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O universo do engenheiro

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    FederaoNacional dos

    Engenheiros

    O universodo engenheiro

    1 edio Setembro 2009

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    O universodo engenheiro

    FNE (Federao Nacional dosEngenheiros) Gesto 2007-2010

    PresidenteMurilo Celso de Campos Pinheiro

    Vice-presidenteMaria de Ftima Ribeiro C

    Diretor financeiroCarlos Bastos Abraham

    Diretor administrativoAntnio Florentino de Souza Filho

    Diretor de Planej. Rel. InternasAugusto Cesar de Freitas Barros

    Diretor de Rel. InterinstitucionaisAntnio No Carvalho de Farias

    Diretor operacionalFlvio Jos A. de Oliveira Brzida

    Caep (Comisso de Assuntosdo Exerccio Profissional)

    Coordenao-geralJos Ailton Ferreira Pacheco

    Secretaria ExecutivaRonildo Divino de Menezes

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    FederaoNacional dos

    EngenheirosDiretor Regional Norte

    Sebastio Aguiar da Fonseca Dias

    Diretor Regional NordesteJos Ailton Ferreira Pacheco

    Diretor Regional Centro-OesteCludio Henrique Bezerra Azevedo

    Diretor Regional SudesteClarice Maria de Aquino Soraggi

    Diretor Regional SulJos Carlos Ferreira Rauen

    Diretor titular repr. na CNTU (ConfederaoNacional dos Trabalhadores Liberais

    Universitrios Regulamentados)Jos Luiz Lins dos Santos

    Diretor suplente repr. na CNTUSebastio Aguiar da Fonseca Dias

    Conselheiros fiscais efetivosLuiz Benedito de Lima Neto

    Agenor Aguiar Teixeira JaguarArthur Chinzarian

    Conselheiros fiscais suplentesFrancisco Regis Carneiro de Andrade

    Manoel Ferreira da Conceio Neto

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    O universodo engenheiro

    Expediente

    Pesquisa e redaoLourdes Silva

    EdioRita Casaro

    RevisoSoraya Misleh

    CoordenaoJayme Nunes

    Projeto grfico e diagramaoEliel Almeida

    Coordenao grficaAntonio Valentim Hernandes

    Tiragem20 mil exemplares

    ImpressoGrfica do SEESP

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    FederaoNacional dos

    Engenheiros

    O universo doengenheiro

    Profissional da rea tecnolgica,trabalhador e cidado, o engenheiro

    se insere na sociedade por meiode diversas instituies, como

    as confederaes, federaes,sindicatos, associaes de classe

    e o Sistema Confea/Creas/Mtua.Em relao a cada uma,

    ele tem direitos e deveresespecficos que precisa conhecer.

    Nas pginas a seguir,um rpido panorama desse

    universo do engenheiro.

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    O universodo engenheiro

    Confederao

    A CNTU (ConfederaoNacional dos TrabalhadoresLiberais UniversitriosRegulamentados), formadapela FNE (Federao Nacionaldos Engenheiros) e outrasfederaes de categoriasde nvel superior, um rgode maior instncia em nvelnacional na defesa dosdireitos desses profissionais,pelo desenvolvimentosocioeconmico brasileiro,pela democracia e ofortalecimento do movimentosindical. Constitui-se no espaopara o debate das questesnacionais e internacionais,de proposies sociedadee de solidariedade classe trabalhadora.

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    FederaoNacional dos

    Engenheiros

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    FederaoNacional dos

    EngenheirosFederao

    Fundada em 25 de fevereiro de1964, a FNE (Federao

    Nacional dos Engenheiros) composta por 18 sindicatosestaduais, aos quais esto

    ligados cerca de 400 milprofissionais. Foi constituda

    com o objetivo de representarnacionalmente a categoria,

    atuando na coordenao,defesa e representao dos

    engenheiros por meio dasentidades a ela filiadas. Almda luta por seus direitos, atuatambm em prol de melhores

    condies de vida e trabalho edo fortalecimento da

    democracia e suas instituies.Tem ainda como bandeira a

    luta pelo desenvolvimentosustentvel do Pas, com

    incluso social.

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    O universodo engenheiro

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    O universodo engenheiro Sindicato

    a entidade de classeresponsvel pela defesa doengenheiro como empregado,autnomo e at empregador(empresrio), sendo o legtimorepresentante da categoria,conforme previsto na ConstituioFederal: ao sindicatocabe a defesa dos direitos einteresses coletivos ouindividuais da categoria querepresenta, inclusive emquestes judiciais ouadministrativas. Define aindaque obrigatria aparticipao dos sindicatos nasnegociaes coletivas detrabalho, bem como nasindividuais, inclusive atravs demandado de seguranacoletivo. Em cada estado doBrasil, os sindicatos dos

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    FederaoNacional dos

    Engenheirosengenheiros defendem, alm

    do emprego, ganhos salariais emelhores condies de

    trabalho, o cumprimento dopiso da categoria, estabelecidopela Lei Federal n 4.950-A/66,

    que determina o salrio mnimoprofissional, e o direito

    atualizao e reciclagemtecnolgica. Aos associados,

    oferece benefcios como planode sade e odontolgico,

    assistncia mdica e jurdicatrabalhista, assessoria

    previdenciria e convnios.Sindicatos-cidados por

    excelncia, essas entidadestambm militam pelo

    desenvolvimento socioeconmico,com melhores condies de vidada populao, notadamente por

    meio do aprimoramento nainfraestrutura nacional nas reas

    de saneamento e meio ambiente,habitao, energia e transporte.

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    O universodo engenheiro Contribuies

    Associativa: Os associadosaos sindicatos colaboram coma existncia das entidadesatravs da taxa de anuidadeou mensalidade, o que asfortalece para que continuematuando em prol da categoria,por mais postos de trabalho,qualificao profissional,desenvolvimento daengenharia nacional, justiasocial, tica na administraopblica. Propicia tambma manuteno e ampliaode seus servios.

    Sindical: Todo trabalhador,sindicalizado ou no, obrigado a recolher,anualmente, a ContribuioSindical, prevista nos artigos578 a 591 da CLT (Consolidaodas Leis do Trabalho). Aos

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    Engenheiros

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    FederaoNacional dos

    Engenheirosvinculados a um contrato de

    trabalho, o valor corresponde remunerao de um diade trabalho, mas, por no

    deixar de ser um profissionalliberal, poder optar por

    recolher at 28 de fevereiro decada ano, atravs da GRCS

    (Guia de Recolhimento deContribuio Sindical), um valor

    que corresponde a 1/30do salrio mnimo profissional

    (Lei n 4.950-A/66), que omesmo a ser recolhido por

    profissionais autnomos.O tributo distribudo entre

    sindicatos, federaes,confederao e Conta

    Especial Emprego e Salrioadministrada pelo MTE

    (Ministrio do Trabalho eEmprego). O recurso utilizado

    pelas entidades para custearatividades como as campanhas

    salariais. A parcela destinada

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    O universodo engenheiro

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    O universodo engenheiro ao Governo integra os

    recursos do FAT (Fundo deAmparo ao Trabalhador).

    Confederativa ou Assistencial:Tambm prevista naConstituio e na CLT,a Contribuio Confederativaou Assistencial destina-se ao sindical e seu valordeve ser fixado em assembleiageral da categoria, ficandoregistrado nos acordos ouconvenes coletivas.

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    FederaoNacional dos

    EngenheirosAssociao

    de classe

    considerada pessoa jurdicade direito privado, regida

    pelos artigos 53 a 61 doCdigo Civil. responsvel por

    congregar profissionais dedeterminada rea, visando

    atualizao e aprimoramentoprofissional, atravs de

    eventos, cursos, criao degrupos de trabalho por reas

    e outras atividades.Atua na divulgao da

    profisso, visando vagas nomercado de trabalho, discute

    problemas dos profissionais domesmo campo de ao,

    podendo se fazer ouvir pelasociedade. As associaes soprimordiais para o convvio dos

    profissionais e para aintegrao da categoria.

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    O universodo engenheiro Sistema Confea/

    Creas/Mtua

    O Confea (Conselho Federal deEngenharia, Arquitetura eAgronomia), uma autarquiafederal, a instncia superiorda fiscalizao eregulamentao do exerccioprofissional da engenharia, daarquitetura e da agronomia,regido pela Lei n 5.194/66.Abrange tambm osgegrafos, gelogos,meteorologistas, tecnlogosdessas modalidades, tcnicosindustriais e agrcolas e suasespecializaes, num total decentenas de ttulosprofissionais. Foi criado com oobjetivo de proteger asociedade em face do exerccioprofissional de determinadasatividades. um ente

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    FederaoNacional dos

    Engenheirosdescentralizado do Estado

    para o controle do exercciodas profisses, evitando que a

    populao corra risco.Tambm lhe compete emitir

    resolues para regulamentaras leis profissionais e

    estabelecer normas gerais deoperao para os Creas(Conselhos Regionais de

    Engenharia, Arquitetura eAgronomia) no Pas e decidir

    sobre recursos em processosjulgados pelas cmaras e

    plenrios dos Creas.Os conselhos tm jurisdioprpria em cada estado daUnio e so administrados

    pelos conselheiros regionaisque representam instituies

    de ensino, associaes esindicatos. Tm competnciapara normatizar, fiscalizar e

    aplicar a disciplinaprofissional, atravs da

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    O universodo engenheiro observncia dos postulados

    ticos de cada profisso, einstalar inspetoriasdesignando inspetoresescolhidos entre osprofissionais registrados e emdia com o conselho. Essas soincumbidas de aprimorar afiscalizao e prestar serviosde forma descentralizada.Ainda compete ao Creadesignar comisses ou gruposde trabalho, formados porconselheiros e membros dacomunidade profissional, paraestudar e conduzir assuntosde relevncia.A Mtua Caixa deAssistncia dos Profissionaisdos Creas uma sociedadecivil sem fins lucrativos, criadapelo Confea conformeestabelece o artigo 4 da LeiFederal n 6.496/77. Objetivaapoiar os profissionais do

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    Engenheiros

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    FederaoNacional dos

    EngenheirosSistema atravs de benefciossociais e reembols

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