MANUAL DE CONTROLES INTERNOS - de Controles manUal de ConTroles inTernos i inTrodUo O Manual tem o intuito de contribuir para a orientao dos profissionais das Entida-des Fechadas de

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  • MANUAL DE CONTROLES INTERNOS

    Comisso Tcnica Nacional de Governana

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  • MANUAL DE CONTROLES INTERNOS

    Comisso Tcnica Nacional de Governana

    2 edio

    So Paulo/2010

  • Manual de Controles Internos/Comisso Tcnica Nacional de Governana So Paulo: ABRAPP, 2010.

    Bibliografia,ISBN 978-85-99388-13-6

    1. Governana 2. Controles Internos 3. Gesto de Risco 4. Entidades Fechadas de Previdncia Complementar.

    MANUAL DE CONTROLES INTERNOS2a Edio 2010

    Todos os direitos reservados. Proibida a reproduo total ou parcial, por qualquer meio ou processo, especialmente por sistemas grficos, microflmicos, fotogrficos, reprogrficos, fonogrficos e videogrficos.

    Editor

    ABRAPP Associao Brasileira de Entidades Fechadas de Previdncia Complementar

    Avenida das Naes Unidas, 12551, 20 andar, Brooklin Novo CEP: 04578-903 - So Paulo/SP.

    Editorao eletrnica e Capa Virgnia Carraca

  • 3Comisso TCniCa naCional de Governana

    ndiCe

    APRESENTAO ......................................................................................................... 05I. INTRODUO ........................................................................................................ 06II. EVOLUO DOS OBJETIVOS E COMPONENTES DO COSO ......................... 081 AMBIENTE INTERNO ............................................................................................ 09 2 FIXAO DE OBJETIVOS .................................................................................... 103 IDENTIFICAO DE EVENTOS ........................................................................... 10

    3.1 Riscos .......................................................................................................... 103.2 Princpios para a Gesto de Riscos.............................................................. 11

    4 ANLISE E AVALIAO DE RISCOS.................................................................. 135 RESPOSTA A RISCO ............................................................................................... 146 ATIVIDADE DE CONTROLE ................................................................................. 14

    6.1 Funes de Controle na Organizao .......................................................... 156.2 Principais Aes de Gesto de Riscos e Controles Internos ....................... 15

    6.2.1 Definio de um Sistema de Padronizao ...................................... 156.3 Autoavaliao ou Control Self Assessment - CSA....................................... 15

    6.3.1 Atividades Pr-workshop ................................................................. 156.3.2 Atividades do Workshop ................................................................... 166.3.3 Relatrio e Atividades Ps-workshop .............................................. 176.3.4 Banco de Dados................................................................................ 176.3.5 Atuao da Auditoria Interna ........................................................... 176.3.6 Elaborao de Fluxogramas de Processos........................................ 17

    6.4 Gesto de Riscos ......................................................................................... 186.5 Gesto Contbil ........................................................................................... 186.6 Matrizes de Riscos e Controles ................................................................... 19

    6.6.1 Informaes Mnimas na Matriz de Riscos ...................................... 196.6.2 Informaes Mnimas na Matriz de Riscos e Controles .................. 21

    6.7 Procedimentos e Conformidade .................................................................. 226.7.1 Informaes Mnimas nos Procedimentos ....................................... 226.7.2 Atribuies ....................................................................................... 23

    6.8 Planos de Ao ............................................................................................ 246.9 Plano de Contingncia ................................................................................. 246.10 Disseminar a Cultura da tica ..................................................................... 256.11 Implementao de rea de Riscos e Controles Internos ............................. 25

  • manUal de ConTroles inTernos4

    6.11.1 Poltica.............................................................................................. 256.11.2 Comit de Controles Internos........................................................... 266.11.3 Unidade de Controles Internos ......................................................... 266.11.4 Agente de Controles Internos ....................................................... 27

    7 INFORMAES E COMUNICAES .................................................................. 278 MONITORAMENTO ............................................................................................... 27

    ANEXOSAnexo 1 - GLOSSRIO DE TERMOS TCNICOS ..................................................... 28Anexo 2 - CATEGORIAS DE RISCOS ......................................................................... 30Anexo 3 - GESTO CONTBIL ................................................................................... 36Anexo 4 EXEMPLO DE TESTE DE CONFORMIDADE ............................................... 37

    APNDICESI. MATRIz DE DESONERAO E OPORTUNIDADES DE MELhORIA1. INTRODUO ........................................................................................................ 382. MATRIz DE INVESTIMENTO .............................................................................. 403 MATRIz DA GESTO DE PLANO DE SADE ................................................... 424 MATRIz DE SEGURIDADE ................................................................................... 465 MATRIz DE ATIVIDADES DE SUPORTE ............................................................ 50

    II. GUIA DE BOAS PRTICAS DE INVESTIMENTOS1. INTRODUO ........................................................................................................ 582. GOVERNANA CORPORATIVA ........................................................................... 593. GOVERNANA CORPORATIVA NOS INVESTIMENTOS ................................. 59 3.1 Princpios de Governana Aplicados aos Investimentos ..................................... 60 3.2 Procedimentos Recomendados para os Investimentos ....................................... 604. INVESTIMENTOS ................................................................................................... 61 4.1 Renda Fixa ........................................................................................................... 61 4.2 Renda Varivel .................................................................................................... 64 4.3 Investimentos Estruturados ................................................................................ 66 4.4 Investimentos no Exterior ................................................................................... 69 4.5 Investimentos Imobilirios .................................................................................. 70 4.6 Operaes com Participantes............................................................................... 755. CONSIDERAES FINAIS .................................................................................... 76 6. REFERNCIAS ....................................................................................................... 76

  • 5Comisso TCniCa naCional de Governana

    aPresenTao

    A ABRAPP tem a satisfao de apresentar s suas Associadas, material que entende-mos poder contribuir para o processo de afirmao de competncia e profissionalismo na gesto de suas entidades.

    A evoluo natural desse processo passar, sem dvida, pela instituio de um rela-cionamento mais constante e prximo com os rgos reguladores e fiscalizadores, sem que se configure meramente a formalidade e o carter fiscal desta relao. O que se espera que todas as entidades do Sistema de Previdncia Complementar Fechada compreendam que suas aes devem estar direcionadas para o objetivo comum que , em sntese, proporcionar melhores condies de vida aos participantes, assistidos e dependentes vinculados s EFPCs, atendendo expectativas de suas patrocinadoras, por meio de uma gesto sustentvel e so-cialmente responsvel e, concomitantemente, contribuir para o desenvolvimento do pas.

    Este Manual foi elaborado pela Comisso Tcnica Nacional de Governana CTNG com o objetivo de sintetizar orientaes, apresentar conceitos e sugestes sobre o tema, de grande relevncia para o segmento atualmente, buscando desta forma, atender s de-mandas por orientaes prticas para a implementao de uma gesto mais transparente e eficiente das EFPCs.

    O trabalho, relativamente ao desenvolvimento do Apndice I, tambm contou com a colaborao da Comisso Tcnica Regional Sudoeste de Governana.

  • manUal de ConTroles inTernos6

    i inTrodUo

    O Manual tem o intuito de contribuir para a orientao dos profissionais das Entida-des Fechadas de Previdncia Complementar no que concerne adoo de um processo de gesto de riscos e controles, para definir as necessidades de cada Entidade, estabelecendo, didaticamente, conceitos e mtodos de identificao, anlise, avaliao e classificao de riscos e implementao de controles que, alm de atenderem s exigncias legais, devem ser adotados como uma oportunidade de melhoria (Apndice I) alinhada com os parmetros de mercado, padres ticos, de controles, transparncia e informaes.

    O sistema previdencirio brasileiro vem passando por profundas mudanas e dentre as mais significativas est o crescimento do montante de ativos, que exige uma estrutura de gesto mais transparente e mais segura para o desempenh