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Memória de Aula 07: Desenvolvimento de Sistemas Diagramas de Sequência Profª Eliane Costa Santana

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  • Memria de Aula 07: Desenvolvimento de SistemasDiagramas de SequnciaProf Eliane Costa Santana

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  • Referenciais BibliogrficosBSICAS: GUEDES, Gilleanes T. A. UML 2 - Uma Abordagem Prtica. Editora Novatec.BOOCH, Grady; RUMBAUGH, James, JACOBSON, Ivar UML Guia do Usurio. Editora Campus.

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  • Diagramas de SequnciaO modelo de sequncia mostra eventos gerados pelos atores reconhecidos pelo sistemaO diagrama de sequncia depende do caso de usoPara Larman, h a definio do sistema como uma caixa-pretaO que o sistema faz e no como faz verificada a interao do ator e como ele gera eventos reconhecidos pelo sistemaEx.: quando o caixa entra com o cdigo do item, ele solicita ao sistema registrar a compra daquele itemProf Eliane Costa Santana

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  • Diagramas de SequnciaDICA 1: isolar todas as operaes que o ator solicitaDICA 2: um diagrama de sequncia deve ser feito para uma sequncia tpica de eventos de casos de uso e outros diagramas para sequncias alternativasPode ser considerada a sequncia de atores externos e o sistema como uma caixa-pretaPodem ser usados parmetros

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  • Exemplo para o caso do ponto de vendasProf Eliane Costa Santana

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  • AtividadeUma atividade especifica a coordenao de execues de comportamentos subordinados usando um modelo de fluxo de controle e dados.

    representada por um retngulo grande com as bordas arredondadas.Prof Eliane Costa Santana

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  • AtividadeAtividades podem conter aes de vrios tipos, tais como: Ocorrncias de funes primitivas, tais como funes aritmticas; Invocao de comportamento, tais como atividades; Aes de comunicao, tais como envio de sinais: Manipulao de objetos, tais como leitura ou gravao de atributos ou mesmo instanciao ou destruio de objetos.

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  • N de AoSo os elementos mais bsicos de uma atividade. Representa um passo, uma etapa que deve ser executada em uma atividade; atmico, no podendo ser decomposto.

    representado por um pequeno retngulo com as bordas arredondadas (semelhante, porm, menor que o smbolo do n de ao)

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  • Fluxo de Controle um conector que liga dois ns, enviando sinais de controle. representado por uma linha contendo uma seta apontando para o novo n e partindo do antigo.

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  • Fluxo de Controle Pode conter uma descrio, uma condio de guarda ou uma restrio, chamada nesse diagrama de peso (weight), que determina, por exemplo, o nmero mnimo de sinais que devem ser transmitidos pelo fluxo. Um sinal (token) pode conter valores de controle, objetos ou dados, sendo que esses dois ltimos somente podem ser transmitidos por meio de um fluxo de objetos.

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  • N InicialEsse componente pertence ao grupo de ns de controle utilizados para o controle de fluxo da atividade. Esse n usado para representar o incio do fluxo quando a atividade invocada. representado por um circulo preenchido.

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  • N de Final de Atividade Esse componente tambm um n de controle usado para representar o fim do fluxo de uma atividade. representado por um crculo preenchido dentro de um crculo vazio.Prof Eliane Costa Santana

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  • N de Deciso tambm um n de controle, utilizado para representar uma escolha entre dois ou mais fluxos possveis.

    acompanhado por condies de guarda, textos entre colchetes que determinam a condio para que o fluxo seja escolhido. Um n de deciso pode ser utilizado tambm para unir um fluxo dividido por um n de deciso anterior, quando passa a chamar-se n de unio. Prof Eliane Costa Santana

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  • Exemplo de Diagrama de AtividadeProf Eliane Costa Santana

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  • N de Bifurcao/UnioUm n de bifurcao/unio um n de controle que pode tanto dividir um fluxo em dois ou mais fluxos concorrentes, quando chamado n de bifurcao, como mesclar dois ou mais fluxos concorrentes em um nico fluxo de controle, quando chamado n de unio. Esse n representado por uma barra que pode estar tanto na horizontal como na vertical.

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  • Final de FluxoRepresenta o encerramento de uma rotina representada pelo fluxo, mas no de toda a atividade. O smbolo de final de fluxo representado por um crculo com um X.Prof Eliane Costa Santana

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  • Fluxo de ObjetosUm fluxo de objetos um conector que pode ter objetos ou dados passando por ele. Representa o fluxo de valores (objetos ou dados) que so enviados a partir de um n de objeto ou para um n de objeto.

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  • N de ObjetoUm n de objeto representa uma instncia de uma classe, que pode estar disponvel em um determinado ponto da atividade. Ns de objeto podem ser utilizados de diversas formas. Em sua forma mais tradicional, so representados como um retngulo.Prof Eliane Costa Santana

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  • O fluxo de objetos pode ser utilizado para modificar o estado de um objeto, definindo um valor para um de seus atributos ou mesmo instanciando ou destruindo o objeto. Um objeto pode apresentar multiplicidade, que nesse caso determina o nmero mnimo e mximo de valores que o objeto aceita. Se existir um valor mnimo determinado, a ao s inicia quando ele for atingido. Um objeto pode apresentar tambm um "Upperbound" entre colchetes que determina o valor mximo de valores que o objeto pode conter. Em tempo de execuo, quando esse valor ultrapassado, o fluxo interrompido. Prof Eliane Costa Santana

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  • Alfinetes (Pins)So ns de objeto que representam uma entrada para uma ao ou uma sada de uma ao. Eles fornecem valores para as aes e recebem os valores resultantes delas.O prprio objeto apresentado na figura anterior um alfinete. Os alfinetes podem ser representados tambm como pequenos retngulos e em geral so colocados ao lado das aes s quais esto ligadosProf Eliane Costa Santana

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  • N de Parmetro de Atividade Um n de parmetro de atividade um n de objeto utilizado para representar a entrada ou a sada de um fluxo de objetos em uma atividade. Prof Eliane Costa Santana

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  • ExceesPara descrever a manipulao de uma exceo, o diagrama de atividade fornece uma seta em forma de raio que aponta para a rotina de tratamento da interrupo ou exceo. Essa seta chamada de fluxo de interrupo. Prof Eliane Costa Santana

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  • Ao de Envio de Sinal (Ao de Objeto de Envio na verso 2.0 anterior) uma ao que representa o envio de um sinal para um objeto ou ao. representada por um retngulo com uma protuberncia triangular em seu lado direito.

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  • Ao de Evento de Aceitao uma ao que representa a espera de ocorrncia de um evento de acordo com determinadas condies. representada por um retngulo com uma reentrncia triangular em seu lado direito.Prof Eliane Costa Santana

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  • Ao de Evento de Tempo de Aceitao uma variao da ao de evento de aceitao que leva em considerao o tempo para que o evento possa ser disparado. Pode ser comparada com um trigger.Prof Eliane Costa Santana

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  • N de Repositrio de Dados (Data Store Node) um tipo especial de n de buffer centralgerencia fluxos de mltiplas fontes e destinos. usado para armazenar dados ou objetos permanentemente. Os dados so uma cpia dos dados originais. representado com o esteretipo de datastore.Prof Eliane Costa Santana

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  • ConectoresSo atalhos para o fluxo, utilizados quando existe uma distncia relativamente grande entre os ns que o fluxo precisa ligar. representado por um crculo contendo uma letra, por exemplo. Deve haver sempre pares de conectores com a mesma nomenclatura, uma vez que um conector um atalho.Prof Eliane Costa Santana

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  • Ao de Chamada de ComportamentoUma ao de chamada de comportamento uma ao que invoca a execuo de uma atividade. Esse tipo de ao apresenta um smbolo de ancinho apontando para baixo em seu canto inferior direito.Prof Eliane Costa Santana

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  • N de Atividade Estruturada um n de atividade executvel que pode conter ns subordinados. Esses ns subordinados devem pertencer somente a um n de atividade estruturada. Um n de atividade estruturada representa uma poro estruturada da atividade que no compartilhada com qualquer outro n estruturado, exceto para aninhamento.Prof Eliane Costa Santana

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  • N de Atividade Estruturada representado como um smbolo de atividade, com suas bordas tracejadas e contendo um smbolo de diagrama de atividade em seu canto inferior direito, o que significa que as aes desta atividade podem estar detalhadas em outro diagrama. Contm o esteretipo structure. Prof Eliane Costa Santana

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  • Particio de AtividadePermite representar o fluxo de um processo que passa por diversos setores ou departamentos de uma empresa, ou mesmo um processo que manipulado por diversos atores. formada por retngulos representando divises que identificam as zonas de influncia de um determinado setor sobre parte de um determinado processo. As parties podem ser tanto horizontais como verticais.

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  • Prof Eliane Costa SantanaParticio de Atividade

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  • Regio de Atividade InterrompvelEngloba certo nmero de elementos da atividade que podem sofrer uma interrupo, assim, todo o processo envolvido pela regio poder ser interrompido.A regio delimitada por um retngulo tracejado com as bordas arredondadas.

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  • Regio de Atividade InterrompvelProf Eliane Costa Santana

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  • Regio de Expanso uma regio de atividade estruturada executada mltiplas vezes de acordo com os elementos de uma coleo de entrada.Engloba uma parte da atividade e representa uma regio aninhada na qual cada entrada uma coleo de valores. executada uma vez para cada elemento na coleo de entrada. Os elementos de entrada e sada so ns de objeto, cada um representado por trs pequenos quadrados juntos, colocados nas extremidades da regio de expanso, chamados de ns de expanso.

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  • Regio de ExpansoPode ser iterativa, onde as interaes ocorrem na ordem dos elementos; paralela, onde todas as interaes so independentes; ou de fluxo (stream), onde h uma nica execuo da regio em que os valores na coleo de entrada so extrados e colocados na execuo da regio de expanso como um fluxo.

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  • Exemplo deDiagrama de Atividade Emitir ExtratoProf Eliane Costa Santana

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