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Manual de Obras Pœblicas-Edificaçıes · 3 /3 PRÁTICAS DE MANUTENÇÃO PRÁTICAS DE MANUTENÇÃO PRÁTICA GERAL DE MANUTENÇÃO 2.6 Solicitação de Uso Carga, pressão, temperatura,

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  • Prticas da SEAP

    Manual de Obras Pblicas-Edificaes

    MANUTENO

  • Secretria de Estado da Administrao e do Patrimnio

    Claudia Costin

    Solon Lemos PintoSecretrio de Logstica e Tecnologia da Informao

    Durval AmaroDiretor do Departamento de Servios Gerais

    Secretaria de Estado da Administrao e PatrimnioSecretaria de Logstica e Tecnologia da Informao

    i nformiassessoria de informaes institucionais

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    PRTICAS DE MANUTENO

    SUMRIO

    Prtica Geral de Manuteno ............................................................................................................. 3Anexo 1 - Caderno de Encargos ....................................................................................................... 6Anexo 2 - Garantia de Qualidade ...................................................................................................... 7Anexo 3 - Procedimentos e Rotinas de Conservao e Manuteno............................................... 8Anexo 4 - Fiscalizao .................................................................................................................... 26Anexo 5 - Medio e Recebimento ................................................................................................. 28Apenso 1 - Modelo de Relatrio de Inspeo Peridica .................................................................. 29

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    PRTICAS DE MANUTENO

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    PRTICAS DE MANUTENO

    PRTICAS DE MANUTENOPRTICA GERAL DE MANUTENO

    2.6 Solicitao de Uso

    Carga, presso, temperatura, umidade ou outrasformas e condies de utilizao do componente daedificao.

    2.7 Desempenho Tcnico

    Comportamento de um componente ou sistema daedificao frente solicitao de uso a que submetidoatravs do tempo.

    2.8 Conservao

    Atividades tcnicas e administrativas destinadas apreservar as caractersticas de desempenho tcnico doscomponentes da edificao.

    2.9 Manuteno

    Atividades tcnicas e administrativas destinadas apreservar as caractersticas de desempenho tcnico doscomponentes ou sistemas da edificao, cujo funcionamentodepende de dispositivos mecnicos, hidrulicos, eltricos eeltro-mecnicos.

    2.10 Manuteno Corretiva

    Atividade de manuteno executada aps a ocorrnciade falha ou de desempenho insuficiente dos componentesda edificao.

    2.11 Manuteno Preventiva

    Atividade de manuteno executada antes daocorrncia de falha ou de desempenho insuficiente doscomponentes da edificao.

    2.12 Programa de Manuteno (Plano de Manuteno)

    Conjunto de inspees peridicas destinado a evitara ocorrncia de falha ou de desempenho insuficiente doscomponentes da edificao, definidas em funo dascaractersticas dos componentes da edificao e orientaotcnica dos fabricantes ou fornecedores.

    2.13 Manuteno Programada

    Manuteno preventiva realizada em obedincia a umPrograma ou Plano de Manuteno dos componentes daedificao.

    3. CONDIES GERAIS

    Devero ser obedecidas as seguintes condiesgerais:

    SUMRIO

    1. Objetivo

    2. Terminologia

    3. Condies Gerais

    4. Normas e Prticas Complementares

    Anexos

    Anexo 1 - Caderno de Encargos Anexo 2 - Garantia de Qualidade Anexo 3 - Procedimentos e Rotinas de Manuteno Anexo 4 - Fiscalizao Anexo 5 - Medio e Recebimento

    1. OBJETIVO

    Estabelecer as diretrizes gerais para a execuo deservios de conservao e manuteno de uma edificaoou conjunto de edificaes.

    2. TERMINOLOGIA

    Para os estritos efeitos desta Prtica, so adotadas asseguintes definies:

    2.1 Contratante

    rgo setorial ou seccional do SISG que contrata aexecuo de servios de manuteno de um componente ousistema da edificao.

    2.2 Contratada

    Empresa ou profissional contratado para a execuode servios de manuteno de um componente ou sistemada edificao.

    2.3 Caderno de Encargos

    Parte do Edital de Licitao, que tem por objetivodefinir o objeto da licitao e do sucessivo contrato, bemcomo estabelecer os requisitos e condies tcnicas eadministrativas para a sua execuo.

    2.4 Fiscalizao

    Atividade exercida de modo sistemtico peloContratante e seus prepostos, objetivando a verificao documprimento das disposies contratuais, tcnicas eadministrativas, em todos os seus aspectos.

    2.5 Componente

    Composio, associao, fixao ou aplicao demateriais e equipamentos na edificao.

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    PRTICAS DE MANUTENO

    3.3.4 A funo de gesto dever responder pelaimplementao e articulao das demais funes do SM,manuteno do arquivo tcnico e cadastro dos componentese sistemas da edificao e elaborao do programa ou planode manuteno.

    3.3.5 O arquivo tcnico da edificao ser constitudo portodos os documentos de projeto e construo, incluindomemoriais descritivos, memoriais de clculo, desenhos,especificaes tcnicas. Ser integrado ainda peloscatlogos, desenhos de fabricao e instrues demontagem, manuais de manuteno e de operao e termosde garantia fornecidos pelos fabricantes e fornecedores doscomponentes e sistemas da edificao.

    3.3.6 O cadastro da edificao dever conter o registro detodos os componentes e sistemas abrangidos pelo programade manuteno, incluindo identificao, descrio elocalizao, bem como as relaes de documentos e de peassobressalentes fornecidas pelos fabricantes e fornecedores.

    3.3.7 O arquivo tcnico e o cadastro dos componentes esistemas da edificao sero mantidos permanentementeatualizados, refletindo fielmente todas as modificaes ecomplementaes realizadas ao longo da sua vida til,incluindo os memoriais e desenhos como construdoelaborados durante a construo e todas as alteraesposteriores.

    3.3.8 Cumprir funo de gesto a definio,caracterizao e quantificao dos materiais, componentese servios de manuteno a serem adquiridos ou contratadospela Administrao. Registros histricos dos servios demanuteno, facilidades de aquisio, disponibilidade derecursos e outras variveis devero orientar a fixao dosquantitativos e demais parmetros de rotao do estoquenecessrio aos servios de manuteno.

    3.3.9 O plano ou programa de manuteno serfundamentado nos procedimentos e rotinas de manutenopreventiva recomendados pelas PRTICAS de Projeto,Construo e Manuteno de Edifcios Pblicos Federais emanuais de manuteno dos fabricantes e fornecedores doscomponentes e sistemas da edificao, assim como naexperincia adquirida pelo Contratante.

    3.3.10 A funo almoxarifado dever responder pelaguarda e controle do estoque de componentes e materiaispertinentes s atividades de manuteno.

    3.3.11 A funo suprimento dever responder pelaaquisio de materiais e componentes pertinentes aosservios de manuteno, bem como contratao de serviosde terceiros.

    3.3.12 A funo oficina ou servios de manuteno deverresponder pelos servios de manuteno executados pelaprpria Administrao, bem como pelo acompanhamento efiscalizao dos servios de manuteno contratados com

    3.1 Subcontratao

    3.1.1 A Contratada no poder, sob nenhum pretexto ouhiptese, subcontratar todos os servios objeto do contrato.

    3.1.2 A Contratada somente poder subcontratar parte dosservios se a subcontratao for admitida no contrato, bemcomo for aprovada prvia e expressamente pelo Contratante.

    3.1.3 Se autorizada a efetuar a subcontratao de parte dosservios e obras, a Contratada realizar a superviso ecoordenao das atividades da subcontratada, bem comoresponder perante o Contratante pelo rigorosocumprimento das obrigaes contratuais correspondentesao objeto da subcontratao.

    3.2 Legislao, Normas e Regulamentos

    3.2.1 A Contratada ser responsvel pela observncia dasleis, decretos, regulamentos, portarias e normas federais,estaduais e municipais direta e indiretamente aplicveis aoobjeto do contrato, inclusive por suas subcontratadas.

    3.2.2 Durante a elaborao dos servios, a Contratadadever:

    providenciar junto ao CREA as Anotaes deResponsabilidade Tcnica - ARTs referentes ao objetodo contrato e especialidades pertinentes, nos termos daLei n. 6496/77;

    responsabilizar-se pelo fiel cumprimento de todas asdisposies e acordos relativos legislao social etrabalhista em vigor, particularmente no que se refere aopessoal alocado nos servios objeto do contrato;

    efetuar o pagamento de todos os impostos, taxas e demaisobrigaes fiscais incidentes ou que vierem a incidir sobreo objeto do contrato, at o Recebimento Definitivo dosservios.

    3.3 Diretrizes de Manuteno

    3.3.1 A rea responsvel pelas atividades de conservao/manuteno dever implementar um Sistema de Manuteno,de modo a preservar o desempenho, a segurana e aconfiabilidade dos componentes e sistemas da edificao,prolongar a sua vida til e reduzir os custos de manuteno.

    3.3.2 O Sistema de Manuteno (SM) ser configuradopelos seguintes pontos essenciais: organizao da rea demanuteno, arquivo tcnico da edificao, cadastro doscomponentes e sistemas da edificao e programa ou planode manuteno.

    3.3.3 A organizao da rea de manuteno ser compatvelcom o porte e complexidade da edificao, disponibilidadede pessoal prprio e diretrizes administrativas relativas contratao de servios de terceiros, envolvendo as funesde gesto do SM, suprimento, almoxarifado e oficina ouservios de manuteno.

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    PRTICAS DE MANUTENO

    terceiros, em atendimento ao programa ou plano demanuteno.

    3.3.13 A gesto do Sistema de Manuteno, depreferncia, ser apoiado por um Sistema de Informao (SI),software para a montagem e gerenciamento de todos osdados e informaes pertinentes s atividades demanuteno, incluindo o arquivo tcnico e o cadastro doscomponentes e sistemas da edificao, o plano ou programade manuteno, o registro dos servios, datas e custos demanuteno, controle do vencimento de garantias defabricantes e fornecedores e outros dados de interesse.

    3.3.14 A contratao de servios de terceiros serrealizada em funo da complexidade e especialidade dosservios de manuteno, do pessoal e recursos disponveise diretrizes da Administrao.

    3.3.15 Todos os procedimentos e rotinas de manutenopreventiva utilizados devero ser continuamente avaliados,ajustados e complementados pelo Contratante, de modo a

    permanecerem sempre atualizados ao longo da evoluotecnolgica e consistentes com as necessidades e experinciaadquirida na gesto do Sistema de Manuteno.

    4. NORMAS E PRTICAS COMPLEMENTARES

    A execuo de Servios de Conservao eManuteno dever atender tambm s seguintes Normas ePrticas Complementares:

    Prticas de Projeto, Construo e Manuteno deEdifcios Pblicos Federais;

    Normas da ABNT e do INMETRO;

    Normas Estrangeiras:

    Norma VDMA 24.186 - Programme of Service for theMaintenance of Air Hardling and other TechnicalEquipament in Building, de setembro de 1988;

    Cdigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais,Estaduais e Municipais, inclusive normas deconcessionrias de servios pblicos;

    Instrues e Resolues dos rgos do Sistema CREA-CONFEA.

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    PRTICAS DE MANUTENO

    Contratos e Prticas de Projeto, Construo e Manutenode Edifcios Pblicos Federais, de modo a buscar maiorqualidade e produtividade nas atividades de contratao deservios de manuteno.

    3.2 O Caderno de Encargos conter os elementos daedificao, bem como as informaes e instruescomplementares necessrias execuo dos servios objetodo contrato, como:

    Descrio e abrangncia dos servios objeto da Licitao,localizao e plano ou programa de suporte doempreendimento;

    Plantas cadastrais dos sistemas e componentespertinentes ao objeto da Licitao;

    Prazo e cronograma de execuo dos servios, total eparcial, incluindo etapas ou metas previamenteestabelecidas pelo Contratante;

    Definio do modelo de Garantia de Qualidade a seradotado para os servios, fornecimentos e produtospertinentes ao objeto da Licitao;

    Informaes, normas e disposies especficas doContratante;

    Relao das Prticas de Projeto, Construo eManuteno de Edifcios Pblicos Federais aplicveis aosservios objeto da Licitao;

    Informaes especficas sobre os servios e obras objetoda Licitao e disposies complementares doContratante.

    3.3 Todas as disposies e procedimentos pertinentes sPrticas de Projeto, Construo e Manuteno de EdifciosPblicos Federais devero ser verificados, ajustados ecomplementados pelo Contratante, de modo a atenderem speculiaridades do objeto da Licitao.

    3.4 Os ajustes e complementaes realizadoscontinuamente pelos rgos setoriais ou seccionaisabrangidos pelo SISG sero periodicamente compilados eavaliados pela Administrao, com vistas atualizaopermanente das Prticas de Projeto, Construo eManuteno de Edifcios Pblicos Federais, incorporandoas inovaes tecnolgicas e a experincia adquirida ao longodo tempo.

    ANEXO 1

    CADERNO DE ENCARGOS

    SUMRIO

    1. Objetivo

    2. Terminologia

    3. Condies Gerais

    1. OBJETIVO

    Estabelecer as diretrizes gerais para a elaborao doCaderno de Encargos, instrumento que integra o edital deLicitao e o sucessivo contrato de execuo de serviosde manuteno de edificaes.

    2. TERMINOLOGIA

    2.1 Administrao

    rgo, entidade ou unidade administrativa daAdministrao Pblica.

    2.2 Licitao

    Procedimento administrativo destinado a selecionara proposta mais vantajosa para a Administrao.

    2.3 Caderno de Encargos

    Parte integrante do Edital de Licitao, que tem porobjetivo definir o objeto da Licitao e do sucessivo Contrato,bem como estabelecer os requisitos, condies e diretrizestcnicas e administrativas para a sua execuo.

    2.4 Contratante

    rgo setorial ou seccional do SISG que contrata aexecuo de servios de manuteno de um componente ousistema da edificao.

    2.5 Contratada

    Empresa ou profissional contratado para a execuode servios de manuteno de um componente ou sistemada edificao.

    3. CONDIES GERAIS

    Devero ser obedecidas as seguintes condiesgerais:

    3.1 A elaborao do Caderno de Encargos dever apoiar-se nas disposies estabelecidas pela Lei de Licitaes e

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    PRTICAS DE MANUTENO

    ANEXO 2

    GARANTIA DE QUALIDADE

    Normas NBR 19.000 - Normas de Gesto de Qualidade eGarantia de Qualidade - Diretrizes para Seleo e Uso e NBR19.001 - Sistemas de Qualidade - Modelo para Garantia deQualidade em Projetos/Desenvolvimento, Produo,Instalao e Assistncia Tcnica.

    3.3 O Contratante poder discriminar os componentesdo Sistema de Qualidade a ser adotado pela Contratada,ajustando, suprimindo ou adicionando componentes aoSistema selecionado, de forma a adequar o modelo deGarantia de Qualidade aos servios objeto do contrato.

    3.4 O Sistema de Qualidade adotado pela Contratadadever ser estruturado de conformidade com a Norma NBR19004 - Gesto da Qualidade e Elementos do Sistema daQualidade - Diretrizes, contemplando, no mnimo, osseguintes elementos:

    responsabilidade e autoridade pela qualidade, definindoexplicitamente as responsabilidades gerais e especficaspela qualidade;

    estrutura organizacional, apresentando a organizao daContratada para a Gesto da Qualidade, bem como aslinhas de autoridade e comunicao;

    recursos e pessoal, indicando os recursos humanos emateriais a serem utilizados pela Contratada;

    procedimentos operacionais, indicando as atividades daContratada para o cumprimento dos objetivos da qualidade.

    3.5 A Contratada dever apresentar o Sistema de Gestode Qualidade atravs de um Manual de Qualidade, queconter a descrio completa e adequada do Sistema,servindo de referncia permanente para a sua implementaoe manuteno.

    3.6 Os procedimentos operacionais devero abordar, nomnimo, as seguintes atividades a serem realizadas durante aexecuo dos servios:

    anlise do contrato, abrangendo o Caderno de Encargos etodos os demais documentos anexos;

    controle de documentos, incluindo correspondncia, atasde reunies, e demais documentos pertinentes execuodo contrato;

    controle de execuo dos servios, abrangendo aquisio,registro, manuseio e armazenamento de materiais eequipamentos, utilizao de equipamentos, tcnicas erotinas de manuteno, tratamento de interfaces, sade esegurana no trabalho, inspeo e ensaios de controle demateriais, equipamentos e servios, bem comoinstrumentos de planejamento, como fluxogramas ecronogramas;

    auditorias e registros de qualidade;

    registro, qualificao e treinamento de profissionais.

    SUMRIO

    1. Objetivo

    2. Terminologia

    3. Condies Gerais

    1. OBJETIVO

    Estabelecer as diretrizes gerais para a definio domodelo de Garantia de Qualidade e do Sistema de Qualidadea serem adotados na execuo dos servios de manutenode uma edificao ou conjunto de edificaes.

    2. TERMINOLOGIA

    Para os estritos efeitos desta Pratica, so adotadas asseguintes definies:

    2.1 Garantia de Qualidade

    Aes planejadas e sistemticas a serem realizadaspela Contratada durante a execuo dos servios e obras, demodo a infundir no Contratante a confiana de que osprodutos, fornecimentos ou servios atendem aos requisitosde qualidade estabelecidos no Caderno de Encargos.

    2.2 Sistema de Qualidade

    Estrutura organizacional, responsabilidades,processos, procedimentos e recursos mobilizados pelaContratada na gesto da qualidade dos servios objeto docontrato.

    2.3 Gesto de Qualidade

    Parte da funo gerencial da Contratada queimplementa o sistema de qualidade a ser adotado na execuodos servios objeto do contrato.

    2.4 Controle de Qualidade

    Tcnicas operacionais e atividades da Contratada paraverificar o atendimento dos requisitos de qualidadepertinentes aos servios objeto do contrato.

    3. CONDIES GERAIS

    Devero ser obedecidas as seguintes condiesgerais:

    3.1 O Caderno de Encargos ser o instrumento hbil paraa indicao do modelo de Garantia de Qualidade selecionadopelo Contratante para os fornecimentos e produtos relativosao objeto do contrato.

    3.2 A seleo do modelo de Garantia de Qualidade deverser efetuada de conformidade com as disposies das

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    PRTICAS DE MANUTENO

    ANEXO 3

    PROCEDIMENTOS E ROTINAS DECONSERVAO E MANUTENOSUMRIO

    1. Objetivo

    2. Execuo dos Servios

    3. Periodicidade

    1. OBJETIVO

    Estabelecer as diretrizes gerais para a execuo deservios de conservao e manuteno de uma edificaoou conjunto de edificaes.

    2. EXECUO DOS SERVIOS

    Os servios de conservao e manutenocorrespondem s atividades de inspeo, limpeza ereparos dos componentes e sistemas da edificao e seroexecutados em obedincia a um Plano ou Programa deManuteno, baseado em rotinas e procedimentosperiodicamente aplicados nos componentes da edificao.

    Sero adotados os seguintes procedimentos e rotinasde servios:

    2.1 Arquitetura e Elementos de Urbanismo

    2.1.1 Arquitetura

    Todos os componentes da edificao devero serperiodicamente limpos, de conformidade com asespecificaes e periodicidade estabelecidas no Plano deManuteno.

    Os servios de conservao em arquiteturanormalmente restringem-se substituio de elementosquebrados ou deteriorados. Esta substituio deve ser feitaaps a remoo do elemento falho e da reconstituiooriginal, se assim for o caso, de sua base de apoio, adotando-se, ento, o mesmo processo construtivo descrito nasPrticas de Construo correspondentes.

    Conforme o caso, ser necessria a substituio detoda uma rea ao redor do elemento danificado, de modoque, na reconstituio do componente, no sejam notadasreas diferenciadas, manchadas ou de aspecto diferente, bemcomo seja garantido o mesmo desempenho do conjunto.

    Se a deteriorao do elemento for derivada de causasou defeitos de base, dever esta tambm ser substituda.Outras causas decorrentes de sistemas danificados de reastcnicas diversas, como hidrulica, eltrica e outras, deveroser verificadas e sanadas antes da correo da arquitetura.

    As ocorrncias mais comuns so as seguintes:

    a) Alvenarias

    Deve-se descascar ou retirar o revestimento de todo

    o componente, deixando mostra a trinca, rachadura ou readeteriorada. Procede-se, ento, ao seu alargamento everificao da causa para sua correo. Aps a correo,dever ser feito preenchimento com argamassa de cimentoe areia no trao volumtrico 1:3, at obter-se um nivelamentoperfeito da superfcie.

    Posteriormente ser aplicado o revestimento pararefazer o acabamento de todo o componente original,atentando-se para a no formao de reas de aspecto edesempenho diferentes.

    b) Pinturas

    Na constatao de falhas ou manchas, ou mesmo emcaso de conservao preventiva de qualquer pintura decomponente da edificao, deve-se realizar o lichamentocompleto da rea ou componente afetado, tratamento da baseou da causa do aparecimento das manchas ou falhas, quandohouver.

    Posteriormente, procede-se recomposio total dapintura nas mesmas caractersticas da original, ou com novascaractersticas se assim for determinado.

    c) Revestimento de Pisos

    Se placas ou peas do revestimento se destacarem,dever ser retirado o revestimento de toda a rea em volta everificar a existncia ou no de problemas na estrutura dopiso. Se houver problemas de dilatao excessiva,recomenda-se a substituio de todo o piso por elementosmais flexveis. Se no, procede-se recomposio do pisoadotando-se o mesmo processo construtivo descrito nasPrticas de Construo correspondentes.

    d) Coberturas

    A recomposio de elementos da cobertura deve serfeita sempre que forem observados vazamentos ou telhasquebradas. Deve-se seguir sempre os manuais do fabricante,e nunca fazer a inspeo ou troca de elementos com as telhasmolhadas.

    e) Impermeabilizaes

    As impermeabilizaes de coberturas devem serrefeitas periodicamente de acordo com as recomendaesdo fabricante. Recomenda-se a retirada de todo orevestimento, limpeza da rea a ser tratada, verificao doscaimentos, das argamassas da base e das furaes, erefazimento completo da impermeabilizao. Onde forpossvel, poder ser substituda por cobertura de telhado.

    2.1.2 Interiores e Comunicao Visual

    Os servios de manuteno de equipamentos e

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    PRTICAS DE MANUTENO

    no se apresentar em boas condies. As placas danificadasdevero ser parcial ou totalmente restauradas, adotando-seos processos construtivos descritos nas Prticas deConstruo.

    b) Pavimentos em Blocos de Concreto

    A inspeo peridica da superfcie dever delimitaros pontos e reas com afundamentos. Nestes locais serrealizada a remoo dos blocos, a reconstruo da camadade base e a recolocao dos blocos que no estiveremdanificados, de conformidade com os procedimentosmencionados nas Prticas de Construo.

    c) Pavimentos em Paraleleppedos

    A inspeo peridica da superfcie dever delimitaros pontos e reas com afundamentos. Nestes locais, serrealizada a remoo dos paraleleppedos e a reconstituioda camada de base, seguida da reposio das peas removidase o rejuntamento. Mesmo em reas ou pontos semafundamentos, o rejuntamento dever ser refeito sempre quenecessrio. Os servios devero ser executados deconformidade com os procedimentos indicados nas Prticasde Construo.

    d) Pavimentos Asflticos

    Ser prevista a reconstruo da estrutura do pavimentonos locais onde for constatada a existncia de afundamentosou buracos. As reas podero ser demarcadas com aconfigurao de um quadriltero com lados paralelos eperpendiculares ao eixo do pavimento. Aps o corte verticale a remoo das camadas danificadas do interior da reademarcada, ser realizada a sua reconstruo, deconformidade com os procedimentos indicados nas Prticasde Construo. As anomalias de maior gravidade, querequeiram reforo ou recomposio do pavimento, depreferncia, devero ser solucionadas com a orientao doautor do projeto ou de tcnico especializado.

    2.2 Fundaes e Estruturas

    2.2.1 Estruturas Metlicas

    a) Pontos de Corroso

    Ser realizada a limpeza da rea afetada, que poderser manual, atravs de escovas de ao, ou mecnica, atravsde esmeril ou jateamento com areia ou grimalha. Aps alimpeza dever ser medida a espessura da chapa na regioafetada para avaliao das condies de segurana e danecessidade de reforo da estrutura. A recomposio dapintura, atravs de procedimento anlogo ao da aplicaooriginal e recomendaes dos fabricantes, ser executadaaps a avaliao e eventual reforo estrutural.

    b) Parafusos Frouxos

    A existncia de parafusos frouxos indicam umaestrutura com movimentao atpica, no prevista no projeto.De incio, os parafusos devero ser novamente apertados. Oafrouxamento constante de um mesmo parafuso justifica uma

    aplicaes de interiores e comunicao visual restringem-se inspeo, limpeza e restaurao ou substituio doselementos deteriorados.

    2.1.3 Paisagismo

    a) Adubao

    Os terrenos gramados devero receber uma adubaode cobertura em terra vegetal ou terra misturada com aduboorgnico, ou ainda com adubo qumico em proporoadequada, aplicada de acordo com indicaes do fabricante.

    b) Adubao NPK

    Procede-se a esta adubao completa e balanceadadas reas ajardinadas, de forma preventiva, no incio daestao de chuvas, ou isoladamente desde que as plantasapresentem sintomas iniciais de deficincia de nutrientes,como amarelamento, ressecamento das bordas das folhas,paralisao do crescimento, enfraquecimento da florao eoutros.

    Esta adubao dever ser aplicada conformeinstrues do fabricante, podendo ser misturada terra decobertura.

    c) Podas

    Devero ser executadas em pocas certas as podasde formao, tanto nas rvores como nos arbustos. Nodevero ser executadas podas que descaracterizem as plantas,sendo importante a manuteno da forma natural de cadaessncia.

    d) Tratos Fitossanitrios

    Para contornar desequilbrios no desenvolvimento dasplantas, deve proceder-se ao controle de insetos, fungos,vrus e outros, por processos biolgicos, fsicos e qumicos.

    Os controles qumicos so geralmente os maiseficientes a curto prazo, podendo, no entanto, acarretardesequilbrios em cadeia, por acumulao no solo, ou naplanta, de elementos indesejveis.

    O uso de produtos qumicos, como inseticidas,fungicidas, herbicidas, acaricidas e outros, dever limitar-se aos casos especficos e s dosagens indispensveis.

    Devero ser observados rigorosamente asespecificaes de uso de cada produto qumico e demanuseio dos equipamentos, garantindo a proteo contraintoxicao de homens, animais e plantas.

    Deve proceder-se vistoria peridica de controle depragas e doenas. Quando a identificao da praga ou doenano puder ser feita no local, o problema deve serencaminhado a especialistas.

    2.1.4 Pavimentao

    a) Pavimento de Concreto

    Periodicamente dever ser realizada a limpeza dasjuntas e o rejuntamento dos pontos onde o material selante

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    PRTICAS DE MANUTENO

    avaliao e eventual reforo estrutural, pois talcomportamento poder levar a estrutura runa por fadigado material.

    c) Deslocamentos Excessivos

    Deslocamentos dos componentes da estrutura forado padro normal devero ser observados para verificao eacompanhamento adequado. Um parecer tcnico, depreferncia do autor do projeto, ser importante paradeterminar a necessidade de instalao de instrumentos demedida e avaliao estrutural.

    d) Trincas em Soldas e Chapas de Base

    As trincas que vierem a ser detectadas tanto em soldasquanto nos materiais de base, devero ser recuperadas deacordo com as recomendaes da AWS. O freqenteaparecimento de trincas na mesma regio justifica umaavaliao e eventual reforo da estrutura.

    e) Falhas na Pintura

    As falhas ou manchas na pintura da estrutura deveroser recuperadas de conformidade com os procedimentosoriginais e recomendaes dos fabricantes. Dever serpesquisada a causa do aparecimento das falhas e manchas, afim de evitar a sua reincidncia. De preferncia, ainterpretao das anomalias dever ser realizada atravs deparecer tcnico do autor do projeto.

    2.2.2 Estruturas de Concreto

    a) Fissuras

    A existncia de fissuras pode indicar problemas naestrutura da edificao, devendo ser caracterizadas quantoao tipo e localizao. A anlise das caractersticas e aspectodas fissuras permite relacion-las com as provveis causasgeradoras:

    Trao - perpendiculares direo do esforo atuante eabrangendo toda a seo transversal da pea;

    Compresso - paralelas direo do esforo atuante;

    Cisalhamento - inclinadas na direo paralela s bielas decompresso e geralmente localizadas prximas aosapoios;

    Flexo - perpendiculares ao eixo da estrutura e situando-se na regio tracionada do elemento estrutural;

    Retrao - geralmente perpendiculares aos eixos doselementos estruturais;

    Toro - inclinadas como as fissuras de cisalhamento,porm com direo dependendo do sentido da toro;

    Recalques - inclinadas como fissuras de cisalhamento.

    Um parecer tcnico, de preferncia elaborado peloautor do projeto, ser importante na definio das causasgeradoras, bem como na determinao da terapia da estruturaa ser adotada. Selantes elsticos, rgidos, ou mesmo umreforo podero ser propostos.

    b) Pontos de Corroso nas Armaduras

    A corroso est diretamente associada seguranada estrutura pois reduz a seo transversal das armaduras.As possveis causas so:

    pequeno cobrimento das armaduras;

    infiltraes diversas.

    As terapias podem ser subdivididas em 2 grupos:

    Oxidao sem comprometimento das armaduras

    remoo de todo o concreto desagregado;

    limpeza da armadura com escova de ao;

    recomposio com argamassa epoxdica.

    Oxidao com comprometimento das armaduras

    A metodologia ser a mesma anterior comsubstituio do trecho de barra comprometida pela corroso.

    c) Deslocamentos Excessivos

    Deslocamentos dos elementos estruturais fora dopadro normal devero ser observados para verificao eacompanhamento adequados. Um parecer tcnico, depreferncia do autor do projeto, ser importante paradeterminar a necessidade de instalao de instrumentos demedida e avaliao estrutural.

    2.2.3 Estruturas de Madeira

    a) Ataques de Fungos de Apodrecimento

    Devero ser observados os cuidados necessrios paraevitar o apodrecimento das peas de madeira provocado peloataque de fungos, que ocorre na conjuno de condiesfavorveis de umidade, oxignio livre (ar) e temperatura.

    Devero ser removidas as causas da umidade, comoas provenientes de goteiras em telhados, as resultantes doafastamento deficiente de guas pluviais e as decorrentesdo acmulo e condensao de guas em pontos localizados.

    Ser dispensada ateno especial aos elementosestruturais em contato com o solo, verificando-se o estadode conservao do trecho situado na chamada Zona deAfloramento (de 50 cm abaixo da superfcie do terreno at50 cm acima), onde ocorrem as condies favorveis aorpido apodrecimento do material.

    Se for constatado o apodrecimento de peas daestrutura, ser executada inicialmente a remoo do materialdeteriorado atravs de ferramentas manuais ou mecnicasadequadas, mantendo-se as condies de segurana daestrutura. A seguir ser efetuada avaliao da extenso dosdanos e a necessidade de reforo ou de substituio das peasenfraquecidas. De preferncia, estes procedimentos deveroser realizados com apoio de parecer emitido pelo autor doprojeto e/ou de tcnico especializado.

    b) Ataques de Organismos Xilfagos

    Durante as inspees peridicas dever serpesquisada a existncia de ataque dos elementos estruturaispor cupins, brocas, carunchos ou outros organismosxilfagos.

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    PRTICAS DE MANUTENO

    So indcios de ataques por cupins a ocorrncia desom tpico ou oco, obtido atravs da percusso doselementos estruturais, a existncia de tneis de terra nasproximidades da estrutura ou ainda excrementos ou resduoscaractersticos. A confirmao do ataque poder ser realizadaatravs do puncionamento da pea com estilete ou formo.

    Contatado o ataque, devero ser providenciadas aeliminao dos insetos e a imunizao da madeira comprodutos adequados. Tambm dever ser avaliada a extensodos danos existentes e a necessidade de reforo ousubstituio das peas enfraquecidas. De preferncia, estesprocedimentos devero ser realizados com apoio de pareceremitido pelo autor do projeto e/ou de tcnico especializado.

    c) Dispositivos de Ligao

    Sero examinados os dispositivos de ligao,verificando-se a sua integridade e as condies gerais defixao. Em especial, verificar-se- a existncia de parafusosfrouxos, o que indicam movimentao atpica da estrutura,no prevista em projeto. De incio os parafusos devero sernovamente apertados. O afrouxamento constante de ummesmo parafuso justifica uma avaliao e eventual reforoda estrutura, de preferncia com orientao do autor doprojeto e/ou de tcnico especializado.

    d) Contraventamentos

    Dever ser realizada a inspeo geral doscontraventamentos da estrutura, verificando-se a suaintegridade e as ligaes estrutura principal. Os reparosnecessrios sero realizados sob orientao do autor doprojeto e/ou de tcnico especializado.

    e) Deslocamentos Excessivos

    Deslocamentos anormais dos componentes daestrutura devero ser identificados e adequadamenteaferidos, utilizando-se eventualmente instrumentos demedida. O acompanhamento e a evoluo dos deslocamentosdevero ser, de preferncia, realizados com o apoio do autordo projeto e/ou de tcnico especializado.

    f) Fissuras e Fendas

    Dever ser observada a presena de fissuras e fendasnos elementos estruturais e ainda de eventuais zonas deesmagamento ou de flambagens localizadas, decorrentes decarregamentos no previstos ou de mau desempenho daestrutura. Eventuais reparos e reforos necessrios serorealizados sob orientao do autor do projeto e/ou de tcnicoespecializado.

    g) Falhas na Pintura

    As falhas ou manchas na pintura das estruturas deveroser recuperadas de conformidade com os procedimentosoriginais e recomendaes dos fabricantes. As causas doaparecimento das falhas e manchas sero pesquisadas a fimde se evitar a sua reincidncia.

    2.2.4 Fundaes

    Os problemas relacionados com o desempenho dasfundaes das edificaes normalmente refletem-se nas suasestruturas. A existncia de fissuras nas estruturas podeindicar anomalias nas fundaes. Um parecer tcnico, depreferncia elaborado pelo autor do projeto e de umconsultor especializado em fundaes, ser importante nadefinio das causas geradoras das fissuras, bem como nadefinio das medidas corretivas a serem aplicadas naedificao.

    Se o problema no for de fcil diagnstico, poderser necessria a execuo de um plano de instrumentaopara a perfeita definio das suas causas. O plano deverexigir um determinado prazo de observao, realizada atravsde leituras de instrumentos adequados, at que se verifiquea causa do problema.

    Conhecidas as causas do problema, seroestabelecidos os procedimentos necessrios soluo dasanomalias, usualmente consistindo de um reforo dasfundaes e de medidas corretivas das estruturas daedificao. De preferncia, o reforo das fundaes deveser projetado por um consultor de fundaes, com aexperincia necessria para a definio da soluo maisadequada s condies especficas da edificao.

    Para o reforo das fundaes, usualmente soempregadas as seguintes alternativas:

    reforo com estacas de reao tipo mega, cravadasabaixo do bloco da fundao atravs de macaqueamento,em segmentos pr-moldados;

    reforo com estacas perfuradas de pequeno dimetro,tipo raiz ou micro-estacas, com perfurao da sapata oubloco de fundao e incorporao das estacas a um novobloco de fundao envolvendo a sapata ou bloco existente;

    reforo com execuo de injeo qumica ou comcolunas de solo cimento tipo jet grouting paramelhorar as caractersticas do terreno de fundao.

    2.2.5 Conteno de Macios de Terra

    O aparecimento de fissuras, umidade, deslocamentose rotaes excessivas em estruturas de conteno de maciosde terra indicam geralmente problemas que devem ser bemcaracterizados, quanto ao tipo de anomalia e sua localizao.De preferncia, o diagnstico e a definio de medidascorretivas devero ser realizados pelo autor do projeto ouconsultor especializado.

    A anlise das fissuras e demais anomalias da estruturade conteno do macio dever permitir relacion-las comosuas causas provveis, normalmente:

    sub-dimensionamento da estrutura;

    recalque da estrutura de conteno e empuxos noprevistos no projeto;

    colmatao dos componentes do sistema de drenagem;

    processo de ruptura do macio;

    descalamento da fundao.

  • 12 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    Dentre as medidas corretivas usualmente adotadasnas estruturas de conteno, podem ser mencionadas:

    no caso da inexistncia dos drenos, a execuo de umasrie de drenos de PVC, curtos ou longos, em funo dascondies de drenagem;

    no caso de colmatao dos drenos, a limpeza dos drenosexistentes e a execuo de drenos complementares, seforem necessrios;

    no caso de descalamento da fundao, o reforo dafundao, a fim de estabiliz-la e protege-la contra novasocorrncias;

    no caso de eroses junto ao p da estrutura de conteno,a execuo de um sistema de proteo adequado, comoenrocamento, revestimento com geotextil e gabies etc.

    2.3 Instalaes Hidrulicas e Sanitrias

    Os servios de manuteno de instalaes hidrulicase sanitrias, de preferncia, sero realizados por profissionalou empresa especializada, ou pelo fabricante doequipamento.

    2.3.1 gua Fria

    Reservatrios

    - limpeza, lavagem interna e desinfeo;

    - inspeo e reparos do medidor de nvel, torneira de bia,extravasor, sistema automtico de funcionamento dasbombas, registros de vlvulas de p e de reteno;

    - inspeo da ventilao do ambiente e das aberturas deacesso ;

    - controle do nvel de gua para verificao de vazamentos;

    - inspeo das tubulaes imersas na gua.

    Bombas Hidrulicas

    - inspeo de gaxetas, manmetros, ventilao do ambiente;

    - lubrificao de rolamentos, mancais e outros;

    - verificao de funcionamento do comando automtico.

    Vlvulas e Caixas de Descarga

    - inspeo de vazamento;

    - regulagens e reparos dos elementos componentes;

    - teste de vazamento nas vlvulas ou nas caixas de descarga.

    Registros, Torneiras e Metais Sanitrios

    - inspeo de funcionamento;

    - reparos de vazamento com troca de guarnio, aperto degaxeta e substituio do material completo.

    Tubulaes (tubos, conexes, fixaes e acessrios)

    - inspeo de corroso;

    - inspeo de vazamento;

    - servios de limpeza e de desobstruo;

    - reparos de trechos e de fixaes, inclusive repintura;

    - inspeo das unies dos tubos x conexes.

    Ralos e Aparelhos Sanitrios

    - inspeo de funcionamento;

    - servios de limpeza e de desobstruo.

    Vlvulas Reguladoras de Presso

    - inspeo de funcionamento;

    - reparos necessrios.

    Tanques Hidropneumticos e Acessrios

    - verificao do estado de conservao dos tanques depresso;

    - reparos necessrios.

    2.3.2 gua Quente

    Bombas Hidrulicas

    - inspeo de gaxetas, manmetros, ventilao do ambiente;

    - lubrificao de rolamentos, mancais e outros;

    - verificao de funcionamento do comando automtico.

    Registros, Torneiras e Metais Sanitrios

    - inspeo de funcionamento;

    - reparos de vazamento com troca de guarnio, aperto degaxeta e substituio do material danificado ou gasto.

    Tubulaes (tubos, conexes, fixaes e acessrios)

    - inspeo de vazamento;

    - servios de limpeza e de desobstruo;

    - reparos de trechos e de fixaes;

    - inspeo das unies dos tubos x conexes;

    - inspeo do estado de conservao do isolamento trmico.

    Aquecedores e Acessrios

    - inspeo do estado de conservao;

    - inspeo das vlvulas de segurana, termostatos,queimadores, ou resistncias trmicas;

    - inspeo da sala dos aquecedores, controle do nvel deventilao e exausto;

    - limpeza das placas de recepo dos raios solares;

    - inspeo de funcionamento dos equipamento decomandos;

    - reparos necessrios.

    Vlvulas Reguladoras de Presso

    - inspeo de funcionamento;

    - reparos necessrios.

    Tanques Hidropneumticos e acessrios

    - verificao do estado de conservao dos tanques depresso;

    - inspeo dos equipamentos de comandos;

    - inspeo de funcionamento, vazamentos, limpeza epinturas;

    - reparos necessrios.

  • 13 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    2.3.3 Esgotos Sanitrios

    Poo de Recalque

    - inspeo e reparo das tampas hermticas, chaves deacionamento das bombas, vlvulas de gaveta e vlvulas dereteno;

    - inspeo da ventilao do ambiente e das aberturas deacesso, controle das trincas nas paredes para verificaode vazamentos.

    Tubulaes (tubos, conexes, fixaes e acessrios)

    - inspeo de corroso;

    - inspeo de vazamento;

    - servios de limpeza e de desobstruo;

    - reparos de trechos e de fixaes, inclusive repintura;

    - inspeo das unies dos tubos x conexes.

    Ralos e Aparelhos Sanitrios

    - inspeo peridica de funcionamento;

    - servios de limpeza e de desobstruo.

    Fossas Spticas

    - inspeo de tampas e transbordamentos;

    - reparos necessrios.

    Caixas Coletoras e Caixas de Gordura

    - inspeo geral;

    - retirada dos materiais slidos;

    - retirada dos leos e gorduras

    2.3.4 guas Pluviais

    Poos de Recalque

    - inspeo e reparo das tampas hermticas, chaves deacionamento das bombas, vlvula de gaveta e vlvula dereteno;

    - inspeo da ventilao do ambiente e das aberturas deacesso, controle peridico das trincas nas paredes paraverificao de vazamentos.

    Tubulaes (tubos, conexes, fixaes e acessrios)

    - inspeo de corroso;

    - inspeo de vazamento;

    - servios de limpeza e de desobstruo;

    - reparos de trechos e de fixaes, inclusive repintura;

    - inspeo das unies dos tubos x conexes.

    Ralos

    - inspeo peridica de funcionamento;

    - servios de limpeza e de desobstruo.

    Calhas

    - inspeo de vazamento;

    - servios de limpeza e de desobstruo;

    - reparos de trechos e de fixaes;

    - inspeo das unies calha x tubos;

    - pintura das calhas e condutores metlicos.

    Caixas de Inspeo e de Areia

    - inspeo de funcionamento;

    - servios de limpeza e de desobstruo.

    2.3.5 Disposio de Resduos Slidos

    Tubulaes (tubos, conexes, fixaes e acessrios)

    - inspeo de corroso;

    - inspeo de vazamento;

    - servios de limpeza e de desobstruo;

    - reparos de trechos e de fixaes, inclusive repintura;

    - inspeo das unies dos tubos x conexes.

    Incineradores

    - inspeo do estado de conservao,

    - inspeo das vlvulas de segurana, queimadores, ouresistncias trmicas;

    - inspeo da sala dos incineradores e controle o nvel deventilao e exausto;

    - inspeo de funcionamento dos equipamento decomandos;

    - reparos necessrios.

    2.4 Instalaes Eltricas e Eletrnicas

    Os servios de manuteno de instalaes eltricase eletrnicas, de preferncia, sero realizados porprofissional ou empresa especializada, ou pelo fabricantedo equipamento.

    2.4.1 Instalaes Eltricas

    a) Subestaes

    Transformadores de Fora

    - deteco de vazamentos;

    - verificao do nvel e da rigidez dieltrica do leo;

    - inspeo das partes metlicas;

    - testes de isolao;

    - limpeza geral.

    Transformadores de Corrente e Potencial

    - inspeo das partes metlicas;

    - testes de isolao;

    - limpeza geral;

    - ensaios de excitao;

    - testes de relao.

    Rels de Proteo

    - limpeza geral;

    - inspeo eletromecnica;

  • 14 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    - reaperto de parafusos e terminais;

    - calibrao;

    - ensaios de operao.

    Instrumental de Medio

    - limpeza geral;

    - inspeo eletromecnica;

    - reaperto de parafusos e terminais;

    - aferio da escala.

    Seccionadores

    - limpeza dos contatos;

    - lubrificao;

    - reaperto de parafusos e terminais;

    - testes de isolao;

    - resistncia dos contatos.

    Disjuntores

    - limpeza dos contatos;

    - nvel de leo;

    - reaperto de parafusos de ligao;

    - testes de isolao;

    - lubrificao.

    Contatores

    - limpeza dos contatos;

    - reaperto dos parafusos de ligao;

    - lubrificao das partes mveis;

    - limpeza da cmara de extino;

    - ajuste de presso dos contatos.

    b) Isoladores e Pra-raios

    - verificao do estado de conservao da haste eisoladores;

    - medida de isolao;

    - continuidade do cabo de terra, tubo de proteo e eletrodo.

    c) Fios e Cabos

    - testes de isolao;

    - inspeo da capa isolante;

    - temperatura e sobrecargas;

    - reaperto dos terminais.

    d) Sistema de Distribuio

    Disjuntores a Volume de leo

    - teste de rigidez dieltrica;

    - verificao do nvel de leo;

    - verificao dos isoladores, fixao, rachaduras;

    - regulagem dos rels de proteo;

    - inspeo do estado do reservatrio de ar, dos registros edas tubulaes;

    - inspeo dos contatos e substituio dos que seapresentarem fortemente queimados.

    Disjuntores a Seco

    - regulagem dos rels de sobrecorrente (M.T.);

    - verificao do alinhamento dos contatos.

    Chaves Magnticas

    - verificao do funcionamento sem fascas em excesso;

    - verificao e regulagem dos contatos (presso);

    - verificao do estado de conservao dos fusveis.

    Baterias

    - inspeo da carga, gua e alcalinidade/acidez;

    - inspeo do estado de oxidao dos terminais;

    - inspeo do estado de conservao dos carregadores.

    Luminrias

    - inspeo e limpeza;

    - substituio de peas avariadas (reatores, soquetes, vidrode proteo e outros).

    Interruptores e Tomadas

    - inspeo e execuo dos reparos necessrios.

    Lmpadas

    - inspeo e substituio das lmpadas queimadas.

    e) Motores Eltricos

    - medio das correntes nominais e de partida;

    - verificao do estado de desgaste das escovas;

    - limpeza do motor;

    - verificao de mancais, enrolamentos e comutadores;

    - inspeo do aperto dos parafusos/porcas de fixao;

    - verificao da ocorrncia de vibraes e rudos excessivos;

    - verificao do ajuste do dispositivo de proteo desobrecarga.

    f) Grupo de Emergncia

    A manuteno de grupos de emergncia dever serrealizada de conformidade com as recomendaes dofabricante do equipamento. Os servios devero serexecutados por profissional ou firma especializada, ou pelofabricante do equipamento.

    g) Quadros Gerais de Fora e Luz

    - leitura dos instrumentos de medio e verificao daspossveis sobrecargas ou desbalanceamentos;

    - verificao do aquecimento e funcionamento dosdisjuntores termomagnticos;

    - verificao da existncia de rudos eltricos ou mecnicosanormais;

    - medio da amperagem nos alimentadores em todas assadas dos disjuntores termomagnticos;

  • 15 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    - verificao da concordncia com as condies limites deamperagem mxima permitida para a proteo dos cabos;

    - verificao do aquecimento nos cabos de alimentao;

    - limpeza externa e interna do quadro;

    - verificao das condies gerais de segurana nofuncionamento do Quadro Geral;

    - inspeo dos isoladores e conexes;

    - reaperto dos parafusos de contato dos disjuntores,barramentos, seccionadores, contactores etc;

    - verificao da resistncia do aterramento, com base noslimites normalizados.

    h) Redes de Aterramento

    - verificao da malha de aterramento, suas condiesnormais de uso, conexes, malha de cobre n etc;

    - verificao da resistncia s condies de uso dasligaes entre o aterramento e os estabilizadores;

    - verificao da resistncia hmica, com base nos valoreslimites normalizados;

    - verificao dos ndices de umidade e alcalinidade do solode aterramento, com base nos valores normalizados.

    2.4.2 Instalaes Eletrnicas

    a) Redes Telefnicas

    A manuteno preventiva de redes telefnicas deverser realizada de conformidade com as Prticas TELEBRSe recomendaes do fabricante do equipamento. Os serviosdevero ser executados por profissional ou firmaespecializada, ou pelo fabricante do equipamento.

    Central Telefnica

    - limpeza do equipamento, mesa operadora, carregador,baterias e distribuidor geral;

    - testes de trfego interno e externo e de todas asfacilidades da central;

    - verificao dos ajustes e das partes mveis da central.

    Mesa Operadora

    - verificao dos botes e lmpadas e substituio deeventuais peas desgastadas ou queimadas.

    Baterias

    - verificao da temperatura do elemento piloto;

    - limpeza e lubrificao dos terminais;

    - substituio dos terminais danificados;

    - verificao do nvel dos eletrlitos e reposio com guadestilada;

    - medio da tenso de cada elemento;

    - medio da densidade de cada elemento;

    - desligamento do carregador de bateria durante 30 minutose verificao de ocorrncia de descarregamento com otrfego normal.

    Caixas de Distribuio

    Verificao Visual de:

    - emendas;

    - fixao dos cabos;

    - conexo com os blocos terminais.

    Aparelhos Telefnicos

    Inspeo de todos os telefones em centrais com at50 ramais. Em centrais com maior capacidade a inspeoser realizada por amostragem.

    b) Sistema de Deteco e Alarme de Incndio

    Tratando-se de um sistema de segurana, com riscosde vida e de bens materiais, a verificao e testes de perfeitofuncionamento do sistema de deteco e alarme de incndiodevero ser realizados com a superviso das reasresponsveis pela segurana da edificao.

    Verificao Visual

    - indicaes do painel de controle e alarme e teste daslmpadas de sinalizao;

    - todos os equipamentos como chaves de fluxo, cabos deacionamento, acionadores manuais, alarmes sonoros,detetores, condutores eltricos e outros;

    - existncia de acmulo de sujeira ou corpos estranhos,vestgios de corroso, eventuais danos mecnicos.

    Baterias

    - inspeo da carga, gua e alcalinidade/acidez;

    - inspeo do estado de oxidao dos terminais;

    - inspeo do estado de conservao dos carregadores.

    Testes

    - teste de desempenho do sistema (simulao), conformeas recomendaes do fabricante do equipamento;

    - teste real do sistema.

    c) Sistema de Sonorizao

    Teste de Fontes de Sinal

    Seqncia do teste:

    - desligar fonte de programa;

    - desligar rede de sonofletores;

    - injetar sinal no nvel especificado para o equipamento,atravs de gerador de udio;

    - verificar tenso de sada;

    - verificar distoro harmnica;

    - verificar resposta de freqncia.

    Sonofletores

    - verificao auditiva por amostragem, se no est gerandorudo.

  • 16 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    Linha de Distribuio

    - levantamento da impedncia total da linha e testes decontinuidade.

    Verificao visual

    - partes mveis dos componentes da central;

    - lmpadas.

    d) Sistema de Relgios Sincronizados

    Testes de Desempenho

    - relgios mestre e/ou repetidor;

    - sada de pulsos polarizados;

    - intensidade dos pulsos;

    - monitorao;

    - sinalizao.

    Linha de Distribuio

    - continuidade;

    - pulso (intensidade e freqncia).

    Relgio Secundrio

    - operao;

    - pulsador.

    Baterias

    - nvel;

    - rede;

    - oscilao.

    Verificao Visual

    - relgios secundrios;

    - sinalizao da central;

    - iluminao dos relgios.

    e) Sistema de Antenas Coletivas de TV e FM e TV a Cabo

    Antenas, Mastros e Cabos

    - dimensionamento;

    - linearidade;

    - condies fsicas;

    - lubrificao dos contatos;

    - fixao dos mastros;

    - fixao dos cabos;

    - limpeza da rea.

    Painel de Processamento

    - numerao dos cabos;

    - filtros e acoplador;

    - fonte de alimentao;

    - divisores;

    - chassi de entrada e sada;

    - calibrao do painel por carga casada;

    - limpeza do painel.

    Prumadas de Descida

    - amplificador de linha;

    - ltimo pavimento equipado;

    - tenso DC 1 pavimento equipado;

    - sinal RF 1 pavimento equipado.

    f) Sistema de Circuito Fechado de Televiso

    Testes

    - continuidade da rede de vdeo;

    - continuidade da rede AC;

    - continuidade da rede DC;

    - funcionamento dos sensores.

    Verificaes

    - mecanismo de pan-tit;

    - lubrificao das partes mecnicas;

    - ajuste das chaves servo-posicionadoras dos controles decmeras mveis;

    - nvel de resoluo dos monitores;

    - indicadores luminosos;

    - ajuste dos objetos das cmeras;

    - ajuste da sensibilidade das cmeras;

    - limpeza dos conectores;

    - funcionamento do time-lapse;

    - vida til dos vidicon das cmeras.

    g) Sistema de Superviso, Comando e Controle

    Verificaes

    - indicaes de alarmes;

    - lmpadas de sinalizao;

    - ajuste e reapertos em todos contatos e conexes;

    - existncia de acmulo de sujeira nos sensores de campo;

    - continuidade nos cabos, evitando interrupo nacomunicao entre remotas, central e sensores.

    Testes

    - Teste de desempenho do sistema (simulao), conformerecomendaes do fabricante dos equipamentos.

    h) Sistema de Cabeamento Estruturado

    Testes e Verificaes

    Utilizando o analisador de redes categoria 5, verificar:

    - comprimento de cabos;

    - comprimento dos lances;

    - continuidade de blindagens;

    - atenuao;

  • 17 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    - rudo ambiente.

    2.5 Instalaes de Preveno e Combate a Incndio

    Tratando-se de um sistema de segurana, com riscosde vida e de bens materiais, a verificao e testes de perfeitofuncionamento do sistema de deteco e alarme de incndiodevero ser realizados com a superviso das reasresponsveis pela segurana da edificao.

    a) Extintores de Incndio

    Os servios de inspeo, manuteno e recarga deextintores de incndio devero ser realizados deconformidade com a Norma NBR 12962, que especifica afreqncia de inspeo e os seguintes nveis de manuteno:

    Manuteno de primeiro nvel: manutenogeralmente efetuado no ato da inspeo por profissionalhabilitado, que pode ser executado no local onde o extintoresta instalado, no havendo necessidade de remov-lo paraoficina especializada.

    Manuteno de segundo nvel: manuteno que requerexecuo de servios com equipamento e local apropriadoe por profissional habilitado.

    Manuteno de terceiro nvel ou vistoria: processode reviso total do extintor, incluindo a execuo de ensaioshidrostticos.

    A manuteno de primeiro nvel consiste em:

    - limpeza dos componentes aparentes;

    - reaperto de componentes roscados que no estejamsubmetidos presso;

    - colocao do quadro de instruo;

    - substituio ou colocao de componentes que noestejam submetidos presso por componentes originais;

    - conferencia por pesagem da carga de cilindro carregadoscom dixido de carbono.

    A manuteno de segundo nvel consiste em:

    - desmontagem completa do extintor;

    - verificao da carga;

    - limpeza de todos os componentes;

    - controle de roscas;

    - verificao das partes internas e externas, quanto existncia de danos ou corroso;

    - regularem de componentes, quando necessria, por outrosoriginais;

    - regulagem das vlvulas de alivio e/ou reguladoras depresso, quando houver;

    - ensaio de indicador de presso, conforme a Norma NBR9654;

    - fixao dos componentes roscados com torquerecomendado pelo fabricante, quando aplicvel;

    - pintura conforme o padro estabelecido na Norma NBR7195 e colocao do quadro de instrues quandonecessrio;

    - verificao da existncia de vazamento;

    - colocao do lacre, identificando o executor.

    A manuteno de segundo nvel dos extintores basede espuma qumica e carga liquida ser realizada da formadescrita no item 5.1.1 da Norma NBR 12962.

    A manuteno de segundo nvel dos extintores basede gua e espuma mecnica ser realizada da forma descritano item 5.1.2 da Norma NBR 12962.

    A manuteno de segundo nvel dos extintores basede p ser realizada da forma descrita no item 5.1.3 da NormaNBR 12962.

    A manuteno de segundo nvel dos extintores basede dixido de carbono ser realizada da forma descrita noitem 5.1.4 da Norma NBR 12962.

    A manuteno de terceiro nvel dever ser realizadapor empresa especializada.

    b) Hidrantes e Sprinklers

    - teste de funcionamento do grupo moto-bomba;

    - verificao e lubrificao de todas as vlvulas de controledo sistema;

    - verificao da normalidade do abastecimento dgua dosistema e da possvel existncia de vlvulas fechadas ouobstrues na tubulao de fornecimento;

    - verificao da presso dos manmetros;

    - inspeo limpeza dos bicos de sprinklers;

    - inspeo das tubulaes e verificao da condies defuncionamento;

    - verificao do estado de conservao dos suportespendentes e reaperto ou substituio;

    - teste dos dispositivos de alarme de descarga de gua elacrao na posio normal de abertura s vlvulas quecontrolam seu fornecimento;

    - inspeo e ligao das bombas;

    - inspeo e limpeza quando necessrio, da caixa dguareservada ao sistema;

    - teste das mangueiras e escoamento de eventuaisincrustaes e detritos aderidos s paredes internas datubulao.

    c) Bombas Hidrulicas

    - inspeo de gaxetas, manmetros, ventilao do ambiente;

    - lubrificao de rolamentos, mancais e outros;

    - verificao de funcionamento do comando automtico.

    d) Vlvula de Governo e Alarme

    - inspeo de funcionamento;

    - reparos de vazamento;

    - inspeo do manmetro.

    e) Equipamentos de Medio

    - inspeo e recalibrao dos manmetros;

    - inspeo e recalibrao dos pressostatos;

    - inspeo e recalibrao das chaves de fluxos.

  • 18 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    2.6 Instalaes Mecnicas e de Utilidades

    Os servios de manuteno de instalaes mecnicase de utilidades, de preferncia, sero realizados porprofissional ou empresa especializada, ou pelo fabricantedo equipamento.

    2.6.1 Elevadores

    Os servios de inspeo e manuteno de elevadoresdevero ser realizados de conformidade com o MB 130 -Inspeo Peridica de Elevadores e Monta-Cargas.

    a) Inspeo e reparo ou substituio dos dispositivosde segurana e de emergncia, entre os quais seressaltam:

    - contato da porta da cabine;

    - contato da porta dos pavimentos;

    - fecho eletromecnico para rampa fixa ou mvel;

    - fecho mecnico;

    - freio de segurana;

    - limitador geral;

    - regulador de velocidade;

    - pra-choque do tipo hidrulico.

    b) Inspeo e reparos da mquina e mecanismo decontrole dos seguintes elementos:

    - polia de trao;

    - tambor;

    - coroa sem fim;

    - mancais;

    - limitador da mquina;

    - motor.

    c) Inspeo dos cabos de segurana e do regulador.

    d) Inspeo dos cabos de comando.

    e) Inspeo da armao do carro.

    f) Inspeo das portas.

    g) Inspeo dos indicadores.

    h) Inspees dos botes e botoeiras.

    i) Inspeo da iluminao.

    j) Inspeo de contrapesos.

    k) Inspeo do painel de comando.

    2.6.2 Escadas Rolantes

    Os servios de inspeo e manuteno de escadasrolantes devero ser realizados de conformidade com aNorma NBR 10147 - Aceitao, Inspeo de Rotina eInspeo peridica de Escadas rolantes, abrangendo:

    - os dispositivos de segurana e emergncia;

    - os elementos de desgaste da mquina;

    - as correntes de movimento dos degraus;

    - o elemento transmissor de movimento da mquinaoperatriz;

    - os materiais de instalao da escada rolante;

    - a iluminao.

    2.6.3 Ar Condicionado Central

    a) Sistema Frigorfico

    Compressores

    - verificao de existncia de sujeira do lado externo, danose corroso;

    - verificao de rudos, vibrao e perfeita fixao nasbases;

    - medio das presses de suco e descarga;

    - medio de temperatura de suco e descarga junto aocompressor;

    - verificao do nvel de leo e troca, se for necessria;

    - medio e ajuste da presso de leo lubrificante;

    - medio da temperatura da gua de resfriamento do leolubrificante antes e depois do trocador de calor;

    - medio da tenso e corrente eltricas em cadacomponente;

    - verificao da operao durante a partida do dispositivode reduo de capacidade;

    - verificao da operao correta das chaves e controlesde partida;

    - verificao da hermeticidade do selo de vedao do eixodos compressores;

    - verificar as vlvulas de servio;

    - verificar a temperatura dos mancais dos compressores(no caso de compressor centrfugo);

    - limpeza externa;

    - teste de vazamento.

    Trocador de calor

    Condensador Resfriado a gua:

    - verificao da existncia de sujeira do lado externo, danose corroso;

    - avaliao da temperatura de condensao do refrigerante

    - medio da temperatura na entrada e sada da gua decondensao;

    - verificao da operao da vlvula reguladora da vazo degua de condensao;

    - ajuste da vlvula reguladora de vazo de gua decondensao;

    - limpeza do condensador internamente (lado da gua)quando houver evidncias de aumento de incrustao;

    - teste de vazamento.

  • 19 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    Condensador Resfriado a Ar:

    - verificao da existncia de sujeira do lado externo, danose corroso;

    - verificao da operao de damper de controle, quandohouver;

    - medio da temperatura na linha do liquido junto aocondensador;

    - medio da temperatura na entrada e na sada do ar decondensao;

    - limpeza das aletas;

    - teste de vazamento.

    Evaporador (lquido / refrigerante)

    - verificao da existncia de sujeira do lado externo, danose corroso;

    - verificao do nvel do lquido (no caso de evaporadorinundado);

    - medio do superaquecimento do refrigerante;

    - medio da temperatura do lquido na entrada e na sadado resfriador;

    - limpeza para o correto funcionamento;

    - teste de vazamento.

    Evaporador (ar / refrigerante)

    - verificao da existncia de sujeira no lado externo, danose corroso;

    - verificao da operao do damper de controle de vazode ar (quando houver);

    - medio do superaquecimento e subresfriamento do gsrefrigerante;

    - medio das temperaturas do ar na entrada e na sada;

    - verificao da operao do dreno de condensado;

    - limpeza adequada da bandeja do condensado e do sistemade drenagem;

    - teste de vazamento.

    Componentes do Sistema (circuito refrigerante)

    Tubulaes:

    - verificao da existncia de sujeira do lado externo, danose corroso;

    - verificao da existncia de danos no isolamento externo;

    - verificao da firmeza de fixao;

    - verificao da existncia de danos externos noscompensadores de vibrao;

    - teste de vazamento;

    - verificao da existncia de obstruo no filtro secadore substituio quando necessria;

    - verificao da existncia de bolhas no visor da linha delquido;

    - verificao da mudana de cor no indicador de umidadedo visor de linha de lquido;

    - verificao do nvel no reservatrio de refrigerante lquido(quando houver);

    Vlvulas:

    - verificao da existncia de sujeira do lado externo, danose corroso;

    - verificao da operao das vlvulas solenoides e outrasmotorizadas;

    - ajuste do dispositivo de expanso;

    - verificao da operao das vlvulas de bloqueio;

    - teste de vazamento.

    Dispositivos de Segurana e Controle:

    - verificao da existncia de sujeira do lado externo, danose corroso;

    - verificao da operao;

    - ajuste dos parmetros de projeto;

    - teste de vazamento.

    Instrumentos para Indicao e Medio:

    - verificao da existncia de sujeira do lado externo, danose corroso;

    - aferio da exatido da leitura dos termmetros;

    - aferio da exatido da leitura dos manmetros;

    - aferio da exatido da leitura dos medidores de nvel;

    - aferio da exatido dos medidores de vazo;

    - teste de vazamento.

    b) Sistema de Resfriamento de gua deCondensao

    Torre de Resfriamento:

    - verificao da existncia de sujeira do lado externo, danose corroso;

    - verificao da a alimentao de distribuio de gua;

    - verificao do nvel de gua no tanque;

    - ajuste do controlador do nvel de gua;

    - verificao da operao do sistema de purga

    - ajuste do volume de purga conforme padres tcnicospreviamente estabelecidos;

    - verificao da operao do ladro e do dreno;

    - verificao da existncia de sujeira no filtro / tela desuco;

    - limpeza do filtro / tela de suco;

    - verificao do funcionamento do termostato no tanque;

    - ajuste da regulagem do termostato.

    Ventilador:

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corroso;

    - verificao do balanceamento do rotor;

    - verificao do rudo nos mancais;

    - lubrificao dos mancais;

    - verificao dos redutores de rotao;

    - verificao da correta operao dos amortecedores devibrao (quando houver);

  • 20 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    - verificao do vazamento nas ligaes flexveis (quandohouver);

    - verificao da correta instalao dos protetores(segurana);

    - verificao da correta operao dos controles de vazo;

    - verificao da operao do dreno de gua;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    c) Condicionador de Ar

    Ventiladores

    - verificao da existncia de acumulo de sujeira, danos,corroso e perfeita fixao;

    - verificao do balanceamento do rotor;

    - verificao da correta operao do ajuste das ps;

    - verificao do rudo dos mancais;

    - lubrificao dos mancais;

    - verificao de vazamentos nas ligaes flexveis;

    - verificao da correta operao dos amortecedores devibrao;

    - verificao da correta instalao dos protetores(segurana);

    - verificao da correta operao dos controles de vazo;

    - verificao da operao do dreno de gua;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Trocadores de calor

    Aquecedores de Ar - Ar/Lquido:

    - verificao da existncia de acumulo de sujeira do ladoexterno, danos e corroso;

    - verificao do fluxo de ar / lquido;

    - limpeza do lado do ar;

    - purgao do ar no lado do lquido.

    Aquecedores de Ar Eltricos:

    - verificao da existncia de acmulo de sujeira ecorroso;

    - verificao do correto funcionamento;

    - verificao do funcionamento adequado dos dispositivosde segurana;

    - limpeza do lado do ar.

    Resfriadores de Ar - Ar/Lquido

    - verificao da existncia de acmulo de sujeira, danos ecorroso;

    - verificao do fluxo de ar / lquido;

    - purgao do ar do lado do lquido;

    - verificao do o funcionamento do dreno e sifo de gua;

    - limpeza do lado do ar.

    Evaporador - Ar / Refrigerante

    - verificao da existncia de ajustes que possam prejudicar

    a troca de calor, e reajustes se necessrios;

    - verificao do sistema de drenagem.

    Filtros de Ar (secos)

    - verificao da existncia de acmulo de sujeira, danos ecorroso;

    - medio do diferencial de presso;

    - verificao do ajuste da moldura do filtro na estrutura;

    - limpeza do elemento filtrante (quando recupervel);

    - substituio do elemento filtrante;

    - limpeza do conjunto.

    Filtros de Ar (embebidos em leo)

    - verificao da existncia do acumulo a sujeira, danos ecorroso;

    - medio do diferencial de presso;

    - verificao do ajuste da moldura do filtro na estrutura;

    - lavagem do filtro com utilizao de produtodesengraxante e inodoro;

    - para elemento filtrante seco, pulverizao de leo(inodoro) e escorrimento, mantida uma fina pelcula deleo;

    - limpeza do conjunto.

    Umidificador de Ar (por vapor) com Gerador deVapor Separado

    - verificao da existncia de acmulo de sujeira, danos ecorroso;

    - verificao da existncia de sujeira no filtro de vapor;

    - limpeza do filtro;

    - verificao da correta operao da vlvula de controle;

    - ajuste da gaxeta da haste da vlvula de controle;

    - verificao do estado das linhas de distribuio de vapore de condensado;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    d) Componentes de Distribuio e Difuso de Ar

    Venezianas Externas

    - verificao da existncia de sujeira, danos, corroso eperfeita fixao;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Grelhas e Difusores

    - verificao da existncia de sujeira, danos, corroso eperfeita fixao;

    - ajuste adequado;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Damper Corta Fogo (quando houver)

    - verificao do certificado de teste;

    - verificao da existncia de sujeira nos elementos defechamento e trava, e seu funcionamento;

  • 21 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    - verificao da a existncia de sujeira nos elementos dereabertura;

    - substituio dos elementos de reabertura;

    - verificao de interferncias no funcionamento;

    - verificao do posicionamento correto do indicador deposio;

    - limpeza dos elementos do fechamento, trava e reabertura.

    Dampers de Gravidade (venezianas automticas)

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corroso;

    - verificao do seu acionamento mecnico;

    - lubrificao dos mancais;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Dutos e Caixa Pleno para o Ar

    - verificao da existncia de sujeira (interna e externa),danos e corroso;

    - verificao das portas de inspeo quanto vedao eestanqueidade do ar em operao normal;

    - lubrificao das partes mveis dos distribuidores de ar;

    - verificao da existncia de danos na isolao trmica(inspeo visual);

    - verificao da estanqueidades das conexes.

    Dispositivos para Expanso e Mistura (caixa VAV)

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corroso;

    - verificao do funcionamento correto dos controladoresde vazo;

    - verificao do funcionamento correto dos dampers decontrole de vazo;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Dispositivos de Bloqueio e Balanceamento

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corroso;

    - verificao do correto funcionamento;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    e) Componentes do Sistema Hidrulico

    Bombas

    - verificao da existncia de danos e corroso externos,rudos e perfeita fixao;

    - verificao do correto funcionamento;

    - verificao da vedao da gaxeta do eixo;

    - ajuste da prensa gaxeta;

    - lubrificao dos mancais.

    Vlvulas de Controle, ajuste e bloqueio

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corrosoexternos;

    - verificao do correto funcionamento;

    - verificao de vazamento (inspeo visual);

    - ajuste da presso da gaxeta;

    - verificao da haste.

    Filtros de gua

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corrosoexterna;

    - limpeza da tela;

    - verificao dos danos na tela.

    Tubulaes, Tampas de Expanso e Acessrios

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corroso,vazamento e perfeita fixao;

    - verificao dos danos no isolamento (inspeo visual);

    - verificao dos danos nos termmetros;

    - verificao dos danos nos manmetros;

    - verificao dos danos nas juntas de expanso (inspeovisual);

    - verificao dos o nvel de lquido (no tanque de expanso);

    - ajuste do nvel de lquido (no tanque de expanso);

    - purgao do ar do sistema;

    - repintura.

    f) Elementos de Acionamento / Transmisso

    Motores

    - verificao da existncia de sujeira, danos, corroso eperfeita fixao;

    - verificao do sentido da rotao;

    - verificao do rudo nos mancais;

    - lubrificao dos mancais;

    - verificao da correta instalao dos protetores(segurana);

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Correia

    - verificao da existncia de sujeira, danos e desgaste;

    - verificao da tenso e alinhamento;

    - ajustes;

    - substituio das correias;

    - verificao da correta instalao e fixao dos protetores;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Acoplamento

    - verificao da existncia de sujeira, danos, corroso eperfeita fixao;

    - verificao da temperatura;

    - troca do lubrificante;

    - verificao da correta instalao do protetor;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Redutores

    - verificao da existncia de sujeira, danos, rudos eperfeita fixao;

  • 22 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    - troca do leo;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    g) Quadros de Fora e Comando

    Sistema de Comando Eltrico

    - verificao da perfeita instalao e as condiesambientais;

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corroso;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento;

    - verificao das conexes dos terminais para as funesmecnicas / eltricas;

    - verificao dos elementos funcionais, a exemplo: chaveseltricas e componentes indicados;

    - ajuste e calibrao dos elementos funcionais, a exemplo:chaves eltricas e componentes indicadores;

    - verificao dos alarmes visveis e audveis;

    - verificao da existncia de danos e desgastes emcontatores e rels, a exemplo: pastilhas de contato, molasde ajuste etc.;

    - verificao da ao das chaves eltricas e dispositivos decontrole, a exemplo: termostato anti-congelamento;

    - verificao da correta atuao dos dispositivos deproteo, a exemplo: protetor trmico;

    - verificao da correta atuao dos dispositivos eltricosde partida, a exemplo: rel de tempo;

    - verificao das funes de controle manual, automticoe remoto;

    - recalibrao.

    Sistema de Comando Pneumtico

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corroso;

    - verificao do nvel de leo do compressor;

    - restaurao do nvel de leo do compressor;

    - troca do leo do compressor;

    - verificao a correta operao do compressor;

    - verificao da correta operao dos dispositivos decontrole e segurana;

    - recalibrao dos dispositivos de controle e segurana;

    - verificao da correta operao do sistema automticode drenagem;

    - drenagem do reservatrio de ar comprimido;

    - verificao da existncia de sujeira no filtro;

    - limpeza do filtro;

    - exame do filtro;

    - verificao da correta operao do desumidificador;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    2.6.4 Ventilao Mecnica

    a) Compressores

    - verificao da temperatura dos mancais dos compressores(no caso de compressor centrfugo);

    - limpeza externa;

    - teste de vazamento.

    b) Ventiladores

    - verificao da existncia de acumulo de sujeira, danos,corroso e perfeita fixao;

    - verificao do balanceamento do rotor;

    - verificao da correta operao do ajuste das ps;

    - verificao do rudo dos mancais;

    - lubrificao dos mancais;

    - verificao de vazamentos nas ligaes flexveis;

    - verificao da correta operao dos amortecedores devibrao;

    - verificao da correta instalao dos protetores(segurana);

    - verificao da correta operao dos controles de vazo;

    - verificao da operao do dreno de gua;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    c) Filtros de ar

    Secos

    - verificao da existncia de acmulo de sujeira, danos ecorroso;

    - medio do diferencial de presso;

    - verificao do ajuste da moldura do filtro na estrutura;

    - limpeza do elemento filtrante (quando recupervel);

    - substituio do elemento filtrante;

    - limpeza do conjunto.

    Embebidos em leo

    - verificao da existncia do acumulo a sujeira, danos ecorroso;

    - medio do diferencial de presso;

    - verificao do ajuste da moldura do filtro na estrutura;

    - lavagem do filtro com utilizao de produtodesengraxante e inodoro;

    - para elemento filtrante seco, pulverizao de leo(inodoro) e escorrimento, mantida uma fina pelcula deleo;

    - limpeza do conjunto.

    d) Componentes de Distribuio e Difuso de Ar

    Venezianas Externas

    - verificao da existncia de sujeira, danos, corroso eperfeita fixao;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Grelhas e Difusores

    - verificao da existncia de sujeira, danos, corroso eperfeita fixao;

    - ajustes adequados;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

  • 23 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    Damper Corta Fogo

    - verificao do certificado de teste;

    - verificao da existncia de sujeira nos elementos defechamento e trava, e seu funcionamento;

    - verificao da existncia de sujeira nos elementos dereabertura;

    - substituio dos elementos de reabertura;

    - verificao de interferncias no seu funcionamento;

    - verificao do posicionamento correto do indicador deposio;

    - limpeza dos elementos do fechamento, trava e reabertura.

    Dampers de Gravidade (Venezianas Automticas)

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corroso;

    - verificao do seu acionamento mecnico;

    - lubrificao dos mancais;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Dutos e Caixa Pleno para o Ar

    - verificao da existncia de sujeira (interna e externa),danos e corroso;

    - verificao das portas de inspeo quanto vedao eestanqueidade do ar em operao normal;

    - lubrificao das partes mveis dos distribuidores de ar;

    - verificao da existncia de danos na isolao trmica(inspeo visual);

    - verificao da estanqueidades das conexes.

    e) Elementos de Acionamento / Transmisso

    Motores

    - verificao da existncia de sujeira, danos, corroso eperfeita fixao;

    - verificao do sentido da rotao;

    - verificao de rudo nos mancais;

    - lubrificao dos mancais;

    - verificao da correta instalao dos protetores(segurana);

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Correia

    - verificao da existncia de sujeira, danos e desgaste;

    - verificao da tenso e o alinhamento;

    - ajustes;

    - substituio das correias;

    - verificao da correta instalao e fixao dos protetores;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Acoplamento

    - verificao da existncia de sujeira, danos, corroso eperfeita fixao;

    - verificao da temperatura;

    - troca do lubrificante;

    - verificao da correta instalao do protetor;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    Redutores

    - verificao da existncia de sujeira, danos, rudos eperfeita fixao;

    - troca do leo;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

    f) Quadros de Fora e Comando

    Sistema de Comando Eltrico

    - verificao da perfeita instalao e as condiesambientais;

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corroso;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento;

    - verificao das conexes dos terminais para as funesmecnicas / eltricas;

    - verificao dos elementos funcionais, a exemplo: chaveseltricas e componentes indicados;

    - ajuste e calibrao dos elementos funcionais, a exemplo:chaves eltricas e componentes indicadores;

    - verificao dos alarmes visveis e audveis;

    - verificao da existncia de danos e desgastes emcontatores e rels, a exemplo: pastilhas de contato, molasde ajuste etc.;

    - verificao da correta atuao dos dispositivos deproteo, a exemplo: protetor trmico;

    - verificao da correta atuao dos dispositivos eltricosde partida, a exemplo: rel de tempo;

    - verificao das funes de controle manual, automticoe remoto;

    - recalibrao.

    Sistema de Comando Pneumtico

    - verificao da existncia de sujeira, danos e corroso;

    - verificao do nvel de leo do compressor;

    - restaurao do nvel de leo do compressor;

    - troca do leo do compressor;

    - verificao da correta operao do compressor;

    - verificao da correta operao dos dispositivos decontrole e segurana;

    - recalibrao dos dispositivos de controle e segurana;

    - verificao da correta operao do sistema automticode drenagem;

    - drenagem do reservatrio de ar comprimido;

    - verificao da existncia de sujeira no filtro;

    - limpeza do filtro;

    - exame do filtro;

    - verificao da correta operao do desumidificador;

    - limpeza adequada para o correto funcionamento.

  • 24 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    2.6.5 Compactador de Resduos Slidos

    - inspeo do sistema de acionamento;

    - inspeo dos dispositivos de segurana;

    - inspeo dos contatos e protees eltricas;

    - inspeo dos elementos estruturais;

    - lubrificao dos pontos mveis, na forma e periodicidadeadequadas;

    - inspeo da estanqueidade das vedaes.

    2.6.6 Gs Combustvel

    Central de gs GLP

    - inspeo e reparo das vlvulas, mangueiras, vlvulasreguladoras, manmetros e conexes;

    - inspeo dos cilindros;

    - inspeo da ventilao do recinto do ambiente.

    Tubulaes ( tubos, conexes, fixao e acessrios)

    - inspeo de vazamento e corroso;

    - servios de limpeza;

    - reparos de trechos e de fixaes;

    - inspeo das unies dos tubos x conexes;

    - pintura contra corroso.

    Vlvulas Reguladoras de Presso

    - inspeo de funcionamento;

    - reparos necessrios.

    Inspeo de Vazamento

    - de conformidade com o procedimento descrito na prticade construo.

    2.6.7 Oxignio

    Tubulaes ( tubos, conexes, fixao e acessrios)

    - inspeo de vazamento e corroso;

    - servios de limpeza;

    - reparos de trechos, suportes e pintura;

    - troca ou manuteno peridica das vlvulas reguladorasde presso;

    - inspeo e reparo dos sistemas de segurana;

    - inspeo e recalibragem dos equipamentos de medies;

    - reparos necessrios.

    2.6.8 Ar Comprimido

    Tubulaes ( tubos, conexes, fixao e acessrios)

    - inspeo de vazamento e corroso;

    - servios de limpeza;

    - troca ou manuteno peridica das vlvulas desecionamento;

    - inspeo e reparo nos sistemas de segurana;

    - inspeo e recalibragem dos equipamentos de medio;

    - reparos de trechos e de fixaes;

    - inspeo das unies conexes x tubos;

    - pintura contra corroso.

    Vlvulas Reguladoras de Presso e Purgadores

    - inspeo de funcionamento;

    - reparos necessrios.

    Compressores e Reservatrios

    - inspeo de funcionamento;

    - inspeo e reparo na pintura;

    - inspeo e lubrificao das partes mveis tal como caixade rolamento;

    - troca e/ou reparos dos rolamentos, mancais, selomecnico, acoplamentos e outros;

    - verificao das juntas e gaxetas quando foremdesmontadas;

    - verificao do nvel de rudo proveniente dodesbalanceamento dinmico;

    - verificao da alterao da temperatura e registr-la comoparmetro;

    - verificao do funcionamento dos filtros, resfriadores,desumificadores;

    - inspeo peridica da ventilao da ventilao etemperatura do ambiente da casa dos compressores.

    2.6.9 Vcuo

    Tubulaes (tubos, conexes, fixao e acessrios)

    - inspeo de vazamento e corroso;

    - servios de limpeza;

    - reparos nos trechos, suportes e fixaes;

    - manuteno das vlvulas de seccionamento;

    - inspeo e reparos nos sistemas anti-contaminao;

    - inspeo e recalibragem dos equipamentos da medio;

    - inspeo das conexes x tubos;

    - pintura contra corroso.

    Bombas de vcuo e reservatrios

    - inspeo de funcionamento;

    - inspeo e reparos na pintura;

    - inspeo e lubrificao das partes moveis tal como caixade rolamento;

    - inspeo de rolamentos, mancais, selos mecnicos,acoplamentos e outros;

    - verificar juntas e gaxetas quando forem desmontadas;

    - verificar periodicamente o nvel de rudo proveniente dodesbalanceamento dinmico;

    - verificar a alterao da temperatura e registr-la comoparmetro;

    - verificar o funcionamento dos filtros, resfriadores,desumidificadores;

    - inspeo da ventilao da ventilao e temperatura do

  • 25 /3

    PRTICAS DE MANUTENO

    ambiente da central de vcuo.

    2.6.10 Vapor

    Tubulaes ( tubos, conexes, fixao e acessrios)

    - inspeo de vazamento e corroso;

    - servios de limpeza;

    - inspeo das vlvulas de secionamento;

    - inspeo e reparo nos sistemas de segurana;

    - inspeo e recalibragem dos equipamentos de medio;

    - reparos de trechos e de fixaes;

    - inspeo das unies conexes x tubos;

    - pintura contra corroso;

    - inspeo e reparo dos isolamentos trmicos;

    - inspeo e reparo das juntas de dilatao;

    - inspeo e reparos dos purgadores, filtros, indicador denvel, termostatos, dispositivo de alimentao de gua.

    Vlvulas Reguladoras de Presso

    - inspeo de funcionamento;

    - reparos necessrios.

    Caldeira

    Os servios de inspeo e manuteno de caldeirasdevero ser realizados de conformidade com a Norma NBR12177 - Instalao de Segurana de Caldeiras Estacionarias,recomendaes do fabricante e com a portaria DNSHT-20,do Departamento Nacional de Segurana e Higiene doTrabalho.

    A inspeo inicial deve incluir:

    - exame de pronturio;

    - exame externo;

    - exame interno;

    - ensaios de acumulao.

    A inspeo peridica deve incluir:

    - exame de pronturio;

    - exame externo;

    - exame interno.

    A responsabilidade pela correta operao emanuteno da caldeira dever ser confiada exclusivamentea profissional habilitado, com conhecimentos tcnicos eexperincia necessria para os servios.

    A caldeira dever ser mantida em estado defuncionamento, isenta de anomalias e que possam afetar:

    - caractersticas gerais;

    - resistncia e estabilidade;

    - segurana;

    - transmisso de calor;

    - temperatura;

    - resistncia;

    - vida til da chapa e tubos;

    - circulao da gua;

    - funcionamento da caldeira;

    - falha de equipamento;

    - falha humana.

    3. PERIODICIDADE

    A periodicidade das inspees ser estabelecida emfuno da intensidade de uso das instalaes e componentes,das condies locais, experincia do Contratante erecomendaes dos fabricantes e fornecedores.

    No caso de contratao de servios de terceiros, aperiodicidade ser proposta e justificada, a fim de permitira avaliao e aprovao do Contratante.

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    PRTICAS DE MANUTENO

    ANEXO 4

    FISCALIZAO

    3.4 A Fiscalizao dever realizar, dentre outras, asseguintes atividades:

    manter um arquivo completo e atualizado de toda adocumentao pertinente aos trabalhos, incluindo ocontrato, Caderno de Encargos, oramentos,cronogramas, correspondncia e relatrios de servios;

    obter da Contratada o Manual de Qualidade contendo oSistema de Gesto de Qualidade e verificar a sua efetivautilizao;

    analisar e aprovar o plano de execuo a ser apresentadopela Contratada no incio dos trabalhos;

    solucionar as dvidas e questes pertinentes prioridadeou seqncia dos servios em execuo, bem como sinterferncias e interfaces dos trabalhos da Contratadacom as atividades de outras empresas ou profissionaiseventualmente contratados pelo Contratante;

    paralisar e/ou solicitar o refazimento de qualquer servioque no seja executado em conformidade com plano ouprograma de manuteno, norma tcnica ou qualquerdisposio oficial aplicvel ao objeto do contrato;

    solicitar a substituio de materiais e equipamentos quesejam considerados defeituosos, inadequados ouinaplicveis aos servios;

    solicitar a realizao de testes, exames, ensaios equaisquer provas necessrias ao controle de qualidade dosservios objeto do contrato;

    exercer rigoroso controle sobre o cronograma deexecuo dos servios, aprovando os eventuais ajustes queocorrerem durante o desenvolvimento dos trabalhos;

    aprovar partes, etapas ou a totalidade dos serviosexecutados, verificar e atestar as respectivas medies,bem como conferir, vistar e encaminhar para pagamentoas faturas emitidas pela Contratada;

    verificar e aprovar os relatrios de execuo dos servios,elaborados de conformidade com os requisitosestabelecidos no Caderno de Encargos;

    verificar e aprovar eventuais acrscimos de serviosnecessrios ao perfeito atendimento do objeto do contrato;

    solicitar a substituio de qualquer funcionrio daContratada que embarace ou dificulte a ao daFiscalizao ou cuja presena no local dos servios sejaconsiderada prejudicial ao andamento dos trabalhos.

    3.5 A atuao ou a eventual omisso da Fiscalizaodurante a realizao dos trabalhos no poder ser invocadapara eximir a Contratada da responsabilidade pela execuodos servios.

    3.6 A comunicao entre a Fiscalizao e a Contratadaser realizada atravs de correspondncia oficial e anotaesou registros no Relatrio de Servios.

    SUMRIO

    1. Objetivo

    2. Terminologia

    3. Condies Gerais

    1. OBJETIVO

    Estabelecer as diretrizes gerais para a Fiscalizaode servios de manuteno de uma edificao ou conjuntode edificaes.

    2. TERMINOLOGIA

    2.1 Contratante

    rgo setorial ou seccional do SISG que contrata aexecuo de servios de manuteno de um componente ousistema da edificao.

    2.2 Contratada

    Empresa ou profissional contratado para a execuode servios de manuteno de um componente ou sistemada edificao.

    2.3 Caderno de Encargos

    Parte do Edital de Licitao, que tem por objetivodefinir o objeto da licitao e do sucessivo contrato, bemcomo estabelecer os requisitos, condies e diretrizestcnicas e administrativas para a sua execuo.

    2.4 Fiscalizao

    Atividade exercida de modo sistemtico peloContratante e seus prepostos, objetivando a verificao documprimento das disposies contratuais,