Olericultura Orgânica

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  • FEDERAO DA AGRICULTURA DO ESTADO DE SO PAULOFbIO DE SALLES MEIRELLES

    Presidente

    AMAURI ELIAS XAVIERVice-Presidente

    EDUARDO DE MESQUITA

    Vice-Presidente

    JOS CANDOVice-Presidente

    MAURCIO LIMA VERDE GUIMARESVice-Presidente

    LENY PEREIRA SANTANNADiretor 1 Secretrio

    JOO AbRO FILHODiretor 2 Secretrio

    MANOEL ARTHUR b. DE MENDONADiretor 3 Secretrio

    LUIZ SUTTIDiretor 1 Tesoureiro

    IRINEU DE ANDRADE MONTEIRODiretor 2 Tesoureiro

    SIGEYUKI ISHIIDiretor 3 Tesoureiro

    SERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURALAdministrAo regionAl do estAdo de so PAulo

    FbIO DE SALLES MEIRELLESPresidente

    GERALDO GONTIJO RIbEIRORepresentante da Administrao Central

    bRAZ AGOSTINHO ALbERTINIPresidente da FETAESP

    EDUARDO DE MESQUITARepresentante do Segmento das Classes Produtoras

    AMAURI ELIAS XAVIERRepresentante do Segmento das Classes Produtoras

    VICENTE JOS ROCCOSuperintendente em exerccio

    SRGIO PERRONE RIbEIROCoordenador Geral Administrativo e Tcnico

  • SERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURALADMINISTRAO REGIONAL DO ESTADO DE SO PAULO

    So Paulo - abril de 2007

    OLERICULTURA ORgnICA

    Plantio

  • Federao da agricultura do estado de so Paulo

    IDEALIZAO Fbio de Salles MeirellesPresidente da FAESP e do SENAR-AR/SP

    SUPERVISO gERAL DO PROgRAMA OLERICULTURA ORgnICA Jair KaczinskiChefe da Diviso Tcnica do SENAR-AR/SP

    RESPOnSVEL TCnICOMarco Antonio de OliveiraDiviso Tcnica do SENAR-AR/SP

    AUTORESEduardo Mendoza Rodriguez - Engenheiro Agrnomo e Doutor em AgonomiaMarcelo Fabiano Sambiase - Produtor RuralMarco Antonio de Oliveira - Bilogo e Especialista em Gesto Ambiental do SENAR-AR/SP

    REVISO gRAMATICALAndr Pomorski Lorente

    REVISO TCnICASandro Secon - Tcnico em AgropecuriaSnia Masumi Yamamoto - Engenheira Agrnoma

    COLAbORADORESAntnio Emlio Gricoleto - Stio Roa da FarturaFabiano FaroccoFernando do Nascimento Loureno - AdministradorJos Geraldo Mendes - Stio Roa da FarturaJos Rodolfo Lopes de Toledo - InstrutorLirde Sene de Lu - Stio Mquina VelhaRaquel Sene de Lu - Stio Mquina VelhaRenato Sene de Lu - Stio Mquina VelhaRodrigo Sene de Lu - Stio Mquina VelhaRubiana Sene de Lu - Stio Mquina VelhaSindicato Rural de Monteiro LobatoSindicato Rural de So Bento do SapucaSindicato Rural de ItatibaSindicato Rural de JalesSindicato Rural de ApiaSindicato Rural de ItapevaSindicato Rural de ItuSindicato Rural de Votuporanga

    DIAgRAMAOThais Junqueira Franco - Diagramadora do SENAR-AR/SP

    Direitos Autorais: proibida a reproduo total ou parcial desta cartilha, e por qualquer processo, sem a expressa e prvia autorizao do SENAR-AR/SP.

    Material impresso no SENAR-AR/SP

  • servio NacioNal de aPreNdizagem rural admiNistrao regioNal do estado de so Paulo

    OSERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL - SENAR, criado em 23 de dezembro de 1991, pela Lei n 8.315 e, regulamentado em 10 de junho de 1992, como Entidade de personalidade jurdica de direito privado, sem fins lucrativos, teve a Administrao Regional do Estado de So Paulo criada em 21 de maio de 1993.

    Instalado no mesmo prdio da Federao da Agricultura do Estado de So Paulo - FAESP, o SENAR-AR/SP tem, como objetivo, organizar, administrar e executar, em todo o Estado de So Paulo, o ensino da Formao Profissional e da Promoo Social Rurais dos trabalhadores e pequenos produtores rurais que atuam na produo primria de origem animal e vegetal, na agroindstria, no extrativismo, no apoio e na prestao de servios rurais.

    Atendendo a um de seus principais objetivos, que o de elevar o nvel tcnico, social e econmico do Homem do Campo e, conseqentemente, a melhoria das suas condies de vida, o SENAR-AR/SP elaborou esta cartilha com o objetivo de proporcionar, aos trabalhadores e pequenos produtores rurais, um aprendizado simples e objetivo das prticas agro-silvo-pastoris e o uso correto das tecnologias mais apropriadas para o aumento da sua produo e produtividade.

    Acreditamos que esta cartilha, alm de ser um recurso de fundamental importncia para os trabalhadores e pequenos produtores, ser tambm, sem sombra de dvida, um importante instrumento para o sucesso da aprendizagem a que se prope esta Instituio.

    APRESENTAO

    Fbio de sAlles meirelles

    Presidente do Sistema FAESP - SENAR-AR/SP

    1 Vice-Presidente da Confederao da Agricultura e Pecuria do Brasil - CNA

  • Federao da agricultura do estado de so Paulo

    iNtroduo .....................................................................................................................................7

    i - iNstalar o viveiro ........................................................................................................................8

    1. escolha o local Para a coNstruo do viveiro .......................................................................8

    2. ideNtiFique os materiais ..........................................................................................................8

    3. coNstrua o viveiro ................................................................................................................9

    ii - PreParar o substrato ..............................................................................................................15

    1. escolha o local Para Fazer a mistura ..................................................................................16

    2. Forre o cho com um Plstico resisteNte ............................................................................16

    3. coloque os materiais No cho Forrado ................................................................................16

    4. misture os materiais ............................................................................................................16

    5. embale o substrato em sacos Plsticos ...............................................................................16

    iii - ProPagar as olercolas ..........................................................................................................17

    1. ProPague olercolas Por meio de semeNte ...........................................................................20

    iv - PreParar o local de PlaNtio ...................................................................................................25

    1. Faa a roada do terreNo ..................................................................................................26

    2. marque o Nvel do terreNo ..................................................................................................26

    3. marque o carreador ...........................................................................................................26

    4. PrePare os caNteiros maNualmeNte ......................................................................................26

    5. PrePare os caNteiros mecaNicameNte ...................................................................................28

    6. PrePare os sulcos ..............................................................................................................28

    7. PrePare as covas ................................................................................................................29

    8. PrePare as leiras ................................................................................................................29

    v - PlaNtio ...................................................................................................................................30

    1. Faa a semeadura em local deFiNitivo ...................................................................................30

    2. Faa o traNsPlaNte de mudas ...............................................................................................31

    bibliograFia ..................................................................................................................................34

    SUMRIO

  • servio NacioNal de aPreNdizagem rural admiNistrao regioNal do estado de so Paulo

    INTRODUO

    O plantio de olercolas, quando realizado de forma correta, proporciona as condies necessrias para o bom desenvolvimento da planta.

    O plantio pode ser feito em local definitivo, quando colocamos a semente diretamente no solo, seja em canteiros, covas ou leiras, ou ser em sementeiras ou viveiros, para posterior transplantio em local definitivo.

    A produo adequada de mudas de qualidade fator essencial para o xito na produo de olercolas em escala comercial. No entanto, a falta de conhecimento nessa rea muito grande por parte dos produtores, somando-se pouca disponibilidade de sementes e substratos certificados.

    Esta cartilha procura descrever, de forma simples, as operaes necessrias e essenciais para a capacitao dos trabalhadores rurais, tais como: a escolha do local e a construo do viveiro, o preparo do substrato, a semeadura e o manejo das mudas at ficarem no ponto de plantio e, finalmente, o preparo do local e o plantio definitivo. Procura, ainda, fornecer subsdios que auxiliem o trabalhador a desenvolver seu senso crtico e de observao, preservando a sade e a segurana, praticando assim uma agricultura menos agressiva ao meio ambiente e obtendo um produto mais saudvel.

  • Federao da agricultura do estado de so Paulo

    O viveiro de mudas ou casa de vegetao ou estufa o local, fechado ou no, onde sero colocadas as sementes para a germinao e desenvolvimento das mudas em bandejas, permitindo a circulao de pessoas em seu interior.

    O viveiro deve ter cobertura plstica e pode ser fechado nas laterais por plstico, tela de sombreamento ou outro tipo de tela.

    A vantagem da estufa um maior controle sobre a ao dos ventos, das chuvas e das altas e baixas temperaturas, garantindo