Normas de Cooperação Técnica e Financeira

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  • MINISTRIO DA SADE SECRETARIA EXECUTIVA

    FUNDO NACIONAL DE SADE

    NNOORRMMAASS DDEE CCOOOOPPEERRAAOO TTCCNNIICCAA EE FFIINNAANNCCEEIIRRAA DDEE PPRROOGGRRAAMMAASS EE PPRROOJJEETTOOSS MMEEDDIIAANNTTEE AA CCEELLEEBBRRAAOO DDEE

    CCOONNVVNNIIOOSS EE IINNSSTTRRUUMMEENNTTOOSS CCOONNGGNNEERREESS 22000055

    Srie A. Normas e Manuais Tcnicos 2005

    1

  • FICHA TCNICA 2005 Ministrio da Sade. permitida a reproduo parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Srie A. Normas e Manuais Tcnicos Tiragem: 1 edio 2005 3.000 exemplares Elaborao, distribuio e informaes: Secretaria-Executiva Fundo Nacional de Sade Coordenao-Geral de Contratos e Convnios Esplanada dos Ministrios, bloco G, Edifcio Anexo, ala A, 2. andar CEP: 70058-900, Braslia - DF Tels: (61) 315-2602 / 315-2429 Fax: (61) 225-4263 Home page: http://www.fns.saude.gov.br Participantes: Grupo de trabalho formado por tcnicos do Fundo Nacional de Sade/Coordenao Geral de Contratos e Convnios CGCC, Secretaria Executiva SE (Subsecretaria de Planejamento e Oramento SPO, Coordenao Geral de Investimentos em Sade CGIS), da Secretaria de Assistncia Sade SAS, da Secretaria de Vigilncia em Sade SVS, da Secretaria de Cincia, Tecnologia e Insumos Estratgicos SCTIE, da Secretaria de Gesto do Trabalho e da Educao na Sade - SGTES e da Fundao Nacional de Sade FUNASA. Capa e projeto grfico: Assessoria de Relaes Institucionais do Fundo Nacional de Sades Apoio Organizao das Naes Unidas para a Educao, a Cincia e a Cultura - UNESCO Impresso no Brasil / Printed in Brazil

    FFIICCHHAA CCAATTAALLOOGGRRFFIICCAA

    2

  • SSUUMMRRIIOO

    APRESENTAO

    5

    PORTARIA N 453/GM, DE 24 DE MARO DE 2005

    7

    CAPITULO 1 DEFINIO DE TERMOS, DIRETRIZES E CRITRIOS PARA A ELABORAO DOS PLEITOS/PROJETOS DE COOPERAO TCNICA E FINANCEIRA

    8

    1.1 DEFINIO DE TERMOS 8 1.2 DIRETRIZES E CRITRIOS RELACIONADOS S UNIDADES MVEIS DE SADE 13 1.3 DIRETRIZES, CRITRIOS E PRIORIDADES APLICVEIS AOS PROJETOS OU PROPOSTAS/PLEITOS DE COOPERAO FINANCEIRA.

    16

    1.4 CRITRIOS PARA ANLISE DE INVESTIMENTOS EM SADE SEGUNDO A POLTICA NACIONAL DE HUMANIZAO PNH

    21

    1.5 CRITRIOS ESPECFICOS DA FUNASA PARA ANLISE DE INVESTIMENTOS EM SADE

    20

    CCAAPPTTUULLOO 22 -- FFOORRMMAASS DDEE CCOOOOPPEERRAAOO 23 22..11 DDIISSPPOOSSIIEESS GGEERRAAIISS 23 2.2 TRANSFERNCIA REGULAR E AUTOMTICA DE RECURSOS 23 2.3 CONVNIOS E INSTRUMENTOS CONGNERES

    23

    CCAAPPTTUULLOO 33 -- OOPPEERRAACCIIOONNAALLIIZZAAOO 25 33..11 DDIISSPPOOSSIIEESS GGEERRAAIISS 25 3.2 HABILITAO DE ENTIDADE E DIRIGENTE 25 3.3 APRESENTAO DE PR-PROJETO 27 3.4 FORMALIZAO DO PLEITO 27 3.5 SISTEMA DE EMENDAS PARLAMENTARES 29 3.6. QUALIFICAO DO PLEITO 30 3.7. REQUISITOS PARA ATENDIMENTO DE PLEITOS 31 3.8. PERCENTUAL DE CONTRAPARTIDA

    31

    CCAAPPTTUULLOO 44 -- PPRROOGGRRAAMMAASS EE AAEESS

    33

    CAPTULO 5 - OBRAS E SERVIOS DE ARQUITETURA E DE ENGENHARIA 41 5.1 DISPOSIES GERAIS 41

    5.2 PROJETO BSICO DE ARQUITETURA 41 5.3 RELATRIO TCNICO

    43

    CAPTULO 6 CONVNIOS E INSTRUMENTOS CONGNERES 52 6.1 ANLISE E APROVAO DO PLANO DE TRABALHO 52 6.2 CELEBRAO 52 6.3 VIGNCIA 52 6.4 PRORROGAO DO PRAZO DE VIGNCIA/EXECUO 53 6.5 LIBERAO DE RECURSOS 53 6.6 APLICAO FINANCEIRA 54 6.7 EXECUO 54 6.8 REFORMULAO DO PLANO DE TRABALHO 54 6.9 ACOMPANHAMENTO DA EXECUO 56 6.10 COMPROVAO DAS DESPESAS 57 6.11 PRESTAO DE CONTAS

    58

    CAPTULO 7 PLANO DE TRABALHO 59 7.1 DISPOSIES GERAIS 59 7.2 DESCRIO DO PROJETO 59 7.3 CRONOGRAMA DE EXECUO E PLANO DE APLICAO 60 7.4 - CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO 60

    3

  • 7.5 - PROPOSTA PARA ESTABELECIMENTO ASSISTENCIAL DE SADE 60 7.6 - PROPOSTA DE AQUISIO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PERMANENTES POR AMBIENTE E AQUISIO DE UNIDADE MVEL DE SADE

    60

    FORMULRIOS 64 ANEXO I - CADASTRO DO RGO OU ENTIDADE E DO DIRIGENTE 65 ANEXO II - DECLARAO DE CUMPRIMENTO DOS CONDICIONANTES LEGAIS 67 ANEXO III- DECLARAO DE SITUAO DE TERRENO SEM TTULO DE PROPRIEDADE 69 ANEXO IV - PLANO DE TRABALHO DESCRIO DO PROJETO 71 ANEXO V - PLANO DE TRABALHO / CRONOGRAMA DE EXECUO E PLANO DE APLICAO 73 ANEXO VI - PLANO DE TRABALHO / CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO 75 ANEXO VII - PLANO DE TRABALHO / MEMORIAL DESCRITIVO 77 ANEXO VIII - PLANO DE TRABALHO / PROPOSTA ASSISTENCIAL PARA ESTABELECIMENTO ASSISTENCIAL DE SADE (EAS)

    79

    ANEXO IX - PLANO DE TRABALHO PROPOSTA DE AQUISIO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAL PERMANENTE POR AMBIENTE E UNIDADE MVEL DE SADE

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    ANEXO X - PRESTAO DE CONTAS RELATRIO DE CUMPRIMENTO DO OBJETO

    83

    ANEXO XI - PRESTAO DE CONTAS / RELATRIO DE EXECUO FSICO-FINANCEIRA 85 ANEXO XII - PRESTAO DE CONTAS / RELAO DE PAGAMENTOS EFETUADOS 88 ANEXO XIII - PRESTAO DE CONTAS RELAO DE BENS ADQUIRIDOS, PRODUZIDOS OU CONSTRUDOS

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    ANEXO XIV - PRESTAO DE CONTAS/ CONCILIAO BANCRIA 92 ANEXO XV - REFORMULAO DE PLANO DE TRABALHO 94 CCAAPPTTUULLOO 88 -- IINNFFOORRMMAAEESS CCOOMMPPLLEEMMEENNTTAARREESS

    95

    8.1 - INSCRIO OBRIGATRIA EM VECULOS AUTOMOTORES ADQUIRIDOS COM RECURSOS DO MS.

    95

    8.2 - MODELO DE PLACA DE OBRA 97 8.3 - SIGLRIO 98

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  • AAPPRREESSEENNTTAAOO

    Uma das responsabilidades relevantes do Ministrio da Sade a de cooperar, tcnica e financeiramente, com rgos e entidades, mediante a transferncia regular e automtica de recursos e a celebrao de convnios e instrumentos congneres.

    No cumprimento de seu papel de gestor federal do Sistema nico de Sade (SUS), vem implementando mudanas com o objetivo de ampliar a efetiva cooperao tcnica e financeira mediante gesto participativa.

    Para tanto, o Ministrio adotou algumas estratgias, dentre elas, a identificao de problemas e a formulao conjunta de propostas para o seu enfrentamento.

    Algumas mudanas no processo de apresentao de pleitos foram realizadas. Entre elas destaca-se a apresentao do Pr-projeto, diretamente pela Internet, endereo http://www.fns.saude.gov.br. Isso possibilita ao rgo ou entidade expor seu pleito, com detalhamento adequado e menores custos.

    Outra novidade a criao do Sistema de Emendas Parlamentares, tambm com acesso direto pela Internet, endereo http://www.fns.saude.gov.br/parlamentar. Esse sistema foi elaborado para facilitar a atuao dos Parlamentares na distribuio de recursos de suas emendas (pg.29).

    Outra modificao importante refere-se utilizao da Internet para o preenchimento dos formulrios (ANEXOS de I a XV) utilizados para composio dos projetos. Esses formulrios esto disponveis no endereo http://www.fns.saude.gov.br.

    A utilizao de sistema on-line no processo propicia anlise e entendimento imediatos por parte do Ministrio, alm de facilitar e ampliar sua comunicao com os proponentes a respeito de seus projetos. A cada entrada de dados no sistema, o Ministrio retornar a cada rgo e/ou entidade mensagem de confirmao.

    Aps o recebimento de e-mail e ofcio encaminhados pelo Fundo Nacional de Sade FNS, confirmando a aceitao do Pr-projeto, o rgo ou entidade dever providenciar o Projeto, com todos os documentos obrigatrios e anexos, encaminhando-o:

    a) s Divises de Convnios e Gesto DICON, localizadas nos Estados;

    b) ao Fundo Nacional de Sade FNS, no caso de rgos ou entidades localizadas no Distrito Federal.

    Esse procedimento racionalizar a elaborao e o encaminhamento de Projetos, evitando o acmulo de processos no atendidos em face de sua incompatibilidade com as diretrizes e polticas do Ministrio da Sade.

    Caso o rgo ou a entidade no tenha acesso Internet, poder obt-lo junto a rgos Pblicos em seu municpio ou junto DICON, para cadastramento do Pr-projeto.

    Vale ressaltar, tambm, que foi aprimorado o sistema de acompanhamento, realizado de forma:

    a) concomitante: durante a vigncia dos convnios e instrumentos congneres, para verificar a correspondncia das aes executadas com as programadas e fornecer orientaes tcnicas ao convenente para retomada do percurso, se for o caso;

    b) subseqente, aps a vigncia dos convnios e instrumentos congneres, para verificar o cumprimento do objeto, alcance dos objetivos sociais e a observncia da legislao vigente.

    5

    http://www.fns.saude.gov.br/parlamentarhttp://www.fns.saude.gov.br/

  • Antes restrito meta financeira do convnio e instrumento congnere, o acompanhamento abrange tambm a meta fsica acordada. Isso facilita a adoo de correes e ajustes que se faam necessrios ao alcance do objetivo estabelecido, no decorrer da execuo do projeto.

    Esta edio das Normas mantm e refora os objetivos processuais de racionalidade/descentralizao administrativa, de visibilidade e de transparncia, conforme estabelecem a Constituio Federal, as Leis Orgnicas da Sade e as Normas Operacionais do SUS.

    Estas Normas configuram instrumento apropriado para apresentao de pleitos e projetos:

    a) s Divises de Convnios e Gesto DICON, localizadas nos Estados;

    b) s Coordenaes Regionais da Fundao Nacional de Sade FUNASA;

    c) ao Fundo Nacional de Sade FNS, no caso de rgos ou entidades localizadas no Distrito Federal.

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  • 7

  • CAPITULO 1 DDEEFFIINNIIOO DDEE TTEERRMMOOSS,, DDIIRREETTRRIIZZEESS EE CCRRIITTRRIIOOSS PPAARRAA AA EELLAABBOORRAAOO DDOOSS PPLLEEIITTOOSS//PPRROOJJEETTOOSS DDEE CCOOOOPPEERRAAOO

    TTCCNNIICCAA EE FFIINNAANNCCEEIIRRAA..

    1.1 DEFINIO DE TERMOS

    Para os efeitos desta Norma consideram-se:

    Categoria Econmica Forma de classificao da despesa pblica sob o critrio da permanncia ou durabilidade do investimento ou inverso, seja com a produo ou aquisio de bens, seja com o gasto com manuteno ou recuperao; assim, no contexto da classificao oramentria, funcional-programtica por cat