Normas Gerais para no ?· RESOLUÇÃO SESC nº 1.361/2017 Aprova as Normas Gerais para Habilitação…

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  • Sesc | Servio Social do Comrcio

    Normas Gerais para Habilitao no Sesc

  • Rio de Janeiro

    Sesc | Servio Social do Comrcio

    Departamento Nacional

    2018

    Servio Social do Comrcio

    Departamento Nacional

    Normas Gerais para Habilitao no Sesc

  • Sesc | Servio Social do Comrcio

    Presidncia do Conselho NacionalAntonio Oliveira Santos

    Departamento Nacional

    Direo-Geral Carlos Artexes Simes

    CONTEDO

    Diretoria de Estratgia e Desenvolvimento

    InstitucionalDaniel Mansur Lopez

    Analista de Relacionamento com ClientesLeonardo Pugliesi Figueiredo

    Grupo de trabalho

    Departamento Nacional e Departamentos

    Regionais: Acre, Amazonas, Cear, Gois,

    Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do

    Norte, Roraima, Santa Catarina, So Paulo

    e Sergipe.

    Sesc Departamento Nacional, 2018

    Av. Ayrton Senna, 5.555 Jacarepagu

    Rio de Janeiro RJ

    CEP 22775-004

    Tel.: (21) 2136-5555

    www.sesc.com.br

    Distribuio gratuita.

    Todos os direitos reservados e protegidos pela

    Lei n 9.610/1998.

    Sesc. Departamento Nacional.

    Normas gerais para habilitao no Sesc /

    Sesc, Departamento Nacional. Rio de Janeiro :

    Sesc, Departamento Nacional, 2018.

    39 p. : il. ; 26 cm.

    1. Comercirios. 2. Habilitao de clientes

    Normas e procedimentos. I. Ttulo.

    CDD 361.76

    PRODUO EDITORIAL

    Diretoria de ComunicaoPedro Hammerschmidt Capeto

    Superviso editorialJane Muniz

    Projeto grfico e diagramaoAna Cristina Pereira (Hannah23)

    Estagiria de produo editorialJuliana Marques

  • Sumrio

    RESOLUO SESC N 1.361/2017 7

    APRESENTAO 8

    1.CLIENTE DO SESC 9

    1.1 Caracterizao do cliente .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 10

    1.1.1 Trabalhador do Comrcio de Bens, Servios e Turismo 10

    1.1.2. Dependente de Trabalhador do Comrcio de Bens, Servios e Turismo 11

    1.1.3. Pblico em Geral 12

    2. HABILITAO 13

    2.1 Perodo de validade da habilitao .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 14

    2.1.1 Trabalhador do Comrcio de Bens, Servios e Turismo e seus Dependentes 14

    2.1.2 Pblico em Geral 14

    3. PROCESSO DE HABILITAO 15

    3.1. Exigncias para habilitao nova .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 15

    3.1.1. Trabalhador do Comrcio de Bens, Servios e Turismo 15

    3.1.2. Dependente de Trabalhador do Comrcio de Bens, Servios e Turismo 17

    3.1.3. Pblico em Geral 20

    3.2. Exigncias para habilitao revalidada .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 21

    3.2.1. Trabalhador do Comrcio de Bens, Servios e Turismo 21

    3.2.2. Dependente de Trabalhador do Comrcio de Bens, Servios e Turismo 23

  • 3.2.3. Pblico em Geral 25

    3.3. Dados para o cadastro de habilitao .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 26

    3.3.1. Trabalhador do Comrcio de Bens, Servios e Turismo e seus Dependentes 26

    3.3.2. Pblico em Geral 27

    3.4. Dados para o Carto Sesc . .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 28

    3.4.1. Trabalhador do Comrcio de Bens, Servios e Turismo e seus Dependentes 28

    3.4.2. Pblico em Geral 29

    4. DIREITOS E DEVERES 30

    4.1. Direitos do Sesc .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 30

    4.2. Deveres do Sesc .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 31

    4.3. Direitos do Cliente .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 32

    4.4. Deveres do Cliente .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 33

    5. CRITRIOS PARA ACESSO AOS SERVIOS 35

    5.1. Atendimento preferencial .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 35

    5.2. Inscrio para os servios . .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 36

    5.3. Formas complementares de atendimento .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. 36

    6. GLOSSRIO 37

    CLIENTES HABILITADOS NO SESC 39

  • RESOLUO SESC n 1.361/2017

    Aprova as Normas Gerais para Habilitao no Sesc

    O Presidente do Conselho Nacional do Servio Social do Comrcio Sesc, no exerccio de suas atribuies regulamentares e regimentais,

    CONSIDERANDO a necessidade de atualizar e estabelecer conceitos, requi-sitos e procedimentos para habilitao dos clientes aos servios oferecidos pelo Sesc, em consonncia com as mudanas observadas na sociedade e os objetivos da entidade,

    CONSIDERANDO a importncia de caracterizar e quantificar adequadamen-te os clientes reforando a distino entre Trabalhadores do Comrcio de Bens, Servios e Turismo, seus Dependentes e o Pblico em Geral, e seu peso relativo no universo de pessoas atendidas,

    CONSIDERANDO a importncia de estabelecer direitos e deveres na relao entre cliente e entidade, visando ao compromisso com o exerccio da cidadania,

    CONSIDERANDO o disposto nas Normas Gerais para Aplicao do Progra-ma de Comprometimento e Gratuidade PCG, consubstanciais pelo Decreto n 6632/2008,

    CONSIDERANDO o processo de elaborao coletiva desenvolvido pelo Departamento Nacional e Departamentos Regionais, que culminou com a apre-ciao tcnica favorvel ao presente documento, na Reunio de Diretores do Sesc, de 2 a 4 de outubro de 2017,

    RESOLVE, ad referendum do Conselho Nacional:

    Art. 1 Aprovar as Normas Gerais para Habilitao no Sesc, parte inte-grante desta Resoluo.

    Art. 2 Esta Resoluo entra em vigor em 1 de maio de 2018, revogadas as disposies contrrias.

    Rio de Janeiro, 1 de novembro de 2017.

    Antonio Oliveira SantosPresidente

    RESOLUO SESC N 1.361/2017

  • 8

    APRESENTAOMantido pelos empresrios do comrcio de bens, servios e turismo desde

    1946, o Servio Social do Comrcio (Sesc) uma entidade privada que

    tem como objetivo proporcionar bem-estar e qualidade de vida aos traba-

    lhadores desse setor e suas famlias e da coletividade.

    Em todos os estados brasileiros, o Sesc promove aes no campo da

    Educao, Sade, Cultura, Lazer e Assistncia. A ao educativa, uma das

    caractersticas bsicas do trabalho institucional, est presente direta ou

    indiretamente em todas as atividades desenvolvidas pela entidade.

    Em consonncia com as mudanas observadas na sociedade, as Normas

    aqui apresentadas renem conceitos, requisitos e procedimentos para a

    habilitao do cliente aos servios oferecidos pelos Departamentos

    Regionais e Polos de Referncia do Departamento Nacional e esto em

    conformidade com as Diretrizes Gerais de Ao do Sesc e com o Programa

    de Comprometimento e Gratuidade (PCG).

    Alm de sistematizar o processo de habilitao, estas Normas apresen-

    tam os direitos e deveres tanto do cliente quanto da entidade e dispem

    sobre o adequado registro do cliente do Sesc para permitir sua caracte-

    rizao em termos estatsticos, delineando de forma consistente o perfil

    das pessoas atendidas.

    Seu contedo o resultado de uma construo coletiva entre o

    Departamento Nacional e os Departamentos Regionais, consubstanciada

    pelo Grupo de Trabalho representado por 11 DDRR (AC, AM, CE, GO, MT,

    MG, RN, RR, SC, SP e SE), por meio do qual se buscou o consenso das con-

    tribuies de todas as reas envolvidas com o atendimento ao cliente.

    Nesse propsito, e subjacente ao cumprimento regimental imposto por

    estas Normas, faz-se necessrio que suas orientaes sejam aplicadas e

    entendidas como mais uma ferramenta no auxlio da gesto do relacio-

    namento com o cliente do Sesc, proporcionando maior assertividade e

    transparncia a essa relao.

  • 9

    1.CLIENTE DO SESC A ttulo de habilitao, identificam-se duas especificidades de clientes,

    que se diferenciaro por aspectos legais e, consequentemente, por ga-

    rantias de direitos e deveres na relao institucional: o trabalhador do

    comrcio de bens, servios e turismo e seus dependentes e o pblico

    em geral.

    O Trabalhador do Comrcio de Bens, Servios e Turismo e seus

    Dependentes De acordo com o Decreto-lei n 9.853, de 13 de setembro de 1946, so

    entendidos como o cliente legal: os empregados do comrcio (de bens,

    servios e turismo) e suas famlias.

    O Pblico em Geral Tipo de cliente (ou grupo de clientes, quando se tratar de convnio)

    para o qual se ofertam determinados servios, a partir de estratgias

    especficas, definidos e oferecidos pelo Departamento Regional, consi-

    derando: necessidades de relacionamento com comunidades e socie-

    dade, tipos de programao, entre outras.

    O cliente legal, como ser apresentado nestas Normas, apresenta uma

    srie de caractersticas e direitos que o difere do Pblico em Geral, as-

    sociando-se com as finalidades institucionais que originaram o Servio

    Social do Comrcio. Assim, deve ser entendido como o foco das aes e

    ter prioridade no atendimento.

  • 10

    1.1 Caracterizao do cliente1.1.1 Trabalhador do Comrcio de Bens, Servios e Turismo

    a. Empregado, aposentado, estagirio e aprendiz de empresa ou entidade

    enquadrada no plano sindical da Confederao Nacional do Comrcio

    de Bens, Servios e Turismo (CNC) de que trata o anexo do artigo 577 da

    Consolidao das Leis do Trabalho (CLT) ou vinculada Confederao

    Nacional dos Trabalhadores no Comrcio (CNTC).

    b. Empregado e aposentado de instituies vinculadas ao ex-Instituto de

    Aposen