MixLegal Impresso n 47
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Confira no MixLegal: PL autoriza auditores a interditar empresas e obras; PL altera CDC e aumenta garantias ao consumidor; Auxílio-alimentação deve ser mantido durante as férias; Estado de São Paulo tem novos pisos salariais.

Text of MixLegal Impresso n 47

  • hoje, apenas os superintendentes regionais do trabalho podem fazer isso se constatado risco aos funcionrios

    Pl autoriza auditorEs a intErditar EmPrEsas E obras

    pg.04pg.02 pg.03trabalholegislao benefcios

    PL altera CDC e aumentagarantias ao consumidor

    Auxlio-alimentao deve ser mantido durante as frias

    Estado de So Paulotem novos pisos salariais

    Pela proposta do parlamentar, alm dos auditores fiscais, as interdies ou em-bargos podero ser requeridos por entida-des sindicais ou pelo prprio trabalhador submetido a condies de risco.

    Para a Federao do Comrcio de Bens, Servios e Turismo do Estado de So Paulo (FecomercioSP) no h necessidade de mu-dar a legislao vigente. A entidade acredi-ta que dar poderes aos auditores fiscais do Trabalho no aumenta a eficcia da fisca-lizao e deixa as empresas mais sujeitas ao de fiscais mal-intencionados, sem benefcios para o trabalhador.

    O projeto est sob anlise da Comisso de Trabalho, de Administrao e Servio Pblico (CTASP) da Cmara e ainda passa-r pela Comisso de Constituio e Justia e de Cidadania. [ ]

    i n f o r m a t i v o e m p r e s a r i a l | f e v e r e i r o d e 2 0 1 4 | e d i o n 4 7

    Tramita na Cmara dos Deputados proje-to de lei que estende aos auditores fiscais do trabalho poder para interditar, embar-gar e/ou determinar providncias a serem adotadas pelas empresas no sentido de prevenir acidentes de trabalho. De auto-ria do deputado Amauri Teixeira (PT/BA), o texto prev alteraes no artigo 161 da Consolidao das Leis do Trabalho (CLT), que trata da inspeo, do embargo ou da interdio de estabelecimentos, mqui-nas, equipamentos ou obras.

    Hoje, apenas os superintendentes regio-nais do Trabalho podem interditar obras e instalaes em caso de risco sade e inte-gridade dos funcionrios. Isso s pode ser fei-to se constatado grave e iminente risco para o desenvolvimento do trabalhador, com base em laudo tcnico da inspeo do trabalho.

  • de Defesa do Consumidor merece ser atu-alizado quanto questo do comrcio ele-trnico, mas discorda de alguns pontos do texto. Na questo do direito ao arrependi-mento, por exemplo, o aumento do prazo gera desconforto para o empresariado ao facilitar a desistncia da compra por parte do consumidor.

    Outro ponto que merece ateno o pargrafo 4, no Artigo 59, no qual fica es-tipulado que em caso de descumprimento da oferta, a Justia poder suspender paga-mentos e transferncias financeiras para o fornecedor ou, ainda, bloquear suas contas. Tal medida considerada exagerada pela FecomercioSP, que entende o bloqueio como desproporcional e prejudicial continuida-de do negcio. O bloqueio das contas e dos recebimentos impedir a empresa de cum-prir os demais contratos, o que fatalmente ocasionar efeito cascata, prejudicando os demais consumidores e impedindo qualquer tentativa de continuidade das operaes.

    O Projeto de Lei 281/2012, de autoria do sena-dor Jos Sarney (PMDB/AP), pretende alterar o Cdigo de Defesa do Consumidor para es-tabelecer normas especficas de proteo nas compras feitas via internet, alm de re-gras mais rgidas quanto privacidade dos dados pessoais. O parlamentar defende que imprescindvel a introduo de uma seo especial na legislao para as transaes virtuais, em razo do seu crescimento e das demandas de consumidores que utilizam o comrcio eletrnico. Segundo o senador, a atualizao da lei segue tendncia interna-cional e acompanha medidas similares j adotadas pelos Estados Unidos e por pases da Europa, visando dar mais segurana s relaes de consumo nos meios virtuais.

    Entre as mudanas propostas, o projeto de lei eleva dos atuais sete para 14 dias o pra-zo para que o consumidor desista de compras feitas pela internet, a chamada clusula de arrependimento, que garante o direito de desistir da compra sem qualquer custo e sem necessidade de justificativa. O prazo comea a ser contado a partir do recebimento do pro-duto ou da compra via web.

    O texto em tramitao passa a consi-derar como infrao penal o uso das infor-maes pessoais do consumidor sem que ele tenha autorizado previamente. Assim, fica proibida a veiculao, a hospedagem, a exi-bio, o licenciamento, a alienao, a utili-zao, o compartilhamento, a doao ou a transferncia de dados, de informaes ou de identificadores pessoais, sem a expressa autorizao do titular.

    A ideia tambm regular a publicidade on-line, criando a obrigao de identifica-o do fornecedor do produto e exigindo que as lojas virtuais tenham canais de aten-dimento ao consumidor, como chat ou tele-fone. As promoes passaro a ter prazo de validade e os servios de compras coletivas devero deixar claro quais so os requisitos para que a oferta se concretize.

    A FecomercioSP parcialmente favor-vel ao projeto, pois entende que o Cdigo

    A FecomercioSP entende que a medida desnecessria, j que o prprio artigo 55 do PL estabelece a possibilidade de o Poder Judicirio determinar a aplicao de multas em valor adequado gravidade da conduta e suficientes para inibir novas violaes.

    Alm das regulaes do comrcio eletr-nico, o texto do senador Sarney prope alte-raes nas disposies gerais do Cdigo de Defesa do Consumidor, buscando traduzir de forma mais clara os diversos princpios da lei, e introduz princpios de sustentabilidade questo do consumo. Em artigo especfico, o projeto estabelece que produtos e servios devam conter informaes ambientais em re-lao aos processos de produo e comerciali-zao, alm de informaes sobre o impacto ao meio ambiente ao longo de todo o ciclo de vida do item. O texto encontra-se na Secreta-ria Geral da Mesa Diretora do Senado aguar-dando deliberao sobre a tramitao em conjunto com dois outros projetos de lei que tambm versam sobre temas pertinentes. [ ]

    alteraes aumentam garantias nas operaes eletrnicas e asseguram privacidade aos dados dos clientes, que s podero ser utilizados mediante autorizao

    sEnador ProPE mudar CdC Para inCluir ComPras virtuais

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  • auxlio-alimEntao dEvE sEr mantido nas friaspl quer obrigar empresas participantes do pat a estender o benefcio

    Empresas que fazem parte do Programa de Alimentao do Trabalhador (PAT) devero oferecer aos empregados o auxlio-alimen-tao (vale-refeio e/ou vale-alimentao) mesmo durante o perodo de frias do fun-cionrio, caso seja aprovado o Projeto de Lei n 5.637/2013, de autoria do deputado Izalci (PSDB/DF). A proposta acrescenta o inciso quarto ao art. 2 da Lei n 6.321, de 14 de abril de 1976, que instituiu o benefcio fiscal do PAT.

    De acordo com a assessoria tcnica da FecomercioSP, apesar de a empresa que op-

    tar por estender o benefcio ter o desconto de 5% no IR devido e abatimento de 10% do lucro tributvel para despesas geradas pelo programa de alimentao, a proposta apre-senta desvantagens para os empresrios.

    O texto do PL tornar obrigatria a exten-so do benefcio nos perodos de frias dos em-pregados e no facultativo como nos dois casos previstos no art. 2 da Lei n 6.321, que se refere extenso aos empregados dispensados e que estejam em transio para um novo emprego e aos empregados com contrato suspenso para

    participao em curso ou programa de quali-ficao. Alm disso, pelo texto em vigor, as em-presas j podem conceder o benefcio nas frias se o quiserem, o que torna o PL desnecessrio.

    O fato de ser uma obrigao poder cau-sar um gasto a mais na folha de pagamento. Isso poder fazer com que algumas empresas que no tenham condies financeiras deixem de aderir ao PAT, devido ao custo do programa.

    O projeto est em anlise na Comisso de Trabalho e Servio Pblico (CTASP) da Cmara.[ ]

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  • lei fixa novos valores para as categorias no organizadas e sem representao sindical

    A Federao do Comrcio de Bens, Ser-vios e Turismo do Estado de So Paulo (Fecome