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SEDE SÃO PAULO Rua Demini, 471, Vila Matilde, São Paulo – PABX: (11) 3804-9283 CNPJ (MF) 59.950.410/0001-46 Site: www.sintaresp.com.br O SINDICATO DOS TECNÓLOGOS, TÉCNICOS E AUXILIARES EM RADIOLOGIA NO ESTADO DE SÃO PAULO – SINTARESP, neste ato representado pelo Diretor, coordenador, Sinclair Lopes de Oliveira, vem apresentar a pauta reivindicatória 2014/2015, com os itens de cunho econômico e social. PAUTA DE REIVINDICAÇÃO CONVENÇÃO COLETIVA 2.014 / 2.015 CLÁUSULAS ECONÔMICAS Cláusula 1 a . – DO REAJUSTE SALARIAL. Os empregadores dos tecnólogos, técnicos e auxiliares em radiologia, operadores de hemodinâmica, tomografia computadorizada, ressonância magnética, e demais empregados que executam as técnicas elencadas no artigo 2º do Decreto nº 92.790, de 17 de Junho de 1986, que regulamenta a Lei 7.394, de 29/10/1985, representados pelo Sindicato Patronal, signatário do presente, aplicarão o reajuste salarial no percentual equivalente a 5,62 % (INPC ABRIL 2013 ATÉ MARÇO 2014) sobre os salários praticados em 01/05/2013. Parágrafo Primeiro - Serão compensadas todas as antecipações legais, convencionais ou espontâneas, concedidas no período revisando, conforme a Instrução Normativa nº. 1 do C. TST; Parágrafo Segundo - As diferenças salariais, oriundas da presente Convenção Coletiva de Trabalho, serão pagas com acréscimo, conforme a variação inflacionária do período pendente. Cláusula 2 a . DO AUMENTO REAL DE SALÁRIO

O SINDICATO DOS TECNÓLOGOS, TÉCNICOS E ... SINDICATO DOS TECNÓLOGOS, TÉCNICOS E AUXILIARES EM RADIOLOGIA NO ESTADO DE SÃO PAULO – SINTARESP, neste ato representado pelo Diretor,

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    CNPJ (MF) 59.950.410/0001-46 Site: www.sintaresp.com.br

    O SINDICATO DOS TECNLOGOS, TCNICOS E AUXILIARES EM

    RADIOLOGIA NO ESTADO DE SO PAULO SINTARESP, neste ato representado

    pelo Diretor, coordenador, Sinclair Lopes de Oliveira, vem apresentar a pauta

    reivindicatria 2014/2015, com os itens de cunho econmico e social.

    PAUTA DE REIVINDICAO

    CONVENO COLETIVA 2.014 / 2.015

    CLUSULAS ECONMICAS

    Clusula 1a. DO REAJUSTE SALARIAL.

    Os empregadores dos tecnlogos, tcnicos e auxiliares em radiologia, operadores de

    hemodinmica, tomografia computadorizada, ressonncia magntica, e demais

    empregados que executam as tcnicas elencadas no artigo 2 do Decreto n 92.790, de

    17 de Junho de 1986, que regulamenta a Lei 7.394, de 29/10/1985, representados pelo

    Sindicato Patronal, signatrio do presente, aplicaro o reajuste salarial no percentual

    equivalente a 5,62 % (INPC ABRIL 2013 AT MARO 2014) sobre os salrios

    praticados em 01/05/2013.

    Pargrafo Primeiro - Sero compensadas todas as antecipaes legais, convencionais

    ou espontneas, concedidas no perodo revisando, conforme a Instruo Normativa n. 1

    do C. TST;

    Pargrafo Segundo - As diferenas salariais, oriundas da presente Conveno Coletiva

    de Trabalho, sero pagas com acrscimo, conforme a variao inflacionria do perodo

    pendente.

    Clusula 2a. DO AUMENTO REAL DE SALRIO

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    Aps a aplicao do reajuste previsto na clusula 1, os salrios sero majorados em

    12% (doze por cento) a ttulo de aumento real de salrio.

    Clusula 3a. - DO PISO SALARIAL.

    Piso Salarial dos Tecnlogos ser de R$ 2.500,00, acrescidos de 40% (quarenta por

    cento) de insalubridade, perfazendo o total de R$ 3.500,00.

    Piso salarial dos Tcnicos em Radiologia ser de R$ 1.800,00, acrescidos de 40%

    (quarenta por cento) de insalubridade, perfazendo o total de R$ 2.520,00 .

    Piso salarial dos Auxiliares em Radiologia ser de R$ 1.000,00 , acrescidos de 40% de

    insalubridade, que calculado sobre o referido piso salarial resulta no importe de R$

    400,00 , perfazendo o total de R$ 1.400,00 .

    Paragrafo nico o Supervisor ter piso de R$ 3.000,00, acrescidos de 40% (quarenta

    por cento) de insalubridade, perfazendo o total de R$ 4.200,00.

    Clusula 4a. - DA PARTICIPAO NOS LUCROS E RESULTADOS.

    Os empregadores, nos termos da Medida Provisria que regulamenta a matria, e

    conforme artigo 7 inciso 11 da Constituio Federal/88, tero prazo de 60 (sessenta)

    dias, a partir da assinatura da presente Conveno Coletiva de Trabalho, para

    empreender a implementao da medida que trata da participao dos trabalhadores nos

    lucros ou resultados dos hospitais e demais empregadores do seguimento econmico,

    sendo que para tal fim dever ser formada, em 15 dias, uma comisso composta por trs

    empregados eleitos pelos trabalhadores, e igual nmero de membros pela empregadora

    (empregados ou no), mais 1 (um) trabalhador indicado pelo Sindicato da Categoria,

    para, no prazo acima estabelecido, concluir o estudo sobre a participao nos lucros ou

    resultados, fixando critrios objetivos para sua apurao, sendo assegurada aos

    sindicatos profissional e patronal a prestao da assistncia necessria conduo dos

    estudos.

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    Pargrafo primeiro - aos membros da comisso, eleito pelos empregados ser

    assegurada estabilidade no emprego, a contar da data de sua eleio e at 180 dias aps

    a concluso e aprovao dos trabalhos.

    Clusula 5a. - DO ANUNIO

    As empresas pagaro aos seus funcionrios 1% (um por cento) sobre os vencimentos, a

    ttulo de anunio, para cada ano de servio trabalhado.

    Clausula 6. DA CHEFIA E SUPERVISO TCNICA DOS PROFISSIONAIS DA

    RADIOLOGIA

    A chefia dos tecnlogos, tcnicos e auxiliares de radiologia e a superviso das tcnicas

    radiolgicas (exigncia legal do CONTER), dever ser exercida por um Tecnlogo em

    Radiologia, profissional com formao de nvel superior, e sua remunerao ter um

    acrscimo no inferior a 50% (cinqenta por cento), de seus rendimentos, includo o

    adicional de insalubridade ou risco de vida, em relao aos demais profissionais com

    igual formao, devendo tal condio ser anotada em sua CTPS no prazo de 48 horas

    aps assumido o referido cargo ou funo.

    Clusula 7a. - DO ADICIONAL NOTURNO.

    O Trabalho noturno ser pago com adicional de 50% (cinquenta por cento), a incidir

    sobre o salrio da hora normal, no horrio das 22h at o trmino do planto, conforme

    Enunciado 60 do TST: TST Enunciado n 60 Adicional Noturno Salrio

    I - O adicional noturno, pago com habitualidade, integra o salrio do empregado para

    todos os efeitos.

    II - Cumprida integralmente a jornada no perodo noturno e prorrogada esta, devido

    tambm o adicional quanto s horas prorrogadas.

    Clusula 8a. DAS HORAS EXTRAS.

    As horas extraordinrias sero remuneradas com adicional de 100% (Cem por cento).

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    Clusula 9 DA EXTINO DO BANCO DE HORAS.

    Fica proibida a instituio de Banco de Horas/regime de compensao de horas,

    conforme artigo 60 da CLT:

    Art. 60 CLT- Nas atividades insalubres, assim consideradas as constituintes dos quadros

    mencionados no captulo "Da Segurana e da Medicina do Trabalho" ou que neles

    venham a ser includas por ato do Ministro do Trabalho, quaisquer prorrogaes s

    podero ser acordadas mediante licena prvia das autoridades competentes em matria

    de medicina do trabalho, as quais, para esse efeito, procedero aos necessrios exames

    locais e verificao dos mtodos e processos de trabalho, quer diretamente, quer por

    intermdio de autoridades sanitrias federais, estaduais e municipais, com quem

    entraro em entendimento para tal fim.

    Pargrafo nico: Fica estipulado o prazo de 180 dias para compensao das horas

    existentes at a data do fechamento desta conveno.

    Clusula 10. SALRIO-HORA

    Para o clculo do valor do salrio-hora o divisor a ser adotado 96 (noventa e seis).

    CLUSULAS SOCIAIS

    Clusula 11a. - DAS FRIAS.

    As frias sero de 20 (Vinte) dias a cada semestre para os Tecnlogos, Tcnicos e

    Auxiliares em Radiologia, operadores de hemodinmica, tomografia computadorizada,

    ressonncia magntica, e demais empregados que executam as tcnicas elencadas no

    artigo 2 do Decreto n 92.790, de 17 de Junho de 1986, que regulamenta a Lei 7.394, de

    29/10/1985, obedecendo ao princpio da isonomia com a Lei 1.234/50 e a Lei 7.957/73.

    Clusula 12. - DA CRECHE OU AUXLIO-CRECHE.

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    As empresas que no possurem creche prpria ou convnio creche concedero auxlio

    creche, a ttulo de reembolso, no importe equivalente a at 20% (vinte por cento) do piso

    da categoria por ms, s empregadas mes, com filhos at 07 (sete) anos de idade, com

    fornecimento de alimentao, podendo a creche ser substituda por convnios, de

    conformidade com a portaria 3296/86 do Ministrio do Trabalho. Quando o convnio

    creche distanciar-se do estabelecimento de servio de sade mais de 500 metros, as

    empresas colocaro disposio da empregada me conduo para ida e volta, para

    levar as crianas no percurso entidade creche entidade. Se no houver possibilidade do

    empregador fornecer a conduo retro aludida, a empresa dever proceder ao

    pagamento do auxlio creche, na forma acima estabelecida.

    PARGRAFO 1: O auxlio creche ser extensivo ao empregado pai, que mantm a

    guarda judicial da criana de zero (0) a sete (7) anos de idade.

    PARGRAFO 2: A documentao exigvel das empregadas e dos empregados pais para

    o recebimento do auxlio creche ser: certido de nascimento do filho, carteira de

    vacinao, declarao anual de prprio punho afirmando o direito de guarda e a

    dependncia econmica da criana, alm de declarao que comprove ficar a criana

    sob cuidados de terceiros (instituio ou pessoa fsica).

    Clusula 13. - DO FORNECIMENTO DE UNIFORMES.

    Os empregadores ficam obrigados a fornecer, sem nus para o empregado, os uniformes

    exigidos pela empresa e outras peas especiais de vesturio conforme preconizado na

    NR-32.

    Clusula 14a. - DO FORNECIMENTO DE MATERIAL PARA PRESTAO DE

    SERVIOS.

    Os empregadores fornecero aos empregados, gratuitamente, todo material

    indispensvel ao exerccio das atividades deste.

    Clusula 15a. - DO FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEO.

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    Os empregadores fornecero equipamentos de proteo individual (EPI), gratuitamente

    a todos os profissionais de radiologia, sendo obrigatrio o uso pelo empregado,

    conforme determina NR 15.

    Clusula 16. - DOS CURSOS PROFISSIONALIZANTES.

    Os estabelecimentos de sade que possuam vinte ou mais empregados permitiro aos

    funcionrios, por eles indicados, custeamento de cursos de formao profissional e/ou

    aperfeioamento, em seus municpios, no mnimo de 01 (um) curso anual, realizado em

    entendimento com a entidade sindical.

    Clusula 17. DA CESTA BSICA.

    Ser concedida, pelos empregadores, cesta bsica mensal composta pelos itens abaixo

    discriminados, e/ou por 1 (Um) carto cesta-bsica no valor de R$300,00.

    08 Kg carne

    10 Kg Arroz Agulhinha - tipo 2

    06 Kg Feijo Carioquinha

    06 Lt leo de Soja (900 ml)

    04 Pcts. Macarro com Ovos (500 g)

    06 Kg Acar Refinado

    03 Pcts. Caf Torrado e Modo (500)

    01 Kg Sal Refinado

    02 Pct Farinha de Mandioca (500 g)

    02 Pct Fub Mimoso (500 g)

    04 Lt Extrato de Tomate (140 G)

    04 Pcts. Biscoito Doce (200 g)

    04 Kg Farinha de Trigo

    01 Cx. Embalagem de Papelo

    08 Pcts. Leite em P (400 g)

    Clusula 18. - DO VALE - REFEIO.

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    As empresas fornecero vale-refeio no valor de R$ 20,00, e na quantia de 30 (Trinta)

    unidades por ms, perfazendo um total de R$ 600,00 , inclusive aos tecnlogos, tcnicos

    e auxiliares em radiologia que trabalhem no horrio noturno, intermedirio ou regime

    de planto, ainda que forneam refeio para os mesmos, considerando horrio corrido.

    Clusula 19. As empresas fornecero refeio (jantar) aos tecnlogos, tcnicos e

    auxiliares em radiologia que trabalhem em plantes de 12 horas ou no horrio noturno.

    Clusula 20. DOS DIREITOS ADQUIRIDOS.

    As condies mais favorveis, porventura existentes nos contratos individuais de

    trabalho, sero mantidas aos empregados.

    Clusula 21. - DO VALE-TRANSPORTE.

    Os empregadores concedero aos seus empregados vale-transporte, em conformidade

    com a legislao vigente, estendendo-se este benefcio aos trabalhadores afastados por

    motivos de doena ou acidente de trabalho.

    Decreto n. 95.247/87

    Art. 2 O Vale-Transporte constitui benefcio que o empregador antecipar ao

    trabalhador para utilizao efetiva em despesas de deslocamento residncia-

    trabalho e vice-versa.

    Pargrafo nico. Entende-se como deslocamento a soma dos segmentos

    componentes da viagem do beneficirio por um ou mais meios de transporte, entre

    sua residncia e o local de trabalho.

    Art. 3 O Vale-Transporte utilizvel em todas as formas de transporte coletivo

    pblico urbano ou, ainda, intermunicipal e interestadual com caractersticas

    semelhantes ao urbano, operado diretamente pelo poder pblico ou mediante

    delegao, em linhas regulares e com tarifas fixadas pela autoridade competente.

    Art. 7 Para o exerccio do direito de receber o Vale-Transporte o empregado

    informar ao empregador, por escrito:

    I - seu endereo residencial;

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    II - os servios e meios de transporte mais adequados ao seu deslocamento

    residncia-trabalho e vice-versa.

    1 A informao de que trata este artigo ser atualizada anualmente ou sempre

    que ocorrer alterao das circunstncias mencionadas nos itens I e II, sob pena de

    suspenso do benefcio at o cumprimento dessa exigncia.

    2 O benefcio firmar compromisso de utilizar o Vale-Transporte

    exclusivamente para seu efetivo deslocamento residncia-trabalho e vice-versa.

    Clusula 22. DOS EXTRATOS DE FGTS.

    Os empregadores devero entregar a seus empregados os extratos de FGTS, ou

    informaes por escrito, de acordo com a legislao vigente.

    Clusula 23. - DOS CURSOS E REUNIES OBRIGATRIOS.

    Quando realizados fora do horrio normal, os cursos e reunies obrigatrios tero seu

    tempo remunerado como trabalho extraordinrio, devendo ser pago o valor da hora

    extra de 100%.

    Clusula 24. DA GARANTIA DE SALRIOS E CONSECTRIOS.

    Ficam garantidos salrios e consectrios, correspondentes a 90 dias, ao empregado

    despedido sem justa causa, a vigorar da data de assinatura da presente conveno entre

    as partes.

    Clusula 25. DA RETENO DA CTPS - INDENIZAO.

    Ser devida ao empregado a indenizao correspondente a 01 (um) dia de salrio, por

    dia de atraso, pela reteno de sua carteira profissional aps o prazo de 48 (quarenta e

    oito) horas.

    Clusula 26. DAS FRIAS INCIO, CANCELAMENTO OU ADIANTAMENTO.

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    O incio das frias, coletivas ou individuais, no poder coincidir com sbado, domingo,

    feriado ou dia de compensao de repouso semanal. (procedente normativo 100 do TST)

    Comunicado ao empregado o perodo de gozo de frias individuais ou coletivas, o

    empregador somente poder cancelar ou modificar o incio previsto se ocorrer

    necessidade imperiosa e, ainda assim, mediante ressarcimento, ao empregado, dos

    prejuzos financeiros por estes comprovados.

    Clusula 27. DA BOLSA DE ESTUDOS.

    As empresas concedero Bolsas de Estudos para os empregados que desejarem o

    aprimoramento profissional, atravs de cursos de atualizao, e concomitantemente para

    os filhos destes que estiverem em idade escolar.

    Clusula 28. DA BOLSA DE EMPREGOS.

    Ser firmado convnio entre o Sindicato Patronal e o de Empregados, visando a

    formao de uma Bolsa de Empregos e colocao para aqueles profissionais que

    estiverem desempregados.

    Clusula 29 EXTINO DO PLANTO A DISTNCIA.

    Fica proibida a instituio de Planto A Distancia.

    Clusula 30 - DO ADICIONAL DE ORIENTAO TCNICA

    Os tecnlogos, tcnicos e auxiliares em radiologia, operadores de hemodinmica,

    tomografia computadorizada, ressonncia magntica, e demais empregados que

    executam as tcnicas elencadas no artigo 2 do Decreto n 92.790, de 17 de Junho de

    1986, que regulamenta a Lei 7.394, de 29/10/1985, quando receberem a incumbncia de

    orientar e acompanhar treinamento de Estagirio, faro jus em receber, a ttulo de

    Adicional de Orientao Tcnica, o valor equivalente a 10% sobre sua remunerao

    normal.

    Clusula 31a. - DA INDENIZAO POR MORTE.

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    Em caso de morte do empregado, por qualquer causa, o empregador pagar, famlia

    deste, indenizao equivalente a 02 (dois) salrios do de cujus, a qual ser dobrada se

    o evento decorrer de acidente tpico do trabalho ou de molstias profissionais, no

    excluindo outras indenizaes previstas em lei.

    Clusula 32a. - DO SEGURO DE VIDA E ACIDENTES PESSOAIS.

    A empresa far seguro de vida e acidentes em grupo em favor de seus empregados, tendo

    como beneficirio(s) junto ao INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social),

    observadas as seguintes coberturas:

    A - R$ 45.000,00 (quarenta e cinco mil reais) de indenizao por morte por qualquer

    causa;

    B - R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) de indenizao por invalidez total ou parcial

    por acidente;

    C - R$ 45.000,00 (quarenta e cinco mil reais) de indenizao por morte do cnjuge do

    segurado, qualquer que seja a causa;

    D - R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) de indenizao por morte do(a) filho(a) do

    segurado, qualquer que seja a causa.

    Pargrafo 1 - A empresa satisfar o pagamento das indenizaes previstas nesta

    clusula, por meio de aplice prpria ou pela adeso aplice de seguro de vida em

    grupo.

    Pargrafo 2 - A empresa proporcionar aos seus empregados a oportunidade de optar,

    ou no, pela sua incluso no referido seguro, ficando a participao dos empregados

    limitada a 20% (vinte cento) do custo.

    PROTEO AO EMPREGO

    Clusula 33 DA OBRIGATORIEDADE DO FORNECIMENTO DE PPP NA

    RESCISO DO CONTRATO DE TRABALHO

    A elaborao e atualizao do Perfil Profissiogrfico Previdencirio PPP so

    obrigatrias, para todos os empregadores, bem como sua entrega em cpia autenticada

    ao trabalhador, na ocasio da resciso do contrato de trabalho, pena de incorrer em

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    multa prevista na clusula 78. Desta Conveno, independente de outras penalidades

    legais, tudo de acordo com o artigo 68 - Pargrafo 6 do Decreto 3.048/99 (

    regulamento da Previdncia Social).

    Clusula 34a. - DA GARANTIA AO EMPREGADO EM VIAS DE

    APOSENTADORIA.

    A) Os empregados que comprovadamente estiverem prximos ao perodo de 02 anos

    para se aposentar, (mediante comunicao por escrito empresa por parte do

    empregado) usufruiro o direito estabilidade, ficando assegurado ao empregado o

    emprego ou suas remuneraes integrais at a concesso do beneficio de aposentadoria,

    salvo pedido de demisso, destrato entre as partes e dispensa por justa causa. Adquirido

    o beneficio de aposentadoria cessa-se a estabilidade;

    B) Caso o empregado dependa de documentao para comprovar o tempo de servio

    ter, para tal fim, 60 (sessenta) dias de prazo, a partir da notificao da dispensa, no

    caso de aposentadoria por idade ou tempo de contribuio e, 90 (noventa) dias, no caso

    de aposentadoria especial.

    Clausula 35 DA OBRIGATORIEDADE DO REGISTRO EM CARTEIRA DE

    TRABALHO E PREVIDNCIA SOCIAL CTPS.

    Fica terminantemente proibida a prestao de servio sem o devido registro em carteira,

    na forma da lei.O registro do Contrato de Trabalho em CTPS dever ser efetuado no

    prazo de 24 (vinte e quatro) horas, contadas a partir da data de admisso do

    trabalhador, de acordo com a funo efetivamente exercida pelo empregado, bem como a

    Classificao Brasileira de Ocupao (CBO), sob pena de incorrer em multa prevista na

    clusula 82. desta Conveno, independente de outras penalidades legais.

    Pargrafo nico vedada ao empregador a terceirizao nos servios de radiologia,

    bem como na contratao de Tecnlogos, Tcnicos e Auxiliares em Radiologia,

    operadores de hemodinmica, tomografia computadorizada, ressonncia magntica, e

    demais empregados que executam as tcnicas elencadas no artigo 2 do Decreto n

    92.790, de 17 de Junho de 1986, que regulamenta a Lei 7.394, de 29/10/1985, por

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    tratar-se de ATIVIDADE FIM, conforme aponta o ENUNCIADO 331 do TST e

    resoluo 50 da ANVISA.

    TST Enunciado n 331 - Reviso da Smula n 256 - Res. 23/1993, DJ 21,

    28.12.1993 e 04.01.1994 - Alterada (Inciso IV) - Res. 96/2000, DJ 18, 19 e

    20.09.2000 - Mantida - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003

    Contrato de Prestao de Servios - Legalidade

    I - A contratao de trabalhadores por empresa interposta ilegal, formando-se o

    vnculo diretamente com o tomador dos servios, salvo no caso de trabalho

    temporrio (Lei n 6.019, de 03.01.1974).

    II - A contratao irregular de trabalhador, mediante empresa interposta, no gera

    vnculo de emprego com os rgos da administrao pblica direta, indireta ou

    fundacional (art. 37, II, da CF/1988). (Reviso do Enunciado n 256 - TST)

    III - No forma vnculo de emprego com o tomador a contratao de servios de

    vigilncia (Lei n 7.102, de 20-06-1983), de conservao e limpeza, bem como a de

    servios especializados ligados atividade-meio do tomador, desde que inexistente

    a pessoalidade e a subordinao direta.

    IV - O inadimplemento das obrigaes trabalhistas, por parte do empregador,

    implica a responsabilidade subsidiria do tomador dos servios, quanto quelas

    obrigaes, inclusive quanto aos rgos da administrao direta, das autarquias,

    das fundaes pblicas, das empresas pblicas e das sociedades de economia

    mista, desde que hajam participado da relao processual e constem tambm do

    ttulo executivo judicial (art. 71 da Lei n 8.666, de 21.06.1993). (Alterado pela

    Res. 96/2000, DJ 18.09.2000)

    RESOLUO-RDC n. 50 da ANVISA

    PARTE II - PROGRAMAO FSICO-FUNCIONAL DOS ESTABELECIMENTOS

    ASSISTENCIAIS DE SADE

    2. ORGANIZAO FSICO FUNCIONAL

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    CNPJ (MF) 59.950.410/0001-46 Site: www.sintaresp.com.br

    Neste captulo so apresentadas as atribuies e atividades desenvolvidas nos

    diversos tipos de EAS. Procurou-se aqui, listar as atividades que so geradoras ou

    que caracterizam os ambientes. Estas so as mais comumente encontradas nos

    diversos tipos de estabelecimentos. Embora o objetivo seja esgotar a listagem, esta

    sempre passvel de modificao, porque sempre ser possvel o surgimento e/ou

    transformao das atividades ou at mesmo das atribuies.

    Os grupos de atividades de cada atribuio compem unidades funcionais que,

    embora com estreita conotao espacial, no constituem, por si s, unidades

    espaciais.

    O captulo trata de questes funcionais genricas como j citado, e no da

    descrio de determinados tipos de estabelecimentos pr-concebidos.

    So oito as atribuies que se desdobram em atividades e sub- atividades

    representadas no diagrama.

    2.1. Atribuies de Estabelecimentos Assistenciais de sade

    1 - Prestao de atendimento eletivo de promoo e assistncia sade em regime

    ambulatorial e de hospital - dia - ateno sade incluindo atividades de

    promoo, preveno, vigilncia sade da comunidade e atendimento a pacientes

    externos de forma programada e continuada;

    2 - Prestao de atendimento de assistncia sade atendimento a pacientes

    externos em situaes de sofrimento, sem risco de vida (urgncia) ou com risco de

    vida (emergncia);

    3 - Prestao de atendimento de assistncia sade em regime de internao -

    atendimento a pacientes que necessitam de assistncia direta programada por

    perodo superior a 24 horas (pacientes internos);

    4 - Prestao de atendimento de apoio ao diagnstico e terapia - atendimento a

    pacientes internos e externos em aes de apoio direto ao reconhecimento e

    recuperao do estado da sade (contato direto);

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    5 - Prestao de servios de apoio tcnico - atendimento direto a assistncia

    sade em funes de apoio (contato indireto);

    6 - Formao e desenvolvimento de recursos humanos e de pesquisa - atendimento

    direta ou indiretamente relacionado ateno e assistncia sade em funes de

    ensino e pesquisa;

    7 - Prestao de servios de apoio gesto e execuo administrativa -

    atendimento ao estabelecimento em funes administrativas;

    8 - Prestao de servios de apoio logstico - atendimento ao estabelecimento em

    funes de suporte operacional.

    As quatro primeiras so atribuies fim, isto , constituem funes diretamente

    ligadas ateno e assistncia sade. As quatro ltimas so atribuies meio

    para o desenvolvimento das primeiras e de si prprias.

    Clusula 36a. DA JORNADA DE TRABALHO.

    A jornada de trabalho ser de 24 horas semanais para tecnlogos, tcnicos e auxiliares

    em radiologia, operadores de hemodinmica, tomografia computadorizada, ressonncia

    magntica, e demais empregados que executam as tcnicas elencadas no artigo 2 do

    Decreto n 92.790, de 17 de Junho de 1986, que regulamenta a Lei 7.394, de 29/10/1985.

    Clusula 37a. - DO PAGAMENTO DE SALRIO.

    Os empregadores que pagarem os salrios e os demais direitos de seus empregados

    atravs de cheques devero proporcionar aos empregados o direito de se ausentarem do

    trabalho para descontar esses cheques dentro do horrio de funcionamento dos bancos

    sacados, excluindo-se dos horrios de refeio.

    Clusula 38a. DO ATRASO NO PAGAMENTO DE SALRIOS

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    Sem prejuzo da caracterizao da justa causa, prevista no artigo 483, d da C.L.T., os

    empregadores pagaro a multa de 0,5% (Meio por cento) do valor devido, ao dia, at o

    5 (quinto) dia, sendo que do 6 (Sexto) dia em diante, a multa ser de 5% (cinco por

    cento) ao dia caso no satisfaam, nos prazos previstos por lei, os salrios, as

    gratificaes natalinas e a remunerao ou abono de frias.

    Clusula 39a. - DO SALRIO SUBSTITUIO.

    Ao empregado chamado para substituir outro, com salrio superior, ser garantido igual

    salrio do substitudo, enquanto durar a substituio, seja qual for o motivo desta, sem

    considerar vantagens pessoais.

    CLT

    Art. 461 - Sendo idntica a funo, a todo trabalho de igual valor, prestado ao

    mesmo empregador, na mesma localidade, corresponder igual salrio, sem

    distino de sexo, nacionalidade ou idade.

    1 - Trabalho de igual valor, para os fins deste Captulo, ser o que for feito com

    igual produtividade e com a mesma perfeio tcnica, entre pessoas cuja diferena

    de tempo de servio no for superior a 2 (dois) anos.

    2 - Os dispositivos deste artigo no prevalecero quando o empregador tiver

    pessoal organizado em quadro de carreira, hiptese em que as promoes devero

    obedecer aos critrios de antigidade e merecimento.

    3 - No caso do pargrafo anterior, as promoes devero ser feitas

    alternadamente por merecimento e por antigidade, dentro de cada categoria

    profissional.

    4 - O trabalhador readaptado em nova funo por motivo de deficincia fsica

    ou mental atestada pelo rgo competente da Previdncia Social no servir de

    paradigma para fins de equiparao salarial.

    Clusula 40a. - DO SALRIO ADMISSO.

    Ao empregado admitido para a funo de outro, dispensado por justa causa, ser pago,

    pelo menos, o mesmo salrio daquele outro, sem considerar as vantagens pessoais.

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    CLT

    Art. 464 - O pagamento do salrio dever ser efetuado contra recibo, assinado

    pelo empregado; em se tratando de analfabeto, mediante sua impresso digital, ou,

    no sendo esta possvel, a sua rogo.

    Pargrafo nico. Ter fora de recibo o comprovante de depsito em conta

    bancria, aberta para esse fim em nome de cada empregado, com o consentimento

    deste, em estabelecimento de crdito prximo ao local de trabalho.

    Clusula 41a. - DO COMPROVANTE DE PAGAMENTO.

    Os empregadores fornecero aos empregados contracheques, contendo o nome do

    empregado, o perodo a que se referem os valores pagos, a discriminao das

    importncias pagas a qualquer ttulo, inclusive horas extras, adicional e remunerao do

    trabalho nos dias de descanso obrigatrio, os descontos e os depsitos do FGTS.

    Clusula 42a. DAS GARANTIAS SALARIAIS NA RESCISO DE CONTRATO DE

    TRABALHO.

    O saldo de salrio do perodo trabalhado antes do aviso prvio e do perodo de aviso

    prvio trabalhado, quando for o caso, dever ser pago por ocasio da quitao das

    demais verbas rescisrias.

    Pargrafo nico: As homologaes devero ser feitas impreterivelmente no Sindicato,

    e num prazo mximo de 60 (sessenta) dias. Sob pena de multa equivalente a um

    salrio.

    Clusula 43a. - DO ABONO DE FALTAS PARA O ESTUDANTE.

    Os empregadores devero conceder abono de faltas aos empregados estudantes, nos dias

    de exames escolares, mediante prvia comunicao, com 48 (Quarenta e oito) horas de

    antecedncia e comprovao posterior, no mesmo perodo.

    Clusula 44. DA GARANTIA AOS MEMBROS DA CIPA.

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    Os empregados eleitos pelos trabalhadores para comporem a Comisso Interna de

    Preveno de Acidentes CIPA, titulares e suplentes, gozaro de estabilidade provisria

    assegurada pelo Artigo 10 - Inciso II, Alnea a - do Ato das Disposies Constitucionais

    Transitrias, desde sua inscrio como candidato at um ano aps o trmino do

    mandato.

    ADCT

    Art. 10. At que seja promulgada a lei complementar a que se refere o artigo 7, I,

    da Constituio:

    (...)

    II - fica vedada a dispensa arbitrria ou sem justa causa:

    a) do empregado eleito para cargo de direo de comisses internas de preveno

    de acidentes, desde o registro de sua candidatura at um ano aps o final de seu

    mandato;

    Clusula 45a. DAS INTERRUPES DO TRABALHO.

    As interrupes do trabalho, de responsabilidade do hospital, ou decorrentes de caso

    fortuito ou de fora maior, no podero ser descontadas ou compensadas

    posteriormente.

    Clusula 46. DA AUSNCIA JUSTIFICADA.

    Os empregados podero deixar de comparecer ao trabalho, sem prejuzo dos salrios,

    nos seguintes casos; A) Por 05 (cinco) dias consecutivos em virtude de morte de filho,

    cnjuge, irmo ou ascendente, inclusive padrasto, madrasta, companheiro ou

    companheira, sogra ou sogro; B) Por 01 (Um) dia til para solucionar problemas

    decorrentes de doena em famlia (filho, cnjuge, irmo ou ascendente, padrasto,

    madrasta, companheiro ou companheira, sogro ou sogra) comprovada por atestados

    mdicos; C) Por 05 (cinco) dias consecutivos em virtude de casamento.

    Clusula 47a. DA AUSNCIA NO PERODO.

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    As ausncias at meio perodo, decorrentes de motivos relevantes, sero toleradas e no

    acarretaro perda de remunerao correspondente ao repouso semanal, mas os

    empregadores podero exigir a compensao do tempo assim perdido, no mesmo dia ou

    em outros dias da mesma semana ou semana seguinte.

    Clusula 48a. - DO PIS.

    Para o recebimento do PIS, sendo a ausncia do funcionrio durante o perodo de

    trabalho, essa ausncia no ser considerada para efeito de desconto DSR, Frias,

    dcimo terceiro salrio, bem como o dia do recebimento.

    Clusula 49a. DA CARTA DE AVISO.

    No caso de demisso, os empregadores entregaro aos empregados carta aviso com

    motivo da dispensa, sob pena presuno de dispensa imotivada.

    Clusula 50a. DA CARTA DE APRESENTAO.

    Os empregadores fornecero aos empregados, quando demitidos sem justa causa, carta

    de apresentao, que dever ser entregue ao mesmo no ato da homologao da resciso

    contratual.

    Clusula 51a. - DO AVISO PRVIO.

    Ao empregado demitido sem justa causa, o Aviso Prvio ser de trinta dias, ressalvadas

    as hipteses abaixo descritas:

    1) Para funcionrio com mais de 40 anos de idade, o Aviso Prvio ser de 45 dias.

    Para funcionrios com mais de 40 anos de idade, e mais de cinco anos na empresa, o

    Aviso Prvio ser de 60 dias.

    CLT

    Art. 487. No havendo prazo estipulado, a parte que, sem justo motivo, quiser

    rescindir o contrato, dever avisar a outra da sua resoluo, com a antecedncia

    mnima de:

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    I - oito dias, se o pagamento for efetuado por semana ou tempo inferior;

    II - trinta dias aos que perceberem por quinzena ou ms, ou que tenham mais de

    doze meses de servio na empresa.

    1. A falta do aviso prvio por parte do empregador d ao empregado o direito

    aos salrios correspondentes ao prazo do aviso, garantida sempre a integrao

    desse perodo no seu tempo de servio.

    2. A falta de aviso por parte do empregado d ao empregador o direito de

    descontar os salrios correspondentes ao prazo respectivo.

    3. Em se tratando de salrio pago na base de tarefa, o clculo, para os efeitos

    dos pargrafos anteriores, ser feito de acordo com a mdia dos ltimos doze

    meses de servio.

    4. devido o aviso prvio na despedida indireta.

    5 O valor das horas extraordinrias habituais integra o aviso prvio indenizado.

    (AC)

    6 O reajustamento salarial coletivo, determinado no curso do aviso prvio,

    beneficia o empregado pr-avisado da despedida, mesmo que tenha recebido

    antecipadamente os salrios correspondentes ao perodo do aviso, que integra seu

    tempo de servio para todos os efeitos legais. (AC)

    Clusula 52. - DO PLANO DE CARREIRA.

    As empresas reajustaro anualmente os seus empregados mais antigos no percentual de

    1% (Um por cento) aps avaliao tcnica, justificando assim a implementao de um

    plano de carreira interno.

    Clusula 53a. DA RESERVA DE MERCADO DE TRABALHO PARA

    DEFICIENTES VISUAIS.

    As empresas com mais de 5% (cinco por cento do quadro de funcionrio) tcnicos em

    radiologia contrataro auxiliares de cmara escura, sendo priorizada a contratao de

    Deficientes Visuais.

    Clusula 54 DA RESERVA DE MERCADO DE TRABALHO PARA

    DEFICIENTES FSICOS.

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    Fica assegurada a quota de 5% para contratao de deficientes fsicos para os cargos

    dentro das tcnicas radiolgicas.

    Lei 8213/91 de 24/07/91 artigo 93

    Clusula 55 _ DA READAPTAO DOS AUXILIARES DE RADIOLOGIA

    PORTADORES DE DEFICINCIA VISUAL.

    Fica assegurada aos auxiliares em radiologia portadores de deficincia visual a

    readaptao profissional, no caso de digitalizao dos servios, sem prejuzo de seus

    salrios e benefcios.

    Estabilidade de Retorno de Frias de 30(trinta) dias.

    _______________________________________________________________

    CLUSULAS DE SADE

    Clusula 56a. - DA GARANTIA DE ESTABILIDADE DO EMPREGADO QUE

    RETORNA DO AUXILIO - DOENA.

    Garante-se de 90 (noventa) dias de estabilidade ao empregado que retorna do auxlio-

    doena, desde que o afastamento tenha sido por prazo superior a 15 (quinze) dias.

    Clusula 57 - DOS VENCIMENTOS DO EMPREGADO AFASTADO POR

    AUXLIO-DOENA.

    Para o empregado afastado que, porventura, receber pelo INSS salrio abaixo do piso

    da categoria, a empresa dever complementar o pagamento at atingir o piso.

    Clusula 58a. - DA GARANTIA DE ESTABILIDADE DO EMPREGADO VTIMA

    DE ACIDENTE DO TRABALHO.

    Garante-se estabilidade de 12 meses aos empregados que forem vitimados por acidente

    do trabalho, em conformidade com o artigo 118 da Lei n 8.213/91.

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    Clusula 59a. - DO APROVEITAMENTO DO EMPREGADO VITIMADO POR

    ACIDENTE DO TRABALHO OU POR MOLSTIA PROFISSIONAL.

    Durante a vigncia da presente conveno os empregadores aproveitaro, em funo

    readaptada e sem prejuzos nos vencimentos, os empregados que, de qualquer forma,

    estejam incapacitados para o exerccio normal de suas funes, em razo de acidente

    tpico de trabalho ou molstia profissional, desde que autorizado pelo rgo competente

    da Previdncia Social.

    Clusula 60a. DA GARANTIA DE EMPREGO GESTANTE.

    As empregadas gestantes gozaro de estabilidade provisria desde a concepo at

    sessenta dias aps o retorno da licena maternidade.

    Clusula 61a. - DO AFASTAMENTO DA FONTE DE RADIAES IONIZANTES.

    As empresas afastaro da fonte de Radiaes Ionizantes a empregada que confirmar o

    estado de gestao atravs de exames mdicos, readaptando-a para outras funes, sem

    prejuzos dos vencimentos, incluindo o adicional de insalubridade e sem alterao na

    carga horria, protegendo assim o feto dos perigos inerentes s radiaes ionizantes,

    sendo assegurado gestante a mesma remunerao da ativa.

    Clusula 62. DO DIREITO AO HORRIO DE AMAMENTAO.

    a) Os empregadores que tenham entre seus empregados mais de 30 (trinta) mulheres com

    idade acima de 16 anos, mantero, no local de trabalho, um local apropriado (berrio)

    para crianas no perodo de amamentao.

    b) garantido s mulheres, no perodo de amamentao, o recebimento de salrio sem

    prestao de servios, quando o empregador no cumprir com as determinaes

    estabelecidas no item a.

    c) Para amamentar o prprio filho, at que este complete 6 (seis) meses de idade, a mulher

    ter direito, durante a jornada de trabalho, a 4 (quatro) descansos especiais, de meia

    hora cada um.

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    d) Quando a sade do filho exigir, o perodo de 6 (seis) meses poder ser dilatado a pedido

    do mdico da criana. (art. 396 da CLT estabelece 2 intervalos)

    Clusula 63 DA LICENA MATERNIDADE.

    Por ocasio de gestao fica assegurado s tecnlogos, tcnicas e auxiliares em

    radiologia licena maternidade pelo perodo de 180 dias.

    Clusula 64. DA LICENA PATERNIDADE

    As empresas concedero a licena paternidade pelo perodo de 10 (Dez) dias aps o

    nascimento de seu filho (a) sem prejuzo da remunerao ou de 120 (Cento e vinte) dias

    nos casos em que houver o falecimento da genitora durante ou aps o parto, sem prejuzo

    da remunerao.

    Clusula 65. DO AUXLIO FUNERAL

    No caso de falecimento do empregado, o empregador pagar famlia do mesmo, o

    equivalente a 1,5 (um e meio) remunerao mensal, sendo que, se motivada a morte por

    acidente de trabalho ou molstia profissional, o pagamento ser em dobro. Tais

    pagamentos sero efetuados independentemente das verbas remanescentes devidas.

    Pargrafo nico As empresas que oferecerem seguro de vida aos seus funcionrios,

    em condies mais vantajosas, ficam desobrigadas de cumprir o beneficio acima

    estabelecido.

    Clusula 66 DA PROTEO AOS PACIENTES

    As empresas se comprometero a manter equipamentos de proteo ao paciente, bem

    como equipamentos que garantam estas condies, tais como: aparelhos equipados com

    colimadores e paredes vedadas por chumbo ou concreto, portas plumbferas visando a

    proteo externa sala de exame onde transitam outros funcionrios, acompanhantes e

    outros pacientes e salas de espera monitoradas por dosmetro, distantes no mnimo de 10

    metros da sala de exames e que todos os exames sejam realizados por Tcnicos em

    Radiologia habilitados junto ao Conselho Profissional.

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    Clusula 67. - DOS ATESTADOS MDICOS E ODONTOLGICOS.

    Os empregadores devero aceitar os atestados mdicos e odontolgicos passados

    facultativos do Sindicato Profissional, desde que mantenham convnio com o SUS.

    Clusula 68. - DO FORNECIMENTO DE REMDIOS.

    Os estabelecimentos de sade, mediante a apresentao de receita mdica, fornecero, a

    preo de custo, os remdios a seus empregados e dependentes diretos.

    Clusula 69 - DO PLANO DE SADE EM GRUPO

    As empresas descontaro de seus funcionrios uma quantia, definida em assemblia,

    para o custeio do plano de sade, atendendo seus filhos e cnjuge.

    Pargrafo primeiro: O Sindicato profissional participar da assemblia para escolha do

    plano e definio das condies do mesmo.

    Pargrafo segundo: O plano de sade deve cobrir os afastamentos ou licenas por

    acidente de trabalho.

    Clusula 70 DA ASSISTNCIA HOSPITALAR.

    Os estabelecimentos de sade concedero a todos os seus empregados, no mbito de suas

    especialidades e em suas dependncias, assistncia hospitalar gratuita, com direito a

    quarto simples nos casos de internao.

    Clusula 71. DOS EXAMES DE ADMISSO.

    Os empregadores custearo os exames mdicos para admisso e dispensa de seus

    empregados, na forma da lei.

    Clusula 72a. - DOS EXAMES PERIDICOS

    a) Fica garantida aos empregados a emisso de laudo do exame peridico hemograma

    - e contagem de plaquetas na admisso e semestralmente, conforme redao dada pela

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    Portaria n.19 de abril de 1998, constante da NR-7 (Norma Regulamentadora n. 7),

    exame este que poder ser executado pelo SINTARESP e nas dependncias deste.

    b) Fica garantido s funcionrias com mais de 35 anos 1 (um) exame de mamografia a

    cada 12 (doze) meses, cujo dia de exame no poder ser descontado.

    c) Fica garantido aos empregados realizarem exames de prstata peridicos, a partir

    dos 40 (quarenta) anos de idade, tendo em vista incidncia de radiao ionizante, cujo

    dia de exame no poder ser descontado.

    Clusula 73a. DO TRATAMENTO ODONTOLGICO

    Fica garantido aos empregados que iniciem tratamento de sade bucal, semestralmente,

    fornecido pelo sindicato da classe, acompanhado de laudo documental de profissional da

    rea, a todos os associados da Entidade.

    CLUSULAS SINDICAIS

    Clusula 74a. - DA CONTRIBUIO ASSISTENCIAL.

    Fica assegurado o desconto de 4% (quatro por cento) sobre a remunerao (salrio

    somado com todos os adicionais) a ttulo de Contribuio Assistencial para todos os

    trabalhadores sindicalizados ou no da base do Sindicato dos Tecnlogos, Tcnicos e

    Auxiliares em Radiologia no Estado de So Paulo, para a manuteno das atividades do

    sindicato, proposto e aprovado pelas Assemblias Gerais da Categoria., respeitado o

    direito de oposio do empregado, no prazo de 10 (dez) dias, a contar da data da

    assinatura da presente Conveno Coletiva de Trabalho, devendo o empregador

    repassar ao Sindicato, em uma nica parcela, no prazo de 60 dias aps a assinatura do

    acordo coletivo, protocolizando junto ao Sindicato, em igual prazo, uma copia do

    comprovante de pagamento juntamente com a relao dos referidos descontos de cada

    empregado, ou seja, dever a empresa protocolizar no sindicato os comprovantes de

    pagamento com a listagem de seus funcionrios com a respectiva descrio das

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    remuneraes de cada um, incluindo o adicional de insalubridade, horas extras entre

    outros direitos.

    CLT

    Art. 513. So prerrogativas dos sindicatos:

    (...)

    e) impor contribuies a todos aqueles que participam das categorias econmicas

    ou profissionais ou das profisses liberais representadas.

    (...)

    Art. 545. Os empregadores ficam obrigados a descontar em folha de pagamento

    dos seus empregados, desde que por eles devidamente autorizados, as

    contribuies devidas ao sindicato, quando por estes notificados, salvo quanto

    contribuio sindical, cujo desconto independe dessas formalidades.

    Pargrafo nico. O recolhimento entidade sindical beneficiria do importe

    descontado dever ser feito at o 10 (dcimo) dia subsequente ao do desconto, sob

    pena de juros de mora no valor de 10% (dez por cento) sobre o montante retido,

    sem prejuzo da multa prevista no artigo 553, e das cominaes penais relativas

    apropriao indbita.

    Clusula 75a. - DA CONTRIBUIO SINDICAL

    At 30 Maro de cada ano os empregadores devero reter de seus trabalhadores,

    sindicalizados ou no ao Sindicato dos Empregados Tecnlogos, Tcnicos e Auxiliares e

    Diagnsticos por Imagens e Terapia em Radiologia no Estado de So Paulo, 1/30 a ser

    calculado sobre a remunerao mensal (salrio acrescido de todos os adicionais e

    gratificaes). Por tratar-se de tributo no h direito de oposio do trabalhador. As

    cpias referentes ao desconto da Contribuio Sindical devero ser protocoladas no

    Sindicato, juntamente com a relao dos referidos descontos, de cada empregado, ou

    seja, dever a empresa protocolizar no sindicato os comprovantes de pagamento com a

    listagem de seus funcionrios com a respectiva descrio das remuneraes de cada

    um, incluindo o adicional de insalubridade, horas extras entre outros direitos.

    Clusula 76a. - DO ATRASO NO PAGAMENTO DA MENSALIDADE SINDICAL.

  • SEDE SO PAULO Rua Demini, 471, Vila Matilde, So Paulo PABX: (11) 3804-9283

    CNPJ (MF) 59.950.410/0001-46 Site: www.sintaresp.com.br

    O empregador dever repassar ao sindicato beneficirio os valores referentes ao

    desconto das mensalidades sindicais no prazo mximo de 05 (Cinco) dias teis a partir

    da data do vencimento. Em caso de descumprimento destas, os mesmos sero multados

    no percentual de 20% (vinte por cento) sobre o valor a ser repassado.

    Clusula 77. DA REPRESENTAO.

    Nas empresas com mais de 10 (dez) empregados, ser assegurada eleio direta de um

    representante, com as garantias do artigo 543 da CLT e seus pargrafos, desde que seja

    ele tecnlogo, tcnico ou auxiliar em radiologia.

    Clusula 78. - DO QUADRO DE AVISO.

    Os estabelecimentos de sade mantero quadro de aviso onde devero ser afixados os

    editais e outros comunicados do sindicato e de interesse da categoria.

    Clusula 79. - DO FERIADO DA CATEGORIA.

    Ser considerado feriado para a categoria o dia 08 de Novembro, data em que se

    comemora o "dia do tcnico em radiologia", na base territorial abrangida pelo

    Suscitante, resguardada a prestao de servios, conforme escala prvia elaborada pela

    Administrao da empresa, salvaguardando ao empregado que prestar servio nesse dia

    o direito de compensao, ou de receber as horas trabalhadas como extras. As empresas

    que no concederem o feriado no dia 08 de novembro devero faz-lo at 31.12.2015.

    Clusula 80a. - DO AFASTAMENTO DO DIRIGENTE SINDICAL PARA

    CUMPRIMENTO DE MANDATO.

    Os empregadores liberaro os seus empregados bem como garantiro seus empregos

    para cumprimento de mandato sindical nos termos da Lei (art. 8, VIII da CF de 1988),

    em perodo integral, sem prejuzo dos vencimentos e demais benefcios, como se em

    servio estivessem, sendo os mesmos contemplados com todos os reajustes e aumentos

    salariais, inclusive novos benefcios que a categoria venha a conquistar.

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    Clusula 81. DO RECONHECIMENTO DA ESTABILIDADE SINDICAL E DO

    LIVRE ACESSO DE DIRIGENTE SINDICAL AO LOCAL DE TRABALHO.

    As partes signatrias reconhecem a estabilidade dos dirigentes sindicais nos termos do

    art. 8, VIII da CF de 1988, bem como as normas do estatuto social da entidade.

    Fica assegurado o livre acesso do Dirigente Sindical ao local de trabalho dos

    trabalhadores contemplados por esta conveno coletiva de trabalho, para reunies e

    distribuio do rgo informativo da categoria.

    Clusula 82. DO DIREITO REALIZAO DE CONGRESSOS E LIVRE

    ORGANIZAO DOS TRABALHADORES.

    Fica assegurado o direito a realizao de Congressos e outros encontros da categoria,

    bem como a substituio de Dirigentes Sindicais, em caso de vacncia por morte,

    abandono ou desligamento, garantida, ao () Dirigente Substituto (a), a mesma

    estabilidade do (a) anterior.

    Clusula 83. DA MULTA.

    Em caso de descumprimento de quaisquer das obrigaes previstas na presente

    conveno, a parte infratora pagar ao prejudicado multa de 10% (dez por cento) do

    piso da categoria, exceo feita s clusulas que contenham multa especfica.

    Clusula 84. - MULTA INDENIZATRIA POR DISPENSA EM DATA- BASE.

    O empregado dispensado, sem justa causa, no perodo de 30 (trinta) dias que antecede a

    data de sua correo salarial (data-base), ter direito indenizao adicional

    equivalente a um salrio mensal percebido pelo funcionrio, seja ele optante ou no pelo

    Fundo da Garantia do Tempo de Servio FGTS, conforme Lei N 7238/84.

    Clusula 85. VALORIZAO PROFISSIONAL.

    Fica acordado que a superviso do setor de diagnstico por imagem dever ser exercida

    unicamente por tecnlogo em radiologia e na ausncia deste um tcnico em radiologia,

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    sendo vedada a contratao de outros profissionais para o exerccio das tcnicas

    elencadas no artigo 1 da lei n 7394/85.

    Clusula 86. DA VIGNCIA.

    A presente Conveno Coletiva ter vigncia por 01 (um) ano, a partir de 01/05/2014,

    com trmino em 30/04/2015.