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Operador de Maquinas e Implementos Agricolas - Pronatec 2013

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  • Projeto Pedaggico do Curso

    de Formao Inicial e Continuada

    ou Qualificao Profissional em

    Operador de Mquinas

    e Implementos Agrcolas

    na modalidade presencial, no

    mbito do PRONATEC.

  • Projeto Pedaggico do Curso

    de Formao Inicial e Continuada ou

    Qualificao Profissional em

    Operador de Mquinas e

    Implementos Agrcolas

    na modalidade presencial, no mbito

    do PRONATEC

    Eixo Tecnolgico: Recursos Naturais

    Projeto aprovado pela Deliberao N 55/2013-CONSEPEX/IFRN, de 29/07/2013.

  • Belchior de Oliveira Rocha REITOR

    Jos de Ribamar Silva Oliveira PR-REITOR DE ENSINO

    Rgia Lcia Lopes PR-REITORA DE EXTENSO

    Jos Yvan Pereira Leite PR-REITOR DE PESQUISA

    COMISSO DE ELABORAO/SISTEMATIZAO Jonas de Oliveira Freire Renato Dantas Alencar

    COORDENAO PEDAGGICA Neuraci Martins da Silva Freire Ana Maria de Oliveira Castro

    REVISO TCNICO-PEDAGGICA Ana Lcia Pascoal Diniz Rejane Bezerra Barros

    COLABORAO Alberton Fagno Albino do Vale Ana Maria Cardoso de Oliveira

    Cleone Silva de Lima Danila Kelly Pereira Neri

    Ivickson Ricardo de Miranda Carvalho Renato Dantas Alencar

    Thaiza Mabelle de Vasconcelos Batista

    Kalliane Sibelli de Amorim Oliveira REVISO LINGUSTICO-TEXTUAL

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

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    SUMRIO

    APRESENTAO 5

    1. IDENTIFICAO DO CURSO 6

    2. JUSTIFICATIVA 6

    3. OBJETIVOS 7

    4. REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO 8

    5. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSO DO CURSO 8

    6. ORGANIZAO CURRICULAR 9

    6.1. ESTRUTURA CURRICULAR 10 6.2. DIRETRIZES PEDAGGICAS 12 6.3. INDICADORES METODOLGICOS 12

    7. CRITRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAO DA APRENDIZAGEM ERRO! INDICADOR NO DEFINIDO.

    8. CRITRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E DE CERTIFICAO DE CONHECIMENTOS 14

    9. INSTALAES E EQUIPAMENTOS 15

    10. PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TCNICO-ADMINISTRATIVO 15

    11. CERTIFICADOS 16

    REFERNCIAS 16

    ANEXO I PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS DO NCLEO FUNDAMENTAL 18

    ANEXO II PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS DO NCLEO ARTICULADOR 19

    ANEXO III PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS DO NCLEO TECNOLGICO 19

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

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    APRESENTAO

    O presente documento constitui o projeto pedaggico do Curso de Formao Inicial e

    Continuada (FIC) em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial. Este

    projeto pedaggico de curso se prope a contextualizar e a definir as diretrizes pedaggicas para o

    respectivo curso no mbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Tcnico e Emprego (PRONATEC),

    a ser ofertado no Instituto Federal do Rio Grande do Norte. O PRONATEC est fundamentado na Lei n

    12.513 de 26/10/2011. Trata-se de um conjunto de aes que visa apoiar a expanso, interiorizao e a

    democratizao da rede fsica de atendimento da educao profissional e tecnolgica, bem como

    contribuir para a melhoria da qualidade do ensino mdio pblico, por meio da articulao com a

    educao profissional e de formao inicial e continuada de trabalhadores.

    Consubstancia-se em uma proposta curricular baseada nos fundamentos filosficos da prtica

    educativa progressista e transformadora, nas bases legais da educao profissional e tecnolgica

    brasileira, explicitadas na LDB n 9.394/96 e atualizada pela Lei n 11.741/08, no Decreto CNE/CEB n

    5.154/2004, que regulamenta o 2 do Art. 36 e os Arts. 39 a 41 da LDB, e nos demais documentos

    oficiais que normatizam a Educao Profissional brasileira, mais especificamente a que se refere

    formao inicial e continuada ou qualificao profissional.

    Este curso de Formao Inicial e Continuada em Operador de Mquinas e Implementos

    Agrcolas, na modalidade presencial, aspira uma formao que permita a mudana de perspectiva de

    vida por parte do aluno; a compreenso das relaes que se estabelecem no mundo do qual ele faz

    parte; a ampliao de sua leitura de mundo e a participao efetiva nos processos sociais. (BRASIL,

    2009, p. 5). Dessa forma, almeja-se propiciar uma formao humana e integral em que o objetivo

    profissionalizante no tenha uma finalidade em si, nem seja orientado pelos interesses do mercado de

    trabalho, mas se constitui em uma possibilidade para a construo dos projetos de vida dos estudantes

    (FRIGOTTO, CIAVATTA e RAMOS, 2005).

    Este documento apresenta, portanto, os pressupostos tericos, metodolgicos e didtico-

    pedaggicos estruturantes da proposta do curso em consonncia com o Projeto Poltico-Pedaggico

    Institucional. Em todos os elementos estaro explicitados princpios, categorias e conceitos que

    materializaro o processo de ensino e de aprendizagem destinados a todos os envolvidos nesta prxis

    pedaggica.

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

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    1. IDENTIFICAO DO CURSO

    O presente documento constitui o projeto pedaggico do Curso de Formao Inicial e

    Continuada (FIC) em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial, no

    mbito do PRONATEC.

    2. JUSTIFICATIVA

    Em seu aspecto global, a formao inicial e continuada concebida como uma oferta educativa

    especfica da educao profissional e tecnolgica que favorece a qualificao, a requalificao e o

    desenvolvimento profissional de trabalhadores nos mais variados nveis de escolaridade e de formao.

    Centra-se em aes pedaggicas, de natureza terico-prtica, planejadas para atender a demandas

    socioeducacionais de formao e de qualificao profissional. Nesse sentido, consolida-se em iniciativas

    que visam formar, qualificar, requalificar e possibilitar tanto atualizao quanto aperfeioamento

    profissional a cidados em atividade produtiva ou no. Contemple-se, ainda, no rol dessas iniciativas,

    trazer de volta, ao ambiente formativo, pessoas que foram excludas dos processos educativos formais e

    que necessitam dessa ao educativa para dar continuidade aos estudos.

    Ancorada no conceito de politecnia e na perspectiva crtico-emancipatria, a formao inicial e

    continuada, ao se estabelecer no entrecruzamento dos eixos sociedade, cultura, trabalho, educao e

    cidadania, compromete-se com a elevao da escolaridade, sintonizando formao humana e formao

    profissional, com vistas aquisio de conhecimentos cientficos, tcnicos, tecnolgicos e tico-

    polticos, propcios ao desenvolvimento integral do sujeito.

    A partir da dcada de 90, com a publicao da atual Lei de Diretrizes e Bases da Educao (Lei n

    9.394/96), a educao profissional passou por diversas mudanas nos seus direcionamentos filosficos e

    pedaggicos, passa a ter um espao delimitado na prpria lei, configurando-se em uma modalidade da

    educao nacional. Mais recentemente, em 2008, as instituies federais de educao profissional,

    foram reestruturadas para se configurarem em uma rede nacional de instituies pblicas de EPT,

    denominando-se de Institutos Federais de Educao, Cincia e Tecnologia. Portanto, tem sido pauta da

    agenda de governo como uma poltica pblica dentro de um amplo projeto de expanso e interiorizao

    dessas instituies educativas.

    Nesse sentido, o IFRN ampliou sua atuao em diferentes municpios do estado do Rio Grande

    do Norte, com a oferta de cursos em diferentes reas profissionais, conforme as necessidades locais.

    No mbito do estado do Rio Grande do Norte, a oferta do Curso FIC em Operador de Mquinas

    e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial, aparece como uma opo de formao de

    profissionais qualificados para atuao nas diversas atividades desenvolvidas na propriedade agrcola. A

    escassez de mo de obra qualificada somada crescente demanda em nosso estado por este tipo de

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

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    profissional, principalmente com a implantao do Permetro Irrigado de Santa Cruz do Apodi justificam

    a implantao e a oferta do curso de formao inicial em Operador de Mquinas e Implementos

    Agrcolas.

    O uso de mquinas e implementos agrcolas vem se tornando cada vez mais importante na

    medida em que o setor de produo agropecurio se moderniza e evolui tecnologicamente. A atuao

    deste profissional est ligada otimizao do uso de mquinas e implementos agrcolas empregados no

    manejo dos solos, das sementes, no plantio direto, na semeadura, no cultivo, na aplicao de adubos e

    defensivos agrcolas, na colheita, e na conduo, pressurizao e distribuio de gua.

    Visando uma capacitao inicial de alunos com o Ensino Fundamental II incompleto, alunos que

    se encontrem em situao de vulnerabilidade social, pessoas de baixa renda ou fora do mercado de

    trabalho, o curso oferecido pelo IFRN, no mbito do PRONATEC visa proporcionar a esses alunos a

    capacidade de desenvolver atividades na rea de Agropecuria, de forma a possibilitar a insero no

    mercado de trabalho, atuando com desenvoltura nas atividades que lhe for designada.

    Nessa perspectiva, o IFRN prope-se a oferecer o curso de formao inicial e continuada em

    Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial, por entender que estar

    contribuindo para a elevao da qualidade dos servios prestados sociedade, qualificando este

    profissional, atravs de um processo de apropriao e de produo de conhecimentos cientficos e

    tecnolgicos, capaz de contribuir com a formao humana integral e com o desenvolvimento

    socioeconmico da regio articulado aos processos de democratizao e justia social.

    3. OBJETIVOS

    O Curso de Formao em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade

    presencial, tem como objetivo geral formar profissionais capazes de manejar as mquinas e os

    implementos utilizados nas operaes agropecurias, capacitando-os para a otimizao das atividades

    realizadas na propriedade rural, manuteno dos equipamentos e conservao dos recursos naturais.

    Os objetivos especficos do curso compreendem:

    formar profissionais para operar mquinas e implementos utilizados nas atividades

    agropecurias, identificando os sistemas de funcionamento e obedecendo s normas de

    segurana e manuteno;

    fornecer conhecimentos tericos e prticos para que o egresso do curso possa operar

    equipamentos microcontrolados utilizados nas atividades agropecurias.

    capacitar o aluno para executar as operaes agrcolas de forma racional e sustentvel,

    realizando a manuteno dos equipamentos e apoiando o desenvolvimento de tcnicas que

    otimizem a produo agropecuria.

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

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    4. REQUISITOS E FORMAS DE ACESSO

    O curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial, no

    mbito do Pronatec destinado a estudantes e/ou trabalhadores que tenham o Ensino Fundamental II

    incompleto.

    O acesso ao curso deve ser realizado por meio de processo de seleo, conveniado ou aberto ao

    pblico, para o primeiro mdulo do curso.

    5. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSO DO CURSO

    O estudante egresso do curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na

    modalidade presencial, deve ter demonstrado avanos na aquisio de seus conhecimentos bsicos,

    estando preparado para dar continuidade aos seus estudos. Do ponto de vista da qualificao

    profissional, deve estar qualificado para atuar nas atividades relativas rea do curso para que possa

    desempenhar, com autonomia, suas atribuies, com possibilidades de (re)insero positiva no mundo

    trabalho.

    Dessa forma, ao concluir a sua qualificao profissional, o egresso do curso em Operador de

    Mquinas e Implementos Agrcolas, dever demonstrar um perfil que lhe possibilite:

    ser capaz de operar mquinas e implementos agrcolas, otimizando as atividades

    agropecurias, obedecendo s normas de segurana e identificando os sistemas de

    funcionamento;

    realizar as operaes de preparo do solo, plantio, tratos culturais e colheita de forma

    racional e sustentvel, seguindo os princpios de conservao do solo;

    organizar os ambientes para abrigar as mquinas e implementos; e

    realizar a manuteno preventiva e conservao dos equipamentos.

    Alm das habilidades especficas da qualificao profissional, estes estudantes devem estar aptos a:

    adotar atitude tica no trabalho e no convvio social, compreendendo os processos de

    socializao humana em mbito coletivo e percebendo-se como agente social que intervm

    na realidade;

    saber trabalhar em equipe; e

    ter iniciativa, criatividade e responsabilidade.

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

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    6. ORGANIZAO CURRICULAR

    A organizao curricular deste curso considera a necessidade de proporcionar qualificao

    profissional em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas. Essa formao est comprometida

    com a formao humana integral uma vez que propicia ao educando uma qualificao laboral,

    relacionando currculo, trabalho e sociedade.

    Dessa forma, com base nos referenciais que estabelecem a organizao por eixos tecnolgicos,

    os cursos FIC do IFRN esto estruturados em ncleos politcnicos segundo a seguinte concepo:

    Ncleo fundamental: compreende conhecimentos de base cientfica do ensino

    fundamental ou do ensino mdio, indispensveis ao bom desempenho acadmico dos

    ingressantes, em funo dos requisitos do curso FIC.

    Ncleo articulador: compreende conhecimentos do ensino fundamental e da educao

    profissional, traduzidos em contedos de estreita articulao com o curso, por eixo

    tecnolgico, representando elementos expressivos para a integrao curricular. Pode

    contemplar bases cientficas gerais que aliceram suportes de uso geral tais como

    tecnologias de informao e comunicao, tecnologias de organizao, higiene e segurana

    no trabalho, noes bsicas sobre o sistema da produo social e relaes entre tecnologia,

    natureza, cultura, sociedade e trabalho.

    Ncleo tecnolgico: compreende conhecimentos de formao especfica, de acordo com o

    campo de conhecimentos do eixo tecnolgico, com a atuao profissional e as

    regulamentaes do exerccio da profisso. Deve contemplar outras disciplinas de

    qualificao profissional no contempladas no ncleo articulador.

    A Figura 1 apresenta a representao grfica do desenho e da organizao curricular dos cursos

    FIC de qualificao profissional, estruturados numa matriz curricular constituda por ncleos

    politcnicos, com fundamentos nos princpios da politcnica, da interdisciplinaridade e nos demais

    pressupostos do currculo integrado.

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

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    Figura 1 Representao grfica do desenho e da organizao curricular dos cursos FIC de qualificao profissional

    Convm esclarecer que o tempo mnimo de durao previsto, legalmente, para os cursos FIC

    estabelecido no Catlogo Nacional de Cursos FIC ou equivalente.

    6.1. ESTRUTURA CURRICULAR

    A matriz curricular do curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na

    modalidade presencial, est organizada por disciplinas em regime modular, com dez disciplinas

    distribudas em quatro mdulos, com uma carga-horria total de 160 horas. O Quadro 1 descreve a

    matriz curricular do curso, e os Anexos I a III apresentam as ementas e os programas das disciplinas.

    As disciplinas que compem a matriz curricular esto articuladas, fundamentadas na integrao

    curricular numa perspectiva interdisciplinar e orientadas pelos perfis profissionais de concluso,

    ensejando ao educando a formao de uma base de conhecimentos cientficos e tecnolgicos, bem

    como a aplicao de conhecimentos terico-prticos especficos de uma rea profissional, contribuindo

    para uma formao tcnico-humanstica.

    CURSO FIC DE QUALIFICAO PROFISSIONAL

    NCLEO FUNDAMENTAL Disciplinas de reviso do ensino fundamental ou

    mdio

    NCLEO ARTICULADOR Disciplinas de base

    cientfica e tecnolgica comuns aos eixos

    tecnolgicos e disciplinas de articulao e integrao

    NCLEO TECNOLGICO Disciplinas especficas do curso, no contempladas

    no ncleo articulador

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

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    Quadro 1 Matriz curricular do Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial.

    DISCIPLINAS

    Nmero de aulas semanal por mdulo Carga-horria

    total

    1

    2 3 4 Hora/ aula

    Hora

    Ncleo Fundamental

    Leitura e Produo de Texto 10 14 24 18

    Subtotal de carga-horria do ncleo fundamental

    10 14 24 18

    Ncleo Articulador

    Informtica Bsica 10 6 16 12

    Subtotal de carga-horria do ncleo articulador

    10 6 16 12

    Ncleo Tecnolgico

    Organizao de abrigos e segurana na operao de mquinas e implementos agrcolas

    12 12 9

    Introduo ao manejo e conservao do solo

    8 10 10 28 21

    Operao e manuteno preventiva de tratores agrcolas

    10 10 20 15

    Operao e regulagem de mquinas e implementos agrcolas utilizados no preparo do solo, plantio e transplantio

    10 10 8 28 21

    Operao e calibrao de mquinas e implementos utilizados em aplicao de defensivos agrcolas

    10 10 20 15

    Operao e regulagem de mquinas e implementos agrcolas utilizados na colheita

    12 12 24 18

    Operao de mquinas e equipamentos utilizados na agroindstria

    8 12 20 15

    Operao e programao de equipamentos de sistemas de irrigao e drenagem

    8 13 21 16

    Subtotal de carga-horria do ncleo tecnolgico

    0 0 20 20 20 20 20 20 20 20 13 173 130

    Total de carga-horria de disciplinas 20 20 20 20 20 20 20 20 20 20 13 213 160

    TOTAL DE CARGA-HORRIA DO CURSO 213 160

    Observao: A hora/aula considerada possui 60 min., de acordo com a Resoluo n. 023/2012-FNDE. Para a organizao do horrio de aulas com 45 min., deve-se considerar a equivalncia de 75% de 60 minutos.

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

    12

    6.2. DIRETRIZES PEDAGGICAS

    Este projeto pedaggico de curso deve ser o norteador do currculo no Curso FIC em Operador

    de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial. Caracteriza-se, portanto, como

    expresso coletiva, devendo ser avaliado peridica e sistematicamente pela comunidade escolar,

    apoiado por uma comisso avaliadora com competncia para a referida prtica pedaggica. Qualquer

    alterao deve ser vista sempre que se verificar, mediante avaliaes sistemticas anuais, defasagem

    entre perfil de concluso do curso, objetivos e organizao curricular frente s exigncias decorrentes

    das transformaes cientficas, tecnolgicas, sociais e culturais. Entretanto, as possveis alteraes

    podero ser efetivadas mediante solicitao aos conselhos competentes.

    Considera-se a aprendizagem como um processo de construo de conhecimento em que,

    partindo dos conhecimentos prvios dos alunos, os professores formatam estratgias de ensino de

    maneira a articular o conhecimento do senso comum e o conhecimento acadmico, permitindo aos

    alunos desenvolver suas percepes e convices acerca dos processos sociais e os do trabalho,

    construindo-se como cidados e profissionais responsveis.

    Assim, a avaliao da aprendizagem assume dimenses mais amplas, ultrapassando a

    perspectiva da mera aplicao de provas e testes para assumir uma prtica diagnstica e processual

    com nfase nos aspectos qualitativos.

    Nesse sentido, a gesto dos processos pedaggicos deste curso orienta-se pelos seguintes

    princpios:

    da aprendizagem e dos conhecimentos significativos;

    do respeito ao ser e aos saberes dos estudantes;

    da construo coletiva do conhecimento;

    da vinculao entre educao e trabalho;

    da interdisciplinaridade;

    da avaliao como processo.

    6.3. INDICADORES METODOLGICOS

    A metodologia um conjunto de procedimentos empregados para atingir os objetivos

    propostos. Respeitando-se a autonomia dos docentes na transposio didtica dos conhecimentos

    selecionados nos componentes curriculares, as metodologias de ensino pressupem procedimentos

    didtico-pedaggicos que auxiliem os alunos nas suas construes intelectuais, procedimentais e

    atitudinais, tais como:

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

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    elaborar e implementar o planejamento, o registro e a anlise das aulas e das atividades

    realizadas;

    problematizar o conhecimento, sem esquecer de considerar os diferentes ritmos de

    aprendizagens e a subjetividade do aluno, incentivando-o a pesquisar em diferentes fontes;

    contextualizar os conhecimentos, valorizando as experincias dos alunos, sem perder de

    vista a (re)construo dos saberes;

    elaborar materiais didticos adequados a serem trabalhados em aulas expositivas

    dialogadas e atividades em grupo;

    utilizar recursos tecnolgicos adequados ao pblico envolvido para subsidiar as atividades

    pedaggicas;

    disponibilizar apoio pedaggico para alunos que apresentarem dificuldades, visando

    melhoria contnua da aprendizagem;

    diversificar as atividades acadmicas, utilizando aulas expositivas dialogadas e interativas,

    desenvolvimento de projetos, aulas experimentais (em laboratrios), visitas tcnicas,

    seminrios, debates, atividades individuais e em grupo, exposio de filmes, grupos de

    estudos e outros;

    organizar o ambiente educativo de modo a articular mltiplas atividades voltadas s

    diversas dimenses de formao dos jovens e adultos, favorecendo a transformao das

    informaes em conhecimentos diante das situaes reais de vida.

    7. CRITRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAO DA APRENDIZAGEM

    Na avaliao da aprendizagem, como um processo contnuo e cumulativo, so assumidas as

    funes diagnstica, formativa e somativa, de forma integrada ao processo ensino e aprendizagem.

    Essas funes devem ser observadas como princpios orientadores para a tomada de conscincia das

    dificuldades, conquistas e possibilidades dos estudantes. Nessa perspectiva, a avaliao deve funcionar

    como instrumento colaborador na verificao da aprendizagem, levando em considerao o predomnio

    dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos.

    A avaliao concebida, portanto, como um diagnstico que orienta o (re)planejamento das

    atividades, que indica os caminhos para os avanos, como tambm que busca promover a interao

    social e o desenvolvimento cognitivo, cultural e socioafetivo dos estudantes.

    Para efeitos de aprovao para a concluso do curso, sero acatadas as normas vigentes na

    Organizao Didtica do IFRN. No desenvolvimento deste curso, a avaliao da aprendizagem e

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

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    desempenho escolar ser feita por componente curricular (podendo integrar mais de um componente),

    considerando aspectos de assiduidade e aproveitamento.

    A assiduidade diz respeito frequncia obrigatria, que ser de 75% (setenta e cinco) do

    conjunto de todas as disciplinas que compem a matriz curricular do curso. Refere-se ao percentual

    mnimo exigido de presena diria do estudante s aulas tericas e prticas, destinadas ao

    desenvolvimento de trabalhos escolares, exerccios de aplicao e realizao das demais metodologias

    do curso.

    O aproveitamento escolar avaliado atravs de acompanhamento contnuo e processual do

    estudante, com vista aos resultados alcanados por ele nas atividades avaliativas. Para efeitos de

    certificao, ser exigido do estudante o alcance da mdia 6,0 (seis) em cada disciplina, como mdia

    mnima para a obteno da concluso do curso.

    Em ateno diversidade, apresentam-se, como sugesto, os seguintes instrumentos de

    acompanhamento e avaliao da aprendizagem escolar:

    observao processual e registro das atividades;

    avaliaes escritas em grupo e individual;

    produo de portflios;

    relatos escritos e orais;

    relatrios de trabalhos e projetos desenvolvidos; e

    instrumentos especficos que possibilitem a autoavaliao (do docente e do estudante)

    Convm salientar que os critrios de verificao do desempenho acadmico, inclusive para

    efeitos de RECUPERAO dos estudantes nos componentes curriculares, so tratados pela Organizao

    Didtica do IFRN.

    8. CRITRIOS DE APROVEITAMENTO DE ESTUDOS E DE CERTIFICAO DE CONHECIMENTOS

    No mbito deste projeto pedaggico de curso, compreende-se o aproveitamento de estudos

    como a possibilidade de aproveitamento de disciplinas estudadas em outro curso de educao

    profissional tcnica de nvel mdio; e a certificao de conhecimentos como a possibilidade de

    certificao de saberes adquiridos atravs de experincias previamente vivenciadas, inclusive fora do

    ambiente escolar, com o fim de alcanar a dispensa de disciplinas integrantes da matriz curricular do

    curso, por meio de uma avaliao terica ou terico-prtica, conforme as caractersticas da disciplina.

    Os aspectos operacionais do aproveitamento de estudos e da certificao de conhecimentos,

    adquiridos atravs de experincias vivenciadas previamente ao incio do curso, so tratados pela

    Organizao Didtica do IFRN.

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

    15

    9. INSTALAES E EQUIPAMENTOS

    As instalaes disponveis para o curso devero conter: salas de aula, biblioteca, laboratrio de

    informtica, sala dos professores, banheiros e espao para prticas com as mquinas e implementos

    agrcolas.

    A biblioteca dever propiciar condies necessrias para que os educandos dominem a leitura,

    refletindo-a em sua escrita.

    Os docentes e alunos matriculados no curso tambm podero solicitar, por emprstimo, ttulos

    cadastrados na Biblioteca. Nessa situao, os usurios estaro submetidos s regras do Sistema de

    Biblioteca do IFRN.

    10. PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TCNICO-ADMINISTRATIVO

    Os Quadros 2 e 3 descrevem, respectivamente, o pessoal docente e tcnico-administrativo

    necessrio ao funcionamento do Curso, tomando por base o desenvolvimento simultneo de uma turma

    para cada perodo do curso, correspondente ao Quadro 1.

    Quadro 2 Pessoal docente necessrio ao funcionamento do curso.

    Descrio Qtde.

    Professor com licenciatura plena em Lngua Portuguesa 01

    Professor com graduao na rea de Informtica 01

    Professor com graduao em Agronomia e/ou Engenharia Agrcola ou Agronmica e/ou Zootecnia

    03

    Total de professores necessrios 05

    Quadro 3 Pessoal tcnico-administrativo necessrio ao funcionamento do curso.

    Descrio Qtde.

    Apoio Tcnico

    Profissional de nvel superior na rea de Pedagogia, para assessoria tcnico-pedaggica ao coordenador de curso e aos professores, no que diz respeito implementao das polticas educacionais da Instituio e o acompanhamento pedaggico do processo de ensino e aprendizagem.

    01

    Profissional tcnico de nvel mdio/intermedirio na rea de Informtica para manter, organizar e definir demandas dos laboratrios de apoio ao Curso.

    01

    Profissional tcnico de nvel mdio/intermedirio na rea de Agropecuria para manter, organizar e definir demandas dos laboratrios de apoio ao Curso.

    01

    Apoio Administrativo

    Profissional de nvel superior na rea administrativa para apoio s aes educacionais. 01

    Profissional de nvel mdio para prover a organizao e o apoio administrativo da secretaria do Curso.

    01

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    16

    Total de tcnicos-administrativos necessrios 05

    11. CERTIFICADOS

    Aps a integralizao dos componentes curriculares do curso de formao inicial e continuada

    ou qualificao profissional em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade

    presencial, ser conferido ao egresso o Certificado de Auxiliar Tcnico em Operador de Mquinas e

    Implementos Agrcolas.

    REFERNCIAS

    BRASIL. Lei n 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Institui as Diretrizes e Base para a Educao Nacional. Disponvel em: http://www4.planalto.gov.br/legislacao/legislacao-1/leis-ordinarias/legislacao-1/leis-ordinarias/1996. Acesso em 15.mar.2011. ______. Lei n 11.892 de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educao Profissional, Cientfica e Tecnolgica, cria os Institutos Federais de Educao, Cincia e Tecnologia e d outras providncias. Braslia/DF: 2008. ______. Decreto N 5.154, de 23 de julho de 2004. Regulamenta o 2 do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educao nacional, e d outras providncias. Braslia/DF: 2004. ______. Presidncia da Republica. Decreto Federal n 5.840 de 13 de julho de 2006. Institui o PROEJA no Territrio Nacional. Braslia. Disponvel em: http://www4.planalto.gov.br/legislacao/legislacao-1/decretos1/decretos1/2006. Acesso em 15.mar.2011. ______. Presidncia da Republica. Regulamentao da Educao Distncia. Decreto Federal n 5.622 de 19 de dezembro de 2005. Disponvel em: http://www4.planalto.gov.br/legislacao/legislacao-1/decretos1/decretos1/2005. Acesso em 15.mar.2011. IFRN/Instituto Federal do Rio Grande do Norte. Projeto Poltico-Pedaggico do IFRN: uma construo coletiva. Disponvel em: http://www.ifrn.edu.br/. Natal/RN: IFRN, 2012. ______. Organizao Didtica do IFRN. Disponvel em:. Natal/RN: IFRN, 2012.

    MTE/Ministrio do Trabalho e Emprego. Classificao Brasileira de Ocupaes. Disponvel em: http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/home.jsf. Acesso em 22.fev.2012. SETEC/Secretaria de Educao Profissional e Tecnolgica. PROEJA Formao Inicial e Continuada/ Ensino Fundamental - Documento Base - Braslia: SETEC/MEC, agosto de 2007. ______. Documento Orientador para PROEJAFIC em Prises Federais. Ofcio Circular n115/2010 - DPEPT/SETEC/MEC. Braslia, 24 de agosto de 2010.

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    ______. Guia de Cursos FIC. Disponvel em: http://pronatecportal.mec.gov.br/arquivos/guia.pdf. Acesso em 22.fev.2012.

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    ANEXO I PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS DO NCLEO FUNDAMENTAL

    Curso: FIC em Formao Inicial em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas Disciplina: Leitura e produo de texto Carga-Horria: 18h 24h/a

    EMENTA

    Organizao do texto escrito, discurso e gneros tcnicos e acadmicos.

    PROGRAMA Objetivos

    Identificar marcas estilsticas caracterizadoras da linguagem tcnica, cientfica e/ou acadmica; reconhecer traos configuradores de gneros tcnicos, cientficos e/ou acadmicos (especialmente do resumo, da resenha, do relatrio e do artigo cientfico); Estudar a progresso discursiva em resenha, relatrio e artigo; expressar-se em estilo adequado aos gneros tcnicos, cientficos e/ou acadmicos; utilizar-se de estratgias de pessoalizao e impessoalizao da linguagem; citar o discurso alheio de forma pertinente e de acordo com as convenes da ABNT; produzir resumo, resenha, relatrio e artigo cientfico conforme diretrizes expostas na disciplina.

    Bases Cientfico-Tecnolgicas (Contedos)

    1. Organizao do texto escrito de natureza tcnica, cientfica e/ou acadmica. 1.1. Caractersticas da linguagem tcnica, cientfica e/ou acadmica. 1.2. Sinalizao da progresso discursiva entre frases, pargrafos e outras partes do texto. 1.3. Estratgias de pessoalizao e de impessoalizao da linguagem. 2. Discurso alheio no texto escrito de natureza tcnica, cientfica e/ou acadmica. 2.1. Formas bsicas de citao do discurso alheio: discurso direto, indireto, modalizao em discurso segundo a ilha textual. 2.2. Convenes da ABNT para as citaes do discurso alheio. 3. Gneros tcnicos, cientficos e/ou acadmicos: resumo, resenha, relatrio e artigo cientfico. 3.1. Estrutura composicional e estilo.

    Procedimentos Metodolgicos Aula dialogada, leitura dirigida, discusso e exerccios.

    Recursos Didticos Quadro branco, projetor multimdia, computador e vdeos.

    Avaliao Contnua por meio de atividades orais e escritas, individuais e em grupo.

    Bibliografia Bsica 1. ALEXANDRE, M. J. de O. A construo do trabalho cientfico: um guia para projetos pesquisas e relatrios cientficos. Rio de Janeiro: Forense Universitria, 2003. 2. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS: NBR 6023: informao e documentao: referncias: elaborao. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 3. ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS: NBR 10520: informao e documentao: citaes em documentos: apresentao. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 4. BECHARA, E. Gramtica escolar da lngua portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 2001. 5. BRAKLING, K. L. Trabalhando com artigo de opinio: re-visitando o eu no exerccio da (re) significao da palavra do outro. In: ROJO, R. (org.). A prtica da linguagem em sala de aula: praticando os PCNs. Campinas, SP: Mercado de letras, 2000, p. 221-247. (Coleo as faces da Linguagem Aplicada). 6. BRANDO, T. Texto argumentativo: escrita e cidadania. Pelotas, RS: L. M. P. Rodrigues, 2001. 7. FARACO, C. A. TEZZA, C. Oficina de texto. Petrpolis: Vozes, 2003. 8. GARCEZ, L. H. do C. Tcnica de redao: o que preciso saber para escrever. So Paulo: Martins Fontes, 2002. 9. LEIBRUDER, A. P. O discurso de divulgao cientfica. In: BRANDO, H. N. (coord.). Gneros do discurso na escola. So Paulo: Cortez, 2000, p. 229-253. (Coleo Aprender e ensinar com textos), v. 5. 10. SAVIOLI, F. P.; FIORIN, J. L. Lies de texto: leitura e redao. So Paulo: tica, 1996.

    Bibliografia Complementar

    Software(s) de Apoio:

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    ANEXO II PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS DO NCLEO ARTICULADOR

    Curso: FIC em Formao Inicial em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas Disciplina: Informtica Bsica Carga-Horria: 16h/a 12h

    EMENTA

    Introduo Informtica Bsica, manipulao de rea de trabalho, gerenciamento de arquivos e pastas, internet, editor de texto, planilha eletrnica e apresentao eletrnica.

    PROGRAMA

    Objetivos

    Identificar os componentes de um computador: processador, memria e perifricos; instalar sistema operacional de computadores e seus perifricos e acessrios;

    Operar softwares aplicativos, despertando para o uso da informtica na sociedade.

    Bases Cientfico-Tecnolgicas (Contedos) 1. Introduo informtica bsica; 2. rea de trabalho; 3. Gerenciando pastas e arquivos; 4. Editor de Texto: digitao e manipulao de texto; Copiar, recortar e colar texto; nomear, salvar e encerrar sesso de

    trabalho; 5. Internet: acesso a pginas, pginas de pesquisa e mtodos de busca; correio eletrnico: mensagem de texto, arquivos

    anexos (envio e recebimento), limite de tamanho e formato de arquivos; 6. Planilha eletrnica: digitao e manipulao de texto e nmeros; manipulando linhas e colunas; frmula e funes (soma,

    subtrao, multiplicao e diviso) 7. Apresentao eletrnica: modos de exibio de slides, salvar, fechar e abrir apresentao; fazer uma apresentao, desing

    da apresentao, formatao de textos, insero de figuras e efeitos e animao.

    Procedimentos Metodolgicos Aulas expositivas dialogadas, apresentao de seminrios, trabalhos de pesquisa e atividades em grupo e/ ou individuais.

    Recursos Didticos

    Utilizao de quadro branco e piloto;

    Recurso de multimdia: caixas de som e datashow;

    Material didtico impresso Avaliao

    A avaliao ter carter contnuo, levando em considerao a assiduidade, a participao, o compromisso com as atividades realizadas durante a disciplina, assim como, a aplicao de trabalhos e/ou provas escritas e orais.

    Bibliografia 1. CAPRON, H. L.; JOHNSON, J.A. Introduo informtica. So Paulo : Pearson Prentice Hall, 2004. 2. JORGE, Marcos (coord). Excel 2000. Makron Books, 2000. 3. ______. Internet. Makron Books, 1999. 4. ______. Word 2000. Makron Books, 1999. 5. TINDOU, R. Q. Power Point XP. Escala Ltda, 2000.

    Bibliografia Complementar

    1. Apostilas e estudos dirigidos desenvolvidos por professores da rea de Informtica do CEFET/RN. 2. TORRES, Gabriel. Hardware: Curso completo.

    Software(s) de Apoio:

    Editor de Texto, Planilha Eletrnica, Apresentao Eletrnica e Internet.

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    ANEXO III PROGRAMAS DAS DISCIPLINAS DO NCLEO TECNOLGICO

    Curso: FIC em Formao Inicial em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas

    Disciplina: Organizao de abrigos e segurana na operao de mquinas e implementos agrcolas

    Carga-Horria: 9h 12h/a

    EMENTA

    Abrigo para mquinas e implementos agrcolas; cronograma de manuteno em tratores agrcolas (dirio, semanal, mensal, semestral e anual), planejamento operativo de mquinas e implementos agrcolas; preveno de acidentes com mquinas e implementos agrcolas.

    PROGRAMA Objetivos

    Compreender a organizao e gerenciar o abrigo para mquinas e implementos agrcolas;

    Identificar as mquinas, implementos e ferramentas de uso agrcolas;

    Compreender a organizao e execuo do cronograma de reviso, manuteno nas mquinas e implementos agrcolas;

    Reconhecer os equipamentos de proteo individuais (EPIs) e as orientaes para o uso de forma adequada;

    Conhecer as normas de segurana e os cuidados na preveno aos acidentes com mquinas e implementos agrcolas.

    Bases Cientfico-Tecnolgicas (Contedos)

    Abrigo para mquinas, implementos e ferramentas (organizao do abrigo e do quadro de ferramentas);

    Cronograma de execuo de reviso e manuteno de mquinas e implementos agrcolas;

    Norma Regulamentadora de Segurana e Sade no Trabalho na Agricultura, Pecuria, Silvicultura e Explorao florestal;

    Uso de equipamentos de proteo individuais (EPIs);

    Pontos e zonas comuns a acidentes mecnicos (riscos de cortes, enrolamento, arrastamento) e os risco de tombamento do trator agrcola.

    Medidas de preveno a acidentes com mquinas e implementos agrcolas.

    Procedimentos Metodolgicos

    Aulas expositivas e prticas;

    Atividades prticas individuais e em grupo;

    Apresentao de seminrios.

    Recursos Didticos

    Projetor multimdia;

    Quadro branco e pincis;

    Trator e Implementos agrcolas.

    Avaliao Avaliaes escritas e prticas; Observaes procedimentais e atitudinais; Trabalhos individuais e em grupo; Apresentao dos trabalhos desenvolvidos.

    Bibliografia Bsica

    1. BRASIL. Norma regulamentadora de segurana e sade no trabalho na agricultura, pecuria, silvicultura, explorao florestal e aquicultura NR 31. Portaria n 86 de 03/03/2005. 30p.

    2. REIS, A. V.; MACHADO, A. L. T. Acidentes com mquinas agrcolas: texto de referncia para tcnicos e extensionistas. Pelotas: Ed. Universitria UFPEL, 2009. 103p.

    3. FERNANDES, H. C.; VILIOTTI, C. A.; RINALDI, P. C. N.; BERNARDES, A. M. Mecnica e mecanizao agrcola: Apostila de aulas prticas. Viosa: DEA UFV, 2011. 86p.

    Bibliografia Complementar 1. SCHLOSSER, J. F.; DEBIASE, H.; PARCIANELLO, G.; RAMBO, L. Caracterizao dos acidentes com tratores agrcolas. Santa

    Maria: Cincia Rural. V.32, n.6, p.997-981, 2002 ISSN 0103-8478 2. DEBIASE, H.; SCHLOSSER, J. F. Acidentes com tratores. Pelotas: Cultivar Mquinas. n.12, maio/junho. 2002

    Software(s) de Apoio:

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    Curso: FIC em Formao Inicial em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas Disciplina: Introduo ao manejo e conservao do solo Carga-Horria: 21h 28h/a

    EMENTA

    Sustentabilidade e uso sustentvel em agricultura. Introduo ao planejamento do uso das terras e ao planejamento conservacionista. Metodologias de avaliao de terras para fins agrcolas. Manejo agrcola e qualidade do solo. Degradao da qualidade do solo. Eroso do solo. Conservao do solo e da gua. Legislao em conservao do solo e da gua.

    PROGRAMA Objetivos

    Estudar os sistemas de manejo do solo utilizados na agricultura brasileira;

    Compreender as consequncias do uso e manejo inadequados do solo sobre a capacidade do mesmo em cumprir com suas funes agroecolgicas;

    Conhecer tcnicas de controle da degradao e de recuperao de solos degradados;

    Conhecer a legislao brasileira referente ao uso e manejo de solos e da gua.

    Bases Cientfico-Tecnolgicas (Contedos) O solo como um recurso natural; Importncia da conservao dos solos; Manejo e conservao dos solos; Adaptao dos Solos s Culturas e Exploraes; Sistemas de plantio; Preparo do solo; Classificao das Terras por Capacidade de Uso e Aptido Agrcola; Gesto ambiental na agricultura.

    Procedimentos Metodolgicos

    Aulas expositivas e prticas; Visitas tcnicas; Apresentao de trabalhos.

    Recursos Didticos

    Projetor multimdia;

    Quadro branco e pincis;

    Laboratrio de Fsica e Mecnica dos Solos;

    Trator e Implementos para o preparo do solo.

    Avaliao Avaliaes escritas e prticas; Observaes procedimentais e atitudinais; Trabalhos individuais e em grupo; Apresentao dos trabalhos desenvolvidos.

    Bibliografia Bsica

    1. BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservao do solo. 4 ed. So Paulo. cone, 1990. 355p. 2. GALETI, P.A. Prticas de conservao dos solos. Campinas, IAC, 1985. 3. MANZATTO, C. V.; FREITAS JUNIOR, E.; PERES, J. R. R. Uso agrcola dos solos brasileiros. Rio de Janeiro: Embrapa Solos,

    2002. 174p. 4. PRADO, R. B.; TURETTA, A. P. D.; ANDRADE, A. G. Manejo e conservao do solo e da gua no contexto das mudanas

    ambientais. Rio de Janeiro. Embrapa Solos, 2010. 486p. 5. PRUSKI, F. F. Conservao de solo e gua: Prticas mecnicas para o controle da eroso hdrica. 2.ed. Viosa: Ed. UFV.

    2009. 279p. 6. SOUZA, C. M.; PIRES, F. R. Prticas mecnicas de controle da eroso. Braslia. SENAR, 2003. 87 p. 7. SOUZA, C. M.; PIRES, F. R. Preveno da eroso do solo e seus efeitos. Braslia. SENAR, 2003. 67 p.

    Bibliografia Complementar

    1. SILVEIRA, G. M. Mquinas para Plantio e Conduo das Culturas. Viosa, Ed. Aprenda Fcil, 2001. 334p. 2. ANTUNES, P. de B. Direito Ambiental. Ed. Lumen Juris. Rio de Janeiro - RJ. 446p., 1996.

    Software(s) de Apoio:

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    Curso: FIC em Formao Inicial em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas

    Disciplina: Operao e manuteno preventiva de tratores agrcolas Carga-Horria: 15h 20h/a

    EMENTA Operao e o manuseio seguro dos tratores agrcolas; identificao dos instrumentos e sistemas de controle; realizao das manutenes dirias, semanais (ou a cada 50 horas trabalhadas) e mensais (ou a cada 200 horas trabalhadas).

    PROGRAMA Objetivos

    Conhecer os principais instrumentos encontrados nos tratores agrcolas e os sistemas de controles;

    Identificar os componentes do sistema de refrigerao, lubrificao e alimentao do motor e realizar a manuteno peridica;

    Realizar a manuteno do sistema de lubrificao da transmisso e do sistema hidrulico dos tratores agrcolas;

    Efetivar a manuteno dos rodados, do sistema de freios e as regulagens das alavancas de comando.

    Bases Cientfico-Tecnolgicas (Contedos)

    Identificao do painel de instrumentos e os sistemas de controle;

    Manuteno do sistema de refrigerao do motor;

    Manuteno do sistema de lubrificao do motor;

    Manuteno do sistema de lubrificao da transmisso e do sistema hidrulico;

    Manuteno do sistema de alimentao do motor;

    Manuteno do sistema eltrico;

    Regulagens das alavancas de comando;

    Manuteno dos rodados (lastreamento e regulagem da bitola);

    Manuteno do sistema de freios (nvel do leo do reservatrio, sangria do sistema de freio e regulagem da folga do pedal do freio).

    Procedimentos Metodolgicos

    Aulas expositivas e prticas;

    Atividades prticas individuais e em grupo.

    Recursos Didticos

    Projetor multimdia;

    Quadro branco e pincis;

    Trator agrcola;

    Ferramentas e elementos para substituio e/ou substituio dos diversos sistemas.

    Avaliao Avaliaes escritas e prticas; Observaes procedimentais e atitudinais; Trabalhos individuais e em grupo.

    Bibliografia Bsica

    1. GUIA RURAL. Tratores e mquinas agrcolas. Ed. Abril, So Paulo, 1990. 170p. 2. SERVIO NACIONAL DE APRENDIZAGEM RURAL. Trabalhador na operao e na manuteno de tratores agrcolas:

    Manuteno. 2.ed. Braslia. SENAR. 2004. 40p. 3. SILVEIRA, G.M. Os Cuidados com o Trator. Viosa. Aprenda Fcil. 2001. 312p.

    Bibliografia Complementar

    Software(s) de Apoio:

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    23

    Curso: FIC em Formao Inicial em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas

    Disciplina: Operao e regulagem de mquinas e implementos agrcolas utilizados no preparo do solo, plantio e transplantio

    Carga-Horria: 21h 28h/a

    EMENTA

    Formas de operao das principais mquinas e implementos para o preparo do solo; operao, regulagem e aferio de implementos para a semeadura mecanizada, o plantio e transplantio.

    PROGRAMA Objetivos

    Conhecer e operar as mquinas e implementos para preparo do solo e implantao de culturas;

    Realizar as operaes de preparo do solo (convencional e cultivo mnimo);

    Executar a manuteno, a regulagem, a aferio de semeadoras de plantio direto;

    Executar a manuteno, a regulagem, a aferio dos implementos para a aplicao de corretivos, adubos, sementes durante o plantio.

    Bases Cientfico-Tecnolgicas (Contedos)

    Mquinas e implementos para o preparo Inicial e peridico do solo: - Lmina, corrento, rolo faca e moto serra; - Destocadores, arados, grades, subsoladores, sulcadores e enxada rotativa.

    Mquinas aplicadoras de corretivos: - Principais tipos de mquinas; - Operando com as aplicadoras de corretivos;

    Mquinas distribuidoras de fertilizantes: - Distribuidores de fertilizantes orgnicos slidos; - Distribuidores de fertilizantes orgnicos lquidos; - Distribuidores de fertilizantes qumicos; - Distribuidores de fertilizantes fluidos;

    Semeadoras: - Semeadoras de preciso; - Semeadoras de fluxo contnuo; - Semeadura a lano; - Hidrossemeadura; - Semeadura direta; - O Conjunto trator/semeadora; - Manuteno das semeadoras;

    Mquinas para o plantio e transplantio: - Plantadoras; - Transplantadoras.

    Procedimentos Metodolgicos

    Aulas expositivas e prticas;

    Atividades prticas individuais e em grupo. Recursos Didticos

    Projetor multimdia;

    Quadro branco e pincis;

    Trator agrcola e maquinas e implementos para o preparo do solo, aplicao de corretivos, distribuio de fertilizantes, semeadura, plantio e transplantio.

    Avaliao Avaliaes escritas e prticas; Observaes procedimentais e atitudinais; Trabalhos individuais e em grupo.

    Bibliografia Bsica 1. BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservao do solo. 4 ed. So Paulo. cone, 1990. 355p. 2. PORTELA, J. A. Semeadoras para Plantio Direto. Viosa. Aprenda Fcil. 2001. 252 p. 3. PRADO, R. B.; TURETTA, A. P. D.; ANDRADE, A. G. Manejo e conservao do solo e da gua no contexto das mudanas

    ambientais. Rio de Janeiro. Embrapa Solos, 2010. 486p. 4. SILVEIRA, G. M. Mquinas para plantio e conduo das culturas. Viosa. Ed. Aprenda Fcil. 2001. 336p. 5. SILVEIRA, G.M Preparo do Solo: Tcnicas e Implementos. Viosa. Aprenda Fcil. 2001. 292 p.

    Bibliografia Complementar 1. PIRES, F. R.; SOUZA, C. M. Prticas mecnicas de conservao do solo e da gua. 2ed. Visconde do Rio Branco. Suprema

    grfica, 2006. v.1. 216 p. Software(s) de Apoio:

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    Curso: FIC em Formao Inicial em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas

    Disciplina: Operao e calibrao de mquinas e implementos utilizados em aplicao de defensivos agrcolas

    Carga-Horria: 15h 20h/a

    EMENTA

    Aplicadores de defensivos agrcolas, mecanismos de distribuio, uniformidade e eficincia de aplicao, determinao e ajuste da vazo por unidade de rea e calibrao das mquinas e equipamentos utilizados na aplicao de defensivo agrcola.

    PROGRAMA Objetivos

    Conhecer as principais mquinas e implementos utilizados na aplicao de defensivos agrcolas;

    Realizar a calibrao dos aplicadores de defensivos agrcolas;

    Realizar o ajuste na quantidade de produto aplicado em funo da velocidade do trator, da regulagem da abertura do emissor e os ajustes em relao a cultura e ao tipo de solo;

    Testar o padro de distribuio na aplicao dos defensivos agrcolas;

    Calcular a quantidade de produto a ser aplicado por unidade de rea. Bases Cientfico-Tecnolgicas (Contedos)

    Granuladoras;

    Polvilhadoras;

    Fumigadoras;

    Nebulizadores;

    Pulverizadores. Procedimentos Metodolgicos

    Aulas expositivas e prticas;

    Atividades prticas individuais e em grupo;

    Realizao da calibrao de implementos aplicadores de defensivos agrcolas. Recursos Didticos

    Projetor multimdia;

    Quadro branco e pinceis;

    Trator agrcola, mquinas e implementos aplicadores de defensivos agrcolas;

    Ferramentas e equipamentos para ajuste, calibrao e avaliao da uniformidade de distribuio do defensivo agrcola.

    Avaliao Avaliaes escritas e prticas; Observaes procedimentais e atitudinais; Trabalhos individuais e em grupo.

    Bibliografia Bsica 1. SILVEIRA, G. M. Mquinas para plantio e conduo das culturas. Viosa. Ed. Aprenda Fcil. 2001. 336p. 2. SPRAYING SYSTEMS CO. Guia dos usurios para bicos de pulverizao. Wheaton. Teejet. 2006. 56p.

    Bibliografia Complementar 1. ANDEF. Manual de uso correto e seguro de produtos fitossanitrios/agrotxicos. Disponvel em:

    www.andef.com.br/uso_seguro. Acesso em 31.out.2012. 2. CHRISTOFOLETTI, J.C. Consideraes sobre tecnologia de aplicao de defensivos agrcolas. Boletim Tcnico, So Paulo,

    n.5, jun. 1999. Disponvel em: . Acesso em: 26 de outubro 2012. Software(s) de Apoio:

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    Curso: FIC em Formao Inicial em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas

    Disciplina: Operao e regulagem de mquinas e implementos agrcolas utilizados na colheita

    Carga-Horria: 18h 24h/a

    EMENTA

    Abordagem e classificao dos diversos tipos de colhedoras; fundamentos operacionais e sistemas que as compem; operao correta e segura dessas mquinas, visando uma melhor eficincia operacional e produtiva.

    PROGRAMA Objetivos

    Conhecer as principais mquinas e implementos utilizados na colheita de cereais e forragens;

    Realizar os ajustes e regulagens objetivando uma colheita eficiente e segura com o menor ndice de perda. Bases Cientfico-Tecnolgicas (Contedos)

    COLHEDORAS: Classificao das colhedoras; Componentes de uma colhedora; Fundamentos operacionais; Sistema de corte e de alimentao; Sistema de trilha; Sistema de separao e limpeza; Regulagem e manuteno; Perdas de gros (trilha/saca-palhas/peneiras);

    MQUINAS PARA CORTAR E ACONDICIONAR FORRAGEM: Segadora com barra de corte, de disco, com tambores, de facas verticais, e segadoras acondicionadoras;

    MQUINAS PARA ENFARDAR A FORRAGEM: Ancinho de descarga posterior e lateral; ancinho de correntes e de discos e ancinho rotativo de eixo vertical;

    MQUINAS PARA ELEIRAR E ESPARRAMAR A FORRAGEM: Enfardadoras de fardos retangulares; Enfardadoras de fardos redondos;

    MQUINAS PARA DESINTEGRAR A FORRAGEM: Desintegradoras;

    MQUINAS PARA DESINTEGRAR E COLETAR A FORRAGEM: Ensiladoras ou picadoras; Colhedoras de forragens com facas mveis; Colhedoras de forragens com tambor picador; Colhedoras de forragens de duplo corte; Colhedoras de forragem autopropelida.

    Procedimentos Metodolgicos

    Aulas expositivas e prticas;

    Atividades prticas individuais e em grupo;

    Realizao de ajustes e calibrao em mquinas utilizadas na colheita. Recursos Didticos

    Projetor multimdia;

    Quadro branco e pincis;

    Trator agrcola, mquinas e implementos aplicadores de defensivos agrcolas;

    Ferramentas e equipamentos para ajuste, calibrao em mquinas utilizadas na colheita. Avaliao

    Avaliaes escritas e prticas; Observaes procedimentais e atitudinais; Trabalhos individuais e em grupo.

    Bibliografia Bsica 1. PORTELA, J. A. Colhedoras para trigo: mecanismos, regulagens, perdas. Passo Fundo. EMBRAPA-CNPT, 1998. 52p. 2. PORTELA, J. A. Colheita de gros mecanizada: implementos, manuteno e regulagem. Viosa. Ed. Aprenda Fcil. 2000.

    190p. 3. SILVEIRA, G. M. Mquinas para colheita e transporte. Viosa. Ed. Aprenda Fcil. 2001. 292p. 4. FERREIRA, M. F. P.; ALONO, A. S.; MACHADO, A. L. T. Mquinas para silagem. Pelotas. Ed. Universitria - UFP. 2003. 98p. 5. ALONO, A. S.; MACHADO, A. L. T.; FERREIRA, M. F. P. Mquinas para fenao. Pelotas. Ed. Universitria - UFP. 2004.

    227p.

    Bibliografia Complementar

    Software(s) de Apoio:

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

    26

    Curso: FIC em Formao Inicial em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas

    Disciplina: Operao de mquinas e equipamentos agrcolas utilizados na agroindstria

    Carga-Horria: 15h 20h/a

    EMENTA

    Equipamentos utilizados em agroindstrias para processamentos de matrias-primas de origem vegetal e animal; princpios, tcnicas e equipamentos para secagem, resfriamento e demais operaes de processamento de produtos agropecurios.

    PROGRAMA Objetivos

    Apresentar os princpios de funcionamento dos equipamentos e viso global dos processos empregados pelas agroindstrias;

    Desenvolver habilidade para operao e manuseio eficiente e seguro das mquinas e equipamentos utilizados na agroindstria.

    Bases Cientfico-Tecnolgicas (Contedos)

    Ordenhadeira mecnica;

    Desnatadeira;

    Pasteurizadores;

    Caldeiras;

    Descascador de frutas;

    Termosseladoras;

    Cmaras frias;

    Termmetros, Refratmetros e pHmetro;

    Higienizao de equipamentos e de utenslios;

    Classificador de castanha;

    Autoclave;

    Despolpadeiras e desintegradores;

    Cmara para congelamento. Procedimentos Metodolgicos

    Aulas expositivas e prticas;

    Atividades prticas individuais e em grupo;

    Visita tcnica a agroindstrias. Recursos Didticos

    Projetor multimdia;

    Quadro branco e pincis;

    Mquinas e equipamentos utilizados na agroindstria. Avaliao

    Avaliaes escritas e prticas; Observaes procedimentais e atitudinais; Trabalhos individuais e em grupo.

    Bibliografia Bsica 1. BASTOS, M. S. R. B. Processamento Mnimo de Frutas. Braslia. EMBRAPA Informao Tecnolgica. 2006. 46p. (Coleo

    agroindstria familiar). 2. PAIVA, F. F. A.; SILVA NETO, R. M.; PESSOA, P. F. A. P.; LEITE, L. A. S.Processamento de Castanha de Caju. Braslia.

    EMBRAPA Informao Tecnolgica. 2006. 53p. (Coleo agroindstria familiar). 3. SOUSA, C. A. B.; FERNANDES, A. Projetos de empreendimentos agroindustriais. Produtos de origem animal. v1. Viosa:

    Editora UFV, 2003. 4. SOUSA, C. A. B.; FERNANDES, A. Projetos de empreendimentos agroindustriais. Produtos de origem vegetal. v2. Viosa:

    Editora UFV, 2003.

    Bibliografia Complementar

    Software(s) de Apoio:

  • Curso FIC em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas, na modalidade presencial IFRN, 2013

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    Curso: FIC em Formao Inicial em Operador de Mquinas e Implementos Agrcolas

    Disciplina: Operao e programao de equipamentos de sistemas de irrigao e drenagem

    Carga-Horria: 16h 21h/a

    EMENTA

    Programao de sistemas de irrigao; soluo de problemas operacionais com bombas hidrulicas; retrolavagens do sistema de filtragem; realizao da fertirrigao, acionamento manual e automtico do sistema de irrigao.

    PROGRAMA Objetivos

    Conhecer e desenvolver habilidade para operao e manuseio eficiente dos equipamentos de irrigao;

    Compreender e programar os controladores eletrnicos;

    Conhecer e solucionar as principais causas de problemas operacionais em bombas hidrulicas;

    Compreender e realizar o processo de retrolavagem do sistema de filtragem;

    Realizar a fertirrigao de maneira eficiente; Bases Cientfico-Tecnolgicas (Contedos)

    VLVULAS E CONTROLADORES ELETRNICOS: Vlvulas de Controle Eltrico e Hidrulico; Vlvulas Reguladoras de Presso; Vlvulas de alvio; Vlvula de Controle de Vazo; Vlvula de Controle de Bomba; Vlvula de Controle de Retrolavagem; Controladores Wireless (Manual e Controle Remoto); Controladores Eletrnicos (acionamento do sistema de irrigao).

    PROBLEMAS OPERACIONAIS EM BOMBAS HIDRULICAS;

    INJETORES DE FERTILIZANTES;

    SISTEMAS DE FILTRAGEM.

    Procedimentos Metodolgicos

    Aulas expositivas e prticas;

    Atividades prticas individuais e em grupo;

    Visita tcnica a permetros irrigados. Recursos Didticos

    Projetor multimdia;

    Quadro branco e pincis;

    Quadro de comandos, programadores lgicos, bombas hidrulicas, vlvulas, filtros, injetores de fertilizantes, equipamentos e peas utilizadas na irrigao.

    Avaliao Avaliaes escritas e prticas; Observaes procedimentais e atitudinais; Trabalhos individuais e em grupo.

    Bibliografia Bsica 1. BERNARDO, S.; SOARES, A. A.; MANTOVANI, E. C. Manual de Irrigao. 8ed. Viosa, Ed. UFV. 2008. 625p. 2. FOLEGATTI, M. V. (Coord.). Fertirrigao: citrus, flores e hortalias. Guaba. Agropecuria. 1999. 460p. 3. MANTOVANI, E. C.; BERNARDO, S.; PALARETTI, L. F. Irrigao: Princpios e mtodos. 3ed. Viosa, Ed. UFV. 2009. 355p. 4. MIRANDA, J. O.; PIRES, R. C. M. Irrigao. vol.2. Piracicaba. FUNEP, 2003. 703p. (Srie Engenharia Agrcola).

    Bibliografia Complementar

    Software(s) de Apoio: