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Mod iii-previdencia-social-beneficios112008[1]

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  • 1. Ministrio da Previdncia Social INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL DIRETORIA DE ATENDIMENTOMDULO III PREVIDNCIA SOCIAL : Benefcios Novembro/2008 Sonimar Guilherme de Programa de Educao Previdenciria Campos

2. DEPENDENTES Dependncia I - Cnjuge, companheiro(a), Dependncia Econmica filhos menores de 21 anos, Econmica Presumida no emancipados ou Presumida invlidos. Mediante Mediante II Pais Comprovao Comprovao de Dependncia III Irmos menores de de Dependncia Econmica 21 anos ou invlidos Econmica A inscrio dos dependentes ser feita quando do requerimento do benefcio a que tiver direito. (DECRETO 4.079 de 09.01.2002) OBS.: A existncia de dependentes de qualquer classe exclui o direito ao da classe seguinte. 3. DEPENDENTESEquiparam-se a filhos, mediante declarao escrita do segurado e desde que comprovada a dependncia econmica: o enteado; o menor sob tutela que no possua bens para o prprio sustento. 4. COMPROVAO DO VNCULO (Casos Especiais) A comprovao de dependncia dever ser feita pelo dependente no ato do requerimento do benefcio, quando devero ser apresentados os documentos comprobatrios. INSCRIO DO ENTEADO: indispensvel a existncia do casamento civil do segurado com o pai ou a me do menor. INSCRIO DO COMPANHEIRO : para ser considerado companheiro, a pessoa deve provar que mantm unio estvel com o segurado. 5. UNIO ESTVELConsidera-se unio estvel aquela configurada na convivncia pblica, contnua e duradoura entre o homem e a mulher, estabelecida com inteno de constituio de famlia, observado o 1o do art. 1.723 do Cdigo Civil, institudo pela Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 . (DECRETO N 6.384 - DE 27 DE FEVEREIRO DE 2008 DOU DE 28/2/2008) 6. UNIO ESTVEL 1o do art. 1.723 do Cdigo Civil, institudo pela Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002 : 1 A unio estvel no se constituir se ocorrerem os impedimentos do art. 1.521; no se aplicando a incidncia do inciso VI no caso de a pessoa casada se achar separada de fato ou judicialmente. 7. UNIO ESTVEL Art. 1.521. No podem casar: I - os ascendentes com os descendentes, seja o parentesco natural ou civil; II - os afins em linha reta; III - o adotante com quem foi cnjuge do adotado e o adotado com quem o foi do adotante; IV - os irmos, unilaterais ou bilaterais, e demais colaterais, at o terceiro grau inclusive; V - o adotado com o filho do adotante; VI - as pessoas casadas; VII - o cnjuge sobrevivente com o condenado por homicdio ou tentativa de homicdio contra o seu consorte. 8. DEPENDENTESO companheiro ou a companheira homossexual passa a integrar o rol de dependentes, conforme Ao Civil Pblica n 2000.71.00.009347-0, para bitos ocorridos a partir de 05.04.1991. 9. COMPROVAO DO VNCULO Documentos Certido de nascimento de filho havido em comum; Certido de casamento religioso; Declarao de imposto de renda do segurado, onde conste o interessado como seu dependente; Disposies testamentrias; Declarao especial feita perante tabelio; Prova do mesmo domiclio; Prova de encargos domsticos evidentes e existncia de sociedade ou comunho nos atos da vida civil;APRESENTAR 3 DOCUMENTOS NO MNIMO 10. COMPROVAO DO VNCULO Documentos Procurao ou fiana reciprocamente outorgada; Conta bancria conjunta; Registro em associao de qualquer natureza, onde conste o interessado como dependente do segurado; Anotao constante de ficha ou livro de registro de empregados; Aplice de seguro na qual conste o segurado como instituidor do seguro e a pessoa interessada como sua beneficiria; APRESENTAR 3 DOCUMENTOS NO MNIMO 11. COMPROVAO DO VNCULO Documentos ficha de tratamento em instituio de assistncia mdica, da qual conste o segurado como responsvel; escritura de compra e venda de imvel pelo segurado em nome do dependente; declarao de no emancipao do dependente menor de vinte um anos; quaisquer outros documentos que possam levar convico do fato: cartas pessoais reciprocamente trocadas; notcias ou reportagens na imprensa; compras, pagamentos de contas; custeio de aluguel, condomnio, estudos etc. APRESENTAR 3 DOCUMENTOS NO MNIMO 12. PERDA DA QUALIDADE DE DEPENDENTE CNJUGE S desquite, separao judicial ou divrcio sem alimentos,anulao do casamento ou sentena judicial transitada em julgado.COMPANHEIRO S cessao da unio estvel sem prestao de alimentos. FILHOS e IRMOS ao completarem 21 anos de idade, salvo se invlidos, oupela emancipao, ainda que invlidos, exceto, neste caso, se a emancipao for decorrente de colao de grau cientfico em curso de ensino superior.DEPENDENTES EM GERAL pela cessao da invalidez ou pelo 13. CARNCIANMERO MNIMO DE CONTRIBUIES NMERO MNIMO DE CONTRIBUIES EXIGIDO PARA SE GARANTIR O EXIGIDO PARA SE GARANTIR O RECEBIMENTO DE UM BENEFCIO. RECEBIMENTO DE UM BENEFCIO. IMPORTANT Paraefeitodecarncia,consideraE sepresumidoorecolhimentodascontribuiesdo seguradoempregado,dotrabalhadoravulsoe, relativamenteaocontribuinteindividual,apartirda competnciaabrilde2003,ascontribuiesdele descontadaspelaempresa. 14. CARNCIA CONTAGEM: Segurado empregado e trabalhador avulso, a partir da data de filiao ao RGPS.Segurado domstico, contribuinte individual e facultativo a partir da data do recolhimento da primeiracontribuio sem atraso. 15. CARNCIA So computados como carncia: o tempo de contribuio ao RGPS efetuado por servidor pblico ocupante de cargo em comisso; o perodo de recebimento do salrio-maternidade; o perodo de 15 dias, conta do empregador, que antecede os benefcios por incapacidade; o perodo de contribuies vertidas a regime prprio de previdncia social, certificado na forma da contagem recproca, observada a legislao de regncia. 16. CARNCIA No ser computado como carncia: o tempo de servio militar; o perodo de recebimento de benefcio por incapacidade, ainda que decorrente de acidente do trabalho, a includos o auxlio-acidente e o auxliosuplementar; o perodo de anistia (16-03-90 a 30-09-92) concedido pela Lei n 8.878/94 (servidores pblicos e empregados de estatais); o tempo de atividade rural anterior a 11/91; o perodo de retroao de Data de Incio de Contribuio; o perodo referente a indenizao. 17. RENDA MENSAL DO BENEFCIO ClculoSALRIO-DE-BENEFCIO CORRESPONDEMDIA ARITMTICASIMPLESDOS80% MAIORESSALRIOS-DECONTRIBUIODOSEGURADO, CONTADOSAPARTIRDEJULHO DE1994,CORRIGIDOSPOR NDICEDEINFLAO. 18. RENDA MENSAL DO BENEFCIO ClculoSALRIO-DE-BENEFCIO PARAAPOSENTADORIAPORTEMPO DECONTRIBUIO,DEVE-SE MULTIPLICARAMDIAPELO FATORPREVIDENCIRIO.NOCASO DEAPOSENTADORIAPORIDADE,O FATORSERAPLICADOSEMAIS VANTAJOSO. 19. RENDA MENSAL DO BENEFCIO ClculoO valor do salrio-de-benefcio no ser inferior ao de um salrio mnimo, nem superior ao do limite mximo do salrio-decontribuio na data de incio do benefcio. 20. FATOR PREVIDENCIRIO LEVA EM CONSIDERAO - O tempo de contribuio do segurado; - A alquota de contribuio (0,31); - A expectativa de sobrevida do segurado, na data da aposentadoria; - A idade do segurado na data da aposentadoria. 21. FATOR PREVIDENCIRIO Para clculo do benefcio, acrescentado um abono de: => 5 anos ao tempo de contribuio das mulheres; => de 10 anos para as professoras; e => de 5 para os professores.Uma mulher com 55 anos de idade e 30 de contribuio, ter o mesmo fator que um homem com 55 anos de idade e 35 de contribuio. 22. FATOR PREVIDENCIRIOAplicao do Fator Previdencirio Obrigatrio:Aposentadoria Tempo de ContribuioporOpcional: Aposentadoria Por Idade 23. BENEFCIOSPrevidencirioseAcidentriosBENEFCIOS BENEFCIOS PREVIDENCIRIOS PREVIDENCIRIOSso os benefcios concedidos em razo de so os benefcios concedidos em razo de incapacidade proveniente de causa incapacidade proveniente de causa comum. comum. BENEFCIOS BENEFCIOS ACIDENTRIOS ACIDENTRIOSso os benefcios concedidos nos casos de so os benefcios concedidos nos casos de incapacidade decorrente de acidente do trabalho incapacidade decorrente de acidente do trabalho (inclui doena ocupacional). (inclui doena ocupacional). 24. ACIDENTE DO TRABALHO ACIDENTE DO TRABALHO o que ocorre pelo exerccio do trabalho a servio da empresa ou pelo exerccio do trabalho dos segurados especiais, provocando leso corporal ou perturbao funcional que cause a morte ou a perda ou reduo, permanente ou temporria, da capacidade para o trabalho. 25. ACIDENTE DO TRABALHO Consideram-se acidente do trabalho as seguintes entidades mrbidas: DOENA PROFISSIONALosteomuscular resultante do trabalho em digitadores faringite em professor artrose em sedentriosDOENA DO TRABALHO pneumoconiose silicose cncer desde que os agentes fsicos, qumicos ou biolgicos estejam presentes no ambiente de trabalho 26. ACIDENTE DO TRABALHONo so consideradas doena do trabalho: a doena degenerativa;a inerente a grupo etrio;a que no produza incapacidade laborativa;a doena endmica adquirida por habitante de regio em que ela se desenvolva. 27. ACIDENTE DO TRABALHO Equiparam-se a acidente do trabalho: o acidente ligado ao trabalho que tenha contribudo diretamente para a morte do segurado, reduo ou perda de sua capacidade para o trabalho, mesmo que no tenha sido a causa nica; ato de agresso, sabotagem ou terrorismo praticado por terceiro ou companheiro de trabalho; ofensa fsica intencional, mesmo de terceiro, por motivo de disputa relacionada ao trabalho; ato de imprudncia, negligncia ou impercia de terceiro ou de companheiro do trabalho; ato de pessoa privada do uso da razo; 28. ACIDENTE DO TRABALHO Equiparam-se a acidente do trabalho: a doena proveniente de contaminao acidental do empregado no exerccio de sua atividade; o acidente sofrido pelo segurado, ainda que fora do local e do horrio do trabalho: na execuo de ordem ou na realizao de servio sob a autoridade da empresa; na prestao espontnea de qualquer servio empresa para lhe evitar prejuzo ou proporcionar proveito; em viagem a servio da empresa, inclusive para estudo, quando financiada pela empresa dentro de seus planos para melhor capacitao de mo-de-obra, independentemente do meio de locomoo utilizado, inclusive veculo de propriedade do segurado; no percurso da residncia para o loc

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