Click here to load reader

Matriz curricular-6-ano-marista

  • View
    122

  • Download
    3

Embed Size (px)

Text of Matriz curricular-6-ano-marista

1. 01 Direo: Prof Renata Teixeira Junqueira Freire Vice Direo Administrativa: Mrcio Les Alcal Coordenao Pedaggica Educao Infantil e 1 Ano Ensino Fundamental I Prof. Hevelyn Tatiane Silva Barcelos Campelo Coordenao Pedaggica Ensino Fundamental I: Prof. Marta Candido Moreira Coordenao Pedaggica Ensino Fundamental II: Prof. Adriene Cristina Pontes Alves Silva Coordenao Pedaggica Ensino Mdio: Prof. Neusi Rosa Gonzaga Oliveira 2. 02 NOSSA MISSO A Misso da UBEE-UNBEC educar e evangelizar crianas e jovens, fundamentada em So Marcelino Champagnat, para formar cristos e cidados comprometidos na construo de uma sociedade sustent- vel, justa e igualitria. VISO DE FUTURO Ser referncia nacional em educao, pastoral e ao social, reconhe- cida por: Excelncia acadmica e formao em valores Empreendedorismo educacional, social e cultural Desenvolvimento do protagonismo infanto-juvenil Gesto profissional e estratgica Forte identidade e imagem institucional Efetiva articulao com a comunidade eclesial e a sociedade. PROPOSTA CURRICULAR Senhores pais, Ao apresentarmos a proposta curricular 2010 queremos ressal- tar a importncia da parceria entre a famlia e a escola. Somos parcei- ros na tarefa educativa. Que sejamos aliados. Que possamos compre- ender a escola, como uma instituio de precioso valor na formao de nossas crianas e jovens. Nosso projeto educativo integra o desenvolvimento dos nossos 3. 03 alunos na dimenso formativa e informativa. Ou seja, queremos ga- rantir uma excelente formao acadmica, que permita o desenvolvi- mento das diferentes capacidades de nossos alunos; intelectuais, s- cio-afetivas e psicomotoras. Uma escola, que realmente, possa solidi- ficar bases necessrias para o sucesso futuro de nossos alunos na car- reira profissional, que escolherem. Ao mesmo tempo, consideramos de extrema importncia, a formao de valores, como a defesa da jus- tia social, da solidariedade, do amor ao prximo. Consideramos a f, como alicerce para a fora interior e estruturao humana. Assim, ser, conviver, refletir, sentir, construir , expressar, so aes que se tor- nam princpios e perspectivas de nosso trabalho. Precisamos formar profissionais, mas profissionais que sejam pessoas humanas, equilibradas e felizes. Contamos com a confiana e a parceria efetiva durante o ano, para que os contedos trabalhados, sejam realmente instrumentos para o desenvolvimento intelectual e humano de nossos alunos. Recebam o nosso abrao fraterno. Mrcio Alcal Vice-diretor Administrativo Renata Teixeira Junqueira Freire Diretora 4. Querido(a) aluno(a) Ao entregarmos a proposta curricular 2010 destacamos a importn- cia da sua participao e compromisso para o sucesso do nosso projeto educativo. Assim se constitui de fundamental importncia a sua responsabili- dade em aspectos como: Pontualidade e assiduidade Participao efetiva nas aulas Estudo e cumprimento das tarefas de casa Empenho nas avaliaes e atividades pedaggicas Postura de aprendiz, ou seja, a demonstrao do desejo de apren- der, de buscar, de querer aprender. Neste caderno esto importantes informaes sobre a programao curricular que ser desenvolvida em 2010. Conhea o que ser estudado, acompanhe nosso trabalho e traga suas perguntas, ideias e sugestes. Lembre-se que na sua caminhada como estudante, voc contar com as nossas orientaes, apoio e confiana. Conte conosco! O seu sucesso o nosso sucesso! Renata Teixeira Junqueira Freire AVALIAO DE APRENDIZAGEM Queremos cabeas bem cheias ou bem feitas? Alunos alegres ou instrudos? Um desen- volvimento global ou aquisio de noes? Queremos interiorizar normas ou desenvol- ver a criatividade e a autonomia? PERRENOUD, Phillipe Nas disposie gerais do Captulo II do artigo 21, Lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional), constam, entre os critrios, para 04 5. 05 a verificao do rendimento escolar na Educao Bsica: A avaliao contnua e cumulativa do desempenho do educando, destacando-se os aspectos, qualitativos e os resultados no processo sobre os quantitativos e os das provas finais; Os estudos de recuperao obrigatrios e preferencialmente pa- ralelos ao perodo letivo. Assim, em consonncia com o que determina a lei e, de acordo com a concepo de ensino-aprendizagem adotada no Colgio Marista Diocesano, organizamos o processo de avaliao da seguinte forma: a) Os perodos de avaliao A avaliao durante todo o processo de ensino aprendizagem, por meio de instrumentos formais e estratgias informais de observao e in- terpretao qualitativa das habilidades, competncias e conhecimentos construidos pelo educando. Os alunos realizam semanalmente provas escrita, individuais, con- forme cronograma apresentado no incio de cada etapa letiva. Alm das provas individuais semanais, desenvolvem-se atividades e projetos interdisciplinares, trabalhos individuais, estudos dirigidos, debates, semi- nrios, pesquisas, entre outros. s trs etapas letivas, determinadas no calendrio escolar anual, correspondem os perodos de avaliao da aprendizagem e a distribuio de pontos, a saber: 1 etapa: 30 pontos 2 etapa: 30 pontos 3 etapa: 40 pontos No final do ano letivo, ser considerado aprovado o aluno que: tiver frequncia igual ou superior a 75% do cmputo geral da car- ga horrio oferecida na srie; obtiver, em cada disciplina, total igual ou superior a 60% da soma dos pontos distribudos ao longo do ano letivo. Quanto avaliao do aluno no aspecto processual e qualitativo con 6. sidera-se o Conselho de Classe o rgo legalmente institudo (conforme Regimento do Colgio Marista) para a sua realizao. b) Os estudos de recuperao Com o objetivo de oferecer ao aluno outras possibilidades de cons- truo da aprendizagem de contedos e competncias, realizam-se os es- tudos de recuperao paralela e recuperao final. O processo de recuperao se desenvolve em sistema de monitoria, por disciplina, durante a etapa letiva, e realizao de provas, aps o encer- ramento da etapa. Os estudos de recuperao podero ser realizados em todas as dis- ciplinas em que o estudante no atingiu a mdia mnima necessria. Com o objetivo de buscar a recuperao de contedos e notas assim se distribuem os pontos dos estudos de recuperao que anulam os pon- tos obtidos em cada etapa. 1 etapa: 30 pontos 2 etapa: 30 pontos Recuperao Final: 100 pontos Entre a nota da etapa e a da recuperao, prevalece a maior nota, observando-se o limite da mdia (60%). O aluno pode obter, como resultado mximo da recuperao final e do respectivo ano letivo, o correspondente mdia: 60% do total distribu- do durante o ano. SO FUNES DA AVALIAO DA APRENDIZAGEM NO COLGIO MARISTA DIOCESANO DE UBERABA. Diagnosticar: caracterizar o aluno quanto aos seus interesses, ne- cessidades, conhecimentos e habilidades; identificar dificuldades e poss- veis causas; Retroinformar: oferecer subsdios para replanejamento do trabalho docente; Estimular o desenvolvimento individual do aluno, a partir do seu 06 7. autoconhecimento; Verificar o rendimento escolar com vistas certificao da aprova- o para a srie seguinte. No contexto do programa de Educao Integral, desenvolvido no CMDS, consideramos a importncia de diferentes tipos de aprendizagem, alm dos aspectos conceituais inerentes cada disciplina escolar. Aborda- mos e avaliamos, portanto, o conhecimento do aluno nas seguintes cate- gorias: a) A avaliao dos contedos atitudinais, feita pela observao sis- temtica dos alunos atravs de opinies emitidas e de suas atuaes nas atividades grupais, nos debates, nas assemblias, nas manifestaes dentro e fora de sala de aula, nas atividades de campo, excurses, nas distribui- es das tarefas e responsabilidades, durante o recreio, nas atividades esportivas, etc. b) A avaliao dos contedos procedimentais, que implicam no sa- ber fazer, isto , se d quando verificamos o desempenho do aluno na aquisio do saber dialogar, debater, fazer pesquisa, trabalhar em equipe, utilizar instrumentos. c) A avaliao dos contedos conceituais, que se situam, especial- mente, dentro das capacidades cognitivas. A metodologia que adotamos para avaliao da aprendizagem dos conceitos o domnio deles expresso por meio de representaes por escrito, utilizando de habilidades cognitivas de progressiva complexidade, tais como: transferncia, deduo, classifi- cao, inferncia, anlise, sntese, julgamento, etc. 07 8. 08 6 ANO HISTRIA INTENO EDUCATIVA DA REA: EntenderaHistriacomooestudodossereshumanosemsuasrelaes sociais sob diferentes tempos e espaos, perceber as experincias humanas em seu constante processo de transformao fazendo com que os homens sejam sujeitos e produtos da Histria, perceber o movimentoeadiversidade,estabelecendocomparaesentregrupos esociedades,situar-sediantedaspermannciasemudanas,rupturas e continuidades. Objetiva-se que os alunos possam ampliar suas capacidades lanando um novo olhar sobre as mltiplas possibilidades da sociedade e dos processos de compreenso humana e desenvolvendoaautonomiaeacompreensodarealidadeedescubra- se como participante e co-responsvel na vida social. CONTEDOS PROGRAMTICOS Que histria essa? Os diferentes significados da palavra histria Tempo e histria Divises da histria A pr-histria Havia histria antes da Histria? O Estudo da Pr-Histria A origem do ser humano A evoluo do ser humano 9. 09 Os perodos da Pr-histria Grandes mudanas: agricultura, domesticao e metalurgia. O homem chega Amrica Os primeiros habitantes da Amrica A origem dos primeiros povos americanos Os perodos da Pr-Histria americana A diversidade das sociedades americanas O povoamento do atual territrio brasileiro Os indgenas do Brasil Quando comeou a nossa histria? Os grupos indgenas do Brasil Modos de vida, crenas e mitos A Histria dos povos indgenas hoje A civilizao egpcia O que uma civilizao? A origem da civilizao egpcia Uma hiptese sobre o surgimento do Estado no Egito A diviso social e a economia no Egito antigo Os perodos da histria egpcia Religio, cincia e arte As civilizaes da Mesopotmia Mesopotmia: regio entre rios Povos e imprios da Mesopotmia Assrios e caldeus - origem de dois grandes imprios Economia, sociedade e poltica 10. 10 Alguns aspectos culturais Hebreus, Fencios e Persas Semitas e Indoeuropeus Os Hebreus A verso bblica da Histria dos Hebreus Diviso e disperso dos Hebreus Os Fencios Os Persas As primeiras civilizaes da Amrica A Amrica antes de Colombo As primeiras civilizaes da Mesoamrica Os Maias Os Astecas As civilizaes andinas Origens da Grcia antiga As relaes de poder ontem e hoje A Grcia Antiga O perodo Pr-Homrico: a civilizao cretense O perodo Homrico O perodo Arcaico e as polis A Grcia clssica O perodo Clssico A sociedade Espartana A sociedade Ateniense As leis e a poltica em Atenas 11. 11 A trajetria grega: do clssico ao helenismo A cultura da Grcia antiga As guerras Mdicas e a hegemonia ateniense As guerras do Peloponeso e o perodo Helenstico A religiosidade na Grcia antiga As artes na Grcia antiga A filosofia e cincia A cultura helenstica Roma: Da Monarquia Repblica Origens da civilizao romana A Monarquia romana A Repblica romana Sociedade e conflitos O expansionismo romano A crise da Repblica O imprio romano O Imprio romano O Triunvirato e a ditadura de Csar O Alto Imprio Dinastias do Alto Imprio O Baixo Imprio Aspectos culturais da Roma antiga A civilizao da ndia e da China ndia: primrdios da civilizao Os Vedas e as invases dos Persas As dinastias Muria e Gupta China 12. 12 Antigas dinastias A China Imperial INGLS INTENO EDUCATIVA DA REA: A rea tem como objetivo principal que o educando perceba o texto em sua funo sociocomunicativa, por isso privilegia o estudo da estrutura das caractersticas e da finalidade de diversos gneros textuais. Espera-se que ele interaja com o texto como seu interlocutor e,portanto,escolhaentreaspossibilidadesdalnguainglesa,asformas apropriadassdiversassituaesdecomunicao.Comoleitor,deseja- se que o aluno oua, analise, interprete, avalie e critique as produes de fala e de escrita do outro; como produtor de texto, que expresse seupontodevista,comclarezaeobjetividade,considerandoasituao comunicativa e o ponto de vista do interlocutor. CONTEDOS PROGRAMTICOS: Basic Level ( Nvel 1) Present tense TO BE/ Possessive Adjectives/Personal Pronouns Cardinal Numbers ( 1 to 10)/Countries/Cities. Present Tense TO BE/Possessive Adjectives/Personal Pronouns/ Wh-questions: WHAT, WHERE, HOW/ Cardinal Numbers (11 to 20). Possessive Adjectives/Personal Pronouns/ A-AN/ Singular and Plural nouns/Nationalities/Occupations/Food. Prepositions of place: in-on-under/Present tense TO BE: Yes/No questions and WH-questions/Colors/Everyday objects/School objects. 13. 13 Possessive (s) /Possessive Adjectives/ This-That-these-those/ Alphabet/Family numbers. Question words/Personal Pronouns/Possessive adjectives/ Present tenseTO BE/Cardinalnumbers (21-101)/Months/Sports. Present tense TO BE: affirmative-negative-interrogative/ Adjectives describing feelings. Adjectives/School subjects/Days of the week. There is-are/ Some-any/ Places in a town/weather/parts of the house & furniture. Imperative(aff.andneg.)/Spellingofpluralnouns(-s/-esendings)/ weather Can (request)/ School related words. Advanced Level ( Nvel 2) Welcome Unit Verb to be am-is-are)/The Alphabet/Greetings/ Numbers 1 to 20/ Spelling/School Objects & classroom commands. Question words: What-where & how old/ preposition from/ Possessive Adjectives: my and your/ Verb to be ( aff. )/subject pronouns (I-you-he-she)/Where + to be/Verb to (int.) and short answers/ Subject pronoun: it/ Question words: when and how/ Preposition in + month/Countries and nationalities/Colors/ Months of the year. Verb to be ( neg.)/ Subject pronouns: we and they/verb to be and short answers/Possessive Adjectives: my-his-her-our and their? Parts of the body/ Adjectives (physical characteristics and personality)/Occupations/Sports/Adjectives/Opinionadjectives/ Titles ( Mr./Miss, Mrs./ Ms.). 14. 14 Demonstrative pronouns: this that and these - those/Indefinite articles:aandan/Possessive (s)/ Lets + verb/Conjunctions:and- but/School objects/Personal objects/Objects. There is there are (aff.- neg.-int.) + short answers/ Where is- are?/Prepositions of place/Any and no/Question word: how many/ Pronoun: none/ school and neighbors facilities/objects/ numbers 20-50. Possessive(s)/regularandirregularplurals/wordorder/have- has/What about + noun or verb + ing/ There is-are vs. have-has/ family members/parts of the body/ Chunks: go & play + activities and sports/Occupations. Verbs: love-like, dont like, hate/have x dont have/prepositions of time: in on- from to-at/ Question words: When? What time?/School subjects/days of the week/periods of the day/ hours a.m. p.m./Sorry-no problem/thats all right Present simple (aff) + subject pronouns I-you-we and they./ Sequences: first-then-after that/Present simple(int.) + short answers with subject pronouns I-you-we and they/ Prepositions : by and on/Present simple (neg.) + subject pronouns: he and she/ every day activities/meals/outdoor activities and sports/ Acronyms/ Chunk: how do you go to?/Collectables/Pets PresentSimple(aff.)/subjectpronounsHeandshe/Presentsimple (int.) + short answers/subject pronouns: he, she and it/adverbs of frequency: always, often, sometimes and never/position of adverbs of frequency/verbs/adjectives/weird pets. 15. 15 LNGUA PORTUGUESA INTENO EDUCATIVA DA REA: A rea tem como objetivo principal que o educando perceba o texto em sua funo sociocomunicativa, por isso privilegia o estudo da estrutura das caractersticas e da finalidade de diversos gneros textuais. Espera-se que ele interaja com o texto como seu interlocutor e, portanto, escolha entre as possibilidades da lngua materna, as formasapropriadassdiversassituaesdecomunicao.Comoleitor, deseja-se que o aluno oua, analise, interprete, avalie e critique as produes de fala e de escrita do outro; como produtor de texto, que expresse seu ponto de vista, com clareza e objetividade, considerando a situao comunicativa e o ponto de vista do interlocutor. Em relao Literatura, objetivam-se o desenvolvimento pelo gosto da leitura e a apreciao, da dimenso esttica dos textos literrios. importante tambm que o aluno reconhea a literatura como forma de expresso esttica de sentimentos humanos e valores sociais, produto de um trabalho do homem historicamente situado. CONTEDOS PROGRAMTICOS: Linguagemoral Leitura oral: expressividade, entonao, musicalidade, dico (poema, relato pessoal, notcia, reportagem). Interpretao do texto oral, considerando a polissemia, a ambiguidade e a subjetividade do discurso. Anlisedasintenesexplcitas,infernciadasintenesimplcitas do enunciador e posicionamento crtico em relao s vozes do discurso. 16. 16 Argumentao e contra-argumentao com consistncia e objetividade. Elaboraode sntesesoraisapartirdaescutadeideiasedebates, teses e opinies e / ou a partir de leituras diversas. Linguagemescrita Gneros textuais: conto maravilhoso, resumo, relato pessoal, e- mail, dirio, cartaz, receita, fbula, poema (contato e uso), propaganda, histria em quadrinhos / tirinha, esquema, pequenos textos de opinio. Anlise e reflexo sobre a lngua Caractersticas dos gneros textuais. Anlise das sequncias discursivas: descrio e narrao Variao lingustica Lxico: sinonmia. Ambiguidade Linguagem conotativa Fato / opinio Ortografia Anlise do efeito de sentido decorrente do uso de pontuao expressiva Morfossintaxe: Relaes morfossintticas (determinantes e determinados) Classes de palavras: substantivo, adjetivo e locuo adjetiva, pronome, numeral, artigo Concordncia nominal 17. 17 Correlao de termos referentes REDAO INTENO EDUCATIVA DA REA: A rea tem como objetivo principal que o educando perceba o texto em sua funo sociocomunicativa, por isso privilegia o estudo da estrutura das caractersticas e da finalidade de diversos gneros textuais. Espera-se que ele interaja com o texto como seu interlocutor e, portanto, escolha entre as possibilidades da lngua materna, as formasapropriadassdiversassituaesdecomunicao.Comoleitor, deseja-se que o aluno oua, analise, interprete, avalie e critique as produes de fala e de escrita do outro; como produtor de texto, que expresse seu ponto de vista, com clareza e objetividade, considerando a situao comunicativa e o ponto de vista do interlocutor. CONTEDOS PROGRAMTICOS Linguagemoral Leitura oral: expressividade, entonao, musicalidade, dico. Interpretao do texto oral, considerando a polissemia, a ambiguidade e a subjetividade do discurso. Percepo das intencionalidades discursivas ao analisar as informaes explcitas e implcitas, as inferncias e os pressupostos,almdeposicionamentocrticoemrelaosvozes do discurso. Argumentao e contra-argumentao com consistncia e objetividade. 18. 18 Elaboraodesntesesoraisapartirdaescutadeideias,debates, teses e opinies levando-se em conta leituras diversas. Linguagem escrita Produo de textos Reconhecimento e caracterizao dos tipos de textos: narrativo, descritivo, dissertativo, injuntivo e preditivo Reconhecimento e caracterizao dos diversos gneros textuais: conto maravilhoso, resumo, relato pessoal, e-mail, dirio, cartaz, receita, fbula, poema, propaganda, histria em quadrinhos/ tirinha, esquema, pequenos textos de opinio Produo de textos com clareza e objetivadade Adequao da linguagem ao interlocutor e situao Apresentao de textos levando-se em conta a legibilidade, a organizao espacial, a correo e a pontuao Elaborao de textos com coerncia, coeso, continuidade, considerando-se o tipo e o gnero textual proposto, tendo em vista um possvel leitor Segmentao do texto em pargrafos Transposio da linguagem no-verbal para a verbal e vice-versa Relacionamento entre linguagem verbal e no-verbal na elaborao de textos. MATEMTICA INTENO EDUCATIVA DA REA: Asreflexessobreoconhecimentomatemtico,suanatureza,seupapel na sociedade hoje, sua construo individual e coletiva trazem para a educao o desafio de refletir a respeito da colaborao que a 19. 19 Matemtica tem a oferecer com vistas formao da cidadania. Ou seja, sua contribuio para a constituio de condies humanas de sobrevivncia, insero das pessoas no mundo do trabalho, das relaes sociais e da cultura, com o desenvolvimento de posicionamento crtico e propositivo diante das questes sociais. CONTEDOS PROGRAMTICOS Nmeros e Operaes Operaes fundamentais no Conjunto dos Nmeros Naturais (N) Potenciao, raiz quadrada e expresses numricas Mdia aritmtica Mltiplos e divisores Divisibilidade e seus critrios Nmeros Primos Clculo de MDC e MMC Forma fracionria dos nmeros racionais e suas operaes Relaoentreasrepresentaesfracionria,decimalepercentual Geometria Ideia de ponto, reta e plano ngulos: Definio e construo Regies planas Polgonos Tringulos e quadrilteros Permetro de um polgono reas das figuras planas 20. 20 Slidos geomtricos Volume do paraleleppedo retngulo Grandezas e Medidas Medida de tempo Medida de ngulo Unidades de medida de comprimento Unidades de medida de superfcie Unidades de medida de volume Unidades de medida de capacidade Relao entre volume e capacidade Obs: Os contedos so trabalhados com nfase na resoluo de problemas, envolvendo o cotidiano do aluno. GEOGRAFIA INTENO EDUCATIVA DA REA: Levar o aluno a compreender e explicar as relaes da sociedade com o meio em que vive, a partir de conceitos, imagens, dados estatsticos, categorias e procedimentos bsicos que fundamentam a cincia geogrfica. Alm disso, permitir a capacidade de instrumentalizar o espao geogrfico no qual as relaes se harmonizem em busca de uma sociedade justa, cidad e ciente da importncia da preservao do espao geogrfico. CONTEDOS PROGRAMTICOS Desvendando paisagens e compreendendo o mundo 21. 21 Paisagem, espao e lugar O trabalho humano e a alterao do espao geogrfico A importncia da Cartografia e a linguagem cartogrfica. Orientao no espao geogrfico (rosa dos ventos, coordenadas geogrficas, latitude, longitude, hemisfrios e outros). O Planeta Terra Caractersticas gerais do planeta Terra A estrutura interna da Terra e os grandes acontecimentos geolgicos As formas de relevo e os agentes formadores Os rios e as bacias hidrogrficas Os climas As grandes paisagens vegetais Atuaodohomem O espao rural, suas paisagens e transformaes O espao humano, suas paisagens e transformaes O extrativismo e a agropecuria Indstria, comrcio e prestao de servios As fontes de energia ARTE INTENO EDUCATIVA DA REA: O ensino de arte visa uma proposta educativa integrada, onde as diferentes linguagens e formas de expresso artstica possibilitem a 22. 22 formao de crianas e jovens mais crticos esteticamente e culturalmente, alm de oportunizar experincias que desenvolvam a criatividade e a sensibilidade atravs do olhar artstico. CONTEDOS PROGRAMTICOS Eixos do Contedo Arte e Vida Arte e Linguagem Arte na Construo da Identidade do Homem Perceber manifestaes artsticas em nosso dia-a-dia. Valorizar a arte como manifestao cultural e forma de comunicao entre os povos. Reconhecer os diferentes contextos da arte. Reconhecer a presena da arte e suas relaes sociais, culturais, religiosas e estticas. Perceber e reconhecer elementos da composio plstica e artstica em geral. Observar e reconhecer as diferentes formas de registro da figura humana em movimentos artsticos e atividades de expresso. ReconhecerosprimeirosprodutoresdeartenoBrasilenomundo Arte na Antiguidade, Arte Indgena, Arte Rupestre. Produzir atividades artsticas, individuais e em grupos, a partir dos contedos estudados Relacionar arte e religiosidade, arte e cincia, arte e expresso de sentimentos, arte e manifestao de protesto e crtica. 23. 23 CINCIAS INTENO EDUCATIVA DA REA: EnvolveasdisciplinasdeCinciasdoEnsinoFundamentalIeII(Cincias Naturais, de acordocom os PCNs), Biologia, Fsica e Qumica do Ensino Mdio. Temos substitudo a viso puramente lgica por uma participaoefetivadoalunonoprocessodeaprendizagem.Socriadas condies para que o aluno identifique problemas, a partir de observaes sobre um fato, proponha e teste hipteses, podendo ou no refut-las. Trata-se de permitir que o aluno possa redescobrir o que a cincia j conhece. Adequados a cada nvel, os temas: meio ambiente, sade e tecnologia so sempre abordados e, quando possvel, de forma inter e transdisciplinar. Entendemos que valorizar o conhecimento da natureza permitir ao alunoposicionar-semelhorfrenteaosdesafioscrescentes,emespecial, o de um modelo para o desenvolvimento sustentvel e os avanos da biotecnologia. Outra ao que desenvolvida pela rea o incentivo a leitura e interpretao de textos de cunho cientfico e a aplicao dos conhecimentos de Biologia, Fsica e Qumica na compreenso dos fenmenos naturais. Atividade relevante desenvolvida pela rea so as aulas prticas laboratrios de Cincias, Biologia, Fsica e Qumica. As aulas prticas permitem reforo e auxlio ao desenvolvimento dos contedos aplicadosemsaladeaula,inclusivecomodesenvolvimentodeprojetos cientficos que, em geral, so expostos durante a Mostra de Cincias e Tecnologia. 24. 24 CONTEDOS PROGRAMTICOS Ecologia Fatores biticos e fatores abiticos presentes no ambiente Cadeias e teias alimentares Sol como fonte de energia bsica para a manuteno da vida Fotossntese como processo de produo de matria orgnica e de gs oxignio Situaes de desequilbrios nas teias alimentares em funo das mudanas de ambiente Decomposio pela atividade trfica de bactrias e fungos Relaes entre os seres vivos no ambiente Solo O interior da Terra Tectonismo de placas e suas consequncias Rochas: sua utilizao e dos minerais pelo homem Petrleo:fontedevriassubstnciasemateriais(plstico,fibras, combustveis, etc) Solo: formao, tipos, importncia, problemas, uso consciente e tcnicas de melhoria Lixo: destinao, problemas ambientais e sociais, conscincia e processos de tratamento, reciclagem ou reutilizao Sade: manuteno e preveno de verminoses gua gua: caractersticas, propriedades, uso e qualidade Mudanas de estado fsico 25. 25 Natureza ciclca das transformaes da gua na natureza. Ponto de fuso e de ebulio: presso atmosfrica e altitude Tratamento da gua: ETA e ETE Propriedades fsicas da gua: presso, vasos comunicantes, princpio de Pascal gua como fonte de energia Sade, contaminao e poluio da gua: manuteno e preveno de doenas Ar Ar: presena, composio, caractersticas e qualidade Camadas atmosfricas: as propriedades, ar rarefeito, altitude e presso atmosfrica Propriedades dos principais gases da nossa atmosfera Poluio atmosfrica: alteraes na composio do ar atmosfrico devido emisso de substncias, partculas e outros materiais produzidos por agentes poluidores Efeito estufa, destruio da camada de oznio, chuva cida e inverso trmica Propriedades fsicas do ar: presso atmosfrica, compressibilidade e elasticidade Previso do tempo: aparelhos de medio, massas de ar e temperatura Sade: manuteno e preveno de doenas Universo Sistema solar: planetas, satlites, meteoros, cometas e demais astros 26. 26 Estrelas e galxias Planeta Terra: rotao, translao e eclipses Feira de Cincias Pesquisa, criatividade, inveno e vocao cientfica SERVIO EDUCAO FSICA ESCOLAR ( SEFE) INTENO EDUCATIVA DA REA: Contribuir para a formao integral e para a qualidade de vida dos alunos, possibilitando uma reflexo sobre suas potencialidades corporais. Assim, por meio do desenvolvimento de sua autonomia, o aluno poder exercer sua funo de integrante, dependente e agente transformador da sociedade, dentro de uma vivncia crist e culturalmente significativa. Dessa forma, ser considerado o todo: os aspectos sociais, psicoafetivos, emocionais e corporais, de maneira interligada. CONTEDOS PROGRAMTICOS Ncleos estruturadores e estruturantes do currculo: Corpo Identidade Estrutura e funcionamento Sade Jogos e Brincadeiras Contextualizao scio-histrica e cultural Caractersticas 27. Regras Tcnicas Tticas Esporte Contextualizao scio-histrica e cultural Caractersticas Regras Tcnicas Tticas Basquete Futsal Futebol de campo Voleibol Peteca Atletismo Jogos de salo: dama, xadrez e tnis de mesa Ginstica geral e de solo Contextualizao scio-histrica e cultural Caractersticas Princpios e normas Tcnicas Lutas Contextualizao scio-histrica e cultural 27 28. Caractersticas Regras Tcnicas Eventos Organizao Caractersticas Competio Jogos internos Jogos municipais Amistosos Olimpada Provincial Marista ENSINO RELIGIOSO INTENO EDUCATIVA DA REA: Promover a compreenso, a interpretao e a (re)significao da religiosidade e do fenmeno religioso em suas diferentes manifestaes,linguagensepaisagensreligiosaspresentesnasculturas e nas sociedades. CONTEDOS PROGRAMTICOS O ser humano um ser Religioso Religiosidade Fenmeno Religioso Religio 28 29. Transcendncia Tema da Campanha da Fraternidade 2010: Economia e Fraternidade Religies que formaram a religiosidade do povo brasileiro: As prticas religiosas indgenas As religies europeias As religies africanas Movimentos messinicos Religies orientais Sinais culturais de religiosidade existentes no povo brasileiro: Expresses religiosas incorporadas fala corrente, cultura e linguagem popular Costumes, gestos religiosos e expresses orais Manifestaes da religiosidade popular em diferentes regies brasileiras 29