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PARTE C - DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS REV8

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  • REVISO MARO/2007 - PG. 1/638 - PARTE C

    PARTE C DESCRIO DOS SERVIOS

    1. GRUPO 01- INSTALAES INICIAIS DA OBRA................................................... 002

    2. GRUPO 02 - DEMOLIES E REMOES.......................................................... 019

    3. GRUPO 03 - TERRAPLENAGEM E TRABALHOS EM TERRA............................. 021

    4. GRUPO 04 - FUNDAES......................................................................................039

    5. GRUPO 05 - ESTRUTURAS DE CONCRETO E METLICA..................................069

    6. GRUPO 06 - ALVENARIA E DIVISES.. ................................................................118

    7. GRUPO 07 - COBERTURAS E FORROS...............................................................148

    8. GRUPO 08 - IMPERMEABILIZAES E ISOLAMENTO........................................175

    9. GRUPO 09 - INSTALAO HIDRO-SANITRIA, INCNDIO E GS.....................203

    10. GRUPO 10 - INSTALAES ELTRICAS, TELEFNICAS E SPDA...................262

    11. GRUPO 11 - ESQUADRIA DE MADEIRA..............................................................312

    12. GRUPO 12 ESQUADRIA E SERRALHERIA.. ....................................................322

    13. GRUPO 13 - REVESTIMENTOS. ..........................................................................355

    14. GRUPO 14 - PISOS, RODAPS, SOLEIRAS E PEITORIS. .................................383

    15. GRUPO 15 - VIDROS, ESPELHOS E ACESSRIOS. .........................................435

    16. GRUPO 16 - PINTURA. .........................................................................................443

    17. GRUPO 17 - SERVIOS DIVERSOS....................................................................492

    18. GRUPO 18 - DRENAGEM. ....................................................................................503

    19. GRUPO 19 - PAVIMENTAO. ............................................................................524

    20. GRUPO 20 - URBANIZAO E OBRAS COMPLEMENTARES.. ........................596

  • REVISO MARO/2007 - PG. 2/638 - PARTE C

    1. GRUPO 01 INSTALAES INICIAIS DA OBRA

    1.1. SEGURO DE RISCO DE ENGENHARIA

    1.1.1. OBJETIVO

    Antes do incio de obras a CONTRATADA, obrigatoriamente ter de contratar o SEGURO DE RISCO DE ENGENHARIA do valor da obra de modo a garantir o ressarcimento a pessoas fsicas e jurdicas quanto a possveis danos que possam ser causados por obras ou equipamentos.

    Este SEGURO DE RISCO DE ENGENHARIA dever ser segurado por empresa seguradora especializada nesta modalidade de seguro. E necessrio, para atendimento legal, apresentar a anotao de responsabilidade tcnica dos trabalhos.

    Os custos so considerados includos na composio ofertada pela CONTRATADA.

    1.1.2. METODOLOGIA DE EXECUO

    Com vista execuo da Vistoria Cautelar recomenda-se utilizar uma Ficha de Registro, que um impresso padronizado de obteno de informaes necessrias e pertinentes, a qual dever ser preenchida conforme instrues abaixo.

    1.1.3. LOCALIZAO

    Informar no documento tcnico o nmero do lote, nmero da quadra, nome da rua, nmero e bairro onde se situa o imvel a ser vistoriado. Indicar o tipo de zoneamento conforme a Lei de Uso e Ocupao do Solo.

    1.1.4. INFRA-ESTRUTURA URBANA

    Identificar o pavimento da via e seu tipo. Registrar os equipamentos e servios pblicos constantes da via local, tais como rede de abastecimento de gua, rede de esgoto, energia eltrica, telefonia e transporte coletivo.

    1.1.5. DESCRIO DO LOTE/TERRENO

    Anotar, na descrio, a rea total do lote ou terreno, formato da rea, relevo topogrfico, Confrontaes laterais, de fundos e largura da frente para a via pblica.

  • REVISO MARO/2007 - PG. 3/638 - PARTE C

    1.1.6. TIPO DE EDIFICAO

    Explicitar se o imvel residencial, comercial, industrial ou institucional. Registrar, tambm, se casa, edifcio de apartamentos, edifcios de escritrios, galpo e tambm as benfeitorias de apoio como: barraces, edculas, garagens, anexos e cobertos.

    1.1.7. POSTURAS MUNICIPAIS

    O vistoriador ser orientado para levantar a real situao do imvel em relao s posturas municipais.

    1.1.8. DESCRIO DOS IMVEIS

    Elaborar croquis expedito da planta da edificao e benfeitorias se houver, contendo os cmodos e suas identificaes.

    1.1.9. DESCRIO DOS ACABAMENTOS

    Descrever os tipos de telhados, forros, revestimentos, pinturas, pisos e atual estado de conservao dos mesmos para cada tipo de cmodo.

    1.1.10. DESCRIO DAS INSTALAES HIDRULICAS E ELTRICAS

    Descrever o atual estado de conservao destas instalaes com observaes eventuais quanto a mofos, umidades, vazamentos, desplacamentos, pontas de condutos eltricos desprotegidos, ligaes provisrias de risco, sinais de curto-circuito, etc.

    1.1.11. REGISTRO FOTOGRFICO

    Registrar, fotograficamente, todas as ocorrncias notveis, como fissuras, trincas, rachaduras, umidades, vazamentos, centrando as imagens nestes focos com boa iluminao e nitidez. Quando necessrio, imagem, referncias em termos de objetos ou nmeros de identificao, para melhor anlise e referncia de proporo. Pode-se observar no Anexo II o modelo de relatrio a ser apresentado.

    1.1.12. APRESENTAO FINAL

    Paginar 2 (duas) fotos em cada folha, sempre na posio horizontal, e apresentar os descritivos pertinentes, sobre a parte de cima das fotos.

    Fotografar a placa da obra, trecho e fachada do imvel. A colocao de data nas fotos importante para que a vistoria no perca seus efeitos legais.

  • REVISO MARO/2007 - PG. 4/638 - PARTE C

    O documento dever conter as assinaturas do engenheiro vistoriador e respectivo nmero de registro no CREA. O proprietrio ou inquilino tambm assinar a vistoria concordando com o trabalho efetuado.

    Na situao de no ser permitido a vistoria ou recusa de sua assinatura, o vistoriador deve proceder na ficha de vistoria, breve informao devidamente assinada, acompanhada tambm, da assinatura de duas testemunhas com registro de identidade.

    1.2. CANTEIRO DE OBRAS E SERVIOS

    1.2.1. OBJETIVO

    O canteiro de servios, para efeito deste Caderno de Encargos, compreende todas as instalaes provisrias executadas junto rea a ser edificada, com a finalidade de garantir condies adequadas de trabalho, abrigo, segurana e higiene a todos os elementos envolvidos, direta ou indiretamente na execuo da obra, alm dos equipamentos e elementos necessrios sua execuo e identificao.

    1.2.2. METODOLOGIA DE EXECUO

    A instalao do canteiro de servios dever ser orientada pela FISCALIZAO que aprovar ou no as indicaes das reas para sua implantao fsica, devendo a CONTRATADA visitar previamente o local das obras informando-se das condies existentes.

    A CONTRATADA dever apresentar disposio fsica do canteiro de servios e submet-lo aprovao da FISCALIZAO, dentro do prazo mximo de dois dias, aps a data de emisso da ordem de servio.

    1.2.3. INSTALAES

    O canteiro dever conter todas as instalaes necessrias ao seu funcionamento, de acordo com as prescries contidas nas Normas Regulamentadoras de Segurana e Medicina do Trabalho, tais como:

    Escritrio de obra/fiscalizao;

    Escritrio da CONTRATADA ou empreiteira;

    Vestirio com acomodaes adequadas s necessidades e ao uso do pessoal de obra;

    Depsito e ferramentaria para a guarda e abrigo de materiais e equipamentos;

  • REVISO MARO/2007 - PG. 5/638 - PARTE C

    Refeitrio de acordo com o efetivo da obra;

    Instalaes sanitrias compatveis com o efetivo da obra;

    Tapumes e portes limitando a rea de construo;

    Abertura de eventuais caminhos de servio e acessos provisrios;

    Ligaes provisrias e respectivas instalaes de gua, esgoto, telefone, luz e energia.

    Prioritariamente, dever ser executado o escritrio de obras da FISCALIZAO.

    No canteiro de obras devero ser mantidos: dirio da obra, segundo modelo padro do DEOP, projeto executivo completo, edital, contrato, planilha, ordem de servio inicial, cronograma, plano de segurana, projeto de sinalizao, controle meteorolgico, anotao de responsabilidade tcnica (ART), inscrio no INSS, alvar de instalao, caderno de encargos, caderno de padres.

    Tambm ficaro disposio cadastros de instalaes da concessionrias de energia, servios de gua e esgotos, telefonia e infovias, a exemplo da CEMIG, COPASA, DMAEs, SAAEs, TELEMAR. Outros cadastros a considerar como os da CBTU, interferncias de trnsito da cidade tais como semforos e sinalizaes, redes de tele-processamento e eventuais licenciamentos das Secretarias Municipais do Meio Ambiente e Saneamento Urbano.

    Enfatiza-se a disponibilidade permanente de todos os documentos acima relacionados, por se tratarem de fontes de consultas dirias, objetivando qualidade, segurana e regularidade fiscal da obra.

    Determinados documentos constantes desta relao devem ser fixados em painel prprio, como: a planta geral da obra, cronograma, controle meteorolgico, alvar de instalao, Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART), inscrio no INSS e licenciamentos eventuais.

    Compete CONTRATADA manter o Dirio da Obra no escritrio da FISCALIZAO, registrando no mesmo, as etapas de trabalho, equipamentos, nmero de operrios, ocorrncias, com os detalhes necessrios ao entendimento da FISCALIZAO, que aprovar ou retificar as anotaes efetuadas pela CONTRATADA. A escriturao do Dirio de Obras tem prazo mximo de 48 horas para encerramento de cada parte diria. Para definir com clareza o perodo de vigncia do Dirio da Obra, a FISCALIZAO formalizar os termos de abertura e encerramento, em pginas separadas somente para este fim.

  • REVISO MARO/2007 - PG. 6/638 - PARTE C

    Os termos de abertura e encerramento do Dirio de Obras sero formalizados na primeira e ltima pgin