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Novos Modelos de Empresa Aula 1 Modelos mentais e organizações Conceitos: Novos Modelos de Empresas Apresentação e fundamentos de estrutura organizacional

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  • Novos Modelos de Empresa Aula 1 Modelos mentais e organizaes Conceitos: Novos Modelos de Empresas Apresentao e fundamentos de estrutura organizacional Apresentao Setores da economia - Trabalhos de grupo. Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br 2012
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  • NOVOS MODELOS DE EMPRESA OBJETIVO DA DISCIPLINA A disciplina tem como foco bsico discutir novos modelos de empresas considerando-se as restries e tendncias econmicas, tecnolgicas, ambientais, polticas, scio-culturais e de recursos humanos. Pretende-se atravs do debate em sala de aula fornecer elementos para o desenvolvimento e operao de estruturas organizacionais inovadoras. Sero abordadas as caractersticas dos novos modelos de empresas e dos novos arranjos organizacionais emergentes. Sero estudados: conceitos bsicos de projeto (design) organizacional, processos de negcio integrao inter e intra-organizacional cadeias de valor redes organizacionais, colaborao inter-organizacional, modelos de arranjos produtivos modelos de negcio emergentes. Para isso, os estudantes devero se preparar previamente, atravs da leitura dos tpicos e casos previstos. 2 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br Programa 1.Modelos mentais e organizaes Conceitos: Novos Modelos de Empresas 2.Cenrios Ambiente organizacional atual e futuro Fatores-chave para o sucesso. Criao de valor / Gesto, Tecnologia e Pessoas 3.Apresentao da matriz de Impacto x Grau de incerteza pelos Grupos Escolha pelos grupos da empresa a ser analisada em seu trabalho de grupo. Projeto organizacional Competitividade - Redes organizacionais 4.Apresentao das Ameaas e Oportunidades, Pontos Fortes e Fracos da empresa escolhida considerando o contexto atual frente aos impactos dos fatores chave do setor. Estratgia, estrutura e organizao em redes Estratgia / Teorias da firma e estratgia empresarial - Processos essenciais 5.Apresentao da matriz de importncia x desempenho pelos grupos - Anlise dos gaps. Colaborao inter-organizacional, modelos de arranjos produtivos e de negcios emergentes. 6.Apresentao das Estratgias, aes propostas e resultados esperados quanto a Tecnologia, Gesto e Pessoas. Novas formas organizacionais: estmulos e caractersticas Competitividade empresarial: diagnstico, planejamento e implementao - Integrao inter e intra- organizacional 7.Apresentao dos estudos de caso 3
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  • 4 Bibliografia bsica DI SERIO, L.C.; VASCONCELLOS, M. A. Estratgia e Competitividade Empresarial: Inovao e criao de valor. So Paulo: Editora Saraiva, 2009 Bibliografia complementar ALBRECHT, K. Programando o Futuro ; Editora Makron, 1994. CASTILHO Jr., N. C.; LUCHT, R. R. E-Supply Chain: Digital Integration and Collaboration Among Brazilian Aerospace Enterprises. BALAS, 2003, So Paulo. DAFT, R. Organizaes: teorias e projetos. Pioneira Thomson, 2002. DiSERIO, L.C.; Sampaio, M.; Pereira, S.C.F.; Moreira, M. Supply chain design in the brazilian automotive industry., POMS,Chicago,USA,may 2005. QUINN, R.E., ET ALL - Competncias Gerenciais: Princpios e aplicaes, Rio de Janeiro:Editora Campus, 2004 GONALVES, Jos E. L. As empresas so grandes colees de processos RAE - Revista de Administrao de Empresas. Jan./Mar. v. 40 n. 1.2000a. GONALVES, Jos E. L. Processo, que processo? RAE - Revista de Administrao de Empresas. v. 40 n. 4 Out./Dez. 2000b HAMEL, G.; BREEN, B. O futuro da administrao. Rio de Janeiro: Campus, 2007. PRAHALAD, C. K.; RAMASWAMY, V. O futuro da competio. Rio de Janeiro: Campus, 2004. Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Metodologia 1) Prelees, filmes e debates. 2) Trabalhos em grupo realizados em ambiente colaborativo, participao nos exerccios e debates (leitura prvia fundamental) 5 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • 6 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Critrios de avaliao Trabalhos em grupo e participao nos exerccios e debates: 50% Prova Final: 50% 7 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Trabalho em grupo, realizado em ambiente colaborativo Anlise de novos modelos de gesto para empresas do sculo XXI que atuem nos setores da economia: Escolher um dos setores e, posteriormente, uma empresa deste setor para aplicao dos conceitos e teorias apresentados no curso enriquecidos atravs de leituras e da WEB Ensino-aprendizagemPrisional FinanceiroVarejista Extrativista (commodities)Agropecurio AutomobilsticoTransporte PetroqumicoTecnologia de Comunicao e Informao EntretenimentoEnergia FarmacuticoAlimentcio SadeTurismo 8 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • 9 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br GRUPOS AGRUPAMENTOS SETOR DA ECONOMIAPARTICIPANTES Ensino-aprendizagem, Prisional Tecnologia da Informao e Comunicao (TIC) Financeiro, Varejista Tecnologia da Informao e Comunicao (TIC) Automobilstico, Transporte, Turismo, Petroqumico, Energia Tecnologia da Informao e Comunicao (TIC) Extrativista, Commodities, Agropecuria, Energia Tecnologia da Informao e Comunicao (TIC) Entretenimento, Energia Tecnologia da Informao e Comunicao (TIC) Farmacutico, Alimentcio, Sade Tecnologia da Informao e Comunicao (TIC) Agrupamentos para Estudo
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  • 10 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br 1.A partir do Ambiente Atual construir o Ambiente Futuro do setor e empresa escolhidos; Selecionar e priorizar os principais fatores-chaves pela Matriz Importncia versus Desempenho; Avaliar como as mudanas nos fatores-chaves iro afetar o Ambiente da empresa escolhida; 2.Quais sero os processos essenciais para construir uma vantagem competitiva neste novo Ambiente Futuro; Como esses processos so hoje e como deveriam ser; Avaliar os gaps existentes; 3.Definir uma estratgia para a empresa; 4.Propor aes para ajustar Gesto, Tecnologia e Pessoas ao novo Ambiente e 5.Descrever os resultados esperados. IMPORTANTE: Cada grupo deve disponibilizar semanalmente no ambiente colaborativo o trabalho de grupo para debate na classe Roteiro para a realizao do trabalho de grupo
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  • Orientao : Semanalmente, a partir da 3 aula e no incio da aula, cada grupo formado a partir dos Agrupamentos para Estudo ter 10 minutos para apresentao da evoluo do trabalho e debate com a classe. Devem utilizar o ambiente colaborativo disponibilizando seu trabalho para a classe antes da aula em que estaro apresentando tal evoluo. Atividade semanal em grupo 11 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • 12 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br Apresentao professor convidado: Joo Baptista
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  • 13 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br Complementos A seguir apresento o material a ser trabalhado na prxima aula. Recomendo sua leitura prvia. Formulem questes sobre este tema para discusso na aula. Participem ativamente
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  • Por qu surge a necessidade de novos modelos de empresa? O que um modelo de empresa? Quais so os modelos mais freqentemente utilizados pelas empresas? Quais so os novos modelos de empresa? Quais os principais desafios tecnolgicos e comportamentais decorrentes da adoo de novos modelos de empresa? 14 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Modelos Mentais e Organizaes Para que as empresas possam competir globalmente com sucesso, so necessrios ganhos crescentes de produtividade, derivados principalmente das inovaes de natureza tecnolgica e de novos modelos de gesto. O conjunto das empresas em competio, angariando maiores nveis de produtividade, faz com que se elevem o padro de vida e o bem-estar da populao. 15 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Modelos Mentais e Organizaes Nossos modelos mentais nos impedem de ver o futuro. Devemos prestar ateno no que nos deixa desconfortveis ou no que no entendemos realmente. Peter Schwartz 16 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@fgv.brleopoldo.olivei[email protected]@fgv.br Leitura Recomendada DI SERIO, L.C.; VASCONCELLOS, M. A - Estratgia e Competitividade Empresarial: Inovao e criao de valor. So Paulo: Editora Saraiva, 2009. Cap 2
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  • Mudana: Quem ser nosso mercado? O monge e o helpdesk A Gabi e o i Phone http://www.youtube.com/ watch?v=pQHX- SjgQvQ&feature=related http://www.youtube.com/ watch?v=taROG0urbos 17 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Modelos Mentais e Organizaes A Administrao, tal como a conhecemos hoje em dia, apresenta indcios de tcnicas administrativas que remontam aos primrdios da civilizao. Muitos dos conceitos de Gesto estudados atualmente tiveram suas origens em precedentes histricos que fundamentaram a maneira que muitos administradores recorrem para resolver questes atuais. 18 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Mudana nos Modelos mentais Produo de bens materiais Foco no trabalho Valorizao dos executivos nfase na hierarquia, poder, autoridade e cargos Produo de servios Foco nas informaes, esttica e entretenimento Valorizao dos criativos: cinema, msica, esporte e moda 19 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Como competir? Para galgar posies competitivas, a organizao deve estar alinhada com as necessidades dos consumidores. Isto implica em oferecer famlias de produtos com alto grau de diferenciao, com performance satisfatria em custo, qualidade e prazo de entrega. Gerencialmente, significa integrar eficazmente: Gesto (G), Tecnologia (T) e Pessoas(P). 20 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Toda empresa utiliza um modelo de gesto, mesmo que seus principais executivos no saibam. Ao longo dos anos os modelos de gesto foram se adaptando s mudanas do ambiente procurando assegurar s empresas melhores nveis de eficcia. Modelos de gesto Gesto organizacional (G), Tecnolgica (T) e de Pessoas(P) 21 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Evoluo dos modelos de gesto 1900-1925: A emergncia do modelo de metas racionais e do modelo de processos internos 1926-1950: a emergncia do modelo das relaes humanas 1951-1975: a emergncia do modelo de sistemas abertos 1976-hoje: a emergncia de premissas inclusivas 22 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Modelo de metas racionais Smbolo: $ Crena: direo clara acarreta resultados produtivos nfase: eficincia do fluxo de trabalho, realizao e a maximizao do lucro Funo do gerente: ser um diretor decisivo e um produtor pragmtico Clima organizacional: econmico-racional e nfase contnua em processos como a elucidao de objetivos, anlise racional e tomada de iniciativas. 23 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Modelo de processos internos Smbolo: (pirmide) Crena: rotinizao promove estabilidade e continuidade nfase: processos como a definio de responsabilidades, mensurao, documentao e manuteno de registros Funo do gerente: ser um monitor tecnicamente competente e um coordenador confivel Clima organizacional: hierrquico, e todas as decises so coloridas pelas regras, estruturas e tradies existentes 24 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Modelo das relaes humanas Smbolo: (crculo) Crena: envolvimento resulta em compromisso, e os valores centrais so participao, resoluo de conflitos e construo de consenso nfase: compromisso, coeso e moral Funo do gerente: assumir o papel de mentor emptico e de facilitador centrado em processos Clima organizacional: organizao adquire uma atmosfera de cl, centrada em equipes, em que o processo decisrio se caracteriza por um profundo envolvimento 25 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Modelo dos sistemas abertos Smbolo: (ameba - organismo muito sensvel e capaz de mudar rapidamente, gil nas respostas ao meio) Crena: adaptao e inovao contnuas promovem a aquisio e manuteno de recursos externos; so muito importantes a viso comum e os valores compartilhados nfase: adaptao poltica, a resoluo criativa de problemas, a inovao e o gerenciamento da mudanas Funo do gerente: ser um inovador criativo e um negociador dotado de astcia poltica (algum que faz uso de poder e influncia na organizao), no mais um decisor racional no controle de uma organizao similar a uma mquina Clima organizacional: atmosfera inovadora e que envolve mais uma adhocracia que uma burocracia 26 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Evoluo dos modelos de gesto 1976-hoje: a emergncia de premissas inclusivas Dcada de 1980: inovao, a qualidade, a produtividade estavam em colapso e as empresas americanas estavam em dificuldades Instituies polticas e empresariais ancestrais comearam a ruir Na nova economia global, nada parecia previsvel - fenmeno exacerbado pela emergncia da Internet e do comrcio eletrnico Organizaes defrontavam-se com novas questes: ao mesmo tempo reduo de pessoal e melhoria da qualidade; aquisies e downsizings; esgotamento e estresse; enfraquecimento dos sindicatos e busca de segurana no emprego. Estava evidenciada a necessidade de se atingir a eficcia organizacional num ambiente profundamente dinmico atravs da concepo de um modelo mais amplo e integrado que levasse em considerao a existncia simultnea de comportamentos contraditrios 27 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Dimenses a serem consideradas: 1) foco nas questes internas ou externas empresa; 2) foco nas questes relacionadas estrutura da organizao: estabilidade ou flexibilidade A busca da eficcia organizacional: onde colocar o foco? Relaes Humanas Sistemas Abertos ESTRUTURA Flexibilidade Controle FOCO Interno Externo Processo Interno Metas Racionais Robert Quinn e John Rohrbaurg 28 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • Exemplo 1 29 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@fgv.brleo[email protected]@fgv.br
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  • Exemplo Em busca da eficcia organizacional Meta ou submetaMedida de DesempenhoComo MedirFonte de Dados O que voc considera eficaz? Sistema aberto 1. Criao de valor para os acionistas Demanda pelas aes da empresa Nmero de aes vendidas Jornais, Bolsa de Valores Valorizao das aes > que 10% ano 2. Sustentabilidade Quantidade de recursos naturais utilizados no processo produtivo e no devolvidos ao meio ambiente Registros das reas agrcola e industrial Menos de 10% do total dos recursos naturais utilizados Relaes Humanas 3. Qualidade de vida dos funcionrios Satisfao do funcionrio Utilizao de questionrios Pesquisa interna Nota acima de 8 (de 0 a 10) 4. Treinamento Horas de treinamento por funcionrio Totalizar perodos de treinamento do funcionrio Certificados emitidos com as horas dos cursos e treinamentos > 10h / funcionrio Processo Interno 5. Informaes aos acionistas Fatos relevantes publicados Nmero de fatos relevantes publicados Mdia impressa e internet >= 12 publicaes / ano 6. Gesto dos sistemas de informaes Eficincia dos processos Avaliao do ciclo dos processos Relatrios gerenciais Reduo do ciclo > 30% Meta Racional 7. Supply Chain Management Reduo de custos, tempo de atendimento dos pedidos Avaliao de relatrios contbeis/financeiro s e registros dos pedidos Relatrios contbeis/financeiro s e registros de pedidos extrados do sistema Reduo nos custos e no tempo de atendimento > 30% 8. Controle de pragas na lavoura Quantidade da plantao atingida por pragas Totalizar o percentual da plantao atingida Registros da rea agrcola Menos de 5% da plantao 30 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br
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  • 31 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br Caso Embraer 1998: primeira iniciativa de colaborao na cadeia atravs da Internet site de contedo com informaes tcnicas, de manuteno e reposio de peas 2000: Aerochain e-marketplace portal de colaborao comunicao bi-direcional de clientes internos e externos sistematiza e organiza o mercado de reposio de peas e manuteno de aeronaves Atualmente: o site transformou-se na base para pedidos de cotao de preos, e ordens de compra para peas de reposio mais de 90% dos clientes usam o site consultar tabelas de preos, pedir peas, acompanhar seu status de entrega e gerenciar seu estoque, mais de 45.000 documentos e manuais tcnicos atualizados interliga 550 fornecedores e 170 clientes
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  • Cadeias de Suprimento de orientao funcional... Interfaces de compra e venda tradicionais: Dificuldade na troca de dados/informaes Relacionamento defensivo / confrontante Planejamento deficiente da demanda
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  • 33 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br... Para modelos de colaborao externa...
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  • 34 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br... E finalmente, empresas virtualmente estendidas
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  • 35 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br Impactos na Cadeia de Valor Quatro Benefcios Reais da Integrao Reduzir Custos eliminando incertezas por falta de informao Adicionar valor colaborando com parceiros que detm conhecimento e experincias Acelerar a Resposta pela fluxo de mensagens na cadeia de valor Melhorar as Oportunidades pela obteno de informaes vitais
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  • 36 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br A mudana rumo empresa estendida Efetividade Individual Equipes de Alto Desempenho Empresa Integrada Organizao Estendida Negcio Interconectado TECNOLOGIA CAPACITADORA Computao Interempresarial Infra-estrutura Empresarial Sistemas de Workgroup Sistema de produtividade Pessoal A Internet FASES DA TRANSIO RESULTADOS Tarefas, Aprendizado Eficiente Redefinio do trabalho e processos organizacionais Transformao Organizacional Reengenharia nas Relaes Externas Criao de Riqueza, Desenvolvimento Social Tapscott, D. Digital Economy. 1996
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  • 37 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br Como se preparar para o futuro? Trs etapas Concepo: imaginar e se comprometer com uma viso de futuro Gestao: criar e desenvolver as competncias necessrias Participao: estruturao da rede e posicionamento estratgico
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  • 38 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br Programao da prxima aula Cenrios Ambiente organizacional atual e futuro Fatores -chave para o sucesso. Criao de valor / Gesto, Tecnologia e Pessoas Cada grupo se prepara para apresentar as informaes trabalhadas referentes ao setor escolhido: 1)Confirma a escolha do setor da economia a ser estudado 2) Identifica os principais fatores-chave do setor escolhido 3) Identifica as tendncias e caractersticas mais relevantes do ambiente operacional do setor 4) Apresenta seu trabalho classe Criao de valor / Gesto, Tecnologia e Pessoas Leitura Recomendada DI SERIO, L.C.; VASCONCELLOS, M. A - Estratgia e Competitividade Empresarial: Inovao e criao de valor. So Paulo: Editora Saraiva, 2009. Cap 3
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  • Bibliografia DI SERIO, L.C.; VASCONCELLOS, M. A - Estratgia e Competitividade Empresarial: Inovao e criao de valor. So Paulo: Editora Saraiva, 2009. Captulo1. DAFT, R. - Organizaes: teorias e projetos, Editora Pioneira Thomson, 2002. Captulo 2 QUINN, R.E., ET ALL - Competncias Gerenciais: Princpios e aplicaes, Rio de Janeiro:Editora Campus, 2004, Captulo 1 SCHWARTZ, P. A Arte da Viso de Longo Prazo; Editora Best Seller, 1991. pginas 139-159. 39 Prof. Jos Miguel Sacramento Prof. Leopoldo A. Oliveira Prof. Luiz Carlos Di Serio [email protected] [email protected] [email protected]@[email protected]@fgv.br