Norma Tecnica - Barras de Ao

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DNITMINISTRIO DOS TRANSPORTES DIRETORIA-GERAL DIRETORIA EXECUTIVA INSTITUTO DE PESQUISAS RODOVIRIAS Rodovia Presidente Dutra, km 163 Centro Rodovirio Vigrio Geral Rio de Janeiro RJ CEP 21240-000 Tel/fax: (21) 3545-4600

Dez /2009

NORMA DNIT 118/2009 - ES

Pontes e viadutos rodovirios Armaduras para concreto armado - Especificao de servio

Autor: Instituto de Pesquisas Rodovirias IPR DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES Processo: 50607.000482/2009-93 Origem: Reviso da Norma DNER - ES 331/97 Aprovao pela Diretoria Colegiada do DNIT na reunio de 08/12/2009. Direitos autorais exclusivos do DNIT, sendo permitida reproduo parcial ou total, desde que citada a fonte (DNIT), mantido o texto original e no acrescentado nenhum tipo de propaganda comercial. N total de Palavras-Chave: pginas Pontes, viadutos, armadura, concreto armado 10

Resumo Este documento define a sistemtica empregada para o recebimento, corte, dobramento e colocao nas frmas, de barras e fios de ao, destinados a armaduras para estruturas de concreto armado em pontes e viadutos rodovirios. So, tambm, apresentados os requisitos concernentes a materiais, equipamentos, execuo, inclusive plano de amostragem e ensaios, condicionantes ambientais, controle da qualidade, condies de conformidade e noconformidade e o critrio de medio dos servios. Abstract This document presents procedures for the reception and handling of steel rods and steel wires suitable for reinforced concrete bridges structures. It includes the requirements concerning materials, equipments, execution, and includes also a sampling plan and essays, environmental management, quality control, and the conditions for conformity and nonconformity and the criteria for the measurement of the performed jobs. Sumrio Prefcio ......................................................................1 1 2 3 4 Objetivo .............................................................1 Referncias normativas .....................................1 Definies ..........................................................2 Condies gerais ...............................................3

5 6 7 8

Condies especficas ...................................... 3 Condicionantes ambientais ............................... 5 Inspees.......................................................... 5 Critrio de medio ........................................... 8

Anexo A (Informativo) Bibliografia ............................ 9 ndice geral .............................................................. 10 Prefcio A presente Norma foi preparada pelo Instituto de Pesquisas Rodovirias IPR/DIREX, para servir como documento base, visando estabelecer a sistemtica empregada para os servios de armaduras de pontes e viadutos rodovirios de concreto armado. Est formatada de acordo com a Norma DNIT 001/2009 PRO, cancela e substitui a Norma DNER-ES 331/97. 1 Objetivo

Esta Norma tem por objetivo fixar as condies exigveis para o recebimento e manuseio de armaduras em pontes e viadutos rodovirios de concreto armado. 2 Referncias normativas

Os documentos relacionados a seguir so indispensveis aplicao desta Norma. Para referncias datadas, aplicam-se somente as edies citadas. Para referncias no datadas, aplicam-se as edies mais recentes do referido documento (inclusive emendas). a) ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS

TCNICAS. NBR 5916 Junta de tela de ao soldada

NORMA DNIT 118/2009ES para armadura de concreto Ensaio de resistncia ao cisalhamento. Rio de Janeiro. b) ______. NBR 6118 - Projeto de estruturas de 3 Definies

2

Para os efeitos desta Norma, so adotadas as definies seguintes:

concreto - Procedimento. Rio de Janeiro. c) ______. NBR 6153 Produto metlico Ensaio

3.1 ArmaduraConjunto de elementos de ao de uma estrutura de concreto armado ou protendido.

de dobramento semi-guiado. Rio de Janeiro. d) Janeiro. e) Janeiro. f) ______. NBR 7477 Determinao do ______. NBR 7187 - Projeto de pontes de ______. NBR ISO 6892 - Materiais metlicos

Ensaio de trao temperatura ambiente. Rio de

3.2 BarrasProdutos de ao obtidos por laminao a quente, de seo circular simples ou com deformaes superficiais.

concreto armado e protendido - Procedimento. Rio de

3.3 FiosProdutos de ao de dimetro inferior ou igual a 10 mm, obtidos por trefilao, operao que consiste em esticar o ao, vrias vezes, reduzindo cada vez mais seu dimetro.

coeficiente de conformao superficial de barras e fios de ao destinados a armaduras de concreto armado. Rio de Janeiro. g) ______. NBR 7480 - Ao destinado a armadura

3.4 Malhas ou telasProdutos de ao formados por fios de ao, soldados entre si, por caldeamento, nos pontos de cruzamento.

para concreto armado - Especificao. Rio de Janeiro. h) ______. NBR 7481 - Tela de ao soldada -

Armadura para concreto. Rio de Janeiro. i) ______. NBR 8548 - Barras de ao destinadas

3.5 Barras e fios de Classe AProdutos laminados a quente, em geral com escoamento definido,

a armaduras para concreto armado com emenda mecnica ou por solda - Determinao da resistncia trao. Rio de Janeiro. j) ______. NBR 8965 - Barras de ao CA 42 S

3.6 Barras e fios de Classe BProdutos encruados por deformao a frio, sem patamar de escoamento.

com caractersticas de soldabilidade destinadas a armaduras para concreto armado - Especificao. Rio de Janeiro. k) ______. NBR 14931 Execuo de estruturas

3.7 Ao CA 25Barras laminadas, categoria A, com superfcie lisa e2 limite de escoamento de 25 kN/cm .

de concreto - Procedimento. Rio de Janeiro. l) BRASIL. Departamento Nacional de

3.8 Ao CA 50A e CA 50BBarras laminadas, com superfcie deformada, com limite2 de escoamento de 50 kN/cm .

Infraestrutura de Transportes. DNIT 001/2009-PRO Elaborao e apresentao de normas do DNIT Procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2009. m) ______. DNIT 011/2004-PRO - Gesto da

3.9 Ao CA 60 BFios trefilados, d 10 mm, de superfcie lisa ou deformada, com limite de escoamento de 60 kN/cm2;

qualidade em obras rodovirias - Procedimento. Rio de Janeiro: IPR, 2004. n) ______. DNIT 070-PRO Condicionantes

3.10 Dimetro nominalValor que representa o dimetro equivalente da seo transversal tpica do fio ou da barra, expresso em milmetros.

ambientais das reas de uso de obras - Procedimento. Rio de Janeiro: IPR.

NORMA DNIT 118/2009ES

3 irregularidades, massa por unidade de os aos recebidos devem ser

3.11 Massa linear nominalValor que representa a

imediatamente estocados em local abrigado e sobre estrados de madeira, afastados do cho. 5 5.1 Condies especficas Materiais

comprimento do fio ou da barra de dimetro nominal especfico, expresso em quilogramas por metro.

3.12 rea nominalValor que representa a rea da seo transversal do fio ou da barra de dimetro nominal especfico, expresso em milmetros quadrados.

No concreto armado utilizam-se apenas as armaduras passivas, definidas como as armaduras que no sejam usadas para produzir foras de protenso, isto , que no sejam previamente alongadas. Nos projetos de estruturas de concreto armado deve ser utilizado ao classificado pela ABNT NBR 7480:2007 com o valor caracterstico da resistncia de escoamento nas categorias CA-25, CA-50 e CA-60; as sees transversais nominais devem ser as estabelecidas na ABNT NBR 7480:2007. As letras CA significam concreto armado, seguindo-se os nmeros que indicam o limite de2 2 escoamento em kgf/mm = kN/cm .

3.13 PartidaConjunto de lotes apresentados para inspeo de uma s vez.

3.14 FornecimentoConjunto de partidas que perfaz a quantidade total da encomenda.

3.15 LoteGrupo de barras ou fios de procedncia identificada, de mesma categoria, classe, dimetro nominal e configurao geomtrica superficial, apresentado

As armaduras podem ser constitudas de barras, fios e telas de ao. 5.1.1 Barras e fios a) Classificao

inspeo como um conjunto unitrio, cuja massa no supera 30 toneladas. 4 Condies gerais

Conforme o processo de fabricao e diagrama tensodeformao, as barras e fios so divididos nas Classes A e B; os aos Classe A so laminados a quente, em geral com escoamento definido, caracterizado por patamar no diagrama tenso-deformao, e os aos Classe B so encruados por deformao a frio e sem patamar de escoamento. O limite de escoamento definido como a tenso que produz, no descarregamento, uma deformao unitria permanente de 0,2%. b) Caractersticas Tipo de superfcie

Somente podem ser usados em pontes e viadutos rodovirios de concreto armado, as barras, fios e telas de ao que atendam s condies estabelecidas nas Normas ABNT NBR7480:2007 e ABNT NBR7481:1990. Outros aos somente podem ser utilizados aps a elaborao de normas particulares do projeto em questo, e os ensaios de recebimento e aceitao devem ser feitos em laboratrios nacionais de reconhecidas capacidade e idoneidade. As barras laminadas devem ter comprimento de 12 metros, com tolerncia de 1%; podem ser lisas, quando a seo transversal um crculo razoavelmente definido, ou podem ter rugosidades, com intuito de melhorar a aderncia entre concreto e ao. Os fios podem ser fornecidos em feixes ou rolos, podendo, tambm, ter perfil liso ou com rugosidades; as telas de ao podem ser fornecidas em rolos ou tabletes. Dependendo da agressividade do meio ambiente, os aos oxidam-se com maior ou menor velocidade, motivo pelo qual, aps uma observao visual para verificar os padres de geometria e perfil, a existncia ou no de bolhas, fissuras, esfoliaes, corroso e outras

As barras e fios podem ser lisos ou providos de salincias ou mossas; para cada categoria de ao, o coeficiente de conformao superficial mnimo

b,

determinado atravs de ensaios de

acordo com a ABNT NBR 7477:1982, deve atender ao indicado na ABNT NBR 7480:2007. A configurao e a geometria das salincias ou mossas devem atender, tambm, ao que especificado nas sees 9 e 23 da ABNT NBR 6118:2007, desde que existam solicitaes cclicas importantes.

NORMA DNIT 118/2009ES Para os efeitos desta Norma, a conformao superficial medida pelo coeficiente valor est relacionado superficial ao 5.2 Equipamentos

4

1,

cujo de

Os equipamentos necessrios execuo dos servios devem atender aos requisitos da subseo 6.4 da ABNT NBR 14931:2003. A natureza, capacidade e quantidade do equipamento a ser utilizado dependem do tipo e dimenso do servio a executar. Devem constar na relao a ser apresentada pelo executante: mquina de corte e de dobramento de ao, mquinas soldadoras com potncia igual ou2 superior a 0,025 KVA/mm e regulagem automtica.

coeficiente

conformao

b,

conforme

estabelecido na Tabela 8.2 da ABNT NBR 6118:2007; Massa especfica Adota-se, para massa especfica do ao de armadura passiva, o valor de 7850 kg/m3; Caracterstica soldabilidade Para que o ao seja considerado soldvel, sua composio deve obedecer aos limites estabelecidos na ABNT NBR 8965:1985. A emenda de ao soldada deve ser ensaiada trao segundo a ABNT NBR 8548:1984; a carga de ruptura mnima, medida na barra soldada, deve satisfazer ao especificado na ABNT NBR 7480:2007 e o alongamento sob carga deve ser tal que no comprometa a ductilidade da armadura. O alongamento total plstico medido na barra soldada deve atender a um mnimo de 2%; Eletrodo para emenda O eletrodo deve ser constitudo de metal de caractersticas idnticas s do metal base e deve apresentar revestimento bsico que dificulte a fissurao a quente, pela absoro de hidrognio, baixo teor de hidrognio para ao CA 50 e possuir tenses de escoamento iguais ou superiores ao material das barras a serem soldadas. Devem ser mantidos em lugar seco, de preferncia em estufas; vedado o uso de eletrodos midos no momento da soldagem. Nota: Outras caractersticas particulares, para cada caso, devem ser especificadas no projeto. 5.1.2 Telas de ao As telas de ao so fabricadas com fios de categoria CA 50 B ou CA 60. As tabelas dos fabricantes devem conter, no mnimo, o nome do fabricante, o tipo de ao, a designao da tela, a rea da seo dos fios2 longitudinais e transversais, em cm , o dimetro dos fios

dos

aos

para

5.3

Execuo

Devem ser atendidas as especificaes da seo 8 da Norma ABNT NBR 14931:2003. 5.3.1 Transporte e armazenamento Cuidados especiais devem ser tomados no transporte, principalmente, corroses evitando a ao de impurezas e aderncia, perda de prejudiciais

identificao e ruptura de soldas em elementos prfabricados e em telas soldadas. O armazenamento deve ser feito sem contato com o solo, sobre estrados, ao abrigo da chuva e em ambiente ventilado. 5.3.2 Corte e dobramento Os cortes e dobras devem obedecer s dimenses e formas indicadas no projeto; processos mecnicos no devem permitir raios menores que os especificados em nenhum dos pontos da armadura. As barras de ao Classe B devem ser sempre dobradas a frio; as barras no podem ser dobradas junto s emendas soldadas. 5.3.3 Emenda das barras a) Tipos

Conforme subseo 9.5.1 da Norma ABNT NBR 6118:2007, os tipos de emendas das barras so: Por traspasse; Por luvas com preenchimento metlico,

rosqueadas ou prensadas; Por solda; Por outros dispositivos devidamente

justificados. b) Caractersticas Emendas por traspasse: Proporo de barras emendadas;

longitudinais,

em mm, o espaamento entre fios

longitudinais e transversais ou entre feixes longitudinais,2 em cm, e a massa por unidade de rea, em kg/m .

NORMA DNIT 118/2009ES Comprimento de traspasse de barras tracionadas e isoladas; Comprimento por traspasse de barras comprimidas e isoladas; Armadura transversal nas emendas por traspasse; Emendas por traspasse em feixes de barras Consultar ABNT NBR 6118:2007; Emendas por luvas rosqueadas 6 c) Consultar 6118:2007. Tabela 7.1 da ABNT

5 NBR

Correspondncia entre classe de agressividade ambiental e cobrimento mnimo para c = 10 mm Consultar 6118:2007. Condicionantes ambientais Tabela 7.2 da ABNT NBR

Para evitar a degradao do meio ambiente deve ser atendido o estabelecido no Projeto de Engenharia, nos Programas Ambientais pertinentes do Plano Bsico Ambiental - PBA, as recomendaes/exigncias dos rgos ambientais e as normas tcnicas, em particular, a Norma DNIT 070/2006 PRO Condicionantes ambientais das reas de uso de obras - Procedimento. 7 7.1 7.1.1 Inspees Controle dos insumos No recebimento

Consultar ABNT NBR 6118:2007; Emendas por solda Consultar ABNT NBR 6118:2007. 5.3.4 Montagem das armaduras As barras de ao, para montagem, devem ser limpas, sendo removidas ferrugens, argamassas e manchas de leo e graxa, antes de introduzidas nas frmas; devem ser verificadas as dimenses, as posies indicadas no projeto, os espaamentos, o acesso do concreto para envolvimento de todas as barras, os traspasses e os cobrimentos das barras. Para manter as barras na posio desejada e garantir o cobrimento mnimo permite-se o uso de arames e de tarugos de ao ou tacos de concreto ou argamassa; o tarugo de ao s deve ser aceito se o cobrimento de concreto no local tiver a espessura mnima recomendada no projeto. 5.3.5 Cobrimento e proteo das armaduras A ABNT NBR 6118:2007 introduziu novos conceitos e exigncias no cobrimento, qualidade do concreto e proteo das armaduras, todos dependentes da agressividade do meio ambiente e visando aumentar a durabilidade da obra. a) Agressividade do meio ambiente A Tabela 6.1 da ABNT NBR 6118:2007 considera quatro classes de agressividade ambiental: b) Agressividade fraca; Agressividade moderada; Agressividade forte; Agressividade muito forte;

As barras recebidas no devem apresentar defeitos prejudiciais, tais como fissuras, bolhas e corroso excessiva. Recomenda-se verificar as caractersticas geomtricas das barras e fios. A massa real das barras de dimetro nominal igual ou superior a 10 mm e dos fios deve ser igual sua massa nominal, com tolerncia de 6%, e a tolerncia para as barras de dimetro nominal inferior a 10 mm de 10%. A massa nominal obtida pela multiplicao do comprimento pela rea da seo nominal e por 7,85 kg/dm. A tolerncia de comprimento de 1%, conforme seo 4 desta Norma. Ainda podem ser verificadas, preliminarmente, as

condies seguintes: a) se os eixos das nervuras transversais formam com o eixo da barra, ngulo igual ou superior a 45; b) se possuem pelo menos duas nervuras

longitudinais contnuas e diametralmente opostas; c) se a altura mdia das nervuras ou profundidade das mossas igual ou superior a 4% do dimetro nominal; d) se o espaamento mdio das nervuras transversais est entre 50% e 80% do dimetro nominal; e) se as salincias abrangem, pelo menos, 85% do permetro nominal da seo transversal.

Correspondncia entre classe de agressividade e qualidade do concreto

NORMA DNIT 118/2009ES 7.1.2 Formao de amostras Para verificao das propriedades mecnicas e b)

6 fios; devem ser apresentados os resultados pelo produtor, quando solicitados. Telas - aps a retirada aleatria de um painel ou rolo, extrair como amostra uma faixa transversal, contendo todos os fios longitudinais e apresentando as dimenses adequadas para a execuo dos ensaios previstos. 7.1.3 Critrios para os planos de amostragem As amostras devem ser extradas aleatoriamente, de cada lote, e compostas de tantos exemplares quantos indicados nos planos de amostragem, resumidos na Tabela 2. No deve ser permitida a retirada de mais de um exemplar de uma mesma barra ou fio reto. Em rolos, s deve ser permitida se o nmero de rolos for inferior ao nmero de exemplares; neste caso, retiramse os exemplares das extremidades do mesmo rolo. O CA-60 1,6 2 2,5 3,2 4 5 6,3 Para os cinco primeiros lotes de fornecimento deve ser adotado o Plano 2; se aprovados, deve ser adotado o Plano 1 para os lotes seguintes. Se, entretanto, houver rejeio de um ou mais lotes, deve ser adotado o Plano 3 para os cinco lotes seguintes. Para os demais lotes de fornecimento a amostragem deve ser em funo do plano adotado para os cinco lotes anteriores e os resultados dos ensaios correspondentes, de acordo com a Tabela 3.3 contraprova 3 4 2 contraprova inicial 2 3 3 4 1 contraprova inicial 2 2 3 3 Plano Amostragem Corridas identificadas 1 Corridas no identificadas 2

conformao superficial das barras e fios deve ser feita uma amostragem, devendo haver clara distino para partidas cujos lotes forem perfeitamente identificveis e para os misturados ou no identificveis. Em cada partida, as barras ou fios devem ser repartidos em lotes, em funo da categoria e do dimetro nominal, cujas massas mximas esto indicadas na Tabela 1. Quando o fornecimento for em rolo, considerar o dobro dos volumes indicados para a massa mxima. Quando houver mistura ou no forem identificveis, cabe ao inspetor orientar a formao de outros lotes para inspeo. Tabela 1 - Massa mxima do lote (t)Dimetro Nominal

Categoria do ao CA-25 6,3 8 10 12,5 16 20 25 30,0 30,0 30,0 CA-50 3,2 4 5 6,3 8 10 12,5 16 20 25

comprimento de cada exemplar deve ser de 2,20 m, desprezando-se a ponta de 20 cm da barra ou do fio.Tabela 2 - N de exemplares da amostra de cada lote

(mm) 3,2 4 5 6,3 8 10 12,5 16 20 25 32 40

inicial

A contraprova deve ser feita quando qualquer corpo de prova da amostra inicial do plano de amostragem em questo no satisfizer s exigncias da Norma ABNT NBR-7480:2007. Para lotes de rolos, o nmero de exemplares da amostra deve ser o dobro do inicial da Tabela 2. As amostras referentes s telas de ao devem considerar: a) Fios - deve ser retirada, aleatoriamente, uma amostra antes da fabricao da tela, para os ensaios de trao e dobramento de cada lote de

NORMA DNIT 118/2009ES Tabela 3 Critrios de amostragemInspeo dos lotes anteriores aos que devem ser inspecionados Plano adotado 1 2 3 1 2 3 1 2 3 Houve mais de um lote rejeitado Houve lote rejeitado Todos aprovados Resultados obtidos Lotes da partida a ser inspecionada Plano a ser adotado 1 1 2 2 3 3 3 3 3

7

0,1 +Sendo:

mx 10 4 2

=dimetro nominal em mm = alongamento de 10 dimetros, em mm

mx = tenso calculada pela carga mxima atuante nabarra emendada durante o ensaio, em MPa. 7.3 Condies de conformidade e no-conformidade Todos os ensaios de controle e verificao dos insumos e da execuo devem ser realizados de acordo com o Plano da Qualidade (PGQ) constante da proposta tcnica aprovada e conforme a subseo 5.2 da Norma DNIT 011/2004-PRO. Cabe Fiscalizao adotar as providncias para o tratamento das no-conformidades. 7.3.1 Conformidade a) Material O lote deve ser considerado conforme ao apresentar barras, fios e telas de ao sem defeitos prejudiciais, se a massa real estiver dentro das tolerncias constantes da subseo 7.1.1 desta Norma e se satisfatrios os resultados dos ensaios de trao e dobramento de todos os exemplares retirados. Caso um ou mais destes resultados no atendam ao especificado, deve ser realizada uma contraprova nica, sendo a amostra formada conforme a subseo 7.1.2 desta Norma. Caso todos os resultados da contraprova sejam satisfatrios, o lote deve ser aceito. b) Emendas Para barras emendadas, o conjunto especificado na subseo 7.2 deve ser aceito, caso os resultados da prova ou das duas contraprovas forem satisfatrios. c) Telas de ao A tela de ao soldada deve atender Norma ABNT NBR 7481/1990. O lote de tela de ao deve ser aceito se os ensaios de trao e dobramento ou cisalhamento da prova ou das duas contraprovas forem satisfatrios. Admitem-se as quebras de juntas soldadas, desde que no excedam a 1% do nmero total por painel, ou de 1%

Obs.: Para um mesmo fornecimento, os resultados obtidos na inspeo dos cinco ltimos lotes da partida anterior definem o Plano de Amostragem da partida subsequente. 7.1.4 Ensaios Cabe ao laboratrio receber a amostra representativa do lote e verificar a sua autenticidade. Devem ser realizados ensaios de trao e de dobramento, obedecendo, respectivamente, as Normas ABNT NBR ISO 6892:2002 e ABNT NBR 6153:1988. Deve ser determinada a massa real nestes corpos de prova, mesmo que j feita em canteiro. O laboratrio deve fornecer ao comprador o resultado desses ensaios. O ensaio de dobramento no se aplica a barras e fios emendados. As telas soldadas devem ser ensaiadas conforme a ABNT NBR 6153:1988 para dobramento e ABNT NBR 5916:1990 para cisalhamento. 7.2 Controle da execuo Deve ser verificado o atendimento s especificaes constantes da subseo 5.3 desta Norma. A amostragem de barras emendadas deve ser feita por tipo de emenda. Para cada conjunto de 50 ou menos emendas deve ser retirado um exemplar. Se qualquer corpo-de-prova no satisfizer s exigncias da ABNT NBR 7480:2007 devem ser retiradas duas contraprovas do conjunto correspondente. O ensaio deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 8548:1984. As emendas de barras mecnicas ou soldadas devem satisfazer ao limite de resistncia convencional ruptura das barras no emendadas. No ensaio de qualificao o alongamento da barra emendada deve atender seguinte inequao:

NORMA DNIT 118/2009ES do nmero total de 15 m de tela, caso de rolos, e que 50% ou mais do total de juntas quebradas no se encontrem localizadas em um nico fio. 7.3.2 No-conformidade O lote deve ser considerado no-conforme se no atender subseo 7.3.1 ou se no ensaio de contraprova houver, pelo menos, um resultado que no satisfaa s exigncias da Norma ABNT NBR

8 7480:2007, ou no atender Norma ABNT NBR 7481/1990. 8 Critrio de medio

As armaduras para concreto armado consideradas conformes com esta Norma, incluindo todos os servios necessrios execuo, devem ser medidas por quilograma de ao colocado nas frmas, de acordo com as listas do projeto.

_________________/Anexo A

NORMA DNIT 118/2009ES Anexo A (Informativo) Bibliografia a) AMERICAN CONCRETE INSTITUTE. c)

9

______. Manual de projeto de obras-de-arte especiais. Rio de Janeiro: IPR, 1996. (Publ. IPR., 698).

Manual of Concrete Practice, Detroit, 2007. b) BRASIL. Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Manual de construo de obras-de-arte especiais. Rio de Janeiro: IPR, 1995. d)

Pfeil. Walter Concreto Armado, Rio de Janeiro: Livros Tcnicos e Cientficos, 1984.

_________________/ndice geral

NORMA DNIT 118/2009ES

10

ndice geral Abstract Ao CA 25 Ao CA 50A e 50B Ao CA 60B Anexo A (Informativo) Bibliografia rea nominal Armadura Barras Barras e fios classe A Barras e fios classe B Barras e fios Cobrimento e proteo das Armaduras Condies de conformidade e no-conformidade 7.3 7 5 3 3 7 7 5 4 8 5.3.5 5 3.1.2 3.1 3.2 3.5 3.6 5.1.1 9 3 2 2 2 2 3 3.7 3.8 3.9 1 2 2 2 Equipamentos Execuo Fios Formao de amostras Fornecimento ndice geral Inspees Lote Malhas ou telas Massa linear nominal Materiais 7 3.15 3.4 3.11 5.1 5.2 5.3 3.3 7.1.2 3.14 4 4 2 6 3 10 5 3 2 3 3 5 8 5 1 3 1 2 1 1 1

Montagem das armaduras 5.3.4 No-conformidade No recebimento Objetivo Partida Prefcio Referncias normativas Resumo Sumrio Tabela 1 Massa mxima do lote (t) Tabela 2 - N de exemplares da amostra de cada lote Tabela 3 Critrios de amostragem 7.3.2 7.1.1 1 3.13

Condicionantes ambientais 6 Condies especficas Condies gerais Conformidade Controle da execuo Controle dos insumos Corte e dobramento Critrio de medio Critrios para os planos de amostragem Definies Dimetro nominal Emenda das barras Ensaios 7.1.3 3 3.10 5.3.3 7.1.4 5 4 7.3.1 7.2 7.1 5.3.2 8

6

6

7 5.1.2 4

6 2 2 4 7

Telas de ao Transporte e armazenamento

5.3.1

4

_________________