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Mitologia Egipcia

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Diversos esclarecimentos sobre a mitologia egípcia e seu culto a morte e crença na ressurreição.

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MITOLOGIA EGPCIA

Os egpcios eram politestas. Adoravam vrios deuses, em cerimnias patrocinadas pelo estado ou pelo povo. Geralmente os deuses possuam formas de animais (zoomorfismo) ou uma mistura de homem e animal (antropozoomorfismo).

Os nomes no perodo Pr-dinstico possuam deuses pessoas representados por animais da regio, como falces, hipoptamos, crocodilos, lees, chacais e etc.

Com a unificao do pas, os deuses locais passaram a conviver com novos deuses cultuados em toda a extenso do reino.

O deus mais importante era R, considerado como o criador do Universo. Quando a capital do imprio passou a ser Tebas, Amon, o deus protetor dos tebanos e R passaram a ser um s deus, chamado Amon-R. Logo depois vem os mais populares: Osris, sis, Hrus, Ptah, Hator, Anbis e Toth. Antiga religio egpcia (ou mitologia egpcia) o nome dado a religio praticada no antigo Egito desde o perodo pr-dinstico, a cerca de 3.000 anos a.C. at o surgimento do cristianismo. Inicialmente era uma religio politesta por crer em vrias divindades, como foras da natureza. Ao passar de sculos, a crena passou a ser mais diversificada, sendo considerada henotesta, porque acreditava em uma divindade criadora do universo, tendo outras foras independentes, mas no iguais a este. Tambm pode ser considerada monotesta, pois tinha a crena em um nico deus, as outras divindades eram neteru (plural de neter), o que podem ser chamados de "anjos de deus", o que seriam vrios aspectos de um mesmo deus. A religio era praticada em templos e santurios domsticos. A religio ainda praticada atualmente, porm com minorias. O kemetismo uma reconstruo neopag da religio ainda praticada atualmente. Cosmologia e criao

No princpio emergiu das guas uma ilha, e nela havia um ovo, do qual saiu R, iluminando todas as coisas. Todos os outros deuses seriam filhos de R (Nut, Chu e Geb).

A deusa Nut se casou com Geb em segredo. Depois de algum tempo, R descobriu o que tinha acontecido, e ficou furioso com Nut. Como castigo tornou Nut estril. Com isso Nut usou sua criatividade desafiando Thot, em um jogo de dados. Com sua vitria, consegui que Thot acrescentasse cinco novos dias ao calendrio de 360 dias. Com os novos dias, que no eram vigiados por R, teve seus filhos: Osris, sis, Set e Nftis. O princpio do universo a formao nica de Deus, que no se fez do nada, e sim, autocriou seus aspectos. Os aspectos de Deus, como dito anteriormente, chamam-se neteru (no singular: neter no masculino e netert no feminino). Tudo vem a incio de um lquido infinito csmico chamado Nun (Nu ou Ny), este o ser subjetivo. Quando esse lquido se autocria e torna-se real, Atum, o ser objetivo. Essa passagem semelhante a passagem de inconsciente para consciente do ser humano. Atum criou uma massa nica universal, que deu origem h uma exploso (Big Bang), porm pr-planejada. Mas o universo era formado apenas por nutrons, sem eltrons ou prtons. Os prximos neteru a serem gerados eram Geb e Nut, que criaram os dois ambientes da Terra: o cu e a terra (plana). Estes tambm deram origem aos quatro neteru da vida: Osris, sis, Seth e Nftis. Osris criou a vida no alm e todo o processo de jornada at o cu. sis responsvel por todos os seres vivos. Seth representa os opostos, mas tambm coisas ms, como dio e caos. Nftis representa o deserto, a orientao, e o ato de morte. A histria desses quatro neteru a origem do prximo a ser gerado. Lembrando que as prximas histrias so semelhantes aos humanos porque esses neteru eram de espcies bem prximas aos humanos. Existem milhares de verses, no geral a histria a seguinte: Osris era o neter que criou o ciclo de vida e morte, por isso governava a terra. Seth, movido a inveja, resolveu armar uma forma de mat-lo. Ento, de forma incerta, provavelmente mostrando outra inteno, o trancafiou em um caixo e jogou no Nilo para se perder e ningum nunca achar. Nftis percebeu isso e avisou sis, quando comearam a procurar e encontraram um caixo, e recuperaram Osris. Seth como era uma forma do mal, esquartejou a forma material de Osris em 40 pedaos e espalhou-os por todo o deserto e no Nilo. sis, depois de muito tempo, conseguiu encontrar todos eles, exceto o pnis, que foi devorado por trs peixes. Ento, Osris uniu-se a sis e gerou um filho, a primeira ideia de "imaculada concepo", ela ficou conhecida como "Virgem sis". O filho era Hrus, o herdeiro que ento lutou contra Seth, perdendo um olho na batalha, mas consegui venc-lo. Esse olho ficou conhecido como "Olho de Hrus", que foi reconhecido como smbolo de proteo pelos egpcios.Hrus tambm era conhecido como o "salvador da humanidade". Depois disso, Seth se tornou um neter menor. Tambm h histrias dizendo que Hrus encarnou na terra e mostrou ensinamentos humanidade. Ele seria guiado pela estrela Sirius e presenteado em seu nascimento por trs reis, que seriam representados pelas Trs Marias. Tambm fez milagres na terra, como andar sobre as guas do Nilo. Em outra verso, teria ressuscitado um homem chamado El-Azar-Us. Foi morto pelo fara (por inveja deste) e tambm teria ressuscitado alguns dias depois. Fora da terra, teria se casado com Hathor. O culto dos animais O culto aos animais existiu no Egito desde pocas remotas, mas vulgarizou-se na poca do Imprio Novo. Determinados animais, como o boi ou o gato, eram considerados manifestaes da divindade. O culto era orientado no a todos os animais da mesma espcie, mas a um, identificado como divino pelo fato de possuir uma marca distintiva. Eram colocados em jaulas junto aos templos, sendo alvo de um culto entre o povo e de atenes especiais na sua alimentao e conforto. Quando morriam estes animais eram mumificados e enterrados em necrpoles prprias. O julgamento dos mortos Pesagem das almas no Livro dos Mortos. O corao pesado contra a pluma da verdade, enquanto o monstroAmmut espera para devorar o corao se necessrio. Pormenor de uma pesagem das almas o morto chegaria a uma grande sala de justia, onde para alm de Deus Osris, estavam quarenta e dois juzes com cabea de animal e um faca na mo. O morto fazia ento a chamada "confisso negativa" atravs da qual proclamava no ter roubado, matado, cometido adultrio, etc. O seu corao era colocado sobre uma balana e pesado contra uma pena, o smbolo de Maet. Se tivesse o mesmo peso era considerado inocente; em caso contrrio seria lanado a Ammut, um monstro que era parte leo, parte hipoptamo e parte crocodilo, que devorava o corao. A alma justa entrava num local idlico; para os habitantes do Delta esse local eram os Campos Elseos (Sekhet-hetepet), onde a Primavera era eterna. Os mortos teriam um vida agradvel, desempenhando a mesma funo que tinham na terra. O culto dos mortosNos primeiros tempos da histria egpcia a possibilidade de uma vida depois da morte estava reservada ao fara, tendo a partir da V dinastia se verificado uma democratizao desta concepo, que passou a abranger toda a populao. Contudo, para permitir o acesso e a continuao nessa vida, era necessrio que o corpo estivesse preservado, o que explica o recuso mumificao. A mumificao: Nos primeiros tempos os Egpcios praticaram uma mumificao "natural": os cadveres era envoltos em peles de animais e enterrados no deserto, onde a secura os conservava. Progressivamente desenvolveram uma mumificao artificial que atingiu a perfeio no Imprio Novo. Os trabalhos de embalsamento era realizados na margem ocidental do Nilo, longe das habitaes, em tendas e depois em salas conhecidas como "Belas Casas" ou "Casas da Purificao". Os trabalhos eram vigiados por sacerdotes que usavam mscaras que reproduziam a cabea de Anbis, deus dos mortos. Depois de velado pelo falecido, a famlia encontrava-se com os embalsamadores que mostravam os vrios tipos de mumificao. Uma vez escolhido o modelo, conforme as possibilidades econmicas da famlia, os profissionais comeavam o trabalho. Conhece-se hoje o processo de embalsamento graas ao relato de Herdoto, j que os Egpcios no deixaram qualquer tipo de descrio sobre esta tcnica. No essencial a cincia moderna confirmou o relato. Segundo o historiador grego a tcnica mais nobre, que pretendia reproduzir o embalsamento que tinha sido feito sobre Osris, comeava com a extraco do crebro pelas narinas, com a ajuda de um gancho de ferro. Com uma faca de pedra da Etipia fazia-se um corte na ilharga, por onde se retiravam os intestinos. A cavidade abdominal era limpa e lavada com vinho de palma e com substncias aromticas. O ventre era enchido com uma mistura de mirra e canela, sendo cozido. O cadver era depois mergulhado num banho de natro (silicato de soda e alumnio), onde permanecia durante setenta dias; a partir do Imprio Mdio sabe-se que os profissionais recorreram ao p de natro, que se achava num vale desrtico. Terminado este perodo, o corpo era lavado e envolto em faixas de pano revestidas com resinas. Comeava-se pelos dedos das mos e dos ps, seguindo-se o envolvimento das extremidades, do tronco e da cabea. Fazia depois um envolvimento geral de cima para baixo e outro de baixo para cima. Durante todo este processo eram recitadas frmulas mgicas e colocados amuletos entre as faixas, como o Olho de Hrus e o "n de sis". O corpo era ento entregue aos familiares, que o colocavam num caixo que com a forma do corpo humano. Outra tcnica de embalsamento no retirava os rgos internos, limitando-se a injectar pela boca leo de cedro, tapando-se a boca. O corpo era depois colocado no banho de natro, onde permanecia tambm setenta dias. Terminado este perodo, retirava-se do banho e deixava-se sair o leo, dissolvendo as vsceras. A terceira tcnica injetava um purgante que limpava os intestinos e colocava o corpo no banho de natro. Os mais pobres limitavam-se a enterrar os seus embrulhando os corpos nas peles dos animais e enterrando-os nas areias. Os rgos que tinha sido retirados do corpo (intestino, fgado, estmago e pulmes) eram mumificados parte e colocados cada um em vasos especiais, denominados hoje em dia como canopos. A MORTE:Os egpicios acreditavam que o ser humano era formado por Ka (o corpo) e por R (a alma). Para eles, no momento da morte, a alma (R) deixava o corpo (K), mas ela podia continuar a viver no reino de Osris ou de Amon-R. Isso seria possvel somente se fosse conservado o corpo que devia sustent-la. Da vinha a importncia de embalsamar ou mumificar o corpo para impedir que o mesmo se descompusesse. Para assegurar a sobrevivncia da alma, caso a mmia fosse destruda, colocava-se no tmulo estatuetas do morto. O processo de mumificao acontecia da seguinte maneira: o sacerdote abria o corpo do morto ao meio tirando seus rgos moles (os rgos que apodrecem rpido). Depois cortava o nariz de forma que pudesse retirar o crebro com um gancho especializado. O sacerdote colocava dentro do corpo do morto alguns medicamentos. Aps todo o ritual, o sacerdote amarrava uma espcie de pano que ajudava a conservar o corpo. Anbis era o deus egpcio associado a mumificao e rituais fnebres; aqui, ele atende a uma mmia. Dentro das pirmides ficavam os bens do morto. Os egpcios colocavam nas pirmides tudo que eles achavam que poderiam reutilizar na outra vida (mveis, jias, etc). O tmulo era como uma habitao de um vivo, com mveis e provises de alimentos. As pinturas das paredes representavam cenas do morto mesma, na caa e na pesca. Eles acreditavam nos poderes mgicos dessas pinturas, pois achavam que a alma do morto se sentia feliz e serena ao contempl-las. A alma do morto comparecia ao Tribunal de Osris, onde era julgada por suas obras, para ver se podia ser admitida no reino de Osris. Os antigos egpcios tambm acreditavam que os tmulos eram moradias de eternidade. Para melhor proteger os corpos, as mmias eram colocadas em sarcfagos bem fechados. Os faras, os nobres, os ricos e alguns sacerdotes construam grandes tmulos de pedras para garantir a proteo dos corpos contra ladres e profanadores, aqueles que invadem lugares sagrados ou cmaras funerrias. Eram feitos para garantir a longa espera no tempo at que a alma voltasse para a vida. Assim foram construdas mastabas, pirmides e hipogeus ricamente adorados. Deuses e Religio do Antigo Egito: Amon, R, Atom: Atom ou ATON o deus da origem do universo, associado com a serpente e tambm com o sol negro.Amon, era o deus cornudo porque associado ao carneiro, cuja a simbologia esta relacionada com o signo astrolgico de capricrnio. Amon, (Aamon, Ammon, etc), era tambm representado por um ganso.R era o deus que originou todas as coisas, deus da vida, associado ao Sol. Amon significa o oculto, ou aquele que ,(ou est), oculto. No Egipto estas 3 divindades acabaram constituindo uma santa trindade divina, (anloga que os cristos muito mais tarde defenderam na sua religio monotesta) e constituiram apenas 1 nica deidade : aquele que originou todos os deuses e que era pai de todos os deuses.Amon Zeus para os Gregos e Jpiter para os Romanos, o Deus dos deuses, o rei de todos os deuses. Segundo a mitologia do Antigo Egito, no incio haviam apenas aguas primordiais, e delas nasceu Atum. Atum masturbou-se e o seu smen ao ser derramado pelas aguas, deu origem aos deuses e homens, assim como toda a restante criao. Amon, mon ou Amun (em grego mmon ou Hmmon, em egpcio Yamnu) foi um deus da mitologia egpcia, visto como rei dos deuses e como fora criadora de vida. Deus local de Karnak, constitui uma famlia divina com sua esposa Mut e seu filho Khonsu. Origem do nomeO nome de Amon foi registrado pela primeira vez no idioma egpcio como mn, que significa "O escondido". Como as vogais no eram escritas nos hierglifos egpcios, egiptlogos reconstruram a pronncia de seu nome como Yamnu (/jamanu/). O nome sobreviveu no copta como Amoun.[carece de fontes?. O deus Amon podia ser representado de vrias formas: como animal, como homem com cabea de animal ou como homem. Os animais associados a Amon eram o ganso e o carneiro, podendo por isso o deus ser representado sob estas formas. Contudo, a representao como ganso era rara. Como carneiro surgia com chifres curvos e cauda curta (ovis platyura aegyptiaca). Na forma hbrida podia surgir como homem com cabea de carneiro. Amon era representado como homem com barba postia, de pele negra ou lpis-lazli (aluso ao culto de Amon como deus celeste). Sua cabea era encimada por um disco solar, uraeus, e duas plumas. Cada uma dessas plumas encontrava-se dividida verticalmente em duas seces, que refletiam a viso egpcia dualista (rio Nilo/deserto; Vida/Morte...) e horizontalmente em sete segmentos. Na parte posterior da coroa podia levar uma fita vermelha. Na mo direita segurava um ankh e na esquerda o ceptro uas. Em algumas representaes Amon surge com um falo, resultado de sua associao com o deus Min. Amon era tambm considerado o rei dos deuses. Muitas vezes era associado ao deus R (ou R), formando assim o deus Amon-R, o deus que traz o sol e a vida ao Egito. Era representado na forma de um homem em tnicas reais com duas plumas no cabelo. O deus Amon era acompanhado de sua mulher Mut (representada num corpo de mulher mas com cabea de abutre ou coroas). Amonet: Por uns encarada como o principio feminino de Amon, por outros como a primeira mulher de Amon. Amonet era uma deusa da mitologia egpcia, a verso feminina do deus Amon. O seu nome significa "A Oculta".Esta deusa surgiu na poca do Imprio Mdio, tendo o seu culto se consolidado na poca do Imprio Novo. Na cosmogonia proposta pela Ogdade de Hermpolis, Amonet era a esposa de Amon. Ambos representavam o intangvel, o oculto e o poder que no se extingue. Nesta cidade era representada como uma mulher com cabea de r.Na cidade de Tebas, onde era representada como uma mulher que usa a coroa vermelha do Baixo Egipto, ser substituda pela deusa Mut como esposa de Amon. Outra possvel forma de represent-la era na forma de vaca.

Amonet desempenhava um importante papel nas cerimnias de entronizao do fara, bem como nas festas de Heb-Sed (jubileu real, geralmente celebrado aps trinta anos de reinado), onde era por vezes acompanhada pelo deus Min.No templo de Amon em Karnak, o fara Tutankhamon mandou erguer uma esttua da deusa com Amon. Amonet foi identificada pelos Gregos com a deusa Atena. Mut: A segunda esposa da Amon e me adoptiva de Konshu.Mut esposa do deus Amon no se sabe ao certo quem seu pai, de acordo com algumas histrias ela nem teria pai, pois seria uma verso da deusa primordial Amaunet (antiga esposa de Amon) que surgiu do nada.Mut me do deus Khonsu e me adotiva do deus Montu, considerada uma deusa falco apesar de no ter uma, antes do deus Amon comear a fazer sucesso Mut era vista como uma deusa muito poderosa, mas depois do sucesso de Amon ela comeou a ser vista apenas como sua esposa, sendo que nem se sabe mais ao certo do que Mut deusa Konshu: Consu o Deus da lua, do tempo e do conhecimento. Esse mago de grande reputao cultuado em vrias regies. Os tebanos vem nele o filho de Amon-R. Sua cabea de falco coroado pelo disco lunar. Maat: Filha de Amon, esposa do seu irmo Tot, era aquela que participava nos julgamentos dos que faleciam. No Amenti, ( tribunal das almas situado nas esferas celestes), Maat era aquela que colocava uma pena num dos pratos da balana onde era decidido o destino da alma de quem se apresentava a julgamento apos a morte. No outro prato da balana, Osris colocava o corao do falecido. Se os pratos permanecessem em equilbrio, a alma do falecido estava salva e ele festejaria com os espritos de morte, para depois partir para a morada dos deuses, ou reencarnar. Se o seu corao pesasse mais que a pena de Maat, esta levaria a alma do morto para os infernos onde Ammut a devoraria em agonia eterna, ate que essa alma deixasse de existir para sempre. Maat era a deusa do equilbrio e da justia. Na mitologia egpcia, Maet ou Maat a deusa da Justia e do Equilbrio.

representada por uma mulher jovem exbindo na cabea uma pluma. filha de R, o deus do Sol e esposa de Tot, o escriba dos deuses com cabea de ibis. Com a pena da verdade ela pesava as almas de todos que chegassem ao Salo de Julgamento subterrneo. Colocava a pluma na balana e no prato oposto o corao do falecido. Se os pratos ficassem em equilbrio, o morto podia festejar com as divindades e os espritos da morte. Entretanto, se o corao fosse mais pesado, ele era devolvido para Ammut (deusa do Inferno, que parte hipoptamo, parte leo, parte crocodilo) para ser devorado). Os deuses egpcios no eram pessoas imortais para serem adoradas, mas sim ideais e qualidades para serem honradas e praticadas Ammut: Deusa do inferno, que devorava as almas que foram condenadas em Amenti, ate que elas deixassem de existir para sempre. Toth: Filho de Amon, marido de Maat. Era o escriba dos deuses, o deus da aprendizagem e da sabedoria relacionada com o oculto, a magia, o sobrenatural. Toth, Tot, Tt ou Thoth o nome em grego de Djehuty (ou Zehuti), um deus pertencente ao panteo egpcio, deus da sabedoria um deus cordato, sbio, assistente e secretrio-arquivista dos deuses. uma divindade lunar (o deus da Lua) que tem a seu cargo a sabedoria, a escrita, a aprendizagem, a magia, a medio do tempo, entre outros atributos. Era frequentemente representado como um escriba com cabea de bis (a ave que lhe estava consagrada). Tambm era representado por um babuno. A importncia desta divindade era notria, at porque o ciclo lunar era determinante em vrios aspectos da atividade civil e religiosa da sociedade egpcia. , por vezes, identificado com Hermes Trismegisto. Sua filiao ora atribuda a R, ora a Seth. Refere-se tambm que seria conselheiro de R. Sua companheira ntima, Astennu, por vezes identificada com o prprio Toth. Tinha uma filha:. Seshat. Era marido de Maet. Tambm considerado, por Edgar Cayce, como um engenheiro atlante da antiga civilizao perdida de Atlntida e que ter participado na construo das piramides Sechtat: Filha de Tot e Maat, era a deusa da sabedoria na forma da cincia: astronomia, matemtica, medicina, arquitectura, etc. Madset: Filha de Tot e Maat, era tal como a sua me, uma deusa associada Justia Hator: Deusa do feminino, da fertilidade, da sexualidade, do amor, da embriaguez, da prostituio, da felicidade, da prosperidade material e boas bnos aos humanos . Era uma das deusas mais reverenciadas na antiguidade e o seu templo um dos mais belos do antigo Egipto. O seu culto era realizado no s atravs de devoo espiritual, mas tambm atravs de rituais sexuais, nomeadamente atraves da prostituio sagrada. Hator era a consorte dos faras e acreditava-se que era ela que escolhia quem ocupava esse cargo divino, pois apenas um seu escolhido e amante seria elevado condio de fara. Por isso, embora todo o farao possusse esposas humanas, ele teria igualmente de ser amante desta deusa. Os sacerdotes de Hator, ao contrrio do que sucedia com outros os deuses, mantiveram os conhecimentos sobre esta deusa em grande segredo, transmitindo apenas iniciticamente de mestres para discpulos, pelo que mais saber sobre esta deusa se perdeu nos tempos. Hathor uma das deusas mais veneradas do Egito Antigo, a deusa das mulheres, dos cus, do amor, da alegria, do vinho, da dana, da fertilidade e da necrpole de Tebas, pois sai da falsia para acolher os mortos e velar os tmulos. Poderes a legtima portadora do sistro (era feito em geral em bronze, mas tambm existiam exemplares em madeira e em faiana. Os sistros estavam particularmente associados ao culto da deusa Hathor, mas poderiam tambm ser empregues no de sis, Bastet e Amon. Os Egpcios acreditavam que o som produzido pelo instrumento poderia aplacar o deus em questo. Quando o culto de sis se difundiu na bacia do Mediterrneo, o sistro tornou-se um instrumento popular entre os romanos). Trazia a felicidade e era chamada de "dama da embriaguez" e muito celebrada em festas. As mulheres solteiras oravam para ela enfeitiar seus espelhos de metal. Distribuidora do amor e da alegria, deusa do cu e protetora das mulheres, nutriz do deus Hrus e do fara. HistriaHator (Hathor ou Het-Heru) era associada com sis e com Bast, porm, esta Hator mais conhecida a reformulao de uma Hathor pr-dinstica, muito mais antiga, da qual pouco foi revelado e muito foi ocultado pela classe sacerdotal. Seu poder era to grande que, mesmo com estas reformulaes e confuses, em mais de uma dinastia o fara era considerado filho de Hathor ou seu consorte. CultoPersonificao das foras benficas do cu, depois de sis, a mais venerada das deusas. Era prestado culto a Hathor em todo o Egito, em especial em Dender. IconografiaEla representada de vrias formas ao longo da histria e pr-histria egpcia: como uma mulher com chifres na cabea portando o disco solar;como uma mulher com orelhas de vaca;como uma mulher com cabea de vaca portando o disco solar;como uma vaca, com disco solar e duas plumas entre os chifres.s vezes retratada por um rosto de mulher visto de frente e provido de orelhas de vaca, a cabeleira separada em duas abas com as extremidades enroladas. GEB: Filho de Chu e Tefnut, ( estes por sua vez emanados de Atum quando o rei dos deuses gerou a criao), ele casado com Nuit e o deus da terra e da morte. Era ele que impedia os espritos maus de partir deste mundo e as conduzia s entranhas da terra, aprisionando-os. Este deus era tambm responsvel pelo estmulo ao lado material da vida. NUIT: Tambm como Geb, ( do qual irm), esta divindade filha de Chu e Tefnut, ( estes por sua vez emanados de Atum quando o rei dos deuses gerou a criao), e esposa de Geb. Ela a deusa dos cus, aquela que fica com os espritos ,( exceptuando os espritos maus que o seu marido Gab automaticamente aprisiona na terra), e os conduz s esferas celestes. Ali, eles sero julgados em Amenti. SIS: Deusa me e do amor, filha de Geb e Nuit, irm e esposa de Osris. Quando Seth matou e esquartejou Osris, Isis procurou pelos pedaos do corpo do seu marido e usando magia, (com a ajuda da sua irm Neftis), ela resuscitou o corpo desse e logo fez amor com ele, assim concebendo Horus, aquele que se vingaria da atrocidade cometida contra o seu pai. sis (Auset em egpcio), uma deusa da mitologia egpcia. Segundo a lenda, sis ajudou a procurar o corpo de Osris, que tinha sido despedaado pelo irmo, Seth. sis, a deusa do amor e da mgica, tornou-se a deusa-me do Egito. HistriaQuando Osris, seu irmo e marido, herdou o poder no Egito, ela trabalhou junto com ele para civilizar o Vale do Nilo, ensinando a costurar e a curar os doentes e introduzindo o conceito do casamento. Ela conhecia uma felicidade perfeita e governava as duas terras, o Alto e o Baixo Egito, com sabedoria enquanto Osris viajava pelo mundo difundindo a civilizao. At que Set, irmo de Osris, o convidou para um banquete. Tratava-se uma cilada, pois Set estava decidido a assassinar o rei para ocupar o seu lugar. Set apresentou um caixo de propores excepcionais, assegurando que recompensaria generosamente quem nele coubesse. Imprudente, Osris aceitou o desafio, permitindo que Set e os seus aclitos pregassem a tampa e o tornassem escravo da morte. Cometido o crime, Set, que cobiava ocupar o trono de seu irmo, lana a urna ao Nilo (H tambm uma verso que diz que sis ao saber o que havia ocorrido chorou profundamente e de suas lgrimas surgiu o rio Nilo), para que o rio a conduzisse at ao mar, onde se perderia. Este incidente aconteceu no dcimo stimo dia do ms Athyr, quando o Sol se encontra sob o signo de Escorpio. Quando sis descobriu o ocorrido, afastou todo o desespero que a assombrava e resolveu procurar o seu marido, a fim de lhe restituir o sopro da vida. Assim, cortou uma madeixa do seu cabelo, estigma da sua desolao, e o escondeu sob as roupas peregrinando por todo o Egito, na busca do seu amado. Por sua vez, e aps a urna atingiu finalmente uma praia, perto da Babilnia, na costa do Lbano, enlaando-se nas razes de um jovem tamarindo, e com o seu crescimento a urna ascendeu pelo mesmo se prendendo no interior do seu tronco, fazendo a rvore alcanar o clmax da sua beleza, que atraiu a ateno do rei desse pas, que ordenou ao seu squito que o tamarindo fosse derrubado, com o proposito de ser utilizado como pilar na sua casa. Enquanto isso, sis prosseguia na sua busca pelo cadver de seu marido, e ao escutar as histrias sobre esta rvore, tomou de imediato a resoluo de ir Babilnia, na esperana de ultimar enfim e com sucesso a sua odissia. Ao chegar ao seu destino, sis sentou-se perto de um poo, ostentando um disfarce humilde e brindou os transeuntes que por ela passavam com um rosto lindo e cheio de lgrimas. Tal era a sua beleza e sua triste condio que logo se espalharam boatos que chegaram ao rei da Babilnia, que, intrigado, a chamou para conhecer o motivo de seu desespero. Quando sis estava diante do monarca solicitou que permitisse que ela entrelaasse os seus cabelos. Uma vez que o regente, ficou perplexo pela sua beleza, no se importou com isso, assim sis incensou as tranas que espalharam o perfume exalado por seu streo corpo. Fazendo a rainha da Babilnia ficar enfeitiada pelo irresistvel aroma que seus cabelos emanavam. Literalmente inebriada por to doce perfume dos cus, a rainha ordenou ento a sis que a acompanhasse. Assim, a deusa conseguiu entrar na parte ntima do palcio do rei da Babilnia, e conquistou o privilgio de tornar-se a ama do filho recm-nascido do casal rgio, a quem amamentava com seu dedo, pois era probido a Isis ceder um dos seios, o Leite de Isis prejudicaria a criana. Se apegando criana, sis desejou conceder-lhe a imortalidade, para isso, todas as noites, a queimou, no fogo divino para que as suas partes mortais ardessem no esquecimento. Certa noite, durante o ritual, ela tomou a forma de uma andorinha, a fim de cantar as suas lamentaes. Maravilhada, a rainha seguiu a melopia que escutava, entrando no quarto do filho, onde se deparou com um ritual aparentemente hediondo. De forma a tranqiliz-la, sis revelou-lhe a sua verdadeira identidade, e terminou o ritual, mesmo sabendo que dessa forma estaria a privar o pequeno prncipe da imortalidade que tanto desejava oferecer-lhe. Observando que a rainha a contemplava, sis aventurou-se a confidenciar-lhe o incidente que a fez visitar a Babilnia, conquistando assim a confiana e benevolncia da rainha, que prontamente lhe cedeu a urna que continha os restos mortais de seu marido. Dominada por uma imensa felicidade, sis apressou-se a retir-la do interior do pilar. Porm, o fez de forma to brusca, que os escombros atingiram, mortalmente, o pequeno prncipe. Outra s verses desta lenda, afirmam que a rainha expulsou sis, ao ver o ritual, no qual ela retirou a urna do pilar, sem o consentimento dos seus donos[carece de fontes?]. Com a urna, sis regressou ao Egito, onde a abriu, ocultando-a, nas margens do Delta. Numa noite, quando sis a deixou sem vigilncia, Seth descobriu-a e apoderou-se, uma vez mais dela, com o intento de retirar do seu interior o corpo do irmo e cort-lo em 14 pedaos e os arremessando ao Nilo. Ao tomar conhecimento do ocorrido, sis reuniu-se com a sua irm Nftis, que tambm no tolerava a conduta de Seth, embora este fosse seu marido, e, juntas, recuperaram todos os fragmentos do cadver de Osris, exceo, segundo Plutarco, escritor grego, do seu sexo, que fora comido por um peixe. Novamente existe uma controvrsia, uma vez que outras fontes egpcias afirmam que todo o corpo foi recuperado[carece de fontes?]. Em seguida, sis organizou uma viglia fnebre, na qual suspirou ao cadver reconstitudo do marido: Eu sou a tua irm bem amada. No te afastes de mim, clamo por ti! No ouves a minha voz? Venho ao teu encontro e, de ti, nada me separar! Durante horas, sis e Nftis, com o corpo purificado, inteiramente depiladas, com perucas perfumadas e boca purificada por natro (carbonato de soda), pronunciaram encantamentos numa cmara funerria, impregnada por incenso. A deusa invocou ento todos os templos e todas as cidades do pas, para que estes se juntassem sua dor e fizessem a alma de Osris retornar do Alm. Uma vez que todos os seus esforos revelavam-se vos, sis assumiu ento a forma de um falco, cujo esvoaar restituiu o sopro de vida ao defunto, oferecendo-lhe o apangio da ressurreio. sis em seguida amou Osris, mantendo o vivo por magia, tempo suficiente para que este a engravidasse. Outras fontes garantem que Osris e a sua esposa conceberam o seu filho, antes do deus ser assassinado. Aps isso ela ajudou a embalsam-lo, preparando Osris para a viagem at seu novo reino na terra dos mortos, tendo assim ajudado a criar os rituais egpcios de enterro. Ao retornar terra, sis encontrava-se agora grvida do filho, concebendo assim Hrus, filho da vida e da morte. a quem protegeria at que este achasse-se capaz de enfrentar o seu tio, apoderando-se (como legtimo herdeiro) do trono que Set havia usurpado. Alguns contos declaram que sis, algum tempo antes do parto, Set aprisionara, mas que Tot, vizir de Osris, a auxiliara a libertar-se. Porm, muitos concordam que ela ocultou-se, secretamente, no Delta, onde se preparou para o nascimento do filho, o deus-falco Hrus. Quando este nasceu, sis tomou a deciso de dedicar-se inteiramente rdua incumbncia de velar por ele. Todavia, a necessidade de ir procurar alimentos, acabou deixando o pequeno deus sem qualquer proteo. Numa dessas ocasies, Set transformou-se numa serpente, visando espalhar o seu veneno pelo corpo de Hrus, quando sis regressou encontrou o seu filho j prximo da morte.[carece de fontes?] Entretanto, a sua vida no foi ceifada, devido a um poderoso feitio executado pelo deus-sol, R. Ela manteve Hrus em segredo at que ele pudesse buscar vingana em uma longa batalha que significou o fim de Set. A mgica de sis foi fundamental para ajudar a conseguir um julgamento favorvel para Osris. Suas habilidades mgicas melhoraram muito quando ela tirou proveito da velhice de R para engan-lo, fazendo-o revelar seu nome e, assim, dando a ela acesso a um pouco de seu poder. Com freqncia, ela retratada amamentando o filho Hrus. OSRIS: Filho de Geb e Nuit, irmo e marido de Isis, era o deus que procedia ao julgamento das almas dos que morreram, juntamente com Maat. A Osris foi concedido o poder de governar sobre o mundo terreno. Seth, seu irmo, ficou ciumento e invejoso porque apenas lhe tinha sido concedido poder sobre os desertos, enquanto que o seu irmo governava sobre toda a restante terra. Osris por isso vtima de Seth que lhe dirige um golpe para o destronar; durante um banquete oferecido pelo seu irmo Seth, Osris atacado por 72 demnios ao servio de Seth e acaba esquartejado em 16 pedaos. A sua esposa Isis, (com a ajuda da sua irm Neftis), procurou e reuniu todos os pedaos, reconstituindo-lhe o corpo atravs da magia e fazendo amor com ele, gerando assim Horus, o seu filho que o haveria de vingar contra Seth. Conjuntamente com Isis, igualmente um deus de fertilidade e prosperidade.Osris (Ausar em egpcio) era um deus da mitologia egpcia, associado vegetao e a vida no Alm. Oriundo de Busris, no Baixo Egipto, Osris foi um dos deuses mais populares do Antigo Egipto, cujo culto remontava s pocas remotas da histria egpcia e que continuou at era Greco-Romana, quando o Egito perdeu a sua independncia poltica.

Marido de sis e pai de Hrus, era ele quem julgava os mortos na "Sala das Duas Verdades", onde se procedia pesagem do corao ou psicostasia.

Osris, sem dvida o deus mais conhecido do Antigo Egipto, devido ao grande nmero de templos que lhe foram dedicados por todo o pas; porm, os seus comeos foram os de qualquer divindade local,e tambm um deus que julgava a alma dos egpcios se eles iam para o paraso (lugar onde s h fartura).Para os seus primeiros adoradores, Osris era apenas a encarnao das foras da terra e das plantas. medida que o seu culto se foi difundindo por todo o espao do Egipto, Osris enriqueceu-se com os atributos das divindades que suplantava, at que, por fim substituiu a religio solar. Por outro lado a mitologia engendrou uma lenda em torno de Osris, que foi recolhida fielmente por alguns escritores gregos, como Plutarco. A dupla imagem que de ambas as fontes chegou at ns deste deus, cuja cabea aparece coberta com a mitra branca, a de um ser bondoso que sofre uma morte cruel e que por ela assegura a vida e a felicidade eterna a todos os seus protegidos, bem como a de uma divindade que encarna a terra egipcia e a sua vegetao, destruda pelo sol e a seca, mas sempre ressurgida pelas guas do Nilo.

O NOME OSIRIS:O nome Osris deriva do grego que por sua vez deriva da forma sria Usire. O significado exacto do nome desconhecido. Entre os vrios significados propostos pelos especialistas, encontram-se hipteses como "Aquele que ocupa um trono", "Para criar um trono", "Lugar/Fora do Olho" ou "Aquele que copula com sis". Contudo, a interpretao considerada mais aceitvel a que considera que Osris significa "O Poderoso".

Osris tambm era o chefe dos deuses egipcios. SETH: Filho de Geb e Nuit, irmo e esposo de Neftis. Seth era o esprito do mal, sendo que apenas lhe foi concedido o poder de governar os desertos. Seth era o deus das tempestades, da violncia, do cime, da inveja, da sodomia, da impureza, etc. Seth habitava no deserto e era rei de demnios. Seth invejou o reino do seu irmo Osris e jurou usurpar-lhe o trono. Assim, Seth matou o seu irmo, esquartejando-lhe o corpo e fazendo para sempre escravo da morte. Seth ocupou o trono do seu irmo, ate que Horus realizou a sua vingana, expulsando Seth deste mundo, exilando-o novamente nos desertos e nas tempestades. Seth (ou Set) o deus egpcio da violncia e da desordem, da traio, do cime, da inveja, do deserto, da guerra, dos animais e serpentes. Seth era encarnao do esprito do mal e irmo de Osris, o deus que trouxe a civilizao para o Egito. Seth era tambm o deus da tempestade no Alto Egito. Era marido e irmo de Nftis. descrito que Seth teria rasgado o ventre de sua me Nut com as prprias garras para nascer. Ele originalmente auxiliava R em sua eterna luta contra a serpente Apep na barca lunar, e nesse sentido Seth era originalmente visto como um deus bom. [editar] A traio de Nftis e suposta inveja de SethAlgumas verses contam que na verdade ele foi trado por Nftis com Osris, da seu assassinato. O maior defensor dos oprimidos e injustiados, tinha fama de violento e perigoso, uma verdadeira ameaa. Conta-se que Set ficou com inveja de Osris e trabalhou incessantemente para destru-lo (verses contam que Nftis, esposa de Seth, fora seduzida por Osris, o que seria uma ressalva. Anbis teria sido concebido desta relao). Auxiliado por 72 conspiradores, Seth convidou Osris para um banquete. No decurso do banquete, Seth apresentou uma magnfica caixa-sarcfago (atade) que prometeu entregar a quem nela coubesse. Os convidados tentaram ganhar a caixa, mas ningum cabia nesta, dado que Seth a tinha preparado para as medidas de Osris. Convidado por Seth, Osris entra na caixa. ento que os conspiradores, sits, servos do proprio Seth trancam-na e atiram-na para o rio Nilo. A corrente do rio arrasta a caixa at o mar Mediterrneo, acabando por atingir Biblos (Fencia). sis, desesperada com o sucedido, parte procura do marido, procurando obter todo o tipo de informaes dos que encontra pelo caminho.Chegada a Biblos sis descobre que a caixa ficou inscrustrada numa rvore que tinha entretanto sido cortada para fazer uma coluna no palcio real. Com a ajuda da rainha, sis corta a coluna e consegue regressar ao Egito com o corpo do amado, que esconde numa plantao de papiros. Contudo, Seth encontrou a caixa e furioso decide esquartejar em 14 pedaos o corpo, que espalha por todo o Egito; segundo alguns textos do perodo ptolomaico, teriam sido 16 ou 42 partes. Quanto ao significado destes nmeros, deve-se referir que o 14 o nmero de dias que decorre entre a lua cheia e a lua nova e o 42 era o nmero de provncias (ou nomos) em que o Egito se encontrava dividido. Suas aes fizeram com que a maioria dos outros deuses se voltassem contra ele, mas Seth achava que seu poder era inatacvel. Hrus, filho de sis e Osris, conseguiu matar Seth, que acabou identificado como um deus do mal. Em algumas verses, Hrus castra Seth ao invs de mat-lo. AparnciaSeth intimamente associado a vrios animais, como cachorro, crocodilo, porco, asno e escorpio. Sua aparncia orelhuda e nariguda era provavelmente um agregado de vrios animais, em vez de representar somente um. Ele tambm representado como um hipoptamo, considerado pelos egpcios como uma criatura destrutiva e perigosa. Nos quadrinhos da Marvel Comics e de Conan, o brbaro, Seth descrito erroneamente como uma grande serpente. Na verdade a grande serpente era uma referencia a Apep, inimiga de R, e esta ironicamente era combatida por Seth. AdicionaisSeth o deus do caos, tambm do deserto e das terras estrangeiras. No Livro dos Mortos, Seth chamado "O Senhor dos Cus do Norte" e considerado responsvel pelas tempestades e a mudana de tempo. A histria do longo conflito entre Seth e Hrus vista por alguns como uma representao de uma grande batalha entre cultos no Egito cujo culto vencedor pode ter transformado o deus do culto inimigo em deus do mal. Seth , na verdade, a representao do supremo sacrifcio em prol da justia. NEFTIS: Filha de Geb e Nuit, era irm e esposa de Seth. Era a rainha dos desertos e deusa da morte. No gostava verdadeiramente do seu marido Seth, e chegou mesma a metamorfosear-se na figura de Isis, ( sua irm), assim enganando Osris e copulando com ele, sendo que dessa relao nasceu Anubis, deus dos embalsamamentos e dos funerais. Neftis significa senhora da casa ou senhora do castelo, ou senhora do palcio, e ela era na verdade a rainha dos desertos, ou seja, da casa onde habitava o esprito do mal: Seth. Neftis era por isso deusa dos desertos e de todas as suas criaturas, assim como da noite, das trevas e da morte, ao mesmo tempo que era representada como uma belssima mulher, uma sedutora irresistvel e por vezes lasciva, que podia assumir a forma que bem quisesse para copular com quem bem desejasse, tal como fez com Osris. ANBIS: Filho de Neftis e Osris, o deus dos funerais. tambm o deus guardio dos cemitrios, e a entidade que conduz as almas dos mortos ao tribunal denominado Amenti, onde as almas dos falecidos sero julgadas por Osris e Maat.Entre os antigos egpcios, era um importante deus dos infernos e condutor de almas. Seu principal centro de adorao era Cinpolis, que em grego quer dizer cidade do co. Como o co ou chacal era seu animal sagrado, Anbis era muitas vezes representado na forma de um cachorro ou de um chacal agachado. Anbis, tambm conhecido como Anupu, ou Anupo e cujo nome hieroglfico traduzido mais propriamente como Anpu, o antigo deus egpcio da morte e dos moribundos, por vezes tambm considerado deus do submundo. Conhecido como deus do embalsamamento, presidia s mumificaes e era tambm o guardio das necrpoles e das tumbas. Os egpcios acreditavam que no julgamento de um morto era pesado seu corao e a pena da verdade (como podemos ver em muitas gravuras egpcias). Caso o corao fosse mais pesado que a pena, sua alma era destruda para todo sempre, mas caso fosse mais leve, a pessoa em questo poderia ter acesso ao paraso. Anubis era quem guiava a alma dos mortos no Alm. Os sacerdotes de Anbis, chamados "stm", usavam mscaras de chacais durante os rituais de mumificao. Anbis uma das mais antigas divindades da mitologia egpcia e seu papel mudou medida que os mitos amadureciam, passando de principal deus do mundo inferior a juiz dos mortos, depois que Osris assumiu aquele papel. A associao de Anbis com chacais provavelmente se deve ao fato de estes perambularem pelos cemitrios. O Anbis era pintado de preto, por ser escura a tonalidade dos corpos embalsamados. Apesar de muitas vezes identificado como "sab", o chacal, e no como "iwiw", o cachorro, ainda existe muita confuso sobre qual animal Anbis era realmente. Alguns egiptologistas se referem ao "animal de Anbis" para indicar a espcie desconhecida que ele representava. Se voc comparar com fotos do google, Anbis tinha a cabea dum co da raa Pharaoh Hound. As cidades dedicadas a Anbis eram conhecidas pelo grande nmero de mmias e at por cemitrios inteiros de ces. A sua me Nftis, que durante uma briga com o marido Seth passou-se por Isis e teve relaes com Osris. Anbis pai de Qeb-hwt, tambm conhecido como Kebechet. Em pocas mais tardias, Anbis foi combinado com o deus grego Hermes, surgindo assim Hermanbis. "Ns, os Chacais, sacerdotes de Anbis, somos os guardies de suas tumbas gloriosas ou sepulturas humildes. Somos os guardies dos mortos. Somos os servos de Anbis. Somos a Cinpolis."

Suas funes eram semelhantes s de Osris, o deus supremo dos infernos, e s de Tot, outro auxiliar de Osris. Era dever de Anbis assistir preparao ritual dos corpos, pesar o corao de cada homem na balana da justia e julgar os atos bons e maus de sua vida terrena. HRUS: Filho de Isis e Osris, um deus da vida e da morte, pois foi gerado pela sua me que deusa da vida, e pelo seu pai um deus da fertilidade aprisionado pela morte. Horus foi ocultado de Seth ate estar preparado para vingar a traio de que o seu pai Osris foi vitima s mos de Seth, que o esquartejou durante um banquete que lhe havia oferecido atravs de 72 demnios e assim o tornou escravo da morte para lhe usurpar o torno. Osris combateu Seth, lutando pelo trono do seu pai. Ter perdido a luta, sendo que foi sodomizado por Seth que assim pretendeu selar e provar a sua superioridade e a sua vitria sobre Horus. Seth depositou o seu smen dentro de Horus, para depois o apresentar em tribunal aos outros deuses e confirmar diante dos olhos de todos eles a sua indisputvel vitria, confirmando que Horus se tinha transformado num seu servo por via da submisso. Contudo, Isis usou magia para fazer o smen desaparecer do corpo de Horus e aparecer no corpo de Seth. Seth sofreu assim um rude golpe e grande humilhao, sendo que o tribunal deliberou a sua derrota e o condenou ao exlio nos desertos de onde ele tinha vindo. Horus recuperou o trono do seu pai Osris, e vingou-se de Seth, castrando-o para depois o expulsar deste mundo. A religio da antiguidade Egpcia acreditava por isso que foi atravs de Horus que Seth, ( o mal), foi expulso deste mundo e habita apenas nos seus domnios do maligno. Montu:Montu o deus da guerra, associado a destruio causada pelo calor do sol, tem uma cabea de falco e usa o smbolo solar com duas grandes plumas.Montu foi muito comparado com o deus grego Apolo devido as suas caractersticas solares e guerreiras, tambm foi muito confudido com o deus Khonsu que uma divindade lunar.No se sabe muito a respeito dos pais de Montu o que se sabe que ele seria filho adotado da deusa Mut, mulher de Amon, mais tarde Montu foi combinado com o deus R formando assim o deus Montu-R, no chegou a fazer muito sucesso.Houve uma poca em que o deus Montu era representado com quatro cabeas cada uma apontando para um lado para vigiar os pontos cardeais.Montu foi por muito tempo servo do deus Amon. TOURO PIS

Funerais suntuosos eram feitos regularmente em Mnfis, quando morria o touro pis alma magnfica de Pt, que depois renascia em outro touro sagrado. O plo do pis branco, com manchas negras na testa, na espinha dorsal e no pescoo. Boi sagrado que os antigos egpcios consideravam como a expresso mais completa da divindade sob a forma animal e que encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osris e Pt. O culto do boi pis, em Mnfis, existia desde a I dinastia pelo menos. Tambm em Helipolis e Hermpolis este animal era venerado desde tempos remotos. Antiga divindade agrria, simbolizava a fora vital da natureza e sua fora geradora.

SEKHMET A LEOA SANGUINRIAUma divindade sanguinria, com corpo de mulher e cabea de leo, encimada pelo disco solar, representava a deusa Sekhmet que, por sua vez, simbolizava os poderes destrutivos do Sol. Embora fosse uma leoa sanguinria, tambm operava curas e tinha um frgil corpo de moa. Era a deusa cruel da guerra e das batalhas, comanda os mensageiros da morte e responsvel pelas epidemias, tanto causando como curando as epidemias. Essa divindade feroz e poderosa era adorada, temida e venerada em vrias regies, sobretudo na cidade de Mnfis. So feitas oferendas de cerveja a esta deusa, a fim de acalm-la. Sua juba dizem os textos era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha a cor do sangue, seu rosto brilhava como o sol... o deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria...

BASTET DEUSA GATA

Deusa de cabea de gato, doce e bondosa, cujo templo mais conhecido ergue-se em Bubstis (seu centro de culto), cujo nome em egpcio Per Bast significa a casa de Bastet. No Egito, o gato foi venerado como um animal delicado e til, o favorito da deusa Bastet a protetora dos lares, das mes e das crianas.

No Antigo Egito, o gato domstico, trazido do sul ou do oeste por volta do ano de 2.100 a.C., considerado um ser divino, de tal ordem que, se um deles morrer de morte natural, as pessoas da casa raspam as sobrancelhas em sinal de luto.

No santurio de Bastet, em Bubstis, foram encontrados milhares de gatos mumificados, assim como inmeras efgies de bronze que provam a venerao a esse animal. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Antigo Imprio e suas efgies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo.

Quando os reis lbios da XXII dinastia fizeram de Bubstis sua capital, por volta de 944 a.C., o culto da deusa tornou-se particularmente desenvolvido.

O gato um smbolo que assumiu mltiplos significados entre as diferentes civilizaes, na simbologia. Segundo uma tradio celta, ele teria nove vidas. Posteriormente, durante a Idade Mdia, o gato passou a ter apenas sete vidas. Animal misterioso associado aos poderes da lua, ao mundo da magia e s bruxas, os machos pretos eram a personificao do diabo.

Na Cabala e no budismo o gato representa a sabedoria, a prudncia e a vivacidade. A tradio popular japonesa aponta-o como um animal que atrai m sorte.

NECBETA deusa abutre que reina sobre o Alto Egito, e a Uadite, uma cobra fmea que domina o delta, so imagens que esto sobre a coroa sagrada do fara.

SOBEQUE CROCODILOSobeque, domina Ombo e a regio do Faium. Na cidade de Crocodilpolis, considerado o senhor do Universo, associando-se ao Sol (algumas divindades tornaram-se solares sem nenhuma justificativa em sua personalidade de origem, o caso do deus crocodilo Sobeque). Um crocodilo (inimigo de morte dos camponeses) ou um homem com cabea de crocodilo representavam o deus Sebek, uma divindade aliada do implacvel deus Seth. Seu centro de culto era Crocodilpolis, na regio do Faium, onde o animal era protegido, nutrido e domesticado. Um homem ferido ou morto por um crocodilo era considerado privilegiado. A adorao desse animal foi sobretudo importante durante o Mdio Imprio.

KNUM (CARNEIRO)

O carneiro, animal considerado excepcionalmente prolfico pelos egpcios, simbolizava um dos deuses relacionados com a criao. Segundo a lenda, o deus Knum, um homem com cabea de carneiro, era quem modelava, em seu torno de oleiro, os corpos dos deuses e, tambm, dos homens e mulheres, pois plasmava em sua roda todas as crianas ainda por nascer.

Seu centro de culto era a cidade de Elefantina, junto primeira catarata do rio Nilo. Um dos velhos deuses csmicos, descrito como autor das coisas que so, origem das coisas criadas, pai dos pais e me das mes. Sua esposa era Heqet, deusa com cabea de r, tambm associada criao e ao nascimento.

TAUERET ou TUERIS (HIPOPTAMO)

O hipoptamo incorpora Taueret, protetora das grvidas. Tueris era a deusa-hipoptamo que protegia as mulheres grvidas e os nascimentos. Ela assegurava fertilidade e partos sem perigo. Adorada em Tebas, representada em inmeras esttuas e estatuetas sob os traos de um hipoptamo fmea erguido, com patas de leo, de mamas pendentes e costas terminadas por uma espcie de cauda de crocodilo. Alm de amparar as crianas, Tueris tambm protegia qualquer pessoa de ms influncias durante o sono.

APPIS e UADITE (SERPENTE)

A serpente s vezes boa Uadite, e s vezes m - Appis. Uma ameaadora e gigantesca serpente, um monstro de 450 cvados, que ataca o Sol toda manh e todo entardecer. s vezes quando os dois se defrontam, o imenso corpo de Appis esconde o grande R, nesse momento, o Sol para de brilhar, e os homens assistem a um eclipse. As serpentes que habitavam o alm-tmulo so descritas no chamado Livro de Him no Inferno, uma obra que narra a viagem do deus-Sol pelo reino das sombras durante a noite. Nessa jornada, enquanto visitava o reino dos mortos, a divindade lutava contra vrios demnios que tentavam impedir sua passagem. As serpentes estavam entre os adversrios mais perigosos e o demnio lder de todos eles era a grande serpente Apfis. Buto, uma cidade que tem lugar de destaque nos mitos egpcios, pois, a ptria de Uadite, a deusa cobra, e fica ao lado de Chemnis, local de nascimento de Hrus.

Smbolos Mitolgicos:Olho de Hrus: Olho de Hrus ou 'Udyat' um smbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa proteo e poder, relacionado divindade Hrus. Era um dos mais poderosos e mais usados amuletos no Egito em todas as pocas.

Segundo uma lenda, o olho esquerdo de Hrus simbolizava a Lua e o direito, o Sol. Durante a luta, o deus Seth arrancou o olho esquerdo de Hrus, o qual foi substitudo por este amuleto, que no lhe dava viso total, colocando ento tambm uma serpente sobre sua cabea. Depois da sua recuperao, Horus pde organizar novos combates que o levaram vitria decisiva sobre Seth. Era a unio do olho humano com a vista do falco, animal associado ao deus Hrus. Era usado, em vida, para afugentar o mau-olhado e, aps a morte, contra o infortnio do Alm.

O Olho de Hrus e a grande serpente Anaconda que foi encontrada no rio nilo proveniente da amazonia na grande diviso da pangea, cuja serpente simbolizavam poder real tanto que os faras passaram a maquiar seus olhos como o Olho de Hrus e a usarem serpentes esculpidas na coroa. Os antigos acreditavam que este smbolo de indestrutibilidade poderia auxiliar no renascimento, em virtude de suas crenas sobre a alma. Este smbolo aparece no reverso do Grande selo dos Estados Unidos da Amrica,sendo tambm um smbolo frequentemente usado e relacionado a Maonaria.

Amuleto com o olho de Hrus, no Museu do Louvre, Frana.O Olho Direito de Hrus representa a informao concreta, factual, controlada pelo hemisfrio cerebral esquerdo. Ele lida com as palavras, letras, e os nmeros, e com coisas que so descritveis em termos de frases ou pensamentos completos. Ele aborda o universo de um modo masculino.

O Olho Esquerdo de Hrus representa a informao esttica abstrata, controlada pelo hemisfrio direito do crebro. Lida com pensamentos e sentimentos e responsvel pela intuio. Ele aborda o universo de um modo feminino. Ns usamos o Olho Esquerdo, de orientao feminina, o lado direto do crebro, para os sentimentos e a intuio.

Hoje em dia, o Olho de Horus adquiriu tambm outro significado e usado para evitar o mal e espantar inveja (mau-olhado), mas continua com a idia de trazer proteo, vigor e sade. Escaravelho: KHEPRA ou KHEPRI ESCARAVELHO - era da classe dos deuses egpcios associados com um animal particular. O nome significa o escaravelho ou aquele que surge. Divindade solar cujo culto menciona-se nos textos das pirmides.

O escaravelho um tipo de besouro do esterco comum em todo Egito. O hbito do escaravelho de botar ovos em esterco animal bem como nos corpos de escaravelhos mortos foi observado pelos egpcios...

O chocar subseqente dos ovos de material aparentemente pouco prometedor conduziu os egpcios que associam o escaravelho com renovao, renascimento e ressurreio.

O hbito do escaravelho de enrolar esterco em esferas e empurrar atravs da terra foi tambm notado pelos egpcios Antigos. Khepri era freqentemente associado com o Sol e foi concebido como um escaravelho gigantesco que rola o Sol atravs do cu...

A renovao e renascimento associados com o escaravelho tambm entrou em jogo aqui. Khepri renova o sol cada dia antes de rolar ele acima do horizonte e carrega-o com segurana atravs do outro mundo aps o pr do sol para renov-lo no dia seguinte.

O sacerdcio de Helipolis o consagrou como deus do sol diurno e o venerou como sol ao surgir na tripla forma de Khepri-R-ton (raiar, meio-dia, poente).

Nas iconografias aparece em forma humana com o escaravelho situado em lugar de sua cabea, ou simplesmente como um escaravelho que empurra com suas patas dianteiras o disco solar atravs do cu.

O smbolo do escaravelho estava sobre os amuletos e nos selos do rei. Existia um escaravelho do corao que formava parte do vesturio do defunto.

Aquele que em vida trouxesse consigo uma imagem do escaravelho garantia, de certa forma, a persistncia no ser e aquele que levasse essa imagem para a tumba tinha certeza de renascer para a vida.

O escaravelho era, assim, o amuleto preferido de vivos e mortos. Os escaravelhos destinados aos mortos tm sua face inferior tratada com o maior realismo. Geralmente so escaravelhos-coraes, amuletos de pedra dura que eram depositados no lugar do corao, no peito da mmia.

Muitas vezes, o escaravelho est incrustado numa moldura retangular, fixada sobre o peito do morto. Tais amuletos foram encontrados tambm no trax de certos animais sagrados.

Cruz Ankh:

Ankh um antigo smbolo egpcio da vida. Tambm conhecido como Cruz Ansata, Chave da Vida, Chave do Nilo.As barras horizontal e vertical representam a energia feminina e masculina, respectivamente. Esta combinao dos smbolos de macho e fmea (a cruz e crculo) no ankh sugerem fertilidade e poder criativo. O lao tambm simboliza o sol no horizonte, e sugere reencarnao e renascimento.

O ankh aparece freqentemente nos escritos egpcios sobre renascimento, e este simbolismo foi aprovado por cristos coptas, especialmente por seitas gnsticas, para simbolizar a ressurreio de Cristo. O ankh surgiu primeiro do que a forma de cruz "latina".

O ankh tambm tem significado no ritual de magia, Wicca e tradies neopags, como um smbolo da imortalidade. Cores:No Antigo Egito as cores eram fundamentais na hora de interpretar o significado das coisas.A cor indicava a essncia, o significado da realidade.Os Deuses que eram considerados seres superiores no eram completamente compreendidos pelos seres humanos, ento, era atravs das cores que os simples mortais conseguiam compreender um pouco mais, tanto que nas imagens, eles so representados pela cor relativa ao poder que eles tinham:

Azul: equivalia a dimenso celestial, prpria dos deuses, como o caso do Deus Amon, "deus de todos os ventos".

Verde: simbolizava a vegetao e o incio de uma nova vida. Osiris, deus da resurreio e da fertilidade, era frequentemente representado por esta cor.

Vermelho: Era utilizado para expressar a vida e a vitria, e tambm simbolizava a fria e o fogo. Durante as celebraes muitos egipciospintavam seus corpos de vermelho para simbolizar sua entrega e dedicao para alcanar seus objetivos.

Branco: sugeria pureza e um poder superior e era a cor das cosas sagradas. Nas cerimnias e rituais eles usavam sandlias brancas paras simbolizar o respeito e sinceridade nas suas aes.

Preto: era a cor do "baixo mundo", da morte. Anubis, rei dos mortoss, era desta cor. Autor do texto: Gabidissfofs

Barco:Durante o dia, os reis mortos navegavam pelo cu com o deus R. A noite, eles o acompanhavam pelo Alm, iluminando o reino de Osris.Como o transporte mais usado pelos egpcios era o barco, eles acreditavam que o Sol tambm usasse um. Os barcos dos Faras eram alojados junto aos tmulos. As velas viriam bem depois mas j eram conhecidas em Alexandria, fundada por Alexandre Magno, terra da Rainha Clepatra.

Dada a importncia do barco no rio, foi descoberta enterrada ao sul da pirmide de Keops a Barca Solar na qual sua mmia teria sido conduzida pelo Nilo at a Pirmide, aps sua morte. No tmulo de Tutankhamon, o nico descoberto praticamente intacto, havia pelo menos 5 barcos na cmara de tesouros. BENU (Fenix): Segundo um mito egpcio, uma gansa, conhecida como a "Grande Grasnadora", pe o primeiro ovo, do qual saiu o Benu (o facto de uma gansa colocar um ovo de gara uma mera confuso dos antigos Egpcios). Os antigos Gregos identificaram este animal com a fnix. Segundo Herdoto o Benu surgia apenas cada quinhentos anos, trazendo o corpo do pai falecido. De acordo com o autor grego, a ave criava um fogueira na qual perecia e a partir da qual surgia uma nove ave. Esta histria no tem contudo qualquer relao com a mitologia egpcia Aparncia:Nas representaes artsticas, o Benu tinha sobre a cabea a coroa branca do Alto Egito acompanhada por duas plumas altas, formando a coroa atef. O pssaro Benu foi um grande pssaro imaginrio se assemelha a uma gara. O pssaro pode ser modelado na gara cinzenta (Ardea cinera) ou o maior Goliath Heron (Ardea goliath) que vive no litoral do Mar Vermelho. Arquelogos descobriram os restos de uma gara muito maior do que viveu na regio do Golfo Prsico 5.000 anos atrs. Existe alguma especulao que esta ave pode ter sido visto por turistas egpcios e provocou a lenda de uma gara muito grande visto uma vez a cada 500 anos no Egito. Tinha um dois longas penas na crista de sua cabea e muitas vezes foi coroado com a coroa de Osris Atef (a coroa branca com duas plumas de avestruz de cada lado) ou com o disco do sol. Significado:Benu (do verbo egpcio ueben, "brilhar", "erguer") era na mitologia egpcia um animal mitolgico parecido com uma gara real (Ardea cinerea ou Ardea purpurea). "subir" ou "brilhar". No se sabe muito sobre o culto ao Benu, exceto que estava centrado em Helipolis. O Bennu era o pssaro sagrado de Helipolis. O Bennu foi associado com o sol e representou o ba, ou alma do deus do sol, Re. No Perodo Tardio, o hierglifo do pssaro era usado para representar esta divindade diretamente. Como um smbolo do nascer e pr do sol, o Bennu tambm foi o senhor do jubileu real. O Bennu tambm foi associada com as inundaes do Nilo e da criao. Estando sozinho em rochas de ilhas isoladas de terreno elevado durante as cheias a gara representou a vida primeiro a aparecer no monte primordial que se levantou do caos aquoso na primeira criao. Este monte foi chamado o ben-ben. Era o grito do pssaro Benu's na criao do mundo, que marcou o incio dos tempos. O bennu assim foi o tem do tempo e suas divises - hora, dia, noite, semana e ano. O Bennu tambm foi considerada uma manifestao do Osris ressuscitado eo pssaro foi muitas vezes demonstrado pirched em que a rvore sagrada. O Bennu era conhecido como o lendrio Phoenix para os gregos. Herdoto, o historiador grego, diz o seguinte sobre o Bennu: "Um outro pssaro sagrado o (Fnix) Phoenix, eu no vi uma Phoenix mim mesmo, salvo em quadros, pois muito raro e s visita o pas (assim eles dizem em Helipolis), apenas em intervalos de quinhentos anos, por ocasio do morte da ave me. "Herdoto continua a registar que o pssaro Benu veio do Brasil a cada 500 anos carregando o corpo embalsamado de seu pai em um ovo de mirra. Esta ave da Arbia, porm, foi dito que lembram uma guia de ouro com brilhantes e plumagem vermelha. Antes da Phoenix morreu construiu um ninho de galhos de incenso e nela previstas e morreu. De seu corpo um pequeno verme-se que o calor do sol transformou-se no novo Phoenix. Outra histria diz que o Phoenix ressurgiu das queimadas e decomposio de restos de seu corpo velho e levou estes a Helipolis, onde os queimaram. O planeta Vnus era chamada de "estrela" do navio da Bennu-Asar (Asar o nome egpcio de Osris). O Bennu tambm foi associado s vezes com o Alto Egito. Homem-Escorpio: um personagem mitolgico egpcio.

Os escorpies tiveram uma grande influncia na mitologia egpcia. A filha de R, Selket, estava associada ao escorpio, que adornava sua coroa. Para fortalecer seu filho, Hrus, sis o exps s picadas de escorpio no deserto. Os escorpies tambm eram associados a Set, junto com outros animais "perversos" do deserto.

Havia at mesmo um Rei Escorpio, um soberano pr-dinstico conhecido somente atravs de uns poucos artefatos como a "maa do escorpio". No est claro se o nome ou o ttulo do soberano era "escorpio", mas a figura majestosa na maa est rotulada como SQRT junto a hierglifos de um smbolo de escorpio claramente desenhado.