MPE- Qualidade- Ceramica
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Artigo Qualidade Ceramica

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  • boletim ABN

    T25

    novembro | 2011

    [ Foco na MPE ]

    Pela qualidade da cermica vermelha

    A Associao Nacional da Indstria Cermica (Anicer) baseia-se em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE) para dimensionar seu universo de atuao: existem hoje no pas mais de 6.900 produtores de cermica vermelha, dos quais 95% so micro e pequenas empresas (MPE). Este domnio macio do mercado exige ateno. Trabalhar em conformidade com normas e portarias uma obrigao de qualquer fabricante, no apenas no nosso setor. Hoje esse procedi-mento deixou de ser somente obri-gao e se tornou uma questo de sobrevivncia. Quem no trabalhar dentro das normas e portarias, com qualidade comprovada, corre o s-rio risco de deixar de existir, como temos visto acontecer com algumas empresas. O mercado hoje busca a qualidade em tudo, alerta Luis Lima, presidente da Anicer. O material de m qualidade pode comprometer no s a credibilida-de do fabricante, mas mantm a dos lojistas e dos profissionais do setor de construo que, eventu-almente, orientem a escolha do cliente. Para ampliar o seu apoio a esta cadeia de fornecimento, o con-vnio entre a Associao Brasileira de Normas Tcnicas (ABNT) e o Ser-vio Brasileiro de Apoio s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) est disponibilizando, gratuitamente, uma coletnea de normas sobre ce-rmica vermelha, que inclui a ABNT NBR 15842:2010, com orientaes para pequeno comrcio. Entre prestadores de servios, conhecer os produtos e os requisitos estabelecidos pelas normas tcnicas ajuda a buscar as melhores solues

    para os clientes. O engenheiro civil Fernando Machado, da Ip-Amarelo Arquitetura e Engenharia Ltda., da cidade de So Carlos (SP), j recorreu coleo setorial. Utilizamos as normas da ABNT em nosso escritrio, como mais um elemento tcnico para nos auxiliar na tomada de deciso em projetos e obras, ele informa. A Ip-Amarelo elabora projetos de arquitetura, estruturas, instalaes eltricas e hidrossanitrias para re-sidncias e edifcios comerciais e obras pblicas, buscando, sempre que possvel, aplicar os conceitos e as estratgias de sustentabilida-de. O suporte para essas atividades vem da normalizao. Machado comenta: Quando estamos elabo-rando um projeto, a norma fonte de consulta constante, balizando nossos dimensionamentos e dando referncias de boas tcnicas e infor-maes construtivas. A anlise de modelos propostos pelas normas para cada tipo de pro-jeto prtica rotineira na empresa. Usamos sempre as normas tcni-cas para execuo de qualquer ati-vidade em nosso escritrio, porque elas so de fundamental importn-cia para o nosso trabalho, declara Fernando Machado.

    Trabalho confivel

    Em outro nicho relacionado construo civil, Jeferson Rodrigo Alves Lemke utiliza normas tcnicas e estimula a sua aplicao em processos produtivos. Ele consultor tcnico em cermica e j foi coordenador do Laboratrio do Centro de Educao e Tecnologia do Servio Nacional de Aprendizagem

    Industrial (Cetec-Senai), localizado na cidade de Rio Verde de Mato Grosso (MS), que realiza ensaios em blocos e telhas cermicas. Por vrias vezes Lemke acessou a coleo de normas e ento avalia: Esta disponibilizao para consul-tores e empresas, principalmente em nosso ramo cermico, pouco beneficiado com projetos desse tipo, de suma importncia. Se-gundo ele, a iniciativa de oferecer as normas gratuitamente evita que consultores e outros profissionais obtenham os documentos de for-ma irregular, com terceiros, e no diretamente na ABNT. Lemke tambm j foi consultor tcnico e assessor da Qualidade no programa Conhea Seu Produto pela Avaliao da Conformidade, de parceria entre a Anicer e o Sebrae Nacional e por isso s v aspectos positivos no acesso coletnea. O uso das normas torna mais confivel o nosso trabalho de aporte implementao de processos produtivos cermicos, ele enfatiza.

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    As micro e pequenas empresas podem obter a coleo de normas tcnicas para cermica vermelha gratuita-mente, bastando para isso um pequeno cadastro. O acesso, pelo site www.abnt.org.br/paginampe, fcil e rpido. So oferecidas as seguintes normas:

    ABNT NBR 5645:1990, Verso Corrigida:1991, Tubo cermico para canalizaes;

    ABNT NBR 6460:1983, Tijolo macio cermico para alvenaria - Verificao da resistncia compresso;

    ABNT NBR 6549:1991, Tubo cermico para canalizaes - Verificao da permeabilidade;

    ABNT NBR 6582:1991, Tubo cermico para canalizaes - Verificao da resistncia compresso diametral;

    ABNT NBR 7170:1983, Tijolo macio cermico para alvenaria;

    ABNT NBR 7529:1991, Tubo e conexo cermicos para canalizaes - Determinao da absoro de gua;

    ABNT NBR 7530:1991, Tubo cermico para canalizaes - Verificao dimensional;

    ABNT NBR 7689:1991, Tubo e conexo cermicos para canalizaes - Determinao da resistncia qumica;

    ABNT NBR 8041:1983, Tijolo macio cermico para alvenaria - Forma e dimenses - Padronizao;

    ABNT NBR 14208:2005, Sistemas enterrados para conduo de esgotos - Tubos e conexes cermicos com junta elstica - Requisitos;

    ABNT NBR 14209:1998, Tubo cermico com junta elstica tipos E, K e O - Verificao da estanqueidade das juntas e da permeabilidade dos tubos;

    ABNT NBR 14210:1998, Tubo cermico com junta elstica tipos E, K e O - Verificao da resistncia compresso diametral;

    ABNT NBR 14211:1998, Tubo cermico com junta elstica tipos E, K e O - Verificao dimensional;

    ABNT NBR 14212:1998, Tubo cermico com junta elstica tipos E, K e O - Determinao da resistncia qumica das resinas de regularizao da bolsa e da ponta;

    ABNT NBR 14214:1998, Anel de borracha para junta elstica tipo O de tubos e conexes cermicos - Especificao;

    ABNT NBR 15270-1:2005, Componentes cermicos - Parte 1: Blocos cermicos para alvenaria de vedao - Terminologia e requisitos;

    ABNT NBR 15270-2:2005, Componentes cermicos - Parte 2: Blocos cermicos para alvenaria estrutural - Terminologia e requisitos;

    ABNT NBR 15270-3:2005, Componentes cermicos - Parte 3: Blocos cermicos para alvenaria estrutural e de vedao - Mtodos de ensaio;

    ABNT NBR 15310:2009, Componentes cermicos - Telhas - Terminologia, requisitos e mtodos de ensaio;

    ABNT NBR 15842:2010, Qualidade de servio para pequeno comrcio Requisitos gerais.

    Para promover a qualidade e a competitividade das

    MPE, o convnio firmado entre a ABNT e o Sebrae

    oferece gratuitamente outras colees setoriais (cadeia

    apcola; confeco; construo civil envolvendo blocos

    de concreto, drywall, gesso e esquadrias; couro e calados; madeira e mveis; e reparo de veculos). Ainda

    possibilita que as empresas cadastradas adquiram

    Normas Brasileiras por 1/3 de seu valor de mercado

    Fcil e rpido

    [ Foco na MPE ]