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Os Aspectos Técnicos da Navegabilidade do Estuário por Mário Teles Andreia Barata

Navigabilidade do Tejo

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  • Os Aspectos Tcnicos da Navegabilidade do Esturio

    porMrio Teles

    Andreia Barata

  • Sumrio: Domnio e Classes de Navios e Embarcaes Concluses e lacunas de conhecimento Justificao: O Mtodo e as Variveis ou Indicadores A Aptido Porturia do Esturio A RNET: o Ordenamento e a Proteco de Valores

    Mtodos para avaliar a Navegabilidade do Rio

  • Avaliao da Navegabilidade do Esturio

  • Dois Sectores:

    Da barra at Vila Franca de Xira Esturio Jusante De Vila Franca de Xira at Muge Esturio Montante

    ( Critrio: Amplificao / Amortecimento da amplitude da mar)

  • Esturio do Tejo: Batimetria e Geometria Limite(APL)

    Esturio do Tejo: Batimetria e Geometria Limite(APL)

    Modelo do esturio do Tejo Batimetria e Geomatria Limite

  • Esturio do Tejo: Sector Montante Roteiro. Autor: Jos GomesEsturio do Tejo: Sector Montante Roteiro. Autor: Jos Gomes

    Vila Franca de Xira ao Porto de Muge

  • Esturio do Tejo: Sector MontanteEsturio do Tejo: Sector Montante

    Vila Franca de Xira ao Porto de Muge

  • Classe 1 Remo e vela ligeiraClasse 1 Remo e vela ligeira Embarcaes essencialmente desportivas, onde se incluem canoas, Kayaks, skiffs

    e yawls, optimists, vauriens, lasers e windsurf, etc.; comprimentos no superiores a 5 metros e calados diminutos, da ordem dos 30 centmetros; mesmo que vela, tendo patilho e leme, estes sero retracteis.

    Classe 2 Pesca fluvial localClasse 2 Pesca fluvial local So chatas, botes ou embarcaes de fibra de pequenas dimenses (mx. 4

    metros), calando pouco (mx. 40 cm), propulsionados a remos ou com motor fora de borda de escassa potncia (at 10 Hp); so geralmente utilizados no lanamento e recolha das artes de captura em rio e, raramente, na pesca linha (corrico).

    Classe 3 Motorizados radicaisClasse 3 Motorizados radicais Motos de gua, embarcaes de casco semi-rgido ou em fibra, propulsionadas

    atravs de motores turbo ou a hlice de elevada potncia; procuram a velocidade, por vezes a prtica de sky aqutico.

    Dimenso at 5 metros e calado correspondente coluna do motor (mx. 50 cm).

    Classe 4 Veleiros com motor auxiliarClasse 4 Veleiros com motor auxiliar Embarcaes de recreio vela, portanto com mastros elevados e dotadas de

    motor para propulso auxiliar ou alternativa, sendo aquele geralmente interior e de mdia potncia (at 40 Hp); estas embarcaes j procuram o rio com alguma frequncia, podendo chegar a Mrtola em determinadas condies de mar; comprimentos variveis at 18 metros e calados que podem chegar aos 2,5 metros. Nesta classe incluem-se as embarcaes tradicionais transformadasembarcaes tradicionais transformadas

  • Classe 5 Martimo Tursticos ligeirosClasse 5 Martimo Tursticos ligeiros Antigas embarcaes de atravessamento do rio (tipo ferry ou cacilheiro) que

    actualmente se dedicam a cruzeiros no rio com durao mxima de 10 horas. Subida at Pomaro e regresso; as maiores (ferries), tm um comprimento de

    40 metros, 10 m de boca, calam 2,5 m e deslocam 250 Ton.Classe 6 Lanchas motorizadas de recreioClasse 6 Lanchas motorizadas de recreio Com vrias caractersticas e dimenses, comprimento at aos 20 metros e calado

    at aos 2 metros, normalmente propulsionadas a motores de elevada potncia. Embora com diferentes funes, incluem-se nesta classe os patrulhas da Armada e da Brigada Fiscal.

    Classe 7 Martimo Tursticos pesadosClasse 7 Martimo Tursticos pesados Navios mistos, aptos a navegar nos rios e nos esturios; esto projectados para

    navegar no Guadiana, com as seguintes caractersticas: comprimento 80 metros, boca 11,4 m, calado 1,7 m, deslocamento 1030Ton, vel. 11ns (max.).

    Classe 8 Marinha de ComrcioClasse 8 Marinha de Comrcio Navios de Carga Geral, de Carga a Granel (N. Tanques e Graneleiros)e , Porta-

    Contentores e de Passageiros (Paquetes)

  • Aplicao de um Sistema de Modelos Matemticos do Esturio e Barras do Tejo

  • SISTEMA DE MODELOS DO ESTURIO E BARRAS DO TEJOSISTEMA DE MODELOS DO ESTURIO E BARRAS DO TEJO

  • SISTEMA DE MODELOS DO ESTURIO E BARRAS DO TEJOSISTEMA DE MODELOS DO ESTURIO E BARRAS DO TEJO

  • System of MathematicalModels

    Computational Domains

    ANALISYS OF THE MORPHODYNAMIC BEHAVIOUR OF TAGUS ESTUARY ENTRANCE ZONE. SIMULATION OF ALTERNATIVE SOLUTIONS

    Method of Study

  • PrimeiraExiste elevada aptido porturia do plano de gua do Esturio Jusante, incluindo a Barra Grande, para a Marinha de Comrcio em sectores extensos junto s margens, traduzida por um ndice construdo com base nos seguintes indicadores: Batimetria Taxas de assoreamento Intensidade das correntes Ondulao Vaga Meteorologia Ordenamento e ocupao das Margens

  • SegundaExiste elevada aptido do Esturio Jusante para a Nutica de Recreio e a navegao Martimo-Turstica em sectores extensos do plano de gua, traduzida por um ndice construdo com base nos seguintes indicadores: Batimetria Intensidade das correntes Ondulao Vaga Meteorologia Enquadramento Terrestre

  • Terceira

    Existe de moderada a reduzida aptido do Esturio Montante para a Marinha de Recreio e para as actividades Martimo-Tursticas, condicionada sobretudo pelo indicador batimetria , em passagens confinadas.

  • As condies actuais e potenciais de navegabilidade a montante de Muge no so aqui objecto de anlise e discusso por:

    No termos tido a oportunidade de efectuar estudos nesse domnio Se presumir que seja escassa a informao

    compilada e tratada

  • Esturio do Tejo: ndice de aptido porturia (APL)Esturio do Tejo: ndice de aptido porturia (APL)

  • Classe Profundidade (m) Tipo de navio (DWT)

    1 ]5.0,7.5] Recreio

    2 ]7.5,8.5] Carga Geral de 5.000 a 8.000 ton

    3 ]8.5,10.0] Carga Geral de 8.000 a 12.000 tonContentores de 10.000 a 15.000 ton

    4 ]10.0,12.0] Carga Geral de 12.000 a 15.000 tonContentores de 15.000 a 35.000 ton

    5 ]12.0,15.0] Contentores e Tanques de 35.000 a 80.000 ton

    6 ]15.0,18.0] Contentores e Tanques 80.000 a 150.000 ton

  • A cada classe foi atribudo um valor

    normalizado de aptido porturia crescente com

    a profundidade.Valores de profundidade superiores a 16.5 m so igualmente valorizados, devido ao facto de que

    as profundidades mximas requeridas

    pelos navios que utilizam o esturio do Tejo se

    encontram limitadas pela profundidade do passe

    da barra 16,5mPor esta razo

    considerou-se que valores superiores a

    16,5m no apresentam aptido porturia crescente com a

    profundidade.

    02468

    1 0

    -5 0 5 1 0 1 5 2 0 2 5P ro fu n d id a d e (m )

    A p tid o p o r tu r ia e m fu n o d a p ro fu n d id a d e

  • Esturio do Tejo: classes de profundidade (APL)

    Esturio do Tejo: classes de profundidade (APL)

    Modelo do esturio do Tejo Classes de Profundidade

  • Vento DirecoVento

    Intensidade (km/h)

    Fetch(km)

    Profundidade mdia

    (m)

    Altura significativa(m)

    Perodo significativo

    (s)

    N20 0.30 2.0

    40 12 6 0.55 2.8

    20 0.25 1.8

    NW 40 6 10 0.48 2.520 0.26 1.8

    NW 40 10 4.5 0.55 2.820 0.24 1.9

    W 40 7 12 0.53 2.720 0.27 1.9

    W 40 11 5 0.58 2.820 0.32 2.2

    SW 40 18 8 0.67 3.2 (1) Adaptado de Hidrotcnica Portuguesa,

    1976.Terminal no Rio Tejo em Vialonga. Estudo para Nitratos de Portugal, SARL. Tomo 1.

  • As margens sul e leste so muito mais afectadas pela agitao interior do que a margem norte, apenas afectada por rumos S, SE e E , pouco frequentes. Para os fetchs e profundidades mdias consideradas o maior valor de altura significativa de cerca de 70 cm para perodo de 3 s e vento de SW

    Este processo introduz uma assimetria entre as duas margens em relao estabilidade dos fundos ou de canais dragados, bem como ao grau de turbidez da coluna de gua (com consequncias tambm nos processos biolgicos.

    A agitao em zonas pouco profundas induz velocidades e tenses

    de corte junto ao fundo que colocam ou mantm em suspenso na coluna de gua sedimentos finos (lodos) sendo posteriormente transportados pelo escoamento para zonas mais abrigadas ou mais profundas, contribuindo para o seu assoreamento. Por outro lado a sobreposio do efeito do vento e da vaga sobre a circulao no interior do esturio contribuirpara a sua deposio junto margem sul.

  • As diferentes classes correspondem aos seguintes navios:

    Gr. 1 - Graneleiros entre: 120000 a 150000 DWT;

    Gr. 2 - Graneleiros entre: 60000 a 90000 DWT;

    Gr. 3 - Graneleiros at 20000 DWT;

    RO-RO 1 - at 20000 DWT;

    RO-RO 2 - at 6 000 DWT;

    Gen. Carga geral at 20000 DWT;

    Cont. Contentores at 20000.

    Cf. Marcos Rita

    0

    0,2

    0,4

    0,6

    0,8

    1

    1,2

    1,4

    0 5 10 15 20

    Hs (m)

    T z ( s )

    L im it e s o p e ra c io n a is

    G r . 1 G r . 2 G r . 3 R o-R o 1 R o-R o 2

    G e n . C o n t. P e s c a R e c re io

  • Altura e Direco da Onda

    Malha: 150x150m; R:270.0; T:9.5s; Hs:3.5m; Hmar:2.5m

    Esturio do Tejo: Propagao da Ondulao(APL)

    Esturio do Tejo: Propagao da Ondulao(APL)

  • Para um mesmo tipo de navio,

    quanto maior o perodo das ondas, menor a altura mxima suportada

    pelo navio em operao. A gama de alturas e perodos depende do

    tipo de operao e do tipo de navio, podendo referir-se que as

    embarcaes menos exigentes so as de pesca, seguindo-se os

    graneleiros.

    No entanto no interior do esturio os valores de perodo que se obtm so muito reduzidos

    (inferiores a 3s) no impondo nenhuma restrio. impem

    nenhuma restrio.

    O problema restringe-se por isso zona da entrada do esturio do

    Tejo. Aqui optou-se por reter um dos campos de resultados de um

    modelo de propagao da ondulao que originasse

    condies desfavorveis de propagao para o interior do

    esturio.

    02468

    1 0

    0 0 ,2 0 ,4 0 ,6 0 ,8 1 1 ,2 1 ,4 1 ,6 1 ,8 2A ltu r a d a o n d a (m /s )

    A p t id o p o r t u r ia e m f u n o d a a ltu r a d a o n d a

  • Esturio do Tejo: Classes de Altura de Onda(APL)

    Esturio do Tejo: Classes de Altura de Onda(APL)

    Modelo do Esturio do Tejo Classes de Altura de Onda

  • Esturio do Tejo: Campo de Correntes(APL)

    Esturio do Tejo: Campo de Correntes(APL)

    Modelo do Esturio do Tejo Campo de Correntes

    Mar Viva; Fase da Mar: Vazante

  • Esturio do Tejo: Campo de Correntes(APL)

    Esturio do Tejo: Campo de Correntes(APL)

    Modelo do Esturio do Tejo Campo de Correntes

    Mar Viva; Fase da Mar: Enchente

  • Com base no modelo de hidrodinmica foram analisados campos de intensidade

    da corrente espaados de 2.5 horas, correspondentes a 12.5 horas de

    simulao de uma mar viva.Foram seleccionados em cada ponto da malha o maior valor de intensidade da

    corrente que ocorre durante esse perodo, tendo sido construdo um campo de

    mxima intensidade da corrente.Considerou-se que este indicador no era

    em si mesmo muito importante para definio da aptido porturia, uma vez que no restringe a navegabilidade dos navios comerciais e que relativamente navegao de recreio restringe durante

    uma fase da mar. Apenas se considerou que em

    ancoradouros ou portos de recreio a intensidade dever ser inferior a 1 m.s-1.

    02468

    1 0

    0 0 ,5 1 1 ,5 2In te n s id a d e d a c o rre n te (m /s )

    A p tid o p o r tu r ia e m fu n o d a in te n s id a d e d a c o r re n te

  • Complementarmente, intensidade da corrente foi associada a capacidade de manuteno das profundidades dos canais navegveis aps dragagem.

    Na prtica essa capacidade a capacidade de ressuspenso e transporte de sedimentos do fundo e funo do cubo da intensidade da corrente.

    Essa capacidade de manuteno das profundidades de um canal que tenha sido dragado praticamente total para velocidades superiores a 1 n

    02468

    1 0

    0 0 ,2 0 ,4 0 ,6 0 ,8 1C a p a c id a d e d e tra n s p o rte e re s s u s p e n s o d e

    s e d im e n to s (m 2 /s 3 )x 1 0 0

    A p tid o p o rtu r ia e m fu n o d a c a p a c id a d e d e tra n s p o rte d o e s c o a m e n to

  • Esturio do Tejo: Classes de Capacidade de Transporte de Sedimentos (Intensidade da Corrente)(APL)

    Esturio do Tejo: Classes de Capacidade de Transporte de Sedimentos (Intensidade da Corrente)(APL)

    Modelo do Esturio do Tejo Classes de Intens idade da Corrente

  • Esturio do Tejo: ndice de aptido porturia (APL)Esturio do Tejo: ndice de aptido porturia (APL):

  • Esturio do Tejo: Usos e aptides no porturias do Esturio do Tejo(APL)

    Esturio do Tejo: Usos e aptides no porturias do Esturio do Tejo(APL)

    Usos e Aptides no Porturias do esturio do Tejo

  • Ordenamento terrestre da

    envolvente do esturio

    Ordenamento terrestre da

    envolvente do esturio

  • Esturio do Tejo: Sntese da aptido do esturio do Tejo para utilizao porturia(APL)

    Esturio do Tejo: Sntese da aptido do esturio do Tejo para utilizao porturia(APL)

    Reavaliao e identificao de reas com interesse porturio na zona de jurisdio da APL

  • IBA (Important Bird Area)

    LIMITE DO PLANO E DA REA DE ESTUDO

    ENQUADRAMENTO

    PLANO DE ORDENAMENTO DA RESERVA NATURAL DO ESTURIO DO TEJO

    ZPE DO ESTURIO DO TEJO (PTZPE0009) STIO DO ESTURIO DO TEJO (PTCON0010) RAMSAR (Conveno das Zonas Hmidas)

  • CARTA SNTESE DE VALORES

    BIOLGICOS E PAISAGSTICOS

    FASE 1 ESTUDOS DE CARACTERIZAO

    PLANO DE ORDENAMENTO DA RESERVA NATURAL DO ESTURIO DO TEJO

  • VALORES NATURAISVALORES FSICOS

    VALORES BIOLGICOS

    VALORES PAISAGSTICOS

    VALORES CULTURAIS

    VALORES SOCIO-ECONMICOS

    ARQUITECTNICOS

    ARQUEOLGICOS

    ETNOGRFICOS

    PLANO DE ORDENAMENTO DA RESERVA NATURAL DO ESTURIO DO TEJO

    CONTEDO DOS ESTUDOS DE VALORAO

  • rea Estuarinarea Estuarina rea de Proteco Totalrea de Proteco Total

    Actividades:- Aces de conservao da natureza; - Investigao cientfica.

    PLANO DE ORDENAMENTO DA RESERVA NATURAL DO ESTURIO DO TEJO

  • Actividades:- Aces de educao ambiental.

    rea Estuarinarea Estuarinareas de Proteco Parcial do Tipo reas de Proteco Parcial do Tipo

    II

    FASE 3 - ORDENAMENTO

    PLANO DE ORDENAMENTO DA RESERVA NATURAL DO ESTURIO DO TEJO

  • Actividades:

    - Produo de sal;

    - Aquicultura semi- intensiva e/ou extensiva;

    - Apanha.

    rea Estuarinarea Estuarinareas de Proteco Parcial do Tipo IIreas de Proteco Parcial do Tipo II

    FASE 3 - ORDENAMENTO

    PLANO DE ORDENAMENTO DA RESERVA NATURAL DO ESTURIO DO TEJO

  • Actividades:- Navegao;- Pesca;- Actividades recreativas.

    rea Estuarinarea Estuarinareas de Proteco Complementarreas de Proteco Complementar

    FASE 3 - ORDENAMENTO

    PLANO DE ORDENAMENTO DA RESERVA NATURAL DO ESTURIO DO TEJO

  • Actividades:- Turismo de natureza;- Agricultura extensiva;- Pastoreio.

    rea Terrestrerea Terrestrereas de Proteco Parcial do Tipo IIreas de Proteco Parcial do Tipo II

    FASE 3 - ORDENAMENTO

    PLANO DE ORDENAMENTO DA RESERVA NATURAL DO ESTURIO DO TEJO

  • Actividades:- Agricultura;- Turismo de natureza.

    rea Terrestrerea Terrestrereas de Proteco Complementarreas de Proteco Complementar

    FASE 3 - ORDENAMENTO

    PLANO DE ORDENAMENTO DA RESERVA NATURAL DO ESTURIO DO TEJO

  • reas de Interveno Especficareas de Interveno Especfica

    1

    2

    3

    4

    5

    67

    PLANO DE ORDENAMENTO DA RESERVA NATURAL DO ESTURIO DO TEJO

    1. Moucho de Alhandra2. Moucho do Lombo do Tejo3. Moucho da Pvoa4. Salina da Saragoa5. Salina de Vasa-Sacos6. Salina de Vale Frades7. Viveiro Norte da Bela Vista

  • Mtodos para avaliar a Navegabilidade do Rio

  • Sumrio

    Duas curiosidades Variveis ou Indicadores ndice de navegabilidade Itens de uma estimativa de custos

  • Modelo Hidrodinamico HecRas

    Tendncia mdia de obteno de equilbrio dinmico

    Modelo de anlise

    Hidro-topografia+Hidrogramas+Coeficientes de resistncia

    Sedimentos do fundo+Produo de sedimentos na bacia

    Modelo Hidro-sedimentolgico

    Evoluo dos fundos do esturioAnlise morfolgica e sedimentolgica

  • Parmetros analisados:

    Objectivo: Expressar a aptido actual do territrio

    Indicador Terrestre

    1. Demografia

    2. Dinmicas, oportunidades e recursos

    3. Paisagem

    Mo de obra qualificada (Taxas) Apoio ao turismo Acessibilidade terrestre (Transportes pblicos)Festividades

    Anlise quantitativa (Densidade populacional)Anlise qualitativa (Composio etria)

    Adjacente margem do Rio

    Metodologia:Verificao da informao junto das entidades competentes e trabalho de campo

    Levantamento exaustivo da documentao existente

    INE: XIV Recenseamento Geral da Populao 2001

    INE, Infoline 2001

  • Parmetros analisados (cont.):

    Indicador Terrestre

    6. Instrumentos gesto

    4. Infra-estruturas tursticas

    5. Turismo temtico

    Hotisestalagenspousadas

    Cinegtico (Zonas caa: 13 associativa e 35 tursticas)Natureza (Percursos pedestres)Arqueologia industrial (Minas de S. Domingos e Porto de PomaroPuerto de la Laja, Minas Cabezas del Pasto, Herreras e Santa CatalinaMina Cova dos Mouros e de Cortes Pereira)Golfe (2 existentes e 1 previsto)

    PBHG, PO reas Protegidas, POOC, PROT, PDM, PITER, PEDRARede naturaReserva Ecolgica NacionalReserva Agrcola NacionalMontado de Sobro e AzinhoMata Nacional

    Representao diferenciada nos concelhos abrangidos:Mrtola, Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo Antnio

  • Metodologia subjacente avaliao expedita de Impacte Ambiental

    A) Lacunas existentes:

    Fase de avaliao anterior elaborao do Projecto Desconhecimento de pormenores do Projecto e/ou de aspectos relativos

    situao de referncia No incluso de impactes cumulativos, sinergticos ou a interaco entre

    impactes Avaliao em condies normais de funcionamento das diversas

    actividadesB) Classificao: Impacte positivo muito significativo

    Impacte positivo significativo Impacte positivo pouco significativo Impacte positivo muito pouco significativo Impacte nulo Impacte negativo muito pouco significativo Impacte negativo pouco significativo Impacte negativo significativo Impacte negativo muito significativo

    C) Clculo do indicador:

    Representao espacial (em ambiente SIG) da classificao de impactes, por descritor (para as fases de construo e explorao, em cada um dos cenrios).

    Sobreposio (em ArcView) da classificao atribuda a todos os descritores e classificao de cada troo em funo do impacte mais penalizante (para as fases de construo e explorao, em cada um dos cenrios).

  • Principais Actividades Potenciadoras de Impacte Ambiental

    Durante a Fase de Construo do Projecto

    Durante a Fase de Explorao do Projecto

    Dragagens e deposio de dragados

    Desmonte de rocha Construo da eclusa Melhoria / construo de cais de acostagem

    Navegao de embarcaes de recreio Dragagens de manuteno e

    deposio de dragados

  • Sistemas ecolgicos: Interferncia com regulamentao existente de reas protegidas

    Interferncia directa em ecossistemas sensveis

    Qualidade da gua: Ressuspenso de material sedimentar Concentrao de hidrocarbonetos e leos

    minerais Qualidade do ar: Libertao de poluentes atmosfricos (ex:

    mquinas e equipamentos, embarcaes)Qualidade do ambiente sonoro:

    Alterao do ambiente sonoro (ex: equipamentos, explosivos, navegao)

    Scio-economia: Incmodo pelo rudo Dinamizao da economia local Aumento da presso humana Perda temporria de rendimento da pesca

    artesanal Gerao de postos de trabalho

    Impactes expectveis sobre os descritores abordados

  • Indicador Coeficiente

    Condies de Manobra 20Condies de Desembarque/Embarque 20Impactes Ambientais 15Enquadramento Martimo 15Enquadramento Terrestre 15Regime Hidrolgico 10Condies Meteorolgicas 5

    Total 100

  • ndice de navegabilidade Cenrio 1

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

  • ndice de navegabilidade Cenrio 2

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

  • ndice de navegabilidade Cenrio 3

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

    Enquadramento MartimoEnquadramento TerrestreImpactes Ambientais

  • Itens

    Levantamentos, estudos e projectos Dragagens (de estabelecimento e de

    manuteno) e desmonte de rocha Sinalizao martima Estruturas de acostagem (cais e embarcadouros) Acessos terrestres e infra-estruturas Eclusas rgo de gesto da via navegvel

    Slide 1Slide 2Slide 3Slide 4Slide 5Slide 6Slide 7Slide 8Slide 9Slide 10Slide 11Slide 12Slide 13Slide 14Slide 15Slide 16Slide 17Slide 18Slide 19Slide 20Slide 21Slide 22Slide 23Slide 24Slide 25Slide 26Slide 27Slide 28Slide 29Slide 30Slide 31Slide 32Slide 33Slide 34Slide 35Slide 36Slide 37Slide 38Slide 39Slide 40Slide 41Slide 42Slide 43Slide 44Slide 45Slide 46Slide 47Slide 48Slide 49Slide 50Slide 51Slide 52Slide 53Slide 54Slide 55Slide 56Slide 57Slide 58Slide 59Slide 60Slide 61Slide 62Slide 63Slide 64Slide 65Slide 66Slide 67Slide 68Slide 69Slide 70Slide 71Slide 72Slide 73Slide 74Slide 75Slide 76Slide 77