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loas atualizada

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Presidncia da RepblicaCasa CivilSubchefia para Assuntos Jurdicos LEI N 8.742, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1993.Mensagem de veto Regulamento Texto compilado Dispe sobre a organizao da Assistncia Social e d outras providncias.

O PRESIDENTE DA REPBLICA, fao saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: LEI ORGNICA DA ASSISTNCIA SOCIAL CAPTULO I Das Definies e dos Objetivos Art. 1 A assistncia social, direito do cidado e dever do Estado, Poltica de Seguridade Social no contributiva, que prov os mnimos sociais, realizada atravs de um conjunto integrado de aes de iniciativa pblica e da sociedade, para garantir o atendimento s necessidades bsicas. Art. 2 A assistncia social tem por objetivos: I - a proteo famlia, maternidade, infncia, adolescncia e velhice; II - o amparo s crianas e adolescentes carentes; III - a promoo da integrao ao mercado de trabalho; IV - a habilitao e reabilitao das pessoas portadoras de deficincia e a promoo de sua integrao vida comunitria; V - a garantia de 1 (um) salrio mnimo de benefcio mensal pessoa portadora de deficincia e ao idoso que comprovem no possuir meios de prover a prpria manuteno ou de t-la provida por sua famlia. Pargrafo nico. A assistncia social realiza-se de forma integrada s polticas setoriais, visando ao enfrentamento da pobreza, garantia dos mnimos sociais, ao provimento de condies para atender contingncias sociais e universalizao dos direitos sociais. Art. 2 A assistncia social tem por objetivos: (Redao dada pela Lei n 12.435, de 2011)o

DA REPBLICA Fao saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1o Os arts. 2o, 3o, 6o, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 20, 21, 22, 23, 24, 28 e 36 da Lei no 8.742, de 7 de dezembro de 1993, passam a vigorar com a seguinte redao: Art. 2o A assistncia social tem por objetivos: I - a proteo social, que visa garantia da vida, reduo de danos e preveno da incidncia de riscos, especialmente: a) a proteo famlia, maternidade, infncia, adolescncia e velhice;

A PRESIDENTA

b) o amparo s crianas e aos adolescentes carentes; c) a promoo da integrao ao mercado de trabalho; d) a habilitao e reabilitao das pessoas com deficincia e a promoo de sua integrao vida comunitria; e e) a garantia de 1 (um) salrio-mnimo de benefcio mensal pessoa com deficincia e ao idoso que comprovem no possuir meios de prover a prpria manuteno ou de t-la provida por sua famlia; II - a vigilncia socioassistencial, que visa a analisar territorialmente a capacidade protetiva das famlias e nela a ocorrncia de vulnerabilidades, de ameaas, de vitimizaes e danos; III - a defesa de direitos, que visa a garantir o pleno acesso aos direitos no conjunto das provises socioassistenciais. Pargrafo nico. Para o enfrentamento da pobreza, a assistncia social realiza-se de forma integrada s polticas setoriais, garantindo mnimos sociais e provimento de condies para atender contingncias sociais e promovendo a universalizao dos direitos sociais. (NR) Art. 3o Consideram-se entidades e organizaes de assistncia social aquelas sem fins lucrativos que, isolada ou cumulativamente, prestam atendimento e assessoramento aos beneficirios abrangidos por esta Lei, bem como as que atuam na defesa e garantia de direitos. 1o So de atendimento aquelas entidades que, de forma continuada, permanente e planejada, prestam servios, executam programas ou projetos e concedem benefcios de prestao social bsica ou especial, dirigidos s famlias e indivduos em situaes de vulnerabilidade ou risco social e pessoal, nos termos desta Lei, e respeitadas as deliberaes do Conselho Nacional de Assistncia Social (CNAS), de que tratam os incisos I e II do art. 18. 2o So de assessoramento aquelas que, de forma continuada, permanente e planejada, prestam servios e executam programas ou projetos voltados prioritariamente para o fortalecimento dos movimentos sociais e das organizaes de usurios, formao e capacitao de lideranas, dirigidos ao pblico da poltica de assistncia social, nos termos desta Lei, e respeitadas as deliberaes do CNAS, de que tratam os incisos I e II do art. 18. 3o So de defesa e garantia de direitos aquelas que, de forma continuada, permanente e planejada, prestam servios e executam programas e projetos voltados prioritariamente para a defesa e efetivao dos direitos socioassistenciais, construo de novos direitos, promoo da cidadania, enfrentamento das desigualdades sociais, articulao com rgos pblicos de defesa de direitos, dirigidos ao pblico da poltica de assistncia social, nos termos desta Lei, e respeitadas as deliberaes do CNAS, de que tratam os incisos I e II do art. 18. (NR)

Art. 6o A gesto das aes na rea de assistncia social fica organizada sob a forma de sistema descentralizado e participativo, denominado Sistema nico de Assistncia Social (Suas), com os seguintes objetivos: I - consolidar a gesto compartilhada, o cofinanciamento e a cooperao tcnica entre os entes federativos que, de modo articulado, operam a proteo social no contributiva; II - integrar a rede pblica e privada de servios, programas, projetos e benefcios de assistncia social, na forma do art. 6o-C; III - estabelecer as responsabilidades dos entes federativos na organizao, regulao, manuteno e expanso das aes de assistncia social; IV - definir os nveis de gesto, respeitadas as diversidades regionais e municipais; V - implementar a gesto do trabalho e a educao permanente na assistncia social; VI - estabelecer a gesto integrada de servios e benefcios; e VII - afianar a vigilncia socioassistencial e a garantia de direitos. 1o As aes ofertadas no mbito do Suas tm por objetivo a proteo famlia, maternidade, infncia, adolescncia e velhice e, como base de organizao, o territrio. 2o O Suas integrado pelos entes federativos, pelos respectivos conselhos de assistncia social e pelas entidades e organizaes de assistncia social abrangidas por esta Lei. 3o A instncia coordenadora da Poltica Nacional de Assistncia Social o Ministrio do Desenvolvimento Social e Combate Fome. (NR) Art. 12. ....................................................................... ............................................................................................. II - cofinanciar, por meio de transferncia automtica, o aprimoramento da gesto, os servios, os programas e os projetos de assistncia social em mbito nacional; ............................................................................................. IV - realizar o monitoramento e a avaliao da poltica de assistncia social e assessorar Estados, Distrito Federal e Municpios para seu desenvolvimento. (NR) Art. 13. ..........................................................................

I - destinar recursos financeiros aos Municpios, a ttulo de participao no custeio do pagamento dos benefcios eventuais de que trata o art. 22, mediante critrios estabelecidos pelos Conselhos Estaduais de Assistncia Social; II - cofinanciar, por meio de transferncia automtica, o aprimoramento da gesto, os servios, os programas e os projetos de assistncia social em mbito regional ou local; ............................................................................................. VI - realizar o monitoramento e a avaliao da poltica de assistncia social e assessorar os Municpios para seu desenvolvimento. (NR) Art. 14. .......................................................................... I - destinar recursos financeiros para custeio do pagamento dos benefcios eventuais de que trata o art. 22, mediante critrios estabelecidos pelos Conselhos de Assistncia Social do Distrito Federal; ............................................................................................. VI - cofinanciar o aprimoramento da gesto, os servios, os programas e os projetos de assistncia social em mbito local; VII - realizar o monitoramento e a avaliao da poltica de assistncia social em seu mbito. (NR) Art. 15. ......................................................................... I - destinar recursos financeiros para custeio do pagamento dos benefcios eventuais de que trata o art. 22, mediante critrios estabelecidos pelos Conselhos Municipais de Assistncia Social; ............................................................................................. VI - cofinanciar o aprimoramento da gesto, os servios, os programas e os projetos de assistncia social em mbito local; VII - realizar o monitoramento e a avaliao da poltica de assistncia social em seu mbito. (NR) Art. 16. As instncias deliberativas do Suas, de carter permanente e composio paritria entre governo e sociedade civil, so: ............................................................................................. Pargrafo nico. Os Conselhos de Assistncia Social esto vinculados ao rgo gestor de assistncia social, que deve prover a infraestrutura necessria ao seu funcionamento, garantindo recursos materiais, humanos e financeiros, inclusive com despesas referentes a passagens e dirias de conselheiros

representantes do governo ou da sociedade civil, quando estiverem no exerccio de suas atribuies. (NR) Art. 17. ....................................................................... ............................................................................................. 4o Os Conselhos de que tratam os incisos II, III e IV do art. 16, com competncia para acompanhar a execuo da poltica de assistncia social, apreciar e aprovar a proposta oramentria, em consonncia com as diretrizes das conferncias nacionais, estaduais, distrital e municipais, de acordo com seu mbito de atuao, devero ser institudos, respectivamente, pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municpios, mediante lei especfica. (NR) Art. 20. O benefcio de prestao continuada a garantia de um salriomnimo mensal pessoa com deficincia e ao idoso com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais que comprovem no possuir meios de prover a prpria manuteno nem de t-la provida por sua famlia. 1o Para os efeitos