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LOAS E PLANO BRASIL SEM MISÉRIA Autora: Klauze Silva

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  • LOAS E PLANO BRASIL SEM MISRIA Autora: Klauze Silva
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  • CONTEXTO HISTRICO Marco histrico: Constituio Federal de 1988 Insere a Assistncia Social como poltica pblica, no mbito da Seguridade Social LOAS Lei n 8.742/93 Arcabouo legal vem sendo aprimorado desde 2003, instiga o governo a constituir uma rede de promoo e proteo social = SUAS (2005)
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  • CONTEXTO HISTRICO O SUAS: o mecanismo que permite interromper a fragmentao que at ento marcou os programas do setor e instituir, efetivamente, as polticas pblicas da rea e a transformao efetiva da assistncia em direito.
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  • LEI ORGNICA DA ASSISTNCIA SOCIAL (LOAS) Art. 1 A assistncia social, direito do cidado e dever do Estado, Poltica de Seguridade Social no contributiva, que prov os mnimos sociais, realizada atravs de um conjunto integrado de aes de iniciativa pblica e da sociedade, para garantir o atendimento s necessidades bsicas.
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  • LEI ORGNICA DA ASSISTNCIA SOCIAL (LOAS) - OBJETIVOS Art. 2 A Assistncia Social tem por objetivos: I - a proteo famlia, maternidade, infncia, adolescncia e velhice; II - o amparo s crianas e adolescentes carentes; III - a promoo da integrao ao mercado de trabalho;
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  • LEI ORGNICA DA ASSISTNCIA SOCIAL (LOAS) - OBJETIVOS Art. 2 A Assistncia Social tem por objetivos: IV - a habilitao e reabilitao das pessoas portadoras de deficincia e a promoo de sua integrao vida comunitria; V - a garantia de 1 (um) salrio mnimo de benefcio mensal pessoa portadora de deficincia e ao idoso que comprovem no possuir meios de prover a prpria manuteno ou de t-la provida por sua famlia.
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  • LEI ORGNICA DA ASSISTNCIA SOCIAL (LOAS) - OBJETIVOS A Assistncia Social tem por objetivos: Pargrafo nico. A assistncia social realiza-se de forma integrada s polticas setoriais, visando ao enfrentamento da pobreza, garantia dos mnimos sociais, ao provimento de condies para atender contingncias sociais e universalizao dos direitos sociais.
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  • LOAS Art. 3 Consideram-se entidades e organizaes de assistncia social aquelas que prestam, sem fins lucrativos, atendimento e assessoramento aos beneficirios abrangidos por esta lei, bem como as que atuam na defesa e garantia de seus direitos.
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  • CAPTULO II DAS DIRETRIZES E PRINCPIOS Art. 4 A assistncia social rege-se pelos seguintes princpios: I - supremacia do atendimento s necessidades sociais sobre as exigncias de rentabilidade econmica; II - universalizao dos direitos sociais, a fim de tornar o destinatrio da ao assistencial alcanvel pelas demais polticas pblicas;
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  • CAPTULO II DAS DIRETRIZES E PRINCPIOS Art. 4 A assistncia social rege-se pelos seguintes princpios: III - respeito dignidade do cidado, sua autonomia e ao seu direito a benefcios e servios de qualidade, bem como convivncia familiar e comunitria, vedando-se qualquer comprovao vexatria de necessidade; IV - igualdade de direitos no acesso ao atendimento, sem discriminao de qualquer natureza, garantindo- se equivalncia s populaes urbanas e rurais;
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  • CAPTULO II DAS DIRETRIZES E PRINCPIOS Art. 4 A assistncia social rege-se pelos seguintes princpios: V - divulgao ampla dos benefcios, servios, programas e projetos assistenciais, bem como dos recursos oferecidos pelo Poder Pblico e dos critrios para sua concesso.
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  • CAPTULO II DAS DIRETRIZES Art. 5 A organizao da assistncia social tem como base as seguintes diretrizes: I - descentralizao poltico-administrativa para os Estados, o Distrito Federal e os Municpios, e comando nico das aes em cada esfera de governo; II - participao da populao, por meio de organizaes representativas, na formulao das polticas e no controle das aes em todos os nveis; III - primazia da responsabilidade do Estado na conduo da poltica de assistncia social em cada esfera de governo
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO Art. 6 As aes na rea de assistncia social so organizadas em sistema descentralizado e participativo, constitudo pelas entidades e organizaes de assistncia social abrangidas por esta lei, que articule meios, esforos e recursos, e por um conjunto de instncias deliberativas compostas pelos diversos setores envolvidos na rea.
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  • IMPORTANTE O SUAS um sistema pblico, no-contributivo, descentralizado e participativo, destinado gesto da assistncia social, atravs da integrao das aes dos entes pblicos (Unio, Estados, Municpios e o Distrito Federal) responsveis pela poltica socioassistencial e das entidades privadas de assistncia social.
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO Art. 7 As aes de assistncia social, no mbito das entidades e organizaes de assistncia social, observaro as normas expedidas pelo Conselho Nacional de Assistncia Social (CNAS), de que trata o art. 17 desta lei.
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO Art. 8 A Unio, os Estados, o Distrito Federal e os Municpios, observados os princpios e diretrizes estabelecidos nesta lei, fixaro suas respectivas Polticas de Assistncia Social.
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO Art. 9 O funcionamento das entidades e organizaes de assistncia social depende de prvia inscrio no respectivo Conselho Municipal de Assistncia Social, ou no Conselho de Assistncia Social do Distrito Federal, conforme o caso. 1 A regulamentao desta lei definir os critrios de inscrio e funcionamento das entidades com atuao em mais de um municpio no mesmo Estado, ou em mais de um Estado ou Distrito Federal.
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO 2 Cabe ao Conselho Municipal de Assistncia Social e ao Conselho de Assistncia Social do Distrito Federal a fiscalizao das entidades referidas no caput na forma prevista em lei ou regulamento. 3 A inscrio da entidade no Conselho Municipal de Assistncia Social, ou no Conselho de Assistncia Social do Distrito Federal, condio essencial para o encaminhamento de pedido de registro e de certificado de entidade beneficente de assistncia social junto ao Conselho Nacional de Assistncia Social - CNAS. (Redao dada pela Medida Provisria n 2.187-13, de 2001).
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO 4 As entidades e organizaes de assistncia social podem, para defesa de seus direitos referentes inscrio e ao funcionamento, recorrer aos Conselhos Nacional, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal.
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO Art. 10. A Unio, os Estados, os Municpios e o Distrito Federal podem celebrar convnios com entidades e organizaes de assistncia social, em conformidade com os Planos aprovados pelos respectivos Conselhos. Art. 11. As aes das trs esferas de governo na rea de assistncia social realizam-se de forma articulada, cabendo a coordenao e as normas gerais esfera federal e a coordenao e execuo dos programas, em suas respectivas esferas, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municpios.
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO Art. 12. Compete Unio: I - responder pela concesso e manuteno dos benefcios de prestao continuada definidos no art. 203 da Constituio Federal; II - apoiar tcnica e financeiramente os servios, os programas e os projetos de enfrentamento da pobreza em mbito nacional; III - atender, em conjunto com os Estados, o Distrito Federal e os Municpios, s aes assistenciais de carter de emergncia.
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO Art. 13. Compete aos Estados: I - destinar recursos financeiros aos Municpios, a ttulo de participao no custeio do pagamento dos auxlios natalidade e funeral, mediante critrios estabelecidos pelos Conselhos Estaduais de Assistncia Social;
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO II - apoiar tcnica e financeiramente os servios, os programas e os projetos de enfrentamento da pobreza em mbito regional ou local; III - atender, em conjunto com os Municpios, s aes assistenciais de carter de emergncia; IV - estimular e apoiar tcnica e financeiramente as associaes e consrcios municipais na prestao de servios de assistncia social;
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO V - prestar os servios assistenciais cujos custos ou ausncia de demanda municipal justifiquem uma rede regional de servios, desconcentrada, no mbito do respectivo Estado.
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO Art. 14. Compete ao Distrito Federal: I - destinar recursos financeiros para o custeio do pagamento dos auxlios natalidade e funeral, mediante critrios estabelecidos pelo Conselho de Assistncia Social do Distrito Federal; II - efetuar o pagamento dos auxlios natalidade e funeral; III - executar os projetos de enfrentamento da pobreza, incluindo a parceria com organizaes da sociedade civil;
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO IV - atender s aes assistenciais de carter de emergncia; V - prestar os servios assistenciais de que trata o art. 23 desta lei.
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO Art. 15. Compete aos Municpios: I - destinar recursos financeiros para custeio do pagamento dos auxlios natalidade e funeral, mediante critrios estabelecidas pelos Conselhos Municipais de Assistncia Social; II - efetuar o pagamento dos auxlios natalidade e funeral;
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  • CAPTULO II DA ORGANIZAO E GESTO III - executar

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