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Laboratório de Pós Graduação – LabPG OPNET Tutorial Básico Luciano Leonel Mendes

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Laboratrio de Ps Graduao LabPG

OPNETTutorial Bsico

Luciano Leonel Mendes

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ndice

1. Introduo ao MODELER..................................................................................................... 32. Construindo Pequenas Redes.............................................................................................. 63. Modelamento de LAN......................................................................................................... 174. Relatrio WEB.................................................................................................................... 265. Importar Dados................................................................................................................... 276. ESP .................................................................................................................................... 34

ndice de Figuras

Figura 1. Exemplo de um n composto.................................................................................... 3Figura 2. Diagrama de Estado de um Mdulo. ......................................................................... 4Figura 3. Exemplo de um pacote criado no PACKET EDITOR. ............................................... 4Figura 4. PROJECT EDITOR................................................................................................... 6Figura 5. Rede do Primeiro Andar............................................................................................ 9Figura 6. Camadas dos Editores ............................................................................................ 11Figura 7a. Carga no servidor ethernet.................................................................................... 14Figura 7b. Atraso da Rede.......................................................................................................14Figura 8. Rede Expandida...................................................................................................... 15Figura 9. Carga no Servidor ................................................................................................... 16Figura 10. Carga Mdia no Servidor ...................................................................................... 16Figura 11. Atraso da rede....................................................................................................... 17Figura 12. (a) Subrede de Atlanta; (b) Topologia final; (c) Subrede de Washington .............. 22Figura 13. Tabela de utilizao secundria. ........................................................................... 23Figura 14. Trfego entre Atlanta e Washington nos dois cenrios. ........................................ 25Figura 15. Tempo de resposta para ambos os cenrios. ....................................................... 25Figura 16. Seleo de objetos................................................................................................ 29Figura 17. Tabela de Perfis Suportados................................................................................. 29Figura 18. Caixa de dilogo para importar trfego. ................................................................ 31Figura 19. Grfico da Utilizao Mdia em cada Cenrio. ..................................................... 33Figura 20. Tempo de Resposta Mdio para DOWNLOAD FTP. ............................................ 34Figura 21. Conversation Pair Browser.................................................................................... 35Figura 22. Trfego entre Segment_0 e Segment_1 ............................................................... 35Figura 23. Definio do SLA para o tempo de resposta......................................................... 36Figura 24. Definio do SLA para Utilizao.......................................................................... 36Figura 25. Crescimento do Trfego........................................................................................ 38Figura 26. Agenda de Simulaes ......................................................................................... 38

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1. Introduo ao MODELER.Para iniciar o uso do OPNET MODELER, necessrio se familiarizar com o fluxo de

trabalho do programa. Este fluxo de trabalho est centrado no editor de projetos (PROJECTEDITOR).No ambiente de trabalho deste editor, possvel criar o modelo de uma rede, escolher quaisestatsticas devem ser coletadas (de um objeto da rede ou da rede como um todo), realizar asimulao e visualizar os resultados. A primeira experincia deste tutorial foca o uso doPROJECT EDITOR para construir uma pequena rede LAN. Para os aspectos de modelagem,como programao dos processos de camadas inferiores, definio de um protocolo ou cria-o de um pacote, ser necessrio o uso de outros editores. Cada um dos editores ser dis-cutido em detalhes a seguir.

PROJECT EDITOR.Este editor representa o estgio principal para a criao e simulao de uma rede. A partirdeste editor possvel criar um modelo de rede utilizando as bibliotecas de mdulos exis-tentes, escolher as estatsticas sobre a rede que devem ser analisadas, rodas a simulao eanalisar os resultados. Tambm possvel criar todos os recursos necessrios para simularuma rede especfica, utilizando os editores auxiliares.

NODE EDITORO Node Editor utilizado para definir o comportamento de cada objeto da rede. Este com-portamento definido utilizando diferentes mdulos, onde cada um modela algum aspectointerno do comportamento do n, como por exemplo, criao e armazenagem de dados. Osmdulos so conectados atravs de packet streams (feixe de pacotes) ou statistics wires(ligaes para estatsticas). Um simples objeto da rede, normalmente composto por vriosmdulos que definem seu comportamento.

Figura 1. Exemplo de um n composto

PROCESS MODEL EDITOREste editor utilizado para criar modelos de processos que controlam a funcionalidade dascamadas mais baixas dos modelos de n criados no NODE EDITOR. Os modelos de proces-sos so representados por um nmero finito de mquinas de estado (FSM) e linhas que re-

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presentam as transies entre os estados. As operaes relacionadas a cada estado outransies so descritas em blocos utilizando a linguagem de programao C++.

Figura 2. Diagrama de Estado de um Mdulo.

LINK MODEL EDITORO Link Model Editor utilizado para criar novos objetos do tipo link (utilizados para conectaros ns). Cada novo tipo de link pode ter diferentes interface para definir atributos e diferentestipos de representao. Pode-se definir comentrios e palavras-chaves para cada link paraenfatizar sua aplicao.

PATH EDITORPermite criar novos objetos que definem uma rota de trfego (path). Qualquer modelo deprotocolo que utiliza conexes lgicas ou circuitos virtuais (MPLS, ATM, FRAME RELAY,etc.) pode utilizar um objeto PATH para rotear o trfego.

PACKET FORMAT EDITOREste editor utilizado para definir a estrutura interna de pacotes, como configurao doscampos. O formato de um pacote contm um ou mais campos, representado no editor comocaixas coloridas. O tamanho da caixa proporcional ao nmero de bits que compe o cam-po, especificado atravs do atributo FIELD SIZE.

Figura 3. Exemplo de um pacote cr iado no PACKET EDITOR.

ANTENNA PATTERN EDITORNo MODELER/RADIO, este editor usado para modelar as propriedades de diretividade dasantenas. O MODELER pode utilizar esse diagrama para determinar valores de ganho, tendoem conhecimento a posio relativa dos ns.

ICI EDITORPermite definir a estrutura interna dos ICIs. Os ICIs so utilizados para formalizar interrup-es nas comunicaes entre processos.

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MODULATION CURVE EDITORPermite criar funes de modulao para caracterizar a vulnerabilidade de um esquema decodificao de dados e modulao na presena de rudo. Essas funes de modulao sogrficos que mostram a probabilidade de erro de bit pela relao entre Energia de Bit e Den-sidade Espectral de Rudo (Eb/No).

PDF EDITOREste editor utilizado para definir a probabilidade sobre uma faixa de possveis resultados.Uma Funo Densidade de Probabilidade (PDF) pode ser utilizada para modelar o tempo dechegada de pacotes ou a probabilidade de transmisso de erros.

PROBE EDITOR utilizado para especificar as estatsticas a serem coletadas durante a simulao. Emboraisto possa ser feito no PROJECT EDITOR, o PROBE EDITOR pode ser utilizado para confi-gurar caractersticas adicionais para cada PROBE (ponta de coleta). Existem diversos tiposdiferentes de estatsticas que podem ser coletadas utilizando diferentes tipos de PROBES,incluindo estatsticas globais, de link, n, atributo, etc.

SIMULATION SEQUENCEEmbora simulaes simultneas possam ser realizadas no PROJECT EDITOR, o SIMULA-TION SEQUENCE permite especificar parmetros de simulao adicionais, que possam sernecessrios. A seqncia de simulao definida atravs de cones que possuem atributosresponsveis pelas caractersticas de simulao.

FILTER EDITOREmbora o MODELER possua um nmero considervel de filtros, este editor permite que no-vos filtros sejam criados a partir da combinao de outros modelos de filtros existentes.

PROJECT EDITORExistem vrias reas na janela principal do editor de projetos que so consideradas impor-tantes para criao e execuo de modelos de rede. Essas reas esto descritas a seguir.Caso um projeto existente seja aberto, tem-se uma tela parecida com a figura 4. Todas asfunes disponveis no editor so acessveis atravs da barra de menus. A barra com osbotes de ao contm as funes utilizadas com maior freqncia. A rea de mensagem,localizada no canto inferior esquerdo, fornece informaes sobre o estado da ferramenta.Ocasionalmente, a mensagem gerada pelo MODELER pode ser maior do que o espao dis-ponvel na rea de mensagem. Neste caso, pode-se ler a mensagem completa utilizando obuffer de mensagem, acessvel atravs do boto localizado no canto inferior direito da tela doPROJECT EDITOR. Ao parar o ponteiro do mouse sobre qualquer um dos botes ou menus,aparecer um pequeno texto explicativo sobre a funo em questo. aconselhvel saberexatamente a funo de um dado boto, antes de selecion-lo.

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Figura 4. PROJECT EDITOR

2. Construindo Pequenas Redes

Nesta sesso, apresentado como o MODELER pode ser utilizado para modelar eanalisar problemas reais. O usurio ser introduzido a muitas das ferramentas do MODE-LER, utilizadas para a rpida modelagem e anlise de redes. Esta sesso est focada no usodo PROJECT EDITOR. Ao fim desta sesso, o usurio ser capaz de construir uma rede,coletar e analisar estatsticas sobre desempenho da rede simulada.

Para que os conceitos envolvidos no PROJECT EDITOR sejam melhor compreendi-dos, tome como exemplo a seguinte situao: uma pequena empresa possui uma rede emestrela no primeiro andar de seu escritrio. Devido ao aumento do nmero de funcionrios, necessrio adicionar uma segunda rede em estrela no segundo andar do escritrio. Deve-severificar se o trfego gerado pela a segunda rede no ir causar problemas para o sistema.Para criar um novo modelo de rede, deve-se criar um novo projeto e um novo cenrio. Umprojeto um grupo de cenrios correlacionados, onde cada cenrio explora um aspecto dife-rente da rede. Um projeto pode conter inmeros cenrios. Uma vez criado um novo projeto,pode utilizar o Startup Wizard para configurar um novo cenrio, incluindo o tipo de topologiautilizada, a escala da rede, o tipo de fundo (mapa), alm de permitir que um determinadoconjunto de ns (PALETTE) seja associado com o cenrio em questo. O Startup Wizard

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aparece automaticamente todo vez que um novo projeto criado. Para usar este recurso,siga os seguintes passos:

1. Inicialize o MODELER.2. Selecione FILE NEW.3. Selecione PROJECT e clique em OK.4. Nomeie o projeto e o cenrio (por exemplo, REDE_INICIAL e PRIMEIRO_ANDAR) e clique em

OK. O Startup Wizard inicializado.5. Uma vez inicializado, o Startup Wizard apresenta as seguintes opes.

Caixa de Dialogo DescrioTopologia inicial Permite criar um cenrio vazio ou importar um cenrio de uma fonte externa. Neste

exemplo iremos selecionar CREATE EMPTY SCENARIO.Escolha a escala da rede Permite definir o tipo de rede que ser modelada. As opes disponveis so: World,

Enterprise, Campus, Office, Logical ou escolher a partir de um mapa. Selecione OFFICE,pois deseja-se definir a rede de um escritrio.

Especifique o tamanho Define o tamanho da rea de trabalho, em metros. O tamanho padro 100m x 100m.Selecione as tecnologias Permite determinar os modelos que sero inclusos na palheta associada ao cenrio. Sele-

cione a palheta Sm_Int_Model_List.Reviso Apresentsa um resumo sobre as opes selecionadas. Revise se todas as opes esto de

acordo com as especificadas e ento selecione OK.

Se as opes forem feitas corretamente, deve-se ter uma rea de trabalho com o ta-manho especificado. Tambm aparece uma palheta contendo os ns da famliaSm_Int_Model_List em uma janela separada.Antes de continuar no desenvolvimento do projeto, interessante apresentar alguns concei-tos: N (NODE): uma representao de um objeto de rede real, capaz de receber e transmi-

tir informaes. Link: o meio de comunicao que conecta um n a outro. Os links representam cabos

eltricos ou pticos.Esses objetos podem ser encontrados na palheta de objetos, que contm uma representaogrfica de cada um dos ns e links.Existem trs maneiras de se criar a topologia de uma rede. Uma importando a topologia deuma fonte externa; outra colocando cada um dos ns da rede individualmente. A terceira emais rpida maneira de criar uma topologia utilizar a funo RAPID CONFIGURATION.Utilize este recurso para o desenvolvimento deste projeto, conforme apresentado a seguir:

1. Selecione TOPOLOGY RAPID CONFIGURATION.2. Defina o tipo de topologia, escolhendo STAR no menu CONFIGURATION e clique em OK.

Agora que a topologia foi selecionada, deve-se especificar os ns e links a serem utili-zados na construo da rede. Os nomes dos modelos seguem a seguinte sintaxe:_...___onde indica o protocolo suportado pelo modelo, uma abreviao dafuno executada pelo modelo e indica o nvel ou derivao do modelo. Porexemplo:ethernet2_brigde_intespecifica a derivao intermediria (int) de uma ponte (bridge) ethernet com duas entradas(ethernet2). Modelos comerciais possuem um prefixo adicional que especifica o nmero do

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produto definido pelo fabricante para um determinado objeto da rede. Por exemplo, o switch3COM utilizado nesta sesso definida como:3C_SSII_1100_3300_4s_ae52_e48_ge3.Este n a representao de dois chassis 3Com SuperStack II 1100 e dois chassis Su-perStack II 3300 (3C_SSII_1100_3300) com 4 portas SLIP (4s), 52 portas ethernet auto sen-sitivas (ae52), 48 portas ethernet (e48) e 3 portas Gigabit ethernet (ge3).

Para obter maiores informaes sobre a configurao interna de um objeto de rede,basta clicar com o boto direito do mouse sobre o objeto localizado na palheta.Para especificar os ns e links utilizados na construo de uma rede, siga os seguintes pas-sos:

1. Configure o n central da rede como sendo o n 3C_SSII_1100_3300_4s_ae52_e48_ge3. Este oswitch 3COM mencionado anteriormente.

2. Configure os ns perifricos da rede como sendo o n Sm_Int_wkstn. Mude o nmero de ns para30. Isso ir criar 30 estaes ethernet ligadas no elemento central configurado anteriormente.

3. Selecione o Link 10BaseT.4. Tambm necessrio definir o local fsico onde esta rede deve ser introduzida. Para isso selecione

a posio central de X e Y para 25m.5. Selecione o raio para 20m. Isto ir definir o raio com o qual as estaes sero colocadas em torno

do switch. Clique em OK.

Agora que a parte geral da rede est pronta, deve-se adicionar um servidor. Para isso,deve-se selecionar o servidor na palheta e coloc-lo na rea de trabalho do PROJECT EDI-TOR. Para realizar esta tarefa, siga os passos abaixo:

1. Se a palheta no estiver aberta, clique no boto OBJECT PALETTE para abri-la.2. Encontre o cone Sm_Int_server, que ser o modelo de servidor utilizado neste projeto e insira-o no

cenrio.3. Somente um servidor ser necessrio nesta rede. Portanto para desmarcar o Sm_Int_server, basta

clicar qualquer ponto da rea de trabalho com o boto direito do mouse.4. Para conectar o servidor a rede, deve-se usar um link 10BaseT. Clique no cone do link 10BaseT e

ento clique no servidor. Em seguida clique no switch. Para desabilitar a seleo do link, cliquecom o boto direito em qualquer parte da rea de trabalho.

Finalmente, deve-se configurar os objetos para especificar a aplicao do trfego queir existir na rede. A configurao dos cones Application Definition e Profile Definitionpode ser um pouco complicada. No ser necessrio realizar esta tarefa agora. Os conescom uma configurao padro j foi gravado na palheta. Basta colocar um cone doSM_Application_Config e Sm_Profile_Config na rea de trabalho. Fazendo isso, o trfegocausado pelas estaes acessando o banco de dados do servidor ser modelado. A figura 5mostra a rede inserida na rea de trabalho do PROJECT EDITOR.

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Figura 5. Rede do Pr imeiro Andar

J possvel coletar as estatsticas sobre a rede, mas antes, ser apresentado algu-mas caractersticas sobre o NODE EDITOR e o PROCESS EDITOR.O NODE EDITOR e o PROCESS EDITOR so editores que esto integrados ao fluxo de tra-balho do OPNET. O NODE EDITOR utilizado para criar modelos de ns, que descrevem ofluxo interno de dados do objeto de rede. O PROCESS EDITOR utilizado para criar mode-los de processos que descrevem o comportamento lgico de um mdulo (mdulo uma uni-dade do n).Sendo assim, todos os objetos de rede, com exceo dos links, possuem camadas inferioresque especificam o fluxo interno de dados no objeto. Os ns so construdos a partir de um oumais mdulos, conectados entre si atravs de packet streams ou statistic wires. Cada m-dulo, por sua vez, possui modelos de processos. Um modelo de processo representado porum diagrama de transio de estado (STD) que descreve o comportamento do mdulo emtermos de estado e transies.

Para familiarizar-se com esses editores, explore o objeto Node_31 (Servidor).Primeiro, clique duas vezes sobre o cone do servidor. O MODELER ir abrir uma nova ja-nela, contendo os mdulos que compe este n especfico. O digrama aberto mostra o mo-delo do n utilizado para representar o servidor ethernet. Observe que o n composto dediferentes tipos de mdulos. A conexo entre os mdulos feita atravs dos packet stre-ams e/ou statistic wire (observe a Figura 6). Durante a simulao, os pacotes enviados damquina cliente so recebidos pelo objeto receptor (hub_rx_0_0) e so processados pelo o

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mdulo de aplicao, segundo o protocolo utilizado. Depois de processados, os pacotes soenviados de volta para o cliente, atravs do mdulo de transmisso (hub_tx_0_0).

A seguir, verifique o modelo de processo que define o comportamento do mdulo tpal.Para isso clique duas vezes sobre o cone que representa o mdulo tpal. Uma nova janela aberta e possvel visualizar os estados e transies que compe o mdulo. Observe que osestados possuem cores distintas (vermelhos e verdes). O significados dessas cores serdiscutido com maiores detalhes nas sesses a seguir. As linhas slidas e pontilhadas repre-sentam as transies entre os estados. Cada estado possui uma Entrada Executiva e umaSada Executiva. A entrada executiva acionada quando o processo entra no estado. A sa-da executiva acionada quando o processo sai do estado em questo. As operaes reali-zadas em cada estado so descritas m linguagem C ou C++. Para visualizar as linhas decomando de entrada de um estado, clique duas vezes sobre a parte superior do estado. Paravisualizar as linhas de comando de sada, repita o processo com a parte inferior do estado.Como dito anteriormente, os estados so conectados entre si atravs de transies. As tran-sies podem ser condicionais (ou seja, existe um teste lgico que deve ser verdadeiro antesque a transio ocorra) ou incondicional (no existe teste lgico para que a transio sejarealizada). O diagrama de estado do mdulo tpal mostra a ligao entre dois estados (WAITe OPEN). A linha pontilhada define uma transio condicional do estado WAIT para o estadoOPEN. A condio OPEN tem que ser verdadeira antes que a transio ocorra. A transiodo estado OPEN para o estado WAIT, representado atravs de uma linha cheia, uma tran-sio incondicional e ser realizada toda vez que cdigo que descreve a funo do estadoOPEN for finalizado.

O que foi apresentado at aqui sobre estes dois editores foi apenas uma introduo.As sesses posteriores iro abranger as funes destes editores com muito mais detalhes.Sendo assim, deve-se continuar com o projeto iniciado. Feche o NODE EDITOR e o PRO-CESS EDITOR e NO SALVE as alteraes realizadas.

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Figura 6. Camadas dos Editores

Uma vez criada a rede e definido o trfego de dados pela mesma, deve-se escolherquais estatsticas devem ser coletadas para responder as questes iniciais do projeto: O servidor ser capaz de suportar a carga adicional da segunda rede? O atraso total na rede ser aceitvel aps a instalao da segunda rede?Para responder essas questes ser necessrio ter um conhecimento prvio sobre o desem-penho da rede inicial, para uma futura comparao. Para adquirir essa base de comparao,as estatsticas SERVER LOAD (estatstica do objeto) e ETHERNET DELAY (estatstica glo-bal) devem ser coletadas. A carga do servidor a estatstica chave que reflete o desempe-nho de toda a rede. Para coletar estatsticas relacionadas com a carga do servidor, siga ospassos abaixo:

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1. Clique no servidor com o boto direito e selecione CHOOSE INDIVIDUAL STATISTICS. A caixade dilogo CHOOSE RESULTS exibe hierarquicamente as estatsticas que podem ser coletadaspara o n em questo.

2. Clique no campo ETHERNET e selecione a opo LOAD (bits/s). Para finalizar a escolha destaestatstica, pressione o boto OK.

As estatsticas globais podem ser usadas para obter informaes sobre a rede comoum todo. Por exemplo, pode-se determinar o atraso para a rede inteira, atravs da estatsticaDELAY. Os passos seguintes habilitam a coleta desta estatstica:

1. Clique com o boto direito em qualquer lugar vazio da rea de trabalho e selecione a opo CHO-OSE INDIVIDUAL STATISTICS.

2. Clique no + da caixa GLOBAL STATISTICS para que as opes disponveis possam ser visualiza-das.

3. Clique no + da opo ETHERNET.4. Selecione a opo DELAY (sec) e pressione o boto OK para confirmar a operao.

Deve-se ter o bom hbito de salvar o projeto freqentemente. Para isso selecione aopo SAVE no menu FILE.Pode-se utilizar dois tipos diferentes de KERNEL para rodar a simulao. O KERNEL dedesenvolvimento coleta dados de simulao que podem ser utilizados para corrigir o progra-ma (DEBUG). J o KERNEL otimizado permite que a simulao seja mais rpida. A definiodo tipo de KERNEL utilizado pode ser feita da seguinte maneira:

1. Selecione EDIT PREFERENCES.2. Digite kernel_type no campo FIND e clique no boto FIND.3. Na clula VALUE, mude a configurao de DEVELOPMENT (configurao padro) para OPTI-

MIZED.

possvel obter uma descrio detalhada de cada campo utilizando o boto DETAILS.Agora que as estatsticas e o KERNEL j foram especificados e o projeto j foi salvo, pode-se rodar a simulao:

1. Selecione SIMULATION CONFIGURE SIMULATION.2. Esta caixa de dilogo permite configurar os dados para a simulao. O campo DURATION permite

definir o tempo de atividade da rede que ser monitorado para recolher as estatsticas. Configurepara 0.5 horas.

3. O campo VALUE PER STATISTICS permite configurar a quantidade mnima de eventos para de-finir um valor estatstico. Configure este campo para o valor 100.

4. O campo SEED permite definir a semente para gerao de nmeros aleatrios. Mantenha este cam-po com o valor 128.

5. Pressione o boto RUN para iniciar a simulao.

Enquanto a simulao executada, aparece uma caixa de dilogo mostrando o pro-gresso da simulao. O tempo de simulao depende muito do processador e da quantidadede memria disponvel no computador. Depois de 1 milho de eventos gerados, o simuladorestima um tempo para que a simulao seja finalizada. Terminada a simulao, clique noboto CLOSE para fechar a caixa de dilogo.

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Se a simulao no for completada, ser necessrio averiguar se onde est o proble-ma. O primeiro passo determinar se o problema est no projeto em particular ou na instala-o como um todo. O diretrio tutorial_ref possui todos os projetos prontos utilizados nestetutorial. Se o projeto contido neste diretrio rodar sem problemas, pode-se assumir que oproblema est no projeto em particular. Para fazer esta verificao, deve-se primeiramenteadicionar o diretrio tutorial_ref na sua lista de diretrios:

1. Selecione FILE MODEL FILES ADD MODEL DIRECTORY2. Procure pelo diretrio \tutorial_ref\modeler3. Clique em CHOOSE4. Clique no boto SOURCE DIRECTORY.5. Abra o projeto Sm_Int_ref6. Selecione o cenrio First_Floor7. Rode a simulao.

Se a simulao for bem sucedida, o problema est no seu projeto. Neste caso, aconselhvel recomear o projeto, tomando cuidados com as instrues contidas neste tuto-rial. Pode-se tambm comparar os projeto de referncia com o projeto criado, para tentarachar o erro que impede a simulao de ser finalizada.Se a simulao no rodar corretamente, ento tem-se um problema de instalao. Nestecaso, contate a seo de SUPORTE para que a instalao seja refeita.Finalizada a simulao, deve-se realizar uma anlise dos resultados obtidos atravs das es-tatsticas coletadas. Existem vrias maneiras de visualizar os resultados. Nesta sesso serutilizado a opo VIEW RESULTS. Outros mtodos para visualizar resultados ser apresen-tado em sesses futuras. Para ver os resultados referentes a carga no servidor de ethernet,siga os passos abaixo:

1. Clique com o boto direito sobre o servidor e selecione VIEW RESULTS.2. Clique no + da caixa OFFICE NETWORK e node_31. Expanda a opo ETHERNET e selecione

LOAD (bits/s). este processo define qual resultado deseja-se analisar.3. Clique no boto SHOW para visualizar o grfico.

O grfico obtido deve ser semelhante ao grfico apresentado na figura 7. Pode ocorrerpequenas diferenas, mas o formato geral do grfico deve ser o mesmo. Note que o pico decarga no servidor menor do que 6000 bits/s. Esta informao ser necessria para a com-parao com a rede expandida.

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Figura 7a. Carga no servidor ethernet.

Figura 7b. Atraso da Rede.

Depois de analisar o grfico de carga do servidor, feche todas as caixas de dialogoabertas. Outra estatstica que foi escolhida para ser analisada foi o atraso geral na rede. Paraanalisar esse resultado, faa:

1. Clique com o boto direito em qualquer local da rea de trabalho.2. Selecione a opo GLOBAL STATISTICS: ETHERNET: DELAY3. Pressione o boto SHOW para exibir o resultado desejado.

O grfico obtido deve ser parecido com a figura 7.b. Observe que o atraso mximo ocorridona rede foi de 0,41ms. Terminada a anlise do grfico, feche todas as caixas de dilogoabertas. Agora que a rede do primeiro andar j foi criada e analisada, deve-se partir para aexpanso e verificar se a nova rede ir operar suficientemente bem na nova situao. Parauma comparao eficiente entre o desempenho das duas situaes, deve-se manter a redeinicial como cenrio 1 e criar um novo cenrio correspondente a rede expandida. Pode-seduplicar o cenrio 1 e ento realizar as modificaes necessrias, mantendo inalteradas asconfiguraes do cenrio original. Para duplicar um cenrio:

1. Selecione SCENARIOS DUPLICATE SCENARIO.

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2. Nomeio o segundo cenrio como Expanso.3. Clique em OK.

O cenrio, com todos os ns, links e configuraes duplicado com o nome de Expanso. Osegundo andar ser uma rplica do primeiro andar, porm no ter um servidor. Para cons-truir este novo segmento:

1. Selecione TOPOLOGY RAPID CONFIGURATION2. Escolha topologia em estrela (STAR ).3. Complete as informaes da configurao rpida com os seguintes valores: CENTER NODE MODEL: 3C_SSII_1100_3300_4s_ae52_e48_ge3 PERIPHERY NODE MODEL: Sm_Int_wkstn NUMBER: 15 LINK MODEL: 10BaseT X=75, Y=62.5 e RADIUS=20.4. Clique em OK para criar a rede.

Para juntar as duas redes, siga os passos abaixo:

1. Abra palheta de objetos, se ela j no estiver aberta.2. Arraste um roteador Cisco CS_2514_1s_e2_s12 e coloque-o entre as duas redes.3. Clique no link 10BaseT e conecte as pontes 3Com no roteador.4. Salve o projeto.

Figura 8. Rede Expandida

Como o trfego utilizado pelas novas mquinas j est configurado (esta configuraoser estudada mais a frente), basta rodar a simulao novamente. Configure o tempo de si-mulao para 0,5 horas e pressione o boto RUN. Aps o termino da simulao, deve-seanalisar as estatsticas coletadas para responder as perguntas inicias do projeto.A melhor maneira de responder estas questes necessrio comparar os resultados obtidosnas duas simulaes. Para realizar esta tarefa, utilize o recurso COMPARE RESULTS, con-forme mostrado a seguir:

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1. Para observar a carga no servidor nas duas situaes, clique com o boto direito sobre o servidor.2. Escolha a opo COMPARE RESULTS.3. Selecione a carga no servidor em bits/s.4. Clique no boto SHOW.

O grfico gerado deve ser parecido com o grfico da figura 9, mas no ser idntico.

Figura 9. Carga no Servidor

O grfico a seguir apresenta uma comparao entre a carga mdia no servidor nas duas si-tuaes. A gerao de grfico com mdia temporal ser apresentado na prxima sesso.

Figura 10. Carga Mdia no Servidor

Observe que a carga mdia no servidor aumentou no cenrio 2 (como esperado), masa mdia parece tender para um valor finito, o que indica que a rede est estvel. Agora deve-se realizar a anlise do atraso da rede, para saber o quanto a expanso prejudicou no de-sempenho do sistema. Para comparar os atrasos nas duas situaes, faa:

1. Feche todos os grficos e caixas de dilogos abertas.2. Clique com o boto direito em qualquer ponto em branco da rea de trabalho e selecione a opo

COMPARE RESULTS.

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3. Selecione GLOBAL STATISTICS: ETHERNET: DELAY (sec)4. Clique no boto SHOW

O grfico obtido deve ser parecido com o grfico da figura 11.

Figura 11. Atraso da rede.

Este grfico mostra que no h uma mudana significativa no atraso da rede com a adioda segunda rede. Embora a carga no servidor tenha aumentado, o atraso na rede no au-mentou.

3. Modelamento de LAN

O foco desta sesso mostrar o uso de modelos de LAN e de trfego secundrio(background). Sendo assim, ao final desta sesso o usurio ser capaz de:

Configurar uma palheta com os objetos necessrios. Configurar aplicaes e perfis de usurios. Modelar uma LAN como sendo um nico n. Especificar uma utilizao secundria de um link que muda ao longo do tempo. Simular mltiplos acessos simultaneamente. Aplicar filtros nos grficos e analisar os resultados obtidos.

Sendo assim, esta sesso apresenta dois novos conceitos: Modelos de LAN e Utilizao Se-cundria de Links.

Modelos de LAN: caso o usurio esteja simulando uma rede de mdio ou grande porte, pode serque no se tenha interesse no comportamento interno de cada estao da rede, mas se tenha umgrande interesse no comportamento do roteador ou em um outro elemento chave da rede. Nestes ca-sos os modelos de LAN podem ser usados para modelar toda uma rede utilizando apenas um n.

Utilizao Secundria de Links: caso o usurio deseje modelar a pr-existncia de um trfego narede, pode-se utilizar a opo BACKGROUND UTILIZATION para simular este trfego, sem anecessidade de model-lo explicitamente, atravs da gerao de pacotes. Tambm possvel mudareste trfego ao longo do curso da simulao.

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Nesta sesso, ser modelado uma WAN pertencente a uma companhia da costa lestedos EUA. Esta companhia possui escritrios em Atlanta, Filadlfia, Nova York e Boston co-nectadas a rede central localizada em Washington DC. Os escritrio utilizam linhas telefni-cas para se conectarem e por isto esto susceptveis a atrasos causados por trfegos norelacionados com os dados de interesse.Esta companhia pretende determinar como esse trfego secundrio est afetando o trfegoFTP nesta rede. Para responder a esta questo, deve-se modelar o desempenho do trfegoFTP e de e-mail, primeiramente sem o trfego secundrio e ento com o trfego secundrio.Neste caso, no tem-se interesse em modelar detalhadamente cada rede. Sendo assim,deve-se usar os ns LAN.O primeiro passo para configurar a WAN especificar o contexto geral da rede utilizando oStartup Wizard. Feito isso, deve-se proceder com a construo da rede, propriamente dita.Para isso, deve-se:

Configurar uma palheta. Especificar um mapa de fundo. Dar nfase a rea de interesse (cidades que possuem escritrios).

Para iniciar, crie um novo projeto (denominado de Rede_Lan_Mod) e um novo cenrio (de-nominado sem_trafego). Configure este cenrio para um novo cenrio em branco com omapa dos EUA de fundo, seguindo os passos abaixo:

1. Selecione File New Project2. Nomeie como Rede_Lan_Mod3. Nomeie o cenrio como Sem_Trafego4. Selecione a opo Choose From Maps USA5. Selecione a palheta Lan_Mod_Model_List.

Com este procedimento, foi criado um modelo de rede de grande escala. Tambm foicriado uma palheta com os ns que sero utilizados na montagem da rede, mas que nopossui todos os ns necessrios. Sendo assim, tem-se que personalizar a palheta para queatenda aplicao em questo. O n que deve ser adicionado a palheta a LAN. Para realizaresta tarefa, siga os passos abaixo:

1. Clique em CONFIGURE PALETTE.2. Clique em NODE MODELS (para adicionar ou remover um modelo de n).3. Encontre o n 10BaseT_LAN e mude o status de NOT INCLUED para INCLUED.4. Finalize o processo pressionando o boto OK.5. Nomeie a palheta como Lista_Rede_Sem_Trafego e pressione OK.

A rede da companhia est localizada na costa nordeste dos EUA (Northeast Corridor),portanto no necessrio visualizar todo o mapa. Para dar um ZOOM na rea de interesse,clique no boto ZOOM localizado na barra de ferramentas, clique a arraste o mouse em tornoda rea de interesse at que todas as cidades estejam visveis.Antes de iniciar a construo da rede, bom definir os perfis dos usurios e as aplicaesque sero utilizadas na rede. Os perfis so configurados atravs do n PROFILE DEFINITI-ON e as aplicaes no n APPLICATION DEFINITION. Segue abaixo a definio formal deperfil e aplicao:

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Perfil: define as aplicaes que sero acessadas por uma estao, servidor ou LAN. Pode-se criarvrios perfis diferentes, para que o modelamento da rede seja preciso e realstico.

Aplicao: define servios que so utilizados pelos usurios. J existem 8 aplicaes padro (trans-ferncia de arquivo, acesso a banco de dados, email, http, VoIP, impresso, Telnet e videoconfern-cia) e pode-se especificar novas aplicaes.

Para configurar as aplicaes que sero usadas no modelo da rede, siga os passos abaixo:

1. Coloque o cone APPLICATION CONFIGURATION na rea de trabalho.2. Clique com o boto direito e selecione EDIT ATTRIBUTES.3. Nomeie o n como Configurao de Aplicaes.4. Selecione a opo APPLICATION DEFINITIONS e mude o parmetro VALUE para DEFAUT.

Este passo habilita as oito aplicaes mencionadas anteriormente.5. Clique em OK.

Agora j possvel criar perfis que utilizem as aplicaes habilitas, seguindo os passos abai-xo:

1. Coloque o cone PROFILE CONFIGURATION na rea de trabalho.2. Clique com o boto direito e selecione EDIT ATTRIBUTES.3. Nomeie o n como Configurao de Perfil.4. Selecione a opo PROFILE CONFIGURATION e altere o parmetro VALUE para EDIT.5. Adicione uma linha na tabela de configurao de perfil (PROFILE CONFIGURATION TABLE).6. Nomeie o perfil como Cliente LAN.7. Mude o parmetro OPERATION MODE para SIMULTANEOUS.8. Clique na coluna START TIME para configurar o tempo no qual o usurio ir acessar as aplicaes

configuradas para o perfil.9. Selecione distribuio constante com mdia 100. Neste caso todos os usurios modelados por este

perfil ir comear a utilizar os recursos da rede no instante t=100s.10. Clique na coluna APPLICATIONS para definir as aplicaes que o perfil ir utilizar. Neste exem-

plo, tem-se interesse no desempenho de transferncia de arquivos.11. Adicione uma linha na tabela de aplicaes (APPLICATION TABLE).12. No campo NAME, selecione a opo FILE TRANSFER HEAVY. As opes disponveis neste

menu definido pela configurao de aplicaes. Ao selecionar a opo DEFAULT no n APPLI-CATION DEFINITION, habilitou-se as opes que aparecem nesta lista. Note que esta lista possui16 opes, que so duas verses (LIGHT e HEAVY) de cada uma das aplicaes mencionadas an-teriormente. Clique em OK para finalizar a seleo da aplicao.

13. Configure o campo START TIME OFFSET para UNIFORM (0,300). Esta configurao feitapara que o momento no qual os usurios iro utilizar os recursos da rede ocorra com uma certa ale-atoriedade. Na tabela de configurao do perfil, foi definido que os usurios com este perfil iroacessar os recursos da rede para transferncia de arquivos aps 100 segundos de simulao. Estecampo define que o incio efetivo do uso da rede por parte de um usurio em particular pode sofrerum atraso de 0s a 300s, segundo uma distribuio uniforme. Clique em OK nas caixas de dilogosabertas para finalizar a configurao de perfil.

Agora que o perfil dos usurios e as aplicaes utilizadas j foram configuradas, a constru-o da rede pode ser inicializada. Como a rede formada por quatro subredes idnticas,pode-se criar a primeira subrede em Atlanta, com todos os ns internos e utilizar o recursocopiar/colar para criar as outras quatro redes. Sendo assim, esta parte da sesso ir focar a:

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construo de subredes, copiar e colar os objetos de rede, modificar subredes e conexo das subredes.

Uma subrede um n de rede que contm outros ns de rede, como links, estaes,servidores ou at mesmo outras subredes, e abstrai estes como sendo um nico n. O usodas subredes consiste de um poderoso mecanismo para manipulao de redes complexas,quebrando a complexidade do sistema atravs destas abstraes. Sendo assim, as subredesajudam a organizar logicamente o modelo da rede. possvel inserir subredes dentro desubredes ilimitadamente. Neste exemplo, as subredes sero utilizadas para representar osescritrios de cada cidade. Para criar uma subrede, clique no cone da subrede e coloque-asobre a cidade de Atlanta. Para visualizar o contedo de uma subrede, clique duas vezessobre o n. At este ponto, a subrede no possui nenhum n, portanto, deve-se criar a topo-logia interna da subrede para continuar com o modelamento. Inicialmente, as configuraesde grade da subrede esto relacionadas com o padro do OPNET, que nem sempre so asmelhores. Para configurar a grade dentro da subrede, siga os passos a abaixo:

1. Clique duas vezes na subrede.2. Selecione VIEW SET VIEW PROPERTIES. Observe que as propriedades da grade esto em

graus, o que no ideal para o modelamento de um escritrio.3. Selecione a unidade para METERS.4. Configure a resoluo para 10 pixels/m.5. Configure a diviso para 10.6. Desmarque a opo SATELLITE ORBITS.7. Verifique se a linha da grade est configurada para pontilhada (DRAWING: DASHED).8. Clique no boto CLOSE.

Neste caso, no necessrio modelar detalhadamente cada uma das LANs que compe arede, pois tem-se interesse no apenas no trfego do servidor. Portanto, deve-se utilizar o n10BaseT_LAN para representar as redes locais de cada subrede. Siga os passos abaixopara inserir e configurar um n LAN.

1. Clique no cone 10BaseT_LAN e coloque na rea de trabalho (dentro da subrede).2. Clique com o boto direito e selecione EDIT ATTRIBUTES. Os atributos da LAN podem ser mo-

dificados para que o n represente com preciso o comportamento de uma rede local com um certonmero de computadores e com um determinado tipo de perfil.

3. Nomeie o n como LAN_Escritorio.4. Selecione a opo APPLICATION:SUPPORTED PROFILES e mude o parmetro VALUE para

EDIT.5. Adicione uma linha na tabela de perfis.6. Mude o nome do perfil para Cliente_LAN e clique em OK. Esta configurao define que a LAN ir

utilizar o perfil Cliente_LAN definido anteriormente para determinar o trfego de seus usurios, ouseja, a LAN ir enviar um trfego que modela o uso pesado de FTP.

7. Configure o nmero de estaes para 10 e clique em OK.Agora a LAN de Atlanta j est modelada. Observe que este nico objeto equiva-

lente a 10 estaes ligadas em topologia estrela. Este modelo de LAN composto de esta-es de trabalho e links apenas e por isto deve ser conectada a um roteador. O roteadorpode ser conectados a outros roteadores da rede. Para inserir um roteador:

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1. Coloque o n BN_BLN_4s_e4_f_sl8_tr4 na rea de trabalho (dentro da subrede), prximo do nLAN_Escritrio.

2. Nomeie este n como Roteador.3. Conecte o roteador LAN utilizando um link 10BaseT.

A subrede de Atlanta est pronta. As subredes das outras cidades so idnticas a essa, en-to pode-se copiar e colar as demais subredes nas respectivas cidades. Para isso, siga ospassos abaixo:

1. Clique com o boto direito em uma rea em branco da rea de trabalho e selecione a opo GO TOPARENT NETWORK. Tambm pode-se utilizar o respectivo boto da barra de ferramentas.

2. Mude o nome da subrede para ATLANTA.3. Selecione EDIT:COPY ou pressione CRTL+C.4. Selecione EDIT:PASTE ou pressione CTRL+V e clique sobre Washington. Repita este passo para

as cidade de Philadelphia, New York e Boston.5. Nomeie as subredes de Washington, Philly, NYC e Boston.6. Clique no link LAN_Mod_PPP_DS0.7. Conecte a subrede Atlanta a subrede Washington. Selecione o roteador de Atlanta para NODE A e

o roteador de Washington para NODE B. Repita este procedimento conectando todas as subredes,conforme mostrado na figura 12(b).

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Figura 12. (a) Subrede de Atlanta; (b) Topologia final; (c) Subrede de Washington

Para completar a rede, o escritrio principal de Washington deve ser modificado parareceber um switch e um servidor:

1. Clique duas vezes sobre a subrede de Washington.2. Coloque um Switch BN_Acecelar1050_1s_ae12_ge1 e um servidor ethernet_server na rea de tra-

balho.3. Nomeie o n BN_Acecelar1050_1s_ae12_ge1 para Switch e o n ethernet_server para Servidor.4. Conecte o servidor ao swtich e o switch ao roteador utilizando o link 10BaseT.5. Clique com o boto direito sobre o Servidor e selecione EDIT ATTRIBUTES.6. Selecione a opo APPLICATION: SUPPORTED SERVICES e mude o parmetro VALUE para

EDIT.7. Adicione uma linha na tabela de aplicaes suportadas.8. Selecione o campo NAME e escolha FILE TRANSFER (HEAVY). Este passo determina que o

servidor capaz de sustentar o servio de FTP pesado, que o servio definido para o perfil Clien-te_LAN. O resultado deve ser parecido com o apresentado na figura 12c.

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9. Clique em OK, volte para a rede principal e salve o projeto.

A rede criada agora uma base de comparao, onde no h nenhum outro trfegoalm do trfego gerado entre as subredes. Agora deve-se criar um novo cenrio que possuium trfego background entre as cidades, para comparar o desempenho da rede nesta novasituao. Desta forma, os prximos objetivos desta sesso so:

Duplicar cenrio. Implementar um trfego background variante ao longo da simulao.

Estudos preliminares sobre a rede mostram que o trfego cresce gradualmente aolongo do dia, quando os empregados chegam e comeam a trabalhar. O trfegobackground pode ser utilizado para modelar este padro. Como o objetivo comparar duassituaes (com e sem trfego), deve-se preparar dois cenrios, sendo um para cada situa-o. A maneira mais rpida de realizar esta tarefa utilizar o recurso DUPLICATE SCENA-RIO, conforme mostrado nos passos abaixo:

1. Clique em SCENARIOS DUPLICATE SCENARIO.2. Nomeie o novo cenrio de COM_TRAFEGO e clique em OK.3. A utilizao background um atributo para cada link. Para configurar esta utilizao, segure a

tecla SHIFT e clique sobre cada link que interliga as cidades.4. Clique com o boto direito sobre qualquer um dos links e selecione EDIT ATTRIBUTES.5. Selecione a opo BACKGROUND UTILIZATION e mude o parmetro VALUE para EDIT.6. Adicione 3 linhas na tabela de utilizao secundria. Complete a tabela conforme mostra a figura

13 e clique em OK. Segundo esta tabela, para os primeiros 300 segundos de simulao, a utilizaodos links ser de 30%. Entre 300 e 500 segundos de simulao, o trfego de fundo utilizar 40% dacapacidade do link. Aps os 500 segundos de simulao a utilizao ser de 50%.

Figura 13. Tabela de utilizao secundr ia.

7. Confira se a caixa APPLY CHANGES TO SELECTED OBJECTS est marcada (para que as con-figuraes realizadas aqui sejam atribudas a todos os links selecionados) e ento pressione OK.

8. Salve o projeto.

Os servidores e alguns outros objetos de rede tambm possuem a possibilidade deconfigurar o trfego secundrio. Este recurso pode ser explorado toda vez que um determi-nado servio tenha que ser analisado em meio a outros servios que no sejam do interessedo usurio.Agora que ambos os cenrios esto configurados, pode-se determinar quais dados devemser coletados para anlise. As estatsticas relevantes para esta rede so: utilizao dos linkse o tempo de download global. Outras estatsticas podem ser coletadas, dependendo do inte-resse do usurio. Assim, esta parte da sesso estar focada em:

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Especificar as estatsticas a serem coletadas em cada cenrio e; Rodas mltiplas simulaes.

Primeiramente, siga os passos abaixo para selecionar as estatsticas para o cenrioCOM_TRAFEGO.

1. Clique com o boto direito em um ponto em branco da rea de trabalho e selecione CHOOSE IN-DIVIDUAL STATISTICS.

2. Selecione GLOBAL STATISTICS: FTP: DOWNLOAD RESPONSE TIME (sec).3. Selecione LINK STATISTICS: POINT-TO-POINT: UTILIZATION e UTILIZATION .4. Clique em OK.

As estatsticas selecionadas acima sero coletadas para todos os links do cenrioCOM_TRAFEGO. Para poder comparar os resultados entre as duas situaes, deve-se co-letar essas mesmas estatsticas para o cenrio SEM_TRAFEGO. Siga os passos abaixo paramudar de cenrio e coletar novas estatsticas.

1. Selecione SCENARIOS SWITCH TO SCENARIO e escolha SEM_TRAFEGO.2. Clique com o boto direito em um ponto em branco da rea de trabalho e selecione CHOOSE IN-

DIVIDUAL STATISTICS.3. Selecione GLOBAL STATISTICS: FTP: DOWNLOAD RESPONSE TIME (sec).4. Selecione LINK STATISTICS: POINT-TO-POINT: UTILIZATION e UTILIZATION .5. Clique em OK e salve o projeto.

Uma vez definido quais estatsticas devem ser coletadas, deve-se iniciar a simulao.A opo MANAGE SCENARIOS pode ser utilizada para renomear cenrios, mudar a ordementre eles e para rodar simulaes simples ou mltiplas. Ao invs de rodar cada simulaoseparadamente, deve-se utilizar o MANAGE SCENARIOS para rodar ambas simulaes si-multaneamente, conforme mostrado abaixo:

1. Selecione SCENARIOS MANAGE SCENARIOS.2. Clique na coluna RESULTS e selecione COLLECT para ambos os cenrios.3. Configure o tempo de simulao (SIM DURATION) para 700 e mude a unidade de tempo (TIME

UNITS) para segundos.4. Clique em OK.

O MODELER ir iniciar a simulao de todos os cenrios cujo a coluna RESULTSpossui a opo COLLECT. A caixa de dilogo de simulao aberta para mostrar o progres-so da simulao. Ao trmino da simulao, pressione o boto CLOSE para fechar esta caixade dilogo.Para comparar os resultados entre os dois cenrios, siga os passos abaixo:

1. Clique com o boto direito do mouse em um ponto em branco da rea de trabalho e selecioneCOMPARE RESULTS.

2. Selecione a opo OBJECTS STATISTICS: CHOOSE FROM MAPS NETWORK:ATLANTA WASHINGTON: POINT-TO-POINT:UTILIZATION

3. Mude o filtro do grfico de AS IS para TIME_AVERAGE e clique no boto SHOW. O grficoobtido deve ser parecido com a figura 14.

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Figura 14. Trfego entre Atlanta e Washington nos dois cenr ios.

Observe que o cenrio que utiliza o trfego background possui uma maior utilizaodo link, como era de se esperar. Pode-se realizar este procedimento para qualquer link, afimde determinar a utilizao mxima em cada ponto da rede.Outra estatstica que deve ser analisada o tempo de resposta FTP nas duas situaes.Como o tempo de resposta varia ao longo da simulao, mais fcil analisar a mdia mo-vente do tempo de resposta, conforme mostram os passos a seguir:

1. Na caixa de dilogo COMPARE RESULTS, clique no boto UNSELECT.2. Selecione GLOBAL STATISTICS: FTP: DOWNLOAD RESPONSE TIME.3. Selecione o filtro de grfico TIME_AVERAGE e clique em SHOW.

O grfico obtido deve ser parecido com a figura 15, mostrada abaixo.

Figura 15. Tempo de resposta para ambos os cenr ios.

Este grfico mostra que o tempo de resposta aumenta severamente quando o link estcarregado. Cada ponto neste grfico da mdia movente reflete o atraso mdio para um inter-valo de sete segundos em torno de cada ponto.

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4. Relatrio WEB

Nesta sesso ser apresentada uma forma de gerar relatrio no formato HTML, quefacilita a apresentao e anlise dos resultados obtidos em simulao. Os relatrios WEBpermitem analisar os resultados obtidos de diversas maneiras diferentes, alm de tornar es-ses resultados acessveis para vrias pessoas. Pode-se comear em um sumrio geral sobrea rede e utilizar os links para acessar resultados especficos. Neste exemplo, o relatrio WEBser utilizado para analisar o desempenho de dois tipo diferentes de trfego (ABR e CBR)em uma pequena rede ATM.Como o objetivo explorar os recursos do relatrio WEB, deve-se utilizar um projeto jpronto para no tirar o foco do objetivo proposto.

1. Selecione FILE OPEN PROJECT.2. Selecione o projeto web_report para abrir a rede ATM no editor de projetos.3. Salve o projeto com o nome NOVO_RELATORIO_WEB.

A rede ATM utilizada nesta sesso foi designada para mostrar a diferena de desem-penho entre duas tcnicas de trfego distintas: a CBR (constant bit rate taxa de bit cons-tante) e ABR (available bit rate taxa de bit disponvel).No esquema CBR, o contrato de trfego garante uma certa BW para cada usurio durantetodo o tempo. A vantagem deste esquema que cada usurio possui uma BW pr definida,independente se h ou no outros usurios utilizando o link. Porm, esta tcnica limita o n-mero de usurios por link em todo instante de tempo. Este esquema til quando tem-se anecessidade de uma alta qualidade de servio, como por exemplo, transmisso de udio ouvdeo.No esquema ABR, o contrato de trfego no garante uma determinada BW: o trfego utiliza-do aquele disponvel depois que o trfego CBR foi atendido. A vantagem deste esquema que um grande nmero de usurios podem gerar trfego ao mesmo tempo no mesmo link.Porm, a BW disponvel dividida entre todos os usurios, aumentando o tempo de respos-ta. Esta tcnica til quando a qualidade de servio no necessita ser muito alta, como porexemplo, Internet (WEB).A rede ATM utilizada consiste de um cliente FTP utilizando o esquema ARB, um cliente devoz utilizando o esquema CBR, dois switches, um servidor FTP e um cliente de voz. Paraesta rede, tem-se interesse nas seguintes estatsticas:

CLIENT TRAFFIC SENT: Trfego enviado pelo cliente. CLIENT FTP RESPONSE TIME: Tempo de resposta FTP do cliente. VOICE APPLICATION PACKET END-TO-END DELAY: Atraso dos pacotes fim-a-fim para

aplicao de voz.

Ao invs de utilizar a opo CHOOSE STATISTICS para coletar estas informaes, deve-seutilizar uma funo capaz de recolher estas estatsticas no formato de relatrio. Para isso,siga os passos abaixo:

1. Selecione SIMULATION CHOOSE STATISTICS REPORTS2. Da lista disponvel, selecione FTP&VOICE e clique em OK. Observe que pode-se gerar um relat-

rio que possua qualquer uma das opes disponveis.3. Clique em no boto CONFIGURE RUN SIMULATION.4. Defina 1000s para o tempo de simulao e pressione o boto RUN.

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5. Quando a simulao terminar, clique no boto CLOSE.

Antes de gerar um relatrio WEB, pode-se decidir em incluir alguns grficos que nor-malmente aparecem em um relatrio. Esta incluso pode ser feita os no Editor de Projetos,selecionando as opes apropriadas, conforme mostram os passos a seguir:

1. Clique com o boto direito em um ponto em branco da rea de trabalho e selecione VIEW RE-SULTS.

2. Expanda a rvore REPORT FTP&VOICE.3. Selecione duas estatsticas dentro de REPORT FTP&VOICE: OBJECT STATISTICS: stn_abr_ftp_client:Client Ftp: Upload Response Time (sec) stn_cbr_voice-client:Voice Applications: Packet End-to-End Delay (sec)4. Selecione STATISTICS OVERLAID e verifique se o filtro de grfico est configurado para a op-

o As Is.5. Clique em SHOW.

Agora pode-se gerar e visualizar o relatrio WEB.

1. Selecione RESULTS STATISTIC REPORT GENERATE WEB REPORT2. Clique em OK para gerar um relatrio com o nome padro. Todo relatrio WEB gerado armaze-

nado em um diretrio especificado pelo parmetro web_rep_storage_dir. Se este parmetro no forespecificado pelo usurio, o MODELER ir armazenar o relatrio gerado na pasta \op_admin\tmp.

3. Para visualizar o relatrio selecione RESULTS STATISTC REPORT LAUNCH LAST RE-PORT. O Modeler ir abrir o relatrio com o programa especificado pelo parmetro browser_prog.

Caso o Modeler no abra o relatrio, verifique se o parmetro browser_prog indica ocaminho correto do browser utilizado (Netscape ou Internet Explorer). O relatrio tambmpode ser aberto manualmente atravs do arquivo index.html gravado no diretrio indicadopelo parmetro web_rep_storage_dir. A pgina inicial (index.html) oferece links para acessaros resultados obtidos na simulao. Navegue por este links para se familiarizar com o mo-delo do relatrio.

5. Importar Dados.

Esta sesso ir explorar as capacidades do Modeler em importar trfego, de modoque o usurio possa:

examinar um modelo de trfego que inclui trfego explcito ; importar um trfego de conversao e; rodar diversas simulaes para verificar o efeito do crescimento do trfego na rede.

Nas sesses anteriores foi apresentado tcnicas para construir redes manualmente eadicionar trfego de fundo. Nesta sesso ser mostrado que possvel importar tanto a to-pologia quanto o trfego de uma fonte externa. Pode-se importar um banco de dados do HPNETWORK NODE MANAGER para criar a topologia, enquanto que os dados de trfego po-dem ser importados de uma variedade de ferramentas, como AGILENT NETMETRIX, CISCONETFLOW, ou at mesmo de um arquivo texto no formato ASCII. Primeiramente, deve-seabrir o projeto, conforme mostrado abaixo:

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1. Abra o projeto Imp_Data (FILE OPEN PROJECT)2. Salve com o nome TRAFEGO_IMP_DADOS.

Existem vrios tipos de trfego no Modeler:

EXPLICITLY GENERATED TRAFFIC: criado pelo usurio, atravs da especificao da quanti-dade de transaes realizadas por unidade de tempo, de acordo com uma certa distribuio. Estetrfego gerado atravs da configurao de aplicaes e de perfis.

CONVERSATION PAIR TRAFFIC: tambm chamado de trfego background roteado. otrfego entre um objeto fonte em particular e um ou mais objetos destino. Este trfego pode ser cri-ado pelo usurio (TRAFFIC CONVERSATION PAIR BROWSER) ou importado (TRAFFIC IMPORT CONVERSATION PAIR).

DEVICE/LINK LOAD TRAFFIC: tambm chamado de trfego background. Determina o tr-fego em um determinado link atravs de uma porcentagem da carga mxima permitida no link. Estetrfego pode ser criado pelo usurio, editando o atributo BACKGROUND UTILIZATION do linkou pode ser importado de uma fonte externa (TRAFFIC IMPORT DEVICE/LINK LOADS).

Nesta sesso, o trfego explcito ser gerado para determinar o comportamento darede em diversas situaes e o trafego de conversao ser importado de um arquivo ASCII.As estatsticas como atraso e tempo de resposta em redes com trfego de fundo, precisamde valores bases para fins de comparao. Esses valores so obtidos atravs da gerao detrfego explcito. Para criar um trfego explcito, como o trfego gerado por uma aplicaoFTP, ser preciso adicionar e configurar os ns APPLICATION DEFINITION e PROFILE DE-FINITION. Tambm ser necessrio configurar a simulao para que os dados base obtidossejam coerentes com o desejado. Esses passos j foram realizados nas sesses anteriores,portanto no de grande interesse execut-los novamente. Sendo assim, existe um projetoj corretamente configurado para facilitar o estudo da questo de interesse desta sesso.Neste caso, o usurio ir apenas observar as configuraes de aplicao, perfil, estatsticase simulao para familiarizar-se com o cenrio. Para isso, siga os passos abaixo:

1. Entre na subrede 192_9_200, clicando duas vezes sobre ela (somente se j no estiver aberta).2. Clique com o boto direito sobre o n APPLICATION DEFINITION, selecione EDIT ATTRIBU-

TES e verifique se o parmetro APPLICATIONS DEFINITIONS est configurado para DE-FAULT. Clique em OK.

3. Clique com o boto direito sobre o n PROFILE DEFINITION, selecione EDIT ATTRIBUTES.Configure o parmetro VALUE da opo PROFILE CONFIGURATION para EDIT.

4. Verifique se o perfil est configurado conforme especificado abaixo: PROFILE NAME: FTP (LIGTH) APPLICATIONS: Selecione EDIT para abrir a tabela de aplicaes. Verifique se a aplicao FTP

(LIGTH) est selecionada e ento clique em OK. OPERATION MODE: SERIAL (ORDERED) START TIME (SECONDS): UNIFORM (100,110) DURATION (SECONDS): END OF SIMULATION REPEATABILITY: ONCE AT START TIME5. Clique em OK para fechar as caixas de dilogo abertas.

Verifique se o perfil FTP (LIGTH) est designado para os objetos LAN e que a aplica-o FILE TRANSFER (LIGHT) suportada pelo servidor LAN. Para realizar esta tarefa, utili-

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ze o comando SELECT OBJECTS, especificando o PROFILE NAME para FTP (LIGTH) e oSUPPORTED SERVICE para FILE TRANSFER (LIGTH). Sabe-se que a rede possui seisobjetos LAN, portanto se esses atributos estiverem designados para cada um desses obje-tos, o comando ir reportar seis objetos selecionados. Os passos abaixo mostram como utili-zar esse comando.

1. Selecione EDIT SELECT OBJECTS2. Configure a caixa de dilogo conforme mostra a figura 16, mas no clique no boto OK.

Figura 16. Seleo de objetos.

3. Especifique o valor para o atributo APPLICATION: SUPPORTED PROFILES: Clique na clula VALUE da primeira linha da tabela ATTRIBUTE CRITERIA e selecione EDIT.

A tabela APPLICATION: SUPPORTED PROFILES ser aberta. Defina o nome do perfil para FTP (Ligth) Clique no boto OK para fechar esta tabela.

Figura 17. Tabela de Per fis Supor tados

4. Adicione uma segunda linha na tabela ATTRIBUTE CRITERIA e configure-a conforme segueabaixo:

PROPOSITION: REQUIRED. ATTR. NAME: APPLICATION: SUPPORTED SERVICES. Clique na clula VALUE e selecione a opo EDIT. A tabela de servios suportados aberta . Mude o nome do perfil de NONE para File Transfer (Light). Clique em OK para fechar a tabela.5. Clique no boto OK na caixa de dilogo LOGICAL OBJECT SELECTION. Os seis objetos de

LAN so selecionados. Pode-se concluir que o perfil FTP (Light) est designado para cada clientena LAN, e que a aplicao FILE TRANSFER (LIGHT) suportada pelo servidor.

6. Clique em um ponto em branco para desmarcar as LANs.

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A seguir, deve-se verificar as estatsticas que devem ser coletadas.

1. Clique com o boto direito em um ponto em branco e selecione CHOOSE INDIVIDUAL STA-TISTICS.

2. Verifique se as seguintes estatsticas esto selecionadas: GLOBAL STATISTICS: FTP: DOWNLOAD RESPONSE TIME (SEC) LINK STATISTICS: POINTO-TO-POINT: UTILIZATION3. Clique em OK para fechar a caixa de dilogo.

Agora que o modelo j conhecido pelo usurio, pode-se importar o trfego de con-versao (trfego de fundo roteado) de um arquivo de trfego capturado por uma ferramenta.Vrios passos so necessrios para importar um arquivo de trfego:

Capturar e criar o arquivo de trfego. Este passo j foi feito usando uma ferramenta apropriada. Configurar o MODELER para localizar o arquivo de trfego. Importar o trfego diretamente em um cenrio particular.

Nesta sesso, o segundo e o terceiro passos sero explorados. Conforme menciona-do, o MODELER precisa ser configurado para poder localizar o diretrio onde os arquivos detrfego esto armazenados. Esse diretrio definido pelo atributo traffic_archive_dir. Paraconfigurar este atributo, faa:

1. Selecione EDIT PREFERENCES2. No campo FIND, digite traffic_archive_dir e clique em OK.3. Clique no parmetro VALUE e verifique se o diretrio

:\MODELS\STD\TURORIAL_REQ\TRAFFIC est selecionado. Clique em OK.

Uma vez que o arquivos de trfego foram colocados no diretrio apropriado, eles po-dem ser importados pelo MODELER e aplicados a uma rede do cenrio atual.

1. Selecione TRFFIC IMPORT CONVERSATION PAIRS FROM AGILENT NETMETRIX2. O procedimento acima abre a caixa de dilogo para importar trfego. No canto superior esquerdo

desta janela existe um campo contendo uma rvore de diretrios. Expanda a rvore de diretrios atque o diretrio onde os arquivos foram armazenados esteja selecionado. O diretrio deve ser:\MODELS\STD\TURORIAL_REQ\TRAFFIC.

3. Da lista de arquivos disponveis, selecione Imp_Data_Traf.tr1

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Figura 18. Caixa de dilogo para impor tar trfego.

Ao importar um trfego, pode-se especificar diferentes parmetros, incluindo o perodode tempo que se deseja utilizar. Para esta sesso deve-se utilizar todo o arquivo de trfego,ou seja, deve-se utilizar o trfego coletado no perodo de 04h00min 04h30min. Esta confi-gurao feita no campo FROM e TO. Pode-se especificar outros perodos de tempo, casotenha-se interesse em apenas uma parte do trfego coletado.Outro atributo que pode ser configurado durante o processo de importao de trfego oARCHIVE MERGING MODE. Este atributo especifica como o MODELER deve proceder paraatuar com trfego duplicado. O atributo ARCHIVE MERGING MODE permite especificarcomo os valores obtidos pelas pontas de provas sero utilizados pelo MODELER. O usomais comum lidar com diferentes valores para o mesmo fluxo de trfego. Como por exem-plo, tome a seguinte situao:

uma ponta de prova no n 1 que coleta informaes de trfego enviados para o n 2. uma ponta de prova no n 2 que coleta informaes de trfego recebidos do n 1.

Se essas pontas reportam valores diferentes, o modo especificado pelo atributo AR-CHIVE MERGING MODE determina qual valor deve ser utilizado. MAXIMUM significa que omaior valor de trfego utilizado, enquanto que MINIMUM determina que o menor valor deveser usado. O modo ADDITION, raramente usado, pode ser o modo apropriado para algumassituaes. Para importar o trfego:

1. Certifique-se que o ARCHIVE MERGING MODE est configurado para MAXIMUM.2. Clique em IMPORT. A barra de progresso aparece durante a importao do trfego. Este processo

demora alguns segundos, dependendo do computador utilizado.

Durante o processo de importao de trfego, o MODELER associa o trfego importado como n fonte do modelo de rede usando um nome associativo ao n (endereo IP ou MAC).Algumas vezes o MODELER no capaz de casar o trfego com o objeto de rede, por umdos dois motivos: o n fonte foi acidentalmente omitido do modelo da rede ou a fonte de tr-fego no parte da rede na verdade. Embora isto no ocorra neste caso, fontes de trfegono casadas podem facilmente ser associadas com um objeto de rede utilizando o Assistentede Trfego No Reconhecido.

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Agora que o trfego da rede j foi carregado, pode-se comear a explorar o que acontecequando o trfego aumenta para 50% e depois para 75%. Primeiramente, necessita-se deuma base. Rode a simulao, conforme mostrado abaixo:

1. Selecione SIMULATION CONFIGURE SIMULATION2. Verifique se a durao est configurada para 360 segundos.3. Clique em RUN. A simulao ir iniciar. No seu trmino, clique no boto CLOSE para fechar a

caixa de dilogo.

Desta forma, gerou-se um base para os resultados. No analise nenhum resultado, por en-quanto. O interesse desta sesso est focado na analise do crescimento do trfego. Destaforma os resultados somente sero analisados quando for possvel observar os resultadosobtidos nos trs cenrios. O que deve ser feito agora criar novos cenrios com trfego defundo de 50% e 75%. A melhor maneira de fazer isso duplicar o cenrio original e entoescalonar o trfego para cada cenrio.Para um aumento do trfego de 50%:

1. Selecione SCENARIOS DUPLICATE SCENARIOS2. Nomeie o novo cenrio de TRAFEGO_50_PORCENTO3. Selecione TRAFFIC CONVERSATION PAIR BROWSER4. Clique no boto SCALE NETEWORK TRAFFIC e aumente o trfego de 50%. Clique em OK.

Com isso, todo o trfego de fundo ser aumentado em 50%.5. Feche o BROWSER e salve o projeto.

Para um aumento do trfego de 75%:

1. Volte para o cenrio original, selecionado SCENARIOS SWITCH TO SCENARIO ORIGI-NAL_TRAFFIC.

2. Duplique o cenrio e nomeie-o como TRAFEGO_75_PORCENTO.3. Selecione TRAFFIC CONVERSATION PAIR BROWSER.4. Clique no boto SCALE NETWORK TRAFFIC e aumente o trfego em 75%. Clique em OK.

Todo o trfego de fundo da rede ser aumentado em 75%.5. Feche o BROWSER e salve o projeto.

Agora que todos os cenrios foram corretamente criados e configurados, pode-se simular osdois novos cenrios simultaneamente, utilizando o SCENARIOS MANAGER.

1. Selecione SCENARIOS MANAGER SCENARIOS. Observe que o campo RESULTS para oprimeiro cenrio possui o valor UP TO DATE, enquanto que os demais cenrios possuem o valorUNCOLLECTED.

2. Mude o valor da coluna RESULTS para COLLECT para os cenrios TRAFEGO_50_PORCENTOe TRAFEGO_75_PORCENTO.

3. Clique em OK. A simulao ir iniciar e leva por volta de 10 minutos para concluir. Feche a caixade dilogo quando a simulao terminar, clicando no boto CLOSE.

Agora que os resultados foram coletados, pode-se analisar a utilizao dos links e otempo de resposta FTP para ver como a rede se comporta com os diferentes trfegos. Paravisualizar a utilizao:

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1. Clique com direito em uma rea em branco e selecione COMPARE RESULTS.2. Expanda a rvore: OBJECT STATISTIC: 192_9_200: 192_9_200_SEGMENT1_LINK0[0]:

POINT-TO-POINT. Selecione UTILIZATION . As estatsticas de utilizao sero maissignificativas se fortem observadas como mdia de utilizao ao longo do tempo. Pode-se utilizarum fitro para obter a utilizao mdia.

3. Mude o filtro grfico de As Is para AVERAGE.4. Clique em SHOW para exibir o grfico.

O grfico com a utilizao mdia em cada cenrio deve ser parecido com a figura 19mostrada abaixo.

Figura 19. Grfico da Utilizao Mdia em cada Cenr io.

Observe que mesmo com o aumento do trfego, a utilizao no alcanou o limite doslinks, pois a utilizao menor do que 15% para o trfego acrescido de 75%. Isto siginificaque no existe gargalos na redeTambm realizou-se a coleta da estatistica de tempo de reposta FTP, que pode servisualizada atravs dos passos a seguir:

1. Desloque o grfico de utilizao para uma posio na tela que no atrapalhe, mas no o feche.2. Na caixa de dilogo COMPARE RESULTS, clique no boto UNSELECT.3. Selecione GLOBAL STATISTICS: FTP e selecione DOWNLOAD RESPONSE TIME (SEC).4. Verifique se o filtro grfico est selecionado para AVERAGE.5. Clique em SHOW. O grfico obtido deve ser parecido com o mostrado na figura 20.

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Figura 20. Tempo de Resposta Mdio para DOWNLOAD FTP.

Observe que o tempo de resposta aumenta significantemente quando o trfego sofreum aumento de 50% e continua aumentando quando o trfego de 75%. Esse aumento motivo de preoculpao e a causa deve ser investigada. Como sabe-se que os links norepresentam gargalos para o trfego, deve-se considerar as LANs como a fonte deproblemas. Nesta rede, cada LAN emula um ambiente compartilhado (estaes ligadas a umHUB) e as estaes esto conectadas ao HUB atravs de links de 10Mbps. Uma boaexperincia analisar estas LANs mais a fundo, coletando estatsticas sobre elas e rodandonovamente a simulao. Deve-se ter em mente que neste ponto preciso simular apenas umcenrio e para o resultado seja estatisticamente vlido, deve-se gerar diferentescombinaes de trfego explcito e variar a semente de simulao.

6. ESP

Esta sesso ir explorar aplicaes prticas das ferramentas disponveis no mduloESP do MODELER para servios de gerenciamento, incluindo:

Especificar limiares SLA para diferentes cenrios. Configurar simulaes para estudar o impacto causado pelo trfego crescente em uma rede. Agendar simulaes. Gerao e interpretao de relatrios WEB.

O SERVICE LEVEL AGREEMENT (SLA) tipicamente serve para garantir certos n-veis de qualidade de servio - tempo de resposta do servidor, atraso de processamento nosroteadores, utilizao de links que o provedor promete. No MODELER, um SLA umconjunto de limiares que so aplicados nas estatsticas especificadas e, ento, o MODELERmostra as violaes destes limiares em grficos e em relatrios WEB.

Para ilustrar a demonstrao destas ferramentas, imagine que a companhia de softwa-re TENPO possui seis redes LANs em seu escritrio principal. Todas essas redes esto co-nectadas em um nico SWITCH. O Grupo de Sistemas de Informao (IS) deve garantir umtempo de resposta menor do que 11 segundos entre as LANs durante a execuo de umBACKUP (momento no qual a carga da rede mximo).

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O Grupo IS j importou o modelo da rede do escritrio, bem como trfego de fundo. Neces-sita-se determinar os limiares SLA e executar simulaes para determinar aps quanto tem-po as condies SLA sero violadas, levando em considerao o crescimento do trfego narede. Deve-se gerar um relatrio com as concluses obtidas. Para carregar o modelo j cria-do pelo Grupo IS:

1. Selecione FILE OPEN PROJECT.2. Selecione ESP_tutorial e salve-o com o nome Rede_IS_ESP.3. Selecione TRAFFIC CONVERSATION PAIR BROWSER para examinar o trfego de fundo

existente na rede.4. No campo SOURCE, expanda a rvore 192_2_200 para que todos os segmentos sejam visualiza-

dos.5. Examine o trfego associado ao segment_0a) Selecione segment_0b) No campo DESTINATION, expanda a rvore 192_2_200. Note que o segment_0 envia trfego

para os segment_1, segment_2, segment_3, segment_4 e segment_5.

Figura 21. Conversation Pair Browser

c) Clique com o boto direito sobre segment_1 (no campo DESTINATION) e selecione VIEW TRA-FFIC.

d) Examine o trfego enviado. Observe que durante o perodo de 30 minutos, o segment_0 envia de500 a 1700 pacotes por segundo, a uma taxa de 0,5 a 1,7Mbps. Cada pacote possui aproximada-mente 1Kb.

Figura 22. Trfego entre Segment_0 e Segment_1

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e) Clique em CANCEL.6. Repita o procedimento para examinar o trfego dos outros segmentos.7. Feche o CONVERSATION PAIR BROWSER.

Para a rede da TENPO, o Grupo IS garantiu um tempo de resposta de 11 segundos.Deve-se determinar os limiares SLA para ver se esta garantia est sendo violada. Para con-figurar os limiares SLA:

1. Selecione SIMULATION EXPERT SERVICES PREDICTION DEFINE SERVICE LEVELAGREEMENT.

2. Na lista de estatsticas disponveis, selecione GLOBAL STATISTICS: FTP DOWNLOAD RES-PONSE TIME (sec).

3. Defina o limiar SLA, conforme mostrado na figura 23. A garantia estar dentro do especificado se50% dos tempos de resposta forem menor ou igual a 11 segundos, em qualquer perodo de 1 minu-to. Caso contrrio, o MODELER ir reportar uma violao de SLA.

Figura 23. Definio do SLA para o tempo de resposta.

4. Salve o limiar SLA para o tempo de resposta de DOWNLOAD como ESP_DTR_11_sec.5. Para especificar um limiar SLA para a utilizao, clique no boto CLEAR e selecione a seguinte

estatstica. LINK STATISTICS: POINT-TO-POINT: UTILIZATION 6. Defina o limiar SLA, de acordo com a figura 24. A utilizao estar de acordo com a garantia se

50% do tempo em qualquer perodo de 1 minuto, a utilizao for menor do que 75% da capacidadedo link. Caso contrrio, o MODELER reportar uma violao de SLA.

Figura 24. Definio do SLA para Utilizao

7. Clique em SAVE e nomeie o SLA como ESP_UTI_75 e ento feche todas as caixas de dilogosabertas.

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Definidos os SLA, estes devem ser aplicados ao cenrio, conforme mostram os pas-sos a seguir.

1. Selecione SIMULATION EXPERT SERVICE PREDICTION CHOOSE SERVICE LEVELAGREEMENTS.

2. Da lista de SLAs disponveis, selecione ESP_UTI_75 e ESP_DTR_11_sec.3. Clique em OK. Os SLAs selecionados so aplicados ao cenrio corrente.

Para uma melhor apresentao dos resultados obtidos, deve-se gerar um relatrioWEB. Siga os passos abaixo para determinar o contedo do relatrio:

1. Selecione SIMULATION DEFINE STATISTICS REPORT e marque a opo NEW REPORT.Clique em OK.

2. Selecione as seguintes estatsticas da lista: GLOBAL STATISTICS: FTP: DOWNLOAD RESPONSE TIME (sec). LINK STATISTICS: POINT-TO-POINT: UTILIZATION . LINK STATISTICS: PONT-TO-POINT: UTILIZATION .3. Clique em SAVE e nomeie o arquivo como relatorio_ESP.4. Selecione SIMULATION CHOOSE STATISTIC REPORTS5. Selecione relatorio_ESP e clique em OK.6. Selecione SIMULATION CONFIGURE SIMULATION7. Verifique se o atributo TRAFFIC SCALING MODE est configurado para ALL TRAFFIC.8. Verifique se o tempo de simulao est configurado para 15 minutos e ento clique em OK.

Uma vez criada a base de simulao e definido os SLA para tempo de resposta e utili-zao, pode-se utilizar a funo SPECIFY TRAFFIC GROWTH para estudar os efeitos docrescimento do trfego na rede. Pode-se definir tanto um crescimento de trfego simples oucomplexo sem ter que duplicar o cenrio ou ter que designar o trfego manualmente. Paradefinir a escala de crescimento do trfego para este cenrio, siga os passos abaixo:

1. Selecione SIMULATION EXPERT SERVICE PREDICTION SPECIFY TRAFFICGROWTH

2. Na caixa de dilogo aberta, especifique 4 simulaes separadas de 2 meses. Desta forma, ser reali-zado um estudo sobre o crescimento do trfego nos prximos 8 meses, em intervalos de 2 meses.

3. Verifique se o parmetro COMPOUND TRAFFIC GROWTH determina um crescimento de 15%por simulao.

4. Para este estudo, tem-se interesse apenas no sumrio dos resultados, portanto verifique se a opoONLY SUMMARY RESULTS est selecionada. No clique em OK e no feche e a caixa de di-logos.

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Figura 25. Crescimento do Trfego.

Algumas simulaes podem demorar um longo perodo de tempo para terminar. Porisso, pode-se ter interesse em rodar este tipo de simulao durante a noite. Isto pode serfeito utilizando a funo SCHEDULE AUTOMATED SIMULATIONS. Para utilizar esta funo,siga os passos a seguir:

1. Clique no boto SCHEDULE.2. Na caixa de dilogo aberta, clique na clula cenrio e selecione a opo ESP_tutorial-original

_traffic.3. Para definir quando a simulao ser executada, certifique-se que a simulao est configurada para

rodar diariamente, a cada 1 dia.4. Configure a simulao para rodar a 1h00min.5. Configure a data de incio com a data de hoje e a data final com a data de amanh.6. Os passos acima configuram a simulao para ocorrer segundo uma agenda. Para rodar a simulao

na data agendada, clique em OK e salve o projeto. No necessrio deixar o MODELER aberto.Para rodar a simulao imediatamente, selecione CANCEL para cancelar a agenda criada e cliqueno boto RUN NOW na caixa de dilogo SPECIFY TRAFFIC GROW.

7. Feche a caixa de dilogo de simulao, quando a mesma estiver completa.

Figura 26. Agenda de Simulaes

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Aps executada a simulao, pode-se visualizar todos os resultados obtidos atravsdo relatrio WEB. Para gerar um relatrio WEB:

1. Selecione RESULTS STATISTIC REPORT GENERATE WEB REPORT2. Clique em OK para gerar um relatrio com o nome padro.3. Para visualizar o relatrio gerado, selecione RESULTS STATISTIC REPORT LAUNCH

LAST REPORT. Uma caixa de dilogo ser aberta mostrando todos os relatrios gerados, ordena-dos por nome e data. Se houver apenas um relatrio no diretrio definido pelo parmetroweb_rep_storage_dir, ento esse relatrio ser aberto automaticamente.

4. Clique no boto VIEW MOST RECENT. O MODELER ir abrir o relatrio utilizando o browserespecificado pelo parmetro browser_prog.

Explore o relatrio e comente em grupo os resultados obtidos.