Click here to load reader

Manual dicas olhares

  • View
    220

  • Download
    0

Embed Size (px)

DESCRIPTION

 

Text of Manual dicas olhares

  • TRUQUES E DICAS por Daniel Camacho

  • www.olhares.com 1

    Contedo

    FOTOGRAFIA DE RUA 3

    COMPENSAO DA EXPOSIO 4

    VOLUME 5

    FILTRO UV 6

    FOTOGRAFIA DE RUA 7

    ESPAO DE COR 8

    TIPOS DE CMARAS E SENSOR 9

    MEDIO DE LUZ 10

    DIREO DA LUZ 11

    BALANO DE BRANCOS 12

    A IMPORTNCIA DA MEDIO DA LUZ 13

    CONTRALUZ 14

    FOCAGEM 15

    ISO SENSIBILIDADE 16

    VELOCIDADE DO OBTURADOR 17

    DISTNCIA FOCAL 18

    ABERTURA DE DIAFRAGMA 19

    HISTOGRAMA 20

    COMPOSIO FUNDOS 21

    ESTILOS DE IMAGEM 22

    COMO GUARDAR IMAGENS? 23

    BALANO DE BRANCOS PERSONALIZADO 24

    FOTOGRAFIA PRETO E BRANCO 25

    TCNICA DE SUBEXPOSIO 26

  • www.olhares.com 2

    PANORMICA 27

    FILTRO ND (Densidade Neutra) 28

    COMPOSIO REGRA DOS TEROS 29

    PROGRAMA MANUAL 30

    FOTOGRAFIA NOTURNA CONTROLO DA VELOCIDADE 31

    FOTOGRAFIA E DALTONISMO 32

    FLASH COMO LUZ DE ENCHIMENTO 34

    ENSINO DE FOTOGRAFIA Curso presenciais - http://olhares.com/academia Cursos online - http://cursosonline.olhares.com Comunidade de fotografia - http://olhares.com

    http://olhares.com/academiahttp://cursosonline.olhares.com/http://olhares.com/
  • www.olhares.com 3

    FOTOGRAFIA DE RUA A fotografia de rua algo que ser sempre explorado, mesmo que levante muitas dvidas em relao a direitos de imagem. Quando fotografamos pessoas estranhas nas ruas, temos sempre dois tipos de fotografia completamente diferentes. O primeiro, quando usamos a pessoa para dar escala a um cenrio, outra, quando a pessoa objecto principal da imagem, passando a ocupar uma grande percentagem da fotografia. Neste segundo caso, coloca-se uma questo: pedir e fazer pose, ou retrato espontneo? Podemos optar por fotografar e s depois pedir autorizao, para se minimizar a pose. Se necessrio pedir a toda a gente? No, obviamente que impossvel estar a pedir a toda a gente para ser fotografada, mas quando pretendemos uma foto especfica, devemos ir com toda a naturalidade, pedir autorizao para fotografar. Se a pessoa nos diz que no, devemos seguir em frente sem qualquer tipo de problema, em vez de ficarmos a pensar no porqu. Em fotografia de rua, a capacidade de comunicao e a prtica do fotografo essencial, isto porque o vontade com que se fotografa em determinados espaos, torna-nos quase transparentes aos olhos de quem passa, ao contrrio de algum que no se sente confortvel a fotografar e que vai chamar bastante ateno. Outro problema de fotografar em espaos urbanos, o rudo que as cidades trazem para as imagens (sinais de trnsito, semforos, anncios, outdoors, caixotes de lixo, slogans, etc etc). Podemos minimizar esse rudo, usando-o como composio visual, trazendo-os propositadamente para a imagem, de forma a contextualiza-la a nvel temporal e/ou espacial, jogando com perspectivas, escalas e profundidades de campo.

  • www.olhares.com 4

    COMPENSAO DA EXPOSIO Fotografando em programas semi-automticos (prioridade abertura ou prioridade velocidade) ou mesmo no modo programa P, a relao das trs variveis tcnicas (abertura, velocidade, ISO) est concebida para uma exposio de luz correta, ou seja, o exposmetro da mquina, situa-se a zero. Apesar da mquina estar pr configurada para uma exposio dita correta, independentemente do modo de medio que a mquina tenha escolhido, o fotografo pode enganar a mquina, forando-a a tornar-se mais clara ou mais escura, mexendo na Compensao da Exposio. Em determinadas situaes, apesar do fotografo controlar a abertura ou a velocidade, a outra varivel determinada automaticamente pela mquina e os resultados obtidos no so os melhores, nessa altura que a compensao da exposio entra e pode melhorar a fotografia. Normalmente as mquinas permitem at dois valores de exposio para compensao, ou seja, entre +2 e -2. Compensando a exposio para +1 ou +2, estamos a tornar a fotografia mais clara, forando a mquina a tornar-se mais lenta ou a abrir mais o diafragma. Compensando para valores de exposio -1 ou -2, tornamos a fotografia mais escura. atravs do boto +/- que quase todas as mquinas permitem o controlo desta compensao, nos programas P, A/Av ou S/Tv.

  • www.olhares.com 5

    VOLUME As fotografias tradicionais e que estamos habituados a ver, impressas ou no computador, no so tridimensionais. Elas so constitudas por um eixo x e y, largura e altura. A noo de tridimensionalidade nos dada pelas linhas, perspectiva e volumetria. O volume de uma imagem, consiste na diferena entre zonas claras e zonas escuras, o contraste produzido por luz e sombra, d-nos a percepo de volume num objecto, em vez da percepo do objecto ser plano. Uma iluminao mais direta e dura, ir provocar sombras mais delineadas e dessa forma, criar mais contraste entre sombra/luz e dar-nos mais volume num cenrio, do que uma iluminao mais suave. Procure explorar a volumetria dos espaos/objetos que fotografa.

  • www.olhares.com 6

    FILTRO UV O uso de um Filtro UV (Ultravioleta) numa objectiva, aceite universalmente, isto porque as objectivas so caras e no convm risca-las, nem danifica-las. O filtro UV o que faz, filtrar os raios ultravioleta que no so visveis a olho nu, nem to pouco fotograficamente, por isso, na realidade, o que o filtro faz proteger a objectiva. No entanto, existem vrios tipos de Filtros, com diferentes qualidades e preos, e mesmo um filtro UV muito bom ir criar flares de luz em determinadas situaes de iluminao. O uso de um filtro UV noite no acrescentar valor imagem, pelo contrrio, ir espalhar flares/halos de luz pela imagem. Fotografar ao fim do dia, com a luz solar, tambm iremos ter os tais flares a estragar a nossa fotografia. Podemos minimizar ou at evitar que isto acontea, retirando o filtro e usando um para-sol para evitar que a objectiva seja atingida pelas radiaes intensas de luz.

  • www.olhares.com 7

    FOTOGRAFIA DE RUA Este tipo de fotografia sempre assumiu um ponto fulcral na histria da fotografia, desde o inicio at agora, desde profissionais e amadores. As ruas representam vrios aspectos do ser humano. Trabalho, entretenimento, vida, morte, cor, movimento, esttica, geral ou de pormenor. Fotografar neste ambiente, apesar de espontneo, requer pacincia. necessrio perder tempo a analisar os cenrios e as suas linhas, a combinao certa de luz, o momento e o tempo certo para fotografar. As ruas so excelentes locais para ver, observar, e antecipar certas aes. Fotografar no s disparar um boto, esta anlise ser fundamental para conseguir interagir de forma adequada com a prpria fotografia, as ruas e as pessoas. Muitas vezes, a Fotografia de Rua, contempla pessoas, seja em primeiro plano, em destaque, seja num segundo plano desfocadas. Trata-se de humanizar os espaos para nos sentirmos mais confortveis com eles. Noutras ocasies, podemos usar as pessoas como escala, para compor e dar referncias de tamanho ao cenrio. Mas fotografia no s pessoas, tambm objetos, pormenores, cor, acima de tudo o importante praticar com a mente e com a cmarapraticar, praticar, praticar

  • www.olhares.com 8

    ESPAO DE COR Todas as mquinas fotografam num esquema de cor RGB (red, green, blue), este o esquema de cor aditivo, ou seja, a juno das trs cores primrias, resultar no branco. Este um esquema de cor que funciona de forma idntica ao olho humano. Zonas claras denotam elevadas concentraes de pigmentao, ao passo que zonas escuras denotam baixas concentraes. Cada fotografia, composta por 1/3 de vermelho, 1/3 de verde e 1/3 de azul. Podemos escolher na mquina, se queremos fotografar num espao de cor sRGB ou Adobe RGB. So ambos RGB mas a grande diferena prende-se com o espao de cor representado, ou seja, se pretendemos editar as imagens, melhor termos o ficheiro em adobe RGB, porque dessa forma temos um espao mais abrangente de cor. Vamos imaginar que em sRGB temos 4 tipos de amarelos, em adobe RGB teremos 12 tipos de amarelos, ou seja, um espao de cor muito mais amplo e importante para edio e impresso. Em relao impresso de fotografias, as impressoras trabalham num esquema de cor CMYK (cian, magenta, yellow, black), este o esquema de cor subtrativo, a juno do canal ciano, magenta e amarelo, resultar na cor preta. Juntando R (vermelho) + G (verde) teremos o Y (amarelo), R (vermelho) + B (azul) = M (magenta), G (verde) + B (azul) = C (ciano). Teremos que ter em considerao, que o espao de cor da fotografia no monitor estar em RGB e da fotografia impressa em CMYK, ou seja, muitas vezes, ter que haver uma converso de esquemas de cor.

  • www.olhares.com 9

    TIPOS DE CMARAS E SENSOR Existem desde logo, cmaras analgicas e digitais. Os princpios tcnicos so os mesmos, numa cmara analgica e numa digital, a grande diferena a possibilidade de visualizao imediata. Em vez de um rolo/filme, as cmaras digitais, usam um carto de memria para armazenar as fotografias e com o digital, apareceram conceitos novos como: Pixel, JPG, RAW, AdobeRGB, etc. So vrios os tipos de cmaras que existem atualmente no mercado, desde simples telemveis, passando por compactas, bridge, hbridas, instantneas, lomografia, reflex (slr), etc. O que realmente diferencia todos estes tipos de cmaras, no se prende com os megapixis, mas sim, com o sensor e o seu tamanho. O sensor o componente que converte a luz fotografada em sinais electrnicos e posteriormente no formato digital que podemos ver na cmara, computador ou em impresso. Quanto maior o sensor melhor ser a nitidez da imagem final mais pontos de luz verdadeiros sero transformados em imagem. Uma cmara compacta, tem um sensor muito mais pequeno do que uma cmara reflex. Numa cmara reflex, existem os sensores FULL FRAME e os APS-C que normalmente tem um factor de converso entre 1,5x e 1,