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Adaltech Soluções para Evento - www.adaltech.com.br - Lista de ResumosReunião da Associação Latino-Americana de Produção Animal
Recife, Brasil 07-10 noviembre, 2016
Arquivos Latinoamericanos de Produção Animal 2016. Vol. 24. Supl. 1
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Pastagem e Forragicultura
ID: 263-1 Dinâmica da serapilheira em Caatinga manejada com diferentes ofertas de forragem
Gilka Talita Silva, Márcio Vieira Da Cunha, José Carlos Batista Dubeux Junior, Mário De Andrade Lira,
Evaristo Jorge Oliveira De Souza, Mércia Virginia Ferreira Dos Santos, Janete Gomes Moura 1 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco , 2 UAST/UFRPE - Unidade Acadêmica de Serra
Talhada, Universidade Federal Rural de Pernambuco, 3 IPA - Instituto Agronômico de Pernambuco , 4 UFL -
North Florida Research & Education Center, University of Florida
*Financiado por: FACEPE
A produção e a composição de serapilheira, assim como sua mineralização é influenciada por fatores naturais
⟨vegetação e precipitação, por exemplo⟩ e também por ações antrópicas. Na Caatinga, a serapilheira tem
importante papel na proteção do solo da radiação solar intensa e ajuda na retenção da umidade do solo por
um período mais longo, além de ser fonte de nutrientes. Com isso objetivou-se avaliar a dinâmica da
produção de serapilheira e sua composição química em Caatinga manipulada e manejada com diferentes
ofertas de forragem ⟨2,0; 2,5; 3,0; 3,5kg de MS/kg de PV⟩. Foram coletados a serapilheira existente em três
pontos de 1m2 mensalmente, por um período de 10 meses ⟨dezembro/2014 a setembro/2015⟩. Foram
realizadas análises de matéria seca ⟨MS⟩ e orgânica ⟨MO⟩, nitrogênio ⟨N⟩ e fósforo ⟨P⟩. Os dados foram
submetidos a análise de variância e teste de Tukey, a 5% de probabilidade. A quantidade de serapilheira
existente, assim como os teores de MS, MO e N, variaram ⟨P<0,05⟩ apenas conforme os meses, mas não
foram afetadas pelas ofertas de forragem. Os menores valores de serapilheira foram no mês de janeiro. Esse
período correspondia o final da estação seca, o que resultou numa menor deposição. Os meses de fevereiro,
março e abril corresponderam aos meses mais chuvosos do período e isso acarretou numa maior deposição
de serapilheira no mês de abril, após a diminuição das chuvas. Nos meses de menor precipitação ⟨agosto e
setembro⟩ provavelmente houve diminuição da taxa de decomposição da serapilheira e dessa forma nesses
meses foram encontrados os maiores teores de MS, MO e N. Não houve efeito das ofertas de forragem e dos
meses sobre o teor de P, que apresentou média de 8,44±0,49. Observou-se alteração da proporção de
colmo na serapilheira após ao período de pastejo e com o avanço da época seca ⟨85,4% de colmos após o
período de pastejo e 93,6% de colmos na época seca⟩. As intensidades de pastejo, definidas pelas diferentes
ofertas de forragem estudadas, não foi suficiente para alterar a quantidade de serapilheira em Caatinga
manipulada.
[email protected]
ID: 795-3 Capacidade de nodulação de acessos de Stylosanthes ssp. submetidos a estresse hídrico
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Recife, Brasil 07-10 noviembre, 2016
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José Carlos Da Costa, Mário De Andrade Lira Júnior, Toni Carvalho De Souza, Mércia Virgínia Ferreira Dos
Santos, Giselle Gomes Monteiro Fracetto. UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco
O semiárido nordestino apresenta potencialidades econômicas de desenvolvimento sustentável, e se
caracteriza por amplas áreas sujeitas à reduzida precipitação pluviométrica. O gênero Stylosanthes
apresenta especies com valor forrageiro, adaptação as condições semiáridas e capacidade de fixação de N. O
objetivo desse trabalho foi estudar a capacidade de nodulação de dois acessos de Stylosanthes oriundos de
coleta nos municípios de Petrolina de Santa Cruz do capibaribe (acesso 2), os quais foram submetidos à
deficiência hídrica. O experimento foi instalado em casa de vegetação pertencente ao Departamento de
Zootecnia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife-PE. O delineamento foi blocos casualizados
em esquema fatorial 2 x 4, sendo dois acessos e quatro regimes hídricos (25%, 50%, 75% e 100% da
capacidade de pote-CP), com quatro repetições. Utilizou-se sacos plásticos com 2 kg de solo, classificado
como Latossolo Vermelho Eutroférrico mantendo-se uma planta por saco. O período de estresse hídrico foi
iniciado aos 45 dias após a germinação das sementes e suspenso aos 92 dias após, e quando as folhas mais
baixas das plantas apresentaram sintomas visíveis de murcha. O número de nódulos apenas não se
diferenciou estatisticamente entre os tratamentos submetidos a capacidade de pote 75% e 50%. Ao nível
100% da capacidade pote, o número de nódulos foi 190 nódulos por vaso e 250 para os acessos 1 e 2,
respectivamente. Já quando submetidos a 25% da capacidade de vaso o acesso 1, apresentou 36 nódulos
por vaso, enquanto o acesso 2 apresentou 86. O grande número de nódulos observado no acesso 2 evidencia
o grande potencial desse acesso em nodular mesmo em condições de escassez hídrica, apresentando-se
promissor para serem introduzidas em um programa de melhoramento visando obtenção de plantas mais
tolerantes a condições de baixa disponibilidade de água.
Palavras-chave: escassez hídrica, leguminosas forrageiras, programa de melhoramento
[email protected]
ID: 804-1 Cinética de produção de gases in vitro da espécie nativa da Caatinga Mimosa tenuiflora
(Willd.) Poiret
Marciano Tenório Marinho, Ana Lúcia Teodoro, Wanderson Alves Da Silva, Leandro Pereira De Oliveira,
André Luiz Rodrigues Magalhães, Albericio Pereira De Andrade, Cristianne Dos Santos Pinto, Airon Aparecido
Silva De Melo. 1 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2 CCA/UFPB - Universidade Federal da
Paraíba
A investigações sobre as características das plantas com potencial forrageiro disponíveis na Caatinga
auxiliam na utilização adequada destas, aumentando a eficiência da produção animal e diminuindo os
impactos ambientais. Desta forma, objetivou-se avaliar a cinética de produção de gases in vitro de Mimosa
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tenuiflora (Willd.) Poiret, uma espécie arbórea nativa da Caatinga com potencial forrageiro. As amostras
foram coletadas em área de Caatinga, pertencente a Embrapa Semiárido, localizada no município de
Petrolina-PE. As amostras foram pré-secas à 55 °C por 72 horas em estufa de circulação forçada. Em
seguida, foram moídas a 2mm e os ensaios de produção de gases in vitro procederam-se no Laboratório de
Produção de Gases da Unidade Acadêmica de Garanhuns – UAG/UFRPE. As amostras foram incubadas em
frascos de 160mL com 1g de amostra, com 90mL de meio nutritivo, 10mL de inóculo ruminal coletado de
caprinos fistulados no rúmen e injetando-se CO2 constantemente para manter o meio anaeróbico. Em
seguida, os frascos foram vedados, lacrados e incubados em estufa com temperatura de 39°C. A produção
cumulativa de gases em PSI foi obtida por meio da técnica semiautomática, utilizando-se transdutor de
pressão, nos tempos 2, 4, 6, 8, 10, 12, 15, 18, 21, 24, 30, 36, 42 e 48h pós incubação. Os dados, em PSI,
observados nos tempos, foram transformados em mL de gás/g de matéria seca (MS) incubada. Para
estimativa dos parâmetros de fermentação utilizou-se o modelo logístico bicompartimental, ajustado através
do procedimento NLMIXED do software SAS, obtendo-se os parâmetros de fermentação A=96,15mL/g MS
incubada, B=0,0220%/h, C=0,9597h, D=40,62mL/g MS incubada e E=0,0955%/h, onde A=produção de
gases a partir dos carboidratos não fibrosos, B=taxa de produção de gases de A, C= lag time, D= produção
de gases a partir dos carboidratos fibrosos, E= taxa de produção de gases de D. A produção de gases
mensurada foi de 148,97mL/g de MS incubada enquanto que a ajustada pelo modelo foi de 136,77 mL/g de
MS incubada. A Mimosa tenuiflora (Willd.) Poiret pode ser utilizada na alimentação de ruminantes, sendo que
o melhor aproveitamento desta ocorrerá quando combinada com outras fontes de carboidratos não fibrosos,
pois as taxas de produção de gases ainda são baixas, sendo um indicativo de digestão ruminal lenta desta
forrageira.
[email protected]
ID: 786-2 Degradabilidade in situ de proteína bruta entre silagens de híbridos de sorgo duplo
propósito em função do tempo
Alex Lopes Da Silva, Noelia Suyane Santos Da Cruz, Áquila Lawrence Almeida Reis, Francisco Emanoell De
Oliveira Morais, Isamara Raiana Melo De Sousa, Chrislanne Barreira De Macedo Carvalho, Leilson Rocha
Bezerra, Ricardo Loiola Edvan. UFPI - Universidade Federal do Piauí.
O conhecimento de silagens de híbridos de sorgo duplo proposito de melhor aproveitamento de proteína
bruta (PB) a nível de rumem pelos animais, torna um passo na redução de gastos na pecuária através da
otimização da silagem produzida. Objetivou-se determinar a degradabilidade in situ de proteína bruta entre
silagens de híbridos de sorgo duplo proposito. Este trabalho obedeceu aos princípios do Comitê de Ética em
Experimentação com Animais da Universidade Federal do Piauí, sob protocolo n°.016/14. O experimento foi
realizado Unidade de Pesquisa em Pequenos Ruminantes do Colégio Técnico de Bom Jesus – PI, Campus
Professora Cinobelina Elvas da Universidade Federal do Piauí. Os híbridos testados foram: 9929030,
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12F042150, 9929012, 947216, 947254, 947072, 947252, 12F042066, 12F042496 e BRS Ponta Negra em
delineamento em blocos casualizados, com três repetições, em que cada animal representou bloco. As
amostras pré-secas das silagens foram moídas em moinho Willey utilizando peneira de 2mm. Foram
utilizados três ovinos machos, da raça Santa Inês, fistulados no rúmen com peso vivo médio de 35kg. Os
animais tiveram 10 dias de adaptação e durante todo período experimental tiveram acesso irrestrito a água e
receberam dieta de silagem de milho ad libitum e 300g de concentrado. As amostras de silagens foram
acondicionadas em sacos de tecido não-tecido (TNT-100g/m²) com dimensões de 5×8cm, na quantidade de
2g. Os períodos de incubação corresponderam aos tempos de 0, 6, 12, 24, 48, 72 e 96 horas. Após o tempo
de incubação os sacos foram retirados imersos em água fria e lavados com água em temperatura ambiente e
levados para estufa de circulação de ar por 48 horas a temperatura de 55ºC, em seguida transferidos para
dessecador, pesados após 30 minutos. A degradabilidade in situ da PB foram obtidos pela diferença
encontrada entre a PB presente antes e após a incubação ruminal. Os dados foram analisados pelo teste de
Tukey a 5% significância, utilizando o programa SAS (Statistical Analysis System, versão 9.2.). As melhores
degradabilidades foram verificadas nas silagens dos híbridos 947252 e 947252 até as 12 horas (P
Palavras-chave: conservação de volumoso, nutrição, Sorghum bicolor
[email protected]
ID: 795-2 Desenvolvimento inicial de acessos de Stylosanthes ssp. coletados no Agreste e Sertão
de Pernambuco, Brasil
TONI CARVALHO DE SOUZA, JOSÉ CARLOS DA COSTA, MÉRCIA VIRGÍNIA FERREIRA DOS SANTOS, MÁRIO
De Andrade Lira Júnior, Márcio Vieira Da Cunha, José Carlos Batista Dubeux Jr., Mário De Andrade Lira,
Alexandre Carneiro Leão De Mello. 1 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2 UFL - University
of Florida, 3 IPA - Instituto Agronômico de Pernambuco
Plantas do gênero Stylosanthes estão presentes no Semiárido brasileiro e apresentam quais apresentam
elevado potencial forrageiro, sendo altamente selecionadas pelos animais em pastejo e adaptadas as
condições de irregularidades de chuvas. O conhecimento da variabilidade dos acessos de ocorrência natural é
importante na escolha daqueles que apresentam o maior número de caracteres desejáveis. O experimento
foi desenvolvido no setor de Forragicultura do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal Rural de
Pernambuco, objetivando avaliar os caracteres morfológicos de Acessos de Stylosanthes ssp. coletados em
municípios representativos da caprino-ovinocultura do estado de Pernambuco, os quais foram cultivados em
sacos dispostos no campo. Os acessos avaliados foram coletados em diferentes municípios do Agreste ou
Sertão, conforme identificação a seguir: Santa Cruz do Capibaribe (Acesso 4), Tupanatinga (Acesso 7),
Caetés (Acesso 8), Petrolina (Acesso 5), Serra Talhada (Acesso 3), Sertânia (Acessos 1 e 6) e Floresta
(Acesso 2). Para a produção das mudas, as sementes foram retiradas da vagem, escarificadas, higienizadas
e colocadas em água destilada para a germinação. Após a emissão da radícula (entre 24 e 48 horas após a
imersão em água), as sementes foram semeadas em bandejas de isopor contendo substrato comercial. Após
a emissão de, aproximadamente, cinco folhas expandidas, as plantas foram transplantadas para sacos
plásticos com capacidade para 4,0 kg de solo, o qual era predominantemente Argiloso. A irrigação foi
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realizada diariamente, para manter próximo da capacidade de campo. A avaliação foi feita aos 90 dias após o
transplantio das mudas, quando os acessos iniciaram o processo de floração. O delineamento experimental
foi de blocos ao acaso com quatro repetições. As variáveis analisadas foram: altura da planta, número de
ramos por planta e número de folhas por ramo. Houve diferença entre os acessos para todas as variáveis
mensuradas. Para a altura da planta, o Acesso 5, que apresentou altura média de 26,9 cm foi inferior aos
Acessos 1, 2, 4, 7 e 8, que apresentaram altura média de 55,1; 54,4; 49,9; 57,8 e 62,4 cm,
respectivamente. Para o número de ramos por planta, apenas os acessos 7 e 8 foram significativamente
diferentes entre si, com médias de 13,2 e 6,5 ramos por planta. O número de folhas por ramo foi maior no
acesso 5, em relação ao Acesso 8, com média de 15,9 e 6,0 folhas por ramo, respectivamente. Os demais
acessos não diferiram entre si. As diferenças observadas no crescimento inicial das plantas, associadas a
outras características quantitativas e qualitativas, subsidiarão futuras escolhas de materiais para avaliação
em outras etapas num programa de melhoramento genético do gênero Stylosanthes.
Palavras-chave: Caatinga, leguminosa, morfologia, semiárido
[email protected]
ID: 247-1 Fracionamento de carboidratos da parte aérea de diferentes variedades de mandioca
Judicael Janderson Da Silva Novaes, Fernanda Gazar Ferreira, Laudí Cunha Leite, Vinicius Peixoto Campos,
Valdir Oliveira Rodrigues, Jaivaldo De Jesus Dos Santos, Pedro Henrique Soares Mazza, Eder Jorge De
Oliveira. 1 UFRB - Graduando em Zootecnia na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia , 2 UFRB -
Mestranda do programa de Pós Graduação de Ciência Animal , 3 UFRB - Docente na Universidade Federal do
Recôncavo da Bahia , 4 UFRB - Graduando em Agronomia na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia , 5 EMBRAPA - Pesquisador, Embrapa Mandioca e Fruticultura
A avaliação das frações de carboidratos de alimentos usados na alimentação de ruminantes pode contribuir
para o uso mais racional destes alimentos, visando maior eficiência no sistema de produção animal.
Objetivou-se com este estudo obter informações sobre o fracionamento de carboidratos do terço superior da
rama de diferentes variedades de mandioca (Manihot esculenta Crantz). O experimento foi conduzido na
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e as variedades de mandioca foram fornecidas pela Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA Mandioca e Fruticultura. O experimento foi instalado em um
delineamento em blocos casualizados, com quatro blocos e nove tratamentos, sendo os tratamentos as
cultivares: 2020, Amansa Burro, Cigana Preta, Corrente, Dourada, Eucalipto, Formosa, Mulatinha e Sacai. As
plantas foram colhidas com dezoito meses de idade e a porção da planta utilizada foi o terço superior da
parte aérea. As amostras foram secas e trituradas a 1 mm para serem submetidas à análise do
fracionamento de carboidratos. A fração A + B1 foi obtida por diferença entre os carboidrato totais (CT) e a
fibra em detergente neutro corrigida para cinza e proteína (FDNcp), sendo CT = 100 – (% proteína bruta +
% extrato etéreo + % cinzas). A fração B2 foi obtida pela diferença entre a FDNcp e a fração C. A fração C
foi obtida pela lavagem do resíduo da incubação ruminal, por 312 horas, na solução de detergente neutro,
por 1 hora, a 100ºC. Os teores de carboidratos totais variaram de 66,2% a 73,6%, onde as variedades
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Amansa Burro (73,6%) e Dourada (73,3%) apresentaram maiores valores (P
Palavras-chave: composição bromatológica, Manihot escule, nutrição animal
[email protected]
ID: 57-1 Características fermentativas e microbiológicas de silagens de plantas de milho colhidas
em duas alturas de corte, inoculadas ou não
Rita De Cássia Almeida De Mendonça, Marcus Vinicius Santa Brígida Cardoso, Claudia Márcia Serra Ferreira,
Wânia Mendonça Dos Santos, José Eduardo Araújo Barros, Carissa Michelle Goltara Bichara, Cristian Faturi,
Aníbal Coutinho Do Rêgo. 1 UFRA - Universidade Federal Rural da Amazônia, 2 FM - Fazenda Mutirão
O ajuste da altura de colheita das plantas de milho e o uso ou não de inoculantes bacterianos na ensilagem,
podem modificar as características fermentativas e consequentemente a qualidade das silagens. Objetivou-
se com a presente pesquisa determinar o efeito da altura de colheita e da inoculação bacteriana na
ensilagem com cepas associadas de Lactobacillus plantarum e Propionibacterium acidipropionici (com 105
ufc/g), sobre as características fermentativas, estabilidade aeróbia, contagem leveduras e fungos de silagens
milho. Foi utilizado um delineamento inteiramente casualizado, arranjados em esquema fatorial 2 × 2, com
duas alturas (A) de colheita (25 e 40 cm do nível do solo), inoculadas ou não (I). Como silos experimentais
foram utilizados tambores plásticos de 200 L, com seis repetições. As plantas de milho foram colhidas e
ensiladas quando os grãos estavam próximos a 2⁄3 da linha do leite. Passados 45 dias da ensilagem, os silos
foram abertos e amostras foram coletadas para determinação do pH, nitrogênio amoniacal em relação ao
nitrogênio total (N-NH3⁄NT), contagem de leveduras e fungos, estabilidade aeróbia, temperatura máxima
(TM), tempo necessário para alcançar a temperatura máxima (THM), amplitude entre a temperatura máxima
e a ambiente (AMP). As variáveis foram avaliadas usando análise de variância, e as médias comparadas por
meio do teste “t” a 5% de probabilidade. Não houve interação (P=0,57) A × I nos valores de pH das silagens
de milho. Todas as silagens apresentaram pH (média de 3,65) dentro da faixa recomendada. Houve
interação (P3⁄NT. As silagens de plantas de milho colhidas a 25 cm de altura sem inoculante apresentaram
maiores (P3⁄NT (5,29%) do que as silagens de plantas de milho colhidas nessa mesma altura com inoculante
(2,89%) e do que silagens de plantas colhidas à 40 cm sem e com inoculante (2,71 e 2,73%,
respectivamente). Houve efeito (P0,05) na TM e na AMP. A combinação da altura de colheita com a
inoculação melhora o processo fermentativo e diminui as perdas de proteína de silagens de milho, mas não
tem controle sobre o desenvolvimento de leveduras.
Palavras-chave: altura de colheita, estabilidade aeróbia, inoculante bacteriano, nitrogênio amoniacal
[email protected]
ID: 647-3 Efeito de alta dose de nitrogênio sobre a composição morfológica de capim Marandu e
Mombaça
Mariely Lopes Dos Santos, Josiana Cavalli, Maira Laís Bourscheidt, Gabriel Baracat Pedroso, Josiane Devens,
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Leandro Ferreira Domiciano, Dalton Henrique Pereira, Bruno Carneiro E Pedreira 1 UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso, 2 EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
Agrossilvipastoril, 3 ESALQ - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
*Financiado por: Universidade Federal de Mato Grosso
A determinação dos componentes morfológicos em plantas forrageiras são importantes mecanismos para a
caracterização da massa de forragem nos sistemas de produção. Deste modo, objetivou-se avaliar a
proporção de folha, colmo e material morto das espécies Brachiaria brizantha cv. Marandu e Panicum
maximum cv. Mombaça sob alta dose de adubação nitrogenada. O experimento foi conduzido na Embrapa
Agrossilvipastoril, em Sinop - MT, bioma Amazônia. O solo foi classificado como Latossolo amarelo distrófico.
O delineamento foi em blocos completos casualizados, em arranjo fatorial 2 x 2 (duas cultivares: Mombaça e
Marandu; e duas adubações: 0 e 550 kg N.ha-1.ano) com três repetições, totalizando 12 unidades
experimentais de 32 m2. O período experimental foi de 22 de setembro de 2015 a 20 de março de 2016,
compreendendo as estações de primavera e verão. O sistema de colheita simulou a lotação intermitente com
períodos fixos de 28 dias e a altura do resíduo foi de 15 cm para o Marandu e 40 cm para o Mombaça.
Cortou-se a forragem acumulada acima da altura do resíduo em dois retângulos de 0,5 m² as quais foram
separadas nos componentes morfológicos (folha, colmo e material morto). Os dados foram analisados
utilizando o método de modelos mistos com estrutura paramétrica especial na matriz de covariância,
utilizando o pacote estatístico do SAS®. A comparação de médias foi realizada ao nível de significância de
5%, utilizando a probabilidade da diferença (pdiff). Houve interação entre estação x cultivar x adubação para
a proporção de folhas (P=0,022) e de material morto (P=0,047). A proporção de folhas na primavera foi
maior no Mombaça sem adubação (97,3±1,2%) e menor no Mombaça adubado (87,9±1,2%) em decorrência
do maior acúmulo de material morto (12,2±1,2%). No verão, a proporção de folhas foi maior no Mombaça
com e sem adubação (92,4 e 92,5±3,2%) e no Marandu sem adubação (85,4±3,2%). O material morto não
diferiu quanto a adubação nas cultivares no verão, apresentando uma média de 4,2±2,6%. A proporção de
colmo foi diferente para a estação x cultivar (P=0,032) e estação x adubação (P=0,001), em que,
independente do cultivar ou adubação, houve maior acúmulo de colmo na estação de verão, sobretudo, com
adubação (12,0±1,2) e no Marandu (11,3±1,2), um aumento de 63% e 56%, respectivamente. Portanto,
conclui-se que a adubação nitrogenada no verão aumenta a proporção de colmo nos cultivares e reduz a
proporção de folhas do cultivar Marandu, implicando na necessidade de maior controle no manejo do
pastejo.
[email protected]
ID: 498-2 Morfologia do capim elefante cv. Carajás sob manejos de corte e doses de nitrogênio
Paulo Henrique Amaral Araújo De Sousa, Denilson Borges Nogueira, Laylson Da Silva Borges, Franklin
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Eduardo Melo Santiago, Flávia Louzeiro De Aguiar Santiago, Mário César Caneiro Vieira, Ricardo Loiola
Edvan. 1 UFPI - Universidade Federal do Piauí, 2 IFPI - Instituto Federal do Piauí - IFPI/Campus Uruçuí, 3
UFLA - Universidade Federal de Larvas
*Financiado por: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUI
É valido ressaltar que são escassas informações que relatem a importância da adubação e frequência de
corte para o híbrido Carajás (Pennisetum purpureum x Pennisetum glaucum), sendo sua forma de cultivo é
através de sementes e não mudas. Objetivou-se com esse trabalho avaliar os efeitos de frequências de corte
e doses de nitrogênio em relação as características morfológicas do capim elefante cv. Carajás na região
sudoeste do Piauí. O delineamento experimental utilizado foi blocos casualizados, com quatros repetições,
em esquema fatorial 3 x 2, sendo os fatores constituídos por três frequências de cortes (60, 75 e 90 dias) e
duas doses de nitrogênio (100 e 200 kg N ha-1) utilizando uréia. Na ocasião de cada corte as variáveis
analisada foram: relação folha/colmo (F/C), matéria viva/matéria morta (MV/MM), percentagem de folhas
(%F), percentagem de colmo (%C) e percentagem de inflorescência (%I). Os dados foram submetidos
analise de variância e as médias dos tratamentos foram comparadas entre si pelo teste de Tukey a 95% de
probabilidade. Não houve diferença (P>0,05) para a variável folha/colmo (F/C), percentagem de folha (%F)
e percentagem de colmo (%C) entre a interação dos fatores frequência de corte e dose de nitrogênio.
Porém, para a variável matéria viva/matéria morta (MV/MM) evidenciou-se um efeito significativo para a
frequência de corte. Na percentagem de inflorescência (%I) houve interação dos fatores tanto para
frequência de corte como na dose de nitrogênio. A variável (MV/MM) observou-se efeito isolado na
frequência de corte, verificando maior média na frequência de 60 dias, essa relação evidencia que menor
idade das plantas forrageiras proporciona maior quantidade de material vivo. Não houve efeito isolado das
doses de nitrogênio para as variáveis estudadas. No entanto o nitrogênio é um nutriente que exerce grande
influencia na produção de matéria viva. Assim neste estudo foi possível observar que os maiores valores das
relações (F/C e MV/MM) foram encontrados na dose de 200 kg ha ano-1, respectivamente 0,58 e 11,80. Na
dose de 100 kg ha ano-1 para percentagem de inflorescência não houve diferencia entre os cortes. Já na
dose de 200 kg ha ano-1 a maior média pode ser verificado na frequência de 75 dias e a menor na de 60
dias respectivamente 15,49 e 7,09. Esse resultado pode ser justificado pelo fato do capim elefante cv.
Carajás ter florescido aos 60 dias e tendo estabilização da emissão de inflorescência na idade de 75 dias,
indicando que o capim já estava maduro. Conclui-se que quanto maior a dose de nitrogênio maior é a
percentagem de folha na frequência de 60 dias, e que independente da dosagem de nitrogênio o capim já
está maduro aos 75 dias.
Palavras-chave: Frequência, Pennisetum purpurem x Pennisetum glaucum, Ureia
[email protected]
ID: 541-3 Avaliação das características estruturais da Brachiaria humidicola cv. BRS Tupi em
XXV Reunión de la Asociación Latinoamericana de Producción Animal
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diferentes idades de rebrota
Kleitiane Balduino Da Silva, Marilania Da Silva Santos, Valdileia Antunes Avelar Rodrigues, Maria
Lindomarcia Leonardo Da Costa, Aline Mendes Ribeiro Rufino, Guilherme Rocha Moreira
UFPB - Universidade Federal da Paraíba
*Financiado por: CAPES
É importante realizar um manejo eficiente com as gramíneas para obter uma boa produção, conhecendo as
suas condições fisiológicas e consequentemente suas características estruturais. O gênero Brachiaria é
bastante cultivado no Brasil, especificamente a cultivar BRS Tupi foi lançada recentemente (2012) e
apresentam poucos estudos, desta forma essa pesquisa teve por objetivo avaliar as características
estruturais da Brachiaria humidicola cv. BRS Tupi em diferentes idades de rebrota. O experimento foi
realizado durante o período de outubro de 2012 a janeiro de 2013, em casa de vegetação do Departamento
de Solos do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba, localizada no município de
Areia. O delineamento estatístico adotado foi inteiramente ao acaso com quatro tratamentos que foram as
idades de corte (14, 28, 42 e 56 dias) e cinco repetições. Foram realizadas com uma régua milimetrada,
avaliando-se um perfilho de cada touceira as mensurações das seguintes características estruturais: número
de folhas vivas (NFV), comprimento final da folha (CFF) e densidade populacional de perfilhos (DPP). A
avaliação dos resultados foi feita através das equações de regressão. O CFF apresentou resposta linear
positiva ( = 0,09X + 6,5), ao chegar a cada idade de crescimento as plantas foram cortadas e tiveram seu
tamanho avaliado, logo quanto mais dias demorassem a serem cortadas às plantas apresentariam um maior
valor de CFF. O NFV apresentou resposta quadrática ( = - 0,0109X2 + 0,813X - 2,5875) às idades de
crescimento, obtendo seu valor máximo aos 37,29 dias, com 12 folhas vivas por perfilho. A DPP apresentou
resposta quadrática com o valor máximo aos 50,72 dias de corte, segundo a equação =-0,0275X2 -
2,7898X + 0,35. Considerando os valores mais expressivos das características estruturais da Brachiaria
humidicola cv. BRS Tupi nesta pesquisa as melhores idades de rebrota para o fornecimento desta aos
animais se encontram entre 28 e 42 dias.
Palavras-chave: planta forrageira, morfogênese, manejo
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ID: 541-1 Padrão histo-Anatômico em acessos de maniçoba
Kleitiane Balduino Da Silva, Janieire Dorlamis Cordeiro Bezerra, Divan Soares Da Silva, Alberico Pereira De
Andrade, Mailson Monteiro Do Rêgo, Vanderléia Alves Do Vale, Marilania Da Silva Santos, Ariosvaldo Nunes
De Medeiros. UFPB - Universidade Federal da Paraíba
*Financiado por: CAPES
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O conhecimento das características anatômicas das plantas forrageiras ajudam a esclarecer diferenças
observadas na digestibilidade, principalmente em espécies originárias de ambientes de condições climáticas
extremas, como é o caso das plantas da Caatinga, as quais podem conter estruturas que podem
comprometer o seu valor nutritivo. Neste sentindo, objetivou-se caracterizar o padrão anatômico em três
acessos de maniçoba nos diferentes estádios de maturação da folha (jovem, madura e senescente). O
material vegetal foi colhido, de três acessos de maniçoba (Manihot spp.), das cidades de Barra de Santa
Rosa (acesso 02), Boa Vista (acesso 04) e Monteiro (acesso 38), pertencentes ao Banco Ativo de
Germoplasma (BAG) da Universidade Federal da Paraíba – Campus II, onde foram selecionadas três plantas
de cada acesso, colheu-se folhas e pecíolos para caracterização histo-anatômica, através da confecção de
lâminas histológicas permanentes. Após preparo das mesmas, procedeu-se a avaliação e quantificação dos
tecido. Foram medidas a área total ocupada pelos tecidos e a proporção (%) da epiderme (EPI),
esclerênquima (ESC), xilema mais fibras associadas (XIL) floema (FLO), mesofilo (MES) e, quando presente,
colênquima (COL). Identificou-se que as lâminas foliares dos três acessos apresentaram proporções de
tecidos semelhantes para as características anatômicas. Nos pecíolos ocorreram variações das proporções
dos acessos e estádios de maturação. O estádio senescente apresentou maiores proporções para alguns de
seus tecidos como xilema, esclerênquima, tanto nas lâminas foliares como nos pecíolos. De acordo com os
resultados, as lâminas foliares e os pecíolos apresenta alterações com relação ao estádio de maturação. O
pecíolo variou com relação ao acesso, e o estádio senescente apresenta alteração tanto nas lâminas foliares
como nos acessos.
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mandioca aos nove meses de idade.
Vinicius Peixoto Campos, Fernanda Gazar Ferreira, Laudí Cunha Leite, Wellber Almeida Cardoso Santos,
Judicael Janderson Da Silva Novaes, Arielly Oliveira Garcia, Leandro Andrade Sande Da Silva, Eder Jorge De
Oliveira. 1 UFRB - Graduando(a) em Zootecnia na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, 2 UFRB -
Mestrando(a) no Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Universidade Federal do Recôncavo da
Bahia, 3 UFRB - Professor na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, 4 UFRB - Graduando em Medicina
Veterinária na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, 5 EMBRAPA - Pesquisador na Empresa Brasileira
de Pesquisa Agropecuária, Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical.
A parte aérea da mandioca possui uma boa qualidade nutricional, com elevado teor de proteína e de
carboidratos, podendo ser um bom componente na alimentação animal, principalmente para ruminantes.
Objetivou-se com este trabalho determinar a composição químico-bromatológica do terço superior da parte
aérea de nove variedades de mandioca (Manihot esculenta Crantz) aos nove meses de idade. Utilizou-se o
delineamento em blocos casualizados com nove tratamentos, sendo eles: Dourada, Sacai, Corrente, Amassa
Burro, Eucalipto, Mulatinha, Cigana Preta, 2020 e Formosa; distribuídos em quatro blocos. O experimento foi
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conduzido na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e as variedades foram fornecidas pela
EMBRAPA Mandioca e Fruticultura. A análise da composição químico-bromatológica foi realizada no
Laboratório de Bromatologia da UFRB. A análise estatística envolveu a análise de variância, seguido do teste
Tukey para comparação das médias, utilizando o programa estatístico R. Nas variedades Eucalipto (23,53%),
Dourada (21,59%) e Corrente (21,41%) observaram-se as maiores médias para o teor de matéria seca, que
diferiram apenas (P0,05), com média de 15,25%. Há diferenças significativas na composição bromatológica
da parte aérea entre as variedades de mandioca analisadas, na idade de nove meses, com destaque para as
variedades Sacai, Formosa e Mulatinha, por aliarem elevado teor de proteína e baixo teor da fração fibrosa.
Palavras-chave: Manihot, fração proteica, alimentos alternativos, nutrição animal, forrageira
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ID: 87-3 Composição químico-bromatológica da rama de diferentes variedades de mandioca aos
18 meses de idade
ARIELLY OLIVEIRA GARCIA, FERNANDA GAZAR FERREIRA, LAUDÍ CUNHA LEITE, MURILO THACYS SOUZA
DE ASSIS, GRACIELLE DE CARVALHO FARIAS, JAIVALDO DE JESUS DOS SANTOS, VALDIR OLIVEIRA
RODRIGUES, EDER JORGE DE OLIVEIRA 1 UFRB - Graduando(a) em Zootecnia, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, 2 UFRB - Graduanda em
Agronomia, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, 3 UFRB - Mestranda no Programa de Pós-
Graduação de Ciência Animal, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, 4 UFRB - Professor,
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, 5 EMBRAPA - Pesquisador, Embrapa Mandioca e Fruticultura
A utilização do terço superior da parte aérea da mandioca (Manihot esculenta Crantz) como alimento
alternativo para ruminante, de produção regional, pode ser melhor explorada com o uso de variedades que
apresentem melhor qualidade nutricional desta fração. Assim, objetivou-se com este trabalho avaliar nove
variedades de mandioca quanto a composição químico-bromatológica do terço superior da sua rama, aos
dezoito meses de idade. Utilizou-se o delineamento em blocos casualizados, com quatro blocos e nove
tratamentos, sendo os tratamentos as variedades: 2020, Amansa Burro, Cigana Preta, Corrente, Dourada,
Eucalipto, Formosa, Mulatinha e Sacai; fornecidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária -
EMBRAPA Mandioca e Fruticultura. As variedades foram cultivadas na Universidade Federal do Recôncavo da
Bahia (UFRB). As análises da composição bromatológica foram realizadas no Laboratório de Bromatologia da
UFRB. Os dados foram analisados pelo programa estatístico R. A matéria seca (MS) variou de 19,7% a
27,5%. Houve diferença (p0,05), com média de 6,8%. O teor de extrato etéreo variou de 2,6% a 3,6%. Os
teores de Fibra em Detergente Neutro (FDN) variaram de 51,2% a 58%, os de Fibra em Detergente Ácido
(FDA) de 30,8% a 42,9% e os de lignina de 13,2% a 19,5%. A variedade Amansa Burro apresentou os
maiores valores de FDN e FDA, diferindo (p
Palavras-chave: Alimento alternativo, resíduo, volumoso
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ID: 502-2 Teores de fibra e proteína bruta dos cultivares Marandu e Mombaça sob altas doses de
nitrogênio
MARIELY LOPES DOS SANTOS, JOSIANA CAVALLI, SOLANGE GARCIA HOLSCHUCH, JURANDY GOUVEIA
JÚNIOR, JOSIANE DEVENS, LEANDRO FERREIRA DOMICIANO, DALTON HENRIQUE PEREIRA, BRUNO
CARNEIRO E PEDREIRA 1 UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso, 2 UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso, 3 EMBRAPA -
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, EMBRAPA Agrossilvipastoril., 4 ESALQ - Escola Superior de
Agricultura "Luiz de Queiroz" Universidade de São Paulo
*Financiado por: UFMT
O conhecimento prévio do valor nutritivo das plantas forrageiras é um importante fator da produção animal.
Entre os principais parâmetros de avaliação, destacam-se os teores de fibra indigestível ou de lenta digestão
e proteína bruta. Portanto, objetivou-se avaliar os teores de fibra insolúvel em detergente neutro (FDN),
fibra insolúvel em detergente ácido (FDA) e proteína bruta (PB) das espécies Brachiaria brizantha cv.
Marandu e Panicum maximum cv. Mombaça sob adubação nitrogenada. O experimento foi conduzido na
Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop - MT, sobre um Latossolo amarelo distrófico. O delineamento foi em
blocos completos casualizados, em arranjo fatorial 2 x 2 (duas cultivares: Mombaça e Marandu; e duas
adubações: 0 e 550 kg N.ha-1.ano) com três repetições, totalizando 12 unidades experimentais de 32 m2. O
período experimental foi de 22 de setembro de 2015 a 20 de março de 2016, compreendendo as estações de
primavera e verão. O sistema de colheita simulou a lotação intermitente com períodos fixos de 28 dias. A
altura do resíduo foi mantida a 15 cm para Marandu e 40 cm para Mombaça. Cortou-se a forragem
acumulada acima da altura do resíduo em dois retângulos de 0,5 m², as quais foram secas, moídas (1 mm) e
analisadas quanto aos teores de FDN e FDA com uso do aparelho Ankom® Fiber; e PB através da análise
elementar do nitrogênio por meio do Vario Macro Cube CHNS. Os dados foram analisados utilizando o
método de modelos mistos com estrutura paramétrica especial na matriz de covariância, utilizando o pacote
estatístico do SAS®. A comparação de médias foi realizada ao nível de significância de 5%, utilizando a
probabilidade da diferença (pdiff). Os valores de FDN e FDA diferiram para adubação x estação (P
Palavras-chave: composição bromatológica, valor nutritivo, FDN, FDA, PB
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ID: 795-1 Características morfológicas de Acessos de Stylosanthes ssp. coletados no Agreste e
Sertão de Pernambuco, Brasil
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TONI CARVALHO DE SOUZA, JOSÉ CARLOS DA COSTA, MÉRCIA VIRGÍNIA FERREIRA DOS SANTOS, MÁRIO
DE ANDRADE LIRA JÚNIOR, MÁRCIO VIEIRA DA CUNHA, MÁRIO DE ANDRADE LIRA, JOSÉ CARLOS BATISTA
DUBEUX JR., ALEXANDRE CARNEIRO LEÃO DE MELLO 1 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2 UFL - University of Florida, 3 IPA - Instituto
Agronômico de Pernambuco
Existe uma ampla variabilidade natural entre plantas da vegetação nativa do semiárido, sendo o gênero
Stylosanthes de grande interesse forrageiro. O estudo da variabilidade existente dentro de plantas desse
gênero é primordial para o avanço de trabalhos de melhoramento das espécies. O experimento foi
desenvolvido no setor de Forragicultura do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal Rural de
Pernambuco, objetivando avaliar os caracteres morfológicos de Acessos de Stylosanthes ssp. coletados em
municípios representativos da caprino-ovinocultura do estado de Pernambuco, os quais foram cultivados em
sacos dispostos no campo. Os acessos avaliados foram: Santa Cruz do Capibaribe (Acesso 4), Tupanatinga
(Acesso 7), Caetés (Acesso 8), Petrolina (Acesso 5), Serra Talhada (Acesso 3), Sertânia (Acessos 1 e 6) e
Floresta (Acesso 2). Para a produção das mudas, as sementes foram retiradas da vagem, escarificadas,
higienizadas e colocadas em água destilada para a germinação. Após a emissão da radícula (entre 24 e 48
horas após a imersão em água), as sementes foram semeadas em bandejas de isopor contendo substrato
comercial. Após a emissão de, aproximadamente, cinco folhas expandidas, as plantas foram transplantadas
para sacos plásticos com capacidade para 4,0 kg de solo, o qual era predominantemente Argiloso. A irrigação
foi realizada diariamente, para manter próximo da capacidade de campo. A avaliação foi feita 90 dias após o
transplantio das mudas, quando as plantas iniciaram o processo de floração. O delineamento experimental
foi de blocos ao acaso com quatro repetições. As variáveis analisadas foram tamanho (comprimento e
largura) da folha e do folíolo. Houve diferença entre os acessos para todas as variáveis mensuradas. O
acesso 3 apresentou comprimento de folhas superior aos acessos 2, 4, 5 e 7, com médias de 6,2; 4,6; 4,1;
2,5 e 4,2 cm, respectivamente, e não diferiu dos demais. No entanto, para a largura de folhas, apenas o
acesso 5 diferiu dos demais, apresentando menor tamanho de folhas. Com relação ao folíolo, o acesso 3
apresentou comprimento superior aos acessos 1, 2,4, 5 e 7, sendo semelhante ao 6 e 8. Para a largura do
folíolo, o acesso 1 foi superior aos Acessos 3 e 5, não diferindo dos demais. A variabilidade morfológica
observada é importante na identificação de acessos de Stylosanthes superiores, para futura liberação de
material.
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ID: 593-1 Composição e decomposição de serrapilheira de capim-braquiária com percentuais
crescentes de amendoim forrageiro
CÁSSIA APARECIDA SOARES FREITAS, KARINA GUIMARÃES RIBEIRO, ODILON GOMES PEREIRA, JOSÉ
CARLOS BATISTA DUBEUX JUNIOR, PAULO ROBERTO CECON, MAIANE DE PAULA ALVES, YAGO MACHADO
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LOPES PENA, ÍTALO BRAZ GOLÇALVES DE LIMA. 1 UFV - Universidade Federal de Viçosa, 2 UFRB - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, 3 IFAS -
University of Florida
*Financiado por: CNPq
A deposição de biomassa senescente é uma importante via de transferência de nutrientes para o solo. A taxa
de decomposição da serrapilheira e a biodisponibilidade e velocidade de ciclagem de determinado elemento
variam em função da qualidade do material vegetal. Este estudo foi conduzido com objetivo de avaliar as
taxas de composição química e decomposição de serrapilheira de capim-braquiária (Urochloa decumbens)
com percentuais crescentes (100:00, 75:25, 50:50, 25:75 e 00:100%) de amendoim forrageiro (Arachis
pintoi), em diferentes tempos de incubação (0; 4; 8; 16; 32, 64, 128 e 256 dias). O experimento foi
realizado na Universidade Federal de Viçosa, MG, de 23 de agosto de 2014 a 6 de maio de 2015. A incubação
da serrapilheira foi realizada em sacos de nylon, os quais receberam 12 g das composições de serrapilheira
previamente preparadas e foram dispostos sobre o solo, sendo cobertos com camada de serrapilheira de
amendoim forrageiro existente no local da incubação. Foi utilizado o esquema de parcelas subdivididas, com
cinco percentuais de amendoim nas parcelas e oito períodos de incubação nas subparcelas, no delineamento
em blocos casualizados, com quatro repetições. Os dados foram analisados por meio do software estatístico
SAEG 2007, sendo as médias das composições comparadas pelo teste Tukey a 5% de probabilidade. Um
modelo exponencial foi usado para os dados de desaparecimento de matéria orgânica, onde, biomassa
remanescente = B0 × e–kt . A biomassa remanescente de serrapilheira foi influenciada pela interação de
diferentes composições e tempos, sendo mais pronunciadas as perdas de biomassa nos períodos finais de
incubação, de tal forma que, em relação ao tempo 0, as perdas de biomassa aos 256 dias foram 56; 45 e
38%, para as composições com 0; 50 e 100% de amendoim forrageiro respectivamente. Houve efeito de
interação de composições de capim-braquiária e amendoim forrageiro e tempos de incubação sobre as
concentrações de matéria orgânica (MO), FDN, lignina (LIG), celulose (CEL), hemicelulose (HEM), NIDA,
LIG:NIDA e LIG:HEM. A superfície de resposta para a variável FDA não foi significativa, cuja média foi 473,8
g kg-1 MO. As variáveis FDN, CEL, HEM e LIG:NIDA decresceram linearmente em função dos períodos de
incubação, enquanto que as variáveis LIG, NIDA e LIG:HEM aumentaram linearmente com o tempo. Conclui-
se que a qualidade e taxa de decomposição de serrapilheira de capim-braquiária e amendoim-forrageiro
variam com a composição do material e o tempo de incubação, e a serrapilheira contendo até 50% de
amendoim forrageiro apresenta taxa de decomposição mais elevada.
Palavras-chave: Biomassa remanescente, FDN, Lignina, NIDA, Tempos de incubação
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ID: 544-1 Curva de desidratação da Gliricídia sob diferentes tipos de cortes para confecção de feno
SUSIANE DE CARVALHO MATOS, ALEXANDRE FERNANDES PERAZZO, GHERMAN GARCIA LEAL DE ARAÚJO,
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FLEMING SENA CAMPOS, LUIZ CARLOS HERMES, GLAYCIANE COSTA GOIS, GABIANE DOS REIS ANTUNES,
THAISE ROSA DE SILVA 1 UFBA - Universidade Federal da Bahia, 2 EMBRAPA/SEMIÁRIDO - Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária - SEMIÁRIDO, 3 EMBRAPA-CNPMA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - CNPMA
*Financiado por: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
A Gliricídia sepium, é uma leguminosa originária da América Central e nos últimos anos vem despertando um
grande interesse devido ao seu valor nutritivo, rápido crescimento com alta capacidade de regeneração e
potencial de produção de forragem. Em condições semiáridas, o uso de Gliricídia pode amenizar o problema
de escassez de forragem, permitindo a intensificação da produção. Dessa forma, objetivou-se determinar a
curva de desidratação de diferentes cortes de gliricídia na produção de feno. O experimento foi conduzido na
área de prospecção e estudos em agricultura biossalina do campo experimental da caatinga, pertencente a
Embrapa Semiárido, em Petrolina-PE. Utilizaram-se duas áreas plantadas com mudas de Gliricídia (Gliricidia
sepium), espaçamento de 1,0 m x 1,0 m, submetidas a irrigação em sistema de gotejamento de água
salobra com efluente da piscicultura (8,5 dS m-1), com lâmina de 225 mm semanais por planta. Cada
unidade experimental foi formada por cinco plantas escolhidas aleatoriamente. A colheita foi realizada aos
120 dias após o corte a uma altura de 30 cm do solo. Os tratamentos referem-se aos diferentes tipos de
corte ou formas de utilização: planta inteira, parte herbácea e folhas. Após a colheita, o material foi triturado
em forrageira (exceto tratamento com apenas folhas) e exposto ao sol em piso revestido de cimento,
adicionados o total de 2 kg de forragem fresca dentro de sacos de malha de polipropileno e expostos ao
ambiente para a secagem até atingir o ponto de feno. O material foi revolvido duas vezes ao dia (manhã e
tarde) com o intuito de uniformizar e acelerar o processo de desidratação. Avaliaram-se os tempos de
exposição ao sol (0, 3, 6, 24, 30, 48 h) de desidratação com 4 repetições, considerando o primeiro tempo
como o primeiro momento de exposição ao sol e o último tempo ao final do período de 48 h. Os dados foram
submetidos à análise de variância e posteriormente analise de regressão a 5% de significância. Todos os
procedimentos estatísticos foram realizados por meio do programa estatístico SISVAR 5.0. Foram observadas
diferenças (P
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ID: 372-2 Concentração de clorofila a e b em folhas de leguminosas forrageiras, em função do
solvente extrator e intensidade luminosa
IZABELA ALINE GOMES DA SILVA, NATÁLIA COSTA DE LIMA, EGÍDIO BEZERRA NETO, LEVY PAES BARRETO 1 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 3 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 4 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 5 IPA - Instituto Agronômico de Pernambuco
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*Financiado por: Universidade Federal Rural de Pernambuco
Os pigmentos envolvidos na fotossíntese são as clorofilas a e b, os carotenóides e as ficobilinas. O estresse
provocado na planta pelo excesso de luminosidade é frequente sob condições tropicais, e a concentração de
clorofilas são indicadores da suscetibilidade da planta à intensidade da luz. Com o objetivo de quantificar o
teor de clorofila a e b em folhas de leguminosas arbustivas (Mimosa caesalpiniifolia Benth-Sabiá e GLiricidia
sepium (Jack) Kunth ex Walp - Gliricídia). As folhas foram coletadas de um sistema silvipastoril localizado na
Zona da Mata Norte de Pernambuco. Os tratamentos foram duas espécies de leguminosas (Sabiá e
Gliricídia), dois solventes extratores (acetona e etanol), duas intensidades luminosas (100% sol e 100%
sombra) e cinco repetições. Pesou-se 200mg de folhas frescas, transferiu-se para um tubo de ensaio
apropriado e adicionou-se 5 mL de acetona a 80% e triturou-se em um homogeneizador de tecido vegetal.
Filtrou-se em um balão volumétrico de 25mL, usando uma tela de náilon de malha fina. Lavou-se o rotor do
homogeneizador e o tubo de ensaio, usando mais 5mL do mesmo solvente tranferiu-se, quantitativamente,
sob filtração, o material para o balão volumétrico. Repetiu-se a operação anterior mais três vezes, e em
seguida completou-se o volume do balão volumétrico com o mesmo solvente. O mesmo procedimento foi
realizado com etanol a 80%. Após esse procedimento, foi recolhida uma alíquota de cerca de 10mL do
filtrado e centrifugou-se por 5 minutos a 2000g. O espectrofotômetro de emissão foi zerado com acetona ou
com etanol e efetuou-se as leituras nos comprimentos de ondas de 645nm e 663nm para quantificação das
clorofila. Os teores de clorofilas foram obtidos utilizando-se as fórmulas: Clorofila a (mg L-1) = 12,72*A663-
2,59*A645 e Clorofila b (mgL-1): 22,8*A645-4,67A663. O resultado foi expresso em mg.g-1 do peso fresco.
A extração de clorofilas por etanol mostrou-se mais eficiente que a extração por acetona para ambas
intensidades luminosas, sendo economicamente mais viável, devido a redução de gastos com solventes e
tempo de extração, ideal para laboratórios analíticos que utilizem a análise rotineiramente. São necessários
ainda mais estudos com matrizes diversas e a validação da metodologia.
Palavras-chave: acetona, etanol, fotossíntese
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ID: 833-1 Dinámica de crecimiento de la asociación de trébol blanco (Trifolium repens L.) y pasto
ovillo (Dactylis glomerata L.) bajo condiciones de pastoreo
ARELI FABIOLA GUTIERREZ ARENAS, ALFONSO HERNANDEZ GARAY, JOSE LUIS ZARAGOZA RAMIREZ,
HUMBERTO VAQUERA HUERTA, SERVANDO REYES CASTRO, DIANA ANGELICA GUTIERREZ ARENAS 1 COLPOS - COLEGIO DE POSTGRADUADOS, 2 UACh - UNIVERSIDAD AUTONOMA CHAPINGO, 3 UG -
UNIVERSIDAD DE GUANAJUATO
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Con el objetivo de evaluar el crecimiento estacional del trébol blanco (Trifolium repens L.) se realizó un
análisis de crecimiento por estación en praderas establecidas desde hace 4 años, se distribuyeron 24
parcelas en un diseño completamente al azar de 8 tratamientos y tres repeticiones. Se cosecharon tres
parcelas para evaluar las variables: acumulación de materia seca (MS), tasa de crecimiento del cultivo,
composición botánica y morfológica, altura de la pradera, índice de área foliar y radiación interceptada (RI).
El mayor rendimiento de forraje se presentó en la octava semana para primavera, otoño e invierno (2953,
1592 y 1790 kg MS ha-1) y en verano en la séptima con 1970 kg MS ha-1. La hoja fue el mayor
componente, a excepción del verano. Los resultados indican que el trébol blanco se debe cosechar a la
semana 8 en primavera, otoño e invierno y a la semana 7 en verano. También se evalúo el efecto de tres
frecuencias de pastoreo (cada 28 días en primavera y verano, 95 y 100% RI y cada 35 días en otoño e
invierno. 95 y 100% RI en el comportamiento productivo de trébol blanco (Trifolium repens L.) asociado con
pasto ovillo (Dactylis glomerata L.). Se distribuyeron los tratamientos aleatoriamente en un diseño de
bloques al azar con tres repeticiones. Se evaluaron las mismas variables. El mayor rendimiento de MS se
obtuvo en la estación de primavera con 5407 kg MS ha-1, siendo superior en 50, 45 y 13% a otoño, invierno
y verano, respectivamente (P
Palavras-chave: Area Foliar, Frecuencia de Pastoreo, Producción de Forraje, Tasa de Crecimiento
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ID: 786-4 Degradabilidade in situ de fibra entre silagens de híbridos de sorgo duplo propósito
ALEX LOPES DA SILVA, ROMILDA RODRIGUES DO NASCIMENTO, NOELIA SUYANE SANTOS DA CRUZ,
FRANCISCO ANTÔNIO PEREIRA DA SILVA, MARCELO HENRIQUE BATISTA DE MORAIS, ANTÔNIO JOSÉ LIMA
DA SILVA, PAULO GOMES DO NASCIMENTO CORREA, RICARDO LOIOLA EDVAN 1 UFPI - Universidade Federal do Piauí
Na alimentação de ruminantes um dos fatores que limita o consumo é a qualidade da fibra presente nos
alimentos, em silagens de híbridos de sorgo é esperado diferença na qualidade da fibra, assim a
degradabilidade ruminal da fibra em detergente neutro (FDN), podem proporcionar uma melhor escolha dos
híbridos a serem ensilados. Objetivou-se determinar a degradabilidade in situ de FDN entre silagens de
híbridos de sorgo duplo proposito. Este trabalho obedeceu aos princípios do Comitê de Ética em
Experimentação com Animais da Universidade Federal do Piauí, sob protocolo n°.016/14. O experimento foi
realizado Unidade de Pesquisa em Pequenos Ruminantes do Colégio Técnico de Bom Jesus – PI, Campus
Professora Cinobelina Elvas da Universidade Federal do Piauí. Os híbridos testados foram: 9929030,
12F042150, 9929012, 947216, 947254, 947072, 947252, 12F042066, 12F042496 e BRS Ponta Negra, em
delineamento de blocos casualizados, com três repetições, em que cada animal representou um bloco. As
amostras pré-secas das silagens foram moídas em moinho Willey utilizando peneira de 2mm. Foram
utilizados três ovinos machos, da raça Santa Inês, fistulados no rúmen com peso vivo médio de 35kg. Os
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animais tiveram 10 dias de adaptação e durante todo período experimental tiveram acesso irrestrito a água e
receberam dieta de silagem de milho ad libitum e 300g de concentrado. As amostras de silagens foram
acondicionadas em sacos de tecido não-tecido (TNT-100g/m²) com dimensões de 5×8cm, na quantidade de
2g. Os períodos de incubação corresponderam aos tempos de 0, 6, 12, 24, 48, 72 e 96 horas. Após o tempo
de incubação os sacos foram retirados imersos em água fria e lavados com água em temperatura ambiente e
levados para estufa de circulação de ar por 48 horas a temperatura de 55ºC, em seguida transferidos para
dessecador, pesados após 30 minutos. A degradabilidade in situ da FDN foram obtidos pela diferença
encontrada entre a FDN presente antes e após a incubação ruminal. Os dados foram analisados pelo teste de
Tukey a 5% significância, utilizando o programa SAS (Statistical Analysis System, versão 9.2.). Não houve
diferença no tempo 0 (P=0,0795). Porem a partir de 6 horas houve efeito (P
Palavras-chave: conservação de volumosos, ruminantes, Sorghum bicolor
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ID: 347-2 Estabilidade aeróbia de silagens de capim-elefante contendo torta de murumuru
MARCUS VINICIUS SANTA BRÍGIDA CARDOSO, CLÁUDIA MÁRCIA SERRA FERREIRA, RITA DE CÁSSIA
ALMEIDA DE MENDONÇA, SARAH OLIVEIRA SOUSA, RENAN DO CARMO SILVA, WAGNER ROMULO LIMA
LOPES FILHO, FELIPE NOGUEIRA DOMINGUES, ANÍBAL COUTINHO DO RÊGO 1 UFRA - Universidade Federal Rural da Amazônia
O uso de aditivos absorventes de umidade na ensilagem de capim-elefante pode melhorar o perfil
fermentativo e a estabilidade aeróbia das silagens. Diante disso, objetivou-se com o presente trabalho
determinar o efeito da inclusão da torta de murumuru (Astrocaryum murumuru) em diferentes
concentrações (0,0; 7,0; 14,0; 21,0 e 28,0% com base na matéria natural) sobre a estabilidade aeróbia e
algumas características fermentativas das silagens de capim-elefante Foi utilizado um delineamento
inteiramente casualizado, com cinco concentrações como tratamentos e cinco repetições. Foram utilizadas
como parcelas experimentais silos de plásticos (baldes) com capacidade de 15 litros. O capim-elefante
utilizado na ensilagem foi colhido aos 60 dias de desenvolvimento, onde foi picado e homogeneizado ou não
à torta de murumuru de acordo com as concentrações pré-estabelecidas. Após 45 dias da ensilagem os silos
foram abertos, em seguida foram retiradas amostras para a determinação do pH, nitrogênio amoniacal (N-
NH3/NT), temperatura máxima (Tmax.), amplitude (A) e tempo em estabilidade aeróbia (TEA). Na avaliação
da estabilidade aeróbia, após a abertura dos silos, foram colocados 500 g de silagem em 25 baldes plásticos
de 9 L, os baldes foram mantidos em sala climatizada mantida a 20 °C por 12 dias, onde a temperatura do
ambiente e das silagens foi registrada a cada 30 minutos por meio de dataloggers e o pH diariamente. As
variáveis foram avaliadas usando análise de variância e o procedimento de regressão polinomial, foram
verificados os efeitos dos tratamentos e de interação entre os tratamentos e o tempo, quando possível, a 5%
de probabilidade. Houve interação (P
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Pennisetum purpureum
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ID: 187-2 INFLUÊNCIA DO CICLO DE CORTE NOS CAPINS MOMBAÇA E MARANDU SOBRE O
NÚMERO DE FOLHAS VIVAS E MORTAS DO PERFILHO.
THAYNARA SENA SOMPRÉ, FABIANA LARISSA AMARAL DA COSTA, CRISLEI TRINDADE FARIAS, ELZÉLIA DA
SILVA VIEIRA, MARIELA LEÃO DE ABREU, NICOLLAS AIRTON SANTOS CARNEIRO, SIMONE FERNANDES DE
MINAS, EDUARDO LUCAS TERRA PEIXOTO 1 Unifesspa - Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
Uma parcela significativa da produção pecuária no Brasil baseia-se no uso de pastagens, como base
alimentar exclusiva para os animais, sendo necessário deste modo, um elevado consumo de lâminas foliares,
para que se possa obter ganhos em produtividade animal. Sabendo-se que a produção de folhas vivas no
perfilho são efetivas para a qualidade e produção de forragem, objetiva-se com este estudo, avaliar os
efeitos de diferentes intervalos de cortes na produção de folhas vivas (PFV) e produção de folhas mortas
(PFM) em gramíneas forrageiras tropicaisl. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da Unifesspa,
Campus Marabá. Foram utilizados vasos plásticos com volume de 5 dm-3 com cinco plântulas por vaso,
distribuídos em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 5 x 2, cinco frequências de corte
(20, 30, 40, 50 e 60 dias), duas espécies forrageiras: Panicum maximum cv. Mombaça e Urochloab brizantha
cv. Marandu e três repetições. Foram identificados, três perfilhos por vaso, onde foram realizadas anotações
do número de folhas vivas por perfilho (NFVP) e folhas mortas por perfilho (NFMP) a intervalos de 3 e 4 dias
(terças e sextas-feiras), entre o período de 02/06/2015 a 10/07/2015, as mensurações tiveram início após o
corte de uniformização que ocorreu aos 50 dias após semeadura. Os dados foram submetidos a análise de
variância e quando significativos procedeu-se análise de regressão ou teste Tukey, ambos a 5% de
probabilidade. Houve efeito da interação espécies forrageiras e frequência de corte para NFVP. O capim
Marandu teve efeito quadrático [= -0,23 + 0,12 frequência de corte (dias) - 0,001 frequência de corte2
(dias); R² = 0,97], para NFVP tendo como ponto de máxima aos 52 dias, ou seja, até esse intervalo de corte
há uma crescente proporção de folhas vivas, reduzindo a partir desse momento, sendo válida esta
informação para fins de vedação de pastagens onde buscasse disponibilizar o máximo de produção forrageira
com valor nutricional. Para o capim Mombaça a frequência de corte não afetou a NFVP, tendo em média 2
folhas vivas por perfilho. Ao efetuar o desdobramento da interação dentro de cada nível de frequência
obtém-se maior produção para o capim Marandu em detrimento ao capim Mombaça a partir de 40 dias de
intervalos, tendo como médias 3 e 2 folhas vivas, respectivamente. Para o NFMP não houve efeito da
interação entre os fatores, assim como não houve para as frequências de corte. Houve efeito somente sobre
espécie, sendo o Marandu com média de 0,9 folha morta por perfilho, contra 0,4 folha morta para o capim
Mombaça. Conclui-se que até 50 dias pode-se obter o máximo de folhas verdes em detrimento a folhas
mortas, e com isso em situações de vedação de pastagem obter o máximo desempenho da forrageira e dos
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animais.
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ID: 516-2 Fenologia do marmeleiro (Croton blachetianus arg.) em áreas de caatinga sob pastejo
contínuo por caprinos
DINNARA LAYZA SOUZA DA SILVA, DIVAN SOARES DA SILVA, ALBERÍCIO PEREIRA DE ANDRADE,
ALECKSANDRA VIEIRA DE LACERDA, ARIOSVALDO NUNES DE MEDEIROS 1 UFPB - Universidade Federal da Paraíba, 2 CNPQ - Centro Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico, 3 UFCG - Universidade Federal de Campina Grande
Estudos sobre fenologia nas condições da Caatinga ainda são escassos, sobretudo em condições em que as
plantas são submetidas à herbivoria por caprinos. Com objetivo de caracterizar as fenofases do marmeleiro
(Croton blachetianus MÜLL. ARG.) em três áreas de Caatinga sob pastejo por caprinos na estação
experimental de São João do Cariri/PB, foram selecionadas cinco plantas de marmeleiro, por área, com
características fisionômicas semelhantes, em que se avaliou, semanalmente, a emissão e abscisão foliar,
floração e frutificação. As áreas experimentais apresentavam diferentes lotações de caprinos, a primeira com
dez, a segunda com cinco e a terceira que permaneceu sem caprinos durante todo o ano. Utilizou-se o
método de Fournier para avaliar as fenofases das plantas e os dados foram submetidos à análise estatística
circular e de correlação das fenofases com a precipitação. Os padrões fenológicos se repetiram durante os
quatro anos de monitoramento, com redução gradativa do total de folhas verdes, bem como de flores e
frutos com o prolongar da estação seca e os picos de cada fenofase acompanharam a variação interanual da
distribuição da precipitação. O C. blachetianus, nas condições do Semiárido, apresenta padrões fenológicos
sazonais em consonância com a distribuição dos pulsos de precipitação pluvial. Os eventos fenológicos do
C.blachetianus não são afetados pelo pastejo caprino.
Palavras-chave: fenofases, floração, pastagem nativa, , pulsos de precipitação
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ID: 800-1 Supressão de metano e inibição larval por Myracroduon urundeuva em Caatinga sob
pastejo de ovinos em diferentes ofertas de forragem
OSNIEL FARIA DE OLIVEIRA, MÉRCIA VIRGINIA FERREIRA DOS SANTOS, JAMES PIERRE MUIR, MÁRCIO
VIEIRA DA CUNHA, EVARISTO JORGE OLIVEIRA DE SOUZA, LUIS ORLINDO TEDESCHI, JOSÉ CARLOS
BATISTA DUBEUX JR.
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1 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2 ATM - Texas A&M AgriLife Research, 3 ATM - Texas
A&M University, 4 UFL - University of Florida
Plantas da Caatinga revelam resiliência frente às condições ambientais, devido principalmente aos aspectos
morfofisiológicos e ontogenia. Assim, a oferta de forragem (OF) aliada às condições edafoclimáticas tendem
a promover alterações químicas das plantas. O objetivo deste trabalho foi avaliar as atividades biológicas dos
taninos condensados (TC) sintetizados por Aroeira (Myracroduon urundeuva All.) em Caatinga raleada e
enriquecida com Cenchrus ciliaris L. e Urochloa mosambicensis (Hack.) Dandy, sob pastejo de ovinos SPRD
(23,2 ± 3,3 kg em 2013, e 19,9 ± 2,2 kg em 2014), submetidos à quatro OF (2, 2,5, 3 e 3,5 kg de MS/ kg
de PV) em blocos casualizados com três repetições. O experimento foi realizado em Serra Talhada,
Pernambuco, Brazil. A precipitação pluvial em 2013 e 2014 foi de 551 e 703 mm, respectivamente. A
estação de pastejo foi de 39 dias em 2013, e de 56 dias em 2014, durante período chuvoso. Amostras dos
brotos terminais das plantas foram cortados, secados e moídos a 1 mm para análises de TC, metano (CH4) e
inibição da migração larval (LMI). Foram realizadas análises de regressão, correlação, teste de Tukey (entre
OF) e teste F (entre anos) com P≤0,05. Os TC foram maiores em 2014 (146,2 mg g-1) do em 2013 (53,5 mg
g-1), e variou também conforme OF, onde as maiores OF tiveram maior TC. Plantas tendem a reduzir TC para
atração de polinizadores ou aumentá-los como proteção à desfolha. Os TC, LMI e supressão de CH4 tiveram
correlação positiva com as OF, principalmente em 2013 (r = 0,88). A supressão de CH4 foi também afetada
pelas OF, e principalmente pelo ano, sendo 2014 (0,2 mM) maior do que 2013 (1,6 mM). A Aroeira
demonstrou forte supressão de CH4. O LMI também foi maior em 2014 (33,0%) do que em 2013 (12,9%),
devido ao maior TC no último ano. Os TC da Aroeira possuem atividades biológicas, principalmente quando
ocorre maior incidência de chuva.
Palavras-chave: Aroeira, bioatividade, pastagem nativa, taninos condensados
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ID: 372-1 Proteína solúvel e aminoácidos livres totais em folhas de duas espécies de leguminosas
forrageiras
IZABELA ALINE GOMES DA SILVA, NATÁLIA COSTA DE LIMA, EGÍDIO BEZERRA NETO, LEVY PAES
BARRETO, VALÉRIA XAVIER DE OLIVEIRA APOLINÁRIO 1 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 3 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 4 UFRPE - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 5 IPA - Instituto Agronômico de Pernambuco
*Financiado por: Universidade Federal Rural de Pernambuco
Os aminoácidos são essenciais para a síntese de proteínas essenciais à vida e as proteínas solúveis
participam diretamente do metabolismo vegetal, notadamente como enzimas. Objetivou-se quantificar os
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teores de proteínas solúveis presentes nas folhas de Mimosa caesalpiniifolia Benth - Sabiá e Gliricidia sepium
(Jack) Kunth ex Walp - Gliricídia, otimizar a eficiência no tempo da análise de aminoácidos livres totais e
verificar a interferência da intensidade luminosa nesses teores. O experimento foi conduzido em um sistema
silvipastoril localizado na Zona da Mata Norte de Pernambuco composto pelas leguminosas Sabiá e Gliricídia
em consórcio com a Braquiária decumbens Stapf e pastejado por bovinos mestiços com peso médio de
200kg. Para análise de proteínas solúveis e de aminoácidos livres totais foram utilizados os métodos
espectrofotométricos de Bradford e ninidrina, respectivamente. O preparo dos extratos baseou-se no peso de
0,250g da amostra pré-seca. Os cálculos de concentração de aminoácidos foram obtidos a partir da equação
de regressão gerada pela curva padrão. Para verificar o tempo de estabilidade da cor fixada foram feitas
leituras em espectrofotômetro de emissão em três tempos, sendo, imediatamente após a adição de 3mL de
etanol a 60%, 3 horas e 4 horas após a adição deste solvente. A leitura em absorbância (A) foi realizada no
comprimento de onda de 570nm. Para a quantificação de proteínas solúveis na folha de ambas leguminosas,
foi feita a leitura em espectrofotômetro no comprimento de onda de 595nm e os resultados foram expressos
em miligrama de proteínas solúveis por grama de tecido foliar pré-seco. As médias dos teores de
aminoácidos em miligramas por grama da matéria seca foi de 8,32 e 7,45 para as folhas de Gliricídia e de
5,48 e 4,22 para as folhas de Sabiá nas diferentes intensidades luminosas de 100% sol e 100% sombra,
respectivamente. As leituras realizadas imediatamente após a adição do etanol foram bastante similar às
leituras realizadas após 3 horas, porém houve um decréscimo nos teores de aminoácidos livres totais na
leitura após 4horas da adição de etanol. Os teores de proteínas solúveis nas folhas de Gliricídia foi superior
ao de Sabiá, sendo 21mg e 17mg , respectivamente. Resultados obtidos nesse experimento mostram que
até três horas após a adição de etanol a 60%, a extração de aminoácidos livres totais não é comprometida,
enquanto que à medida que se prolonga a leitura após a adição de etanol, os teores de aminoácidos livres
totais são subestimados. Os teores de proteínas solúveis e aminoácidos livres totais se destacaram na
espécie Gliricídia, mostrando que pode ser uma excelente alternativa para o pastejo.
Palavras-chave: gliricídia, ninidrina, sistema silvipastoril
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ID: 624-2 Utilização de ferramentas hidrológicas em açudes no semiárido brasileiro para o
dimensionamento da produção de forragem
EDMILSON RODRIGUES DE LIMA JUNIOR, MARIA SOCORRO DE SOUZA CARNEIRO, DANILO DE ARAÚJO
CAMILO, ROBERTA THERCIA NUNES DA SILVA, ERANILDO BRASIL DA SILVA, FRANCISCO ESMAYLE ALVES
DE TILLESSE 1 UFC - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ, 2 FATEC - FATEC SERTÃO CENTRAL
*Financiado por: FUNCAP
A irregularidade na distribuição das chuvas é uma característica marcante no semiárido brasileiro, afetando
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diretamente o desenvolvimento das culturas forrageiras. A principal fonte de água para sistemas de
produção em sequeiro são chuvas. Contudo, em sistemas irrigados as fontes hídricas são variáveis, sendo
provenientes de rios, açudes e pequenos reservatórios. Um dos grandes entraves técnicos é a otimização dos
recursos hídricos, pois a probabilidade de recarga das fontes é de difícil previsão. O objetivo do trabalho foi a
ap