIC (Brasil, Rssia,ndia e China)termo criado em 2001 para se referir-se aos pases que: a)apresentam caractersticas econmicas promissoras para as prximas dcadas. b)Possuem base tecnolgica elevada c)Apresentam ndice de igualdade social e econmica mais acentuados. d)Apresentam diversidade ambiental suficiente para impulsionar a economia global. e) Possuem similaridades culturais capazes de alavancar a economia mundial. 2)A Inglaterra pedia lucros e recebia lucros.Tudo se transformava em lucro. As cidades tinham sua sujeira lucrativas, suas favelas lucrativas, sua fumaa lucrativa, sua desordem

  • lucrativa, sua ignorncia lucrativa, seu desespero lucrativo. As novas fbricas e novos altos-fornos eram como Pirmides, mostrando mais a escravizao do homem que seu poder.: a)A facilidade de se estabelecer relaes lucrativas transformava as cidades em espaos privilegiados para a livre iniciativa, caractersticas da nova sociedade capitalista. b)O desenvolvimento de mtodos de planejamento urbano aumentava a eficincia do trabalho industrial. c)A construo de ncleos urbanos integrados por meio de transportes facilitava o deslocamento dos trabalhadores das periferias ate as fabricas d)A grandiosidade dos prdios onde se localizavam as fbricas revelava os avanos da engenharia e da arquitetura do perodo, transformando as cidades em locais de experimentao esttica e artstica. e)O alto nvel de explorao dos trabalhadores industriais ocasionava o surgimento de aglomerados urbanos marcados por pssimas condies de moradia, sade e higiene. 3) A evoluo do processo de transformao de matria-prima em produtos acabados ocorreu em trs estgios: artesanato, manufatura e maquinofatura. Um desse estgios foi o artesanato, em que se : a)trabalhava conforme o ritmo das mquinas e de maneira padronizada . b)trabalhava geralmente sem uso da mquina e de modo diferente do modelo de produo em srie c)Empregavam fontes de energias abundante para o funcionamento das mquinas. d)realizava parte da produo por cada operrio, com o uso de maquinas e trabalho assalariado. e)faziam interferncias do processo processo produtivo por tcnicos e gerente com visitas a determinar o ritmo da produo. 4) Observe o mapa.

  • Os pases atingidos pelo Tsunami, em 2004, caracterizam-se por

    A) Todas alternativas esto incorretas.

    B) concentrar a populao nas reas interioranas.

    C) possuir uma economia baseada na indstria de ponta.

    D) apresentar elevada densidade demogrfica.

    E) dispor de tecnologias para alertar previamente sobre a ocorrncia de terremotos.

    5) Leia abaixo os dados divulgados referentes a um estudo sobre a Mata Atlntica.

    Estudo divulgado no dia 26 de maio de 2009 mostra que, entre 2005 e 2008, em dez estados brasileiros avaliados, foi desmatada uma rea de Mata Atlntica equivalente a cerca de dois teros do tamanho da cidade de So Paulo. Segundo o estudo, 1 029,38 km de mata foram desmatados no perodo considerado. As informaes foram levantadas pela Fundao SOS Mata Atlntica em conjunto com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O municpio de Jequitinhonha (MG) o primeiro da lista dos que mais perderam Mata Atlntica no perodo. Foram 24,59 km de desmatamento.

    Com base nos estudos de Geografia do Brasil, marque a alternativa CORRETA.

    A) A Mata Atlntica uma zona de transio vegetativa e climtica entre o Complexo do Pantanal e a vegetao litornea; seu potencial para explorao econmica muito amplo e variado: vegetais (guaran, babau) e minerais (bauxita, cobre).

    B) As reas de ocorrncia de Mata Atlntica, em Minas Gerais, so dizimadas em funo do acelerado processo de urbanizao, que provoca modificaes climticas, promovendo, assim, a converso de reas originais de floresta em reas de cerrado.

    C) As florestas tropicais midas esto nas reas mais pobres do mundo, e a populao, que vive nessas florestas e no seu entorno, beneficia-se da coleta, da caa e da pesca e, assim, degrada e destri os recursos florestais naturais.

    D) No municpio de Jequitinhonha, a destruio da Mata Atlntica explicada pela extrao de carvo para a siderurgia, j que, no incio do sculo XXI, a maior demanda da indstria mineira de energia por fonte a lenha e derivados.

    E) Os estados do Mato Grosso, Tocantins e Maranho participaram do estudo supracitado porque a madeira que extraem das reas de ocorrncia de Mata Atlntica, em seus limites territoriais, o seu principal produto de exportao.

    6)Considere o mapa para responder questo.

  • Sobre a rea X, correto afirmar que se trata

    A) da mais extensa regio conurbada do pas, reunindo as manchas urbanas de Curitiba, So Paulo, Rio de Janeiro e Vitria.

    B) do quadriltero ferrfero, espao que rene a cadeia produtiva do ao no pas, desde a extrao do minrio de ferro em So Paulo, at sua transformao no Rio de Janeiro.

    C) da mancha de ferrugem, cuja caracterstica principal a sada de indstrias, a reverso dos fluxos migratrios e a reduo da populao urbana.

    D) da megalpole brasileira em formao, que abrange as regies metropolitanas de Campinas, So Paulo, Santos, Rio de Janeiro e o Vale do Paraba.

    E) da moderna mancha agroindustrial do pas, responsvel por mais de 90% das exportaes de soja, acar, suco de laranja e caf.

    7)O mapa representa a amplitude trmica anual (em C) global. Sobre a sua leitura, NO se pode afirmar:

  • A) Todas as alternativas esto incorretas.

    B) as amplitudes trmicas so maiores no Hemisfrio Norte, porque a concentrao de terras nesse hemisfrio as acentua.

    C) as amplitudes trmicas so mais baixas no Hemisfrio Sul em funo da predominncia de oceanos, condicionando maior reteno de energia pela gua.

    D) as amplitudes trmicas so iguais sobre oceanos e continentes.

    E) as amplitudes trmicas no so derivadas diretamente da exposio insolao.

    8)Analise este fluxograma:

    A partir da anlise desse fluxograma e considerando-se outros conhecimentos sobre o assunto, INCORRETO afirmar que

    A) Todas as alternativas esto incorretas.

    B) a inflamabilidade da floresta decorre de aes humanas associadas, direta ou indiretamente, a causas naturais.

    C) a reduo da cobertura florestal, ao comprometer a evapotranspirao, pode, a longo prazo, acarretar reduo das chuvas.

    D) o aumento do nmero e da intensidade das queimadas na Amaznia pode tornar-se, num ciclo vicioso, um processo de retroalimentao.

    E) o fenmeno El Nio tem relao direta, mas favorvel, com a reduo das queimadas na Amaznia brasileira.

    9)Antes, eram apenas as grandes cidades que se apresentavam como imprio da tcnica, objeto de modificaes, suspenses, acrscimos, cada vez mais sofisticadas

  • e carregadas de artifcio. Esse mundo artificial inclui, hoje, o mundo rural. (SANTOS, M.) Considerando a transformao mencionada no texto, uma conseqncia scioespacial que caracteriza o atual mundo rural brasileiro A )A reduo do processo de concentrao de terras. B) O aumento do aproveitamento de solos menos frteis. C ) A ampliao do isolamento do espao rural. D) a estagnao da fronteira agrcola do pas. E) a diminuio do nvel de emprego formal. 10)O G-20 o grupo que rene os pases do G-7, os mais industrializados do mundo (EUA, Japo, Alemanha, Frana, Reino Unido, Itlia e Canad), a Unio Europia e os principais emergentes (Brasil, Rssia, ndia, China, frica do Sul, Arbia Saudita, Argentina, Austrlia, Coria do Sul, Indonsia, Mxico e Turquia). Esse grupo de pases vem ganhando fora nos fruns internacionais de deciso e consulta. (ALLAN, R.) Entre os pases emergentes que formam o G-20, esto os chamados BRIC (Brasil, Rssia, ndia e China), termo criado em 2001 para referir-se aos pases que A) Apresentam caractersticas econmicas promissoras para as prximas dcadas. B) Possuem base tecnolgica mais elevada. C) Apresentam ndices de igualdade social e econmica mais acentuados. D) Apresentam diversidade ambiental suficiente para impulsionar a economia global. E ) Possuem similaridades culturais capazes de alavancar a economia mundial. 11)A usina hidreltrica de Belo Monte ser construda no rio Xingu, no municpio de Vitria de Xingu, no Par. A usina ser a terceira maior do mundo e a maior totalmente brasileira, com capacidade de 11,2 mil megawatts. Os ndios do Xingu tomam a paisagem com seus cocares, arcos e flechas. Em Altamira, no Par, agricultores fecharam estradas de uma regio que ser inundada pelas guas da usina. (BACOCCINA, D. ) Os impasses, resistncias e desafios associados construo da Usina Hidreltrica de Belo Monte esto relacionados A) ao potencial hidreltrico dos rios no norte e nordeste quando comparados s bacias hidrogrficas das regies Sul, Sudeste e Centro-Oeste do pas. B) necessidade de equilibrar e compatibilizar o investimento no crescimento do pas com os esforos para a conservao ambiental. C) grande quantidade de recursos disponveis para as obras e escassez dos recursos direcionados para o pagamento pela desapropriao de terras. D )ao direito histrico dos indgenas posse dessas terras e ausncia de reconhecimento desse direito por parte das empreiteiras. E) ao aproveitamento da mo de obra especializada disponvel na regio Norte e o interesse das construtoras na vinda de profissionais do Sudeste do pas. 12)Os meios de comunicao funcionam como um elo entre os diferentes segmentos de uma sociedade. Nas ltimas dcadas, acompanhamos a insero de um novo meio de comunicao que supera em muito os outros j existentes, visto que pode contribuir para a democratizao da vida social e poltica da sociedade medida que possibilita a instituio de mecanismos eletrnicos para a efetiva participao poltica e disseminao de informaes. Constitui o exemplo mais expressivo desse novo conjunto de redes informacionais a A )Internet. B) fibra tica. C) TV digital. D) telefone mvel. E )portabilidade telefnica.

  • 13)A tica precisa ser compreendida como um empreendimento coletivo a ser constantemente retomado e rediscutido, porque produto da relao interpessoal e social. A tica supe ainda que cada grupo social se organize sentindo-se responsvel por todos e que crie condies para o exerccio de um pensar e agir autnomos. A relao entre tica e poltica tambm uma questo de educao e luta pela soberania dos povos. necessria uma tica renovada, que se construa a partir da natureza dos valores sociais para organizar tambm uma nova prtica poltica. O Sculo XX teve de repensar a tica para enfrentar novos problemas oriundos de diferentes crises sociais, conflitos ideolgicos e contradies da realidade. Sob esse enfoque e a partir do texto, a tica pode ser compreendia como A) Instrumento de garantia da cidadania, porque atravs dela os cidados passam a pensar e agir de acordo com valores coletivos. B) mecanismo de criao de direitos humanos, porque da natureza do homem ser tico e virtuoso. C)meio para resolver os conflitos sociais no contexto da globalizao, pois a partir do entendimento do que efetivamente a tica, a poltica internacional se realiza. D) parmetro para assegurar o exerccio poltico primado pelos interesses e ao privada dos cidados. E )aceitao de valores universais implcitos numa sociedade que busca dimensionar sua vinculao outras sociedades. 14) (UEL) A Sociologia uma cincia moderna, que surgiu se desenvolveu junto com o avano do capitalismo.Nesse sentido, reflete suas principais transformaes e procura desvendar os dilemas sociais por ele produzidos.Sobre a emergncia da Sociologia, considere as afirma-tivas a seguir. I. A Sociologia tem como principal referncia a explicao teolgica sobre os problemas sociais decorrentes da industrializao, tais como a pobreza, a desigualdade social e a concentrao populacional nos centros urbanos. II. A Sociologia produto da Revoluo Industrial, sendo chamada de cincia da crise, por refletir sobre a transformao de formas tradicionais de existncia social, bem como sobre as mudanas decorrentes da urbanizao e da industrializao. III. A emergncia da Sociologia s pode ser compreendida se for observada sua correspondncia com o cientificismo europeu e com a crena no poder da ra- zo e da observao, enquanto recursos de produo do conhecimento. IV. A Sociologia surge como uma tentativa de romper com as tcnicas e mtodos das cincias naturais, na anlise dos problemas sociais decorrentes das reminiscncias do modo de produo feudal. Esto corretas apenas as afirmativas: A) I e III. B) II e III. C) II e IV. D) I, II e IV. E) I, III e IV. Texto para as questes de 15 a 17 Certamente, se formos julgar a rvore plantada por Scrates e regada por Plato por suas flores e folhas, ela ser a mais nobre das rvores. Mas se adotarmos o simples teste de Bacon para a julgarmos pelos seus frutos, ento nossa opinio sobre ela poder ser menos favorvel. Quando resumimos todas as verdades teis que devemos a essa filosofia, qual a sua importncia? Descobrimos, na realidade, provas abundantes de que alguns homens que a cultivaram eram de primeira ordem e

  • intelecto. Encontramos, entre seus escritos, incomparveis exemplos de arte dialtica e retrica. No temos dvidas de que as antigas controvrsias eram teis, medida que serviam para exercitar as faculdades dos competidores; pois no h controvrsia mais incua que no possa ter alguma utilidade nesse aspecto. Mas, quando procuramos alguma coisa a mais, algo que acrescente algum conforto ou alivie as calamidades da raa humana, somos obrigados a nos confessar desapontados. Vemo-nos forados a dizer, como Bacon, que essa celebrada filosofia terminou em nada mais que disputas, e que ela no foi nem a viticultura nem a plantao de oliveiras, mas sim um intrincado bosque de espinhos, dos quais os que ali se perderam s trouxeram muitos arranhes e nenhum alimento. (T. Macauley, Critical and Historical Essays. Traduo livre) 15) O texto faz uma crtica ao pensamento de Plato (e sua base socrtica), usando como argumento as idias de Francis Bacon. Da sua leitura, percebe-se que, para Bacon, a funo da filosofia : A) estabelecer critrios precisos para distinguir o falso do verdadeiro. B) apresentar resultados prticos e utilitrios para a sociedade. C) criar um mecanismo prtico para a obteno da verdade a partir de postulados e demonstraes. D) definir normas de comportamento ticas, que possam nortear a vida em sociedade. E) oferecer ferramentas para uma argumentao de sucesso em caso de disputa retrica. 16) De acordo com o texto, a principal utilidade do platonismo est em: A) desenvolver um conhecimento prtico que possa melhorar a vida dos homens. B) servir para justificar e legitimar o regime poltico democrtico. C) ajudar a desenvolver a retrica, instrumento para obteno do conhecimento verdadeiro. D) fornecer ferramentas para aliviar calamidades e aumentar o conforto humano. E) exercitar as mentes dos competidores no caso de controvrsias. 17) A expresso rvore plantada por Scrates e regada por Plato faz uma referncia: A) releitura medieval da obra de Scrates feita por Plato, a partir de textos preservados no Imprio Bizantino. B) ao fato de que Plato, ao dar continuidade obra de Scrates, inverteu alguns de seus princpios, conforme mostra o confronto entre os textos dos dois mestres. C) ao fato de que Plato foi discpulo e seguidor de Scrates, que aparece como personagem em inmeros dilogos platnicos. D) irnica ao fato de que o seguidor de Scrates foi Aristteles, no havendo qualquer ligao entre aquele e Plato. E) s Guerras Mdicas, que resultaram na destruio de Atenas e na perda do conhecimento socrtico, reinventado por Plato anos depois. 18) Uma cano de autoria desconhecida assim se referia Revolta da Vacina, ocorrida no Rio de Janeiro em 1904: Bem no brao do Z Povo Chega o tipo e logo vai Enfiando aquele troo A lanceta e tudo o mais Mas a lei manda que o povo E o coitado do fregus V gemendo na vacina Ou ento v pro xadrez. E os doutores da higiene

  • Vo deitando logo a mo Sem saberem se o sujeito Quer levar o ferro ou no Seja moo ou seja velho Ou mulatinha que tem visgo Homem srio, tudo, tudo, Leva ferro que servido. Aponte a crtica mais explcita contida nos versos: A) A vacinao obrigatria era muito cara para as posses da maioria da populao. B) Foi autoritarismo do governo obrigar a populao a vacinar-se sem fornecer esclarecimentos prvios sobre a vacina. C) A vacinao era feita sem os mnimos cuidados com a higiene. D) A vacinao priorizava os mais velhos, desprezando a populao jovem. E) Os mdicos tinham preconceito contra os mais pobres, negros e mestios. 19)

    O humor da tirinha decorre: A) da sugesto de que a materialidade das idias permite seu confronto, que no apresenta resultado devido ao carter relativo da verdade. B) de um jogo de palavras entre teoria e prtica, sugerindo que uma teoria superior outra por estar mais vinculada prtica. C) da sugesto de que as teorias so como objetos materiais, no cabendo uma comparao entre elas e muito menos uma oposio. D) da idia de que a prtica desvinculada da teoria, pois esta extrai seu substrato apenas e to-somente da atividade pura do pensamento. E) de um jogo de palavras entre teoria e prtica, sugerindo que uma teoria superior outra por estar mais distante da prtica. 20) Textos para a questo Texto 1

  • Os benefcios da expanso econmica nesta dcada foram amplamente distribudos. O PIB per capita mundial cresceu mais nos ltimos cinco anos que em qualquer qinqnio j registrado. Quase metade da humanidade, espalhada por mais de 40 naes, vive em pases cuja economia vem crescendo ao ritmo de 7% ou mais ao ano, um ndice que dobra o tamanho de uma economia em uma dcada. o dobro do nmero de naes que cresceram a essa velocidade entre 1980 e 2000 (). A es- tabilidade poltica e econmica, aliada ao crescimento econmico, facilitou o crescimento da classe mdia em vrios pases, elevando os padres de vida de muitos milhes de pessoas. (Norman Gall, Braudel Papers) Texto 2 Durante os anos de 1980, de cada US$100 adicionados economia global, cerca de US$2,20 eram repassados para aqueles que estavam abaixo da linha de pobreza. Du- rante a dcada de 1990, esse valor passou para US$0,60. Essa desigualdade significa que, para que os pobres se tornem um pouco menos pobres, os ricos tm de ficar muito mais ricos. (Andrew Simms, New Economics Foundation) Os textos acima: A) consideram que o crescimento do PIB sempre produz resultados benficos para a sociedade, na economia globalizada. B) se opem, pois o primeiro aponta um crescimento no PIB mundial, e o segundo, a m distribuio da riqueza. C) se opem, porque o primeiro considera que os padres de vida da classe mdia se ampliaram, e o segundo constata que tais benefcios favoreceram ape- nas aos mais pobres. D) embora com enfoques diversos, interpretam a realidade social ps-globalizao da mesma maneira. E) se complementam, entretanto interpretam a realidade social de maneiras diferentes.

    Cincias naturais e suas tecnologias 1) Tudo comea com os cupins alados. Voc j deve ter visto uma revoada deles na primavera, atrados por luz e calor, e quando caem perdem suas asas. Machos e fmeas se encontram, formando casais, e partem em busca de um local onde vo construir ninhos. So reis e rainhas. Dos ovos nascem as ninfas, que se diferenciam em soldados e operrios. Estes ltimos alimentam toda a populao, passando a comida de boca em boca. Mas, como o alimento no digerido, dependem de protozorios intestinais que transformam a celulose em glicose, para dela obterem a energia. Mas do que se alimentam? Do tronco da rvore do seu jardim, ou da madeira dos mveis ou portas de sua casa. Segundo os especialistas, existem dois tipos de residncia: as que tem cupim e as que ainda tero. (texto adaptado de um panfleto publicitrio de uma empresa detetizadora). No texto, alem da relao que os cupins estabelecem com os seres humanos, podem ser identificadas trs outras interaes ecolgicas. A seqncia em que aparecem no texto :

    A) Sociedade, mutualismo e parasitismo. B) Sociedade, comensalismo e predatismo. C) Sociedade, protocooperao e inquilinismo. D) Colnia, mutualismo e inquilinismo. E) Colnia, parasitismo e predatismo.

  • 2)Na diviso atual dos seres vivos contamos com cinco reinos distintos, separados com base na organizao celular, nutrio e interao ecolgica desses indivduos. Este Modelo foi proposto por Robert Whitaker (1920-1980) que fez a seguinte diviso:

    inclui os organismos procariticos bactrias e algas azuis. Protista: os protozorios (seres eucariticos, unicelulares e heterotrficos)

    as algas (eucariticos, unicelulares e autotrficos fotossintetizantes com pouca diferenciao das clulas).

    Fungi: os fungos, uni ou pluricelulares, heterotrficos e que no possuem tecido organizado.

    Plantae (ou Metaphyta): os vegetais, eucariticos, multicelulares, que possuem clorofila e tecidos organizados. (algas, brifitas, pteridfitas, gimnospermas e angiospermas)

    Animalia (ou Metazoa): todos os animais, multicelulares, heterotrficos, de clulas eucariticas. Levando em considerao os dados relacionados acima podemos perceber uma certa diferenciao entre Monera e os outros reinos, uma vez que so procariotos. Escolha a alternativa que no representa caracterstica procariticas:

    A) Apresentam material gentico disperso no citoplasma. B) Contam com a presena de organelas vitais ao seu metabolismo como

    Lisossomos, Retculos Endoplasmticos e Complexos de Golgi. C) Apresentam ribossomos 70s caractersticos de procariotos. D) As cianobactrias no apresentam Cloroplastos bem definidos e funcionais. E) So organismos unicelulares.

    3)Os comportamentos e funes fisiolgicas peridicos do nosso corpo constituem o ritmo biolgico. Quando se do em um perodo de 24horas, chamam se ritmo circadiano esse ritmo dirio mantido pelas pistas ambientais de claro e escuro e determina comportamentos como o ciclo do sono viglia. Imagine uma pessoa que a corda as 8h e dorme as 21h, com o ciclo de sono no ritmo dia e noite, colocada numa sala escura por mais de 15 dias. Ao sair, ela dorme as 18h e acorda as 3h. alem disso, dorme mais vezes de dia, por curtos perodos de tempo, e perdeu a noo dos dias, pois achou que havia passado muito mais tempo no escuro. Brando, M.L psicofisioligia. So Paulo: Atheneu, 2000, adaptado. Conclui-se que essa pessoa:

    a) Aumentou seu perodo de sono contnuo e passou a dormir de dia, pois seu ritmo biolgico foi alterado no perodo noturno.

    b) Teve pouca alterao do seu ritmo circadiano, e sua noo de tempo foi alterada pela falta de ateno passagem do tempo.

    c) Tinha seu ritmo alterado antes de entrar na sala apenas atingiu um estado mais avanado de perda do ritmo biolgico.

    d) Teve seu ritmo biolgico alterado devido ausncia de luz e de contato com o mundo externo no qual a noo de tempo de um dia modulada pela presena ou ausncia do sol.

    e) No deveria ter mudado o perodo de sono, pois seu ritmo normal no muda, qualquer que seja o ambiente em que fique.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Procari%C3%B3ticohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Protistahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Protozo%C3%A1riohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Eukaryotahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Unicelularhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Heterotr%C3%B3ficohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Algahttp://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lulahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Fungihttp://pt.wikipedia.org/wiki/Fungohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Tecidohttp://pt.wikipedia.org/wiki/Plantaehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metaphytahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Vegetalhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Clorofilahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Bri%C3%B3fitahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pterid%C3%B3fitahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Gimnospermahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Angiospermahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Animaliahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Metazoa

  • 4)As clulas com intensa atividade fagocitria so ricas em lisossomos, organelas que atuam na digesto intracelular.No entanto alguns micro-organismos patognicos, ao serem fagocitados, apresentam recursos que evitam serem digeridos pelos lisossomos. A bactria da hansenase produz uma cpsula resistente e ipermevel as enzimas lisossmicas; o Trypanossoma cruzi, ao ser fagocitado, digere a membrana do fagossomo, tornando-se livre no citoplasma, e a bactria da tuberculose secreta uma substncia que impede a fuso dos lisossomos primrios com os fagossomos. Esses mecanismos protegem os microorganismos, impedindo que eles sejam destrudos. Qual a ordem correta de microorganismos, de acordo com as etapas da digesto intracelular que eles bloqueiam?

    A) Trypanossoma cruzi, bactria da tuberculose, bactria da hansenase. B) Trypanossoma cruzi, bactria da hansenase, bactria da tuberculose. C) Bactria da tuberculose, Trypanossoma cruzi, bactria da hansenase. D) Bactria da tuberculose, bactria da hansenase, Trypanossoma cruzi. E) Bactria da hansenase, bactria da tuberculose, Trypanossoma cruzi.

    5)Dois agrnomos que trabalhavam com tomates em uma fazenda em Lavras MG, numa certa pesquisa concluiram o seguinte: Em tomateiros, o alelo A determina fruto com casca lisa e o alelo a, fruto aveludado. O alelo R condiciona fruto alongado e o alelo r , fruto redondo. Esse dois pares de alelos localizam-se em cromossomos no homlogos.Ento resolveram fazer alguns cruzamentos e na descendncia de um cruzamento foi verificada a proporo fenotpica: 9 lisos alongados : 3 aveludados alongados : 3 liso redondo : 1 aveludado redondo. O gentipo das plantas cruzadas pode ser:

    A) AARR x aarr B) AaRr x AaRr C) AaRr x aaRr D) Aarr X aaRr E) Aarr x aarr

    6)Observe o texto abaixo: Nos mamferos, a vida tem incio quando o ________ do macho encontra o ________ da fmea, dando origem ao chamado ________, este sofre sucessivas _____ at formar o indivduo. No ser humano, sabido que uma vez por ms da puberdade at a idade aproximada de 45 anos, o _______ liberado dos ________ nas fmeas. Quando o smen depositado na vagina, os gametas masculinos trafegam em uma velocidade aproximada de 3mm/minuto at as___________ onde se encontra o __________. O direcionamento aleatrio dos gametas masculinos, explica por que 300 milhes deles so necessrios e apenas 0,1% alcana seu destino final. O processo de _______ a fixao do _________ a parede do tero. Durante todo este texto discorremos sobre a ____________________ presente no ____________. Com base nos conhecimentos adquiridos em embriologia durante sua vida escolar marque a alternativa cuja qual represente a exata ordem em que as palavras devem preencher as lacunas presentes no texto acima.

    A) Ovcito, mitoses, ovrios, ovcitos, zigoto, reino animal, espermatozide, zigoto, ovcitos, tubas uterinas, nidificao, reproduo sexuada.

  • B) Reino animal, reproduo sexuada, zigoto, nidificao, ovcitos, tubas uterinas, ovrios, ovcitos, mitoses, zigoto, ovcito, espermatozide.

    C) Espermatozide, ovcito, zigoto, meioses, ovcitos, ovrios, tubas uterinas, ovcitos, nidificao, zigoto, reproduo sexuada, reino animal.

    D) Espermatozide, ovcito, zigoto, mitoses, ovcito, ovrios, tubas uterinas, ovcito, nidificao, zigoto, reproduo sexuada, reino animal.

    E) Espermatozide, ovcito, zigoto, mitoses, ovcito, ovrios, tubas uterinas, ovcitos, nidificao, zigoto, reproduo assexuada, reino animal.

    7) O clima do Brasil dispe de uma ampla variedade de condies de tempo em uma grande rea e topografia variada, mas a maior parte do pas tropical. O grfico abaixo indica a transpirao de uma rvore localizada no Cerrado brasileiro, ambiente em que a temperatura permanece em torno dos 30 C, num ciclo de 24 horas. Observe que o grfico representa arbitrariamente a proporo de gua eliminada na transpirao.

    Baseado nos dados fornecidos acima e agregando ao seu conhecimento sobre o reino Plantae adquirido durante o seu ciclo escolar marque a alternativa correta:

    A) No Perodo A a planta parece estar desidratando rapidamente. B) No perodo B o xilema conduz toda a seiva elaborada para as folhas. C) No perodo C os estmatos esto totalmente abertos por isso a perda de gua

    to grande. D) No perodo A a temperatura est absurdademete alta. E) No perodo D est anoitecendo e a temperatura est aumentado.

    8)Nossa casa se situava numa chcara humilde na regio metropolitana de Belo Horizonte, todos os dias meu irmo e eu nos aventurvamos pelo quintal, caando objetos e desafiando os poderes da natureza, atazanvamos os animais e consequentemente toda aquela desordem irritava nossa me, que j estressada com os afazeres dirios esbravejava conosco, assim nosso nico refgio era um pequeno laguinho no fundo do quintal. Mame repudiava aquele lugar por ser sujo, imundo e pestilento. No brinquem a, vocs vo pegar BARRIGA DGUA dizia ela. E por ironia do destino (eu acho) ainda brincvamos de escargot com um certo caramujo, que hoje conheo na Universidade como sendo do gnero Biomphalaria sp.

    Relatos da minha Infncia, LIVRO QUE INVENTEI AGORA, editora My mind 2011

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Clima_no_Brasilhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Clima_tropical

  • Rodrigo Miranda. A partir deste relato aponte a alternativa que contenha as informaes mais corretas sobre o causador da doena citada por Mame no texto:

    A) O causador desta doena a Taenia saginata, a qual apresenta o caramujo como hospedeiro intermedirio.

    B) Trypanossoma cruzi o agente causador e no tem nada a ver com caramujos, um protozorio independente.

    C) O culpado o Schistossoma manssoni pertencente ao Filo Platyhelmintes a Classe Trematoda e a Subclasse Digenea, ele apresenta o caramujo como hospedeiro intermedirio e homem como hospedeiro definitvo.

    D) O Schistossoma manssoni o culpado pela Esquistossomose Bovina e pela doena das cobras mais no pela barriga dgua na espcie humana.

    E) O caramujo do gnero Biomphalaria sp. transmite uma toxina que invade o sistema nervoso das crianas provocando um inchasso na barriga, o que os mdicos chamam vulgarmente de esquistossomose ou barriga dgua.

    9) Charles Darwin, alm de postular que os organismos vivos evoluam pela ao da seleo natural, tambm considerou a possibilidade de as primeiras formas de vida terem surgido em algum lago tpido do nosso Planeta. Entretanto, existem outras teorias que tentam explicar como e onde a vida surgiu. Uma delas, a panspermia, sustenta que: a) As primeiras formas de vida podem ter surgido nas regies mais inspitas da Terra, como as fontes hidrotermais do fundo dos oceanos. b) Compostos orgnicos simples, como os aminocidos, podem ter sido produzidos de maneira abitica em vrios pontos do planeta Terra. c) Bactrias ancestrais podem ter surgido por toda a Terra, em funo dos requisitos mnimos necessrios para a sua formao e subsistncia. d) A capacidade de replicao das primeiras molculas orgnicas foi o que permitiu que elas se difundissem pelos oceanos primitivos da Terra. e) A vida se originou fora do Planeta Terra, tendo sido trazida por meteoritos, cometas ou ento pela poeira espacial.

    10) O Brasil pode se transformar no primeiro pas das Amricas a entrar no seleto grupo das naes que dispem de trens-bala. O Ministrio dos Transportes prev o lanamento do edital de licitao internacional para a construo da ferrovia de alta velocidade Rio - So Paulo. A viagem ligar os 403 quilmetros entre a Central do Brasil, no Rio, e a Estao da Luz, no centro da capital paulista, em uma hora e 25 minutos.

    Disponvel em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 14 jul. 2009. Devido alta velocidade, um dos problemas a ser enfrentado na escolha do trajeto que ser percorrido pelo trem o dimensionamento das curvas. Considerando-se que uma acelerao lateral confortvel para os passageiros e segura para o trem seja de 0,1g, em que g a acelerao da gravidade (considerada igual a 10m/s2), e que a velocidade do trem se mantenha constante em todo o percurso, seria correto prever que as curvas existentes no trajeto deveriam ter raio de curvatura mnimo de, aproximadamente, a) 80m. b) 430m. c) 800m. d) 1.600m. e) 6.400m.

  • 11)O nibus espacial Atlantis foi lanado ao espao com cinco astronautas a bordo e uma cmera nova, que iria substituir uma outra danificada por um curto-circuito no telescpio Hubble. Depois de entrarem em rbita a 560 km de altura, os astronautas se aproximaram do Hubble. Dois astronautas saram da Atlantis e se dirigiram ao telescpio. Ao abrir a porta de acesso, um deles exclamou: Esse telescpio tem a massa grande, mas o peso pequeno. Considerando o texto e as leis de Kepler, pode-se afirmar que a frase dita pelo astronauta

    a) se justifica porque o tamanho do telescpio determina a sua massa,

    enquanto seu pequeno peso decorre da falta de ao da acelerao da gravidade.

    b) se justifica ao verificar que a inrcia do telescpio grande comparada dele prprio, e que o peso do telescpio pequeno porque a atrao gravitacional criada por sua massa era pequena.

    c) no se justifica, porque a avaliao da massa e do peso de objeto em rbita tem por base as leis de Kepler, que no se aplicam a satlites artificiais.

    d) no se justifica, porque a fora-peso a fora exercida pela gravidade terrestre, neste caso, sobre o telescpio e a responsvel por manter o prprio telescpio em rbita.

    e) no se justifica, pois a ao da fora-peso implica a ao de uma fora de reao contrria, que no existe naquele ambiente. A massa do telescpio poderia ser avaliada simplesmente pelo seu volume.

    12) possvel, com 1 litro de gasolina, usando todo o calor produzido por sua combusto direta, aquecer 200 litros de gua de 20 C a 55 C. Pode-se efetuar esse mesmo aquecimento por um gerador de eletricidade, que consome 1 litro de gasolina por hora e fornece 110 V a um resistor de 11 , imerso na gua, durante um certo intervalo de tempo. Todo o calor liberado pelo resistor transferido gua. Considerando que o calor especfico da gua igual a 4,19 J/g.0C, aproximadamente qual a quantidade de gasolina consumida para o aquecimento de gua obtido pelo gerador, quando comparado ao obtido a partir da combusto

    a) A quantidade de gasolina consumida igual para os dois casos. b) A quantidade de gasolina consumida pelo gerador duas vezes maior que

    a consumida na combusto. c) A quantidade de gasolina consumida pelo gerador duas vezes menor

    que a consumida na combusto. d) A quantidade de gasolina consumida pelo gerador sete vezes maior que a

    consumida na combusto. e) A quantidade de gasolina consumida pelo gerador sete vezes menor que

    a consumida na combusto.

    13)Durante uma ao de fiscalizao em postos de combustveis, foi encontrado um mecanismo inusitado para enganar o consumidor. Durante o inverno, o responsvel por um posto de combustvel compra lcool por R$ 0,50 /litro, a uma temperatura de 5 C. Para revender o lquido aos motoristas, instalou um mecanismo na bomba de combustvel para aquec-lo, para que atinja a temperatura de 35 C, sendo o litro de lcool revendido a R$ 1,60. Diariamente o posto compra 20 mil litros de lcool a 5 C e os revende. Com relao situao hipottica descrita no texto e dado que o coeficiente de dilatao volumtrica do lcool de 1 10-3 C-1 , desprezando-se o

  • custo da energia gasta no aquecimento do combustvel, o ganho financeiro que o dono do posto teria obtido devido ao aquecimento do lcool aps uma semana de vendas estaria entre

    a) R$500,00 e R$1.000,00. b) R$1.050,00 e R$1.250,00. c) R$4.000,00 e R$5.000,00. d) R$6.000,00 e R$6.900,00. e) R$7.000,00 e R$7.950,00.

    14)A inveno da geladeira proporcionou uma revoluo no aproveitamento dos alimentos, ao permitir que fossem armazenados e transportados por longos perodos. A figura apresentada ilustra o processo cclico de funcionamento de uma geladeira, em que um gs no interior de uma tubulao forado a circular entre o congelador e a parte externa da geladeira. por meio dos processos de compresso, que ocorre na parte externa, e de expanso, que ocorre na parte interna, que o gs proporciona a troca de calor entre o interior e o exterior da geladeira.

    Nos processos de transformao de energia envolvidos no funcionamento da geladeira,

    a) a expanso do gs um processo que cede a energia necessria ao resfriamento da parte interna da geladeira.

    b) o calor flui de forma no-espontnea da parte mais fria, no interior, para a mais quente, no exterior da geladeira.

    c) a quantidade de calor cedida ao meio externo igual ao calor retirado da geladeira.

    d) a eficincia tanto maior quanto menos isolado termicamente do ambiente externo for o seu compartimento interno.

    e) a energia retirada do interior pode ser devolvida geladeira abrindo-se a sua porta, o que reduz seu consumo de energia.

    15)A eficincia de uma usina, do tipo da representada na figura da questo anterior, da ordem de 0,9, ou seja, 90% da energia da gua no incio do processo se transforma em energia eltrica. A usina Ji-Paran, do Estado de Rondnia, tem potncia instalada

  • de 512 Milhes de Watt, e a barragem tem altura de aproximadamente 120m. A vazo do rio Ji-Paran, em litros de gua por segundo, deve ser da ordem de:

    a) 50 b) 500 c) 5.000 d) 50.000 e) 500.000

    16) Ao utilizarmos um copo descartvel no nos damos conta do longo caminho pelo qual passam os tomos ali existentes, antes e aps esse uso. O processo se inicia com a extrao do petrleo, que levado s refinarias para separao de seus componentes. A partir da matria-prima fornecida pela indstria petroqumica, a indstria qumica produz o polmero base de estireno, que moldado na forma de copo descartvel ou de outros objetos, tais como utenslios domsticos. Depois de utilizados, os copos so descartados e jogados no lixo para serem reciclados ou depositados em aterros. Materiais descartveis, quando no reciclados, so muitas vezes rejeitados e depositados indiscriminadamente em ambientes naturais. Em consequncia, esses materiais so mantidos na natureza por longo perodo de tempo. No caso de copos plsticos constitudos de polmeros base de produtos petrolferos, o ciclo de existncia deste material passa por vrios processos que envolvem (A) a decomposio biolgica, que ocorre em aterros sanitrios, por micro-organismos que consomem plsticos com estas caractersticas apolares. (B) a polimerizao, que um processo artificial inventado pelo homem, com a gerao de novos compostos resistentes e com maiores massas moleculares. (C) a decomposio qumica, devido quebra de ligaes das cadeias polimricas, o que leva gerao de compostos txicos ocasionando problemas ambientais. (D) a polimerizao, que produz compostos de propriedades e caractersticas bem definidas, com gerao de materiais com ampla distribuio de massa molecular. (E) a decomposio, que considerada uma reao qumica porque corresponde unio de pequenas molculas, denominados monmeros, para a formao de oligmeros. 17) A nanotecnologia est ligada manipulao da matria em escala nanomtrica, ou seja, uma escala to pequena quanto a de um bilionsimo do metro. Quando aplicada s cincias da vida, recebe o nome de nanobiotecnologia. No fantstico mundo da nanobiotecnologia, ser possvel a inveno de dispositivos ultrapequenos que, usando conhecimentos da biologia e da engenharia, permitiro examinar, manipular ou imitar os sistemas biolgicos. LACAVA, Z.; MORAIS, P. Nanobiotecnologia e sade. Com Cincia. Reportagens. Nanocincia & Nanotecnologia. Como exemplo da utilizao dessa tecnologia na Medicina, pode-se citar a utilizao de nanopartculas magnticas (nanoims) em terapias contra o cncer. Considerando-se que o campo magntico no age diretamente sobre os tecidos, o uso dessa tecnologia em relao s terapias convencionais (A) de eficcia duvidosa, j que no possvel manipular nanopartculas para serem usadas na medicina com a tecnologia atual. (B) vantajoso, uma vez que o campo magntico gerado por essas partculas apresenta propriedades teraputicas associadas ao desaparecimento do cncer.

  • (C) desvantajoso, devido radioatividade gerada pela movimentao de partculas magnticas, o que, em organismos vivos, poderia causar o aparecimento de tumores. (D) desvantajoso, porque o magnetismo est associado ao aparecimento de alguns tipos de cncer no organismo feminino como, por exemplo, o cncer de mama e o de colo de tero. (E) vantajoso, pois se os nanoims forem ligados a drogas quimioterpicas, permitem que estas sejam fixadas diretamente em um tumor por meio de um campo magntico externo, diminuindo-se a chance de que reas saudveis sejam afetadas. 18) Quatro, trs, dois, um... V! O relgio marcava 9h32min (4h32min em Braslia) na sala de comando da Organizao Europia de Pesquisa Nuclear (CERN), na fronteira da Sua com a Frana, quando o narrador anunciou o surgimento de um flash branco nos dois teles. Era sinal de que o experimento cientfico mais caro e mais complexo da humanidade tinha dado seus primeiros passos rumo simulao do Big Bang, a grande exploso que originou o universo. A plateia, formada por jornalistas e cientistas, comemorou com aplausos assim que o primeiro feixe de prtons foi injetado no interior do Grande Colisor de Hadrons (LHC Large Hadrons Collider), um tnel de 27 km de circunferncia construdo a 100 m de profundidade. Duas horas depois, o segundo feixe foi lanado, em sentido contrrio. Os feixes vo atingir velocidade prxima da luz e, ento, colidiro um com o outro. Essa coliso poder ajudar a decifrar mistrios do universo. CRAVEIRO, R. "Mquina do Big Bang" ligada. Correio Braziliense, Braslia, 11 set. 2008, p. 34. Segundo o texto, o experimento no LHC fornecer dados que possibilitaro decifrar os mistrios do universo. Para analisar esses dados provenientes das colises no LHC, os pesquisadores utilizaro os princpios de transformao da energia. Sabendo desses princpios, pode-se afirmar que (A) as colises podem ser elsticas ou inelsticas e, em ambos os casos, a energia cintica total se dissipa na coliso. (B) a energia dos aceleradores proveniente da energia liberada nas reaes qumicas no feixe injetado no interior do Grande Colisor. (C) o feixe de partculas adquire energia cintica proveniente das transformaes de energia ocorridas na interao do feixe com os aceleradores. (D) os aceleradores produzem campos magnticos que no interagem com o feixe, j que a energia preponderante das partculas no feixe a energia potencial. (E) a velocidade das partculas do feixe irrelevante nos processos de transferncia de energia nas colises, sendo a massa das partculas o fator preponderante. 19) D-me um navio cheio de ferro e eu lhe darei uma era glacial, disse o cientista John Martin (1935-1993), dos Estados Unidos, a respeito de uma proposta de interveno ambiental para resolver a elevao da temperatura global; o americano foi recebido com muito ceticismo. O pesquisador notou que mares com grande concentrao de ferro apresentavam mais fitoplncton e que essas algas eram capazes de absorver elevadas concentraes de dixido de carbono da atmosfera. Esta incorporao de gs carbnico e de gua (H2O) pelas algas ocorre por meio do processo de fotossntese, que resulta na produo de matria orgnica empregada na constituio da biomassa e na liberao de gs oxignio (O2). Para essa proposta funcionar, o carbono absorvido deveria ser mantido no fundo do mar, mas como a maioria do fitoplncton faz parte da cadeia alimentar de organismos marinhos, ao ser decomposto devolve CO2 atmosfera. Os sete planos para salvar o mundo. Galileu, n. 214, maio 2009. (com adaptaes).

  • Considerando que a ideia do cientista John Martin vivel e eficiente e que todo o gs carbnico absorvido (CO2, de massa molar igual a 44 g/mol) transforma-se em biomassa fitoplanctnica (cuja densidade populacional de 100 g/m2 representada por C6H12O6, de massa molar igual a 180 g/mol), um aumento de 10 km2 na rea de distribuio das algas resultaria na (A) emisso de 4,09 x 106 kg de gs carbnico para a atmosfera, bem como no consumo de toneladas de gs oxignio da atmosfera. (B) retirada de 1,47 x 106 kg de gs carbnico da atmosfera, alm da emisso direta de toneladas de gs oxignio para a atmosfera. (C) retirada de 1,00 x 106 kg de gs carbnico da atmosfera, bem como na emisso direta de toneladas de gs oxignio das algas para a atmosfera. (D) retirada de 6,82 x 105 kg de gs carbnico da atmosfera, alm do consumo de toneladas de gs oxignio da atmosfera para a biomassa fitoplanctnica. (E) emisso de 2,44 x 105 kg de gs carbnico para a atmosfera, bem como na emisso direta de milhares de toneladas de gs oxignio para a atmosfera a partir das algas. 20)Na Regio Amaznica, diversas espcies de aves se alimentam da ucuba (Virola sebifera), uma rvore que produz frutos com polpa carnosa, vermelha e nutritiva. Em locais onde essas rvores so abundantes, as aves se alternam no consumo dos frutos maduros, ao passo que em locais onde elas so escassas, tucanos-de-papo-branco (Ramphastus tucanos cuvieri) permanecem forrageando nas rvores por mais tempo. Por serem de grande porte, os tucanos-de-papo-branco no permitem a aproximao de aves menores, nem mesmo de outras espcies de tucanos. Entretanto, um tucano de porte menor (Ramphastus vitellinus Ariel), ao longo de milhares de anos, apresentou modificao da cor do seu papo, do amarelo para o branco, de maneira que se tornou semelhante ao seu parente maior. Isso permite que o tucano menor compartilhe as ucubas com a espcie maior sem ser expulso por ela ou sofrer as agresses normalmente observadas nas reas onde a espcie apresenta o papo amarelo. PAULINO NETO, H. F. Um tucano disfarado. Cincia Hoje, v. 252, p. 67-69, set. 2008. (com adaptaes). O fenmeno que envolve as duas espcies de tucano constitui um caso de (A) mutualismo, pois as duas espcies compartilham os mesmos recursos. (B) parasitismo, pois a espcie menor consegue se alimentar das ucubas. (C) relao intraespecfica, pois ambas as espcies apresentam semelhanas fsicas. (D) sucesso ecolgica, pois a espcie menor est ocupando o espao da espcie maior. (E) mimetismo, pois uma espcie est fazendo uso de uma semelhana fsica em benefcio prprio.

    Redao

    Tema: Criminalidade e agresso dos jovens

    A tragdia do Realengo, quando um jovem entrou na escola na Zona Oeste do Rio de Janeiro e atirou contra 12 crianas, levantou a discusso sobre a criminalidade e a agresso dos jovens no pas. Faa uma DISSERTAO sobre o tema , contendo entre 20 e 25 linhas.