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Palestra MPE Para Nelio

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Text of Palestra MPE Para Nelio

  • *Nlio Dantas Elias*

    Nlio Elias

  • *Nlio Dantas Elias*

    Nlio Elias

  • *Prof. Nlio Elias*Podemos dizer que o Terceiro Setor composto por organizaes sem fins lucrativos e no estatais que procuram atuar, coletiva e formalmente para o bem-estar de uma comunidade ou sociedade, atravs do fornecimento de servios e bens, que at ento eram privativos do Estado (ARAJO, 2005).

    Prof. Nlio Elias

  • **Prof. Nlio Elias

    Nlio Elias

  • O que o Terceiro Setor?*Nlio Dantas Elias*

    Nlio Elias

  • DISTINO ENTRE OS SETORES ECONMICOS*Nlio Dantas Elias*

    Nlio Elias

  • *1-Percepo de terceiros sobre o terceiro setor.

    Nlio Elias

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    Nlio Elias

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    Nlio Elias

  • PRESTAO DE CONTAS NO TERCEIRO SETOR*Nlio Dantas Elias*

    Nlio Elias

  • *NVEL DE EVIDENCIAO CONTBIL DAS ORGANIZAES DO TERCEIRO SETOR MARCUS VINICIUS MOREIRA ZITTEI [email protected] Fundao Universidade Regional de Blumenau LEANDRO POLITELO [email protected] Fundao Universidade Regional de Blumenau JORGE EDUARDO SCARPIN [email protected] Universidade Federal do Paran Trabalho apresentado no 13 Congresso USP de Controladoria e Contabilidade Desafios e Tendncias da Normatizao Contbil. So Paulo de 25 a 28 de julho de 2013....conclui-se que o nvel mdio de evidenciao das entidades participantes do projeto foi de 27%, um ndice considerado baixo.

    Nlio Elias

  • * AUDITORIA EXTERNA EM ORGANIZAES DO TERCEIRO SETOR: UM ESTUDO DA PERCEPO DE CONTADORES E NO CONTADORES Selma Austricliano de Souza Csar Valentim de Oliveira Carvalho Jnior Ktia Silene Lopes de Souza Albuquerque ...portanto, conclui-se que contadores e no contadores atribuem um alto grau de credibilidade auditoria externa para melhorar a confiabilidade e transparncia nas demonstraes contbeis das organizaes do terceiro setor .

    Nlio Elias

  • *2- Aspectos importantes a serem considerados.

    Nlio Elias

  • *Achar que fazendo o bem, no h necessidade de cumprir BUROCRACIAS .

    Acreditar que todo mundo bom, portanto no h necessidade de formalismos, Controles.

    Obra Social no paga impostos, encargos sociais, taxas.

    Qualquer papel serve pois nos fazemos o bem social.

    Basta o Livro Caixa! Preferencialmente sem ser sistematizado, registrado da forma que convier ou for possvel.

    Controle patrimonial para que, os bens so nossos , afinal foram doados.

    E as auditorias no exigem contabilidade, analisam s as prestaes de contas (sob o aspecto financeiro), feitas em planilhas eletrnicas e ou editores de texto.

    Entidade sem fins lucrativos no precisam fazer nada de contabilidade.

    Afinal s uma obra social, no temos fins lucrativos.

    Nlio Elias

  • *3 Prestao de Contas.

    Nlio Elias

  • Accountabilitya razo de ser da contabilidade(Ijiri, 1975)*PRESTAO DE CONTAS E CONTABILIDADE*Prof. Nlio Elias

    Nlio Elias

  • O que prestar contas? o ato de informar a algum, como esto os seus gastos.

    Constituio Federal de 1988 70:

    Prestar contas qualquer pessoa fsica ou entidade pblica que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiro, bens e valores pblicos ou pelos quais a Unio responda, ou que, em uma desta, assumam obrigaes de natureza pecuniria.*Prof. Nlio Elias*

    Nlio Elias

  • O que prestar contas?cumpriu sua missofazendo aquilo que se propsaplicando corretamente os recursos comprovando que realizou os encargos aos quais estavam sob sua responsabilidadejustificando o uso dos recursos obtidos atravs da confrontao de suas receitas e despesasatendendo s exigncias morais, legais e contbeis*Prof. Nlio Elias*

    Nlio Elias

  • O que prestar contas?*Prof. Nlio Elias*

    PRESTAO DE CONTAS

    FINANCEIRA

    refere forma, ao destino, distribuio e ao uso dos recursos financeiros.

    NO FINANCEIRAtem seu foco nos resultados obtidos com a aplicao destes recursos, ou seja, os resultados obtidos em relao misso da organizao, da sua atividade fim.

    Nlio Elias

  • Por que prestar contas?Exigncia legal

    Previso contratual ( exigncia do doador/financiador etc )

    Moral e tico*Prof. Nlio Elias*

    Nlio Elias

  • Dentre os rgos fiscalizadores e controladoresdas organizaes do terceiro setor pode-se citar:Conselho Nacional de Assistncia Social (CNAS);Ministrio de Previdncia e Assistncia Social (MPAS).Ministrio Pblico;Ministrio da Justia;Tribunal de Contas;Receita Federal do Brasil;rgos Estaduais e Municipais que, de alguma forma, proporcionem benefcios s ONGs, tais como os Conselhos Municipais, tribunais de contas estaduais etc;rgos de fiscalizao e controle do terceiro setor.

    Nlio Elias

  • *4-Obrigatoriedade da auditoria, no terceiro setor.

    Nlio Elias

  • *Exigncia legal;

    Necessidade Gerencial;

    Outras Razes;

    Nlio Elias

  • *Prof. Nlio Elias*

    Auditoria independente, por disposies legais.Sociedades Annimas de Capital AbertoLei 6.404/76 art. 177 - 3 , com redao da Lei 11.941/09Sociedades Annimas de Capital Fechado e Sociedades Limitadas de Grande Porte

    Lei 11.638/07., nico.

    Nlio Elias

  • *Prof. Nlio Elias*

    Auditoria independente, por disposies legais.

    Entidades Sem Fins LucrativosDecreto 2.536/1998, de 6 de abril de 1998 do Conselho Nacional de Assistncia Social (CNAS), com redao alterada pelo Decreto 3.504, de 13 de Junho de 2000 e atualizaes promovidas pela Resoluo CNAS/MDSCF n 47, de 15 de Maro de 2007,

    Inciso IV do art. 18 da Lei 8.742, de 7 de setembro de 1993, e da outras providncias.

    Decreto n 44.914, de 2008

    Art. 19 do Dec. 9.100/99

    Nlio Elias

  • *I - Ser exigida auditoria por auditores independentes registrados na Comisso de Valores Mobilirios - CVM, quando a receita bruta auferida pela entidade for superior a R$ 4.638.675,08 (quatro milhes, seiscentos e trinta e oito mil, seiscentos e setenta e cinco reais e oito centavos);

    II - Ser exigida auditoria por auditores legalmente habilitados no Conselho Regional de Contabilidade, quando a receita bruta auferida pela entidade for superior a R$ 2.319.337,54 (dois milhes, trezentos e dezenove mil, trezentos e trinta e sete reais e cinqenta e quatro centavos) e inferior a R$ 4.638.675,08 (quatro milhes, seiscentos e trinta e oito mil, seiscentos e setenta e cinco reais e oito centavos);III - Esto desobrigadas da auditagem as entidades que tenham auferido receita bruta igual ou inferior a R$ 2.319.337,53 (dois milhes, trezentos e dezenove mil, trezentos e trinta e sete reais e cinqenta e trs centavos).

    Nlio Elias

  • *Prof. Nlio Elias*A contratao de Auditores Independentes ou externos, somente obrigatria se o repasse das verbas superar o montante de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), cumulativamente, isto , a soma de todos os contratos realizados, conforme art. 19 do Dec. 9.100/99, ou a entidade apresentar Receita Bruta anual superior a R$ 3.565.000,00 (trs milhes quinhentos e sessenta e cinco mil reais) conforme Resoluo CNAS n 156/03. Essa ltima regra somente se aplica s entidades que esto subordinadas ao Cadastro Nacional de Assistncia Social do Ministrio do Desenvolvimento Social. Os auditores independentes contratados devero apresentar relatrio sobre o uso dos recursos.

    Nlio Elias

  • *Prof. Nlio Elias*O Decreto n 44.914, de 2008 estabelece, tambm, a obrigatoriedade de a OSCIP ser submetida a auditoria externa independente para a verificao da aplicao de recursos previstos no TP cujo valor seja igual ou superior a R$ 600.000,00 e na hiptese de celebrao concomitante de mais de um Termo de Parceria, com um ou vrios rgos estatais, cuja soma ultrapasse o referido valor anual. A empresa de auditoria contratada, devidamente credenciada pela CGE, dever realizar auditoria de contas e controles internos e apresentar o resultado dos trabalhos at sessenta dias antes do encerramento da vigncia do Termo de Parceria e de seus aditivos. A auditoria externa dever ser realizada sobre prestao de contas de encerramento do Termo de Parceria caso o perodo abrangido por ela seja superior a trs meses.

    Nlio Elias

  • *Prof. Nlio Elias*

    auditoria independente, por exigncias de rgos fiscalizadores e reguladores.Banco Central do Brasil - BACENResoluo nr 2.267, de 29 de maro de 1996.Conselho Nacional de Seguros Privados CNSP.Resoluo CNSP nr 118 de 2004.

    Auditoria independente: por instituies credoras, acionista controlador, determinao estatutria ou social, outros.

    Nlio Elias

  • *5- Afinal o que auditoria.

    Nlio Elias

  • *Prof. Nlio Elias*A auditoria , simplesmente, a comparao imparcial entre o fato concreto e o desejado,com intuito de expressar uma opinio ou de Emitir comentrios, materializados em relatrios de auditoria.Inaldo da Paixo Santos AraujoAo independente de um terceiro sobre umaRelao de accountability, objetivando expressar uma opinio ou emitir comentrios e sugestes sobre como essa relao est sendo obedecida.Inaldo da Paixo Santos Araujo

    Nlio Elias

  • *Prof. Nl Elias*Processo sistemtico de obteno e avaliao objetivo de evidncias sobre afirmaes a respeito de aes e eventos econmicos, para aquilatao do grau de correspondncia entre as afirmaes e critrios estabelecidos, e de comunicao dos resultados aos usurios interessados.

    Report of the Committee on Basic Auditing Concepts of the American Accounting Association ( Accounting Review, v. 47 )

    Nlio Elias

  • *Prof. Nlio Elias*

    Nlio Elias

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  • *6- Normas de Contabilidade e Auditoria.

    Nlio Elias

  • *Prof. Nlio Elias*

    Nlio Elias

  • Convergncia Internac