O SUBSDIO DE DESEMPREGO NO FINANCIAMENTO DA .T­tulo da Disserta§£o: O Subs­dio de Desemprego

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  • O SUBSDIO DE DESEMPREGO NO FINANCIAMENTO DA

    SEGURANA SOCIAL

    John Lopes Nogueira

    Dissertao apresentada ao Instituto Politcnico de Viana do Castelo para obteno do Grau de Mestre em Contabilidade e Finanas

    Orientador: Professor Doutor Joo Paulo Vieito

    Coorientador: Mestre Nuno Miguel da Cruz Domingues

    Viana do Castelo, dezembro, 2012

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    O SUBSDIO DE DESEMPREGO NO FINANCIAMENTO DA

    SEGURANA SOCIAL

    John Lopes Nogueira

    Orientador: Professor Doutor Joo Paulo Vieito

    Coorientador: Mestre Nuno Miguel da Cruz Domingues

    Viana do Castelo, dezembro, 2012

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    DECLARAO DO AUTOR

    Nome: John Lopes Nogueira

    Endereo eletrnico: nogueira.john@gmail.com

    Ttulo da Dissertao: O Subsdio de Desemprego no financiamento da Segurana Social

    Orientador: Professor Doutor Joo Paulo Vieito

    Coorientador: Mestre Nuno Miguel da Cruz Domingues

    Ano de concluso: 2012

    Designao do curso de Mestrado: Contabilidade e Finanas

    AUTORIZADA A REPRODUO PARCIAL OU INTEGRAL DESTA

    TESE/TRABALHO APENAS PARA EFEITOS DE INVESTIGAO, MEDIANTE

    DECLARAO ESCRITA DO INTERESSADO, QUE A TAL SE COMPROMETE.

    Escola Superior de Tecnologia e Gesto de Viana do Castelo, 21 de dezembro de 2012

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    minha filha Beatriz.

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    Agradecimentos

    Ao Professor Doutor Joo Paulo Vieito e ao Mestre Nuno Domingues, pelo empenho, o excelente

    estmulo e a permanente disponibilidade no acompanhamento dos trabalhos, to imprescindveis

    para concretizar esta dissertao.

    minha esposa, Filomena Fernandes e minha filha Beatriz a quem deixo aqui um

    reconhecimento pblico pelo tempo e dedicao que lhes retirei durante o perodo de tempo em

    que estive a redigir esta dissertao.

    minha famlia, meus pais e irm, que foram peas importantes no apoio ao desenvolvimento

    desta dissertao.

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    Resumo

    A Segurana Social, financiada por um sistema de repartio, que se baseia essencialmente na

    solidariedade institucional entre geraes assenta num modelo em que os fluxos financeiros so

    geridos pela transferncia das contribuies dos trabalhadores para financiamento das prestaes

    sociais dos indivduos que no esto em pleno exerccio da sua atividade como o caso dos

    desempregados e pensionistas. Este sistema financiado por repartio um eixo de bem estar

    acrescido.

    Ao longo dos ltimos anos, tem sido crescente a responsabilidade do Estado no financiamento das

    prestaes de carter no contributivo e de outras de natureza redistributiva.

    No atual contexto, o nosso quadro financeiro centra-se cada vez mais na conteno do

    crescimento da despesa pblica, razo pela qual frequentemente contestada a sustentabilidade

    futura da Segurana Social e a necessidade de empreender reformas no atual sistema, de forma a

    encontrar solues.

    Estudos recentes sobre a sustentabilidade da Segurana Social vm demonstrar que o Subsdio

    de Desemprego representa uma das maiores percentagens na despesa corrente da Segurana

    Social, logo a seguir s penses, o que tem vindo a reforar o princpio da contributividade.

    Nesta dissertao prope-se a aplicao de um modelo de tributao do Subsdio de Desemprego

    em Portugal, contribuindo assim para o equilbrio das contas da Segurana Social, tributao esta

    que j uma realidade em alguns pases da Europa, como o caso de Espanha e Frana.

    Trata-se, contudo, de uma projeo que tenta demonstrar que a receita gerada pela tributao

    deste subsdio pode contribuir para a criao de um modelo mais justo para aqueles que

    efetivamente trabalham, criando simultaneamente uma dinmica de empregabilidade, atravs da

    implementao de polticas ativas de emprego, assim como garantindo a estabilidade necessria

    para que a Segurana Social seja sustentvel num mdio e longo prazo.

    Palavra chaves: Segurana Social, Sustentabilidade, Subsdio de Desemprego, Imposto sobre o

    rendimento de pessoas singulares

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    Abstract

    The Social Security, financed by an allocation system, which is based primarily on institutional

    solidarity between generations, relies on a model in which financial flows are managed by the

    transfer of active workers contributions to finance social benefits of individuals who are not in full

    exercise of their activity as in the case of the unemployed and pensioners. This allocation system is

    an axis of increased well-being.

    The state's responsibility in the financing of non-contributory benefits and other redistributive

    services has been increasing over recent years.

    In the current context, our financial framework focuses increasingly on restraining the growth of

    public spending, which is why the future sustainability of Social Security and the need for reforms in

    the current system are often challenged, in order to find solutions.

    Recent studies on the sustainability of Social Security have shown that unemployment benefits are

    responsible for one of the largest percentage of Social Securitys current expenditure, just after

    pensions, thus strengthening the principle of contribution.

    This thesis proposes the application of a model of taxation of unemployment benefits, thus

    contributing to the balance of the Social Security accounts, which already happens in some

    European countries, such as Spain or France.

    It is however a projection, which attempts to show that the revenue generated by taxation may

    contribute to the creation of a fairer model for those that work effectively, while creating a dynamic

    employability, through the implementation of active employment policies as well as ensuring the

    necessary dynamics to maintain the Social Security sustainable much longer.

    Key Words: Social Security, Sustainability, Unemployment Benefits, Personal Income Tax

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    Trabalho apresentado Escola Superior de Tecnologia e Gesto do IPVC como

    parte dos requisitos para obteno do grau de Mestre do Curso Contabilidade e

    Finanas

    ndice

    RESUMO .................................................................................................................................................... XI

    ABSTRACT ................................................................................................................................................ XIII

    LISTA DE ABREVIATURAS ......................................................................................................................... XIX

    INTRODUO ............................................................................................................................................. 1

    CAPTULO I SISTEMA DA SEGURANA SOCIAL (REVISO DA LITERATURA) ............................................... 4

    CAPTULO II O SISTEMA DE SEGURANA SOCIAL .................................................................................... 10

    INTRODUO ....................................................................................................................................................... 10

    2.1 ENQUADRAMENTO HISTRICO ........................................................................................................................... 10

    2.2 CONCEITO DE SEGURANA SOCIAL ..................................................................................................................... 12

    2.3 O ATUAL MODELO DE FINANCIAMENTO DA SEGURANA SOCIAL: A REDISTRIBUIO DA RIQUEZA .................................... 13

    2.4 MODELOS DE FINANCIAMENTO: REPARTIO E CAPITALIZAO ............................................................................... 15

    CAPTULO III INSUSTENTABILIDADE DO SISTEMA DA SEGURANA SOCIAL............................................. 19

    INTRODUO ....................................................................................................................................................... 19

    3.1 CRISE FINANCEIRA E EUROPA SOCIAL .................................................................................................................. 19

    3.2 AMEAAS DA SEGURANA SOCIAL...................................................................................................................... 21

    3.3 O PROBLEMA DEMOGRFICO ............................................................................................................................ 30

    3.4 A TRIBUTAO DAS REFORMAS .......................................................................................................................... 33

    3.5 EVOLUO DA DESPESA DA SEGURANA SOCIAL ................................................................................................... 34

    CAPITULO IV- MERCADO DE TRABALHO E DESEMPREGO .......................................................................... 39

    INTRODUO ....................................................................................................................................................... 39

    4.1 CARACTERIZAO DO EMPREGO ........................................................................................................................ 40

    CAPITULO V- SUBSDIO DE DESEMPREGO ................................................................................................. 46

    INTRODUO ...................................................................................................