Magica - 2 Edi§£o

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O encantamento da infancia - Apresentação de alguns trabalhos fotograficos e textos maravilhosos elaborados por colaboradores amigos.

Text of Magica - 2 Edi§£o

  • O encantamento da infancia Maro 2013Ano 1 - N 02

    MAGICArevista

    Saude meninos - Poesia - Os desafios do professor alfabetizador -

    Infncia e adolescncia

    Especial Beleza Negra{ {

  • 2Ano novo traz atmosfera de esperanas renovadas, triplicam-se os sentimentos positivos, assim como novas promessas. Nesta sintonia apresentamos cinco bebezinhas que possibilitaram aos seus familiares a renovao de seus sonhos.Outro destaque desta edio esta na exaltao a beleza de nossas mulheres negras atravs do depoimento de uma convidada especial complementada por fotografias de belas meninas,

    abrangendo outras colunas inclusive com dicas de maquiagem para pele negra.

    As mames de meninos iro gostar da coluna saude com assunto especifico a eles.

    E com o inicio do ano letivo agustias em relao a escola, qual professor escolher , buscamos auxilia -la com um material sobre a alfabetizao.

    Esta edio conta com a participao especial do professor Adriano Oliveira nos chama a reflexo e responsabilidade dos pais na educao infantil tudo na perspectiva espirita.

    Acacia Emara Kopp .

    NOTA EDITORA Capa - Adrian Matheus

  • 3N

    DI

    CE

    ALFABETIZAO 114 - BELEZA 128 -

    DEPOIMENTO 157 -FESTAS 98 -

    INFNCIA E ADOLESCNCIA 68 - POESIA 52 - SAUDE 38 -

    Os textos aqui apresentados so de responsabilidade de seus autores.

  • Colaboradores

    4

    Adelson dos SantosArtista Plstico

    Autodidata, desde a infncia praticava arte, mudou-se para So Paulo, onde aprendeu arte botnica (ilustrao botnica), comeou carreira como modelo mas abandonou para voltar integralmente ao seu atelie e salo de beleza.

    Andreia MackertEnfermeira

    Graduada em Enfermagem desenvolve trabalho de Puecultura no Posto de Saude Familiar, e atendimento ao Centro de Educao Infantil Victor Hugo. l

    Elidiane Brito PagliucaPedagoga

    Graduada em Pedagogia com especializao em Alfabetizao e Letramento, trabalha na Escola Estadual 13 de Maio - Porto

    Esperidio - Mato Grosso - Brasil.

    Acacia Emara Kopp Fotografa

    Graduada em Pedagogia e Servio Social, com experiencia em Educao Infantil e especializao em Gesto Escolar. Autodidata nos trabalhos artisticos possibilitou um olhar atento ao mundo do registro fotografico especialmente o infantil. Porto Esperidio - Mato Grosso Brasil.

  • Erika Pagliuca

    Biologa por formao, atuou como professora e coordenadora de projetos na rea da educao. Hoje proprietaria de loja de decorao no municpio de Porto Esperidio - Mato Grosso - Brasil.

    Agradecimentos especiais:

    Pr.Dr. Adriano OliveiraDr. Alianna VananPr. Cristina Soares

    Aos clientes amigos que cederam suas imagens.

    Aos modelos desta edio.Alianna

    Ana BeatrizAna Paula

    AndreiAndrian Matheus

    ArthurElda

    Leonardo Maria

    Maria FernandaMaria Olivia

    MiriamNoemi

    ThamiresVictor

    { }

  • 6Comeamos o ano animados como macaquinhos, das fabulas infantis, da musica de Toquinho, macaquinhos que brincam sem parar, Adrian Mateus de 1 ano e 9 meses nosso modelo de capa, ilustra tal sentimento de brincadeiras que desejamos manter durante todo o ano de 2013.

    Se a vida for a

    ona , seja voc o

    macaco esperto .

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  • 9O macaco e a ona.

    O macaco andou fazendo pouco-caso da ona.- Vou dar cabo desse danado - , pensou a ona, por conta!

    E fez correr o boato de que havia morrido. O macaco ficou louco para ver a defunta. Mas, como sempre, estava desconfiado:- Hum! Esta morte no me cheira bem...

    Foi chegando casa da ona e viu os parentes dela chorando. Bem a salvo, pendurado num galho de rvore, indagou:

    - A falecida j espirrou?

    - Por que? - perguntaram os parentes.- Ora, quem morre sempre d seu ltimo espirro... - comentou ele, matreiro.

    A ona ouviu tudo. Fingia-se de morta para agarrar o macaco. E, caindo na conversa dele, tratou de espirrar: - Atchim!E o macaco? Safou-se gritando:

    - Est viva, marota! Onde j se viu defunto espirrar?A ona levantou-se, furiosa; e o macaco continuou a dizer-se mais esperto do que ela.

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    Viver por no minimo tres meses sem dormir direito, entre mamadeiras e chorinhos, eis o quadro existencial de muitas mames neste inicio de 2013.

    Logo o cansao cede espao a alegria estampada em sorrisinhos escondidos, mozinhas e pezinhos e toda magia presente no corpinho de cada bebezinho.

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    Chapeuzinho

    Meninas

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    Fotografia : Acacia Emara Kopp

    Poluo noturna

    A Poluo Noturna uma ejaculao

    involuntria que acontece durante o sono,

    resultando de uma excitao fsica genital.

    Se os homens tiverem sonhos erticos no

    perodo do sono, normalmente isso pode

    acontecer. importante dizermos, que a

    poluo noturna saudvel e que ocorre em

    todas as idades, sendo mais comum dos 12

    aos 20 anos, exatamente por ser uma fase

    onde ainda o adolescente ou jovem ainda

    inexperiente sexualmente. Sendo que aps o

    incio da vida sexualmente ativa, a tendncia

    que a poluo noturna diminua, at cessar.

    Porm, devemos ressaltar que isto pode

    ocorrer tambm com adultos que possuem

    uma vida sexual saudvel e regular.

    E por que ela ocorre?

    Bem, a poluo noturna simplesmente uma

    forma do organismo eliminar o excesso de

    smen produzido que vai se acumulando.

    Alguns a denominam de sonho ertico,

    exatamente pelo fato da excitao que

    provoca a poluo noturna, advir de sonhos

    erticos, sendo parte natural da sexualidade,

    Texto : Andreia Mackert

    pois durante os sonhos o corpo se excita,

    o pnis fica ereto sendo ento normal que

    possa ocorrer a ejaculao e orgasmo,

    tambm comum a pessoa acordar logo aps

    a ejaculao ou, antes dela, nesse caso, a

    pessoa acorda excitada.

    Alm de saudveis, eles so uma experincia

    sexualmente prazerosa e podem inclusive

    em alguns casos, estimular nossas fantasias.

    Talvez a maior dificuldade que adolescentes

    e adultos seja responder caso algum

    pergunte, o que ou com quem se sonhou, os

    adolescentes dependendo da forma como

    os pais lidam com a sexualidade sentem-se

    especialmente envergonhados com a mancha

    de smen na roupa ou lenis. Quantas vezes

    j ouvi amigas minhas dizendo indignadas

    que o filho delas ejaculava na cama, por pura

    falta de esclarecimento reprimiam e deixavam

    os filhos constrangidos.

    E so experimentaes mais freqentes na

    adolescncia, porm normais em qualquer

    perodo da vida, pois, so a manifestao

    natural da nossa sexualidade.

    Saude

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    Para finalizar,

    importante dizer que,

    tanto a ocorrncia,

    como a no ocorrncia

    da poluo noturna so

    normais, ou seja, ter ou

    no ter poluo noturna,

    natural e vai depender

    de cada pessoa. A

    poluo noturna assim

    como masturbao,

    especialmente no incio

    da puberdade onde

    surge uma curiosidade

    perfeitamente natural a

    respeito do sexo. Onde

    aps uma ereo do

    pnis, o adolescente

    manipula-o, no

    incorreto, nem

    pecaminoso. Se d pela

    curiosidade, e claro,

    tambm pela prpria

    satisfao, partir do

    desenvolvimento natural

    da sexualidade.

    Trata-se da necessidade do conhecimento do seu prprio corpo, da busca da compreenso do

    desenvolvimento fsico normal a todo ser humano, que, de vez em quando, repete a experincia,

    por ser prazerosa. O que deveria ser considerado anormal uma desconhecer seu prprio

    corpo e as manifestaes do desenvolvimento da sua sexualidade, sejam estas subjetivas

    (emocionais, afetivas, psicolgicas) ou fsicas (desenvolvimento corporal, excitao, ereo,

    ejaculao, lubrificao, orgasmo).

    Portanto, no h motivo para sentimentos negativos, de culpa ou auto-condenao.

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    Meninos

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    . . ela estava cheia de nobres intenes . . .desenhos coloridos de uma vida re-inic iada. . . haveria de acontecer . . . j era a hora. . . o tempo corria e a vida esmagava o boni to porque pedia naquele momento formalidades. . . era ento, a crnica de uma mudana anunciada. . .de endereo, de alma. . . nova casa, nova sala, novos convi tes pra ir ao supermercado. . . era um novo nome de rua pra decorar. . .e a inda t inha o nmero da casa que ela sequer sabia (ela no se importava se soubesse como chegar,e isso ela sabia . . . ) . . . e era l indo. . . era a primeira vez que o dinheiro para acabar seria o dela. . . era temperana plena de quitutes boni tos de um novo cot idiano. . . rot ina das horas. . . c irculo do tempo. . uma correria absoluta. . . as formalidades pareciam drages que a queriam engolir , mas dessa vez ela no dexaria, estava PREOCUPADA DEMAIS EM VIVER e OCUPADA DEMAIS EM AMAR E SER AMADA, estava VICIADA NESSA COISA DE EXISTIR. . . eram bocados boni tos de um prembulo de novidades retoricamente