Normas Tecnicas Gerais

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CONTROLE DE QUALIDADE

Procedimento para Pavimentao AsflticaPAVIMENTAO REGULARIZAO DO SUBLEITORESUMO Este documento define a sistemtica a ser empregada na realizao da regularizao do subleito. Neste documento encontram-se os requisitos concernentes a material, equipamento, execuo e controle de qualidade dos materiais empregados, alm dos critrios para aceitao, rejeio e medio dos servios. SUMRIO 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Prefcio Objetivo Referncias Definio Condies gerais Condies especficas Manejo ambiental Inspeo Critrios de medio

0. PREFCIO Esta Norma estabelece a sistemtica a ser empregada na execuo e no controle da qualidade do servio em epgrafe. 1. OBJETIVO Estabelecer a sistemtica a ser empregada na execuo da regularizao do subleito de rodovias a pavimentar, com a terraplenagem j concluda. 2. REFERNCIAS Para o entendimento desta Norma devero ser consultados os documentos seguintes: a) DNER-ES 279/97 - Caminhos de servio; b) DNER-ES 281/97 - Emprstimos; c) DNER-ME 036/94 - Solo - determinao da massa especfica aparente do solo in situ, com emprego do balo de borracha; d) DNER-ME 049/94 - Solos - determinao do ndice de Suporte califrnia utilizando amostras no trabalhadas;

e) DNER-ME 052/94 - Solos e agregados midos - determinao da umidade com emprego do "Speedy" ; f) DNER-ME 080/94 - Solos - anlise granulomtrica por peneiramento; g) DNER-ME 082/94 - Solos - determinao do limite de plasticidade; h) DNER-ME 088/94 - Solos - determinao da umidade pelo mtodo expedito do lcool; i) DNER-ME 092/94 - Solo - determinao da massa especfica aparente do solo "in situ", com o emprego do frasco de areia; j) DNER-ME 122/94 -Solos - determinao do limite de liquidez - mtodo de referencia e mtodo expedito; l) DNER-ME 129/94 - Solos - compactao utilizando amostras no trabalhadas; m) DNER-PRO 277/97- Metodologia para controle estatstico de obras e servios; n) DNER-ISA 07 - Instruo de servio ambiental; o) Manual de Pavimentao - DNER, 1996.

3. DEFINIES Para os efeitos desta Norma adotada a definio seguinte: Regularizao - operao destinada a conformar o leito estradal, quando necessrio, transversal e longitudinalmente, compreendendo cortes ou aterros at 20 cm de espessura e de acordo com os perfis transversais e longitudinais indicados no projeto. 4. CONDIES GERAIS 4.1. A regularizao ser executada prvia e isoladamente da construo de outra camada do pavimento. 4.2. Os cortes e aterros, alm de 20cm mximos sero executados de acordo com as especificaes de terraplenagem. 4.3. No ser permitida a execuo dos servios destas Especificaes em dias de chuva. 5. CONDIES ESPECFICAS 5.1. Material Os materiais empregados na regularizao do subleito sero os do prprio. Em caso de substituio ou adio de material, estes, devero ser provenientes de ocorrncias de materiais indicadas no projeto e apresentar as seguintes caractersticas: 5.1.1. No possuir partculas com dimetro mximo acima de 76mm (3 polegadas); 5.1.2. ndice Suporte Califrnia - ISC - conforme indicaes do projeto e Expanso 2% quando determinados atravs dos ensaios: a) Ensaio de Compactao DNER-ME 129 (Mtodo A); b) Ensaio de ndice Suporte Califrnia DNER-ME 049 com a energia do ensaio de compactao.

5.2. Equipamento So indicados os seguintes tipos de equipamento para a execuo de regularizao: 5.2.1. Motoniveladora pesada com escarificador. 5.2.2. Carro tanque distribuidor de gua. 5.2.3. Rolos compactadores tipo p-de-carneiro, liso-vibratrio e pneumtico. 5.2.4. Grade de discos. 5.2.5. Pulvi-misturador. Os equipamentos de compactao e mistura so escolhidos de acordo com o tipo de material empregado. 5.3. Execuo 5.3.1. Toda a vegetao e material orgnico porventura existentes no leito da rodovia sero removidos. 5.3.2. Aps a execuo de cortes, aterros e adio do material necessrio para atingir o greide de projeto, procede-se escarificao geral na profundidade de 20cm, seguida de pulverizao, umedecimento ou secagem, compactao e acabamento. 5.3.3. No caso de cortes em rocha a requalificao dever ser executada de acordo com o projeto especfico de cada caso. 6. MANEJO AMBIENTAL Os cuidados a serem observados visando a preservao do meio ambiente, no decorrer das operaes destinadas execuo da regularizao do subleito so: 6.1. Na explorao das Ocorrncias de Materiais 6.1.1. Atendimento s recomendaes preconizadas na Especificao DNER-ES 281 e DNER-ISA 07 - Instruo de Servio Ambiental. 6.1.2 As estradas de acesso devero seguir as recomendaes da Especificao DNERES 279. 6.2. Na Execuo 6.2.1. Os cuidados para a preservao ambiental se referem a disciplina do trfego e do estacionamento dos equipamentos. 6.2.2. Deve ser proibido o trfego desordenado dos equipamentos fora do corpo estradal, para evitar danos desnecessrios vegetao e interferncias na drenagem natural. 6.2.3. As reas destinadas ao estacionamento e aos servios de manuteno dos equipamentos, devem ser localizadas de forma que resduos de lubrificantes e/ou combustveis, no sejam levados at cursos dgua. 7. INSPEO 7.1. Controle do material Devero ser adotados os seguintes procedimentos:

7.1.1. Realizar ensaios de caracterizao do material espalhado na pista em locais determinados aleatoriamente. Devero ser coletados uma amostra para cada 3000m de pista, ou por jornada diria de trabalho. A freqncia destes ensaios poder ser reduzida para uma amostra por segmento de 1000m de extenso, no caso de emprego de materiais homogneos. 7.1.2. Ensaios de compactao pelo mtodo DNER-ME 129 (mtodo A) com material coletado na pista em locais determinados aleatoriamente. Devero ser coletados uma amostra por camada para cada 300m de pista, ou por jornada diria de trabalho. A freqncia destes ensaios poder ser reduzida para uma amostra por segmento de 1000m de extenso, no caso de emprego de materiais homogneos. 7.1.3. Ensaios de ndice suporte Califrnia - ISC e Expanso, pelo mtodo DNER-ME 049 com energia de compactao do item 7.1.2 para o material coletado na pista, em locais determinados aleatoriamente. Devero ser coletadas uma amostra por camada para cada 300m de pista, ou por camada por jornada diria de trabalho. A freqncia poder ser reduzida para uma amostra por segmento de 1000m de extenso, no caso de emprego de materiais homogneos. 7.1.4. O nmero de ensaios ou determinaes, ser definido em funo do risco de rejeio de um servio de boa qualidade ser assumido pelo executante, conforme a tabela seguinte: Tabela - Amostragem varivel n 5 6 7 8 9 10 12 13 14 15 16 17 19 21 k 1,55 1,41 1,36 1,31 1,25 1,21 1,16 1,13 1,11 1,10 1,08 1,06 1,04 1,01 0,45 0,35 0,30 0,25 0,19 0,15 0,10 0,08 0,06 0,05 0,04 0,03 0,02 0,01 n = n de amostras k = coeficiente multiplicador = risco do Executante O nmero mnimo de ensaios ou determinaes por segmento e por camada (rea inferior a 4000m) de 5. 7.2. Controle da Execuo 7.2.1. Ensaio de umidade higroscpica do material, imediatamente antes da compactao, para cada 100m de pista a ser compactada em locais escolhidos aleatoriamente. (mtodo DNER-ME 052 ou DNER-ME 088). As tolerncias admitidas para a umidade higroscpica sero de 2% em torno da umidade tima. 7.2.2. Ensaio de massa especfica aparente seca "in situ" em locais escolhidos aleatoriamente, por camada, distribudas regularmente ao longo do segmento, pelo mtodo DNER-ME 092, DNER-ME 036. Para pistas de extenso limitada, com volumes de no mximo 1250m de material, devero ser feitas pelo menos 5 determinaes para o clculo do grau de compactao - GC. 7.2.3. Os clculos de grau de compactao GC 100% sero realizados utilizando-se os valores da massa especfica aparente seca mxima obtida no laboratrio e da massa especfica aparente seca "in situ" obtidas na pista.

7.2.4. O nmero de ensaios para verificao do Grau de Compactao - GC 100%, ser definido em funo do risco de se rejeitar um servio de boa qualidade, a ser assumido pelo Executante, conforme tabela do item 7.1.4. 7.3. Verificao Final da Qualidade 7.3.1. Controle Geomtrico Aps a execuo da regularizao do subleito, proceder-se- a relocao e nivelamento do eixo e dos bordos, permitindo-se as seguintes tolerncias: a) 10cm, quanto a largura da plataforma; b) at 20%, em excesso, para a flecha de abaulamento, no se tolerando falta; c) 3cm em relao as cotas do greide do projeto. 7.4. Aceitao e Rejeio 7.4.1. O valor do IG, calculado a partir dos ensaios de caracterizao do material, de acordo com 5.1.2 e 7.1.1, dever sempre apresentar o resultado IG IG do subleito do projeto. 7.4.2. A expanso determinada no ensaio de ISC dever sempre apresentar resultado inferior a 1%. 7.4.3. Ser controlado o valor mnimo para os valores de ISC e grau de compactao GC 100%, adotando-se o seguinte procedimento: X - Ks < valor mnimo de projeto rejeita-se o servio. X - Ks > valor mnimo de projeto aceita-se o servio. Sendo:

X

X =n

i

s=

( X

i

X

)

2

n 1

Onde: Xi - valores individuais.X - mdia da amostra.

s - desvio padro da amostra. k - coeficiente tabelado em funo do nmero de determinaes. n - nmero de determinaes. 7.4.4. Os servios rejeitados devero ser corrigidos, complementados ou refeitos. 7.4.5. Os resultados do controle estatstico da execuo sero registrados em relatrios peridicos de acompanhamento.

8. CRITRIOS DE MEDIO A medio dos servios de regularizao do subleito ser feita por metro quadrado de plataforma concluda, com os dados fornecidos pelo projeto.

PAVIMENTAO REFORO DO SUBLEITO

RESUMO

Este documento define a sistemtica empregada na execuo da camada de reforo do subleito utilizando solo estabilizado granulometricamente. Para tanto, so apresentados os requisitos concernentes a materiais, equipamentos, execuo e controle da qualidade dos materiais empregados e da execuo, alm dos critrios para aceitao, rejeio e pagamento dos servios. SUMRIO 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Prefcio Objetivo Referncias Definio Condies gerais Condies especficas Manejo ambiental Inspeo Critrios de medio

0. APRESENTAO Esta Norma estabelece a sist