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ESTÁGIO SUPERVISIONADO Manual de Orientações 2017 Abrange os cursos de: ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS CONTÁBEIS TECNOLOGIA EM RECURSOS HUMANOS TECNOLOGIA EM GESTÃO PÚBLICA TECNOLOGIA EM GESTÃO DE TI Versão 1.1

NORMAS PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO - amazu.com.br ALAN/ESTAGIO/manual_estagio_v.1.1.pdf · 11. RELATÓRIO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO ... (**) O Estágio Supervisionado II (ES2),

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ESTGIO SUPERVISIONADO Manual de Orientaes

2017

Abrange os cursos de:

ADMINISTRAO

CINCIAS CONTBEIS

TECNOLOGIA EM RECURSOS HUMANOS

TECNOLOGIA EM GESTO PBLICA

TECNOLOGIA EM GESTO DE TI

Verso 1.1

3

SUMRIO

1. INTRODUO ........................................................................................................... 4

2. O PAPEL DA INSTITUIO DE ENSINO ............................................................... 4

2.1 ORGANIZAO CURRICULAR E CARGA-HORRIA ............................................. 4

2.2 ACOMPANHAMENTO PEDAGGICO ................................................................. 5

2.3 NCLEO DE ESTGIO SUPERVISIONADO ......................................................... 5

2.4 PROFESSOR ORIENTADOR ............................................................................. 6

2.5 PROFISSIONAL RESPONSVEL PELO ESTAGIRIO NA EMPRESA (ES2 E ES0) ............... 6

3. REAS DE CONCENTRAO (TEMAS) ................................................................ 6

4. REQUISITOS LEGAIS ............................................................................................... 7

5. DOCUMENTAO.................................................................................................... 7

5.1 DA DOCUMENTAO PROPRIAMENTE DITA ..................................................... 7

5.2 ENTREGA DE DOCUMENTAO.......................................................................8

6. CUMPRIMENTO DE DATAS E EVENTUAIS CANCELAMENTOS ..................... 8

7. O PAPEL DO ALUNO ................................................................................................ 9

8. O PAPEL DA ORGANIZAO ONDE O ALUNO REALIZAR AS

ATIVIDADES PRTICAS DO ESTGIO SUPERVISIONADO ............................. 9

9. AVALIAO DO ESTGIO SUPERVISIONADO .................................................. 9

10. PLGIO ..................................................................................................................... 10

11. RELATRIO DO ESTGIO SUPERVISIONADO ................................................. 10

12. ESTRUTURA DO RELATRIO .............................................................................. 11

13. NORMAS TCNICAS .............................................................................................. 12

13.1 CAPA ....................................................................................................... 13

13.2 FOLHA DE ROSTO ...................................................................................... 13

13.3 SUMRIO ................................................................................................. 13

13.4 ELEMENTOS TEXTUAIS .............................................................................. 14

13.5 REFERNCIAS ........................................................................................... 14

13.6 APNDICES .............................................................................................. 14

13.7 ANEXOS ................................................................................................... 15

14. REGRAS GERAIS .................................................................................................... 15

15. DISPOSIES FINAIS ............................................................................................ 19

APNDICES ..................................................................................................................... 20

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1. INTRODUO

Este manual regulamenta a realizao do estgio curricular obrigatrio para os cursos de Administrao, Cin-

cias Contbeis, Tecnologia em Gesto de Recursos Humanos e Tecnologia em Gesto Pblica, todos da Faculdade

Evanglica de Taguatinga - FE.

A partir do que determina a legislao em vigor, os alunos dos referidos cursos devem realizar estgio curricu-

lar obrigatrio como condio necessria para a concluso dos cursos.

O Estgio Supervisionado tem como objetivo oferecer ao discente a oportunidade de desenvolver experincias

prticas e atividades de pesquisa no campo de suas reas em que se encontram devidamente matriculados e prepar-los

para o exerccio da profisso, alm do aprimoramento da capacidade criativa e do discernimento adequado.

2. O PAPEL DA INSTITUIO DE ENSINO

A FE possui como misso promover a excelncia no desempenho das atividades profissionais dos estudantes,

em todos os ramos e nveis do conhecimento e do saber, de forma a lev-los ao pleno desenvolvimento de suas compe-

tncias, potencialidades, habilidades e atitudes, para que possam agir de forma reflexiva, tica, moral e consciente dos

seus direitos, deveres e responsabilidades sociais, contribuindo assim, para o aperfeioamento da Educao, o fortale-

cimento da cidadania e da construo de uma sociedade mais justa, e para a realizao de sonhos e projetos de vida, por

meio de um processo de incluso e ascenso social.

A FE almeja sempre contribuir para a formao dos discentes, mantendo o seu Projeto Pedaggico permanen-

temente atualizado, bem como contribuir com o mercado por meio da construo de conhecimento advinda desse rela-

cionamento. Nesse sentido as atividades da FE esto distribudas da seguinte forma:

2.1 Organizao curricular e Carga-horria

O Estgio Supervisionado dos cursos segue a seguinte estrutura e carga-horria:

CURSO

Estgio Previsto

Carga-Horria

Carga-

Horria

Total CD Nome do Estgio

M

d

Administrao e

Cincias Contbeis

ES1 Estgio Supervisionado I 6

35 horas - Sala de Aula

400 horas

65 horas Pesquisa livre

ES2 Estgio Supervisionado II 7

35 horas - Sala de Aula

265 horas - prtica na em-

presa

Tecnologia em Recursos

Humanos e Gesto Pblica ES0 Estgio Supervisionado 4

35 horas - Sala de Aula

150 horas 115 horas - prtica na em-

presa

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2.2 Aco mpanhamento pedaggico

Estgio Supervisionado I (ES1):

O acompanhamento pedaggico consiste na orientao e verificao do cumprimento das atividades do discen-

te dentro da Faculdade Evanglica. A carga-horria ser cumprida mediante atividades programadas e administradas

pelo orientador do estgio, buscando o aperfeioamento tcnico-cultural e cientfico e o efetivo aprendizado, por meio

de aulas expositivas e prticas com revises da Metodologia Cientfica, alm da vinculao com o embasamento terico

da temtica escolhida pelo aluno para a realizao do seu estgio.

O acompanhamento do Estgio Supervisionado pelo orientador se dar durante encontros realizados conforme

cronograma de atividades apresentado pelo orientador ao aluno estagirio, nas primeiras aulas de orientao.

Para o cumprimento da carga-horria, o orientador dever planejar os encontros presenciais, alternando os alu-

nos, de modo que cada um frequente de 15 em 15 dias, cumprindo a carga-horria de 35 h/a. A parte Pesquisa Livre, o

orientador ir definir os trabalhos para que o aluno os realize fora da sala de aula (poder agendar os laboratrios de

informtica para isto), de modo a cumprir as 65 horas previstas.

Estgio Supervisionado II (ES2) e Estgio Supervisionado (ES0):

O acompanhamento pedaggico consiste na orientao e verificao do cumprimento das atividades do discen-

te na instituio onde o aluno escolheu para realizar o estgio. A carga-horria ser cumprida mediante ativida-

des programadas e administradas pelo orientador do estgio, dentro da sala de aula e dentro da empresa onde o

aluno realizar a prtica, buscando o aperfeioamento tcnico-cultural e cientfico e o efetivo aprendizado, observan-

do-se o cumprimento da carga-horria prevista no PPC.

Para o cumprimento da carga-horria, o orientador dever planejar os encontros presenciais, alternando os alu-

nos, de modo que cada um frequente de 15 em 15 dias (ou a critrio do orientador), cumprindo a carga-horria de 35

h/a. A parte prtica ser acompanhada pelo orientador, por meio de entrevistas e anlise da documentao. A constata-

o final do cumprimento da carga-horria realizada na empresa (parte prtica de 265 horas para o ES2 e 115 horas para

o ES0) ser feita pela anlise da declarao das horas de estgio emitida pela empresa (Apndice E).

OBS:

ALUNOS EM TRANSIO

Os alunos de Administrao e Cincias Contbeis que j cumpriram alguma carga-horria de estgio devero

ser enquadrados em uma das situaes abaixo:

Alunos que realizaram o Estgio I (cumpriram 100 horas) Realizar o Estgio II ES2 (300 horas)

Alunos que realizaram dois estgios (cumpriram 200 horas) Realizar o Estgio II ES2 (200 horas)

Alunos que realizaram trs estgios (cumpriram 300 horas) Realizar o Estgio I ES1 (100 horas)

2.3 Ncleo de Estg io Supervisionado

O Ncleo de Estgio Supervisionado da FE ser dirigido pelo coordenador do curso.

A esse ncleo compete:

a) analisar os critrios e condies para o credenciamento e realizao de convnio com organizaes para

oferta de estgio aos discentes da FE, para o Estgio Supervisionado II;

6

b) aprovar projetos alternativos de estgio que preencham os requisitos legais e prticos necessrios ao de-

senvolvimento do aluno;

c) elaborar o cronograma de atividades de orientao para o curso de Administrao, fixando dias e horrios

de orientao;

d) propor e aprovar alteraes neste Manual;

e) implementar as deliberaes do colegiado do curso e as decises da Direo da FE relativas ao Estgio

Supervisionado;

f) coordenar os processos e atividades referentes ao Estgio Supervisionado.

2.4 Professor or ientador

Na seleo dos orientadores, dever ser levada em considerao a formao e a experincia profissional. Com-

pete ao Orientador:

a) orientar os discentes nas atividades do Estgio Supervisionado, inclusive na elaborao dos relatrios;

b) registrar sistematicamente, na Ficha de Controle de Frequncia, a presena do aluno, suas orientaes,

as atividades propostas e as efetivamente desenvolvidas pelo discente;

c) cumprir a carga horria de atendimento pedaggico (orientao em sala de aula e atividades na empresa

onde o aluno realiza a prtica, onde couber) previsto no cronograma de atividades de orientao;

d) mensurar as notas dos alunos conforme o quadro de Critrios de avaliao dos Relatrios de Estgios.

2.5 Profissional responsvel pelo estagirio na empresa (ES2 e ES0)

Os estagirios do ES2 e ES0 podero realizar o seu estgio nas empresas onde trabalham, desde que DENTRO

DA REA (TEMA) QUE ESCOLHEU para este fim, levando-se em considerao o tema do ES1, para quem est fa-

zendo o ES2. O profissional responsvel pelo estagirio na empresa aquele que assina os Apndices D e E e dever

estar em condies de prestar esclarecimentos acerca dos trabalhos que o estagirio esteja realizando.

3. REAS DE CONCENTRAO (TEMAS)

Os estgios previstos so os seguintes:

Estgio Supervisionado I (ES1) Tema livre (*);

Estgio Supervisionado II (ES2) Tema livre (**);

Estgio Supervisionado (ES0) Tema livre (*).

(*) O aluno poder escolher uma temtica dentro das reas das disciplinas cursadas. O orientador solicitar ao

estagirio que ele apresente um pr-projeto na temtica escolhida, para depois aprofundar o assunto. No ES0,

alm desse pr-projeto, o aluno tambm realizar a prtica na empresa. O orientador orientar como o aluno

dever se portar nessa situao.

(**) O Estgio Supervisionado II (ES2), dever ser a mesma temtica desenvolvida pelo aluno no Estgio Su-

pervisionado I (ES1). O orientador dever possuir uma cpia do primeiro estgio do aluno para realizar compa-

raes, se o estagirio continua no caminho certo. O aluno dever entregar uma cpia do ES1 nas mos do ori-

entador, para que ele possa realizar o acompanhamento.

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4. REQUISITOS LEGAIS

O Estgio Supervisionado uma atividade obrigatria de currculo pleno dos Cursos, estando sujeito regula-

mentao federal e s normas internas da Instituio, conforme descrito abaixo:

a) Legislao Federal

Lei n 11.788 de 25/09/2008

b) Regimento Interno

Art.80. O Estgio Supervisionado realizado com o Projeto Pedaggico de cada Curso e as

normas especificas, fixadas pelo Conselho Acadmico.

Art.81. Os estgios supervisionados constam das atividades de prticas pr-profissionais,

exercidas em situaes reais de trabalho.

1. Os estgios supervisionados so orientados por docentes e/ou profissionais credencia-

dos pela Faculdade Evanglica de Taguatinga FE, com anuncia da Entidade Mantenedo-

ra.

2. obrigatria a integralizao da carga horria total do estgio, prevista no Projeto Pe-

daggico do curso, nela podendo incluir as horas destinadas ao planejamento, orientao

paralela e avaliao das atividades.

3. O Estgio Supervisionado como atividade regular do ensino exige do aluno a compro-

vao do aproveitamento, segundo as normas regulamentares dessa atividade na Faculdade

Evanglica FE.

c) Projeto Pedaggico

d) Manual de Estgio

5. DOCUMENTAO

5.1 Da Documentao propria mente dita

O aluno matriculado no Estgio Supervisionado providenciar os seguintes documentos:

Estgio Supervisionado I (ES1):

a) Ficha de Inscrio, que dever ser confeccionada pelo aluno e entregue ao orientador (Apndice A);

b) Ficha de Controle de Frequncia, a qual dever ser confeccionada pelo aluno e mostrada ao orientador pa-

ra que ele assine a presena do aluno, a cada encontro, totalizando 35 horas presenciais e 65 horas de Pes-

quisa Livre (Apndice B).

Estgio Supervisionado II (ES2):

a) Ficha de Inscrio, que dever ser confeccionada pelo aluno e entregue ao orientador (Apndice A);

b) Ficha de Controle de Frequncia, a qual dever ser confeccionada pelo aluno e mostrada ao orientador

para que ele assine a presena do aluno, a cada encontro, totalizando 35 horas (Apndice B);

c) Carta de Apresentao emitida pela Coordenao do curso, se necessrio (Apndice C);

d) Termo de Compromisso de Estgio Supervisionado (Apndice D), que o aluno providenciar junto orga-

nizao onde realizar o estgio;

e) Declarao das horas de estgio (prtica de 265 horas ou mais) que o aluno efetivamente realizou na em-

presa onde fez o estgio. O aluno providenciar esse documento e o entregar ao orientador ao trmino do

estgio (Apndice E).

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Estgio Supervisionado (ES0):

a) Ficha de Inscrio, que dever ser confeccionada pelo aluno e entregue ao orientador (Apndice A);

b) Ficha de Controle de Frequncia, a qual dever ser confeccionada pelo aluno e mostrada ao orientador

para que ele assine a presena do aluno, a cada encontro, totalizando 35 horas (Apndice B);

c) Carta de Apresentao emitida pela Coordenao do curso, se necessrio (Apndice C);

d) Termo de Compromisso de Estgio Supervisionado (Apndice D), que o aluno providenciar junto orga-

nizao onde realizar o estgio;

e) Declarao das horas de estgio (prtica de 115 horas ou mais) que o aluno efetivamente realizou na em-

presa onde fez o estgio. O aluno providenciar esse documento e o entregar ao orientador ao trmino do

estgio (Apndice E).

5.2 Entrega de Documentao

Documentao legal (Apndices A at F)

Esses documentos devero ser entregues ao coordenador do curso, junto com os relatrios, da seguinte forma:

Organizar por turma e por ordem alfabtica. Posteriormente, o coordenador do estgio ir providenciar a encadernao

de todos esses documentos encadernados em capa dura, cor azul, com o braso da FE, e sero arquivados na sala da

coordenao, ficando disponvel para consulta.

Relatrios de estgio encadernados

Os relatrios (ES1, ES2 e ES0) devero ser entregues ao orientador at a data por ele estabelecida, em apenas

uma via encadernada em espiral. As capas devero seguir o seguinte padro: frente transparente e a de fundo na cor

azul. Caber ao orientador entregar essa documentao ao coordenador do curso. Em um primeiro momento, esse pro-

cedimento ser obrigatrio, at que a FE operacionalize um sistema para catalogao dos estgios (PDF), online, mo-

mento em que esse procedimento no ser mais obrigatrio.

Arquivos em PDF

Tambm dever ser entregue ao orientador uma cpia em PDF, podendo ser enviada por e-mail, CD-ROM ou

pendrive, na mesma data estabelecida pelo orientador. Caber ao orientador entregar esses arquivos ao coordenador do

curso, organizados por turma, em uma pendrive. Esses arquivos comporo o acervo da faculdade em momento posteri-

or. O arquivo dever ser renomeado para: NOME_DO_ALUNO_ANO.pdf (no pode haver espaos em branco ou

caractere especial no nome).

6. CUMPRIMENTO DE DATAS E EVENTUAIS CANCELAMENTOS

O orientador do estgio ir estabelecer as datas de entrega da documentao prevista e do relatrio de estgio.

O aluno que no justificar adequadamente o motivo da no entrega estar sujeito a desligamento.

Caso o aluno no consiga comprovar a realizao do Estgio Supervisionado por meio da documentao exigi-

da at o dia estabelecido pelo orientador, a sua matrcula ser cancelada.

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7. O PAPEL DO ALUNO

Compete ao discente matriculado na disciplina Estgio Supervisionado:

a) providenciar a documentao comprobatria de sua vinculao uma organizao pblica ou privada a

fim de realizar o Estgio Supervisionado;

b) cumprir todas as atividades de acordo com a tica profissional, cuidando da imagem da FE e da organiza-

o a que est vinculado;

c) Acatar e cumprir as normas e demais determinaes legais referentes ao Estgio Supervisionado.

Para cada encontro, individual ou em grupo, ser registrada uma presena. obrigatrio o cumprimento

de 75% de presena a todas as atividades programadas pelo orientador.

8. O PAPEL DA ORGANIZAO ONDE O ALUNO REALIZAR AS ATIVIDADES PRTICAS DO

ESTGIO SUPERVISIONADO

Para disponibilizar vagas para estgio, a organizao deve estar apta legalmente e ter condies de trabalho que

contribuam para a formao do discente. Dentre as condies necessrias, a organizao obrigatoriamente dever ter:

a) inscrio do cadastro Nacional de Pessoa Jurdica (CNPJ);

b) profissional qualificado para supervisionar o discente durante as atividades relativas ao estgio;

c) possibilidade de avaliar o discente segundo critrios estabelecidos junto FE.

9. AVALIAO DO ESTGIO SUPERVISIONADO

A avaliao do discente de responsabilidade do Professor Orientador e considera todo o processo de ensino-

aprendizagem.

Critrios de avaliao dos Relatrios de Estgios Supervisionados:

Item Fatores de avaliao 1 Avaliao 2 Avaliao

Mdia Final Pontos Pontos

01 Pontualidade 1

A1 + A2

2

02 Atividades do estgio 2

03 Definio da situao problema 1

04 Definio dos objetivos e justificava 2

05 Frequncia do aluno. 4

06 Metodologia 0,5

07 Referencial terico (coeso/coerncia, ortografia e capacidade

de parafrasear o texto e articular citaes)

4

08 Consideraes finais 1

09 Referncias 0,5

10 Frequncia do aluno, pontualidade nas orientaes do Estgio. 4

Pontuao Total 100 100

Caso a nota final seja inferior a sete o aluno estar reprovado.

10

10. PLGIO

O desenvolvimento do relatrio do Estgio Supervisionado de responsabilidade do aluno, sob a orientao e

acompanhamento do Professor Orientador. A cpia integral ou parcial de trabalhos de outros autores sem a devida cita-

o tipifica a prtica delituosa de plgio, conforme a Lei 9.610/98 que regula os direitos autorais.

Plgio crime, conforme abaixo especificado:

a) o conceito do plgio configura-se crime de violao dos direitos do autor, tipificado no pargrafo primeiro

do artigo 184 do Cdigo Penal. O infrator ou acusado est sujeito pena de deteno de trs meses a um ano, ou multa.

b) a lei n 9.610, de 19/02/1998 trata de direitos autorais e d outras providncias, a partir do Ttulo II Das

Obras Intelectuais, Captulo I, Das Obras Protegidas, considera que:

Art. 7 So obras intelectuais protegidas as criaes do esprito, expressas por qualquer meio ou fixadas em

qualquer suporte, tangvel ou intangvel, conhecido ou que se invente no futuro, tais como:

I - os textos de obras literrias, artsticas ou cientficas;

II - as conferncias, alocues, sermes e outras obras da mesma natureza;

III - as obras dramticas e dramtico-musicais;

IV - as obras coreogrficas e pantommicas, cuja execuo cnica se fixe por escrito ou por outra qualquer

forma;

V - as composies musicais, tenham ou no letra;

VI - as obras audiovisuais, sonorizadas ou no, inclusive as cinematogrficas;

VII - as obras fotogrficas e as produzidas por qualquer processo anlogo ao da fotografia;

VIII - as obras de desenho, pintura, gravura, escultura, litografia e arte cintica;

IX - as ilustraes, cartas geogrficas e outras obras da mesma natureza;

X - os projetos, esboos e obras plsticas concernentes geografia, engenharia, topografia, arquitetura, pai-

sagismo, cenografia e cincia;

XI - as adaptaes, tradues e outras transformaes de obras originais, apresentadas como criao intelec-

tual nova;

XII - os programas de computador;

XIII - as coletneas ou compilaes, antologias, enciclopdias, dicionrios, bases de dados e outras obras,

que, por sua seleo, organizao ou disposio de seu contedo, constituam uma criao intelectual.

1 Os programas de computador so objeto de legislao especfica, observadas as disposies desta Lei

que lhes sejam aplicveis.

2 A proteo concedida no inciso XIII no abarca os dados ou materiais em si mesmos e se entende sem

prejuzo de quaisquer direitos autorais que subsistam a respeito dos dados ou materiais contidos nas obras.

3 No domnio das cincias, a proteo recair sobre a forma literria ou artstica, no abrangendo o seu

contedo cientfico ou tcnico, sem prejuzo dos direitos que protegem os demais campos da propriedade imaterial.

Nos casos de comprovao da prtica do plgio, durante o processo de construo do relatrio, o aluno dever

reescrev-lo e, caso se recusa, ser reprovado. Sendo o plgio constatado na verso final do trabalho entregue ao profes-

sor, o aluno ser reprovado.

11. RELATRIO DO ESTGIO SUPERVISIONADO

Considerando que o Estgio Supervisionado uma experincia profissional que envolve teoria e prtica, exis-

tem diversos produtos a serem estruturados e avaliados, dentre eles:

a) o relatrio acadmico das atividades desenvolvidas na organizao;

b) a efetiva contribuio para a organizao;

c) o conhecimento acumulado por orientadores e discentes, sintetizado em relatrios tcnicos e/ou cientficos;

d) o conhecimento acumulado pelas organizaes sobre a formao acadmica dos futuros profissionais.

Para a FE, o principal produto dessa relao o relatrio das atividades Relatrio de Estgio Supervisionado

- desenvolvidas pelo aluno na organizao. Esse relatrio tanto discrimina as aes do discente, quanto apresenta a

viso cientfica de um profissional de Administrao.

11

12. ESTRUTURA DO RELATRIO

No Estgio Supervisionado, os alunos desenvolvero um relatrio de estgio que ser um documento elaborado

sob a orientao do professor orientador e acompanhado pelo supervisor na organizao.

O Relatrio dever ter a seguinte estrutura:

Capa

Folha de rosto

SUMRIO

1 INTRODUO

2 CARACTERIZAO DA ORGANIZAO:

2.1 Dados da Organizao

2.1.1 Razo social

2.1.2 Endereo

2.1.3 Inscrio no CNPJ

2.2 Negcio/rea de Atuao

2.3 Breve Histrico

2.4 Clientes

2.5 Produtos ou servios

2.6 Concorrentes

2.7 Estrutura e Funcionamento (organograma)

3 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE O ESTGIO NA ORGANIZAO

3.1 rea de atuao do estagirio na organizao

3.2 Atividades e responsabilidades do estagirio/horrio de estgio/permanncia na organizao

4 DEFINIO DA SITUAO PROBLEMA OU OPORTUNIDADE

5 JUSTIFICATIVA

6 OBJETIVOS

6.1 Objetivo geral

6.2 Objetivos especficos

7 REFERENCIAL TERICO

8 METODOLOGIA

9 APRESENTAO E ANLISE DOS DADOS (OPCIONAL)

10 CONSIDERAES FINAIS

REFERNCIAS

APNDICES

ANEXOS

ESTES DOIS TPICOS NO SE APLICAM AO ES-

TGIO SUPERVISIONADO I (ES1)

12

Figura 1 Estrutura do Relatrio

As formataes que devero ser empregadas na elaborao do Relatrio seguiro a ordem apresentada na figu-

ra 1 e as normas apresentadas nas sees 13 e 14. Para o Estgio Supervisionado I (ES1), as Sees 2 e 3 apresentadas

na Figura 1 no se aplicam.

13. NORMAS TCNICAS

A estrutura do relatrio doravante apresentada seguir ao disposto nas seguintes normas:

6023/2002 - estabelece os elementos a serem includos nas referncias;

6024/2012 - especifica os princpios gerais a serem utilizados na numerao das sees;

6027/2012 - especifica os princpios para elaborao do sumrio;

10520/2002 - especifica as caractersticas para apresentao de citaes em documentos;

14724/2011 - especifica os princpios gerais para a elaborao de trabalhos acadmicos;

Apresenta- o tabular IBGE/1993 estabelece conceitos e procedimentos aplicveis elaborao de tabelas.

ANEXOS

APNDICES

REFERNCIAS

10 CONSIDERAES FINAIS

9 APRESENTAO E ANLISE DOS

DADOS (OPCIONAL)

8 METODOLOGIA

7 REFERENCIAL TERICO

6 OBJETIVOS

5 JUSTIFICATIVA

4 DEFINIO DA SITUAO PROBLEMA OU OPOR-

TUNIDADE

3 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE O

ESTRGIO NA ORGANIZAO

2 CARACTERIZAO DA ORGANIZA-

O

1 INTRODUO

SUMRIO

FOLHA DE ROSTO

CAPA

ELEMENTOS PS-TEXTUAIS

ELEMENTOS TEXTUAIS

ELEMENTOS

PS-TEXTUAIS

13

13.1 capa

Dever ser elaborada de acordo com a ordem abaixo:

a) nome da instituio;

b) nome do autor;

c) ttulo;.

- se houver subttulo, dever ser precedido de dois pontos, subordinado ao ttulo;

d) local (cidade) da instituio onde deve ser apresentado;

e) no dever ser contada na paginao.

13.2 Folha de Rosto

Os elementos devero seguir a ordem abaixo :

a) nome do autor;

b) ttulo;

c) subttulo, se houver;

d) nmero do volume, se houver mais de um, deve constar em cada folha de rosto a especificao do respec-

tivo volume;

e) natureza: tipo do trabalho (tese, dissertao, trabalho de concluso de curso e outros) e objetivo (aprovao

em disciplina, grau pretendido e outros); nome da instituio a que submetido; rea de concentrao;

f) nome do orientador e, se houver, do coorientador;

g) local (cidade) da instituio onde deve ser apresentado;

h) ano de depsito (da entrega).

13.3 Sumrio

A funo do sumrio mostrar a estrutura e contedo do trabalho e facilitar a consulta. Portanto, esta parte

consta de todos os itens e subitens que aparecem aps o sumrio com as respectivas pginas onde iniciam. Deve ser

escrito utilizando a mesma ordem dos itens e subitens e a mesma grafia em que aparecem no texto

Dever seguir as seguintes especificaes:

a) iniciar no anverso e, caso necessrio, poder ser concludo no verso da folha;

b) os indicativos das sees sero alinhados esquerda;

c) os indicativos de subsees devero ser alinhados esquerda;

d) a palavra sumrio dever ser centralizada, em negrito e grafada em fonte Arial ou Times New Roman ta-

manho 12;

e) a apresentao das itens devero ser apresentados com o mesmo padro que foram escritos no texto;

f) no deve conter elementos pr-textuais.

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13.4 Elementos Textuais

Os elementos textuais so compostos pelas pginas que so iniciadas com indicativos de seo, ou seja, aps o

sumrio e antes das referncias.

A introduo o primeiro elemento textual e dever ser a primeira pgina a ser numerada.

* As folhas devero ser contadas a partir da folha de rosto, porm numeradas apenas a partir da intro-

duo.

Todos os elementos textuais devero seguir as formataes da Seo 14 Regras Gerais.

13.5 Referncias

a) a palavra referncia dever ser centralizada, em negrito e grafada em fonte Arial ou Times New Roman

tamanho 1;

b) as referncias devero ser alinhadas esquerda;

c) escritas em espao simples e separadas entre si por espao simples1 em branco;

d) os elementos essenciais so: autor(es), ttulo, edio, local, editora e data de publicao; ALBRECHT,

Karl. Revoluo nos servios: como as empresas podem revolucionar a maneira de tratar seus clientes. 5.

ed. So Paulo: Pioneira Thompson Learning, 1992.

e) apenas o ttulo do livro dever estar negritado, ou seja, aps os dois pontos deve-se retirar o negrito;

f) obras consultadas em meio eletrnico devero conter os elementos essenciais, o endereo do site, a data e

a hora do acesso ao arquivo;

g) os demais casos devero ser consultados na ABNT 6023/2002.

13.6 Apndices

Trata-se do texto, fotos ou outro documento elaborado pelo autor, com o objetivo de complementar a apresen-

tao do trabalho.

Dever seguir as seguintes especificaes:

a) opcional;

b) precedido da palavra APNDICE, identificado por letras maisculas consecutivas, travesso e pelo res-

pectivo ttulo:

APNDICE A Questionrio aplicado

1 Espaamento alterado pela 14724/12, item 5.2

15

13.7 Anexos

Trata-se do texto, fotos ou outro documento no elaborado pelo autor, cujo objetivo fundamentar, comprovar

ou ilustrar a apresentao do trabalho.

Dever seguir as seguintes especificaes:

a) opcional;

b) precedido da palavra ANEXO, identificado por letras maisculas consecutivas, travesso e pelo respectivo

ttulo:

ANEXO A Anlise dos atendimentos do ms de janeiro de 2014

14. REGRAS GERAIS

Fontes e Espaamento

a) os textos devem ser digitados na cor preta, sendo permitido o uso de cores somente em ilustraes;

b) os textos devem ser escritos, em todo o trabalho, em fonte ARIAL ou TIMES NEW ROMAN, tamanho

12, inclusive para ttulos e subttulos, e tambm para na capa e folha de rosto;

c) excetuam-se ao item acima os seguintes casos, que devero ser escritos em fonte tamanho 10:

- citaes diretas recuadas (mais de trs linhas);

- notas de rodap;

- fontes de ilustraes e tabelas.

d) Todo texto deve ser digitado com espaamento 1,5 entre as linhas;

f) excetuam-se ao item acima os seguintes casos, que devero ser escritos em espao simples:

- citaes diretas recuadas (mais de trs linhas);

- notas de rodap;

- fontes de ilustraes e tabelas.

Papel e Margens

a) utilizar papel branco ou reciclado, no formato A4 (21 cm 29,7 cm);

b) os elementos pr-textuais devem iniciar no anverso da folha;

c) os elementos textuais e ps-textuais podem ser digitados no anverso e verso das folhas;

d) as margens devem ser:

- para o anverso: esquerda e superior de 3 cm e direita e inferior de 2 cm;

- para o verso, direita e superior de 3 cm e esquerda e inferior de 2 cm

16

Sees e Alneas

As sees so as partes de um documento, que so ordenadas por assunto, enquanto as alneas so subdivises

de cada seo deste documento.

As alneas so as subdivises de uma seo do documento.

O indicativo de seo o nmero que antecede o ttulo de cada seo, formatados conforme abaixo:

a) escritos em algarismo arbico, precedendo o ttulo da seo;

b) alinhado esquerda, separado por um espao de caractere

1 INTRODUO

c) os ttulos das sees primrias devem comear em pgina mpar (anverso) e ser separados do texto que os

sucede por um espao entre as linhas de 1,5;

d) os ttulos das subsees devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por um espao entre

as linhas de 1,5;

e) os ttulos que ocupem mais de uma linha devem ser, a partir da segunda linha, alinhados abaixo da primeira

letra da primeira palavra do ttulo;

f) pode ser dividida at a seo quinaria;

1.1.1.1.1 relao dos testes realizados

As alneas devem seguir o seguinte padro:

a) utilizadas para os diversos assuntos que no possuem ttulo, dentro de uma mesma seo;

b) o texto que antecede as alneas deve terminar em dois pontos;

c) a ordem das alneas devero seguir um ordem alfabtica, com letra minscula, seguida de parntese;

d) a alnea deve apresentar um recuo em relao margem esquerda;

e) o texto da alnea e da subalnea deve iniciar com letra minscula e terminar em ponto e vrgula;

f) a ltima alnea deve terminar em ponto final;

g) havendo subalneas, o texto da alnea anterior deve terminar em dois pontos;

h) as subalneas devem iniciar por travesso, seguido de espao;

i) as subalneas devem apresentar recuo em relao alnea.

Ttulos sem indicativo numrico

Compreendem esse formato os ttulos de errata, agradecimento, listas, resumos, sumrio, referncias, glossrio,

apndice e anexo. Estes devem ser centralizados

17

Paginao

A partir da folha de rosto, todas as pginas devero ser contadas, porm a insero da numerao inicia-se na

introduo. Deve seguir o seguinte padro:

a) os nmeros devem ser escritos em algarismo arbicos;

b) posicionados no canto superior direito da folha;

c) dever manter 2 cm da borda superior e manter o ltimo nmero a 2 cm da borda direita da folha;

d) nos trabalhos digitados em frente e verso, deve seguir:

- anverso: no canto superior direito

- verso: canto superior esquerdo

Citaes

Citao a indicao da fonte de onde foram extradas as informaes inseridas no texto. Deve estar direta-

mente ligada s referncias, ou seja, todas as citaes deves estar tambm referenciadas.

As citaes possuem as seguintes formas e padres:

a) citao da citao, ou apud - a citao de uma citao direta ou indireta de um texto que no se teve

acesso ao original - apud significa citado por, conforme ou segundo determinado autor - Marras (1995

apud VARGAS, 2000, p.2)

b) citao direta - a transcrio de parte da obra do autor consultado

c) citao indireta - a elaborao de texto baseado na outra do autor consultado

Deve seguir o seguinte padro:

a) a indicao do autor para citaes diretas ou indiretas:

- fora do parntese:

. pode ser em letra minscula ou maiscula;

. quando houver mais de um autor, pode-se utilizar interconexo e;

- dentro o parntese

. somente em letra maiscula;

. quando houver mais de um autor, dever utilizar ponto e vrgula;

b) citao direta

- obrigatrio a indicao do autor, ano e pgina;

- at 3 linhas deve ser inserido no perodo entre aspas;

- acima de 4 linhas dever ser recuada 4 cm da margem esquerda, espaamento entre linhas simples e fonte

tamanho 10;

- no permitido o uso das aspas.

18

c) citao indireta

- obrigatrio a indicao do autor, ano;

- a indicao da pgina opcional;

- no utiliza-se aspas.

d) os demais casos devero ser consultados na ABNT 10520/2002.

Siglas

Ao aparecer pela primeira vez no texto, deve-se escrever o nome completo, seguido da sigla entre parntese.

Ilustraes

So consideradas ilustraes: desenho, esquema, fluxograma, fotografia, grfico, mapa, organograma, planta,

quadro, retrato, figura, imagem, ter outros)

a) sua identificao dever seguir:

- aparecer acima da ilustrao;

- precedida da palavra designativa;

- numerao sequencial no texto em algarismo arbico;

- utilizar hfen ou travesso entre o nmero e o ttulo da ilustrao

Grfico 1 Percentual de reclamaes por perodo

b) sua indicao de fonte dever seguir:

- aparecer abaixo da ilustrao;

- indicar fonte consultada seguindo os padres das citaes apresentadas na ABNT 10520/2002;

- a indicao de fonte obrigatria, mesmo que elaborada pelo aluno;

Fonte: elaborado pelo autor

c) toda ilustrao dever ser citada no texto com localizao mais prxima possvel.

Tabelas

As tabelas distinguem-se dos quadros e so padronizadas pelas normas de apresentao tabular do IBGE.

Devem seguir o seguinte padro:

a) Ttulo

- aparecer acima da tabela e centralizado;

- precedido da palavra Tabela;

- numerao sequencial no texto em algarismo arbico;

- utilizar hfen ou travesso entre o nmero e o ttulo da ilustrao

Tabela 1 Vendas acumuladas de 2013

b) sua indicao de fonte dever seguir:

19

- aparecer abaixo da tabela;

- esquerda, seguindo o incio da tabela;- indicar fonte consultada seguindo os padres das citaes

apresentadas na ABNT 10520/2002;

- a indicao de fonte obrigatria, mesmo que elaborada pelo aluno;

Fonte: elaborado pelo autor

c) toda tabela dever ser citada no texto com localizao mais prxima possvel;

d) quando a tabela no couber na pgina em que foi inserida, passando pgina seguinte, dever seguir:

e) o cabealho da tabela dever ser repetido na(s) pgina(s) onde h continuao da tabela;

f) cada pgina que ser refere ao item anterior dever conter as seguintes indicaes:

- continua para a primeira pgina que contm a tabela;

- concluso - para a ltima pgina;

- continuao para as pginas intermedirias.

- neste caso, o rodap dever constar apenas na pgina de concluso.

15. DISPOSIES FINAIS

Os casos omissos e as dvidas surgidas na aplicao deste Manual sero dirimidos pelo Colegiado, composto

pela Coordenao do Curso e pelo Professor Orientador.

A prtica da formatao ABNT2 com o Microsoft Word, poder ser feita pelo aluno no Curso de Extenso, aos

sbados, em data designada pela direo da FE.

20

APNDICES

21

FACULDADE EVANGLICA

Credenciamento: Portaria MEC n 2.619, 25/07/2005

Publicao: DOU, de 26 de julho de 2005

Apndice A

FICHA DE INSCRIO

IDENTIFICAO

NOME:

TEMA:

CPF ______.______ .______ - ____ N RG ____________________ DATA DE NASCIMENTO: ___/___/____

ENDEREO:

TELEFONE:

E-MAIL:

CURSO: ADMINISTRAO

DATA DE INGRESSO (SEMESTRE E ANO) _____/20_____

PROFESSOR ORIENTADOR:

RECEBIMENTO DA FACULDADE EVANGLICA

__________________________________

Data: ____/____/____ Coordenao de Estgio da FE

FACULDADE EVANGLICA

Credenciamento: Portaria MEC n 2.619, 25/07/2005

Publicao: DOU, de 26 de julho de 2005

Apndice B

FICHA DE CONTROLE DE FREQUNCIA

ALUNO(A)

TEMA

ORIENTADOR

N DATA RUBRICA DO

PROFESSOR CONTEDO/ATENDIMENTO RUBRICA DO ALUNO

01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

23

16

17

18

19

20

21

22

23

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25

26

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28

29

30

31

32

33

34

35

Obs.: Este documento ficar com o orientador para o controle da freqncia do aluno e do contedo da orientao, sendo necessria a devoluo do mesmo ao Coordenador ao final

do semestre. O aluno que no comparecer a 4 (quatro) encontros seguidos estar automaticamente reprovado no estgio.

Cada linha corresponde a 1 hora presencial. O aluno dever possuir as 35 linhas assinadas pelo orientador (ou blocos de 3 linhas representando o encontro).

_________________________________ _________________________________

Orientador Coordenador de estgio da FE

FACULDADE EVANGLICA

Credenciamento: Portaria MEC n 2.619, 25/07/2005

Publicao: DOU, de 26 de julho de 2005

Apndice C

CARTA DE APRESENTAO

Braslia,..........de.........................de ...............

Prezado Diretor,

Venho por meio desta apresentar o Acadmico(a)______________________________________________,

regularmente matriculado na disciplina Estgio Supervisionado no Curso de Administrao, que se candidata a realizar

estgio curricular nessa Instituio.

O estgio dever ter a durao mnima de ______ horas, sendo realizada parte nessa Instituio e parte nesta

Faculdade.

O horrio de estgio ser estabelecido de acordo com as convenincias mtuas, ressalvadas as horas de aula, de

provas e de outros trabalhos didticos e as limitaes dos meios de transporte, no conflitando com nenhum horrio de

atividade acadmica.

Na concordncia da concesso do estgio, solicito que seja remetida correspondncia a esta Faculdade (Termo

de Estgio Supervisionado), anexo.

Colocamo-nos disposio de V. S para qualquer esclarecimento e informao adicional sobre o assunto ora

tratado.

Na oportunidade, agradeo a V. S pela colaborao a ser prestada ao ensino superior, cooperando assim, para

formao de nossos universitrios e futuros profissionais de Administrao.

Atenciosamente,

_______________________________

Coordenador

Faculdade Evanglica

25

(PAPEL TIMBRADO DA ORGANIZAO)

Apndice D

TERMO DE ESTGIO SUPERVISIONADO

Braslia,......de.........................de ...................

Senhor Coordenador do Curso de Administrao da Faculdade Evanglica,

Venho por meio deste manifestar minha concordncia com a realizao do Estgio Supervisionado do(a) Aca-

dmico(a) ____________________________________________________________ do Curso de Administrao dessa

Faculdade, a ser realizado nesta Organizao, conforme especificado a seguir:

a) rea do Estgio Supervisionado: (descrever rea de atuao do estagirio)

b) tipos de tarefas a serem realizadas pelo estagirio: (descrever resumidamente)

c) data de incio do Estgio Supervisionado: (mesma data de assinatura do termo)

d) data de trmino do Estgio Supervisionado (trmino do semestre letivo: 06/12/13)

e) horrio de execuo do Estgio Supervisionado: (definido pela organizao)

Atenciosamente,

____________________________________________

Assinatura do Diretor ou Chefe de Departamento

Telefone para contato

Carimbo

26

(PAPEL TIMBRADO DA ORGANIZAO)

Apndice E

DECLARAO DE HORAS DE ESTGIO REALIZADAS

Braslia,......de.........................de ...................

Senhor Coordenador do Curso de Administrao da Faculdade Evanglica,

Venho por meio deste informar as horas de estgio realizadas pelo aluno(a)

_________________________________________________, matriculado regularmente nessa Instituio de Ensino,

conforme o quadro abaixo:

Data de Incio

Data de Trmino

rea de Atuao

Total de horas

Atenciosamente,

____________________________________________

Assinatura do Diretor ou Chefe de Departamento

Carimbo

Apndice F

Modelo Capa

FACULDADE EVANGLICA

CURSO DE ADMINISTRAO

RECRUTAMENTO E SELEO DE PESSOAL

JOS DA SILVA

BRASLIA

2017

28

Apndice G

Modelo de Folha de Rosto

JOS DA SILVA

RECRUTAMENTO E SELEO DE PESSOAL

. Relatrio apresentado ao curso de Adminis-

trao da Faculdade Evanglica como parte

dos requisitos para concluso da disciplina

de Estgio Supervisionado I, II, III ou IV.

orientador(a) Fulano de Tal

BRASLIA - DF

2017

A nota descriti-va alinhada do meio da fo-lha para a mar-gem direita.

29

Apndice H

Modelo de Sumrio

.

30

Apndice I

Orientaes para o Desenvolvimento do Relatrio

1 INTRODUO

A introduo, parte inicial do texto onde devem constar a delimitao do assunto tratado (contextualizao,

tema, problema) objetivos (geral e especficos ou primrio e secundrio) e outros elementos necessrios para situar o

tema do trabalho (se houver hipteses apresent-las) bem como a justificativa do estudo. Importante apresentar a estru-

tura do trabalho. um resumo do seu relatrio. a ltima etapa do seu trabalho.

Importante: A introduo dever ser apresentada em forma de texto contnuo e no em tpicos.

2 CARACTERIZAO DA ORGANIZAO:

2.1 Dados da Organizao

2.1.1 Razo social

2.1.2 Endereo

2.1.3 Inscrio no CNPJ

2.2 Negcio/rea de Atuao

2.3 Breve Histrico

2.4 Clientes

2.5 Produtos ou servios

2.6 Concorrentes

2.7 Estrutura e Funcionamento (organograma)

2.8 rea de atuao do estagirio na organizao

3 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS DURANTE O ESTGIO NA ORGANIZAO

3.2 Atividades e responsabilidades do estagirio/horrio de estgio/permanncia na organizao

4 DEFINIO DA SITUAO PROBLEMA OU OPORTUNIDADE

Um problema pode ser definido tanto a partir da observao, como da teoria, ou ainda de um mtodo que se

queira testar, No contexto de um projeto de prtica profissional, um problema uma situao no resolvida, mas tam-

bm pode ser a identificao de oportunidades at ento no percebidas pela organizao. De todas as atividades que o

estagirio desenvolver no local de estgio, ele dever identificar uma situao especfica para que, com embasamento

terico, ele possa aprimorar aquela situao, propondo sugestes para a organizao. Exemplos:

O estagirio verificou que no h na organizao um plano de treinamento e desenvolvimento para seus co-

labores. O estagirio poder propor um levantamento de necessidades de treinamento, que ir subsidiar a

organizao no desenvolvimento de seu plano.

O estagirio percebeu que no h na organizao um manual de normas e procedimentos. Ele poder criar

um.

ESTES DOIS TPICOS NO SE APLICAM AO

ESTGIO SUPERVISIONADO I (ES1)

31

O estagirio percebe que o processo de controle de estoque da organizao apresenta problemas. Ele poder

propor um novo processo ou sugerir aperfeioamentos no processo existente.

5 JUSTIFICATIVA

apresentar razes para a prpria existncia do projeto. Em termos gerais, possvel justificar um projeto

atravs de sua importncia, oportunidade e viabilidade.

Importncia Definir se um projeto importante desperta a questo: importante para quem? As razes

podem estar relacionadas com os objetivos da empresa, com o bem-estar dos empregados, com a socieda-

de ou com o ambiente. Nesse sentido, um caminho para justificar a importncia do projeto recorrer aos

objetivos-fins do plano ou programa que se est propondo implementar ou avaliar.

Oportunidade Mudanas na poltica governamental tm sido implementadas a partir de 1990 com o

objetivo de desregulamentar o mercado interno. Muitas empresas esto respondendo a esse apelo e, por-

tanto, o ambiente parece ser favorvel para implementao de mudanas organizacionais a fim de aumen-

tar a produtividade e a qualidade via eficincia tcnica e gerencial.

Viabilidade Alguns projetos tornam-se viveis para determinados tipos de empresa e inviveis para

outras. Fatores a ser considerados para anlise da viabilidade: custo da implantao; o acesso s informa-

es e o conhecimento do negcio.

6 OBJETIVOS

A redao de objetivos deve ser clara. Essa no apenas uma exigncia formal, mas tambm uma prtica que

auxilia o autor do projeto a compreender o que est propondo realizar.

6.1 Objetivo geral

O objetivo geral define o propsito do trabalho. Num projeto, no suficiente definir apenas objetivos gerais,

visto que estes so amplos e dificilmente podem ser avaliados.

6.2 Objetivos especficos

Os objetivos especficos operacionalizam ou especificam o modo como se pretende atingir um objetivo geral.

7 REFERENCIAL TERICO

Denomina-se Reviso de Literatura ou Referencial Terico o captulo do projeto que tem por objetivo apresen-

tar os estudos sobre o tema, ou especificamente sobre o problema, j realizados por outros autores. Faz-se, portanto uma

reviso da literatura existente sobre o assunto, no que concerne no s ao acervo de teorias e a suas crticas, como tam-

bm trabalhos realizados que as tomam como referncia. A reviso da literatura fundamental. Deve-se selecionar

alguns autores que tratam do assunto do seu projeto. Leia esses livros e pegue o que for interessante para o seu projeto.

Esse conhecimento tem que ter reconhecida credibilidade sobre o tema estudado, servindo como instrumento balizador

da pesquisa. Dessa forma, voc e o leitor do seu projeto tomam conscincia do que j existe sobre o assunto, oferecendo

32

contextualizao ao seu projeto. Alm de visitar e revisar a literatura, no captulo destinado ao referencial terico que

o autor do trabalho revela suas preocupaes e preferncias na bibliografia consultada. O autor tem que embasar o seu

trabalho em teorias ou trabalhos realizados por outros autores.

8 METODOLOGIA

Descrio detalhada do mtodo adotado para o desenvolvimento do trabalho. aconselhvel definir que tipo

de mtodo mais apropriado a partir da anlise dos objetivos e da possibilidade de investigar a realidade. H duas pos-

sibilidades em cincia: o mtodo quantitativo e o qualitativo.

9 APRESENTAO E ANLISE DOS DADOS (OPCIONAL)

Momento em que o autor faz a elaborao e anlise com base na discusso dos resultados alcanados e os estu-

dos descritos na reviso bibliogrfica. nele que se apresenta a discusso e se faz novas afirmaes com base em con-

firmaes advindas de estudos anteriormente realizados. A apresentao dos dados coletados inclui grficos, tabelas,

quadros, mapas e demais ilustraes que evidenciem e/ou esclaream cada questo levantada.

10 CONSIDERAES FINAIS

Fase final do trabalho de pesquisa, mas no somente um fim. Como a introduo e o desenvolvimento possuem

uma estrutura prpria. O autor deve manifestar seu ponto de vista a respeito dos resultados alcanados, podendo cons-

tar, tambm deste captulo, algumas recomendaes ou sugestes prticas propostas pelo autor, alm de indicaes de

novas pesquisas derivadas do estudo em questo.

* * *