OURINHOS ensina a

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Text of OURINHOS ensina a

  • Paola ensina e fazer umpat da hora sem riscode fogo emMENINADA

    exemplar grtis

    Nesta edio:

    AANNOO VVIImmaarroo||22001111

    agronegcio_ as novidades dosetor agro. Confira!

    MestreCuca

    foto:divulgao

    foto: Flvia Rocha

    | 360

    foto: Flavia Rocha

    | 360

    61nn

    Acompanhe o 360 na internet: www.caderno360.com.br

    p.3

    agenda_ Bailes e festas diminuemna quaresma, mas os eventos culturaisesto em alta e so grtis! Aproveite!

    gastronomia_Pasta improvisada, leve e fcil defazer. Para dar sabor a dias de pouco entusiasmo culinrio

    p.8

    OURINHOS ensina afazer boa reciclagem

    A Cooperativa Recicla Ourinhos j faz 40% dacoleta da cidade e atende a grupos de cata-dores da regio e do Brasil que querem se or-ganizar de modo a conquistar o respeito, aadeso e o apoio dos poderes pblico e privado

    p.12

    foto: Flvia Rocha

    | 360

    p.10

    CIRCULAO mensal em 25 municpios: Avar Sta.Cruz do Rio Pardo Ourinhos Piraju leo Timburi Bernardino de Campos Manduri Cerqueira Csar guas de Sta. Brbara Fartura So Pedro do Turvo Esprito Sto. do Turvo Ipaussu Chavantes Botu-catu So Manuel Areipolis Ibirarema Palmital Cndido Mota Assis Tatu Agudos Canitar

    Cena de O Espetculo do

    Monumento,pea que vir

    a Sta. Cruz

    ndice

    exclusivo_O casamento precoce sob a tica do jornalista Ivan Martins,editor executivo da revista poca

    2_ editorial _orao 3_ agronegcio

    4_ meio ambiente6_ gente

    8_ gastronomia9_ comportamento

    10_ cidadania12_ meninada

    14_ ponto de vista16_cultura _agenda

    17_ papo cabea19_ bem viver

    arte: Franco Catalano Nardo

    | 360

    p.9

    p.16

  • foto: Flavia Rocha

    | 360

    Mansido. Outro dia um amigo escreveunum site de relacionamento que queria uma vidamansa. A princpio parecia estar defendendo a preguia, o cio ou a vagabundagem. Mas interpretei de outra forma. A vida pode sim sermansa se lidarmos com situaes de maneira maisbranda, sem conformismos, mas aceitando as dificuldades de maneira gentil e carinhosa. Confesso que esse um grande desafio para mim,uma jornalista estressada de temperamento italiano no rtimo,como dizem por aqui. Mas estou fascinada com essa ideia.

    Exemplos no me faltam. A comear por dois timos chefes que tivena vida, dois empreendedores e homens de muito sucesso, que napoca ocupavam a presidnciadas empresas para as quais eu trabalhava, no caso a Natura eo Banco BCN. Nunca os viexaltados, mesmo diante degrandes dilemas, imprevistosou reportagens maldosas que aimprensa marrom sempreacaba inventando (delasningum escapa). Eu sempreadmirei a capacidade daqueleslderes em manter no apenasa calma, mas em lidar com situaes estressantes sem cairno ridculo de quem noaguenta e explode.

    Em casa e na famlia tambmpercebo grandes exemplos.Um deles, um primo queocupa hoje um papelimportante como empresrio, pai de famlia e cidado responsvel.Cotidianamente ele d aulas de como lidar com situaes, expandeseu bom humor por onde passa e sem que isso signifique perder orumo da histria que traa, muito pelo contrrio. Sua famlia exem-plar, suas aes voluntrias tambm e sua empresa no apenas cresce como tornou-se o emprego dos sonhos da maioria dossanta-cruzenses.

    Muito prxima de mim, pois me hospeda h cinco anos, desde queaqui aportei para produzir o 360, minha me mestra, doutora,PHD em mansido. Com seu jeito meigo, toca a casa, amiga das

    filhas, vive um casamento de 56 anos e tem umaagenda cheia, onde convive com muitos e agrada a todos.

    Com tantos modelos, meu desejo hoje enfiar aviola do destempero no saco, aprendendo no a seracomodada,omissa ou alienada, mas mansa paralidar com as agruras da vida.

    Para conseguir chegar l, estou saindo em busca de resolver os problemas crnicos, ou aprender a lidar com eles de maneiradiferente. Uma das solues j apareceu e resume-se a dizer algumas palavras cada vez que me sinto ansiosa, irritada, brava oupor demais intensa: Eu sinto muito. Eu me perdoo. Eu me amo.

    Obrigada. Quem me ensinou foium fisioterapeuta que est meajudando a livrar de um dosmeus gatilhos de fria e de irritao a dor fsica. No caso das palavras mgicas,trata-se de um processo de cura havaiano que se chama Hoponopono, cujo significado amar a si mesmo.

    Em meio a esse novoprojeto de vida, tragouma edio que consegue circularantes do Carnavalsem que o mundo desabe sobre minhacabea, com artigosincrveis e que valemser lidos na ntegra,

    desenhos de gente alto astral e uma matria que tem tudoa ver com o 360: um timo exemplo de cidadania, formao de equipe e conquista de resultados chamadoRecicla Ourinhos.

    Com toda a calma que consigo ter agora, em pleno fechamento de jornal, desejo a todos uma boa leitura!

    Flvia Manfrineditora 360| 360@caderno360.com.br

    Sermanso ser sbio.

    Ora,Ao!

    Cantai ao SENHOR, vs quesois seus santos, ecelebrai a memriada sua santidade.Porque a sua iradura s um mo-

    mento; no seu favorest a vida. O choropode durar uma

    noite, mas a alegriavem pela manh.

    Salmos 30Vs: 4 e 5

    2 | editorial

    360 publicao mensal da eComunicao. Todos os direitosreservados. Tiragem desta edio: 12 mil exemplares Circu-lao: guas de Sta. Brbara Agudos Areipolis Assis Avar Bernardino de Campos Botucatu Cndido Mota Canitar Cerqueira Csar Chavantes Esprito Sto. doTurvo Fartura Ibirarema Ipaussu Manduri leo Ourinhos Palmital Piraju So Manuel So Pedro doTurvo Sta. Cruz do Rio Pardo Tatu Timburi e postos dasrodovias Castello Branco, Raposo Tavares, Eng. Joo BaptistaCabral Renn e Orlando Quagliato. Redao e Colaboradores:Flvia Rocha Manfrin editora, diretora de arte e jornalista res-ponsvel | Mtb 21563, Luiza Sanson Menon reviso, OdetteRocha Manfrin separao, receitas, Paola Pegorer Manfrimreprter especial, Andr Andrade Santos correspondenteSP, Dimitri Manfrin designer de publicidade, Bruno Hen-rique assistente de produo eComunicao realizao.Colunistas: Guca Domenico, Jos Mario Rocha de Andrade,Fernanda Lira, Andr Rubio, Tiago Cachoni, Adriana Righettie Fabio Feldmann Ilustradores: Franco Catalano Nardo, NinaGraa, Clara Basseto e Wellington Ciardulo Impresso: Full-graphics. Artigos assinados no expressam necessariamentea opinio desta publicao. Endereo: Praa DeputadoLenidas Camarinha, 54 - CEP 18900-000 Santa Cruz do RioPardo/SP F: 14 3372.3548 _ 14 9653.6463 Redao e Cartas: 360@caderno360.com.br Publicidade e Assinaturas: comercial@caderno360.com.br . 360 on Line: www.caderno360.com.br |maro_2011

    xpedientee

    A pequenaCLARA BASSETO

    mostra uma de suas artes, criadas parailustrar os textos da astrloga AdrianaRighetti! Confira em BEM VIVER

    otolegendaf

    Estradas rurais so minhaspreferidas para encontrar apaz e a essncia da mansido.

    foto: Flavia Rocha

    | 360

    foto: Flavia Rocha

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  • 3 | agronegcio

    O ano de 2011 inicia-se com uma pergunta chave,que dominar os debates sobre a poltica macro-econmica ao longo dos prximos meses: comose comportaro os preos dos produtos alimen-tcios, aps terem contribudo com 39% doIPCA, medido pelo IBGE, em 2010? A questo,alinhada ao tema mundial da segurana ali-mentar, certamente no encontrar unanimi-dade entre os experientes analistas domercado agropecurio, pois o ano passadofoi prodigioso no sentido de "furar" as maisembasadas previses.

    Um bom exemplo a carne bovina. A oscilaode seus preos decorreu de duas causas: a re-duo da quantidade disponvel para consumonos principais produtores, como Argentina, Esta-dos Unidos e Austrlia, em funo do maior abatede matrizes, iniciado em 2006; e o crescimento damassa salarial do brasileiro, de 34% nos ltimoscinco anos, que pressionou a oferta j combalida.Como resultado, o preo testou vrios patamares aolongo ano, chegando a um aumento acumulado dequase 30%, surpreendendo a muitos.

    Outros itens, como o leite e o feijo, encontram nasintempries, como as secas prolongadas ou as chu-vas em excesso, grande parte das explicaes pela e-levao dos preos. Embora se possa prever comrelativa confiabilidade a ocorrncia desses fenmenos,dificilmente acerta-se na sua intensidade. No caso doacar, a ndia continua sendo o grande fator de de-

    se-

    quilbriode um

    mercado in-ternacional de-

    mandante.

    muito provvel que, para alguns segmentos do agro-negcio, as majoraes gerem est-mulos ao incremento da produo, com impactos pos-itivos nos vrios produtos que compem a cesta "ali-mentos e bebidas", monitorada pelo IBGE, como ofeijo e o leite. Entretanto, as intempries, os desa-

    justes da produo mundial e o aquecimento eco-nmico dos pases em desenvolvimento, com destaquepara o Brasil, podem contrariar essa lgica. justamente nesse cenrio de presso de preos dealimentos, resultante da demanda esticada e da ofertacurta, que enftico o papel do Brasil como um dosmais importantes supridores. Temos respondido comeficcia ao incremento de oferta, com ganhos suces-sivos de produtividade, como no emblemtico caso dosgros: desde 1990, esses foram cerca de trs vezessuperiores mdia internacional, o que contri-buiu paraque o mundo acumulasse um tnue, mas importantesupervit nesse grupo de produtos. O exemplo estende-se, como sabido, a vrios outros setores.

    Dado o papel de protagonismo do Pas nesse sensvelequilbrio em termos de abastecimento mundial, fica oalerta de que necessitamos dar seguimento aos ga-nhos massivos de produtividade. por essa razo queparece mais lgico o Governo Federal olhar para oprodutor brasileiro antes das safras, para entender asua realidade e atender s suas legtimas necessi-dades, como um seguro agrcola eficiente e acessvele um forte incremento dos investimentos em pesquisae desenvolvimento. Tal atitude seria muito melhor doque constatar, nos futuros ndices de preos de ali-mentos, que poderia ter feito algo a mais pelo