Novo centro profissionalizante do Sistema Divina Providência.· Não se mede até onde se pode chegar

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1JORNAL SOLIDARIEDADE JULHO / AGOSTO - 2014

pg.04 pg. 08 pg.09 pg. 20

JORNAL

SOLIDARIEDADEImpressoEspecial

9912232919/2009-DR/MG

APHDPCORREIOS

Jornal catlico aberto ao ecumenismo - Nmero 217 - JULHO / AGOSTO de 2014

27 Churrasco da Solidariedade.

Projeto promove ensino interativo e dinmicoentre os aluno.

Gincana Solidria mobiliza funcionrios para a prtica sustentvel.

Projeto Trilhas do Saberbusca patrocinadores.

CEDIPRONovo centroprofissionalizantedo Sistema DivinaProvidncia. pag. 30

EVENTOS LAR DOS MENINOS CENTROADMINISTRATIVO CIDADE DOS MENINOS

2 JORNAL SOLIDARIEDADE JULHO / AGOSTO - 2014

EDITORIAL

ExpedienteDiretor

Rmulo Raymundo

Produo EditorialDaniela Antonaci

TextosAline Reis

Daniela Antonaci

DiagramaoCatarina C. Caroba

ImpressoSempre Editora Ltda.

ColunistasRmulo Raymundo

Flvio AlmeidaHlio Mrcio Gagliardi FilhoPe. Luiz Fernando N. Oliveira

Mrio Cenni

ColaboraesBreno Soares Alves

Dalila Ferreira Costa Silva

Rua Caets, 741 - Centro30120-080 - Belo Horizonte - MG

Tiragem: 30.000 exemplares

Sistema Divina Providncia de Resgate da Dignidade Humana

Presidente Jairo Siqueira Azevedo

Contato,assinatura e anncios: (31) 3517- 3909

www.sistemadivinaprovidencia.org

Email: marketing@sistemadivinaprovidencia.org

Facebook: facebook.com/SistemaDivinaProvidencia

Twitter: SDProvidencia

Os artigos assinados so de inteira responsabilidade de seus autores e no

caracterizam necessariamente o pensamentodo Sistema Divina Providncia.

JORNAL

SOLIDARIEDADE

Conheanossas obras

Informaes e Agendamento de Visitas

(31) 3517-3900

Pas dos Gersons

Jairo AzevedoPresidente do SDP

O Brasil um pas maravilhoso. Todos ns somos muito felizes por termos nascidos aqui. Nosso povo muito hospitaleiro e provou isto na Copa do Mundo em que todos os "gringos" saram muito bem impressionados e agradecidos pelo tratamento recebido. Isto foi muito bom, foi uma grande publicidade que trar frutos, pois receberemos daqui para a frente um nmero maior de turistas. Os estrangeiros puderam ver que no temos apenas o Rio de Janeiro, com suas belezas excepcionais. De norte a Sul, temos cidades que encantam, cada uma pelas suas peculiaridades.

Mas, infelizmente o pas onde todos querem levar vantagem. O funcionrio quando completa um ano de casa, fica desejoso de ser demitido para passar a receber o salrio desemprego durante 4 a 5 meses. Ele poder ficar sem trabalhar ou trabalhar na informalidade dobrando seu salrio. Por este motivo, trabalha mal tentando dar motivo para a sua dispensa que se torna um prmio.

Nas classes mais humildes isto uma constante. Poucos se preocupam de fazerem carreira numa empresa. Se fizssemos uma pesquisa 80 a 90%

deles desejariam ser dispensados. Infelizmente o prprio governo

favorece esta atitude.Creio que o deveria ser feito

aps a dispensa ser-lhe dado o prazo de 30 dias, para procurar outro emprego, (ele j recebe o pagamento do aviso prvio). Caso ele no consiga, oferecer-lhe vagas para que ele possa se reempregar. Se no houver estas vagas ai ento pagar o salrio desemprego, porm a cada ms ele deveria comparecer ao rgo competente para saber se foi conseguido alguma vaga para ele. Isto no pode ser automtico. O salrio desemprego deveria ser pago at cinco meses e no por cinco meses.

Muitos j no trabalham registrados para receberem o "Bolsa Famlia", trabalhando na informalidade quando querem, sem as obrigaes de horrio e outras mais.

O poltico que deveria desempenhar suas funes, tendo como escopo, servir a ptria e a seu povo, esto bem longe disto. Trabalham defendendo seus interesses particulares acima de tudo, procuram se enriquecer da maneira mais torpe. Os partidos polticos no fazem nada daquilo que consta em seus estatutos. Buscam

a qualquer custo o poder. Lutam para terem um Ministrio em suas mos, para administrar grandes oramentos dos quais podero usufruir de um bom pedao.

Os baderneiros que quebram nibus, automveis, lojas, banco e concessionrias de veculos, prdios pblicos pelo simples prazer de destruir, tm livre trnsito. At que existem leis para coibir estes abusos, mas na hora decisiva no so postas em prtica. Medo delas serem impopulares, e perderem votos.

Os grevistas montam barracas em plena via pblica, obrigando o trnsito a ser desviado. Onde est o direito de ir e vir para todos?

Quem est no poder para se perpetuar faz qualquer coisa, prejudicando enormemente a nao. No esto a servio do Brasil, ao contrrio pem o Brasil a seu servio. As leis so feitas ou interpretadas, no em funo de melhorar o pas, mas sim de garantir-lhes a continuidade. Adotam-se medidas inconsequentes que beneficiam as classes mais pobres, garantido seus votos.

Nenhuma medida de impacto tomada para oferecer condies indstria brasileira de disputar mercados internacionais reduzindo

o custo Brasil, como fazem as outras naes emergentes. O que tem peso em nossas exportaes so produtos agrcolas e minerais todos primrios. No conseguimos competir na indstria de transformao porque nossos preos so maiores. A carga tributria e previdenciria anula qualquer esforo da indstria.

Os empresrios de cuja classe eu fao parte, tambm procuram tirar a maior vantagem possvel. Tomam medidas para atender melhor os consumidores, somente como forma de publicidade. Quem tem um monoplio abusa dos clientes, praticando preos exorbitantes, longe de serem justo. Os participantes de um oligoplio combinam e praticam preos altssimos, ganhando o que querem.

Levar vantagem, enriquecer, ter muito poder, trabalhar o mnimo possvel, desfrutar de benesses, no precisar de prestar contas a ningum o que todos desejam.

O egosmo est presente em todos os nossos atos. necessrio pensar e tomar atitudes "crists em que deve-se amar o prximo como a ns mesmos".

3JORNAL SOLIDARIEDADE JULHO / AGOSTO - 2014

OPINIO

Titanic ptrio

Rmulo Raymundoromulo.rm@globo.com

ANNCIO LEITURA

Estamos, definitivamente, na era do endeusamento coletivo manipulado. O chamado mass media, conjunto dos meios de comunicao de massa, capitaneado pela televiso, invade literalmente todos os locais onde habita um ser humano neste planeta e at nas cpsulas espaciais -, insere contnuamente no crebro de cada um a sua mensagem, programada por grupos interessados exclusivamente em garantir o sucesso dos seus objetivos. No se mede at onde se pode chegar sem o comprometimento do respeito pela liberdade e conscincia de quem menos favorecido pela independncia de pensamentos, ou seja, a massa ignara e rude como diria Nelson Rodrigues. E assim, num arrasto virtual, vai condicionando o homem, o cidado, os povos, para o endeusamento de suas propostas.

A taa da Copa do Mundo, tanto como a prpria Copa, se mostraram como exemplos clssicos desse fato. A taa, primeiro, valorou-se-a pelo seu material, toda em ouro. Depois, foi sagrada pelo ningum pode toc-la exceto as pessoas beatificadas pela determinao do rgo mximo do futebol. Pronto, estava feito o encanto, o feitio. E a taa, tal qual o bezerro de ouro, milhares

de pessoas acorreram para vener-la, ador-la. Teve gente viajando de longe, sacrificando seu parco rendimento, sua famlia, s para estar um momento junto ao cone sagrado e, depois, orgulhosamente jactar-se de ter estado ali, , juntinho com ele. Tocar na taa, ento, sem estar beatificado, foi o bem supremo. Que o diga o seu Tibrcio, pra quem viu, entrevistado at no Fausto.

J, a Copa do Mundo, tomou-a por emprstimo o Brasil, que, por sua vez, havia ganho, como slogan, O pas do futebol. Em cima disso, mdia e governo doparam a massa e construram uma espcie de Brasinic, o Titanic ptrio. Somos os maiores do mundo, diramos orgulhosamente, como se fssemos os maiores em tudo, em todas as reas. Temas como educao e sade, por exemplo, por piores que sejam os seus ndices em relao aos de outros pases, jamais poderiam macular o casco do nosso poderoso gigante Brasinic, singrando pelos mares da nossa soberba. Ora, o Titanic foi construdo para competir com os navios Lusitania e Mauretnea, de uma empresa rival. O Brasinic, foi construdo para competir com o mundo.

Assim como o Titanic tinha piscina, ginsio, quadra de squash, banhos turcos, Caf Verandah, Caf Parisien, bibliotecas, dois rdios Marconi e

at uma chamin intil, s para dar maior imponncia, o Brasinic tinha muitos tcnicos, jogadores famosos em vrias posies, e dezenas de rdios divulgadores dos feitos de cada membro do grande e imbatvel navio, fora o slogan repetido milhares de vezes, s para dar maior imponncia.

Assim como o Titanic tinha o competente Capito Edward J. Smith, o Brasinic tinha o competente Capito Scolaris. Assim como o Titanic havia incorporado recursos avanados para a poca, o Brasinic... bem, isso ele no fez.

Muitas outras coincidncias entre o Titanic e o Brasinic aconteceram, como por exemplos, o abandono de John Coffey, um foguista de 23 anos, que saltou para fora do navio em Queenstown. O motivo afirmado para ter sado do Titanic era um mau pressgio que havia tido. Pois, no Brasinic, um jogador brasileiro se naturalizou espanhol e pulou fora, talvez prevendo um desastre. Outra coincidncia: o Titanic, assim que deixou o cais, sua esteira provocou a aproximao do SS New York que estava ancorado nas proximidades, e quase se chocou com o navio. Similarmente, o Brasinic, asism que comeou a sua jornada, aos trancos e barrancos, quase naufragou, e foi em frente na sua vacilante trajetria, desprezada pela cegueira da arrogncia.

O desastre do Titanic aconteceu pel