Lo mpe estado am

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  • 1. Lei Orgnica Estadual do Ministrio Pblico 1 entidade para cuja a criaoN. 011, DEo errio DEZEMBRO DE podendo requerer a LEI COMPLEMENTAR ou custeio 17 DE haja concorrido, 1993 indisponibilidade dos bens do indiciado, na forma da Lei; DISPE- SOBRE A LEI ORGNICA DO MINISTRIO PBLICO DO V manifestar-se nos processos em que sua presena seja obrigatria por Lei e intervir nas demais causas, sempre que examinada pelo membro do Ministrio ESTADO DO AMAZONAS E D OUTRAS PROVIDNCIAS Pblico a existncia de interesse pblico, evidenciado pela natureza da lide ou O GOVERNADOR DO TADO DO AMAZONAS, qualidade da parte, no importando a fase de instruo ou grau de jurisdio em que 3 se encontrem os processos; VI - exercer a fiscalizao de cadelas e estabelecimentos prisionais de qualquer FAO SABERa todosjudicirio e casas pblicas ou particulares de natureza, manicmio os habitantes que a Assemblia Legislativa tratamento de doenas mentais, bem como estabelecimentos pblicos ou privados decretou e eu sanciono a presente freqentados ou que abriguem idoso, menor, incapaz ou pessoas portadoras de deficincia, promovendo as medidas administrativas e judicirias necessrias para sanar quaisquer irregularidades encontradas; VII - deliberar sobre a participao em organismos estatais de defesa do meio ambiente, do trabalho, do consumidor, de poltica penal e penitenciria, da criana e do adolescente e outros afetos sua rea de atuao; VIII - ingressar em juzo, de ofcio, para responsabilizar os gestores dos dinheiros pblicos condenados por Tribunal e Conselhos de Contas; MINISTRIO PBLICO IX - zelar para que os Poderes Pblicos e os servios de relevncia pblica respeitem direitos constitucionaisCAPTULO I assegurados, promovendo, em juzo ou legalmente ou fora dele, as medidas necessrias defesa de ordem jurdica, do regime democrtico e dos interesses sociais eES PRELIMINARES DAS DISPOSI individuais indisponveis; X - exercer o controle externo da atividade policial; XI - interpor recursos ao Supremo Tribunal Federal, ao Superior Tribunal de Justia Art. 1. O Ministrio Pblico Instituio permanente, essencial funo e aos Tribunais Estaduais. jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurdica, do regime democrtico e dos interesses sociais e individuais indisponveis. Pargrafo nico. vedado o exerccio das funes do Ministrio Pblico a pessoas a ele estranhas, sob pena de nulidade do ato praticado. Art. 2. So princpios institucionais do Ministrio Pblico: a unidade, a indivisibilidade 4.No exerccio de suas funes, o Ministrio Pblico poder: Art. e a independncia funcional.I - 3.So funes institucionais outras medidas e Art.instaurar inquritos civis e do Ministrio Pblico: procedimentos administrativos pertinentes e, para instru-los: I - propor ao de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou expedir notificaes para colher depoimentos ou esclarecimentos e, em a) municipais, face Constituio Estadual; caso de no-comparecimento injustificado, requisitar conduo coercitiva pela Polcia II - promover a representao de inconstitucionalidade para efeito de Civil ou Militar, ressalvadas as prerrogativas previstas em lei; interveno do Estado nos Municpios; b) requisitar informaes, exames periciais e documentos da Lei; III - promover, privativamente, a ao penal pblica, na formade autoridades federais, estaduais e municipais, bem administrativo e inqurito civil, dapropor ao IV - instaurar procedimento como dos rgos e entidades e administrao 2 direta, indireta forma da Lei: civil pblica, naou fundacional, de qualquer dos Poderes da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios; c) para a inspees e diligncias reparao dos danos causados a) promover proteo, preveno e investigatrias junto s autoridades, ao rgos e entidades a que se refere alnea anterior; patrimnio pblico e social, ao meioaambiente, ao consumidor, aos bens e direitos de valor artstico, esttico, histrico, turstico e paisagstico e a outros interesses difusos, coletivos, individuais indisponveis ee documentos a entidades privadas para instruir II - requisitar informaes individuais homogneos; procedimentosparaprocesso em que oficie; b) ou apurar atos de improbidade praticados por qualquer agente pblico, servidor ou no, autoridade competentedireta, indireta de sindicncia ou III - requisitar contra a administrao a instaurao ou fundacional do procedimento administrativo de empresa incorporada ao patrimnio prova; Estado e dos Municpios, cabvel, podendo acompanh-los e produzir pblico ou de IV - acompanhar atos investigatrios junto a organismos policiais ou 1 Texto consolidado para publicao oficial,considerar conveniente Lei Complementar n. 54, de 17 de administrativos quando assim em cumprimento ao artigo 16 da apurao de infraes penais; julho de 2007, com as alteraes promovidas por esse diploma legal e pelas Leis Complementares n. 012, de 24 de agosto de 1994, 013, de 29 de novembro de 1994, 25, de 21 de dezembro de 2000, 040, de 30 de dezembro de 3 Incisos IV de 06 de setembro a redao da LC n. 025/2000. 2004, e 49, e V do art. 3. com de 2006. 2 Incisos IV e V do art. 3. com a redao da LC n. 025/2000.2 1

2. Lei Orgnica Estadual do Ministrio Pblico V - requisitar diligncias investigatrias e a instaurao de inqurito policial e de inqurito policial militar, observando o disposto no art. 129, inciso VIII, da Constituio Federal, podendo acompanh-los; VI - controlar externamente a atividade policial, obedecidas as normas contidas nesta Lei; VII - exercer a fiscalizao no exame da aplicao das verbas pblicas; VIII - requisitar da administrao pblica os servios temporrios de servidores civis ou policiais militares e meios materiais necessrios para a realizao de atividades especficas; IX requisitar ao rgo pblico competente a realizao de auditoria contbil e financeira nos Poderes Pblicos do Estado ou de Municpio, de suas administraes diretas, indiretas ou fundacionais; X - funcionar junto s Comisses de Inqurito do Poder Legislativo, quando solicitado; XI - oficiar junto Justia Eleitoral de 1 instncia, com as atribuies de Ministrio Pblico Eleitoral previstas na Lei Orgnica do Ministrio Pblico da Unio, que forem pertinentes, alm de outras estabelecidas nas legislaes eleitoral e partidria; XII - oficiar junto Justia do Trabalho, com as atribuies de Ministrio 4 Pblico do Trabalho, na Comarca onde no haja Junta de Conciliao e Julgamento; XIII - praticar atos administrativos executrios, de carter preparatrio; XIV - dar publicidade dos procedimentos administrativos no disciplinares que instaurar e das medidas adotadas; XV - sugerir ao Poder competente a edio de normas e a alterao da legislao em vigor, bem como a adoo de medidas propostas, destinadas preveno e controle da criminalidade; XVI - representar ao Procurador-Geral de Justia sobre a inconstitucionalidade de lei ou de ato legislativo estadual ou municipal; XVII - manifestar-se em qualquer fase do processo, quando entender 5 existente interesse em causa que justifique a interveno; XVIII - exercer, ainda, outras atribuies previstas em lei. 1. A pessoalmente;intimao do Ministrio Pblico, em qualquer caso, ser feita 2.A falta de interveno do Ministrio Pblico nos casos previstos em lei e quando houver interesse pblico, acarretar a nulidade do feito, que ser declarada de oficio pelo juiz ou a requerimento de qualquer interessado; 3. As manifestaes processuais do membro do Ministrio Pblico devero ser fundamentadas; 4.As notificaes e requisies previstas neste artigo, quando tiverem como destinatrios o Governador do Estado, Secretrio de Estado, Prefeito da Capital, os membros do Poder Legislativo e Judicirio e dos Tribunais de Contas, sero encaminhadas pelo Procurador-Geral de Justia. 5.O membro do Ministrio Pblico ser responsvel pelo uso indevido das informaes e documentos que requisitar, inclusive nas hipteses legais de sigilo; 4A emenda constitucional n. 24, de 10.12.1999, transfor mou as J.C. J. em Varas do Trabalho.5Inciso XVII do art. 4. com a redao da LC n. 025/2000.3 3. Lei Orgnica Estadual do Ministrio Pblico 6.Sero cumpridas gratuitamente as requisies feitas pelo Ministrio Pblico s autoridades, rgos e entidades da Administrao Pblica direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos Poderes da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios; 7. A Falta ao trabalho, em virtude de atendimento a notificao ou requisio, na forma da alnea "a", inciso I deste artigo, no autoriza o desconto de vencimentos ou salrio, considerando-se de efetivo exerccio, para todos os efeitos, mediante comprovao escrita do membro do Ministrio Pblico; 8.Toda representao ou petio formulada ao Ministrio Pblico ser distribuda entre os membros da Instituio que tenham atribuies para apreci-la, observados os critrios fixados pelo Colgio de Procuradores; 9.Nenhum rgo, autoridade civil ou militar e seus agentes, poder recusar, dificultar ou procrastinar o atendimento ou auxlio requisitado sob pena de responsabilidade; 10.Para efeito administrativo-disciplinar ser considerada falta grave, sem prejuzo das sanes penais cabveis, qualquer transgresso s normas contidas no inciso 1, alneas "b" e "c", II, III, IV, V, VIII e IX, deste artigo; 11 . Caber ao membro do Ministrio Pblico determinar prazo, que entender necessrio, pare o cumprimento de qualquer diligncia prevista nesta Lei, sujeitando-se o responsvel pelo no atendimento no tempo fixado, as penas legais cabveis. Art. 5.Cabe ao Ministrio Pblico exercer a defesa dos direitos assegurados nas Constituies Federal e Estadual, sempre que se cuidar de garantirlhe o respeito: I - pelos Poderes estaduais ou municipais; II - pelos rgos da Administrao Pblica Estadual ou Municipal, direta, indireta ou fundacional; III - pelos concessionrios e permissionrios de servio pblico estadual ou municipal; IV - por entidades que exeram outra funo delegada do Estado ou do Municpio ou executem servio de relevncia pblica. Pargrafo nico. exerccio das atribuies a que se refere este artigo, No incumbe ao Ministrio Pblico,