Municipios Credenciados UBS Anexo1380gm13

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Text of Municipios Credenciados UBS Anexo1380gm13

  • N 131, quarta-feira, 10 de julho de 201350 ISSN 1677-7042

    Este documento pode ser verificado no endereo eletrnico http://www.in.gov.br/autenticidade.html ,pelo cdigo 00012013071000050

    Documento assinado digitalmente conforme MP no- 2.200-2 de 24/08/2001, que institui aInfraestrutura de Chaves Pblicas Brasileira - ICP-Brasil.

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    Art. 23. O detalhamento dos valores referentes ao repassefederal do Componente de Vigilncia em Sade ser publicado porato do Ministro de Estado da Sade.

    Seo IIIDo Componente da Vigilncia SanitriaArt. 24. O Componente da Vigilncia Sanitria refere-se aos

    recursos federais destinados s aes de vigilncia sanitria, cons-titudo de:

    I - Piso Fixo de Vigilncia Sanitria - PFVisa: destinados aEstados, Distrito Federal e Municpios, visando o fortalecimento doprocesso de descentralizao, a execuo das aes de vigilnciasanitria e para a qualificao das anlises laboratoriais de interessepara a vigilncia sanitria; e

    II - Piso Varivel de Vigilncia Sanitria - PVVisa: des-tinados a Estados, Distrito Federal e Municpios, na forma de in-centivos especficos para implementao de estratgias voltadas Vigilncia Sanitria.

    Art. 25. Os valores do PFVisa sero ajustados anualmentecom base na populao estimada pelo IBGE.

    Pargrafo nico. Caso haja reduo populacional e verifi-cando-se a presena de necessidades de sade da populao, serdispensado, mediante prvia pactuao na CIT, o ajuste de que trata ocaput.

    Art. 26. O PFVisa, para o Distrito Federal e os Estados, composto por valor "per capita" estadual e por valores destinados aoFINLACEN-VISA.

    Pargrafo nico. Fica estabelecido um Limite Mnimo deRepasse estadual (LMRe), no mbito do PFVisa, que trata de recursosfinanceiros mnimos destinados aos Estados e ao Distrito Federal paraestruturao dos servios estaduais de vigilncia sanitria, para ofortalecimento do processo de descentralizao e para a execuo dasaes de vigilncia sanitria.

    Art. 27. O PFVisa, para os Municpios, composto por valor"per capita" municipal destinado s aes estruturantes e estratgicasde vigilncia sanitria.

    Pargrafo nico. Fica estabelecido um Limite Mnimo deRepasse municipal (LMRm), no mbito do PFVisa, que trata derecursos financeiros mnimos destinados aos Municpios para estru-turao dos servios municipais de vigilncia sanitria, para o for-talecimento do processo de descentralizao e para a execuo dasaes de vigilncia sanitria.

    Art. 28. O PVVisa constitudo por incentivos financeirosespecficos para implementao de estratgias nacionais de interesseda vigilncia sanitria, relativas necessidade de sade da populao,definidas de forma tripartite.

    Art. 29. O detalhamento dos valores de que tratam os arts.26, 27 e 28 sero definidos em ato especfico do Ministro de Estadoda Sade.

    Seo IVDas diretrizes, monitoramento das aes, resultados e de-

    monstrativo do uso dos recursos

    Art. 30. A integrao com a Ateno Sade uma dasdiretrizes a serem observadas, com desenvolvimento de um processode trabalho condizente com a realidade local, que preserve as es-pecificidades dos setores e compartilhe suas tecnologias, com vistas aracionalizar e melhorar a efetividade das aes de vigilncia, pro-teo, preveno e controle de doenas e promoo em sade.

    Art. 31. As diretrizes, aes e metas sero inseridas no Planode Sade e nas Programaes Anuais de Sade (PAS) das trs esferasde gesto.

    Art. 32. Os demonstrativos das aes, resultados alcanadose da aplicao dos recursos comporo o Relatrio de Gesto (RG) emcada esfera de gesto, aprovado pelo respectivo Conselho de Sade.

    Art. 33. A manuteno do repasse dos recursos do Com-ponente de Vigilncia em Sade est condicionada alimentaoregular do Sistema de Informao de Agravos de Notificao (SI-NAN), de Sistema de Informaes de Nascidos Vivos (SINASC) e doSistema de Informaes sobre Mortalidade (SIM), conforme regu-lamentaes especficas destes Sistemas.

    Art. 34. A manuteno do repasse dos recursos do Com-ponente da Vigilncia Sanitria est condicionada a:

    I - cadastramento dos servios de vigilncia sanitria noSistema Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Sade (SCNES);e

    II - preenchimento mensal dos procedimentos de VISA noSistema de Informao Ambulatorial do SUS (SIA/SUS).

    Art. 35. de responsabilidade das Secretarias Estaduais deSade o monitoramento da regularidade da transferncia dos dadosdos Municpios situados no mbito de seu Estado.

    Art. 36. O bloqueio do repasse do Componente de Vigilnciaem Sade para Estados, Distrito Federal e Municpios dar-se- casosejam constatados 2 (dois) meses consecutivos sem preenchimento deum dos sistemas de informaes estabelecidos no art. 33, segundoparmetros a serem publicados em ato especfico da SVS/MS.

    Art. 37. O bloqueio do repasse do Componente da VigilnciaSanitria para Estados, Distrito Federal e Municpios ser regula-mentado em ato especfico do Ministro de Estado da Sade.

    Art. 38. A relao de Secretarias Estaduais, Distrital e Mu-nicipais de Sade que tiveram seus recursos bloqueados ser pu-blicada em ato especfico do Ministro de Estado da Sade.

    Art. 39. O Fundo Nacional de Sade efetuar o desbloqueiodo repasse dos recursos no ms seguinte ao restabelecimento dopreenchimento dos sistemas de informao referentes aos meses quegeraram o bloqueio.

    1 A regularizao do repasse ocorrer com a transfernciaretroativa dos recursos anteriormente bloqueados caso o preenchi-mento dos sistemas ocorra at 90 (noventa) dias da data de pu-blicao do bloqueio.

    2 A regularizao do repasse ocorrer sem a transfernciados recursos anteriormente bloqueados caso a alimentao dos sis-temas ocorra aps 90 (noventa) dias da data de publicao do blo-queio.

    3 O Ministrio da Sade publicar em ato normativoespecfico a relao de Secretarias Estaduais, Distrital e Municipaisde Sade que tiveram seus recursos desbloqueados.

    CAPTULO IVDAS DISPOSIES TRANSITRIASArt. 40. Novas adeses aos incentivos financeiros para im-

    plantao e manuteno de aes e servios pblicos estratgicos devigilncia em sade e para as aes de Vigilncia, Preveno e Con-trole das DST/AIDS e Hepatites Virais, ambos do PVVS, dispostosnos arts. 19 e 20, sero disciplinadas por meio de ato normativoespecfico do Ministro de Estado da Sade, no prazo de 90 (noventa)dias aps a publicao desta Portaria.

    Art. 41. A disciplina normativa do Programa de Qualificaodas Aes de Vigilncia em Sade, disposto no art. 21, dever ocorrerno prazo de 90 (noventa) dias aps a publicao desta Portaria pormeio de ato especfico do Ministro de Estado da Sade.

    Art. 42. O Ministrio da Sade instituir, no prazo de 30(trinta) dias aps a publicao desta Portaria, um Grupo de TrabalhoTripartite para discusso e elaborao da Poltica Nacional de Vi-gilncia em Sade.

    Art. 43. A CIB enviar, em at 45 (quarenta e cinco) dias acontar da data da publicao desta Portaria, os valores relativos doPFVS destinados Secretaria Estadual de Sade e a cada um dosMunicpios da unidade federada.

    Art. 44. A periodicidade do repasse quadrimestral ser man-tida no ano de 2013 para efetivar a operacionalizao de que trata oart. 14.

    Art. 45. A operacionalizao de que tratam os arts. 19 e 20,para fins de repasse, se dar a partir de janeiro de 2014.

    CAPTULO VDAS DISPOSIES FINAISArt. 46. A SVS/MS e a ANVISA editaro, quando neces-

    srio, diretrizes e orientaes tcnicas e operacionais complementaresa esta Portaria, submetendo-as, quando couber, apreciao daC I T.

    Art. 47. Esta Portaria entra em vigor a partir da data de suapublicao.

    Art. 48. Fica revogada a Portaria n 3.252/GM/MS, de 22 dedezembro de 2009, publicada no Dirio Oficial da Unio n 245, de23 de dezembro de 2009, Seo 1, p. 65.

    ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA

    PORTARIA No- 1.380, DE 9 DE JULHO DE 2013

    Divulga a 1 lista do processo de seleo de propostas apresentadas para oComponente Construo de Unidades Bsicas de Sade da segunda etapa doPrograma de Acelerao do Crescimento - PAC 2 - 2 Ciclo.

    O MINISTRO DE ESTADO DA SADE, no uso de suas atribuies, eConsiderando a Portaria n 2.488/GM/MS, de 21 de outubro de 2011, que aprova a Poltica

    Nacional de Ateno Bsica, estabelecendo a reviso de diretrizes e normas para a organizao daateno bsica, para a Estratgia Sade da Famlia (ESF) e o Programa de Agentes Comunitrios deSade (PACS);

    Considerando a Portaria n 204/GM/MS, de 29 de janeiro de 2007, com as suas alteraes e osacrscimos estabelecidos pela Portaria n 837/GM/MS, de 23 de abril de 2009;

    Considerando o Programa de Acelerao do Crescimento do Governo Federal (PAC 2);Considerando a Portaria n 340/GM/MS, de 4 de maro de 2013, que redefine o Componente

    Construo do Programa de Requalificao de Unidades Bsicas de Sade (UBS); eConsiderando a Portaria n 1.345/GM/MS, de 5 de julho de 2013, que altera as Portarias ns

    339, 340 e 341/GM/MS, de 4 de maro de 2013, resolve:Art. 1 Ficam divulgadas, na forma do Anexo I a esta Portaria, as propostas selecionadas com

    os respectivos Municpios habilitados e aptos conforme Portaria n 1.345/GM/MS, de 5 de julho de2013, a receberem os incentivos financeiros para investimento referentes ao Componente Construo doPrograma de Requalificao de UBS referentes segunda etapa do Programa de Acelerao do Cres-cimento (PAC 2), no exerccio de 2013.

    Pargrafo nico. Consideram-se aptos os Municpios que esto com todas as obras contem-pladas at o ano de 2012 monitoradas, e que inseriram a Ordem de Incio de Servio em propostas jcontempladas para o Componente Construo.

    Art. 2 Fica determinado que o Fundo Nacional de Sade adotar as medidas necessrias transferncia do incentivo financeiro de investimento estabelecido no art. 9 da Portaria n 340/GM/MS,de 4 de maro de 2013, na forma definida nos incisos I, II e III do artigo supracitado dessa mesmaPortaria, para os Fundos Municipais de Sade.

    Art. 3 Fica estabelecido que os recursos oramentrios de que trata esta Portaria faro