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Medicina e salvação (ms)

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Text of Medicina e salvação (ms)

  • 1. Medicina e Salvao Ellen G. White 2008 Copyright 2012 Ellen G. White Estate, Inc.
  • 2. Informaes sobre este livro Resumo Esta publicao eBook providenciada como um servio doEstado de Ellen G. White. parte integrante de uma vasta colecode livros gratuitos online. Por favor visite o website do Estado EllenG. White. Sobre a Autora Ellen G. White (1827-1915) considerada como a autora Ameri-cana mais traduzida, tendo sido as suas publicaes traduzidas paramais de 160 lnguas. Escreveu mais de 100.000 pginas numa vastavariedade de tpicos prticos e espirituais. Guiada pelo EspritoSanto, exaltou Jesus e guiou-se pelas Escrituras como base da f. Outras HiperligaesUma Breve Biograa de Ellen G. WhiteSobre o Estado de Ellen G. White Contrato de Licena de Utilizador Final A visualizao, impresso ou descarregamento da Internet destelivro garante-lhe apenas uma licena limitada, no exclusiva e in-transmissvel para uso pessoal. Esta licena no permite a republica-o, distribuio, atribuio, sub-licenciamento, venda, preparaopara trabalhos derivados ou outro tipo de uso. Qualquer utilizaono autorizada deste livro faz com que a licena aqui cedida sejaterminada. Mais informaes Para mais informaes sobre a autora, os editores ou como po-der nanciar este servio, favor contactar o Estado de Ellen G. i
  • 3. White: (endereo de email). Estamos gratos pelo seu interesse epelas suas sugestes, e que Deus o abenoe enquanto l. ii
  • 4. iii
  • 5. Prefcio da primeira edio Como preservar a sade e como desfrut-la, como evitar enfer- midades e como trat-las, so problemas verdadeiramente vitais e atuantes no mundo mdico de hoje. Nunca dantes na histria da hu- manidade tm estas grandes questes recebido mais srio e intensivo estudo cientco e ampla publicidade do que se lhes dispensa na hora presente. A cincia mdica em todas as suas ramicaes tem feito maravilhoso progresso durante esta ltima metade de sculo. Seria necessrio todo um volume para enumerar e explicar as desco- bertas, o desenvolvimento e as conquistas que tm sido alcanados neste grande departamento de interesse humano e de bem-estar. O conhecimento que se tem alcanado no exaustivo estudo destes as- suntos fundamentais tem sido dado a pblico em volumes altamente tcnicos e cientcos, e de modo mais simples em livros, revistas, jornais e em palestras. Este volume, intitulado Medicina e Salvao, mais uma valiosa contribuio s necessidades do mundo no domnio do bem- estar fsico, mental e espiritual. nico no gnero em seu escopo. Ele reconhece e enaltece o que h de verdadeiramente cientco nas causas de no tratamento das enfermidades. D forte nfase observncia de tudo que se relacione com a preveno de doenas. E mais, a autora deste volume reconhece que o pecado, a transgresso da lei divina, a causa primria das enfermidades, doenas e morte. Crendo que a transgresso da lei moral conduz ao descaso para com as leis do corpo e da mente, a autora atribui grande importncia obedincia lei moral como uma das primeiras condies para a conquista de uma sade perfeita. E a obedincia lei moral, insiste- se, s pode ser conseguida mediante a aceitao de Cristo e unio com Ele, o Redentor do homem arruinado pela transgresso. Da que o perfeito remdio para todos os males da famlia humana a combinao, apreciao e observncia das leis fsicas, mentais e[IV] espirituais de nosso ser. iv
  • 6. este vasto e todo-abarcante escopo de instruo exposto emMedicina e Salvao, que o recomenda to altamente para o p-blico. No se trata de instruo tcnica; ela pode ser compreendidapelo leigo. Os requisitos apresentados para sade espiritual, mentale fsica e para felicidade so to racionais que se pode com elesconcordar. A parte que se relaciona com preveno de enfermidades de especial valor, pois, como diz velho adgio, prevenir melhordo que remediar. A autora deste livro, Sra. Ellen G. White, devotou perto de se-tenta anos de sua vida ativa, movimentada, ao ministrio evanglico.Em sua juventude ela foi invlida. Nos primeiros tempos de sua vidade casada teve que se haver com corao debilitado, com cncer eoutras enfermidades. idade de trinta e seis anos ela experimentougrande despertamento sobre o assunto da temperana no que ela serelacione com a sade, com a ecincia fsica e mental, e com a vidacrist. A aplicao rgida do conhecimento alcanado em relao sleis da mente e do corpo trouxe-lhe grande alvio e restaurao, eda em diante, at o m de seus rduos labores um perodo deaproximadamente cinqenta anos ela foi fervorosa expositorados princpios de sade e temperana. Em 1865 a Sra. Ellen G. White fez um apelo Igreja Adventistado Stimo Dia, de que era membro, para que se estabelecesse umainstituio mdica em que se desse aos enfermos instruo sobre asleis da sade. Em resposta, tal instituio foi estabelecida em BattleCreek, Michigan. Este empreendimento alcanou grande sucesso.A instituio cresceu, atingindo grandes propores, e por cerca demeio sculo tem sido conhecida como o Sanatrio de Battle Creek.Nos anos subseqentes muitas instituies irms similares tm sidoestabelecidas em diferentes partes dos Estados Unidos e em muitosoutros pases do mundo. Os Depositrios dos Escritos de Ellen G.White, tendo encon-trado nos arquivos de suas cartas e manuscritos muitos documentosat ento no publicados, os quais contm valiosa instruo para m-dicos, enfermeiros, dirigentes de hospitais, auxiliares, evangelistas eobreiros cristos, crem que este valioso conselho deve ser entregueao pblico. nossa sincera esperana que este volume se prove umagrande bno para os seus leitores, e por intermdio destes, a umagrande multido a quem possam ministrar.
  • 7. A. G. Daniells[V]
  • 8. Prefcio para a segunda edio Fundo histrico dos escritos de Ellen G. White sobre sade A procura contnua dos livros de Ellen G. White exige frequentesreimpresses, e ocasionalmente novas edies. Este volume, publi-cado inicialmente em 1932, est agora aparecendo em uma segundaedio. Embora o corpo tipogrco e o tamanho da pgina tenhamsido alterados para deix-lo de conformidade com o tamanho popu-lar, est de acordo com a impresso anterior. Dessa forma, a novaedio continua em harmonia com as referncias que se acham nondice Geral dos Escritos de Ellen G. White. Medicina e Salvao foi o primeiro livro de Ellen G. White,extensamente compilado de fontes no publicadas, a ser impresso emocasio pstuma. Serviram como orientao nesta obra as instruesda Sra. White dadas Comisso de Depositrios por ela apontada.Em sua autorizao comisso, tomou ela providncias para aimpresso de compilaes de meus manuscritos. Reconhecia elaque nas mensagens dirigidas a indivduos e instituies atravs dosanos, havia conselhos que seriam de utilidade causa em geral. Medicina e Salvao tem ocupado sua posio junto com outroslivros da mesma autora, e trabalhos adicionais sobre o problema dasade se tm seguido. Uma vez que este mais um elo na cadeiados livros dedicados a este importante assunto, parece natural revera histria das vrias produes de Ellen G. White, tanto as passadascomo as atuais, que tm relao com os princpios da sade e a obramdica. Isso ajudar o leitor a identicar as vrias publicaes queesto sendo impressas e as que no o esto, neste campo vital. Em 1848, Ellen G. White recebeu instrues concernentes aouso do fumo, ch e caf, e em 1854 foi comunicada luz sobre aimportncia da higiene e do uso de alimentos no muito renadosou muito ricos. Contudo, no foi seno em 1863 que ela teve aprimeira viso clara concernente reforma da sade. Com relaoa isto escreveu ela: Foi na casa do irmo A. Hilliard, em Otsego, vii
  • 9. [VI] Michigan, no dia 6 de Junho de 1863, que o grande assunto da Reforma da Sade foi exposto perante mim em viso. The Review and Herald, 8 de Outubro de 1867. Em ocasies posteriores muitos pormenores relativos a este assunto lhe foram apresentados, e essas vises serviram de base para o mais minucioso trabalho escrito relativo sade e conduta da obra de sade da igreja. Primeiros artigos de E. G. White sobre sade A primeira apresentao escrita da Sra. White sobre o assunto da sade, achava-se em um captulo de trinta e duas pginas intitulado Sade. Isto apareceu em Spiritual Gifts 4:120-151 (1864). Nesse artigo expe ela de forma resumida os grandes princpios a ela apresentados na viso de 1863. Esse material acessvel hoje no fac-smile reimpresso dos volumes de Spiritual Gifts. Ao reconhecerem algo da grandiosidade da tarefa de levar 3.500 adventistas do stimo dia plena compreenso da mensagem da reforma da sade, em 1856 Tiago e Ellen White publicaram seis panetos intitulados Sade, ou Como Viver. Cinco desses folhetos continham sessenta e quatro pginas, e um, oitenta. Em cada um havia um artigo da pena de Ellen G. White, circulando com o ttulo: As Enfermidades e Suas Causas. Junto com o artigo da Sra. White aparecia material extrado dos escritos de mdicos e ministros, e artigos preparados especialmente por Tiago White e outros, destina- dos a esse paneto. Cada qual se dedicava a um tema fundamental de sade: Dieta, Casamento e Vida Domstica, o Uso de Drogas, o Cuidado do Doente e a Higiene, o Cuidado da Criana e as Vestes das Crianas, e o Vesturio Saudvel. Em 1899 e 1900, as seis men- sagens de Ellen G. White foram publicadas com uma srie de artigos na Review and Herald. Em 1958 eles se tornaram disponveis em Mensagens Escolhidas, livro 2, na forma de um apndice de sessenta e nove pginas. Numa rea mais especializada de conselhos preliminares sobre sade, achava-se o artigo intitulado Um Apelo s Mes. Este foi impresso em 1864 em um paneto com este ttulo. Em 1870 Tiago White anexou isto como uma contribuio de Ellen G. White ao Solene Apelo Relativo ao Vcio Secreto. Grandes pores desse artigo aparecem hoje em Orientao da Criana, na seo intitulada
  • 10. Preservando a Integridade Moral. Os mesmos conselhos bsicosso encontrados em Testimonies, volumes 2 e 5. [VII] Temperana crist e higiene bblica, 1890 Um volume intitulado Christian Temperance and Bible Hygienefoi publicado em 1890. A primeira parte, Christian Temperance, foiescrita por Ellen G. White, e a segunda, sobre Bible Hygiene, foicompilada dos escritos de Tiago White. Nas primeiras 162 pginasa Sra. White apresentou princpios bsicos de sade da maneiramais popular e desdobrada. Quinze anos mais tarde isto serviu debase para o livro A Cincia do Bom Viver. Tambm no todo ou emparte, nove dos dezoito captulos escritos pela Sra. White no livrode 1890, foram reimpressos em 1923 em Conselhos Sobre Sadee Fundamentos da Educao Crist. Os outros captulos foramcolocados um ao lado do outro em A Cincia do Bom Viver. Viver sadio, 1897 Em 1897, enquanto a Sra. White se achava na Austrlia, o Dr.David Paulson, que trabalhava nesse tempo no Sanatrio de BattleCreek, reuniu dos escritos da Sra. White sobre tpicos de sadeento acessveis a ele, um grande nmero de excertos e pargrafos,ajuntando-os na ordem dos tpicos. Essa coleo, chamada ViverSadio, apareceu oito anos antes da publicao de A Cincia do BomViver. O volume, de 284 pginas, tornou-se um valioso auxlio deensinamento, e pelo menos trs edies foram impressas. Todavia,com o aparecimento de A Cincia do Bom Viver em 1905, a compi-lao de Paulson no foi mais publicada. A Sra. White apreciou essevolume compilado, mas naturalmente ele no possua a continuidadeque caracterizava os seus livros. A cincia do bom viver, 1905 Completa apresentao da Sra. White sobre o assunto da sadeencontra-se na Cincia do Bom Viver, um livro de 516 pginasque ela pretendia servisse tanto para leitores adventistas como noadventistas, fosse na Amrica ou alm-mar. Ao preparar os seusquarenta e trs captulos ela se baseou grandemente em seus dados
  • 11. encontrados em Christian Temperance and Bible Hygiene, embora ampliasse e reescrevesse o assunto. At a poca da morte da Sra.[VIII] White em 1915, este era seu nico livro disponvel sobre sade. Conselhos sobre sade, 1923 Os princpios bsicos do viver sadio foram publicados em A Cincia do Bom Viver. No obstante, em artigos da Sra. White que haviam aparecido nos peridicos da igreja, em Testimonies-for the Church e em certos livros ainda no impressos, havia muitas men- sagens suplementares. Estas continham instrues necessrias com relao a princpios de sade, ao comportamento das instituies dos adventistas do stimo dia e promoo da mensagem da sade. O material foi reunido pelos Depositrios White em Conselhos Sobre Sade, publicado em 1923. Esse volume de 634 pginas, connado a matria que havia aparecido na imprensa de uma ou de outra ma- neira, demonstrou ser de grande utilidade para a igreja e em especial para o pessoal mdico. Ministrio mdico, 1932 A promoo da mensagem da sade foi, durante cinqenta anos, um assunto da maior importncia para Ellen White. Escreveu ela mais no terreno da sade do que sobre qualquer outro ponto singular de conselho. Muitos de seus documentos manuscritos, dirigidos a mdicos, diretores de instituies, enfermeiros e famlias do sana- trio abrangem conselhos de vital importncia. Cpias destes eram conservadas em pastas. Muitos dos conselhos fornecem orientao obra mdica. Outros, escritos em ocasies cruciais do desenvol- vimento de fases de nossa obra mdica, constituem advertncias. Alguns eram mensagens escritas para salvar um obreiro que se de- frontava com perigo especial. A instruo no se restringe a uma poca determinada. Este volume, Medicina e Salvao, primeiramente uma sele- o dos conselhos dirigidos ao pessoal mdico e a outras pessoas ligadas com as instituies mdicas dos adventistas do stimo dia. Os conselhos foram reunidos e publicados, de maneira que outros possam ser beneciados por eles. O prefcio foi escrito por A. G.
  • 12. Daniells, por muitos anos presidente da Associao Geral e um dosdepositrios escolhidos pela Sra. White para cuidar dos seus escritos.Quando o livro foi publicado a primeira vez, o Pastor Daniells eratambm presidente da mesa do Colgio de Evangelistas Mdicos. [IX] Conselhos sobre dieta e alimentos, 1938 Em princpios de 1926 o Dr. H. M. Walton, que nessa ocasi-ona ensinava nutrio no Colgio de Evangelistas Mdicos, coligiumatria de Ellen G. White de fontes publicadas e no publicadas,relacionada com o assunto de dieta e alimentos. Este material, pre-parado em colaborao com os Depositrios White, foi impressoem Loma Linda para uso escolar em um trabalho de 200 pginas,em duas colunas e encadernado, com o ttulo de Estudos dos Tes-temunhos Sobre Dieta e Alimentos. O material foi organizado emtpicos para pronta referncia. Posteriormente se percebeu o valorde circulao mais ampla desse material entre os adventistas do s-timo dia. Os Depositrios White tomaram o material, deixaram foracertos itens que constituam repeties e o suplementaram com novomaterial procedente de fontes no publicadas. Acrescentaram tam-bm algumas sees, e produziram o que se tem demonstrado ser ovolume mais popular, Conselhos Sobre Regime Alimentar, de 500 p-ginas. Esses conselhos, dispostos em forma de tpicos classicadoscuidadosamente no ndice, tornaram-se as declaraes organizadasdo Esprito de Profecia sobre dieta, prontamente disponveis paraestudo. Temperana, 1949 O volume de 300 pginas, apropriadamente intitulado Tempe-rana, coloca diante da igreja a srie de conselhos extrados de todasas fontes, publicadas ou no, que tm relao com este assunto.Trs palestras de Ellen G. White sobre temperana aparecem comoApndice. Este volume se tornou o livro de texto dos obreiros sobretemperana.
  • 13. O ministrio da assistncia social, 1952 A obra assistencial da Igreja Adventista do Stimo Dia combina a obra da sade com os atos de urbanidade do servio cristo. Com suas 350 pginas, Benecncia Social oferece conselhos de Ellen G. White sobre estes importantes aspectos do ministrio. Experincias da Sra. White como obreira de assistncia social completam este volume. Este , tambm, um livro de consultas neste terreno. Estes cinco livros em circulao, junto com pores de Mensa-[X] gens Escolhidas, livro 2, apresentam a srie completa de conselhos de Ellen G. White sobre o problema da sade e a conduta de nossa obra de sade. Conselhos vitais para hoje interessante notar que j se passou um sculo desde que a ateno dos adventistas do stimo dia foi chamada para o assunto da sade por meio de vises dadas a Ellen G. White. Esses conse- lhos tm resistido ao mais acurado escrutnio de experimentados cientistas. As descobertas de pesquisadores conservadores dia a dia acrescentam evidncias que conrmam a exatido cientca dos conselhos. Quando a Sra. White, pessoa leiga no terreno da cincia mdica, com uma cultura bem limitada, comeou a relatar suas vises sobre sade no ano de 1860, era natural que alguns procurassem relacionar suas exposies com os escritos de certos mdicos contemporneos. A insinuao da parte de uns poucos de que as opinies destes a respeito dela poderiam ter sido a verdadeira inspirao para seus escritos no terreno da sade, respondeu ela franca e simplesmente, depois de referir-se viso de 6 de Junho de 1863: No li quaisquer obras a respeito de sade at haver escrito Spiritual Gifts, volumes 3 e 4, Apelo s Mes, e ter esboado a maioria de meus seis artigos nos seis nmeros de How to Live. ... Quando apresentei o assunto da sade a amigos onde trabalhei em Michigan, Nova Inglaterra, e no Estado de Nova Iorque, e falei contra drogas e alimentos crneos, e em favor da gua, ar puro e dieta apropriada, respondia-se s vezes: A senhora fala muito parecido com as opinies ensinadas em as Leis da Vida, e outras publicaes,
  • 14. escritas pelos Drs. Trall, Jackson e outros. Leu a senhora aquelapublicao e aqueles trabalhos? Minha resposta era que no havia,nem os leria at que tivesse escrito completamente minhas vises,para que no se dissesse que eu recebera minha iluminao sobre oassunto da sade de mdicos, e no do Senhor. The Review andHerald, 8 de Outubro de 1867. Novamente, ao referir-se naquele ano aos seus escritos atinentesao assunto da sade, armou ela: Minhas vises foram escritas independente de livros ou dasopinies de outros. Manuscrito 7, 1867. Certos homens que lideravam em nossas leiras em 1864 co-mentaram este assunto em relao com a publicao de seu artigo [XI]em Um Apelo s Mes. Em seguida a sua apresentao de 29pginas, foi dado certo testemunho mdico. Entre o artigo de EllenG. White e estas declaraes de outros escritores, os depositrios daAssociao de Publicaes dos Adventistas do Stimo Dia inserirama seguinte nota signicativa: Consideramos apropriado acrescentar ao precedente, os seguin-tes testemunhos de homens de elevada posio e autoridade nomundo mdico, os quais corroboram as vises apresentadas nas p-ginas antecedentes. E fazendo justia escritora daquelas pginas,devemos dizer que ela nada leu dos autores a citados, e no leunenhuma outra obra sobre este assunto antes, para colocar em nossasmos o que escreveu. Ela no , por conseguinte, uma copista, muitoembora tenha declarado verdades importantes das quais homens quemerecem nossa mais elevada conana, tm dado testemunho. OsDepositrios. Aos que sugeriam que os escritos da Sra. White reetiam conclu-ses de inovadores mdicos contemporneos, era necessrio apenasobservar os pronunciamentos em conito, dos tempos, e perguntar:Como poderia uma pessoa leiga menos informada daqueles diassaber o que escolher e o que rejeitar? Poucos dos conceitos po-pulares daqueles dias sobrevivem; no obstante, os conselhos daSra. White no s continuam hoje, mas so reforados pelas ltimasdescobertas em clnicas e laboratrios.
  • 15. Objetivos e condies de prosperidade no mudados Grandes progressos foram feitos no mundo mdico desde a morte de Ellen White em 1915. Conquanto esses progressos trouxessem ajustamentos nos detalhes da prtica da Medicina, no tornaram obsoleto o valor teraputico do ar puro, exerccio, alimentao apropriada, uso da gua, e conana no poder divino, que Ellen G. White enumerou como os verdadeiros remdios. Embora os mtodos modernos de diagnsticos e tratamento rpido da doena diminusse o tempo que os pacientes devem permanecer numa insti- tuio mdica, e isso tenha que ver com a operao das instituies dos adventistas do stimo dia, os princpios bsicos apresentados nos conselhos de Ellen G. White constituem um guia seguro e praticvel hoje. Escrevendo reetidamente, declara a Sra. White:[XII] Por mais que nossa obra se tenha expandido e se multiplicado nossas instituies, o propsito de Deus permanece o mesmo. As condies de prosperidade so imutveis. Testimonies for the Church 6:224. Podemos estar certos da eternidade desses conselhos no terreno mdico. Quando a Sra. White se colocou diante da Associao Geral em sesso em 1909, ela disse: Foi-me mostrado que os princpios que nos foram dados nos primrdios da mensagem so to importantes e devem ser consi- derados de maneira to conscienciosa hoje como o eram ento. Testimonies for the Church 9:158. O princpio no muda, embora mudanas de circunstncias pos- sam tornar necessrio ajustamento na aplicao de algum dos prin- cpios. Na verdade, Ellen White escreveu a respeito da obra na recm-estabelecida escola de Loma Linda: No podemos estabelecer uma norma precisa para ser seguida incondicionalmente. Circunstncias e emergncias surgiro para as quais o Senhor deve dar instruo especial, mas se comearmos a trabalhar, conando inteiramente no Senhor, vigiando, orando, andando em harmonia com a luz que Ele nos envia, no seremos deixados a andar nas trevas. Carta 192, 1906.
  • 16. Os testemunhos e o signicado de palavras O signicado de certos termos tambm pode mudar conside-ravelmente depois de alguns anos. Contudo, um cuidadoso estudode princpios bsicos, como revelados mediante um acmulo dosconselhos, torna clara a inteno da autora e bem assim a condutaapropriada. O investigador dos conselhos de sade de Ellen G. White infor-mado da constante condenao do uso de drogas e do apelo para quesejam empregados remdios simples. Uns cem anos atrs, e por mui-tos anos depois disto, os medicamentos empregados pelos mdicoseram em geral os que sabemos agora serem potentes venenos. Asvezes a causa da enfermidade no era conhecida. A teoria do germeainda no estava bem estabelecida, e os tratamentos amide tinhamque ver com sintomas. Qualquer pessoa familiarizada com a litera-tura mdica da poca informada do elevado ndice de mortalidadee da pouca perspectiva da vida. Torna-se informada da natureza demuitos dos medicamentos que eram usados pelos mdicos. Muitosmorriam como resultado do uso das drogas prescritas.* A voz de [XIII]Ellen White a clamar contra esta desconsiderao pela vida no foia nica, mas ela falava de um corao que podia sentir e de umamente iluminada pela inspirao. O estudioso prudente evitar empregar mal as referncias a dro-gas. Jamais aplicar de maneira violenta a condenao de drogasa comprovados agentes teraputicos tornados acessveis mediantepesquisa cientca. Observar ao fazer um exame de declaraes deEllen G. White, pondo linha sobre linha e preceito sobre preceito,que suas referncias a drogas fortes e drogas venenosas e ao usode medicamentos que ... deixam aps si efeitos danosos no orga-nismo, so fatores qualicativos que devem ser levados em conta.Ver as declaraes reunidas, sobre o uso de drogas, em MensagensEscolhidas 2:279-285. Vericar que a Sra. White empregou agentes medicinais e tirouvantagem dos verdadeiros progressos da cincia mdica durante osltimos anos de sua vida. Notar que sua posio no era nem ex-trema nem fantica, mas racional e em harmonia com as descobertas * NOTA: Ver, para documentao deste quadro, A Histria de Nossa Mensagem deSade, captulo I, intitulado Os Tempos da Ignorncia.
  • 17. cientcas, e uma apreciao discreta dessas descobertas. Ver queatravs de todos os conselhos do Esprito de Profecia com relao asade, d-se realce medicina preventiva. H um apelo no sentidode preservar o corpo, cultivar os hbitos simples de viver e tirarvantagem dos agentes restauradores ao alcance de todos. Quando procura conhecer a preveno, causa e tratamento dadoena, e empregar a obra mdica como o brao direito da men-sagem do terceiro anjo, o pessoal mdico ver nestes conselhos,advertncias e encorajamentos de origem divina, um auxlio opor-tuno. A comisso dos depositrios dos bens de Ellen G. White Washington, D.C. 1 de Novembro de 1962
  • 18. ContedoInformaes sobre este livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . iPrefcio da primeira edio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ivPrefcio para a segunda edio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . vii Fundo histrico dos escritos de Ellen G. White sobre sade . vii Primeiros artigos de E. G. White sobre sade . . . . . . . . . . . . viii Temperana crist e higiene bblica, 1890 . . . . . . . . . . . . . . . . ix Viver sadio, 1897 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ix A cincia do bom viver, 1905 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ix Conselhos sobre sade, 1923 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . x Ministrio mdico, 1932 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . x Conselhos sobre dieta e alimentos, 1938 . . . . . . . . . . . . . . . . . xi Temperana, 1949 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . xi O ministrio da assistncia social, 1952 . . . . . . . . . . . . . . . . . . xii Conselhos vitais para hoje . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . xii Objetivos e condies de prosperidade no mudados . . . . . . xiv Os testemunhos e o signicado de palavras . . . . . . . . . . . . . . . xvCaptulo 1 O poder restaurador e sua fonte . . . . . . . . . . . . . . . 29 A natureza, serva de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 Cristo, a vida e a luz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 Vida pelo poder de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 Vida de Deus na natureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 Deus alimentando os milhes da terra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 Mantido em atividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 Atravs das leis naturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 Deus na natureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32 As leis da vida fsica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32 Mensagens da natureza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 A mensagem do amor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 A natureza no Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 A fonte da cura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 O grande restaurador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 Uma obra combinada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 O Esprito Santo renova o corpo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 O melhor remdio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 xvii
  • 19. xviii Medicina e Salvao O que o mdico tenta, Cristo executa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 Educao melhor do que curas miraculosas . . . . . . . . . . . . . . . 36 Quando a orao em favor da cura presuno . . . . . . . . . . . . 36 Proviso em favor da obra evanglica mdico-missionria . . . 37 Os milagres no so seguro indcio do favor de Deus . . . . . . . 37 Quando Cristo se recusou a operar milagres . . . . . . . . . . . . . . 38 Reforma deve preceder operao de milagres . . . . . . . . . . . . 38 Orao pelos enfermos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40Captulo 2 O plano divino na obra mdico-missionria . . . . . 42 A majestade do cu como missionrio mdico . . . . . . . . . . . . 42 Um servo de todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 Uma expresso do amor de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 Seguindo em seus passos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 Seu nome deve ser honrado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 Compreendido atravs da prtica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 Seguir o mestre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 Tempo de avanar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 Propsito da humildade de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46 Os discpulos de Cristo devem representar seu carter . . . . . . 46 s culminncias da f . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 Fontes de xito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 Modelos do poder Salvador de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49 O mais grandioso alvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 Monumentos para Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 Reformar as prticas mdicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 Uma honra a Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51 Exaltar a Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51 Cristo deve trazer alvio e cura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 Despertar a f no grande mdico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53Captulo 3 O mdico cristo e sua obra . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 Responsabilidade pela alma e pelo corpo . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 Fidelidade e perseverana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56 Levando a obra do Senhor a descrdito . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57 Atentai para a edicao do carter . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57 A inuncia do mdico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58 Um modelo do bom discernimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58
  • 20. Contedo xix Assistentes celestiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58 Dai glria a Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59 Deus, a ecincia do mdico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59 O perigo da popularidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60 A principal obra do mdico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 Preparar as almas para a morte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 O dever de ser verdadeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63 Conduzindo as almas para o poderoso restaurador . . . . . . . . . 64 Deveres evangelsticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64 Um anelo mais profundo pelas almas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65 Tomai tempo para comungar com Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 A um jovem mdico desanimado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 A um mdico em perplexidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 Aconselhai-vos com vossos irmos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71 Dever o eu governar? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72 Um apelo em favor da unio fraternal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73 Um pesquisador da causa e efeito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 74 O mdico como observador do Sbado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 Descanso para o cansado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 Escondendo o eu em Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 77 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79Captulo 4 Nosso colgio mdico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 Na providncia de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 Um lugar a ser apreciado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81 Um preparo prtico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81 Um apelo em favor de nosso colgio mdico . . . . . . . . . . . . . . 81 Prover o que essencial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82 Requer-se o talento mais sbio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83 As classes de obreiros que devem ser preparados . . . . . . . . . . 84 Preparar-se para os vrios ramos da obra . . . . . . . . . . . . . . . . . 84 As mulheres devem ser preparadas de modo especial . . . . . . . 86 Nenhum compromisso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 A parte de Cristo e a nossa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88 Verdadeiros missionrios como pioneiros . . . . . . . . . . . . . . . . 89 O estudante de medicina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89 Desenvolvimento da experincia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97 Cuidado necessrio ao se encorajar alunos . . . . . . . . . . . . . . . 100 Um apelo ao melhor talento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101
  • 21. xx Medicina e Salvao A elevada espcie da escola de Loma Linda . . . . . . . . . . . . . 101 Quem deve dedicar-se . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102 Os alunos devem ter fora moral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 Fora de carter necessria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 Sujeito a autoridade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 Esforo mental e fsico proporcionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 Educar na simplicidade de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105 Avaliar o custo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106 Assuntos prticos de estudo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108 No divertimento, mas obra consagrada . . . . . . . . . . . . . . . . . 109 Trabalho missionrio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110 No seja suplantada a verdade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110 Conselho aos que tm capacidade de resistncia limitada . . 111 Nossa relao para com as exigncias legais . . . . . . . . . . . . . 111 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113Captulo 5 Advertncia contra o sosma espiritualista . . . . 114 Edicando sobre a rocha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114 Teorias cientcas esprias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114 A verdadeira educao superior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 115 A verdade fortalece o intelecto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116 A igreja a fortaleza de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 Exaltar a natureza acima do Deus da natureza . . . . . . . . . . . . 117 Conhecimento certo de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119 Deus revelado em sua palavra e em suas obras . . . . . . . . . . . 121 Especulaes quanto personalidade de Deus . . . . . . . . . . . . 123 Teorias sutis com respeito a Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124 Destrudos o refreamento e o controle moral . . . . . . . . . . . . . 124 Nenhum resqucio de pantesmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125 A questo prevista . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125 Especulaes com respeito vida futura . . . . . . . . . . . . . . . . 127 Engano quanto anidade espiritual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128 Um falso cu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129 Negligenciando verdades fundamentais em prol de especulaes ociosas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130 Horando a superstio e a falsidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132Captulo 6 Verdadeiro e falso sistema de cura da mente . . . 133 Felicidade e sade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133
  • 22. Contedo xxi Milhares sofrem sem necessidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 Sade atravs de servio a outros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133 Trabalho braal versus atividade saudvel . . . . . . . . . . . . . . . 134 Contentamento e alegria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 134 Incluindo o poder da vontade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135 O Esprito Santo como restaurador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136 A cura da mente santicada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136 Indigesto causada pelo temor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138 Inspirar o desanimado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138 Milagres reproduzidos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138 Apoderar-se do eterno . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139 Milagres simulados de Satans . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139 Esforo de Satans para confundir as mentes . . . . . . . . . . . . . 140 Um perigoso sistema de cura da mente . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 Um perigo real . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 143 Guiar a mente para Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146Captulo 7 Honorrios e salrios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148 Honorrios exorbitantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148 Representar princpios retos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 154 O plano percentual uma armadilha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156 Cuidado com os gastos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 157 O princpio da esperteza uma desonra a Deus . . . . . . . . . . . . 157 Promessas aos obreiros abnegados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 158 Preparo para a eternidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159 Advertncia a um mdico jovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159 Como servos de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162 Perguntas perscrutadoras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163 Duas classes de servos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163 Louvor aos ganhadores de almas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 164 Ganho que perda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 165 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 165Captulo 8 Conselhos e advertncias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166 Nossa atitude para com as instituies do Senhor . . . . . . . . . 166 Experincia e sabedoria necessrias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168 O pastor e sua esposa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 169 Tentaes sutis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170 Manter elevado padro moral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170
  • 23. xxii Medicina e Salvao Como correntes de uma fonte pura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 174 Apelo para mais simpatia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177 Estabelecimento de novos sanatrios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181 Em sabedoria e eqidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 183 Avaliando o preo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 183 Obra sanatorial como especulao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 184 Agir cuidadosamente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 187 Honra atravs da humildade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 188 Desvantagens das instituies grandes . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189 Perigo da separao do evangelho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 190 Nenhum compromisso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192Captulo 9 A administrao de sanatrios . . . . . . . . . . . . . . . 193 Trabalho nobre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 193 Qualidades essenciais ao administrador . . . . . . . . . . . . . . . . . 194 Disposio de pedir conselho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 Dvidas desnecessrias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 196 No com aparncia exterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 197 Simplicidade no adorno . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 198 O ministrio das provaes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 199 Necessrios homens de discernimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . 199 Preos mdicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200 A um administrador inexperiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201 Considerao por um operrio ferido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202 Sede bondosos para os humildes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203 Deve-se preservar a santa dignidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203 Necessrios obreiros experientes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205 Inteiramente devotados a Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205 A escolha de obreiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206 Sanatrios e educao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206 Gentileza e disciplina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212 No lugar de um pai . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217Captulo 10 Oportunidades de servir nos hospitais e sanatrios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219 Restaurao por meio de reforma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219 Abrindo portas rmemente fechadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220 Com ternura e sabedoria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221
  • 24. Contedo xxiii Aprender a trabalhar como ele trabalhou . . . . . . . . . . . . . . . . 222 Dar ateno a campanhas ganhadoras de almas . . . . . . . . . . . 222 Esforo dirio na conquista de almas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222 Os obreiros necessrios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224 Prontido em atender a compromissos de visitas . . . . . . . . . . 225 Prontido e ecincia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226 O privilgio de servir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227 Uma inuncia atrativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 229 Enfermeiros consagrados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230Captulo 11 A famlia do sanatrio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232 Os cristos devem ser portadores de luz . . . . . . . . . . . . . . . . . 232 Enviar luz e conhecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232 Preparando para diferentes setores de trabalho . . . . . . . . . . . 232 Revestir-se de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234 Instruo bblica habitual para enfermeiros . . . . . . . . . . . . . . 235 Depondo nossos fardos a seus ps . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 236 Na faina diria de deveres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 237 Imitar os perfeitos caminhos de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 237 Sagrada responsabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238 Escolhidos para o trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240 Harmonia entre obreiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240 Qualicaes da enfermeira-chefe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240 Mulher de experincia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241 Exaltar a palavra de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241 Levar conforto e encorajamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241 Considerao pelos indiferentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242 Tratando com os irrazoveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243 O estudante obtuso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 Atitude do instrutor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 Este mundo no o cu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 245 Cultivando uma atmosfera de louvor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246 Limpeza e ordem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246 Falatrio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246 Regozijo no Senhor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247 A observncia do Sbado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 248 Os mdicos no esto isentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 249 Com risco da alma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250
  • 25. xxiv Medicina e Salvao Trabalho no Sbado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250 O dzimo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251 Muita oportunidade de apostasia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251 Construir harmoniosamente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251 Mudados na semelhana divina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 252 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254Captulo 12 A preveno de enfermidades e sua cura por mtodos racionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 256 Preveno de enfermidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 256 Ensinar cedo siologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 256 Educai o enfermo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 257 A lei da f e das obras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 261 Combater as enfermidades por mtodos simples . . . . . . . . . . 262 Princpios de higiene . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 Sementes de morte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264 Milhares podem recuperar-se . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 265 O que podemos fazer por ns mesmos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 265 Instruo para missionrios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 266 Luz solar, ventilao e temperana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267 Grandes recursos medicinais da natureza . . . . . . . . . . . . . . . . 267 Poder restaurador na vida ao ar livre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 268 Um elixir de vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 268 Despertar a f no grande mdico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 271Captulo 13 A obra mdico-missionria e o ministrio evanglico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 272 Um trabalho unido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 272 Para abrir portas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 273 Instrumento ecaz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275 Encorajar os obreiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276 O pior mal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276 Meio para alcanar os coraes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276 Fervoroso apelo a mdicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 277 Muitos salvos da degradao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278 Os pobres no devem ser negligenciados . . . . . . . . . . . . . . . . 278 Trabalho pelos ricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 279 Valor da obra mdica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 281 O que o enfermeiro-missionrio pode fazer . . . . . . . . . . . . . . 282
  • 26. Contedo xxv Sem qualquer incentivo de louvor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282 Ecincia e poder . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 283 O exemplo que Cristo nos deu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 283 Ministrios que se misturam . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 283 Mdicos como evangelistas em cidades . . . . . . . . . . . . . . . . . 284 Um duplo servio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285 Enviados de dois em dois . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285 Cooperao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 286 Pessoas santas e devotadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287 Sinal distintivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287 A verdadeira caridade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 288 Atmosfera de amor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 288 Semeando e colhendo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 289 To perfeitos como ele . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290 Zelo e perseverana na obra mdico-missionria . . . . . . . . . . 293 Em excelente companhia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293 Vir um reavivamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294Captulo 14 Ensinando princpios de sade . . . . . . . . . . . . . . 296 O evangelho da sade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 296 A primeira tarefa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 296 Instruir nas leis da vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 296 A cincia da abnegao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 297 Conselho a um mdico do sanatrio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 297 Como apresentar os princpios do regime saudvel . . . . . . . . 298 Sem instruo o trabalho perdido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 299 Educai, educai, educai . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300 Obras de amorvel servio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300 Ensinai abnegao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 301 Restaurantes vegetarianos como escolas . . . . . . . . . . . . . . . . . 302 Instruo nos lares e nas escolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 303 Cooperando com outros setores de temperana . . . . . . . . . . . 303 Ensinar os pobres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 304 O propsito da obra de alimentos saudveis . . . . . . . . . . . . . . 305 Como o man . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 305 O Senhor ensinar o obediente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 305 Instruo na arte de cozinhar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 305 Necessria ao unida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 306
  • 27. xxvi Medicina e Salvao Incentivos para atividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 306 Tolerando opinies alheias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307 Ensinando idias extremas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307 Boa cozinha uma cincia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 308 Muitos sero resgatados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 309 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310Captulo 15 Regime diettico e sade . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311 Princpios importantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 311 Santicao e domnio prprio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313 Mostrar o valor da reforma de sade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313 Para a glria de Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313 Apelo a um mdico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315 Apelo a um pastor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 317 Apelo aos pais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319 Fazendo disppticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 320 Comer com demasiada freqncia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 320 O plano de duas refeies ao dia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 321 Perseverana para vencer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 321 Suplicar coragem moral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322 Sugestes para o regime diettico no sanatrio . . . . . . . . . . . 323 Nenhuma carne nas mesas dos sanatrios . . . . . . . . . . . . . . . 324 Faam-se prelees . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 325 A um mdico debilitado por excesso de trabalho e subnutrio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 326 Provida luz em amor e piedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 329 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 329Captulo 16 A sade do obreiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 331 Pertencemos a Deus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 331 Guardas is de suas prprias faculdades . . . . . . . . . . . . . . . . 332 Esmagados pela tenso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 333 O mdico deve conservar as foras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 Perda espiritual por excesso de fadiga . . . . . . . . . . . . . . . . . . 334 dever do pastor resguardar sua sade . . . . . . . . . . . . . . . . . 335 Fortalecendo as faculdades mentais e morais . . . . . . . . . . . . . 336 Nos climas quentes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 336 Jardinagem e sade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 337 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 338
  • 28. Contedo xxviiCaptulo 17 Trabalho mdico-missionrio nas grandes cidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339 Mtodo de trabalho de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339 Evangelismo mdico nas cidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340 O preparo de obreiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 341 Diculdades aumentaro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 342 No tempo de estabalecer colnias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 342 Uma misso em cada cidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 Um poderoso movimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 Cooperao . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 345 Seguir adiante . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 345 Uma parbola do que deve ser . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 345 Sanatrios e restaurantes saudveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 346 Perigo de perder a caracterstica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 347 Um sanatrio prximo de Nova Iorque . . . . . . . . . . . . . . . . . . 349 Remindo o tempo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 351 Buscando lares no campo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 351 Localizao rural das instituies . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 351 O trabalho pelos de baixa classe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 352 Resguardar a juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353 Diculdades vencidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354Captulo 18 Dimenses da obra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 356 Coobreiros de Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 356 A verdade deve ser apresentada de muitos modos . . . . . . . . . 359 Como revelar a Cristo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 360 Novo elemento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 360 Oportunidades para todos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 361 Reavivaro as igrejas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 361 Verdadeiros missionrios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 361 Trabalhar pelas crianas e jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 362 Em tempo de perseguio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 362 Apelo dos campos no promissores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 363 Trabalho por conta prpria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 363 Misses mdicas em cada cidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 363 Vantagens de escolas pequenas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 Muitas escolas de preparo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364 Sanatrios associados com escolas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 365
  • 29. xxviii Medicina e Salvao Muitos sanatrios pequenos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 365 Oportunidades para compra de propriedades para sanatrio 366 No como um comrcio especulativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 367 Agir com entendimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 370 Cumprindo o plano divino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 370 Conseguir ajuda de pessoas ricas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371 Apresentar nossas necessidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371 Projetos em campos estrangeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 372 Instituies mdicas em muitas terras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 373 Avante! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 373 Para estudo posterior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 378
  • 30. Captulo 1 O poder restaurador e sua fonte A natureza, serva de Deus O mundo material est sob o controle de Deus. As leis quegovernam toda a Natureza so obedecidas pela Natureza. Tudo falae age segundo a vontade do Criador. As nuvens, a chuva, o orvalho, aluz solar, a saraiva, o vento, a tormenta, tudo se acha sob a supervisode Deus, e presta obedincia implcita quele que os emprega. Atnue haste de grama abre sua passagem atravs da terra, primeiro aerva, depois a espiga e por ltimo o gro cheio na espiga. A estes Seus obedientes servos usa o Senhor para fazerem Sua vontade. Counsels to Parents, Teachers, and Students, 131 (1897). Cristo, a vida e a luz Cristo, criador do mundo e de tudo que nele h, a vida e a luzde toda a criatura vivente. Testemunhos Selectos 2:448. Nossa vida deriva de Jesus. NEle est a vida, original, vida noemprestada, no derivada. H em ns um uxo da fonte de vida.NEle est a fonte da vida. Nossa vida algo que recebemos, algumacoisa que o Doador para Si toma novamente. Se nossa vida esti-ver escondida com Cristo em Deus, quando Cristo Se manifestar,tambm nos manifestaremos com Ele em glria. E enquanto estiver-mos neste mundo, daremos a Deus, em santicado servio, todosos atributos que Ele nos deu. Counsels to Parents, Teachers, andStudents, 309 (1905). Vida pelo poder de Deus A parbola da semente revela que Deus opera na Natureza. A se-mente encerra um princpio germinativo, princpio que Deus mesmoimplantou; porm, abandonada a si prpria a semente no teria afaculdade de medrar. O homem tem sua parte em favorecer o cresci-mento do gro. ... 29
  • 31. 30 Medicina e Salvao H vida na semente, e fora no solo; mas se o poder innito no for exercido dia e noite, a semente no produzir colheita. A chuva precisa ser enviada para umedecer os campos sedentos, o Sol precisa comunicar calor, e a eletricidade precisa ser conduzida [8] semente enterrada. A vida que o Criador implantou, somente Ele pode despertar. Toda semente germina e toda planta se desenvolve pelo poder de Deus. Parbolas de Jesus, 63. Vida de Deus na natureza O Senhor comunicou Sua vida s rvores e vinhas de Sua criao. Sua palavra pode aumentar ou diminuir o fruto da terra. Se os homens abrissem o entendimento para discernir a relao que h entre a Natureza e o Deus da Natureza, ouvir-se-ia el reco- nhecimento do poder do Criador. Sem a vida proveniente de Deus, a Natureza pereceria. Suas obras criadas so dependentes dEle. Con- cede Ele propriedades que comunicam vida a tudo o que a Natureza produz. Devemos reconhecer as rvores carregadas de frutos como a ddiva de Deus, como se Ele tivesse colocado o fruto em nossas mos. Medicina e Salvao, 114 (1899). Deus alimentando os milhes da terra Alimentando os cinco mil, Jesus ergue o vu do mundo da Na- tureza e manifesta o poder em contnuo exerccio para nosso bem. Na produo da colheita da terra, Deus opera dirio milagre. Rea- liza-se, mediante agentes naturais, a mesma obra que se efetuou na alimentao da massa. O homem prepara o solo e lana a semente, mas a vida de Deus que faz com que ela germine. a chuva, o ar, o sol de Deus que a levam a fruticar primeiro a erva, depois a espiga, por ltimo o gro cheio na espiga. Deus quem alimenta cada dia milhes, dos campos de colheita da terra. O Desejado de Todas as Naes, 367. Mantido em atividade O corao que bate, o pulso que lateja, cada nervo e msculo do organismo vivo, so conservados em ordem e atividade mediante o poder de um innito Deus. Considerai como crescem os lrios
  • 32. O poder restaurador e sua fonte 31do campo: eles no trabalham nem am. Eu, contudo, vos armo:nem Salomo, em toda a sua glria, se vestiu como qualquer deles.Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanh lanada no forno, quanto mais a vs outros, homens de pequenaf? Portanto no vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Quebeberemos? ou: Com que nos vestiremos? porque os gentios que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe quenecessitais de todas elas; buscai, pois em primeiro lugar, o Seu reino [9]e a Sua justia, e todas estas coisas vos sero acrescentadas. Aqui Cristo conduz a mente a contemplar de maneira ampla osvastos campos da Natureza, e Seu poder toca os olhos e os sentidos,para discernirem as maravilhosas obras do poder divino. Ele dirigea ateno primeiro para a Natureza, depois a conduz atravs daNatureza ao Deus da Natureza, que sustm os mundos pelo Seupoder. Medicina e Salvao, 73 (1893). Atravs das leis naturais No se deve supor que haja uma lei posta em movimento paraque a semente se ative a si mesma; que a folha aparea por deverassim fazer de si prpria. Deus possui leis por Ele institudas, maselas so apenas servas mediante as quais produz Ele os resultados. por meio da ateno imediata de Deus que cada pequenina sementeirrompe da terra e salta para a vida. Cada folha cresce, viceja cadaor, pelo poder de Deus. O organismo fsico do homem acha-se sob a superviso de Deus,mas no como um relgio, que posto em movimento e devecontinuar por si mesmo. O corao bate, pulsao sucede a pulsao,uma respirao segue a outra, mas o ser todo se acha sob a supervisode Deus. Vs sois lavoura de Deus; vs sois edifcio de Deus. EmDeus vivemos, e nos movemos e existimos. Cada batida do corao,cada respirao, a inspirao dAquele que soprou nas narinas deAdo o flego de vida a inspirao do Deus sempre presente, ogrande EU SOU. The Review and Herald, 8 de Novembro de1898.
  • 33. 32 Medicina e Salvao Deus na natureza Em todas as coisas criadas vem-se os sinais da Divindade. A Natureza testica de Deus. A mente sensvel, levada em contato com o milagre e mistrio do Universo, no poder deixar de reconhecer a operao do poder innito. No pela sua prpria energia inerente que a Terra produz suas ddivas, e ano aps ano continua seu mo- vimento em redor do Sol. Uma mo invisvel guia os planetas em seu giro pelos cus. Uma vida misteriosa invade toda a Natureza vida que sustenta os inumerveis mundos atravs da imensidade toda. Encontra-se ela no ser microscpico que utua na brisa do vero; ela que dirige o vo das andorinhas, e alimenta as pipilantes avezinhas de rapina; ela que faz com que os botes oresam, e as[10] ores frutiquem. As leis da vida fsica O mesmo poder que mantm a Natureza, opera tambm no ho- mem. As mesmas grandes leis que guiam tanto a estrela como o tomo, dirigem a vida humana. As leis que presidem ao do corao, regulando o uxo da corrente da vida no corpo, so as leis da Inteligncia todo-poderosa, as quais presidem s funes da alma. DEle procede toda a vida. Unicamente em harmonia com Ele poder ser achada a verdadeira esfera daquelas funes. Para todas as coisas de Sua criao, a condio a mesma: uma vida que se mantm pela recepo da vida de Deus, uma vida exercida de acordo com a vontade do Criador. Transgredir Sua lei, fsica, mental ou moral, corresponde a colocar-se o transgressor fora da harmonia do Universo, ou introduzir discrdia, anarquia e runa. Para aquele que assim aprende a interpretar seus ensinos, toda a Natureza se ilumina; o mundo um compndio, e a vida uma escola. A unidade do homem com a Natureza e com Deus, o domnio universal da lei, os resultados da transgresso, no podem deixar de impressionar o esprito e moldar o carter. ... O corao que ainda no se acha endurecido pelo contato com o mal, est pronto a reconhecer aquela Presena que penetra todas as coisas criadas. O ouvido, ainda no ensurdecido pelo clamor do
  • 34. O poder restaurador e sua fonte 33mundo, est atento Voz que fala pelas manifestaes da Natureza.... O invisvel acha-se ilustrado pelo visvel. Sobre todas as coisasna Terra, ... podero eles contemplar a imagem e inscrio de Deus. Educao, 99, 100. Mensagens da natureza Toda a Natureza viva. Por meio de suas variadas formas devida fala ela, aos que tm ouvidos para ouvir e sentidos para com-preender, dAquele que a fonte de toda a vida. A Natureza revelaa maravilhosa operao do Artista-Mestre. Counsels to Parents,Teachers, and Students, 164 (1900). A mensagem do amor No princpio, Deus Se manifestava em todas as obras da criao.... E sobre todas as coisas na terra, no ar e no rmamento, escreveua mensagem do amor do Pai. Ora, o pecado manchou a perfeita obra de Deus, todavia perma-necem os traos de Sua mo. Mesmo agora todas as coisas criadas [11]declaram a glria de Sua excelncia. ... Toda rvore, e arbusto, efolha exala aquele elemento de vida sem o qual nenhum homem ouanimal poderia existir; e animal e homem servem, por sua vez, vida da folha, do arbusto e da rvore. O Desejado de Todas asNaes, 20, 21. A natureza no Deus As coisas de feitura divina na Natureza no so o prprio Deusna Natureza. As coisas da Natureza so uma expresso do carterdivino; por meio delas podemos compreender o Seu amor, Seu poder,e Sua glria; mas no devemos considerar a Natureza como sendoDeus. A percia artstica dos seres humanos produz obras muitobelas, coisas que deleitam os olhos, e essas coisas nos do em parteum vislumbre de quem as ideou; mas a obra feita no o homem.No a obra, mas o obreiro que considerado merecedor de honra.Assim, conquanto a Natureza seja uma expresso do pensamento
  • 35. 34 Medicina e Salvao de Deus, no a Natureza, mas o Deus da Natureza que deve ser exaltado. Testemunhos Selectos 3:262. A fonte da cura Doena, sofrimento e morte so obra de um poder antagnico. Satans o destruidor; Deus, o restaurador. As palavras dirigidas a Israel vericam-se hoje naqueles que recuperam a sade do corpo ou da alma. Eu sou o Senhor que te sara. O desejo de Deus para com toda criatura humana, exprime-se nas palavras: Amado, desejo que te v bem em todas as coisas, e que tenhas sade, assim como bem vai a tua alma. Ele que perdoa todas as tuas iniqidades, e sara todas as tuas enfermidades; quem redime a tua vida da perdio, e te coroa de benignidade e de misericrdia. Conselhos Sobre Sade, 168. O grande restaurador O poder restaurador de Deus espalha-se por toda a Natureza. Se o ser humano fere a prpria carne ou quebra um osso, imediatamente a natureza comea a reparar o dano, e preserva dessa forma a vida do homem. O homem, porm, pode colocar-se em posio na qual a natureza estorvada, de maneira que no pode realizar a sua obra. ... Se usado fumo,... o poder restaurador da natureza enfraquecido em maior ou menor extenso. ... Quando se usa bebida intoxicante, o organismo torna-se incapaz de resistir doena em seu original poder[12] dado por Deus como restaurador. Foi Deus quem fez a proviso para que a natureza opere para restaurar as foras exauridas. O poder de Deus. Ele o Grande Restaurador. Counsels to Parents, Teachers, and Students, 77 (1899). Uma obra combinada Os enfermos devem ser curados mediante os esforos combi- nados do humano e do divino. Toda ddiva, todo poder, que Cristo prometeu a Seus discpulos, envia Ele queles que O servirem com - delidade. Counsels to Parents, Teachers, and Students, 205 (1899).
  • 36. O poder restaurador e sua fonte 35 O Esprito Santo renova o corpo O pecado traz enfermidade e fraqueza, fsicas e espirituais. Cristotornou possvel livrar-nos dessa maldio. Promete o Senhor, pormeio da verdade, renovar a alma. O Esprito Santo tornar capa-citados para comunicarem a verdade com poder a todos que estodesejosos de ser educados. Renovar cada rgo do corpo, a mde que os servos de Deus possam operar de modo aceitvel e comsucesso. A vitalidade aumenta sob a inuncia da ao do Esprito.Permitamos, ento, que este poder nos leve a uma atmosfera maisalta e mais santa, para que possamos desempenhar bem o trabalhoque nos for indicado. The Review and Herald, 14 de Janeiro de1902. O melhor remdio A religio da Bblia no prejudicial sade do corpo ou damente. A inuncia do Esprito de Deus o melhor remdio quepode ser recebido por um homem ou uma mulher doentes. O Cu todo sade; e quanto mais plenamente forem compreendidas asinuncias celestiais, tanto mais certa ser a recuperao do crenteenfermo. Testimonies for the Church 3:172. O que o mdico tenta, Cristo executa Ningum seno o mdico cristo pode desincumbir-se dos de-veres de sua prosso de maneira aceitvel a Deus. Numa obra tosagrada, nenhum lugar deve ser dado a planos e interesses egostas.Toda ambio, cada motivo, deve estar subordinado ao interessedaquela vida que se mede pela vida de Deus. Em todos os vossosmisteres, permiti que a reivindicao de Jesus, o Redentor do mundo,seja reconhecida; imitai-Lhe o exemplo. O que o mdico tenta fazer,Cristo pode realizar. Eles procuram prolongar a vida; Ele o Doador [13]da vida. Jesus, o Poderoso Restaurador, o Mdico por excelncia.Todos os mdicos esto sob a orientao de um Mestre, e em verdadebendito todo mdico que aprendeu com seu Senhor a velar pelasalmas, enquanto com toda a sua habilidade prossional trabalha paracurar o corpo do enfermo sofredor. Counsels to Parents, Teachers,and Students, 26 (1889).
  • 37. 36 Medicina e Salvao Educao melhor do que curas miraculosas Alguns me tm perguntado: Por que devemos ter sanatrios? Por que no oramos, como Cristo, em favor dos doentes, para que eles sejam curados miraculosamente? Tenho respondido: Digamos que fssemos capazes de fazer isso em todos os casos; quantos apreciariam a cura? Tornar-se-iam reformadores da sade aqueles que fossem curados, ou continuariam a ser destruidores da sade? Jesus Cristo o Grande Restaurador; Ele, porm, deseja que, vivendo de conformidade com Suas leis, cooperemos com Ele na recuperao e na manuteno da sade. Em combinao com a obra de curar, cumpre que haja transmisso de conhecimento de como resistir s tentaes. Os que se dirigem aos nossos sanatrios devem ser despertados para um senso de sua prpria responsabilidade de agir em harmonia com o Deus da verdade. No podemos curar. -nos impossvel mudar o estado doentio do corpo. Todavia, constitui nossa parte, como missionrios mdicos, como cooperadores de Deus, usar os meios por Ele providos. Depois, devemos orar para que Deus abenoe esses agentes. Ns cremos em um Deus; cremos em um Deus que ouve e responde as oraes. Ele disse: Pedi, e dar-se-vos-; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos- . The Review and Herald, 5 de Dezembro de 1907. Quando a orao em favor da cura presuno Muitos tm esperado que Deus os guardasse de doenas, to-so- mente pelo fato de Lhe haverem pedido que assim o zesse. Deus, porm, no atendeu suas oraes, porque sua f no foi aperfeioada pelas obras. Deus no operar um milagre para preservar de enfermi- dades os que no tm nenhum cuidado consigo mesmos, mas esto violando constantemente as leis da sade, e nenhum esforo fazem para evitar a doena. Quando fazemos tudo o que podemos para ter sade, ento podemos esperar que os resultados bencos se sigam,[14] e podemos com f pedir a Deus que abenoe nossos esforos para preservar a sade. Ele responder ento nossa orao, caso Seu nome possa ser assim gloricado. Mas compreendam todos que tm uma obra a realizar. Deus no operar de maneira miraculosa para preservar a sade de pessoas que esto seguindo uma conduta certa
  • 38. O poder restaurador e sua fonte 37para se tornarem doentes, por sua falta de ateno para com as leisda sade. Os que querem satisfazer o seu apetite, e depois sofrem por causade sua intemperana, e tomam drogas para se aliviarem, podem estarcertos de que Deus no interferir para preservar a sade e a vida queesto, temerariamente, sendo postas em perigo. A causa produziuo efeito. Como ltimo recurso, muitos seguem as indicaes daPalavra de Deus, e pedem as oraes dos ancios da igreja emfavor da restaurao de sua sade. Deus no considera apropriadoresponder a oraes feitas em favor de tais pessoas, pois Ele sabeque se lhes fosse restaurada a sade, eles a sacricariam novamentesobre o altar do apetite pervertido. Spiritual Gifts 4:144, 145. Proviso em favor da obra evanglica mdico-missionria A maneira em que Cristo operava era pregar a Palavra e aliviaro sofrimento por meio de operaes miraculosas de cura. Foi-medito, entretanto, que no podemos agora trabalhar dessa maneira;pois Satans exercer o seu poder de operar milagres. Os servos deDeus no podem hoje trabalhar por meio de milagres, pois operaesesprias de cura, dizendo-se divinas, sero realizadas. Por essa razo, o Senhor indicou um meio pelo qual Seu povodeve levar avante a obra de cura fsica em combinao com o ens