NORMAS DE AUDITORIA DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

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Text of NORMAS DE AUDITORIA DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

  • SECRETARIA-GERAL DE ADMINISTRAO

    Braslia, 5 de julho de 2011 - Ano XLIV - N 12

    NORMAS DE AUDITORIA

    DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIO REVISO JUNHO 2011

    ANEXO

    DA PORTARIA-TCU N 280, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2010

    (ALTERADA PELA PORTARIA-TCU N 168, DE 30 DE JUNHO DE 2011)

  • TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIO Boletim do Tribunal de Contas da Unio

    http://www.tcu.gov.br BTCU@tcu.gov.br

    SAFS Lote 1 Anexo I sala 422 - CEP:70042-900 - Braslia - DF

    Fones: 3316-7650/3316-7079/3316-7870/3316-7869

    Presidente BENJAMIN ZYMLER

    Vice-Presidente JOO AUGUSTO RIBEIRO NARDES

    Ministros

    ANTONIO VALMIR CAMPELO BEZERRA

    WALTON ALENCAR RODRIGUES

    UBIRATAN DINIZ DE AGUIAR

    AROLDO CEDRAZ DE OLIVEIRA

    RAIMUNDO CARREIRO SILVA

    JOS JORGE DE VASCONCELOS LIMA

    JOS MCIO MONTEIRO FILHO

    Ministros-Substitutos

    AUGUSTO SHERMAN CAVALCANTI

    MARCOS BEMQUERER COSTA

    ANDR LUS DE CARVALHO

    WEDER DE OLIVEIRA

    Ministrio Pblico junto ao TCU

    Procurador-Geral

    LUCAS ROCHA FURTADO

    Subprocuradores-Gerais

    PAULO SOARES BUGARIN CRISTINA MACHADO DA COSTA E SILVA

    Procuradores MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO

    JLIO MARCELO DE OLIVEIRA SERGIO RICARDO COSTA CARIB

    SECRETARIA-GERAL DE ADMINISTRAO Secretrio-Geral

    Fernando Luiz Souza da Eira segedam@tcu.gov.br

    Boletim do Tribunal de Contas da Unio Especial v. 1, n. 1 (1982) . Braslia : TCU, 1982- .

    v.

    Irregular. A numerao recomea a cada ano. Continuao de: Boletim Interno [do] Tribunal de Contas da Unio. Edio Especial.

    Contedo: Alterao das Normas de Auditoria

    1. Ato administrativo peridico Brasil. I. Brasil. Tribunal de Contas da Unio (TCU).

    RESOLUO-TCU N 168, DE 9 DE JANEIRO DE 2004

    D nova redao aos arts. 1 e 3

    da Resoluo -TCU n 146, de 28

    de dezembro de 2001.

    PORTARIA - TCU N 1, DE 9 DE JANEIRO DE 2004

    Define a lotao das unidades da

    Secretaria do Tribunal

    PORTARIA - TCU N 2, DE 9 de JANEIRO DE 2004

    Dispe sobre a denominao e a

    distribuio de funes de

    confiana

    RESOLUO-TCU N 168, DE 9 DE JANEIRO DE 2004 D nova redao aos arts. 1 e 3 da

    Resoluo -TCU n 146, de 28 de

    dezembro de 2001.

    PORTARIA - TCU N 1, DE 9 DE JANEIRO DE 2004

    Define a lotao das unidades da

    Secretaria do Tribunal

    PORTARIA - TCU N 2, DE 9 de JANEIRO DE 2004

    distribuio de funes de

    confiana.

    ANO XXVII N 01

    Braslia, 12 de janeiro de 2004

    RESOLUO-TCU N 168, DE 9 DE JANEIRO DE 2004

    D nova redao aos arts. 1 e 3

    da Resoluo -TCU n 146, de 28

    de dezembro de 2001.

    PORTARIA - TCU N 1, DE 9 DE JANEIRO DE 2004

    Define a lotao das unidades da

    Secretaria do Tribunal

    PORTARIA - TCU N 2, DE 9 de JANEIRO DE 2004

    Dispe sobre a denominao e a

    distribuio de funes de

    confiana.

    Ano XXXVII N 01 Braslia, 12 de janeiro de 2004

    http://www.tcu.gov.br/mailto:BTCU@tcu.gov.brmailto:Segedam@tcu.gov.br

  • TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIO 1

    Segedam Secretaria-Geral de Administrao BTCU ESPECIAL Braslia Ano xliv n. 12 5/jul. 2011

    \\_sarq_prod\Sistemas\Btcu (Sede) - \\_sarq_an\Sistemas\Btcu (Asa Norte) - \\srv-UF\Sistemas\Btcu (Estaduais)

    PORTARIA-TCU N 168, DE 30 DE JUNHO DE 2011

    Altera o Anexo da Portaria-TCU n 280/2010, que

    dispe sobre as Normas de Auditoria do Tribunal de

    Contas da Unio (NAT).

    O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIO, no uso de suas atribuies

    legais e regimentais,

    considerando a necessidade de se fazer ajustes no texto das Normas de Auditoria do Tribunal

    de Contas da Unio, com vistas a garantir a harmonia e lgica de seus preceitos para que os trabalhos de

    auditoria sejam realizados com segurana, qualidade e consistncia, e

    considerando os estudos complementares que constam do processo n TC-031.558/2010-0,

    resolve:

    Art. 1 O Anexo da Portaria-TCU n 280, de 8 de dezembro de 2010, passa a vigorar com a

    redao dada pelo Anexo desta Portaria.

    Art. 2 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicao.

    BENJAMIN ZYMLER

  • TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIO 2

    Segedam Secretaria-Geral de Administrao BTCU ESPECIAL Braslia Ano xliv n. 12 5/jul. 2011

    \\_sarq_prod\Sistemas\Btcu (Sede) - \\_sarq_an\Sistemas\Btcu (Asa Norte) - \\srv-UF\Sistemas\Btcu (Estaduais)

    NORMAS DE AUDITORIA

    DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIO REVISO JUNHO 2011

    ANEXO

    DA PORTARIA-TCU N 280, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2010

    (ALTERADA PELA PORTARIA-TCU N 168, DE 30 DE JUNHO DE 2011)

    SEGECEX / ADPLAN / ADSUP

    JUNHO / 2011

  • TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIO 3

    Segedam Secretaria-Geral de Administrao BTCU ESPECIAL Braslia Ano xliv n. 12 5/jul. 2011

    \\_sarq_prod\Sistemas\Btcu (Sede) - \\_sarq_an\Sistemas\Btcu (Asa Norte) - \\srv-UF\Sistemas\Btcu (Estaduais)

    REVISO JUNHO 2011 DAS NORMAS DE AUDITORIA DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIO - NAT

    ALTERAES RELEVANTES

    Pargrafo Alterao promovida Justificativa

    74, III Enfatiza a necessidade de o programa de auditoria

    visar a achados relevantes.

    Harmonizar o texto com o disposto no pargrafo

    102, I, da NAT.

    74, V Especifica o tipo de achado que deve ser includo

    no relatrio de auditoria: o achado relevante.

    Harmonizar o texto com o disposto no pargrafo

    102, I, da NAT.

    93.1 Substitui a expresso critrios de auditoria por

    questes de auditoria.

    Uniformizar a terminologia utilizada no documento.

    93.2 Esclarece que a situao se refere a fatos

    relacionados aos objetivos da auditoria, mas que

    fogem ao escopo definido.

    Utilizar as expresses objetivo e escopo com o

    significado prprio utilizado no documento (NAT,

    68, 69 e 92) para maior clareza.

    93.3 Acrescenta a situao fatos incompatveis com o

    objetivo da auditoria.

    Conferir aos fatos incompatveis com o objetivo da

    auditoria o mesmo tratamento apontado para os

    fatos incompatveis com a natureza da ao de

    controle.

    98 Menciona o documento no qual devem ser

    desenvolvidos os achados: a matriz de achados.

    Ressaltar a necessidade de se desenvolver os

    achados em documento especfico.

    103, III Explica que a causa um importante aspecto do

    achado, mas no seu mais importante atributo.

    Adaptar o texto realidade das auditorias, pois nem

    sempre possvel identificar as causas subjetivas

    dos achados.

    109 Altera o nome da seo de Papis de Trabalho

    para Documentao da Auditoria

    Alinhar o nome terminologia atualmente utilizada

    pelas demais entidades de fiscalizao e auditoria.

    125 Especifica que as informaes relatadas devem ser

    relevantes para os objetivos da auditoria.

    Enfatizar que somente as informaes relevantes

    para o objetivo da auditoria devem ser relatadas.

    132 Especifica que a declarao deve se reportar a

    eventual restrio significativa.

    Esclarecer que a restrio digna de declarao

    apenas a significativa, que afetou ou pode ter

    afetado os objetivos, resultados e concluses da

    auditoria.

    145 Declara ser regra nas auditorias operacionais a

    remessa do relatrio preliminar para comentrios

    dos gestores.

    Declara a remessa obrigatria, nas demais

    auditorias, nos casos em que houver achados de alta

    complexidade ou de grande impacto.

    Destaca que as propostas de encaminhamento no

    devem ser includas no relatrio preliminar caso a

    sua divulgao coloque em risco os objetivos da

    auditoria.

    Oferecer oportunidade de manifestao aos gestores

    sobre possveis propostas de encaminhamento que

    tero impacto significativo nas rotinas de trabalho

    dos rgos/entidades auditados, a fim de que se

    possa avaliar previamente o custo x benefcio

    dessas proposies.

    146 Inclui orientaes para o ofcio que encaminha o relatrio preliminar para comentrios dos gestores.

    Especificar informaes essenciais que devem

    constar do ofcio, como o esclarecimento aos

    gestores de que a manifestao preliminar no

    constitui etapa de defesa e que ausncia dessa

    informao no impedir o prosseguimento do

    processo.

  • TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIO 4

    Segedam Secretaria-Geral de Administrao BTCU ESPECIAL Braslia Ano xliv n. 12 5/jul. 2011

    \\_sarq_prod\Sistemas\Btcu (Sede) - \\_sarq_an\Sistemas\Btcu (Asa Norte) - \\srv-UF\Sistemas\Btcu (Estaduais)

    PREFCIO

    O Tribunal de Contas da Unio (TCU) foi criado em sete de novembro de 1890, norteado pelos

    princpios da autonomia, fiscalizao, julgamento e vigilncia, por meio do Decreto 966-A, de iniciativa

    do ento ministro da fazenda, Rui Barbosa. A Constituio de 1891, a primeira republicana, ainda por

    influncia de Rui Barbosa, institucionalizou definitivamente o TCU como rgo de estatura

    constitucional, inscrevendo-o no seu art. 89.

    A Constituio de 1988 ampliou substancialmente a jurisdio e a competncia do TCU para, em

    auxlio ao Congresso Nacional, exercer a fiscalizao contbil, financeira, oramentria, operacional e

    patrimonial da Unio e das entidades da administrao direta e indireta, quanto legalidade, legitimidade,

    economicidade, aplicao das subvenes e da renncia de receitas, estabelecendo, ainda, que qualquer

    pessoa fsica ou jurdica, pblica ou privada, qu