Moções CD 2011

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    10-May-2015

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<ul><li>1.MOES 1. ASSUNTOS DIVERSOS1: Local definitivo do Conselho Diretor ....................................................................................... 22: Coordenadores Nacionais ....................................................................................................... 23: Da Comisso de Colquio no Regimento da IELB ................................................................... 34: Permanncia mnima no primeiro chamado/comissionamento ............................................ 35: Pastores em tratativa para Colquio ...................................................................................... 46: Respeito recproco entre congregaes/parquias quanto ao chamado pastoral ................. 47: Reunies distritais por meio de videoconferncia .................................................................. 52. DEPARTAMENTO DE ENSINO DE8: Transferncia Centro Administrativo IELB para CECSL e Realocao Seminrio Concrdia ... 79: Curso de Diaconia da ETE......................................................................................................... 910: Anuidade do Curso de Teologia para 2012 ......................................................................... 1011: Auxlio viagem para estudantes do Seminrio Concrdia .................................................. 1112: Plano de carreira dos professores do Seminrio Concrdia ............................................... 1113: Renovao do comissionamento dos professores do Seminrio Concrdia ...................... 1214: Programa Misso, Ministrio e Liderana (MML) ........................................................... 1415: Congregao mantenedora de escola ................................................................................ 15 3. DEPARTAMENTO DE EXPANSO MISSIONRIA DEM16: Plano de independncia para congregaes subsidiadas ................................................... 1617: Viabilizao do Conselho Distrital do Distrito Amaznico .................................................. 17 4. DEPARTAMENTO DE EDUCAO CRIST DEC18: Conclios Regionais 2012 ..................................................................................................... 1819: Encontros Regionais de Professores de Escola Dominical ERPEDs .................................. 1920: Seminrios de Liderana 2012 ............................................................................................ 1921: Ms do Evangelismo ........................................................................................................... 20 5. DEPARTAMENTO DE AO SOCIAL - DAS22: Protocolo de Parceria entre IELB e AESI ............................................................................. 216. DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAO - DA23: Utilizao do valor auferido pela rentabilizaao do imvel do ex-ICSP .............................. 2224: Poltica de subsistncia pastoral ......................................................................................... 2425: Destino das verbas da Avenida do Forte ............................................................................ 2526: Distribuio da renda dos aluguis ..................................................................................... 2627: Fundo de Expanso da Igreja (FEI) Imveis ...................................................................... 2628: Fundo de Expanso da Igreja (FEI) Veculos ..................................................................... 2729: ndice de reajuste dos emprstimos do FEI ........................................................................ 2730: Rentabilizao do MontSerrat ........................................................................................... 2831: Imvel da Avenida Dois de Junho Transferncia ............................................................. 2832: Transferncia dos direitos de posse dos lotes urbanos ...................................................... 2933: Oramento 2012 ................................................................................................................. 291</li></ul><p>2. 1. ASSUNTOS DIVERSOS Moo 1: Local definitivo do Conselho DiretorConsiderando: 1. Anualmente o Conselho Diretor se rene ordinariamente; 2. Reunies demandam planejamento da IELB e dos distritos; 3. A logstica envolvida muito grande; 4. Os participantes ficam quase que todo tempo confinados ao ambiente da reunio; 5. Que em lugar das visitas e passeios, poderamos ganhar em celeridade no trabalho; 6. Temos uma casa j preparada para abrigar confortavelmente esta reunio;Propomos: Que a partir do ano de 2012, as reunies do Conselho diretor sejam realizadas no CEC So Leopoldo, RS.Rev. Valdir Klemann, agosto de 2011Parecer da Comisso de Moes: A Comisso de Moes reconhece que h vantagens clarasna proposta da moo, mas lembramos que j prtica que a primeira reunio do CDacontea no CECSL, e que, no havendo convites para sediar o CD sempre temos apossibilidade de realizar l essa reunio, e que importante a integrao e uma aproximaodas bases para conhecimento de suas realidades, propomos a rejeio da moo.Moo 2: Coordenadores NacionaisConsiderando: 1. Que o Conselho Diretor da IELB, em momentos especficos, criou o cargo e definiu asfunes, bem como designou as verbas necessrias, para a atuao do CoordenadorNacional do PEM e do Coordenador de Projetos e Assessor de Ao Social; 2. Que a 60 Conveno Nacional da IELB, em 2010, criou os cargos de Vice-Presidente deEducao Crist e Vice-Presidente de Ao Social; 3. Que a partir do prximo ano inicia-se o processo eleitoral que culminar na 61Conveno Nacional, em 2014, e que desde o incio este processo precisa estarcorretamente orientado;Propomos: 1. Que ao final do ano de 2013, com o vencimento do prazo de comissionamento doCoordenador Nacional do PEM e do Coordenador de Projetos e Assessor de Ao Social,estes cargos no sejam preenchidos; 2. Que as funes do Coordenador Nacional do PEM sejam atribudas ao Vice-Presidentede Educao Crist, a ser eleito em 2014, dando continuidade a este programa-processona IELB, conforme Regimento da IELB, Art. 67, inciso VII; 3. Que as funes do Coordenador de Projetos e Assessor de Ao Social sejam atribudasao Vice-Presidente de Ao Social, a ser eleito em 2014, conforme Regimento da IELB,Art. 68, incisos II e V; 4. Que a Diretoria Nacional da IELB encaminhe moo 61 Conveno Nacional,propondo as alteraes necessrias no Estatuto e no Regimento da IELB. Diretoria Nacional da IELB2 3. Parecer da Comisso de Moes: A Comisso de Moes d parecer favorvel a moo, como adendo de evitar a vacncia dos cargos no final de 2013 at o incio da Conveno Nacionalde 2014 e que nesse perodo seja estendido o seu comissionamento.Moo 3: Da Comisso de Colquio no Regimento da IELBConsiderando: 1. O Artigo 43 do Regimento da IELB (RI-IELB) suficiente no estabelecimento dacompetncia da Comisso de Colquio para determinar, caso a caso, as exigncias aserem feitas a cada candidato ao ministrio na IELB, via colquio; 2. O Artigo 43 do RI-IELB d Comisso de Colquio a autonomia para deferir ou indeferiros pedidos dos candidatos; 3. O pargrafo 1 do Artigo 43 contempla todo o processo a ser seguido pelos interessadosem ingressar no ministrio por colquio; 4. O texto do pargrafo 2 do Artigo 43 [Est habilitado ao exerccio do ministriopastoral quem membro da IELB h pelo menos cinco anos, cumpridas as exigncias daComisso de Colquio.] em nada contribui para regulamentar as tratativas de acessoao ministrio na IELB, antes d margem a interpretaes diversas;Propomos: 1. Que seja suprimido no RI-IELB o pargrafo 2 do Artigo 43. 2. Que a Comisso de Colquio encaminhe Conveno Nacional pareceres com osargumentos que embasaram cada deferimento ou indeferimento de pedido de ingressoao ministrio da IELB via colquio. Distrito PaulistaSo Paulo, Setembro de 2011Parecer da Comisso de Moes: A Comisso de Moes rejeita a moo e enfatiza que aComisso de Colquio, eleita pela Conveno Nacional, deve ter preservada a sua autonomiano estudo de cada caso em particular, preservando a tica no sigilo de muitas informaesque no poderiam e no podem ser tratadas em pblico.Parecer da Comisso Jurdica: A CJ pela rejeio da moo. Apesar de ser possvel aalterao do Regimento da IELB, via moo ao Conselho Diretor, a CJ lembra que o direito imagem e a preservao da individualidade das pessoas est na legislao ptria e a exposiode pareceres publicamente pela Comisso de Colquio por vezes poderia ferir esses princpioslegais.Moo 4: Permanncia mnima no primeiro chamado/comissionamentoConsiderando:1. O alto nmero de parquias vacantes na IELB;2. A alta rotatividade de pastores;3. Congregaes bem estruturadas esto aliciando pastores com melhores salrios econdies de vida;4. H muitas congregaes que em nome da liberdade, chamam pastores sem sequerconsultar o presidente da IELB ou a Diretoria Nacional, no sentido de saber quais so osobjetivos, os planos e os investimentos envolvidos;3 4. 5. Muitos chamados so arranjados, e ficam sem questionamento por que os pastorescolocam todos os argumentos falsamente na vontade de Deus;Propomos: 1. Que todos os pastores formados pela IELB, a partir da turma de 2011, ao receberamseus chamados / comissionamentos, fiquem no lugar por pelo menos trs anos; 2. Que todos os que no cumprirem este tempo mnimo peam licena do ministrio esejam reavaliados pela comisso de colquio; 3. Que alunos que impem sua vontade na escolha do lugar, no recebam chamado. Rev. Valdir Klemann, agosto de 2011Parecer da Comisso de Moes: A Comisso de Moes rejeita a moo, visto que fere aDoutrina do Chamado. Lembra que muitos aspectos levantados pela moo no so umaprtica desejvel e que muitos casos que ferem a tica j esto previstos em nosso Regimentoe Cdigo de tica Pastoral e devem ser tratados pela Igreja.Parecer da Comisso Jurdica: A CJ recomenda que esse assunto seja encaminhado a CTRE.Havendo proposta e aprovao de alguma modificao estatutria e regimental a CJ ir semanifestar a respeito.Moo 5: Pastores em tratativa para colquioConsiderando: 1. Que o Regimento da IELB determina que aps quatro anos de licenciamento o pastor retirado do rol de pastores da IELB; 2. Que pastores em tratativas para o reingresso no Ministrio Pastoral da IELB, atravs daComisso de Colquio, deveriam ter o seu nome retirado do rol de pastores quando oprazo de licenciamento vence; 3. Que a Comisso de Colquio entende que seria um contra-senso retirar algum do rolde pastores para, logo a seguir, readmiti-lo, ao passar pela aprovao desta comisso; 4. Que a retirada do rol de pastores de um candidato que est em processo de colquiopoder causar frustrao a quem almeja reingressar no Ministrio Pastoral da IELB;Propomos: Que seja acrescentado no Regimento da IELB, no art. 78, o pargrafo 3 com a seguinte redao: Pastores em tratativas para reingresso, pela Comisso de Colquio, tero o seu prazo de licenciamento automaticamente prorrogado, at que seja dada a deciso final da referida comisso. Porto Alegre, 10 de agosto de 2011Diretoria Nacional da IELBParecer da Comisso de Moes: A Comisso de Moes d parecer favorvel.Parecer da Comisso Jurdica: A CJ sugere a aprovao da moo. Moo 6: Respeito recproco entre congregaes/parquias quanto ao chamado pastoralConsiderando:1. Que a Igreja Evanglica Luterana do Brasil (IELB) uma organizao Sinodal (caminharjuntos). 4 5. 2. Que um snodo formado por congregaes e membros que seguem o princpio domtuo respeito visando o fim ltimo da Igreja, o crescimento do Reino de Deus. 3. Que a alta rotatividade de pastores com tempo de permanncia muito pequena, geraum enorme desgaste emocional e financeiro para toda a igreja, especialmente para ascongregaes envolvidas. 4. Que este tipo de rotatividade sinaliza um desrespeito s congregaes que ficam semseu pastor, muitas vezes sem bem conhec-lo. 5. Gera, ademais, uma frustrao muito grande queles que ficam sem seu pastor, e umsentimento de leviandade diante do chamado pastoral. 6. Que, em alguns casos, percebe-se um verdadeiro aliciamento de bons pastores querecm comeam um bom trabalho em parquias menos estruturadas, por parquiasmelhores estruturadas.Propomos: 1. Que uma congregao/parquia pertencente Igreja Evanglica Luterana do Brasil, porrespeito e amor ao ministrio e s congregaes/parquias irms do snodo, no chamemais pastores que estejam a menos de quatro anos em uma congregao/parquia. 2. Que, em havendo necessidade comprovada de que algum pastor tenha que sair dedeterminado local, a Diretoria Nacional, em acordo com o Conselho Distrital econgregao/parquia envolvida, indique seu nome para chamado antes dos quatroanos determinados.Rolim de Moura (RO), 31 de julho de 2011 DISTRITO RIO MACHADORev. Walter Adolf Baminger, Conselheiro Armindo Much, Lder Leigo Marcos Roberto Balmant de Luna, Secretrio Wolney Brunow Vervloet, TesoureiroParecer da Comisso de Moes: A Comisso de Moes rejeita a moo, enfatizando oparecer dado moo 4.Parecer da Comisso Jurdica: CJ recomenda que esse assunto seja encaminhado a CTRE.Havendo proposta e aprovao de alguma modificao estatutria e regimental a CJ ir semanifestar a respeito. Moo 7: Reunies distritais por meio de videoconfernciaConsiderando:1. Que a IGREJA EVANGLICA LUTERANA DO BRASIL (IELB) est dividida e organizada emdistritos, os quais, segundo o Art. 99 do captulo II do TTULO VI do Regimento da IELB,so formados pelas congregaes de uma mesma rea geogrfica;2. Que em algumas regies do Brasil, devido pouca presena de congregaes da IELB,esta mesma rea geogrfica abrange dois ou mais estados da federao, tornando-seuma rea de distncias elevadssimas;3. Que embora o captulo II do TTULO VI do Regimento da IELB (que trata dos distritos)no estabelea um nmero anual de reunies distritais, existe a necessidade de5 6. reunies peridicas para a troca e repasse de informaes e tomada de decises nonvel de distrito (Art. 104, RI-IELB) e de IELB (Art. 104, XII, nico, RI-IELB); 4. Que embora as reunies distritais sejam uma tima oportunidade de maiorentrosamento, cooperao recproca e promoo das atividades gerais da IELB conforme prev o prprio Regimento, estas reunies no so as nicas atividadesdistritais que favorecem o cumprimento destes objetivos, havendo congressos e demaisatividades que possibilitam a comunho e integrao; 5. Que em distritos cujas congregaes esto localizadas muito distante umas das outras,o custo monetrio com o deslocamento dos membros do Conselho Distrital para ummesmo local extremamente alto; sem contar o gasto de tempo, a fadiga da viagem e operigo das estradas brasileiras; 6. Que estes gastos recaem sobre as congregaes, em sua maioria pequenas, algumassubsidiadas e que j possuem o caixa bastante limitado e com dificuldades para cumprircom o seu oramento; 7. Que o avano da tecnologia tem possibilitado encurtar distncias e aproximar pessoas aum custo muito baixo, por meio da internet; 8. Que temos a tecnologia disposio e no a usamos como poderamos; a exemplo dasempresas; 9. Que no havendo necessidade de locomoo fsica vrias vezes ao ano, torna-se umam administrao das ofertas percorrer grandes distncias para tomar decises eresolver queste...</p>