NBR 15417 - 2007 - Vasos de pressão - Inspeção de segurança em serviço

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<ul><li><p>5/10/2018 NBR 15417 - 2007 - Vasos de presso - Inspeo de segurana em servio</p><p> 1/59</p><p>NORMABRASILEIRA ABNT NBR15417Pr ime i ra ed i~ao15.01.2007</p><p>V alid a a pa rtir de15.02.2007</p><p>Vasos de pressao - lnspecao de s egura ng aem servicePressure vessels - Safety inspection in service</p><p>Pa la vr as -c ha ve : Va so s de p re ss ao . l ns pe cao, Segu ra nr ;: a.Descriptors: Pressure vessels. Safety. Inspection.</p><p>ICS 27.060.30</p><p>ASSOCIAC A OBRASILEIRADENORMASTeCNICAS</p><p>Numero de retersnctaABNT NBR 15417:200653 paginas</p><p>ABNT2006</p></li><li><p>5/10/2018 NBR 15417 - 2007 - Vasos de presso - Inspeo de segurana em servio</p><p> 2/59</p><p>ABNT NBR 15417:2006</p><p>ABNT2006</p><p>Sede da ABNTAv.Treze de Maio, 13 - 281 andar20031-901 - Rio de Janeiro - AJTel.: + 5521 3974-2300Fax: + 55 21 2220-1762abnt@abnt.org.brwww.abnt.org.brImpressa no 8 rasll</p><p>ii ABNT2006</p>mailto:abnt@abnt.org.brhttp://www.abnt.org.br/http://www.abnt.org.br/mailto:abnt@abnt.org.br</li><li><p>5/10/2018 NBR 15417 - 2007 - Vasos de presso - Inspeo de segurana em servio</p><p> 3/59</p><p>ABNT NBR 15417:2006</p><p>Surnario PaginaPrefacio v1 Objetiva 12 Referencias norrnattvas 13 Definigoes , , , : : " 24 Requisitos gerais , , , 84.1 Periodicidade de inspecao , 84.2 Preparacao e execucao da lnspecac 84.3 Requisitos de seguranga , 94.4 Relatorto de lnspecao 95 Bequlsltos especificos de inspscoes 105.1 lnspe!(ao externa 105.2 lnspecao interna 115.3 tnspecao inicial 125.4 lnspecces extraordinarias 125.4.1 lnspecao de problema operacional 125.4.2 lnspecao de atteracao operacional 135.4.3 lnspacao de reconstltulcao de prontuarto 135.4.4 lnspecac em vasos fora de operacao : 145.4.5 lnspecao de alteracao ou reparo 146 Dispasitivos de ssquranca (valvulas de seguranca e alivio) , 166.1 Programa de inspecao des dispositivos de sequranca 166.2 lnspecao extern a dos dispositivos de saquranca 166.3 lnspecao intern a des dispositivos de ssquranca 167 Ensaios nao-destrutivos (END) 167.1 Medic;:ao de espessura 167.2 Particulas rnaqnetlcas (PM) 177.3 Medi!(ao de campo de corrente alternada (ACFM) 177.4 Ultra-som (US} 177.5 Liquido penetrants (LP) 177.6 Emissao acustica 177.7 Outr os ensaios 178 Lista auxillar a inspecao de vasa de pres sao em service 188.1 lnspscao em escadas, passarelas, plataformas e estruturas rnetattcas 188.2 tnspecao das tundacoes, suportes e elementos de fixacao 188.3 lnspecao no isolamento terrnico 188.4 lnspecao na pintura 188.5 tnspecao externa do casco 198.6 lnspecao nas conex6es e acessonos 199 Testes de sobreprassao (hldrostattco e pneumatlco) 1910 Anotacoes no registro de sequranca do vasa de pressao 2010.1 Objetivo , 2010.2 Campo de apllcacao 2010.3 Abertura do registro de seguranc;:a 2010.4 Anotacoes no registro de sequranca 2210.5 Exemplos de anotacoes no registro de seguranga: " " 2210.5.1 lnspecao inicial: 2210.5.2 lnspecao de problema operacional: 2310.5.3 lnspecoes peri6dicas interna, externa OU teste hidrostatico: 23</p></li><li><p>5/10/2018 NBR 15417 - 2007 - Vasos de presso - Inspeo de segurana em servio</p><p> 4/59</p><p>ABNT NBR 15417:200610.5.4 InSpe\(30 de alteracao oper acional: :: 2310.5.5 lnspscao de vasa fora de service: ; 2310.5.6 lnspecao de alteracao au reparo: 2310.5.7 lnspecao de reconstitulcao de prontuarlo: 2411 Relat6rio de inspecao 2411.1 Para a inspecao ser vauda, deve ser comprovada com relal6rio de tnspecao (anexo B) 2412 Responsabilidades dos usuaries de vasos de pressao 24Anexo A (informativo) Bibliografia 26Anexo B (informativo) Relatorio de lnspacac (RI) 27Anexo C (informativo) Certificado de teste hidrostatico (TH) 47Anexo D (informativo) Certificado de teste hidrostatico (TH) : 50</p><p>iv elABNT2006</p></li><li><p>5/10/2018 NBR 15417 - 2007 - Vasos de presso - Inspeo de segurana em servio</p><p> 5/59</p><p>ABNT NBR 15417:2006</p><p>PretacioA Associacao Brasileira de Normas Tscnlcas (ABNn e 0 Forum Nacional de Normalizacao, As Normas Brasileiras,cujo conteudo e de responsabilidade dos Comites Brasifeiros (ABNT/CB), dos Organismos de NorrnalizacaoSetorial (ABNTfONS) e das Comiss6es de Estudo Especiais Ternporartas (ABNT/CEET}, sao elaboraoaspor comtssces de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte:produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratories e outros).A ABNT NBR 15417 foi elaborada no Corntte Brasifeiro de Maqulnas e Equipamentos (ABNT/CB-04),pela Comissao de Estudo de Caldeiras e Vasos de Prassao (CE-04:011.07). 0 Projeto circulou emConsulta Nacional conforme Edital n!!05, de 02.05,2006, com 0 numero de Projeto 04:011.07-008.Esta Norma contern as anexos A a D,de carater informativo.</p><p>@ABNT2006 v</p></li><li><p>5/10/2018 NBR 15417 - 2007 - Vasos de presso - Inspeo de segurana em servio</p><p> 6/59</p></li><li><p>5/10/2018 NBR 15417 - 2007 - Vasos de presso - Inspeo de segurana em servio</p><p> 7/59</p><p>NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 15417:2006</p><p>Vasos de pressao -Inspegao de sequranca em service</p><p>1 Objetivo1.1 Esta Norma fixa os requlsltos minimos para a lnspecao de sequranca de vasos de pressao em service,1.2 Esta Norma se aplica a inspec;:8.0de seguran9a de vasos de pressao classificados conforme NR 13.1.3 Esta Norma contern requisites necessaries para v e n n c a c a o das conoicces operacionais de vasosde pressao em service.</p><p>2 Referencias normativasAs normas reracronaoas a seguir contern disposicoes que, ao serem citadas neste texto, constituem prescricosspara esta Norma. As edicoes indicadas estavam em vigor no momento desta pobucacao. Como toda norma estasujeita a revlsao, recornenda-se aqueles que realizam aeordos com base oesta que verifiquem a convenienciade se usarem as edicoes mais reeentes das normas cttadas a seguir. A ABNT possui a intorrnacao das normasem vigor em urn dado momenta.NR 13:1995 - Caldeiras e vases de oressao - Portaria 23/94 da SSSTfTEMABNT NBR 15194:2005 - Ensaios nao destrutivos - Emissao acusfica em vasos de pressao metalicos durante 0ensaio de pressao - ProcedimentoABNT NBR 15248:2005 - Ensaio nao destrutivos -lnspe9ao par ACFM - ProcedimentoABNT NBR ISO 9712:2004- Ensaios nao destrutivos - Oualiticacao e certiflcacao de pessoalISO 10156-1996- Gases 1and gas mixtures - Determination of fire potential and oxidizing ability for the selectionof cylinder valve outletsISO 9328-2:2004 - Steel flat products for pressure purposes - Technical delivery conditions - Part 2: Non-alloyand alloy steels with specified elevated temperature propert iesASTM E 2261-2003 - Standard Practice for Examination of Welds USing the Alternating Current FieldMeasurement TechniqueASTM G31-72-2004 Standard Practice for Laboratory Immersion Corrosion Testing of Metals</p><p>( tlABNT 2006</p></li><li><p>5/10/2018 NBR 15417 - 2007 - Vasos de presso - Inspeo de segurana em servio</p><p> 8/59</p><p>ABNT NBR 15417:2006</p><p>3 Defini~6esPara os eteitos desta Norma, aplicam-se as seguintes defini</p></li><li><p>5/10/2018 NBR 15417 - 2007 - Vasos de presso - Inspeo de segurana em servio</p><p> 9/59</p><p>ABNT NBR 15417:2006</p><p>3.18 especiflcacao de procedimento de soldagem (EPS): Documenlo que contempla todas as varlavelsessenciais, nao essenciais e suplementares (quando aplicavel) requeridas e as faixas em que serao utilizadasdurante 0 processo de soldagem. As variaveis e suas faixas de aplicacao devem satisfazer as requisitos queconstarn no c6digo de consnucao. Toda EPS deve ser suportada por urn registro de qualificacao de procedimentode soldagem (RQPS).3.19 fabricante de vasa de pressao: Empresa consmulda de fato, tendo em seu quadro profissional habilitado(PH) que responders pela responsabilidade tecnica de fixacao de seu nome, logotipo ou marca, alernda elaboracao do prontuario do vasa de pressao de acordo com 0 c6digo adotado e as exigenciascomplementares da NR 13.3.20 fluido oxidante: Fluidoque, embora nao sendo necessariamente cornbustlvel, pode, em geral por uoeracaode oxigemio,causar a combustao de outros materiais ou contribuir para isto.3.21 fluidos corroslvos que apresentam risco media: Substancias que, par acao quirnica, causam severosdanos quando em contato com tecidos vivos ou, em caso de vazamento, danilicam ou mesmo destroemequipamentos ou produtos que lenham contatos. Estes fuidos podem, tambem, apresentar outros rtscos.Provocam visfvel necrose da pele num periodo de contato superior a 60 min, mas nao rnalorque 4 h que, mesmonao provocando visivel necrose em pele humana, apresentam urna taxa de corrosao sobre superffcie de acooude alurninio superior a 6,25 mm por ana, a uma temperatura de ensaio de 55'C. Para as ensaios no ace, deveser usado 0 tipo P235 (ISO 9328-2) ou um tipo semelhante, e para os ensaios sobre 0 aluminio, os tipos naorevestidos 7075T6 au AZ5GUT6. Umensaio aceitavel e descrito na ASTM G31-72-2004.3.22 fluidos corroslvos de menor risco: suostancias que, por acao qufmica, causam severos danos quandoem contato com tecidos vivos au, em caso de vazamento, danificam ou mesma destroem equipamentosau produtas que tenham contatos. Estes fuidos podem tamcern apresentar outros riscos. Provocam vislvelnecrose da pele num perfodo de cantata superior a 60 min, mas nao maior que 4 h que, mesmo nao provocandovrslvel necrose em pele hurnana, apresentam uma taxa de corrosao sobre superflcie de aco ou de alumfniosuperior a 6,25 mmpor ano, a uma temperatura de ensaio de 55'C.3.23 fiufdos corrosivos multo perigosos: Suostancias que, PO f a\ fao qufmica, causam severos danos quandoem contato com tecidos vivos ou, em caso de vazamento, danificam ou mesmo destroem equipamentosou produtos com que tenham contato. Estes fuidos podem tarnbern apresentar outros riscos. Provocam necroseda pele apes umperfodo de contato de ate 3 min.3.24 IIuidos explosivos: Substancias que, nao sendo um explosivo, podem gerar uma atmosfera explosivade gas, vapor.3.25 fluidos infectantes: Aqueles que contem microorganismos viaveis, incluindo uma bacteria, virus, rickettsia,parasita, fungo ou um recombinante, hfbrido ou mutante, que provocam, ou ha suspeita de que possam provocar,doencas em seres humanos au animais.3.26 fluidos que, em contato com a aqua, emitem gases lntlarnavels: Substancias que, por reacao coma agua, podem tornar-se espontaneamente lnflarnaveis ou Iiberar gases lnflarnavels em quantidades perigosas.Nestas instruyoes. emprega-se tarnbern a expressao "que reage com aqua" .3.27 flufdos sujeitos a cornbustao sspontanaa: Substancias sujeitas a aquecimento espontaneonas condlcoesnormals, ou que aquecem em contata com 0 ar, sendo, entao, capazes de se inflamarem; sao as substanciaspirof6ricas e as passive is de auto-aquecimento.3.28 fluidos toxtcos: Fluidos capazes de provocar a morte, tesoes graves ou danos a saOde humana,se ingeridos, inalados ou se entrarem em contato com a pele.3.29 gases inttarnavels: Gases que a 20"(; e a pressao de 101,3 kPa sao lnftarnavals quando em misturade 13% ou menos, em volume, com 0 ar ou apresentam uma faixa de inflamabilidade com 0 ar de no mlnimo12 pontes percentuais, independentemente do l imite inferior de inflamabilidade. A inflamabilidade deve serdeterminada por ensaios ou atraves de calcutos. conformemetodcs adotados pela ISO (ver ISO 10156).</p><p>eA8NT2006 3</p></li><li><p>5/10/2018 NBR 15417 - 2007 - Vasos de presso - Inspeo de segurana em servio</p><p> 10/59</p><p>ABNT NBR 15417:2006</p><p>3.30 gases nao inilarnavets. nao t6xicos e asfixiantes: Gases que a uma pressao nao inferior a 280 kPaa 20"C, ou como Ifquidos refrigerados, e que sao asfixiantes, diluem ou substituem 0 oxigenio normalmenteexistente na atmosfera.3.31 gases nao intlarnaveis, nao t6xicos e oxidantes: Gases que a uma pressao nao inferior a 280 kPaa 20"C, ou como Ifquidos refrigerados, e que sao oxidantes, que, em geral, por fornecerem oxlqenlo, podemcausar ou contribuir para a combustao de outro material mais do que 0 ar contribui.3.32 gases t6xicos: Gases sabidamente tao t6xicos ou corrosives para pessoas, que imp6em risco a saude,au sup6e-se serem toxicos au corrosivos para pessoas, par apresentarem um valor da ClSa para toxicidadeaguda por inalar;:ao igual au inferior a 5 000 mUm33.33 gases: Substancia que a 5D"C tem a pressao de vapor superior a 300 kPa ou e completamente gasosoa temperatura de 20'C, a prsssao de 101,3 kPa.3.34 lnspecao de alteracao operactonal: lnspecao que se faz necessaria quando sao alterados parametresoperacionais sem que haja necessidade da altaracao do projeto existents do vaso de pressao.3.35 inspacao de aiteracao au reparo: tnspecao que deve ser realizada ap6s a sxecucao de qualquer projetode alteracao ou reparo no vasa de pressao que j8 . esteja nas lnstalacoss do usuarto.3.36 inspecao de problema operacional: lnspecao que deve ser realizada apes a constatacao de qualquer tipode anormalidade operacional que 0 vasa possa apresentar, tais como: sobreprsssao, vazamentos,superaquecimento, queda de rendimento operacional, abertura da valvula de sequranca aoaixo do previsto ou naoabertura na PMTA.3.37 inspecao de reconstituicao do prcntuarlo: lnspecao que deve ser realizada em urn vasa de pressaoinstalado que, por insxistencia ou extravio, nao tern mais 0 seu prontuario.3.38 lnspecao externa: lnspscao de todos os componentes que podem ser verificados com o vasa de pressaoem operacao. Classificada como Inspey80 Periodics pela NR 13, nos seus devidos tempos rnaxirnos, de acoroocom a categoria do vasa ou rscomandacao da lnspscao anterior anotada no registro de sepuranca.3.39 inspecao extraordinaria: Todo tipo de inspecao que garante a sequranca na operacao de vasos de pressaoque nao esteja caraterizada na NR 13, porern classificada nesta Norma e considerada obrigat6ria pela NR 13.3.40 lnspecao inicial: lnspecao para tnstalacao e corocacao em funcionamento de um novo vasa de pressao,construfda de acordo com a c6digo de tabricacao atual, caracterizando-se pela abertura no registro de sequrancado vase de pressao por profissional habilitado (PH).3.41 inspecao interna: tnspecao de todos os componentes que podem ser verificados com 0 vasa de pressaofora de operacao. Classificada como Inspe9ao Periodica pera NR 13, nos seus devidos tempos rnaximos,de acordo com a categoria do vasa ou racomencacao da inspecao anterior anotada no registro de sepuranca.3.42 inspecao peri6dica: lnspecoes denominadas internas, externas e para teste hldrostatico pe1a NR 13,com periodicidade determinada de acordo com a categoria do vasa, independentemente da situacao em Quese enconlra 0vasa de pressao.</p><p>3.43 Ifquidos inllarnaveis: Uquidas, mistura de llquidos ou Ifquidas contendo solidos em solucao au emauspensao, que produzem vaporss lnllarnaveis a temperaturas de ate 60,S'C, em ensaio de vasa tachado,ou ate 6S,6'C, em ensaio de vasa aberto, conforme Normas Brasileiras au normas internacionalmente aceitas.3.44 maxima tensao de teste hldrostatico: Tensao maxima a que cada parte do vasa de pressao pode sersubmetida durante o teste bidrostanco, de acordo com 0 c6digo de construcao.3.45 mem6ria de calculo: Documento obrigat6rio do prontuarlo de vasa de pressao que registra todosos calculos das partes pressurizadas ou que estejam soldadas nas partes pressurizadas de um vaso de pressao,incluindo as espessuras mfnimas requeridas para a prassao de projeto de todos os elementos do vaso.</p><p>4 ABNT2006</p></li><li><p>5/10/2018 NBR 15417 - 2007 - Vasos de presso - Inspeo de segurana em se...</p></li></ul>

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