O Monumento - edição 127

  • Published on
    01-Feb-2016

  • View
    215

  • Download
    0

Embed Size (px)

DESCRIPTION

rgo oficial do municpio de Mariana

Transcript

  • RGO OFICIAL DO MUNICPIO DE MARIANA - LEI 705/84 DE 22 DE MARO DE 1984Ano XXX - EDIO 127 - 17 A 23 DE ABRIL DE 2014 - www.mariana.mg.gov.br - DISTRIBUIO GRATUITA

    O feriado da Semana Santa uma oportunidade para visitar a histrica Mariana e ver de perto a riqueza cultural e a religiosidade do estado

    Minas Gerais se transforma em palco das celebraes religiosas na Semana Santa, que comeou oficialmente no domingo (13) com a procisso do Domingo de Ramos. As celebraes da Semana Santa so um resgate da tradio tricentenria do povo mineiro, que enfeita suas casas e ruas para celebrar a paixo de Cristo.

    Em Mariana, a celebrao comeou um dia antes, no sbado (12), com a Beno dos Santos leos. Essa cerimnia, presidida pelo arcebispo dom Geraldo Lyrio Rocha, que costuma acontecer na Quinta-feira Santa, foi antecipada para que os padres de outras regies pudessem participar e retornar a seus municpios para as celebraes em suas parquias.

    Sede do 1 bispado mineiro, com mais de 250 anos de existncia, Mariana tem um jeito peculiar de celebrar a Semana Santa. No domingo de Pscoa, a cidade tambm vai se encher de cores. As ruas do centro histrico sero enfeitadas e as janelas decoradas com colchas de retalho, toalhas bordadas e vasos de flores.

    Tradicionalmente, os sinos anunciam o incio da procisso, tradio que remonta ao sculo XVIII, formada por crianas vestidas de anjo, passando por ruas cobertas por tapetes de serragem. Com apoio da Prefeitura de Mariana, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, a decorao este ano estar a cargo dos artistas locais, que integram a AMAP - Associao Marianenses de Artistas Plsticos.

    Uma das atraes da Semana Santa a Procisso das Almas, manifestao cultural pag e popular nica no estado, que ocorre na madrugada da Sexta-feira da Paixo. A expectativa da Secretaria de Cultura e Turismo que o turismo religioso aumente o fluxo de visitantes na cidade, em torno de 10 mil pessoas.

    ARQUIVO | PREFEITURA DE MARIANA

  • 17 a 23 de abril de 2014 - RGO OFICIAL DO MUNICPIO DE MARIANAo monumento

    Prefeiturade Mariana

    ExpedientePREFEITO Celso Cota VICE-PREFEITO Duarte Jnior SECRETRIO DE GOVERNO E RELAES INSTITUCIONAIS Raul Jos de Almeida Junior SECRETRIO ADJUNTO DE COMUNICAO Arlindo Lus COORDENADOR DE COMUNICAO Douglas Couto JORNALISTA Filipe Barboza DIAGRAMAO Whinter Gonalves COLABORAO Diogo Queiroga IMPRESSO Sempre Editora TIRAGEM 3.000 exemplares DISTRIBUIO GRATUITA Acesse: www. mariana.mg.gov.br

    2Prefeitura de mariana

    Leis

    Lei Complementar n. 138, de 11 de Abril de 2014

    Altera a Lei Complementar Municipal n. 03 de 2001e d outras providncias.

    O Povo do municpio de Mariana por seus representantes legais aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

    Art. 1 - Fica alterado para o nvel X o salrio base dos Cargos de Mecnico de Automveis, Mecnico de Caminhes e Mecnico de Mquinas, conforme ane-xo I desta Lei.

    Art. 2 - Esta lei entra em vigor na data da sua publicao, retroagindo seus efei-tos data de 01 de abril de 2014.

    Art. 3 Revogam-se as disposies em contrrio.

    MANDO, portanto, a todos a quem o conhecimento e execuo desta Lei per-tencer, que a cumpram e a faam cumprir, to inteiramente como nela se con-tm.

    Mariana, 11 de abril de 2014

    Celso Cota NetoPrefeito Municipal

    ANEXO I CARGOS ALTERADOS NESTA LEI

    LEI N 2.843, DE 11 DE ABRIL DE 2014.

    Altera a Lei Municipal n 2.821/2013 que dispe sobre o Plano Plurianual para o perodo de 2014 a 2017, a Lei Municipal n 2.727/2013 que dispe sobre a Lei de Diretrizes Oramentrias para 2014 e autoriza a abertura de crdito adicional su-plementar no oramento do exerccio financeiro de 2014 para Apoio a Creches, conforme a Resoluo/CD/FNDE n 29 de 27 de julho de 2012.

    O Povo do municpio de Mariana por seus representantes legais aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

    Art. 1. Fica o Executivo Municipal autorizado a abrir crdito adicional suplemen-tar no oramento vigente no valor de R$ 145.392,48 (cento e quarenta e cinco mil trezentos e noventa e dois reais e quarenta e oito centavos).

    Art. 2. Fica autorizada a incluso da Fonte de Recurso 00.01.0046 Outras Transferncias de Recursos do FNDE na ao-atividade 2.645 - Manuteno das Atividades do Ensino Infantil Creches, do oramento financeiro de 2014, a qual est vinculada ao programa 0018 Educando para a Vida e contm as seguintes especificaes:

    Art. 3. Os recursos necessrios abertura do crdito de que trata o art. 1 des-ta Lei sero os decorrentes do excesso de arrecadao dos recursos vinculados oriundos da fonte 0.1.0046 Outras Transferncias de Recursos do FNDE, a serem transferidos ao Municpio pelo FNDE Fundo Nacional de Desenvolvi-mento da Educao, atravs da Resoluo/CD/FNDE n 29/2012, no valor de R$ 145.392,42 (cento e quarenta e cinco mil, trezentos e noventa e dois reais e quarenta e oito centavos), conforme inciso II, pargrafo 1 do art. 43 da Lei n 4.320/64.

    Art. 4. Fica o Executivo Municipal autorizado a abrir crditos adicionais suple-mentares por eventual excesso de arrecadao adicional da referida fonte de recurso de que trata o art. 3 desta Lei, conforme dispe o inciso II, do 1, do art. 43, da Lei n 4.320/1964.

    Pargrafo nico: A abertura de crditos adicionais suplementares de que trata o caput deste artigo fica limitado a R$ 50.000,00.

    Art. 5. Fica autorizada a incluso de que trata o art. 2 desta Lei, no Anexo de Me-tas e Prioridades da Lei de Diretrizes Oramentrias para 2014 Lei 2.727/2013 e na Lei do Plano Plurianual 2014-2017 Lei 2.821/2013.

    Art. 6. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicao.

    Art. 7 - Revogam-se disposies contrrias.

    MANDO, portanto, a todos a quem o conhecimento e execuo desta Lei per-tencer, que a cumpram e a faam cumprir, to inteiramente como nela se con-tm.

    Mariana, 11 de abril de 2014

    Celso Cota NetoPrefeito Municipal

    LEI N. 2.844, de 11 de Abril de 2014

    Autoriza concesso de subveno s Sociedades Musicais de Mariana e d ou-tras providncias.

    O Povo do municpio de Mariana por seus representantes legais aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

    Art. 1 - Fica o Poder Executivo autorizado nos termos dos artigos 16 e 17 da Lei n 4.320 de 1964, a conceder no presente exerccio Subveno Social para as corporaes musicais do Municpio de Mariana descritas abaixo:

    I Corporao Musical 16 de Julho, at o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais);

    II Corporao Musical Sagrado Corao de Jesus Padre Viegas, at o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais);

    III Corporao Musical So Sebastio Bandeirantes, at o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais);

    IV Corporao Musical So Sebastio Furquim, at o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais);

    V Sociedade Musical Nossa Senhora da Conceio Furquim, at o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais);

    VI Sociedade Musical Oito de Dezembro Cachoeira do Brumado, at o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais);

    VII Sociedade Musical Santa Ceclia, at o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais);

    VIII Sociedade Musical So Caetano Monsenhor Horta, at o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais);

    IX Sociedade Musical So Sebastio Passagem de Mariana, at o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais);

    X Sociedade Musical So Vicente de Paulo, at o valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais);

    XI Sociedade Musical Unio XV de Novembro, at o valor de R$ 20.000,00 (vin-te mil reais);

    Art. 2o - A aplicao dos recursos ser destinada exclusivamente s atividades fins das entidades, nos termos de Plano de Trabalho aprovado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, quando da liberao dos recursos.

    Art. 3o - A Entidade beneficiada obriga-se a:

    I Utilizar exclusivamente os recursos recebidos de conformidade com o Plano de Trabalho aprovado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo;

    II Manter os recursos recebidos em conta bancria especfica, permitindo d-bitos somente para pagamentos de despesas previstas no Plano de Trabalho;

    III Arcar com quaisquer nus de natureza trabalhista, previdenciria ou social, bem como com todos os nus tributrios e extraordinrios, caso decorrentes da execuo;

    IV Encaminhar prestao de contas dos recursos recebidos Secretaria Muni-cipal de Cultura e Turismo, em at 30 (trinta) dias, a contar da data do termino da vigncia do convnio.

    Art. 4o - O processo de prestao de contas dever ser montado, observando-se a sequncia cronolgica dos documentos, e conter:

    I Ofcio de encaminhamento da prestao de contas endereado Controla-doria Interna do Municpio;

    II Relao de gastos efetuados dentro do prazo de aplicao dos recursos;

    III Notas fiscais emitidas em nome da Entidade, com endereo completo e CNPJ, as quais no podero conter rasuras ou emendas que prejudiquem a sua clareza ou legitimidade, devendo constar no corpo das mesmas a quantidade, o preo unitrio, o preo total e a descrio dos produtos; IV Cpias dos cheques emitidos nominalmente em favor dos favorecidos;V Extrato bancrio referente movimentao dos recursos repassados;

    VI Manifestao expressa do Conselho Fiscal da Entidade sobre a exatido da documentao comprovadora da despesa, devidamente assinado pelos mem-bros do Conselho;

    VII Estatuto Social referente ao exerccio em que o numerrio foi recebido;

    VIII Declarao de Utilidade Pblica referente ao exerccio em que o numerrio foi recebido;

    IX Atestado de funcionamento da Entidade emitido pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, referente ao exerccio em que numerrio foi recebido.

    Art. 5o - Caso exista saldo de recursos recebidos que no tenha sido utilizado ou que tenha sido solicitada a sua restituio, este dever ser recolhido em nome do Municpio de Mariana.

    Art. 6 - As despesas decorrentes deste Projeto de L